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És a nossa Fé!

Santos, anda cá ver isto, n° cinco

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O Bom: 

- As arbitragens que nunca nos desiludem, no capítulo anterior escrevi: "Nas arbitragens, uns jogos são da caça (o Santa Clara) outros jogos são do caçador. Coincidência, é o Benfica que vai tentar caçar nos Açores, na quinta jornada". O caçador, caçou, à custa da verdade desportiva.

Não viram a falta para vermelho do guarda-redes do Benfica nem viram mais uma agressão de Diogo Gonçalves.

Ficou 0-5, ficou, só que antes do primeiro golo deveria ter sido marcado um penalty a favor do Santa Clara e deveriam ter sido expulsos dois jogadores do Benfica. A vencer por 1-0 e a jogar contra nove, o Santa Clara perderia por 5?

- A análise imparcial do jornal O Jogo, logo na primeira página afirma: "Amorim teve o melhor futebol do clássico", mais adiante na página 4, diz o óbvio: "Na sequência do canto, Pepe socou no rosto Coates. Seria penalty e cartão vermelho que passaram impunes". Um jornal engajado que diz preto no branco que os gajos do Porto não mereciam empatar.

- Leonardo Ruiz e o Estoril, um jogador que gostaria de ter visto jogar pela equipa principal do Sporting, um clube que neste momento ocupa o segundo lugar (podia ser primeiro não fossem as missas vermelhas).

- Bracali, guarda-redes do Boavista, precioso a impedir que o resultado se avolumasse, recompensado já nos descontos.

Ntep, Musa e Bracali eis a receita axadrexada para a conquista de um ponto.

- O golo de Díaz, há quem prefira atirar pedras à defesa, eu permito-me aplaudir um excelente golo

O Mau:

- As arbitragens que nunca nos desiludem, no capítulo anterior escrevi: "Nas arbitragens, uns jogos são da caça (o Santa Clara) outros jogos são do caçador. Coincidência, é o Benfica que vai tentar caçar nos Açores, na quinta jornada". O caçador, caçou, à custa da verdade desportiva.

Não viram a falta para vermelho do guarda-redes do Benfica nem viram mais uma agressão de Diogo Gonçalves.

Ficou 0-5, ficou, só que antes do primeiro golo deveria ter sido marcado um penalty a favor do Santa Clara e deveriam ter sido expulsos dois jogadores do Benfica. A vencer por 1-0 e a jogar contra nove, o Santa Clara perderia por 5?

- A arbitragem do Sporting vs. Porto quando O Jogo, logo na primeira página afirma: "Amorim teve o melhor futebol do clássico", mais adiante na página 4, diz o óbvio: "Na sequência do canto, Pepe socou no rosto Coates. Seria penalty e cartão vermelho que passaram impunes". Quando um jornal engajado que diz preto no branco que os gajos do Porto não mereciam empatar, o que mais podemos dizer?

- As mãos de Taremi, ora empurram, ora marcam golos, num caso a falta foi assinalado no outro, não.

O Vilão:

- Diogo Gonçalves a jogar feio, à Diogo Gonçalves, pontapeia um adversário no peito dentro da sua área defensiva mas o árbitro não viu na altura, nem VARificou depois, tudo tranquilo. 

Para quando ficar a fazer companhia a Taarabt (punido com dois jogos e 23 dias de suspensão)?

Melhor que Eusébio e que Cristiano Ronaldo

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Hoje tem estado tudo muito assanhado, a discutir o desempenho de Paulinho.

Percam (ou ganhem) um pouco de tempo,  passem pelo sítio da Federação Portuguesa de Futebol.

A média de golos de Paulinho, pela selecção A, é superior à de Eusébio e à de Cristiano Ronaldo, não sou eu nem o Luís Lisboa que o dizemos, são os factos, a frieza dos números.

Depois da zaiducada a pepezada

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Todos nos lembramos o que aconteceu o ano passado, Zaidu sobre Pedro Gonçalves.

Ontem saiu a fava a Coates, foi esmurrado por Pepe (aguarda-se sumaríssimo). Nenhum dos quatro árbitros no campo, nem os dois VAR viram a agressão ou se calhar viram.

Tal como eu tinha previsto no jogo Santa Clara vs. Benfica os árbitros, também, viram pouco.

Não viram a falta para vermelho do guarda-redes do Benfica nem viram mais uma agressão de Diogo Gonçalves.

Ficou 0-5, ficou, só que antes do primeiro golo deveria ter sido marcado um penalty a favor do Santa Clara e deveriam ter sido expulsos dois jogadores do Benfica. A vencer por 1-0 e a jogar contra nove, o Santa Clara perderia por 5?

