Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

És a nossa Fé!

Faz hoje um ano

 

Viviam-se dias de aparente bonança a preceder a tempestade. Mas havia sinais em que era possível captar a tensão no Sporting, como era perceptível nesse dia 25 de Abril de 2018.

 

Escreveu o Pedro Azevedo:

«Parece que anda tudo muito entretido, num jogo do gato e do rato, para descobrir quem é o Wally (o bufo do balneário). O diário desportivo Record traz o tema para capa da sua edição de hoje, com direito a cópia dos SMS enviados por Bruno de Carvalho aos jogadores, mais uma interpretação livre se o facto caiu (ou não) bem no balneário. Uma vírgula diferente aqui, umas reticências acoli, um ponto final mais à frente e certamente não será difícil perceber quem passou a informação que fez, certamente, as delícias do jornal. Mas, a quadrilhice não deve ser o nosso problema, temos um jogo decisivo - são todos até ao final do ano - em Portimão e essa deve ser a nossa exclusiva preocupação neste momento. Para já, os dois elementos da Estrutura do futebol - Bruno de Carvalho e André Geraldes - não poderão representar o clube no jogo. Ambos foram penalizados pelo Conselho de Disciplina e por motivos diferentes: Bruno devido às palavras trocadas com Salvador, Geraldes por, alegadamente, ter esbracejado e gritado com o árbitro da partida contra o Boavista. Sobre isto, a nossa Comunicação institucional nada diz. Enquanto adepto e sócio, espero que não nos distraiamos, nem nos fracturemos nesta fase decisiva do campeonato nacional com assuntos menores e que a equipa se sinta defendida em campo. É que há um lugar numa recém-aditivada Champions por assegurar...»

 

Escrevi eu:

«O futebol é um desporto colectivo. Bruno de Carvalho teima em não perceber isso. Nas mensagens mais simples só consegue sublinhar a palavra eu. A palavra nós está ausente do seu discurso. Eis todo um programa.»

A voz do leitor

«Ah, esse grande e irrepreensível acto de gestão que calou vozes críticas. Marco Silva, qual Marco Silva? Contratar Jorge Jesus foi uma manifestação aguda de genialidade. Abafou por completo qualquer sinal contestatário e ainda trouxe o bónus de encanitar os do clube vizinho. Baratinho, baratinho. Ou de como a megalomania alheia acaba paga por todos nós. E com juros jupiterianos. Fácil, fácil.»

 

CAL, neste meu texto

Nunca mais

Ao que consta, a Federação Portuguesa de Futebol prepara-se para "pôr na jarra" vários árbitros que tiveram actuações lamentáveis ou mesmo vergonhosas nesta época 2018/2019. 

Caso se confirme, isto merece à partida o meu aplauso.

E aproveito para lançar um repto aos leitores: quais os três árbitros que deveriam constar no topo desta lista para que nunca mais apitem jogos do campeonato nacional de futebol?

Faz hoje um ano

 

A 24 de Abril de 2018 escrevi aqui sobre Bas Dost.

Reproduzo na íntegra esse meu postal.

 

«Ainda há adeptos que criticam Bas Dost enquanto suspiram de saudades pelo Slimani. O tal que diziam ter tijolos nos pés.

Como dantes suspiravam pelo regresso do Montero e assim que ele voltou ao Sporting passaram a acolhê-lo com indiferença.

É sempre assim num certo "tribunal de Alvalade": bons são os que já não estão, enquanto os que ainda estão parecem sempre maus ou medíocres...

 

O que é feito do Slimani? Alguém sabe?

Entretanto, por cá, Dost já marcou 60 golos em 58 jogos disputados nestes dois campeonatos em que actuou de verde e branco. Sessenta e nove, no total das competições.

Uma das melhores médias europeias. Uma das melhores médias de sempre no Sporting.»

A voz do leitor

«O problema não foi Jorge Jesus ou o ordenado principesco dele. O problema foi o resto. Asseguremos o resto e o sucesso chegará. Com o Sporting dos últimos cinco anos e meio, a aposta num ordenado milionário ao treinador revelou-se um desperdício de recursos. Desperdício gigante, no meio de outros menos relevantes e doutras batucadas. Mas já passou, felizmente.»

 

João Gil, neste meu texto

Cinco de saída

As prementes dificuldades financeiras - ditadas sobretudo pela necessidade do pagamento das dívidas contraídas durante a magnífica gestão da dupla Carvalho & Vieira - levam a Direcção leonina a admitir vender quatro jogadores de primeira linha: Acuña, Bas Dost, Bruno Fernandes e Coates. Enquanto Mathieu, que em Outubro fará 36 anos, tenciona pôr ponto final na carreira de jogador profissional de futebol.

Eis a pergunta que se impõe: quem poderá substituir estes cinco craques?

