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És a nossa Fé!

A estranha e incompreensível gestão do dossier Marcos Acuña

 

Quando pensamos num qualquer campeonato do mundo de futebol, saltam-nos à cabeça alguns crónicos candidatos a ganhar o troféu. Brasil, Alemanha e Argentina são, talvez, os nomes mais vezes apontados, na história da competição, como favoritos.

Muito por culpa desse status, os jogadores que normalmente são convocados para essas seleções têm um valor de mercado muito superior a muitos outros jogadores de outras nacionalidades. Quando falamos de habituais titulares, esse valor dispara ainda mais.

Marcos Acuña é um desses jogadores. Titular da seleção argentina, é um dos dez humanos - o outro titular, Messi, está, com Cristiano Ronaldo, na lista de extraterrestres  - que tem esse estatuto, e é, por isso, um jogador raro e diferenciado da larga maioria dos jogadores que praticam futebol. No entanto, apesar do Sporting ser um dos poucos clubes do mundo que tem um titular da seleção onde Aguero e Dybala são “apenas” figuras importantes, Frederico Varandas não parece dar relevo a este ativo, permitindo que o mesmo treine à parte, a correr numa mata, enquanto se desvaloriza no mercado.

Não se conhecendo qualquer motivo que justifique esta situação, não será este ato de gestão um comportamento doloso e prejudicial para o clube? Muito sinceramente, começo a achar que a gestão de Frederico Varandas é… bem, é melhor não continuar.

Falhar em 2020/2021 comprometerá as cinco épocas seguintes

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Depois de mais uma época em que os resultados ficaram muito aquém da grandeza do Clube, esperava-se uma grande revolução no plantel. O atual mostrou que não tem a capacidade para nos levar ao patamar que o clube, os sócios e os adeptos exigem.

No entanto, até agora, nada. Nem um nome foi apresentado, e nem foi comunicada uma única saída. Nós, sportinguistas, olhamos para esta apatia diretiva com enorme preocupação, pois, até à data, os responsáveis leoninos, em 2 anos e meio, não conseguiram contratar um único jogador com qualidade para jogar “de caras” em qualquer equipa portuguesa. Este desnorte evidencia duas coisas: a época que se aproxima ainda está na fase zero da sua preparação; o Sporting perdeu espaço no mercado e não consegue chegar a nenhum nome decente.

O clube está, por estes dias, à deriva. Ninguém percebe qual é o rumo que o timoneiro Varandas traçou. A sensação que tenho é que estamos completamente perdidos, sem que haja no barco uma pessoa lúcida que indique o caminho de um porto seguro.

É, por isso, urgente mudar de comandante. É, por isso, urgente exigir que Varandas saia. Quem não tem soluções para o Sporting não pode ser o seu Presidente. Não podemos desperdiçar mais um ano com anormalidades. Esta época, onde o terceiro lugar dá acesso à Liga dos Campeões, é fundamental, para o nosso posicionamento estratégico nos próximos 5 anos, garantir que pelos menos conseguimos uma destas vagas. Se falharmos este acesso, veremos o fosso que nos separa dos nossos maiores rivais a aumentar, e um Braga a ultrapassarmo-nos no poderio futebolístico.

O Mundo está cheio de exemplos de grandes clubes que caíram. O nosso, infelizmente, está a ir pelo mesmo caminho.

#VarandasOut

Decisão do Tribunal é boa para o Sporting

Desde a primeira hora que considerei uma vergonha todo o processo de rescisões. Na minha opinião, nenhum jogador pensou no clube e nos seus adeptos. Escolheram o seu dinheiro e as suas carreiras em detrimento da nossa paz, do nosso sossego, do nosso amor. Não pestanejaram quando nos desiludiram, não se importaram com milhares de crianças que os viram partir sem olhar para trás. Quem rescindiu procurou melhor, quem ficou teve medo de arriscar e quem voltou fê-lo porque não encontrou o que procurava. Para mim, foi isto. Simples e frio.

Que fique claro, quando os jogadores do Sporting decidiram rescindir o contrato, fizeram-no com o clube, não com o presidente, apesar de se terem servido de Bruno de Carvalho para o fazer.