Santos, anda cá ver isto, n° quatro

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O Bom:

- O Estoril, líder do campeonato, após quatro jornadas, entre as 23H15 de sexta-feira, 27 de Agosto e as 20H00 de domingo, 29.

- O Famalicão, excelente exibição perante a equipa campeã nacional, conquistou um ponto mas podiam ter sido três.

- O Paços de Ferreira, vitória em Portimão, muito bem a guardar os três pontos.

- A exibição de Luiz Felipe na baliza do B-eiria (chamam-se B e jogam em Leiria). Defendeu tudo o que havia para defender, incluindo um penalty.

O Mau:

- A arbitragem do Santa Clara vs. Gil Vicente. Nas arbitragens, uns jogos são da caça (o Santa Clara) outros jogos são do caçador. Coincidência, é o Benfica que vai tentar caçar nos Açores, na quinta jornada.

- Os empatas, nove jogos, quatro empates, três vezes 1-1, uma vez 0-0, média inferior a um golo marcado por equipa nesses jogos.

O Vilão:

- Trova Boni, cabe-lhe o record (numa altura em que tanto de fala de recordes) de ter sido o primeiro jogador burkinabé (natural de Burkina Faso) e ser expulso no campeonato português, por uma entrada à Diogo Gonçalves, de sola no joelho do adversário, sem bola; foi preciso a intervenção do VAR, o árbitro, coitadinho, não se apercebeu. 

Jogi, agora ou depois?

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Mais cedo ou mais tarde, estaremos a discutir a substituição de Fernando Santos na selecção.

Joachin está disponível, conheça-o melhor, aqui.

Para mim, seria a altura ideal para Fernado Santos sair, uma saída honrosa, saía após uma vitória.

Fingia que estava cansado, doente ou que queria fazer um retiro espiritual em Fátima ou assim, saía pela porta grande.

Portugal ficava com tempo para preparar a conquista do Mundial de 2022 com um treinador a sério (é campeão mundial) e com jogadores rejuvenescidos, sem estrelas, sem birras, sem amuos, sem mudanças para fazer, todos juntos, todos iguais.

Contratamos Löw, já ou esperamos pelo estampanço de Fernando Santos (o nosso estampanço, afinal) em 2022?

Não quero influenciar ninguém mas diz o povo na sua imensa sabedoria: "Santos da casa não fazem  milagres"; talvez alguém de fora nos levasse a campeões mundiais.

Messianismo e Cristianismo

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Enquanto, desmonto, encaixoto e monto (com a "ajuda" desassossegada do Leãozinho [como diria CAL]) tenho pensado nesta divisão da humanidade; todos nós somos Messis ou Cristianos.

Os Cristianos são gajos sempre inquietos, nunca estão bem em lado nenhum, ora estão no Funchal, ora vão para Lisboa, depois vão para Manchester, depois já não gostam de Manchester vão para Madrid, ai, ai, ai, "Madrid me mata" e eu não sei viver assim, vou para Turim. Ah e tal, também, já estou aborrecido de Turim vou, outra vez, para Manchester.

Quantas vezes é que Cristiano montou e desmontou os móveis?

Quantas vezes é que Cristiano teve que encaixotar e catalogar os inúmeros livros que, certamente, possui?

Quantas vezes é que teve de estar a envolver as bolas naquele plástico de bolinhas espremiveis?

Agora, enquanto eu estou repimpado, a descansar um bocado (e a escrever palermices) lá andará ele em Manchester de chave de estrela em riste com os quatro putos à volta a tentarem roubar-lhe a ferramenta e os parafusos.

Os outros, os Messis, querem estar sossegados. Uma bebida fresca no Verão, um livro, uma revista ou um jornal, uma boa companhia ou uma melhor solidão, enfim estar tranquilo.

Os Messis não têm necessidade de andar sempre a fazer coisas, a construir marquises, a saltitar de cidade em cidade.

Os Messis estão vinte anos, na mesma cidade, com os mesmos móveis, felizes, tranquilos, bem com eles próprios, sem necessidade de andarem sempre a desaparafusar e a parafusar coisas.

Um abraço para o Renan, um Messi ainda mais Messi que o próprio, como eu te compreendo, pá.

Quando a cabeça não tem juízo

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Parece que foi ontem, já passaram dez anos.

A selecção estagiava em Óbidos e houve um jogador que fugiu da "equipa de todos nós".

