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És a nossa Fé!

Da série: embrulhar e despachar

Isto, não é nem pode ser comportamento aceitável para o Sporting Clube de Portugal. Isto, não é, nem pode ser, o que o Sporting Clube de Portugal é.

Será 'despedimento colectivo'? Será verdade que a figura jurídica em apreço permite que as indemnizações a pagar o sejam numa proporção inferior ao que seria um despedimento por mútuo acordo em que se cumpre a legislação aplicável em termos de direitos adquiridos ao longo dos anos? Sim, ainda, o 'despedimento colectivo' público, e o valor que o Sporting diz ter conseguido não gastar pela dispensa dos colaboradores, por atacado, e sem que se lhe conheça especial reconhecimento público pese embora saber-se o que deram ao clube. Não caríssimos, não acho que a situação das jogadoras de futebol feminino se enquadre numa situação de 'despedimento colectivo'. Mas acho que há características transversais à gestão de ambas as situações que devem ser objecto da nossa atenção. 

Talvez seja bom recordar que os treinadores, ou treinadoras, não aparecem na tão propalada estrutura invísivel do Sporting por geração espontânea ou por intervenção divina. Ou fazem-no?

No que ao futebol feminino diz respeito, talvez seja de não perder de vista que uma das primeiras intervenções operadas pela Direcção de Frederico Varandas, comunicado emitido a 5 de Outubro de 2018, foi precisamente no futebol feminino, com a escolha de Filipe Vedor para desempenhar o cargo de Director Geral do Futebol Feminino. Substituiu, como refere o comunicado, Raquel Sampaio. Que, de resto, recebeu agradecimentos no final do comunicado que dava nota das novas funções de Filipe Vedor. De acordo com o perfil Linkedin do referido colaborador, em Junho de 2019, deixou de desempenhar essas funções. 10 meses de exercício.

Quanto ao ex-Director Geral do Futebol Feminino do Sporting, de quem oiço ser competente (é da mais elementar justiça sublinhá-lo), mas a quem é imputada uma relação de âmbito pessoal com o actual Presidente do Sporting Clube de Portugal, só posso desejar que continue a ter a oportunidade de dar o seu melhor em prol deste clube. Não nego, contudo, que me faz espécie que outros, com até bem mais anos de casa, e imensos sacrifícios feitos a favor do melhor para este clube que tanto amamos, não tenham tido a mesma oportunidade. A responsabilidade não é de Filipe Vedor, como é evidente.

Meritocracia, desde que haja qualquer coisa mais que permita que lá se mantenham. Meritocracia, desde que não façam sentir (ainda que de forma inadvertida) a superiores hierárquicos que não sabem o exigível para chefiar. E fazer escolhas. E apresentar solucções. 

O problema, como todos sabemos, mas nem todos queremos ou conseguimos assumir, não está nas pessoas que são postas a desempenhar os cargos. Está em quem as recruta, está no entendimento que conseguem fazer das situações e os recursos de que dispõem (e não dispõem) para mexer bem. Fim. 

O problema está no facto de não se mexer correctamente e, com isso, comprometer seriamente ou implodir por completo, um muito bom trabalho feito por quem antecedeu as escolhas pessoais (bingo!) nas quais estão reflectidas as capacidades profissionais, o juízo crítico, de quem decide. Com uma agravante. É que em certos casos, só vamos ter consciência plena das consequências do, de certa forma, experimentalismo aflictivo de quem manda, daqui a alguns anos. Nessa altura, é abrir cordões à bolsa, pagar o que houver a pagar e falar em gaps. E responsabilizar a Direcção que permitiu que os houvesse.

Soa familiar? 

De pedra e cal - Formação de Talentos na AFS Algarve: nova actualização

Escrevi, apaguei.

Seleccionei trechos de textos passados, apaguei.

A tristeza arrasta-se há muito. A falta de vontade, por constatar ser absolutamente inglório querer chamar a atenção para o que se passa, também não ajuda.

Informo, sem entrelinhas, a quem possa interessar, que a 31 de Maio Paulo Poejo entregou as chaves da (E)AFS – Algarve. Ocupou, de Agosto de 2020 até à data indicada, o cargo de responsável máximo pela, outrora, pequena Academia de excelência. A Paulo Poejo desejo, sinceramente, boa sorte. É - para mim e de longe - o menos responsável pelos resultados alcançados e que decorrem das alterações introduzidas.

A quem possa interessar, fica a actualização.

O mais que poderia ter para dizer continuará, por ora, silenciado.