Hoje a justiça mostrou que não tinham razão. Nem Carvalho e nem Jacinto, ambos funcionários do clube à data, foram condenados. O Sporting não teve, por isso, qualquer tipo de ligação ao acto que alguns energúmenos cometeram.

Como Sportinguista, esta absolvição ao antigo presidente é um alívio. É uma página negra que não foi escrita, apesar de muitos a ditarem.

VIVA O SPORTING

Nunca nenhum Presidente teve tanto tempo para preparar planteis

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Quando Frederico Varandas é eleito Presidente do Sporting Clube de Portugal, já o plantel da época 18/19 estava fechado e preparado por Sousa Cintra. Se retiramos os erros de gestão do ex-Presidente leonino, com dispensas ridículas e com outras trapalhadas, nomeadamente no processo das rescisões, a época do futebol profissional foi muito razoável. Frederico herdou, por isso, uma equipa minimamente competitiva. No entanto, desde a primeira hora, apontou o seu foco para a época seguinte (19/20).

Foi-nos prometida uma temporada de sucesso, pensada ao mais ínfimo pormenor. Infelizmente, apesar de previsível, Frederico Varandas não conseguiu honrar a sua palavra, e a equipa principal do clube está a fazer uma das mais desastrosas épocas da sua história. Se não fosse a COVID-19, a época teria acabado ontem, o que significaria que daqui a dois meses estaríamos a começar um novo campeonato. No entanto, na melhor das hipóteses, a época 2020/2021 só se iniciará em finais de Setembro/inícios de Outubro, ou seja daqui a quatro ou cinco meses. Frederico tem, por isso, ainda mais tempo de trabalho. Não se comreenderá que um presidente, que teve 19 meses para preparar duas épocas, não consiga montar uma única equipa competitiva. A invasão de Alcochete não poderá ser a desculpa eterna para disfarçar a incompetência.

 

Tempos de preparação de época:

Época 19/20 – de Setembro 2018 a Agosto 2019 (11 meses)
Época 20/21 – de Fevereiro 2020 a Outubro 2020 (8 meses)

Roma não pagou a traidores. Já nós...

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Em 155 AC, quando os traidores de Viriato se refugiaram em Roma reclamando a recompensa prometida pela traição, as autoridades romanas ordenaram a sua execução em praça pública, onde os corpos ficaram expostos com a inscrição: "Roma não paga a traidores".

No Sporting, infelizmente, a traição foi recompensada e hoje quem traiu os dois presidentes que lhe deram a mão está no trono.

Varandas entra no clube por fruto da boa relação do seu irmão com a então direção leonina, comandada por Godinho Lopes. Em pouco tempo, o ex-médico dos juniores do Vitória de Setúbal atinge o topo da hierarquia do departamento clínico. Com a entrada de Bruno de Carvalho, Frederico Varandas continuou. Esta permanência, apesar da sua forte relação com a direção anterior, foi um reconhecimento e um voto de confiança da direção de BdC no trabalho do agora presidente do clube.

Durante os mandatos de Bruno de Carvalho, Frederico Varandas nunca se mostrou critico da política deste. Com BdC, foi principescamente pago, teve a oportunidade de estabelecer uma rede de contactos privilegiada e projetou-se mediaticamente. Os interesses de Varandas sobrepuseram-se sempre aos valores da retidão.

Varandas aceitou, com naturalidade, que quem lhe abriu as portas do clube fosse corrido e expulso de sócio. Nunca lhe ouvimos uma palavra na defesa do Eng. Godinho Lopes. Varandas aceitou, com naturalidade, todas as "loucuras" de Bruno de Carvalho sem nunca se opor, ficando sempre na sua zona de conforto, a servir-se do clube. Em ambos os casos, Varandas mostrou que de militar só tem a farda. Abandonou dois corpos feridos, deixando-os morrer. Frederico mostrou, nestes dois momentos, ser um homem rasteiro, sem valores e que o seu bem-estar se sobrepõem a tudo, inclusive ao Sporting.

A eleição de Frederico Varandas foi um prémio que Roma não aceitou pagar, já nós... enfim.

Um texto de Outubro de 2020

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Mais uma época perdida. Infelizmente ainda outubro não terminou e já estamos arredados do título.