Anos mais tarde, há um seleccionador, adepto da bandalheira, que foi pedir desculpas a esse jogador e pedir-lhe, por favor, para regressar à selecção.

Há episódios que definem o carácter de uma pessoa, o respeito, a disciplina que um líder impõe num grupo, infelizmente, neste caso, a cabeça não tem tem juízo mas o povo é que lhe paga, o vencimento milionário (segundo AHR) de 2.5 milhões de euros anuais.

Inspirado neste postal do Carvalho, de Rui Rocha.

Santos, anda cá ver isto, n° três

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O Bom:

- Sporting, três jogos, três vitórias, nove pontos, 7-1 () em golos marcados/sofridos.

- Estoril, dois jogos fora, duas vitórias, 5-1 em golos marcados/sofridos.

- Vitória Sport Clube, maior goleada até agora, quatro golos sem resposta do Vizela.

- Portimonense, triunfo em Tondela trimarcando e não sofrendo.

-  O desempenho dos Netos. Do nosso Neto e do neto do nosso ex-jogador António Sousa. Afonso Sousa, grande exibição no meio-campo do B-eiria.

O Mau:

- Os clubes que só perderam Famalicão e B-eiria.

- As queixinhas de Serginho e as birras de Francisquinho.

O Vilão:

- Afonso Taira, o Diogo Gonçalves da terceira jornada.

(a imagem é uma homenagem a Fernando Santos e a Otávio)

Submissão e afirmação, 74

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Há diferenças.

O clube do regime, o clube da exclusão, o clube da submissão.

O Sporting Clube de Portugal, sinónimo de integração, onde todos são bem acolhidos, onde há pessoas.

No Sporting não há estrangeiros, não há portugueses, há seres humanos com um leão rampante no peito.

Ontem, minuto 74, o treinador acredita que com os portugueses não vai lá, com os portugueses não descobrimos o caminho para os milhões, toca a tirar os dois únicos portugueses que tinham entrado no início do jogo, João e Rafael, 'bora lá para dentro o brasileiro Cebolinha e o francês Maité.

O Benfica de ontem, lembra-me uma quadra de Sérgio Godinho:

"Esbanjaste muita vida nas apostas

E agora trazes o desgosto às costas

Não se pode estar direito

Quando se tem a espinha torta".

Dum lado, um clube que está direito, que é primeiro no campeonato, que no último jogo entrou em campo com nove portugueses mas com um capitão de equipa uruguaio.

Do outro, um clube de espinha torta, que entra em campo com dois portugueses, no minuto 74, tira-os do jogo, falta pouco, os portugueses não servem para sacrifícios, que chore o Cebolinha, que corra o "franciu".

Para Jesus, João Mário e Rafa não prestam, não confiou neles no jogo mais importante da época.

Fernando Santos e tu?

Dos nove titulares do Sporting e dos dois substituídos do Benfica, quantos vais convocar?

"Aí Portugal, Portugal,

De que é que tu estás à espera?

Santos, anda cá ver isto, n° dois

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O Bom:

- Sporting,  no primeiro lugar  campeonato. Equipa mais concretizadora já depois de ter jogado no estádio do adiado grande.

- Gil Vicente, dois jogos, duas vitórias, quatro golos marcados, zero sofridos. Vítor Oliveira sorrirá com este desempenho.

- Pedro Gonçalves, dois jogos, três golos, uma média, quase, à Peyroteo.

- A revolta dos paineleiros. Finalmente ouviram-se gritos contra a centímetrização do futebol.

O Mau:

- Os clubes que só perderam; o Famalicão, o Arouca e o B-eiria.

O Vilão:

No plural.

As arbitragens e os VAR nos jogos dos três grandes. Ao Benfica e ao Porto, beijos na boca, abraços e colinho, ao Sporting golpes de capoeira (mais um jogo 11 vs. 10 contra as galinhas minhotas).

- Raul Silva, o Diogo Gonçalves da segunda jornada (cf. com comentário de Francisco Gonçalves)

Africano de cor branca e verde

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Ontem, José Manuel Delgado, falava de Muller e a propósito (ou a despropósito) veio Eusébio à baila.

Não se percebe a razão.

Para falar de um avançado eficaz no clube e na selecção que não andou a saltitar de emblema em emblema como Muller, Delgado deveria, teria de ter referido Peyroteo.

Os números de Peyroteo tanto na selecção como no clube são esmagadores quando comparados com Eusébio.

Peyroteo no Sporting; 332 golos em197 jogos, média 1.68 golos por jogo; na selecção, 14 golos em 20 jogos, média de 0.70 golos por jogo.

