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És a nossa Fé!

Como sair do buraco?

Como vai ser a seguir e com quem? Essas devem ser as preocupações presentes, pois já vimos como vai acabar. Mas a saída do atual presidente e do que resta do conselho diretivo  pela porta menor, para além de um mar revolto, deixa o Sporting com problemas seríssimos. Como iniciar a próxima época, como resolver o problema dos ativos que rescindiram e/ou contratar novos, como arranjar um treinador de valor, como fazer novo empréstimo obrigacionista para operações de tesouraria, como pagar o empréstimo obrigacionista que se venceu em maio, como manter o forte investimento nas modalidades? E como unir e restaurar a confiança dos sócios?

E quem? Um grupo de sócios com provas dadas, que respeitem um compromisso minimamente estável até que eleições restaurem a vivência normal no clube? E sem regresso ao passado. Este é o desafio mais difícil. Não basta alguém isolado, com boas intenções para tal tarefa. Desta vez não vai haver lugar a “veni, vidi, vici”, é de urgência em arregaçar as mangas e reerguer rápido e bem a credibilidade do clube perante os sócios, a sociedade e as mais diversas instituições.

Portanto, é do dia seguinte que se trata. E de profunda auditoria ao estado do clube e da SAD. Receio que as más notícias não tenham ficado pelas rescisões. 

Renascer destas cinzas é nossa obrigação. E devolver aos sócios o 1 de julho como data de aniversário do Sporting Clube de Portugal.

 

O clube do meu coração

Esta costuma ser a resposta corriqueira de muitos jogadores quando assinam por determinado clube. Não sentida, lá do fundo, mas oportuna...

Não é o caso de Carolina Mendes, que recentemente assinou pelo Sporting Clube de Portugal, juntando-se assim às bicampeãs nacionais. Em tempos assumiu claramente o Sporting como o seu clube. E hoje é nossa jogadora.

Eu próprio já o referi aqui há quase um ano:

https://sporting.blogs.sapo.pt/portugal-futebol-feminino-e-sporting-3374003

Que bom ser sexta feira e ter conseguido escrever sobre algo que não tem a ver com a "primavera quente" que o nosso clube atravessa...

Bem vinda Carolina Mendes!

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Um sentimento

da maioria de nós, sportinguistas, expresso em poema?

 

Roubam-me Deus
outros o Diabo
– quem cantarei?

roubam-me a Pátria;
e a Humanidade
outros ma roubam
– quem cantarei?

sempre há quem roube
quem eu deseje;
e de mim mesmo
todos me roubam
– quem cantarei?

roubam-me a voz
quando me calo,
ou o silêncio
mesmo se falo
– aqui del rei!

Jorge de Sena

 

(aqui em versão áudio: https://youtu.be/iOcDjUrjJVA)

Um ano depois

Há cerca de um ano estava na fila das bilheteiras de Alvalade a levantar bilhetes para ver as nossas leoas no Jamor, na final da Taça de Portugal com o Braga. E lá fomos em grupo apoiar a equipa e ajudar a erguer a Taça, ganha com raça. 

Agora, sinto que não tenho condições para repetir e assistir a nova final. Não estou sozinho. Como podem ter dividido e desmotivado assim? 

A violência, está à vista, não foi só física, como aconteceu em Alcochete, foi muito mais terrível que isso. Atingiu o coração de muitos sportinguistas. Os danos estão feitos. E tem responsáveis. E isso tem que ter consequências.

 

Não nos vamos demitir!

"Não nos vamos demitir!" . Esta foi ontem a conclusão de Bruno de Carvalho (BdC) e dos que ainda o acompanham, praticamente todos assalariados do clube. Não se demitem, quem? Da lista de BdC nas últimas eleições, quem resta? É ver a lista abaixo. Quase ninguém. Se virmos também a lista do Conselho Leonino e da Comissão de Honra da sua candidatura, já quase não há protagonistas do projeto. Apesar do projeto.

A espiral de desgraça que se abateu nas últimas semanas sobre o nosso clube manchou a sua história e a memória de quantos por ele se bateram, por décadas e décadas, para além de ter abalado profundamente a nação leonina. Não há um só responsável, é certo, mas há responsabilidades de quem lidera que não podem ser aligeiradas (e falo da direção no seu todo, isto é dos órgãos sociais). Muito cético e receoso sobre que Sporting teremos na 2ª feira.

Insustentabilidade, é a palavra apropriada para caraterizar a situação da direção do Sporting. Não o digo com regozijo nem orgulho, mas com uma profunda tristeza, com dor. Vai ser preciso um trabalho hercúleo e a dedicação de muitos adeptos e sócios para recuperarmos o nosso lugar, e podermos erguer a nossa divisa: Esforçodedicaçãodevoção e glória – Eis o Sporting Clube de Portugal.