Ainda no decorrer da época passada, em inícios de março, Frederico Varandas apresentava um novo treinador. Com Rúben Amorim veio também uma esperança de conseguirmos melhores resultados que nos pudessem colocar no pódio do campeonato nacional. Infelizmente, nem com a vitória na Luz, que arredou o clube encarnado do título, Amorim foi capaz de dar sequência ao trabalho feito em Braga e colocar o clube no terceiro lugar. Acabámos a época em 4º, precisamente atrás do clube onde o fomos buscar por 10M de euros.

No entanto, apesar da época passada não ter corrido bem, sabíamos que já em março Frederico Varandas e Hugo Viana preparavam, juntamente com o então novo treinador, esta época. Esperámos um verão inteiro pelos tais grandes reforços que tanto precisávamos, o mercado avançou, a pré-época feita e nada. Nem um grande nome. Nem um jogador "cabeça de cartaz". Não tivemos um único jogador capaz de entrar de caras nos 11 que, por si, já era fraco. Vivemos, outra vez, a preparação da época 2019/2020. Vivemos, outra vez, uma época de queixas.

Varandas queixa-se da falta de dinheiro, do ataque à Academia, dos sportinguistas que deixaram de comprar a GameBox, dos reforços que não quiseram vir, dos árbitros que não são bons, da relva de Barcelos, do trânsito em Telheiras. Tudo serve, mais uma vez, de desculpa. Tudo serve, mais uma vez, para tapar os erros de gestão deportiva. Tudo serve, mais uma vez, para justificar a incompetência e o amadorismo em que o clube se encontra mergulhado.

Até quando vamos viver nesta angústia de termos um incompetente à frente do nosso clube? Até quando vamos deixar que Varandas bata mais recordes negativos?

Sócios descalços e humilhados no seu estádio. Isto é unir o Sporting?

A imagem pode conter: uma ou mais pessoas

Como nota prévia: não sou, nem nunca fui, membro de qualquer claque do Sporting, nem sequer tenho qualquer relação com as mesmas e com quem as dirige. Nunca comprei um bilhete aos GOA e nunca entrei na sede de qualquer um deles.

Tenho Gamebox há 15 anos, 13 dos quais na chamada “curva sul”. Naquela bancada, onde inicialmente apenas estava a Juventude Leonina, conheci várias pessoas que, tal como eu, são sócias do clube e estão completamente fora do mundo ultra. Fiz ali amizades que já ultrapassaram a esfera futebolística. Vivi, com todas elas, momentos de alegria e de profunda tristeza – muitos mais do que merecíamos. Aquela bancada, pelo menos no meu sector, sempre teve um ambiente saudável, de respeito de uns pelos outros e, principalmente, de grande Sportinguismo.
Fui para a Curva Sul ainda no meu tempo de estudante. Escolhi-a, tal como quase todos ali, por ser a mais barata na altura. Mesmo depois de começar a trabalhar e, com isso, ter melhorado as minhas condições económicas, nunca me passou pela cabeça deixá-la. Ali sentia-me em casa.

No entanto, nesta época tudo mudou. Anteriormente, fazia a entrada pela porta 4, junto à Avenida Padre Cruz. Uma porta com poucos problemas de acesso e que funcionava relativamente bem. Com a criação da porta 5, junto à antiga porta 3, a entrada no Estádio tornou-se um suplicio. As longas filas e o desrespeitoso tratamento “obrigaram-me”, nas primeiras jornadas, a mudar de lugar e escolher uma bancada diferente, onde o respeito pelo sócio imperasse. Deixei de estar junto dos meus companheiros de mais de uma década, mas não aguentava mais o “tratamento de gado” a que estava sujeito.

Quando pensei que era impossível o clube tratar o sócio pior do que eu vivera no início de época, espanto-me, mais uma vez, com a capacidade de Frederico Varandas fazer borrada.

Percebo que o comportamento das claques seja preocupante e que nos tenha custado bastante dinheiro em multas, mas não aceito, de maneira nenhuma, que sócios do Sporting Clube de Portugal, principalmente os que nem pertencem aos GOA, sejam humilhados com uma revista, na sua própria casa, que é tão exagerada como estúpida.

