Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

És a nossa Fé!

O princípio da maior "inFélixidade"

Há sempre imponderáveis numa aquisição, não há filosofia que nos ajude.

Compramos uma máquina de lavar loiça e encrava o compartimento da pastilha.

Compramos um ar condicionado e da primeira vez que se liga cai um fio de água no interior da casa, uma pequena cascata.

Compramos uma torradeira e temos de a virar ao contrário para sair o pão.

Compramos um jogador por 127 milhões e passados 27 minutos ele manca.

(não se preocupem com os meus electrodomésticos, estavam todos na garantia, troquei-os, comprei produtos de melhor qualidade)

Valentin Rosier, calça à parte

Uma das grandes incógnitas desta época, o novo lateral direito.

O que se passa com Rosier?

Enquanto não temos respostas, podemos conhecer melhor Valentin, neste artigo. Meio mexicano (de Guadalupe) meio italiano, nacionalidade francesa.

As lesões são mesmo a maior dúvida em Rosier. O lateral esteve 18 meses lesionado [sic] devido a lesões em 3 anos, números demasiado elevados para um jogador de 22 anos. Estando ainda a recuperar da última lesão sofrida, Rosier pode partir atrasado na pré-época leonina, sendo necessário esperar pelos primeiros jogos para ver o nível do jogador.

Mas num clube tão preocupado com o nível físico dos jogadores, não tivesse a presidente o seu antigo diretor clínico, o Sporting já deixou bem patente que só entram jogadores a 100%, com os casos de Sturaro, Lucas Silva e Boateng a demonstrarem isto mesmo.

in Fair Play, 2019.Junho.28

Derrotas, autogolos e sorrisos incrédulos

DSC_0160 (2).JPG

A imagem mostra-nos o programa de jogo do último desafio disputado no "velhinho" Alvalade, logo na nota de abertura podemos ler isto: Tudo começou a 10 de Junho de 1956. Aqui se viveram alegrias inesquecíveis como a da inauguração, a do primeiro campeonato nacional de 1958, a epopeia da Taça das Taças, com os 5-0 ao Manchester [United] de permeio, os campeonatos de 62, 66, 70, 74, 80, 82, o grande regresso aos títulos máximos em 2000 e 2002.

Os que passaram por estas bancadas poderam sentir a fibra de Joaquim Agostinho, dos grandes recordistas de atletismo como Carlos Lopes e Fernando Mamede (...).

Neste jogo, o último, em Alvalade, dum lado estava a equipa campeã em título, do outro um Vitória Futebol Clube  já, matematicamente, despromovido.

Dum lado um estádio cheio de adeptos sportinguistas apesar da hora (20H45) do outro meia dúzia de gatos pingados que tinham viajado de Setúbal.

Aconteceu, o que sabemos, o Vitória venceu, autogolo do nosso central Beto e golo do avançado Meyong aos 93 minutos; na jornada seguinte o outro Futebol Clube, no Porto.

Última jornada de 2002/2003, o campeão em título vai visitar o, matematicamente, campeão, mais do mesmo, autogolo de Pablo Contreras e vitória do Porto.

Às vezes é necessário recordar as derrotas, recordar os momentos maus, na última época em que fomos campeões perdemos os dois últimos jogos com dois autogolos, depois batemos com os pés no fundo da piscina, viemos acima, respirámos.

Inacreditavelmente, com Fernando Santos, foi ele que nos colocou um sorriso incrédulo nos lábios, um jogo maravilhoso na inauguração do novo estádio, um Manchester United de rastos (e não era treinado por Mourinho) e um leão rampante, pujante, dominador.

RonRon, NáNá (como jogar e comentar futsal)

21486383_zyZ22.jpeg

 

Este "post" pode parecer algo requentado e fora de época.

É uma resposta a alguns comentários aqui.

No dia que escrevi sobre futsal não sabia que NáNá (o comentador escolhido pela RTP para o quarto jogo, supostamente, o jogo do título, era um ex guarda-redes do Benfica).

Revi o jogo e os comentários, ver entre o minuto quatro e o minuto três da primeira parte:

"Ninguém ganhou três vezes seguidas ao Sporting".

"O Benfica está a um passo de o conseguir fazer".

Algumas pessoas têm dúvidas que o Benfica "tinha" de conquistar este título, vejam/leiam este "post" n´ O Artista do Dia e tirem as vossas próprias conclusões.

(aos comentadores que me acusaram de estar a faltar à verdade, não vale a pena virem a correr pedir desculpas, sei que erraram, sei que mentiram, sei que vão ter de viver com isso, as desculpas não se pedem, evitam-se).