Faz hoje um ano

 

Digeríamos, nesse dia 23 de Abril de 2018, o jogo de véspera frente ao Boavista, que nos valera três pontos (vitória escassa, por 1-0, golo de Bas Dost).

 

Escreveu o Pedro Azevedo:

«Gelson e Dost poderiam ter marcado e, naquilo que bem se poderia designar de goleada de um golo só, haveria ainda tempo para Bruno Fernandes, isolado por Gelson, passar por várias etapas de desgaste competitivo: cansaço mental, défice de concentração, cansaço físico, perda de vontade de fazer golos, enfim um burnout ou brunout ou lá o que é ... (aquelas coisas que psiquiatras que vão à televisão costumam diagnosticar às pessoas que só conhecem de ver... pela televisão).»

 

Escrevi eu:

«Mantinha-se a magra vantagem por 1-0, alcançada ao minuto 26, e a impaciência começou a ferver nas bancadas de Alvalade, o que até se compreendia: precisávamos de consolidar e até robustecer aquela vitória para nos garantir os tão ambicionados três pontos. O que não se compreende é o coro de assobios que nessa fase do encontro se dirigiu aos jogadores partindo dos próprios sportinguistas. Não consigo aceitar tais reacções.»

A voz do leitor

«Com as consecutivas, e uma vez que podemos filmar nas nossas instalações, gostaria que o nosso clube fizesse uma campanha do género: "É teu vizinho? O que imita o som de um assassinato?"; "É tua amiga mesmo quando goza com uma morte violenta?" e, com a legenda, aparecia a cara dos adeptos individualmente. Aposto que se calariam rapidamente.»

 

Miguel Fernandes, neste texto do JPT

Faz hoje um ano

 

 

Vencemos o Boavista em casa por 1-0. Com um golo de grande penalidade ainda na primeira parte, apontado por Bas Dost. Soube-nos a pouco, até porque houve oportunidades para sairmos de Alvalade com uma goleada. Mas o mais importante havia sido conseguido naquele dia 22 de Abril de 2018: mais três pontos. Já somávamos 74, mantínhamos a perseguição ao Porto e ao Benfica. E continuávamos a depender só de nós para chegarmos ao segundo posto no campeonato, que nos garantia acesso à pré-eliminatória da Liga dos Campeões.

A voz do leitor

«Keizer não aposta mais na formação porque... não tem. Basta olhar para Jovane. Bom jogador, esforçado, mas pouco acrescenta; no fundo, um bom suplente. Eu sei que custa, mas neste momento não temos um jogador na formação que nos possa acrescentar algo mais e que faça a diferença. Miguel Luís é bom jogador, mas não é fantástico (não é um Moutinho, nem um Adrien, nem um William...).»

 

Romão, neste meu texto

Faz hoje um ano

 

Íamos receber o Boavista em Alvalade no dia seguinte, ainda com esperança de chegarmos ao segundo posto no campeonato nacional de futebol e de conquistarmos a Taça de Portugal. 

Entretanto, nas modalidades, o Sporting somava e seguia. Como nos dava nota o Ricardo Roque, nesse dia 21 de Abril de 2018:

«Esta tarde vencemos o Porto e o Benfica. Duas vitórias com sabor especial.

Em andebol batemos o Porto por 30-27. Com este resultado lideramos a fase final do campeonato, quando está completa a 1.ª volta, com 53 pontos, seguidos do Benfica com 49 e do Porto com 45. Lembro que já vencemos Benfica e Porto nas suas casas. O bicampeonato está cada vez mais próximo.

Em voleibol, devolvemos a derrota do 1.º jogo na Luz, com uma vitória no nosso Pavilhão por 3-0 (25-19, 25-20 e 25-21). A final está assim empatada 1-1, sendo que amanhã se disputa, também no Pavilhão João Rocha, o 3.º jogo.»

Pódio: Luiz Phellype, Acuña, Jovane

Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Nacional-Sporting pelos três diários desportivos:

 

Luiz Phellype: 18

Acuña: 18

Jovane: 16

Gudelj: 16

Bruno Fernandes: 16

Idrissa Doumbia: 16

Coates: 15

Mathieu: 15

Ristovski: 15

Diaby: 14

Salin: 14

Jefferson: 12

Miguel Luís: 6

Francisco Geraldes: 1

 

O Jogo e o Record elegeram Luiz Phellype como melhor em campo. A Bola optou por Acuña.

 

 

NOTA: O Record persiste em dois erros: classifica os jogadores numa grelha limitadíssima, que vai de 1 a 5; e atribui nota 1 a qualquer jogador que entre em campo, mesmo durante só três ou quatro minutos, o que obviamente o diminui face aos restantes visados - como é o caso, hoje, de Geraldes. Fica a sugestão ao novo director do jornal, Bernardo Ribeiro, para alterar estes critérios classificativos a partir da próxima época.

