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És a nossa Fé!

O ego no futebol

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Há uma teoria que diz:

"O bom avançado deve ser egoísta".

Ontem, estava a ver o jogo Argentina vs. México e a partir de determinado momento "só tinha olhos" para as atitudes do número 10 do México, um tal A. Vega que eu nunca tinha visto mais gordo (quase 80 kg para 1.73 m).

O rapaz passou o jogo todo com comportamentos à Ibrahimovic, ora não recuava para defender (quase sempre) ora discutia com os colegas de equipa, ora rematava (ou tentava rematar) à baliza de forma disparatada.

Lembro-me de ver Ibrahimovic, que formou um trio atacante no Barcelona com Messi e Henry ( que não são, propriamente, uns pernas-de-pau) a querer a bola só para ele, a querer finalizar todas as jogadas, a ter uma forma solitária de comemorar os golos, como se ele fosse o emir e todos os outros camelos. Ainda a propósito das comemorações de golos, algo que o sueco fazia com frequência, nessa altura, era nem se dar ao trabalho de levantar os braços se o golo fosse de Henry, de Messi ou de qualquer outro colega.

Ontem ao ver a forma como Messi comemorou os dois golos, o dele e o de Enzo, fantástico golo, por sinal, fiquei a pensar nisto, provavelmente, para ser um grande jogador de futebol não é necessário ser-se egoísta.

Os jogadores que ficam para a história, pelas atitudes positivas, não são os A. Vegas nem os Ibrahimovics, nem outros que se comportam de igual forma, aqueles que recordaremos, são os que têm uma atitude correcta e empática em campo, que sentem o futebol como um jogo de equipa.

Nota final: Foi comovente a atitude de Lewandovski depois de marcar o golo e a forma como os colegas o envolveram.

Afinal

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22/11/22, para os numerologistas esta data deve ter um significado oculto qualquer, para mim, é o dia da Argentina vs. Arábia Saudita, pela primeira vez, uma das selecções que Roger disse que estariam na final, vai pisar o estádio icónico, quatro dias depois será a vez da selecção portuguesa, fazer o mesmo, frente ao Uruguai.

Arábia Saudita e Uruguai serão os primeiros adversários de Messi e Cristiano Ronaldo no Lusail Iconic Stadium, quem se defrontará no último encontro?

"Estamos no último minuto, dos oito que foram dados de prolongamento, portugueses e argentinos, arrastam-se pelo campo, mais que o calor, é a humidade que os sufoca.

O guarda-redes argentino tenta sair a jogar, coloca a bola em Enzo, à entrada da área, o passe sai frouxo, Enzo atrapalha--se e deixa-se pressionar por Bruno Fernandes, a bola sai dos pés do benfiquista para os de Cristiano Ronaldo, este usa muito bem o corpo, ganha a posição e embora atrapalhado por Otamendi remata certeiro na direcção da baliza.

Último minuto, último jogo do Mundial, último remate, provavelmente, o último golo do Ronaldo num mundial, aquele que fará de Portugal, campeão do mundo, surge, no entanto, rápido e oportuno, Paulinho* a empurrar a bola (que entraria de qualquer modo) para dentro da baliza.

Foi golo, golo, golo!

Portugal é campeão Mundial e Paulinho é o novo Éder" **

* Paulinho foi chamado ao Mundial para substituir Gonçalo Ramos que se lesionou numa disputa de bola com Pepe.

** A parte entre aspas foi um sonho que tive. A jogada como repararam era igual à do golo do Sporting, em vez de ser Trincão a roubar o golo a Paulinho foi Paulinho a roubar o golo a Ronaldo. Será que este segundo roubo seria encarado da forma que foi o primeiro?

A benfiquização de um país

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Comecemos pela capa d' A Bola vão três jogadores do Benfica mas o terceiro (pelo tom de pele, provavelmente) não ficaria tão catita na fotografia.

Já o Correio da Manhã grita bem alto:

"Benfica em força na selecção"

Podia ter escrito:

"FC do Porto em força na selecção "

" United em força na selecção"

"Wolves em força na selecção "

"PSG em força na selecção ".

Mais um dia, no canteiro das papoilas saltitantes que já não lançam gritos vermelhos num campo qualquer.

Estava mesmo a pedi-las

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A história de Cheryl conta-se em poucas palavras, foi violada, em cima de uma mesa de bilhar, por quatro "luso-descendentes" com, talvez, quatro dezenas a assistirem, a nada fazerem para impedir o hediondo acto.