Na imagem a tal mão de Roncaglio (RonRon) [como vimos pelo exemplo de Fernando (NáNá) os guarda-redes do Benfica têm os nomes infatilizados] que também mereceu um comentário do ex; algo do género: "Roncaglio muito bem, defende com a mão mas não faz nenhum gesto que o denuncie"; um excelente actor, portanto, já que não conseguem vencer com as regras do jogo, contornam-se, quebram-se, desrespeitam-se os colegas de profissão mas está tudo bem, desde que não sejam apanhados.

Mais uma vez um alerta para a televisão que é paga com o dinheiro dos meus impostos, menos, ok, menos palavras, menos teorias, menos parcialidade, enfim menos parvoíces durante os jogos.

Oliveira, a Oliveireirense e a capa d' A Bola, amanhã

"Verde foi meu nascimento

Mas de luto me vesti

Para dar a luz ao mundo

Mil tormentos padeci"

Uma quadra (lá está, o "brasileirismo" para o recinto onde se disputa um jogo de futsal, podemos considerar que o basquetebol, também, se disputa na quadra) que fala no meu fruto, o fruto da oliveira, a azeitona.

Uns serão azeiteiros (não acredito) outros ficaram com os azeites.

Parabéns, Oliveirense, grande jogo, grande vitória (amanhã têm um capa d' A Bola só para vós).

Hoje, às 14 horas e 20 minutos

21482451_f1epr.jpeg

 

Finalmente.

Hoje decide-se.

Não decidam antes do jogo começar, deixem que sejam os jogadores dentro do campo a decidir, todos os jogadores desde André Correia, um dos guarda-redes do Benfica (que fez uma exibição fantástica no João Rocha) nasceu no dia 18 de Fevereiro de 1998 (tem 19 anos para os comentadores da RTP) até Merlim, o mágico.

Já falei da RTP, por favor, não sejam Malatos, dispam a camisola do Benfica. No último jogo, foi de mais, tive de desligar o som, tantos e tão grandes foram os disparates, já referi um mas foram muito mais, um antológico e numa altura em que o Sporting vencia por 2-1, foi: "o Benfica vai ser a primeira equipa a vencer o Sporting três vezes seguidas, nunca aconteceu".

Nunca aconteceu (a não ser nos teus sonhos, pá) e continuou sem acontecer, apesar dos cartões vermelhos por mostrar a jogadores do Benfica e do guarda-redes vermelho (o outro) vir defender uma bola com a mão quase no meio campo... e siga a dança, nem falta, nem cartão.

O que peço para o jogo de hoje é um comportamento exemplar de todos, dos dirigentes, dos treinadores, dos jogadores, dos adeptos e, fundamentalmente das claques (organizadas e desorganizadas).

Que vença o melhor e que assistamos a um excelente jogo de futsal.

Nota: Foi inserida fotografia no intervalo do jogo para aqueles que ficaram com dúvidas sobre o corte com a mão de Fábio Cecílio. Penalty por marcar e vermelho por mostrar, tudo normal, portanto.

Lennart Johansson e as alterações climáticas

20190608_104302.jpg

Página 34 do Expresso deste sábado.

Olho para a fotografia e acho Lennart Jonhasson diferente, é verdade que os óculos lhe escuressem parte do rosto.

Quando recordamos algo, utilizamos a memória, a nossa memória é enganadora, manipulada e manipulável de forma inconsciente, confiar no quê? Confiar em quem?

Na nossa memória ou no jornal que custa oitocentos e tal escudos e nos garante: "Acredite, se ler no Expresso"?

As regras e o jogo

2019.05.26.02.jpg

2019.05.26.01.jpg

Ontem estava a ver o jogo sem um lápis entalado na orelha e sem um papel para ir tomando notas.

Fui escrevendo na caixa de comentários deste post, para memória futura.

Nas primeiras imagens, falta de Soares sobre Raphinha e, posteriormente, a pontapear a bola para fora do campo,  impedindo a marcação rápida do livre [cerca dos 30 minutos].

Cartão amarelo por mostrar, mais tarde, pelo "mesmo" motivo, o 29 dos leões seria amarelado, embora, não tivesse enviado a bola para fora do campo.

Na segunda imagem, Soares atropela Bruno Fernandes, não o deixa levantar, "apertando-lhe" o pescoço (ver onde está a bola) e segue com a jogada, neste lance não é marcada falta... seria a expulsão do atacante brasileiro numa altura em que o jogo ainda estava zero a zero [cerca dos 32 minutos].

Seria estragar o espectáculo, dir-me-ão; se for o Cédric ou o Ristovski, já não.