Sinto vergonha de uma direção que trata idosos, crianças e mulheres como delinquentes. Sinto vergonha de uma direção que distingue sócios pelo lugar no Estádio. Sinto vergonha dos Sportinguistas que acham esta humilhação normal e aprovam este tipo de desrespeito. 

Frederico na liga milionária? “Fácil"!

Ainda decorria a campanha para a presidência do clube e já Frederico Varandas se vendia como um especialista em futebol. Quem não se lembra do “fácil” quando o assunto era a equipa profissional? Quem não se lembra de o ouvir a glorificar-se dos vários anos de banco e da vasta “experiência” de relva? Frederico Varandas, desde a primeira hora, colocou-se como um especialista na matéria e prometeu-nos uma equipa equilibrada e com uma gestão profissional de topo. Pois bem, chegou a hora de fazer contas a essa gestão.

Num exercício muito simples, fui fazer um cálculo para saber quanto custou, até agora, cada ponto que o Sporting conquistou nesta liga e comparei-os com os mais diretos adversários e com os dois grandes rivais, com quem deveríamos estar a discutir a conquista do campeonato.

O Sporting é, de longe, o clube a quem o ponto sai mais caro. Cada vitória custa à SAD do clube qualquer coisa como 3.281.250,00 €. Um valor inacreditável para um plantel que se queria competitivo.

O Sporting é o único clube do futebol português a quem o ponto ultrapassa o milhão de euros, o que significa que na relação orçamento/ponto conquistado somos o clube que apresenta a pior gestão.

Para vosso conhecimento, deixo em baixo a lista dos clubes da primeira metade da tabela e os respetivos custos por ponto:

Benfica – 833 mil euros por ponto;

Porto – 957 mil euros por ponto;

Braga – 378 mil euros por ponto;

Sporting – 1,093 MILHÕES por ponto;

Famalicão – 109 mil euros por ponto;

Rio Ave – 155 mil euros por ponto;

Guimarães – 200 mil euros por ponto;

Boavista – 60 mil euros por ponto;

Setúbal – 74 mil euros por ponto.

Oh Frederico, que mais “experiências” nos esperam?

2019/2020 começou com uma grande novidade para os Sportinguistas. Ainda não conhecíamos o nosso plantel, que Varandas garantiu ser "pensado" ao mais ínfimo pormenor, e já estávamos a levar com um aumento brutal no preço da Gamebox.

Esse aumento, segundo justificou um tal de Miguel Cal, que dizem que é qualquer coisa de genial porque “estagiou” numa consultora de referência, deve-se a um conjunto de “experiências” que o Sporting juntou a este “serviço”.

Todos nós, Sportinguistas, acreditámos que essas “experiências” seriam realmente interessantes, como melhorar a nossa experiência no José de Alvalade, por exemplo. De facto, não foi isso que aconteceu. As cadeiras continuam tortas e moribundas, os ecrãs gigantes estão totalmente desajustados à qualidade que se exige, o catering dos bares continua caro e com pior serviço, o speaker continua histericamente aos berros como se estivesse no karaoke da aldeia, etc. etc.

No entanto, essas não foram as piores “experiências” que Frederico Varandas guardou para nós. Experimentámos uma pré-época sem qualquer vitória. Experimentámos sofrer uma das mais humilhantes derrotas com o Benfica. Experimentámos ver alguns dos nossos melhores jogadores a saírem a preço de saldo ou a custo zero. Experimentámos a eliminação da Taça de Portugal por um clube do terceiro escalão. Experimentámos perder em casa, no mesmo mês, com os dois grandes rivais. Experimentámos acabar a primeira volta a 19 pontos da liderança. Estamos a experimentar ter o pior plantel que já vestiu a verde e branca, e que agora nem Bruno Fernandes tem.

Com tantas “experiências” que paguei, tomei uma decisão. Não faz sentido continuar a alimentar tanta incompetência. Não faz sentido continuar a suportar um presidente deslumbrado, com aparentes deficiências cognitivas, que se preocupa mais com o nó da gravata ou com o vinco na gabardine do que com os Sportinguistas.

Ou esta direção sai, ou, na próxima época, vou "experimentar" acompanhar os jogos no sofá de casa, pondo fim a uma sequência de 15 anos de Gamebox.

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