Era de noite, noite avançada, muitos copos, muita fanfarronice e a fatídica sentença:

"Estava a pedi-las".

Não o pediu Cheryl nem o pediu o Sporting.

Não foi o comportamento de Cheryl, tinha 21 anos (já era mãe de dois filhos) foi comprar tabaco num dos poucos sítios abertos, encontrou uma amiga e ficou a conversar um pouco, enfim, tudo normal, diria eu.

Para aqueles quatro homens, para todos os que assistiram, a culpa foi dela, para o advogado de defesa dos animais que pensaram e agiram com a cabeça inferior, também: "o que andava a fazer à meia-noite num bar cheio de homens?"

(nenhuma daquelas bestas teria filhas ou netas?)

Bem, a prosa já vai longa e é dedicada a todos aqueles que pensam que a culpa é do Sporting, somos nós que nos pomos a jeito para sofrermos um golo irregular do Varzim, somos nós que estamos mesmo a pedi-las para sofrermos um penalty, num lance (ver postal do Paulo) em que o agredido é o, suposto, transgressor.

Jogámos mal merecemos ser violados.

Para honrar a memória das verdadeiras vítimas (pedindo desculpa da comparação entre um episódio traumático e jogos de futebol) apelo para a não condescendência, somos prejudicados temos de o dizer com todas as letras, seja contra o Varzim ou contra o Frankfurt.

O encolher de ombros, o "estava mesmo a pedi-las" não é útil para ninguém.

Quando os lobos uivam

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Não é noite de lua cheia mas parece, ouvem-se uivos à lua.

Fomos eliminados da Taça de Portugal devido a golo irregular do Varzim e hoje perdemos o jogo em Arouca graças a uma péssima arbitragem de Rui Costa. Podemos arranjar outros culpados mas vamos a factos.

O programa "Juízo Final" na Sport TV faz uma análise de alguns lances polémicos; o Sporting não foi beneficiado em nenhum lance, todas as decisões polémicas foram favoráveis ao Arouca, aos setenta e poucos minutos David Simão pontapeia a cabeça de Edwards, podia ser vermelho directo, nem sequer foi amarelo (seria o segundo) o habilidoso Rui Costa decidiu não marcar falta, sequer. Já para não falar no inacreditável cartão amarelo mostrado a Gonçalo Inácio.

É diferente estarmos a ver o jogo no sofá ou no estádio (apelo a Luís Lisboa para nos dizer o que viu).

No estádio apercebemo-nos melhor da arrogância dos árbitros, apercebemo-nos melhor das faltas e faltinhas, apercebemo-nos melhor do tempo de jogo desperdiçado.

Quantos minutos de jogo roubou o guarda-redes do Arouca ao jogo?

Queremos encontrar culpados?

Força!

Prefiro apoiar a iniciativa do Arouca pela preservação do lobo ibérico, força nisso, arouquenses e na segunda volta que façam a devida retribuição dos resultados com Benfica e Braga.

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Casos e cenários

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A. Recordo algo que já escrevi, fora da área o guarda-redes é um jogador como os outros. Não pode jogar a bola com as mãos. Coates jogou a bola com a mão em Londres viu amarelo. Adán jogou a bola com a mão em Marselha viu vermelho.

B. Hoje estamos eufóricos, basta um empate, um ponto. 

Estamos perto de passar a fase de grupos da Liga dos Campeões, é verdade.

Podemos ficar em último do grupo e abandonarmos as competições europeias, também, é verdade.

Se o Eintracht Frankfurt vencer em Alvalade e o Marselha, em casa, vencer o Tottenham, a classificação fica assim:

1. Frankfurt; 10 pontos

2. Marselha; 9 pontos

3. Tottenham; 8 pontos (Liga Europa)

4. Sporting

Calma.

Foco no jogo com o Arouca e depois preparar muito bem, sem euforia, o jogo no dia de Todos os Santos. 

A estratégia

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Falamos muito de táctica, o 3x4x3, o 4x4x2 mas tão ou mais importante que a táctica é a estratégia.

Qual deverá ser a estratégia de Amorim para vencer ou, pelos menos, empatar, hoje, em Londres?

Deverá aguardar pelo adversário e tentar sair em contra-ataques rápidos (agora chamam-se: transições ofensivas)?