(e no fim ainda chora o Conceição, ai, ai que fui roubado, ai, ai que o Porto jogou muito melhor; pior que isto, há sportinguistas que vão nesta conversa).

A volta, a revolta, a Taça

21462208_1czHn.jpeg

21462214_s75Bo.jpeg

 

"O Leão voltou à selva. Regressou ao seu habitat natural, após 13 anos atravessando penoso deserto. Nos últimos dois anos, o Leão lutou intensamente para se reencontrar com a auréola de vencedor, discutiu dois títulos de campeão nacional até às últimas jornadas, esteve em duas finais da Taça - e ontem eureka! (...) A vitória anunciada."

Santos Neves, in A Bola de 11 de Junho de 1995, p.15

 

Começo por esta citação, por aquilo que ela diz e, também, por aquilo que está lá, mas escondido.

Qual a razão para o Sporting ter perdido aqueles dois títulos e as duas finais da Taça?

Todos as pessoas que acompanham o fenómeno do futebol em Portugal sabem a resposta.

Um Sporting vs. Marítimo, dir-me-ão.

Era um Marítimo treinado por Paulo Autuori que nas meias-finais eliminara o Porto. Já o Sporting, tinha passado à final após ter goleado o Vitória Futebol Clube (Setúbal) por três a zero; o clube sadino na ronda anterior tinha vencido o Benfica por dois a zero (não o deixaram ganhar por mais, para a humilhação lampiã não ser muito grande).

Esse jogo de 1995, foi o jogo da volta.

O jogo do início deste mês com o Belenenses (que retirou 5 pontos ao, ainda assim, campeão nacional) foi o jogo da revolta, o jogo em que expurgamos o fantasma do Jamor.

Hoje gostaria que fosse, apenas, um jogo de futebol.

Um jogo de Taça. Desejo que as três equipas estejam bem e que o árbitro seja um Bento Marques, prejudique o Sporting (prejudicam sempre) mas não demasiado.

Que seja um bom jogo e que vença a equipa que melhor o jogar, dentro das quatro linhas.

Mota à mão, Chaves no chão

Gosto de pensar cada palavra que escrevo.

(gostava que os alguns comentadores, fizessem o mesmo, pensassem antes de teclarem e assinarem, assumirem aquilo que escrevem, sejam pessoas, pá! deixem-se de anonimices).

Vamos ao título do "post";  Mota à mão.

Chaves no chão, infelizmente, o Chaves era merecedor de continuar, José Mota não conseguiu ser merecedor.

Tenho grandes amigos em Trás-os-Montes, apesar das modernices rodoviárias, adoro conduzir pelos itinerários antigos, tudo o que vale a pena, implica sacrifício (no pain, no gain), "fazer" as curvas do Marão e, finalmente, chegar.

Saber-me "de fora" mas bem recebido, para cá do Marão, mandam os que cá estão, e é verdade.

Os transmontanos, são portugueses, também, mas primeiro são de Trás-os-Montes, orgulhosamente.

Pró ano é que é!

Basta apostar no treinador certo, às vezes, muitas vezes é melhor ir a pé, caminhar, de Mota, podemo-nos despistar.

(Daniel Ramos= 7 pontos; Tiago Fernandes (o dobro) = 14 pontos [foi despedido] veio José Mota, prometeu que ia conquistar 27 pontos, fez 11 e atirou com o Chaves para a segunda divisão [ou lá como é que se chama agora])

Mais um campeonato à Veiga

veiga.jpg

Há vencer, há triunfar com honra e com mérito desportivo.

Há vencer à Veiga.

"Não teria conseguido vencer aquele campeonato sem o Veiga" , Trapattoni

"O Benfica é o clube do povo. Há uma sintonia muito grande entre a alma benfiquista e a forma como sinto o futebol. Por isso é que lutei até ao limite para que o Benfica fosse campeão", José Veiga

Podia continuar com mais exemplos, há coisas que não compreendo.

Todos sabemos como foi conquistado o campeonato de 2004, todos sabemos como foram conquistados todos os campeonatos desde essa altura.

O José Veiga dessa altura é o Paulo Gonçalves de hoje.

O mandante é o mesmo.

Não tenho grande esperança, obviamente, mas gostava que a verdade desportiva prevalecesse e que fosse campeão, o clube e a equipa que dentro do campo provou que o merece ser.

Cada lampião é um ****ão

IMG_20190504_210031 (2)

Falando de cânticos, de estádio nacional, de clubes com a cruz de Cristo (agora torre de Belém, vermelha e branca) do clube de Salazar e do Sporting, do nosso Sporting.