Tristeza. Muita tristeza. É o que sinto há muito tempo.

De pedra e cal - Jordão marca o único golo na Luz

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Foi a 27 de Fevereiro de 1973 que Rui Jordão, na imagem ladeado por Carlos Espírito Santo e Laranjeira, marcou o único golo que bateu Botelho e deu a vitória... ao Benfica, frente ao Sporting (!), no que foi um jogo para o então Campeonato Distrital de Reservas.

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Legenda: Este remate de Jordão bateu Botelho sem apelo nem agravo. Estava marcado o primeiro

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A ideia de ter Rui Jordão a marcar um golo contra o Sporting e logo pelo Benfica, inquieta-me. Não sei se arrepio na espinha, se moinha, se pálpebra a saltitar. Sei que não gosto da sensação.

Seria possível que hoje, mais de 48 anos depois, por exemplo, Nuno Santos que fez a sua formação pelos de encarnado, devolvesse a gracinha?

É o meu prognóstico para hoje. 0-1 marca Nuno Santos. 

 

Fonte: acervo do antigo jogador Carlos Espírito Santo, com o meu sentido agradecimento ao próprio e ao seu filho, Ricardo Espírito Santo. 

Estais todos bem?

Olho para os jornais, espreito os perfis (redes sociais) dos jogadores, passo os olhos pelo blogue e pergunto-me o que terá sucedido. Sonhei toda a noite, buzinadelas, foguetes, fogo de artifício, televisões com imagens de quando ganhámos um campeonato pela última vez, mensagens de parabéns (foi no mês passado, ponham um lembrete no telemóvel ou esqueçam-se e pronto) e continuo sem perceber o que se passou. Ou o que passou-se.

Pelas minhas contas, empatamos hoje com o Boavista, vamos perder à Luz dia 15 e matamos o borrego aos otchencha e otcho do último jogo. Não é assim? 

Haverá por aí uma boa alma que me recorde o protocolo? Não me lembro de como é que é. Isso. De sermos campeões. Não quero chegar aos otchencha e otcho do último jogo, sem estar no meu absoluto melhor, preparadíssima para receber o título. Completamente ao corrente do que e como fazer. Por exemplo, pode-se ou deve-se dizer:"Tazonde, Cavani?"

Jornal Sporting - Iniciativa solidária destinada a Cabo Delgado

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Texto: Maria Gomes de Andrade / Fotografia: César Lomba

 
Ciente da situação crítica que se vive em Moçambique, e a exemplo de outras iniciativas já promovidas naquele país e em São Tomé e Príncipe, assim como um pouco por todo o lado em território nacional, a Fundação Sporting resolveu realizar uma iniciativa de recolha de fundos a favor de Cabo Delgado. Com a capacidade de inovação a que já nos habituou, a Fundação Sporting estabeleceu uma parceria com diversos chefs de cozinha e deu início a um ciclo de jantares com a participação de Sportinguistas que têm estado envolvidos em diversos projectos de apoio social.
 
O primeiro jantar decorreu na quarta-feira à noite na Taberna do Calhau, em Lisboa, com cerca de 20 pessoas, que se juntaram para ajudar a Fundação Sporting e apreciar a comida do chef Leopoldo Calhau e cuja sobremesa foi a possibilidade de assistirem ao encontro da equipa principal de futebol do Sporting Clube de Portugal diante do Rio Ave FC (0-2), num ambiente totalmente verde e branco.
 
"O jantar foi muito agradável, correu muito bem e foi coroado com a nossa vitória em Vila do Conde, começou por dizer ao jornal Sporting a vice-presidente do Clube e da Fundação Sporting, Maria Serrano, acrescentando: "Estes jantares servem para juntar a familia Sportinguista, mas, acima de tudo, para angariar fundos para a Fundação Sporting, que depois os utilizará nos diversos projectos que desenvolve".
 
"Para já, a verba resultante dos primeiros jantares vai servir para comprarmos mantas que serão entregues em Cabo Delgado, numa acção conjunta com o actor/humorista Eduardo Madeira, que está a recolher bens para ajudar nessa zona de Moçambique. Nós, Fundação Sporting, além das mantas vamos contribuir com material desportivo do Sporting CP, comentou. O próximo jantar está marcado para a próxima segunda-feira, dia 10 de Maio, e vai ser confeccionado pelo chef João Rodrigues, estando marcado igualmente para a Taberna do Calhau, que voltou a disponibilizar o espaço para esta acção.
 
