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És a nossa Fé!

Vai mesmo ter de falar

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Para já, é indispensável que Frederico Varandas comunique com os sportinguistas. Ao falar a 1 de Fevereiro, logo após o Sporting ter vencido a Taça da Liga, abriu um precedente. Não faz qualquer sentido permanecer em silêncio agora.

Quando se quebram as regras, altera-se a linha de rumo. E nada volta a ser como era antes: há que enfrentar as consequências.

Ao despedir um treinador à oitava jornada cedendo à pressão dos lenços brancos, o presidente abriu um precedente. De alto risco, como na altura referi.

Ao romper o silêncio num momento bom, o presidente passou a ter a obrigação de falar também nos momentos maus. Não é compreensível que proceda de outra forma.

5 comentários

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    Pedro Correia 16.02.2019

    Durante a "elite autista", ao menos, fomos campeões. Ganhámos campeonatos, construímos um novo estádio, inaugurámos um centro de estágios modelar e tivemos a melhor formação de sempre.
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    J. 16.02.2019

    Além dos aspectos negativos - nalguns casos, provavelmente criminosos (entre outros, delapidação do património do clube a favor de empresas de um certo ex-Presidente, sobrefacturação observada na construção do estádio), desculpe que lhe diga, quando afirma que construímos um "centro de estágios modelar" e "tivemos a melhor formação de sempre" não sabe do que fala. Alcochete é tudo menos modelar; e o que tivemos foi, acima de tudo, uma rede nacional de detecção de talentos excepcional. Na vez das frases feitas, convinha falar com os protagonistas dos processos. Fale com os técnicos da formação e com os jogadores que "viveram" Alcochete estes dezassete anos. Vai ter uma surpresa. Não encontrará ninguém - repito: ninguém - que reproduza a ladainha do "centro de estágios modelar." Muito pelo contrário. Mesmo jogadores com carreiras bem sucedidas, quando não estão a desempenhar o "papel" de "jogador que beneficiou da melhor formação do mundo", são muito críticos, alguns inclusive exprimindo rancor (palavras como deserto, prisão, expressões como "nada para fazer", "no cu de judas" são muito comuns para descrever Alcochete).

    Uma palavra marginal quanto ao novo estádio, ou melhor, para a edificação do famigerado fosso. Está lá, explicaram na altura, para facilitar o acesso ao relvado de estruturas de apoio a espectáculos musicais, forma de rendibilizar o equipamento na "época baixa" das competições desportivas. Ora, teria bastado que os senhores consultassem alguém minimamente qualificado do mundo da música para "descobrirem" que esse tipo de eventos em estádios de futebol, muito comuns sobretudo nos anos 80, estavam já num declínio irreversível. Um erro crasso entre tantos outros que a construção do estádio representou. É inestético (na verdade, é pavoroso), tem demasiados lugares com visão limitada, acessos discutíveis.

    Não questiono a boa fé de dirigentes do o dr. Dias da Cunha ou o dr. Bettencourt (a competência é outra conversa). Mas há outros casos em que não ponho as mãos no fogo pelas personagens. Dr. Roquette, sr. Soares Franco e eng. Godinho Lopes, todos eles fizeram negócios privados muito duvidosos à custa do Sporting.
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    Pedro Correia 16.02.2019

    Não é modelar e no entanto foi lá formado o melhor jogador do mundo. E tantos outros - do Quaresma ao Nani, do Moutinho ao Rui Patrício.
    Foi lá formada a espinha dorsal que levou Portugal à conquista do máximo troféu de futebol, alguma vez registado pela cores nacionais: o Campeonato da Europa em 2016.

    Não é modelar e no entanto o Benfica foi copiar o nosso modelo para edificar - depois de nós - o centro de formação e estágio do Seixal.

    De facto, não há ninguém melhor do que alguns sportinguistas para dizerem o pior possível do próprio clube.
    Isto ajuda a explicar por que motivo já não somos campeões há 17 anos.
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    J. 16.02.2019

    Lamento dizê-lo, resposta desonesta. Remeti-o para os protagonistas dos processos, faz de conta que não percebeu; ou que não será relevante, o que será uma posição de princípio espantosa num jornalista. Fale com eles em vez de falar de cor. Valha a verdade, não estranho. Os jornalistas tornaram-se uma classe preguiçosa e/ou submissa. Os que podem transformaram-se em produtores de opinião regra geral pobre/medíocre; os que não podem, limitam-se a serem vassalos ao serviço de agendas políticas e/ou económicas. Fazer as coisas como deve ser (recolher os testemunhos relevantes, no caso) é que está quieto. Ou, como diz, o outro, não deixe que a realidade atrapalhe uma rica história.
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