Situemo-nos, o muro de Berlim tinha caído há pouco tempo, o Porto de Artur Jorge tinha sido campeão europeu, eu tinha acabado de cumprir o serviço militar obrigatório (para onde entrara, estupidamente, com 18 anos; tivesse esperado mais um pouco e os "jotas" que nos [des]governam tinham acabado com aquilo).

Tinha vinte anos, deixara para trás uma promissora carreira de mancebo, de graduado, de futuro oficial (se calhar já estava reformado) do exército português e iniciava uma ainda maior e mais importante carreira de ajudante de electricista (na altura com dois "cc") na construção do primeiro arranha-céus na zona do Prior Velho (de dia) e de aplicado (eh, eh, eh) estudante nocturno na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (à noite).

Morava num quarto alugado na Rua do Passadiço (não foi por acaso) e conversava muitas vezes com Osvaldo (esse mesmo) numa tasca (agora chamar-se-ia uma cervejaria/pastelaria gourmet, a última vez que lá passei servia chamuças "fast-food") da rua do Telhal.

Foi por essa altura que me fiz sócio do Sporting; foi por essa altura que cantando aquela frase que intitula este "post" o senhor que estava ao meu lado no antigo estádio José Alvalade me disse:

- Não cante isso, que eles gostam

- Gostam?

- Qual o homem que não quer que a sua (dele) mulher seja valorizada? Um lampião nem merece ser enfeitado (nem cornos merece, como se diz no meu Ribatejo)

(e eu, calma, calma)

- Não foi nada disso que eu disse (a língua portuguesa é muito traiçoeira) aquilo que eu estava a dizer era um apelo ao "fair-play", estava a gritar a plenos pulmões: CADA LAMPIÃO, É UM AMIGÃO!

Olhamo-nos e sorrimos... siga o jogo. 

Não me

20190420_142724

Eu vi.

Acabou agora, Manchester City vs. Tottenham.

O protagonista foi um menino com apenas 18 anos, sem aparelho nos dentes, sem borbulhas, sem manias, um jogador de futebol, apenas.

Se o "Diogo Gonçalves" desta época vale 200 milhões quanto valerá o Phill, Phill Foden?

Viva Portugal (em dia dum hat-trick, obviamente, sem rigor)

Estive a assistir ao França vs. Portugal em andebol.

Fantástico jogo, excelente resultado.

Primeira vitória, de sempre, da selecção portuguesa.

Altero o canal televisivo e oiço falar dum hat-trick.

Rigor, por favor.

Um penalty e dois autogolos, para mim não é um hat-trick.

Trapp toca na bola em dois dos supostos golos de Félix se a bola saísse pela linha de fundo seria pontapé de canto, por isso... não me venham com Trappacisses; o novo Renato Sanches pode ter o seu (dele) valor mas não inventem.

Não é respigar, é respirar, Lucas Pires

2019-04-05 (3)

Muito mais importante que respigar, é respirar.

Como diz Jacinto Lucas Pires, o Benfica respiga.

Passo a citar: « "Respigar". É uma palavra bonita não concordam? Ensina o dicionário Houaiss que tanto quer dizer "apanhar no campo" [...]como "recolher". Mas se calhar estou a filosofar demasiado.» [fim de citação]

O que me ri.

Um benfiquista a escrever para benfiquistas e que n' um Jogo de palavras (o título da crónica) consegue encaixar duas  com mais de três sílabas (desconsiderando o público-alvo); mais que a forma, o conteúdo.

Respigar, apanhar no campo, confere, o Benfica apanhou no campo com um golaço e recolheu, recolheu-se da Taça de Portugal. 

O Benfica respigou e o Sporting respirou, respirou fundo e afundou ou melhor entoupeirou as águias (ou serão toupeiras?)

A arma e os barões pontapeados

20190311_202925

As armas e os barões pontapeados
Que na ocidental praia feireinseana
Por ares nunca de antes explorados,
Passaram ainda além da cocegana
Em perigos e guerras esforçados,
Mais do que prometia a força humana,
E entre virilha remota edificaram
Grande Pontapé, que tanto sublimaram

(a propósito do pontapé de Telles em Ghazal... à atenção de todos os homens que não queiram ter filhos, não gastem dinheiro em operações, tentem levar um pontapé nos barões, resolve e é económico; esta agressão bárbara nem um amarelito mereceu)

{ Blog fundado em 2012. }

Siga o blog por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Pesquisar

 

Arquivo

  1. 2019
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2018
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2017
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2016
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2015
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2014
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2013
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2012
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2011
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D