Apesar disto  vou ao Jamor com um grupo grande de amigos sportinguistas, porque o Sporting "É a nossa fé". E só o Sporting!

Dir Sport

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Bi Bi!

Depois do Voleibol, foi a vez do Futebol Feminino e do Andebol. O Sporting Clube de Portugal sagrou-se hoje bicampeão nacional de Futebol Feminino ao bater o Valadares por 4-1 e de Andebol ao derrotar o Benfica por 33-27. Bravo, leoas e leões!

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"Maio, maduro maio, quem te pintou..."

Foi e será o Sporting, e de verde, acrescento eu.

Ontem foi o primeiro título, muito, muito saboroso no Voleibol. Por ter sido no regresso da modalidade, por ter sido 23 anos depois e por ter sido como foi e contra quem foi. Vibrante e repleto de emoções. Dia 1 de maio de 2018, para recordar. E com uma menção especial, justissima: Miguel Maia! 

Domingo, às 15 horas no Estádio de Alvalade, as nossas leoas poderão tornar-se bicampeãs de futebol. Merecem um estádio com muitos sportinguistas (entrada grátis).

E também no domingo, mas à noite, às 20h, no pavilhão João Rocha, será a vez do Andebol. A vitória sobre o Benfica fará o Sporting ser bicampeão nacional. 

Dia 12, às 12:30h o Hóquei em Patins, com a final four da Liga Europa, em que disputamos com o Porto o acesso à final da maior competição europeia (no campeonato nacional o Sporting lidera a 4 jornadas do final).

Futsal, a uma jornada do fim da fase regular o Sporting é líder invicto (com mais 6 pontos que Benfica), realizando-se ainda este mês os quartos de final que poderão levar ao tricampeonato.

No dia 20, teremos a Taça de Portugal em futebol com o Desportivo das Aves (mas antes, já neste sábado um jogo que pode definir muita coisa no campeonato e, porventura no próximo, o jogo com o Benfica em Alvalade...).

 

(dedicado a todos os que desdenham das vitórias do Sporting, fenómeno que dá pelo nome de inveja ou dor de corno) 

Voleibol

 

Duas vitórias com sabor especial

Esta tarde vencemos o Porto e o Benfica. Duas vitórias com sabor especial.

Em Andebol batemos o Porto por 30-27. Com este resultado lideramos a fase final do campeonato, quando está completa a 1.ªvolta, com 53 pontos, seguidos do Benfica com 49 e do Porto com 45. Lembro que já vencemos Benfica e Porto nas suas casas. O bicampeonato está cada vez mais próximo.

Em Voleibol, devolvemos a derrota do 1.º jogo na Luz, com uma vitória no nosso Pavilhão por 3-0 (25-19, 25-20 e 25-21). A final está assim empatada 1-1, sendo que amanhã se disputa, também no Pavilhão João Rocha, o 3.º jogo. 

Também amanhã temos, às 19 horas, a final da UEFA Futsal Cup contra o Inter Movistar, estando o Pavilhão João Rocha aberto para proporcionar a transmissão em direto do jogo.

A vitalidade do Sporting é uma realidade incontestável. Orgulho!

Parece que o bom senso voltou

Vitórias consecutivas são o melhor antídoto para o descontrole e ansiedade. Parece que o bom senso voltou. E o gosto de ver a equipa a jogar, com competência, do 1.º minuto ao último penalti. Não há melhor bálsamo que o sucesso para sarar feridas. Vamos ver se até ao final da época conseguimos resistir à tentação autofágica, sobretudo porque ainda há muito para ganhar. Domingo temos o Boavista mas, não menos importante, no sábado há o 2.º jogo da final de Voleibol, no Pavilhão João Rocha, e é importante que digamos presente. 

Para terminar, depois de vibrar com a magnífica vitória sobre o Porto, só me ocorre afirmar que a anunciada morte do Sporting foi manifestamente exagerada. No Jamor faremos boa prova de vida, mas antes ainda há a jornada 33...

Um apelo

Mais logo, o que está em jogo é demasiado importante para que percamos tempo a olhar para o umbigo. 

Em campo só entra o Sporting. Espero que nos concentremos num massivo apoio aos jogadores, do primeiro ao último minuto, e não nos distraiamos com minudências nem com terceiros alheios ao relvado.

Nos cantos, atrás das balizas, nas centrais somos todos feitos de Sporting. Sublimemos o que e quem nos une, ignoremos o que e quem nos divide.

Todo o estádio a cantar, força Sporting allez 🎶

 

Erros que se repetem

Há dias escrevi aqui sobre o profissionalismo e o compromisso em todos os pormenores (https://sporting.blogs.sapo.pt/o-compromisso-e-o-profissionalismo-em-3867666). E sobre as deficiências na nossa comunicação e respetivos instrumentos: site e redes sociais. 