"A ideia é fazermos estes jantares quase todas as semanas para que possamos conseguir ajudar mais gente. Nesse sentido, lanço o desafio aos brilhantes chefs Sportinguistas que temos em Portugal, de Norte a Sul, para se disponibilizarem a participar nesta acção. Para isso só têm de entrar em contacto com a Fundação. Queremos alargar o convívio para lá de Lisboa e para isso contamos com a solidariedade e a ajuda de todos", afirmou Maria Serrano, que revelou que a ideia é também, no futuro e quando as medidas impostas pela Direcção Geral da Saúde forem menos restritivas, alargar a participação nestes jantares a mais pessoas, pois actualmente as limitações ao número de pessoas por mesa não permite aumentar o leque de convivas.
 
Fonte: Edição Jornal Sporting N.° 3818
 
Fica a divulgação. Poderá dar-se o caso de contribuir para despertar a vontade de realizar esta iniciativa num qualquer recanto do nosso país. Haja vontade que mesmo sem sobremesa igual à descrita, haverá certamente quem se disponibilize para ajudar... a ajudar.

De pedra e cal - Galeria da(s) Glória(s) 2

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Imagem gentilmente cedida por Manuel Parreira, a quem muito agradeço (Edição às 21:03, inclusão das identidades) 

Pedro Gomes, Carvalho e Hilário
Morais, Alfredo, José Carlos e Lourenço
Carlitos, Figueiredo, Peres e Duarte

 

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 Joaquim Pinheiro e Carlos Lopes

 

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Nélson

 

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Pacheco 

 

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Paulo Torres (quem nunca fez uso da língua para melhorar manobras, que atire a primeira pedra)

 

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Hilário da Conceição 

 

Estamos a muito pouco de adicionar novas glórias à nossa honrosa galeria.

Excepção feita à primeira imagem, todas as restantes foram retiradas da Caderneta de Cromos 1906-1995.

De pedra e cal - Talismãs (3)

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A equipa de hoje, trará boas memórias a maior número de Sportinguistas já que jogou em data mais recente. 

Da esquerda para a direita, a começar pela fila superior: 

Damas*, Inácio, Laranjeira**

J. Mendes, da Costa, Fraguito***Marinho ****

Nélson, Baltazar,***** Manuel Fernandes, Chico ******

Que as boas memórias evocadas possam contribuir para alegrar o dia de hoje, até à hora do jogo, e ajudar a acreditar que os três pontos serão nossos.

 

A imagem dos cromos foi gentilmente cedida por Manuel Parreira, a quem muito agradeço.

 

Edição às 21:17: inclusão do nome de Inácio

*Vídeo publicado a 13 de Setembro de 2015 no canal Youtube do Sporting Clube de Portugal.

**Vídeo publicado a 28 de Setembro de 2015 no canal Youtube do Sporting Clube de Portugal.

***Vídeo publicado a 8 de Setembro de 2015 no canal Youtube do Sporting Clube de Portugal.

****Vídeo publicado a 30 de Setembro de 2015 no canal Youtube do Sporting Clube de Portugal.

*****Vídeo publicado a 10 de Outubro de 2015 no canal Youtube do Sporting Clube de Portugal.

******Vídeo publicado a 9 de Maio de 2016 no canal Youtube do Sporting Memória.

De pedra e cal - Galeria da(s) Glória(s)

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Imagem gentilmente cedida por Manuel Parreira (identificação dos jogadores, a cargo do próprio na caixa de comentários)

 

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Emílio Peixe

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Amunike

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Infelizmente, esta fotografia (cromo n.° 43) integra um lote de três fotografias legendado de forma genérica. Não me é, por isso, possível identificar correctamente os futebolistas. Não tenho os outros dois cromos mas não quis perder a oportunidade de aqui deixar este apontamento. Se houver quem possa ajudar na identificação dos mesmos, agradeço.

A legenda que figura na caderneta de 1906-1995:

«Mais três equipas de futebol que deram grandes glórias ao Sporting. Recordem-se futebolistas como: Carlos Gomes, Passos Caldeira, Martins, Fernando Mendes, Osvaldinho, Pérides, Galaz, Dilson, Vadinho, David Julius, Mário Jorge, Jordão, Morato, Zezinho, Gabriel, Damas, Romeu, Sousa e Manuel Fernandes.»

Esperaria, contudo, que Vadinho fosse o terceiro a contar da esquerda, na fila inferior. E Galaz, o primeiro a contar da esquerda, na fila superior. Osvaldinho, o quarto a contar da esquerda na fila superior?