Deverá procurar ter posse de bola, sair a jogar de trás e procurar o desposicionamento do adversário?

Deverá procurar entrar na área do Tottenham com a bola dominada e passes rasteiros de ruptura ou deverá utilizar as subidas de Porro e de Nuno Santos, os cruzamentos para a área e os cabeceamentos de Paulinho?

Enfim, convido-os a dar a vossa opinião.

A décima jornada

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1. Porto 0 vs. Benfica 1

2. Estoril 0 vs. Braga 2

3. Sporting 3 vs. Casa Pia 1

Às vezes, acusam-me de escrever muito sobre os "outros" e pouco sobre o Sporting. 

Competir, significa nós e os outros, um campeonato de futebol não se disputa com uma equipa só, é um torneio entre várias equipas.

Penso que faz sentido falar dos outros, também.

1. Jogo condicionado por duas agressões. A primeira foi uma entrada para vermelho directo (como o de Bragança ou o de Tabata, por exemplo) nesse sentido se existisse uma jurisprudência retroactiva, Porro foi mal expulso no Dragão, à primeira falta para vermelho, rua. Eustáquio, não; fez duas faltas para vermelho directo e foi expulso por acumulação de amarelos.

Há ainda uma terceira agressão, Otávio a Bah. O convocado por Fernando Santos esquece a bola faz uns movimentos de capoeira com a cabeça à altura da cintura e vai embater com a face na mão aberta de Bah, que ficou surpreendido com a investida do pescoço tatuado.

Vermelho, expulsão, para Conceição por chamar benfiquista ao árbitro. Benfiquista é um insulto?

2. Neste jogo caiu por terra o mito do "banho táctico". Artur Jorge é que deu um duplo banho a Nélson Veríssimo.

3. O nosso jogo. O jogo mais importante da jornada.

Uma vitória à Sporting, sofrida.

Uma reviravolta iniciada pelo jogador mais improvável, "voando como Jardel entre os centrais" canta Rui Veloso, cale-se tudo a que a antiga musa canta, diga-se:

"Voando como Paulinho sobre o campo" mas mais importante que marcar um golo foi a forma como João Paulo, correu para a baliza para ir buscar a bola, outros egos têm comemorações de golo personalizadas, a comemoração de Paulinho foi o interesse da equipa, dois ou três minutos depois estávamos a marcar de novo, a "virar" o resultado.

Uma nota final para Edwards, necessita de um fortalecimento muscular ao nível dos tornozelos, não acho normal um profissional de futebol cair com tanta facilidade.

Dez jornadas depois, temos três equipas à nossa frente, o Benfica a nove (que podem ser três) Porto e Braga a três (que podem ser zero).

Eu não atiro a toalha para o chão.

Bibi, o Benfica e a Casa Pia

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Para nós, sportinguistas, o jogo mais importante desta jornada é amanhã: Sporting vs. Casa Pia.

Uma vitória sobre o Casa Pia pode colocar o Sporting no terceiro lugar (empatado com o Braga) a três pontos do segundo e atirar com o Casa Pia para o oitavo lugar, uma derrota com os gansos pode significar que seja o Sporting a terminar esta jornada em oitavo. Muita atenção, portanto.

O Casa Pia que vamos enfrentar não é bem o da imagem, em vez de cultura, será mais, usura e em vez de solidariedade, será mais, negócio.

O negócio Rafa Silva, foi-me contado assim por um casapiano: "vendemos um dos nossos melhores jogadores [ao VSC] mas o americano [Robert Platek] precisava de recuperar algum dinheiro", perguntei: "Então mas o dinheiro não vai para o clube?" "Não, o americano é que paga os jogadores mas quando vende fica com o dinheiro".

Não consigo imaginar como funciona a contabilidade do Casa Pia, como não imagino como funcionava a contabilidade do Benfica no tempo de Bibi [Vítor Santos] um pato bravo que era dono de um jogador, Roger, do plantel encarnado.

Já que estamos a falar do Benfica, vamos ver o que consegue fazer logo, fará melhor ou pior que o Brugges?

Três jogos interessantes para acompanhar este fim-de-semana:

Porto vs. Benfica, hoje às 20h15

Estoril vs. Braga, amanhã às 18h00

Sporting vs. Casa Pia, amanhã às 20h30

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Ganhar ou perder

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25 de Julho de 2020.

