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És a nossa Fé!

Empurrar para cá ou para lá?

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Mais abaixo, Pedro Correia, escreveu sobre um erro do jornal O Jogo, uma má utilização da língua portuguesa.

Hoje, o Correio da Manhã, também, tem uma narrativa (para citar Sócrates) fantasiosa (para citar Ivo Rosa) do acontecido.

O Sporting nesta fase não pode ser empurrado.

Uma pessoa que está na estrada, a olhar para cima, não consegue dar um empurrão ao cidadão que está tranquilo, no sexto andar, a fumar um charuto e a beber uma aguardente velha.

Pode invejá-lo, pode armar um esquema para ele cair de lá, pode puxá-lo (puxar é diferente de empurrar) não pode é empurrá-lo, não está, não estão no mesmo nível.

Um está na estrada a olhar para o sexto andar, o outro (há outro invejoso) está três pisos abaixo, no menos três (estacionamento).

O que está no menos três (estacionamento) acredita que vai ser campeão, talvez fosse bom olhar para a classificação do campeonato grego e ver a quantos pontos está o PAOK do bi-campeão grego (o sportinguista Pedro Martins), o que está na rua, olha para cima, também, dentro do campo apesar de todas as trafulhices não conseguiu vencer o Sporting em nenhum jogo, mesmo assim acredita que será campeão.

E o Sporting, acredita?

Medir pilas

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Uma pilha AA (pila em castelhano) mede cerca de 5 cm.

Uma pilha AAA, como as que usamos no comando da televisão, mede cerca de 4 cm.

Agora vamos fazer um exercício, um jogador que corre de norte para sul, um jogador que corre de sul para norte e uma bola que é pontapeada.

Quem está a fazer a triangulação, para traçar as famosas linhas, tem de congelar a imagem no preciso momento em que a bola deixa de estar em contacto com a bota e tem de conseguir congelar o movimento dos dois jogadores que correm em sentidos opostos nesse preciso instante.

É possível?

Dá um resultado de metade de uma pilha AAA, considera-se? A tecnologia e os humanos que a estão a operar são infalíveis? Não há margem de erro?

Se a situação fosse ao contrário, um golo duvidoso do Moreirense com até 20 cm de margem de erro, a minha opinião, é: siga, valide-se o golo.

Uma das leis do futebol diz: em caso de dúvida deve proteger-se a equipa que ataca, seja o Moreirense, seja o Sporting.

Um fora-de-jogo de jogo de meia pilha AAA é um caso de dúvida? Sem dúvida!

Então valide-se o golo e siga o jogo.

Sai de lado

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"Off-Side" em português técnico.

A amarelo o jogador do Moreirense com a bola dominada, a verde Paulinho, a roxo o árbitro.

Se a bola vem de um adversário como há fora-de-jogo?

(entretanto parece que inventaram mais um fora-de-jogo de 2 cm; 2 cm?)

Taremi, cai, penalty.

Rafa, cai, penalty.

Sporting marca dois golos limpos de bola corrida; fora-de-jogo.

Isto está bonito, está.

Campeões, merecem

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Os nossos dois campeonatos mais recentes, foram conquistados, como a imagem documenta, em 14 de Maio de 2000 e em 28 de Abril de 2002.

Muita coisa mudou. A Bola em 2000 custava 120 escudos, agora diminuiu de tamanho (e de qualidade) e custa 260 escudos.

Leão de Queluz, ontem, escrevia neste espaço, sem medos e com certezas que esta época, também, seremos campeões e adiantou uma data 9 de Maio de 2021.

Lanço um desafio às pessoas que passam por aqui e fazem o favor de nos lerem e de nos comentarem, o que acham, ops (lá vinha o Pedro Correia dizer que quem acha são os detectives) que pensam sobre o assunto, qual a vossa opinião. Vamos ser campeões está época? Em que data?

Não perder ou ganhar?

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A Bola de 2021.03.29 trazia esta tabela, excepto a temporada de 1984/1985, sempre que conseguimos séries de jogos sem perder, como nesta temporada, fomos campeões.

Na temporada de 1984/1985 não fomos campeões, não por demérito nosso mas por mérito de Porto que tinha uma excelente equipa, ainda assim, não nos conseguiram marcar golos, nem em Alvalade, nem nas Antas. O Sporting dessa época era uma equipa à imagem de Toshack, vertigem ofensiva, umas vezes corria bem, vitória por 8-1 com o Braga de Quinito, outras corria mal, empate 4-4 com a Académica.

Voltando à tabela e ao título do postal, uma equipa como o Sporting não pode jogar para não perder, tem de jogar para ganhar, sempre.

Não podemos andar a perseguir séries de jogos sem perder.

Temos é de falar em resultados negativos e resultados positivos.

Até agora, resultados negativos, os dois empates com o Porto, empate com o Famalicão (Coates devia ter aventado com a braçadeira de capitão para o chão, pois aprendemos que é assim que se reage quando somos roubados) e empate com o Rio Ave, todos os outros resultados foram positivos.

É isso que se pretende até ao fim da época, testar positivo em todos os jogos que nos faltam.

O Simbalismo leonino

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"O sábio Mufasa era o rei dos leões, a atenta leoa Sarabi era a rainha. Simba, o filho recém-nascido, um dia, seria o novo Rei Leão".

Há quem fale da formação a sério, a CAL, e há quem escreva uns disparates (eu) que têm algo a ver com a formação, a formação de carácter.

Hoje fui parado, enquanto empurrava o carrinho, por um senhor que conhecia, vagamente, sei que mora na minha rua.

- Aceite, por favor, é para o seu menino.