De pedra e cal - Talismãs (2.1, por Manuel Parreira)

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Álvaro Cardoso, Azevedo, Manuel Marques, Canário, Barroso, Veríssimo, Sidónio, António Marques, Jesus Correia, Peyroteo, Albano.

Dispensam apresentações. Os jogadores e o caríssimo Sportinguista Manuel Parreira, açoreano e residente na Califórnia, que generosamente partilhou esta verdadeira relíquia.

Que logo à noite, na próxima batalha, a memória colectiva dos êxitos destes jogadores nos ajude a acreditar que os três pontos serão nossos.

Muito obrigada, caro Manuel Parreira!

P.S. Tenho metade desta mesma equipa representada na caderneta de 1995. Que pena que seja só metade.  Mal se daria pela diferença de décadas entre cromos. 

De pedra e cal - Talismãs (2)

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Dramas de vivermos o Sporting à distância. À província, estas pequenas maravilhas demoravam a chegar e as saquetas de cromos evaporavam-se sem que, muitas vezes, houvesse reposição. Única caderneta (incompleta) que guardei da minha infância.

Com 0,75€ (150 escudos) não se compra hoje uma saqueta de cromos, quanto mais a caderneta.

Já se fazia uma reedição, não?

Vamos embora, equipa. Quero uma vitória amanhã!

Gabriel Serôdio Silva

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Foto: retirada do comunicado emitido pelo Sporting Clube de Portugal

 

Uma vez que o comunicado emitido pelo Sporting Clube de Portugal não faz a mais pequenina referência à proveniência do jogador, esclareço: o Gabriel completou 14 anos a 9 de Abril, é algarvio e o mais recente iniciado a assinar contracto de formação.

Este jovem jogador treinou uma época na EAFS - Algarve, foi detectado antes ainda de a mesma abrir (por outro técnico de recrutamento que não João Nunes). Tal como João Simões é o chamado "jogador de fim-de-semana", durante a semana treinava na EAFS (sob a alçada do ex-responsável) e ao fim-de-semana jogava no Pólo EUL. Viu, de resto, a sua admissão na Academia Sporting antecipada por ter começado a acusar o desgaste provocado pelas viagens. Entrou com 12 anos.

Já no És a Nossa Fé foi mencionado, na qualidade de possível 9,5 com uma «relação espantosa com a baliza». 

À semelhança do que já acontecera com Cristiano Vitaly Palamarchuk, não existe a mais ténue referência à proveniência do jogador, circunstância que muito estranho e lamento. Como sublinhei a 9 de Abril de 2021, no texto dedicado ao Cristiano lacobrigense, contam-se pelos dedos de uma mão e sobram muitos dedos, os comunicados de jogadores em que não é feita qualquer referência à sua origem. No rodapé deste texto, encontram-se ligações para todos os comunicados que localizei.

Provindos da EAFS - Algarve, vamos nesta altura em 5 assinaturas (para além do Gabriel e do Cristiano, assinaram também: Atanásio Cunha, João Simões e Gonçalo Simões Dias).

Recupero um trecho de um texto que aqui foi publicado a 2 de Agosto de 2020:

«Só para que se perceba, da geração de 2007 no ano de arranque, a AFS – Algarve pôs cinco meninos em Alcochete e ainda pusemos mais um de fora da AFS, da geração de 2006. O C.F.T. (o equivalente benfiquista à AFS), pôs zero no Seixal. Secámos o Benfica logo no primeiro ano.»  João Nunes

O jovem de 2006, de fora da AFS, é Gonçalo Simões Dias. Dos restantes 5 jogadores, 4 já assinaram contracto de formação.

Continuarei atenta.

A quem possa ter interesse em consultar os demais comunicados de assinaturas de contratos de formação (iniciados):

22-04-2021 - Fernando Sadjó

12-04-2021 - Rafael Alonso

09-04-2021 - Cristiano Palamarchuk

23-03-2021 - Miguel Félix

12-03-2021 - Rafael Mota

12-02-2021 - Denilson Santos

11-02-2021 - João Simões

10-02-2021 - Miguel Almeida

08-02-2021 - Gonçalo Simões Dias

29-01-2021 - Daniel Amorim

27-01-2021 - Martim Botão

22-01-2021 - João Coelho

20-01-2021 - Tomás Abreu

18-01-2021 - João Muniz

14-01-2021 - Eduardo Felicíssimo

12-01-2021 - Atanásio Cunha

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