Estádio da Pedreira, Braga; estádio da Luz, Lisboa.

Jorge Sousa, Fábio Veríssimo.

Artur Jorge vs. Sérgio Conceição; Nélson Veríssimo vs. Rúben Amorim.

Todos estes treinadores vão estar activos na próxima jornada.

Hoje interessa-me falar dessa última jornada da época de 2019/2020, um Sporting que foi impedido de ganhar ou pelo menos de empatar na Luz e um FC Porto que vencia, confortavelmente, na Pedreira, deixou o Braga virar o resultado aos 66 minutos e a partir daí, "ajudado" por Jorge Sousa, nada fez para procurar empatar o encontro.

Há atitudes que não prescrevem, a de Fábio Veríssimo, por exemplo, como escreve José Leirós: "deliberadamente de sola vai ao pé do adversário".

O Benfica devia ter jogado com dez a partir dos 20' mas isso não era interessante para a negociata que Jorge Mendes e Vieira preparavam. Em Braga cozinhava-se outro tipo de negócio, um clube que perde, deliberadamente, um jogo.

Este texto vai servir de enquadramento para aquele que preparo para amanhã; o embate entre os dois vencedores dessa jornada: Nélson Veríssimo e Artur Jorge e outras dois jogos importantes.

Ricardo Esgaio e Cristiano Ronaldo

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Eu sou suspeito.

Pesquisem a série "Os nossos jogadores", número 17, Novembro de 2013, a minha escolha: Ricardo Esgaio.

Tenho lido tanta (faltam-me as palavras) parvoíce? estupidez? malvadez?ignorância? sobre a carreira de Ricardo Esgaio no Sporting, que vou lançar um pequeno desafio; comparar os títulos do jogador da Nazaré, nas camadas jovens, com os títulos conquistados pelo maior produto da formação leonina (que dá nome à Academia) um tal Cristiano Ronaldo.

Bi, Tri, Trincão

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Os três grandes e a selecção nacional.

Depois dos três primeiros jogos da Liga dos Campeões e tendo em consideração os jogadores que podem ser chamados para o Qatar, podemos concluir.

O Sporting é primeiro no seu grupo e tem três jogadores seleccionáveis (por Portugal) com golos marcados; Trincão 2, Paulinho e Nuno Santos 1.

Benfica e Porto não são primeiros no grupo e entre ambos têm um golo marcado de penalty, João Mário, ex-produto do Seixal que jogou no Inter de Milão e quando regressou ao "glorioso" voltou a ser seleccionável.

Davide e Anthony

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Estamos tão habituados as más e às péssimas arbitragens dos árbitros portugueses que arbitragens, como as de ontem, passam como boas.

Vou referir-me a duas situações do jogo do Sporting.

1. O expulsão de Adán, não está sustentada em nenhuma das leis do jogo. Fora da área o guarda-redes é um jogador normal. Se fosse Gonçalo Inácio a tocar a bola com a mão, nas mesmas condições, qual seria a punição?

2. O lance da agressão de Esgaio é, obviamente, vermelho.

Agora duas situações do jogo do Porto.

1. A mão de David Carmo que não sofreu nenhuma punição disciplinar, a meu ver, bem. Lance de penalty sem amarelo sequer, Adán corta uma jogada inofensiva e vê vermelho.

2. A não repetição do penalty. Quando o jogador do clube alemão remata a bola, Pepe está, praticamente, ao lado dele. O penalty deveria ter sido repetido.

Conclusão, os árbitros estrangeiros, também, falham, embora menos. A grande diferença é que não estão, deliberadamente, do princípio ao fim do jogo a beneficiar a mesma equipa.

Quando os árbitros são estrangeiros

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Sporting, dois jogos, duas vitórias.

Benfica, dois jogos, duas vitórias.

Porto, dois jogos, duas derrotas.

Amanhã às 17H45 o Sporting defronta o clube de Bernardo Tapie em Marselha e o Benfica recebe, na Luz, o clube do director Luís Campos, às 20H00.

Na quarta-feira o Porto recebe as alemães da aspirina Bayer (todos sabemos como o Porto lida bem com vitaminas e com medicamentos em geral, pode não ser um hospital mas é uma "Casagrande").

Aquilo que proponho é escreverem aqui o prognóstico para esses três jogos.

Vamos a isso.

Adenda: O Porto joga amanhã às 20H00, o Benfica depois de amanhã, também, às 20H00.

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