Faz hoje um ano

 

Falava-se ainda, nesse dia 20 de Abril de 2018, da qualificação do Sporting para a final da Taça de Portugal, onde defrontaríamos o Aves.

 

O José da Xã, mais a brincar do que a sério, pedia bilhetes:

«Por acaso, só por mero acaso, alguém conhece alguém que conheça outro alguém que seja parente de outrem e que pode conseguir convites ou bilhetes para ver a final? Ficaria muito agradecido se me arranjassem meia dúzia de entradas!»

 

O Ricardo Roque celebrava o aparente regresso do bom senso:

«Vitórias consecutivas são o melhor antídoto para o descontrole e ansiedade. Parece que o bom senso voltou. E o gosto de ver a equipa a jogar, com competência, do primeiro minuto ao último penálti. Não há melhor bálsamo que o sucesso para sarar feridas. Vamos ver se até ao final da época conseguimos resistir à tentação autofágica, sobretudo porque ainda há muito para ganhar.»

 

Eu escrevia sobre Bruno de Carvalho:

«Gosto de ver o presidente do meu clube solidário com os jogadores quando o Sporting vence, como aconteceu anteontem em Alvalade. Mas exijo-lhe que seja também solidário com eles quando empatamos ou perdemos. Um líder é assim. Presente em todas as horas - nas boas e nas más, nas fáceis e nas difíceis, nas luzes e nas sombras.»

Rescaldo do jogo de hoje

Gostei

 

 

De amealhar mais três pontos. Já levamos 67 - mais três do que os somados na época de 2016/2017, na mesma fase do campeonato, quando tínhamos o milionário Jorge Jesus como treinador. Saímos hoje da Madeira com uma vitória: 1-0, na Choupana, frente ao Nacional. Acentuamos a pressão sobre o Braga, consolidando o terceiro posto.

 

De ter dominado a partida do princípio ao fim. Supremacia absoluta do Sporting nesta partida em que dispusemos de várias oportunidades de golo enquanto a equipa adversária nunca chegou verdadeiramente a incomodar o nosso guarda-redes. Revelámos dinâmica ofensiva e boa reacção à perda de bola, pecando apenas no capítulo da finalização dada a discrepância entre as oportunidades criadas (20 remates) e o único golo conseguido.

 

De Luiz Phellype. Soma e segue: leva cinco golos marcados em quatro jogos consecutivos da Liga. Hoje valeu-nos três pontos, ao carimbar a nossa vitória, que saiu do pé direito dele, sem deixar cair a bola, correspondendo da melhor maneira a um livre muito bem marcado por Acuña, aos 62'. Podia ter marcado antes: dispôs de uma boa oportunidade aos 35', junto ao primeiro poste. Boas movimentações na área, disponibilidade para o jogo colectivo, pressão constante na primeira fase de construção dos adversários. Temos goleador. 

 

De Acuña. O melhor em campo. Mesmo amarelado logo aos 7', não se deixou condicionar, comandando todas as operações ofensivas do nosso flanco esquerdo apesar de ter alinhado desta vez como lateral. Revelou-se incansável durante toda a partida, criando constantes desequilíbrios. E dos pés dele saíram sucessivos cruzamentos perigosos, infelizmente desaproveitados. Chegou ao fim da partida certamente orgulhoso por ter feito outra assistência para golo e pelo bom desempenho uma vez mais evidenciado.

 

De Gudelj. Talvez a melhor exibição do médio defensivo sérvio vestido de verde e branco. Fazendo desta vez parceria inicial com Idrissa Doumbia, devido ao castigo interno aplicado a Wendel, anulou todas as incursões ofensivas da equipa madeirense e recuperou várias bolas, sendo um elemento vital desta vitória. Muito melhor também no capítulo do passe. Viu o amarelo aos 55', na sequência de uma falta cirúrgica que pôs fim a um lance perigoso do Nacional: este cartão coloca-o fora da próxima partida, em Alvalade, contra o V. Guimarães. Falta acrescentar que já fala muito bem português, como ficou bem evidente na zona de entrevistas rápidas. Merece elogio também por isso.

 

De ver jogadores da formação a jogar. Jovane foi aposta inicial do técnico, alinhando como extremo: foi dele a melhor oportunidade de golo na primeira parte, com um remate em arco muito bem colocado, aos 27', proporcionando ao guardião Daniel Guimarães a defesa da noite. Miguel Luís entrou aos 85' para o lugar de Gudelj. E até Francisco Geraldes pôde actuar durante cinco minutos, no tempo extra, rendendo Diaby. No banco, estavam Maximiano, Ilori e Pedro Marques. O caminho faz-se caminhando.