- Claro que aceito, "O Rei Leão" é o livro adequado para ele, é sportinguista.

O meu vizinho, sorriu, olhou-nos e disse, apenas:

- Somos todos.

Ronaldo atira com a braçadeira para o Capucho

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"A história de eu atirar com a braçadeira para o chão está mal contada, atirei-a para o Capucho, caiu para o chão"

Jorge Costa, "o bicho" (actual treinador do Farense).

João André pergunta num comentário, o que acha este "blog" sobre a atitude de Cristiano Ronaldo, a nossa sala de reuniões, o café Império, não permitiu uma reunião do nosso colectivo para tomarmos uma decisão conjunta sobre o tema.

Darei, no entanto, a minha opinião.

Eu, como treinador da selecção, tomaria, exactamente, a mesma atitude que Octávio Machado tomou como treinador do Porto.

Não retirava Cristiano Ronaldo da equipa mas retirava-lhe a braçadeira.

Já dizia o tio do homem-aranha: "grandes poderes implicam grandes responsabilidades".

Dário Pan e a Fada Florinda

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O título foi inspirado nesta frase: "a mãe é apegada aos filhos e é de gancho".

O Capitão Gancho das histórias do Peter Pan é o vilão/o opositor, Peter Pan é o herói e a fada Sininho será a coadjuvante.

Neste história a mãe de Dário, Florinda é heroína e coadjuvante em simultâneo.

Foi uma mulher de gancho e colocou os "ganchos vermelhos" na ordem, haja respeito.

"Os meus filhos não passam fome!"

(imagens retiradas do Record de hoje, pág.10)

Enegrecendo a luz verde

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Basquetebol, 2021.03.19.

Benfica 75 / Sporting 87.

Uma dúzia de diferença (à dúzia é mais barato).

Era isto que eu queria ler hoje nos jornais desportivos.

Em vez disso, uma campanha anti-racismo.

Há racismo no desporto?

Festejamos mais uma medalha de Rosa Mota que a de Patrícia Mamona?

Festejamos mais a medalha de Nélson Évora do que a de Carlos Lopes?

Se há sector na sociedade sem racismo é no desporto.

Não inventem problemas, informem.

O jornalismo serve para informar, a vitória de ontem, por exemplo, atletas de todas as cores do Sporting venceram os atletas de todas as cores do Benfica.

Sentam-se ao colo do pai

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É a ternura que volta.

29 de Março de 2014, Sporting Clube de Portugal 1 vs. Vitória Sport Clube 0.

Um jogo sofrido, como tantos, que assisti no Alvalade XXI.

Golo marcado por Carlos Luís, a única pérola que saiu daquela ostra.

Um jogo especial, foi o primeiro (até agora, não repetimos) que assisti no nosso estádio, com o meu pai e o meu irmão. 

Meu pai, sentado entre nós, a vibrar com os lances, maravilhado com o estádio, com o público, com o ambiente, muitas vezes distraído.

"Golo!"

Foi golo.

"Golo, golo, golo" (gritou, meu pai)

"Grande golo!"

Mais tarde a caminho do carro, confidenciou-nos:

"Como é que foi o golo, quem marcou? na televisão vê-se melhor"

Sorri, o meu irmão, também.

Mas não é a mesma coisa, pois não?

0nze de cada lado

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Hoje no canal 11 às 18H00.

Sporting vs. Benfica, as meninas portuguesas enfrentam a legião estrangeira com um roda de bicicleta no peito.

Mais tarde, às 21H00 no mesmo canal, os meninos do Sporting enfrentam os veteranos de Carnide, perdão, de São Domingos de Benfica.

Dois jogos que comentaremos depois, é curioso que Monopólio se escreva de vermelho e branco, será que as notas do monopólio valerão mais que o futebol e o futsal praticados no relvado e no pavilhão?

Mais logo saberemos.

Pinto "Egas Moniz" da Costa, Aio

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Ai o carago!

Terá sido esta a exclamação de Pinto da Costa quando soube que uma das suas muitas trafulhices fora descoberta.

A melhor solução quando somos apanhados em falta, quando descobrem as merdas que fazemos, é pedirmos desculpa, pedirmos perdão.

O exemplo que vem à memória é o episódio de Egas Moniz (cf. com canto III dos Lusíadas, estrofes 35-40).

Espero que Pinto da Costa venha até ao Museu do Sporting com a camisola amarela e o título de 2018, acompanhado pelas esposas Filomena, Carolina, Fernanda (provavelmente estou a esquecer-me de alguma), todos vestidos de branco, descalços e com uma corda ao pescoço, entregar os símbolos desse triunfo?

Não.

Não peço tanto, peço que Pinto da Costa peça desculpas ao Sporting, pois ao contrário daquilo que "O Jogo" titulou ontem, na primeira página, a culpa não foi de Alarcón, foi da organização corrupta e trafulha que, justiça lhe seja feita, Bruno de Carvalho denunciou na altura.

Esperemos, então, pelo pedido de desculpas institucional do senhor Pinto da Costa ao doutor Frederico Varandas.

Sobre este assunto ler o postal de AntónioF, especialmente, o comentário do ex-ciclista dos Leões do Nabão, Edmundo Gonçalves.

Como uma brincadeira de crianças

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O futebol praticado por crianças é uma brincadeira.

Duas pedras no chão chegam para marcar a baliza ou em casos mais sofisticados, como o da imagem, dois pinos.

Olhemos com atenção, o pino verde com a estrela em cima tem o algarismo um.

O pino vermelho com uma bola (ganhar bola [zero]) em cima tem o algarismo cinco.

Será premonição?

O verde em primeiro com a estrelinha de campeão, o vermelho em quinto a ganhar bola?

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