Nem de propósito, hoje lá se volta a ler na Agenda que, no domingo, a equipa de Voleibol tem o 3º jogo da final às 15 horas, no PavJR, e que a equipa principal de futebol joga contra o Boavista às 16 horas, no Estádio de Alvalade. Claro que, mais uma vez, não é assim. Mas se nós que nos interessamos por estas coisas, como adeptos, detetamos estes erros, porque carga de água quem, profissionalmente, deveria não os cometer pois é pago para fazer bem, nem os corrige atempadamente? E falo nisto pois o pior é que no anúncio da venda dos bilhetes online o erro é reiterado (só já quando se entra na venda é que se lê, discretamente, a hora certa). Não, o jogo de futebol não é às 16 horas mas sim às 20:15!!! 

Isto não é má vontade, é desilusão por ver que podemos fazer muito melhor e, no entanto, é o que sevê. Se alguém da organização do Sporting dedica a sua atenção a ler o que escrevemos, pense nisso e então esteja à vontade e mande corrigir a asneira. É o mínimo. Até porque pode ser determinante para maior assistência aos jogos, no caso aos dois.

Para que não restem dúvidas, aqui fica:

 

Sport

 Sport1

El José Alvalade se sentía Roma, se sentía Madrid.

Autora desta expressão? Patrícia Cazón, a espanhola que na semana passada decidiu olhar nos olhos os jogadores ainda no túnel, em Madrid. Muitos sportinguistas ficaram impressionados com o que então leram (ver foto abaixo), sobretudo porque estavam frustrados com os falhanços que deram origem aos golos, e outro que não deu golo ao cair do pano. 

A curiosidade fez-me pesquisar a mesma autora, hoje, após o jogo de Alvalade. E o que escreveu no As. Vale a pena ler. Fica o link:

https://as.com/futbol/2018/04/12/uefa/1523557708_787319.html?autoplay=1 

e a transcrição parcial:

La esencia rojiblanca quedó sobre la hierba del José Alvalade. Porque nadie sufrir como el Atleti, sobrevivir en el alambre. Es semifinalista pero tembló, tembló mucho en Lisboa, ante un gran Sporting. Estaba en el aire, en la semana europea, en esos tres minutos finales en los que el Sporting sólo era balones colgados sobrevolando a Oblak. Buscaba ese gol, el de la prórroga, ante un Atleti tembloroso. Lo intentaba Petrovic, Doumbia o Fernandes. Pero una vez el balón se fue fuera. Y otras, se topó con Saúl, con Savic, con Godín, hasta que el árbitro pitó y lo tres pudieron volver a respirar. Eran semifinalistas. Cuánto había costado.

Desde el túnel salieron los dos equipos formados como ejércitos. El Sporting sobre todo. Rui Patricio iba primero. Nada de bromas, pensando sólo en el balón. Jorge Jesús reforzó su equipo desde la alineación. Quería control, un tercer central, Pinto, por si a Coates y a Mathieu les daba por el show, como en el Metropolitano. Sólo había una manera de espantar la tormenta, no la que caía del cielo la otra, la del palco, desde el fútbol, con una remontada.

Desde el primer balón, buscó el gol rápido. Agarrado a la bota de Gelson Martins, cada uno de sus eslalon era un latigazo, un miedo, un agujero. Avisó el Sporting, con un remate de Acuña que buscaba la escuadra y respondió Costa con un cabezazo en plancha que se fue a un palmo del palo y resultó estrella fugaz: tardaría el Atleti en volver por allí. El José Alvalade se sentía Roma, se sentía Madrid. Golpe a golpe, contra a contra, con autoridad, el Sporting fue encerrando a los rojiblancos. Coates quiso ser Manolas con un cabezazo que buscaba red, el miedo en cuerpo rojiblanco, pero esa la salvó Oblak. Se suspendió en el aire para sacarla con la yema de los dedos. Su mano milagrosa de cada partido. Ante sus ojos, su equipo se había deshecho bajo la lluvia. Sin chispa ni contras. Sin asistencias de Koke, sin control de Gabi, sin remates de Costa, sin juego de Grizi, fiado sólo a la guarida de sus guantes.

Esos mismos a los que Fredy Montero les encontró un resquicio. Fue después de que Jorge Jesús perdiera a Mathieu, y Lucas un golpe en el pómulo que en el descanso le dejaría bajo la ducha. Fue después de que Acuña se hiciera el enésimo llavero con Juanfran: Oblak falló por alto y Montero cabeceó en el segundo palo mientras Saúl y Savic se miraban. El marcador confirmaba el juego. El Atleti era un equipo atemorizado, miedoso y pobre, ante un Sporting agigantado sobre las recuperaciones de Bruno Fernandes y los pasillos que Acuña encontraba a la espalda de Juanfran. Nueve veces le disparó a Oblak sólo en la primera parte. Nueve.

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 Quem diria, apenas uma semana depois...

 

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