 

De voltar a ver a nossa baliza intacta. Segundo jogo disputado fora de casa em que não sofremos golos. Merece registo.

 

De vencer mesmo sem vários titulares em campo. De fora desta partida - convém lembrar - ficaram Renan, Raphinha e Wendel (por castigo), Bas Dost, Battaglia e Borja (por lesão). Todos com lugar no onze titular leonino.

 

De somar oito vitórias seguidas. O Sporting não perde há onze jogos: dez triunfos e um empate. Atravessamos o melhor momento desde a chegada de Marcel Keizer. 

 

 

 

Não gostei

 
 

De ver tantas oportunidades desperdiçadas. Sobretudo por Diaby, hoje de longe o mais perdulário entre os nossos jogadores. O maliano podia ter marcado pelo menos em três ocasiões, aos 31', aos 52' e aos 83'. Continua a faltar-lhe um suplemento de classe.

 

Do empate a zero ao intervalo. Face ao futebol jogado e à diferença de valor entre as duas equipas, este empate era altamente lisonjeiro para a equipa madeirense, que nada fez para justificar o nulo só desfeito após mais de uma hora decorrida desde o apito inicial.

 

Do NacionalEsta derrota poderá ter confirmado o regresso dos madeirenses à II Liga. Tem um futebol medíocre e deixou-se golear por dez a zero na Luz - o que devia bastar para a despromoção automática de qualquer equipa em idênticas circunstâncias. Não deixa saudades.

Faz hoje um ano

 

Dia de muitos textos aqui no blogue, após a qualificação do Sporting para a final da Taça de Portugal por termos eliminado - na véspera - o FC Porto em Alvalade.

Vou mencionar vários deles, por ordem de publicação nesse dia 19 de Abril de 2019.

 

Escrevi eu:

«Gostei pouco do sofrimento a que fomos submetidos até este desfecho bem sucedido - o terceiro que conseguimos por marcação de penáltis, após a meia-final da Taça da Liga (contra o FCP) e a final desta competição (contra o V. Setúbal), também decididas por grandes penalidades, com a balança a pender sempre a nosso favor. Prova inequívoca da maturidade competitiva e da força mental do plantel verde e branco, por mais que o cansaço físico prevaleça. Tudo está bem quando acaba bem.»

 

Escreveu o Pedro Azevedo:

«Num tempo de cólera no futebol português, esta vitória do Sporting é o triunfo do enorme amor que os seus adeptos têm pelo jogo e pelo clube, que vai passando de geração para geração, enchendo bancadas ao longo dos anos, independentemente da escassez de títulos e das razões que todos sabemos a justificam. Ontem, jogámos como sempre e ganhámos como nunca. Uma força bem viva e indestrutível! Vivó Sporting!!!»

 

Escreveu a Zélia Parreira:

«Contrariando o princípio básico de não falar dos adversários, deixo hoje aqui uma nota a Sérgio Conceição. Gosto do Sérgio, acho que é competente e que tem conseguido criar espírito de equipa, amor à camisola, união entre adeptos, jogadores e direcção. Mas ontem esteve mal. Ao tentar menorizar o Sporting, sublinhando o percurso alegadamente fácil da nossa equipa até ao Jamor, o treinador do FC Porto acabou por desrespeitar todas as equipas que referiu (sem necessidade nenhuma) e por diminuir o próprio Clube, incluindo-o no lote das equipas "fáceis" que o Sporting teve que defrontar e vencer.»

 

Escreveu o João Távora:

«Tudo indica que Bruno Carvalho ontem fez as pazes com a equipa, o que é um sinal muito positivo. Juntando esse facto àquilo que aparenta ser uma nova estratégia de comunicação pessoal mais sóbria, acredito que a crise directiva, da qual só lucram os nossos adversários, pode estar debelada. Queremos todos acreditar que Bruno de Carvalho decidiu-se por uma postura mais institucional, facto que, juntamente com os resultados desportivos da equipa principal, o podem reabilitar para um resto de mandato em beleza. E poder assim inscrever o seu nome na lista dos presidentes campeões.  É isso que querem os Sportinguistas.»

 

Escreveu o Francisco Chaveiro Reis, num prudente aviso à navegação:

«A Taça não está ganha. Pode ser mais fácil defrontar o Aves do que o Braga, Benfica ou Porto mas é preciso jogar com toda a seriedade, para fazer a festa. Não é preciso lembrar o que aconteceu há seis anos quando Cédric, Adrien e Marinho, mesmo tendo sido "criados" em Alvalade, festejaram a Taça pela Académica, pois não?»

{ Blog fundado em 2012. }

Siga o blog por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Pesquisar

 

Arquivo

  1. 2019
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2018
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2017
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2016
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2015
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2014
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2013
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2012
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2011
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D