Eusébio no Benfica, 715 golos em 727 jogos, média 0.98 golos por jogo, na selecção, 41 golos em 64 jogos, média 0.64 golos por jogo.

Será Peyroteo alvo de uma espécie de racismo ao contrário?

(o e-mail de Delgado está aí, para quem quiser dizer ao sr. José Manuel que os sportinguistas não andam a dormir)

Vitorino, Magalhães, Godinho

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Vitorino, para além do cantor, aluno de belas-artes, desenhador/ilustrador de banda desenhada, sportinguista e apreciador do tinto de Redondo, faz-me lembrar do "grande" Vitorino Antunes, campeão nacional de futebol com o leão rampante no peito.

Magalhães (Pedro Ayres) para além de um dos músicos mais talentosos que tive o gosto de conhecer e de ver actuar, uma delas em Alvalade, depois da banda ter descido de helicóptero, lembra-me a liderança serena de Luís Magalhães, campeão de basquetebol com o leão rampante no peito.

Godinho, enfim, Godinho lembra-me o jogo da época passada em Famalicão, lembra-me um árbitro ao serviço da estrutura da antiga sociedade futebolística portuguesa.

Ontem em Braga, mais uma godinhice.

Santos, anda cá ver isto, n° um

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O Bom:

- A entrada a vencer por três golos de diferença, sem ver as redes das suas balizas balançar. Por ordem alfabética, os três clubes que o conseguiram, Gil Vicente, Sporting e Tondela.

- Rúben Amorim e Pedro Gonçalves. Três troféus em oito meses. Embora um deles seja o melhor marcador da época passada e continue com veia goleadora não calçou na selecção de amigos de Fernando Santos, talvez por falta de nível (ou é o Amorim que não tem nível?).

- O regresso dos espectadores aos estádios.

- João Mário do Futebol Clube do Porto, para mim, foi o melhor jogador desta jornada, excelente exibição a atacar e a defender.

O Mau

- Jorge Jesus pela forma como se comporta, pelo mau exemplo que é, desta vez só faltou enfiar o indicador direito na narina do director, coitado do Brás & Braz.

- Os "adeptos desorganizados" do Sporting (Luís Lisboa já escreveu e bem sobre o assunto). O clube está a ser penalizado, multado, pelo comportamento inadequado do José, do João ou da Maria, a atitude é individual, o castigo deve ser para o indivíduo e não para o clube.

- A entrada em falso do Vitória Sport Clube de Pepa, do Boavista e do Santa Clara

O Vilão:

- Diogo Gonçalves, pela forma como não tenta jogar a bola. Pela agressão, cobarde, à traição, por trás. Deveria ser penalizado pelo acto que praticou segundo a jurisprudência Paulinho Santos; só voltaria aos campos quando Abdu Conté recuperar da agressão bárbara de que foi vítima e puder fazer o que mais gosta, jogar futebol.

João Mário, golo e assistência

Nem golo, nem assistência.

No, suposto, golo de João Mário a bola bate em dois jogadores da equipa russa antes de entrar na baliza.

Já o referi várias vezes, o critério tem de ser, se a bola não entrasse na baliza e saísse pela linha de fundo era canto ou pontapé de baliza?

No primeiro golo do Benfica seria canto, no segundo também, logo não há assistência, a bola entre o passe de João Mário que toca num jogador russo, ressalta noutro e encaminha-se para a baliza.

O golo de Bruma na outro jogo do pré, pré acesso à Liga dos Campeões, é, também, um auto-golo, neste caso do guarda-redes pelo critério que referi acima.

Para terminar, recordo que Seferovic poderia ter sido o melhor marcador do campeonato passado, graças a um auto-golo de Nuno Mendes, é urgente, portanto, definir regras claras e que se percebam.

Santos, anda cá ver isto, n° zero

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Cada jornada da Liga, vista sob uma análise fina, o bom, o mau e o "feio" (o feio por dentro, "cattivo" em italiano).

Aberto à participação de todas as pessoas, na caixa de comentários, com um postal publicado à quinta-feira, arrumando a jornada anterior e lançando a próxima.

O Bom: o Sporting, o Tondela, o João Mário do Porto e o Paços de Ferreira.

O Mau: o Vitória Sport Club, as simulações de Luís Diaz, o Santa Clara.

O "feio": Diogo Gonçalves.

É este tipo de análise que se pretende, podem haver outras.

Da discussão, nasce a sabedoria, vão escrevendo, na próxima quinta-feira tentarei fazer um resumo desta primeira jornada, tendo em consideração todas as opiniões.

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