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És a nossa Fé!

Faz hoje um ano

 

Em contínua fuga para a frente, Bruno de Carvalho anunciava em 18 de Junho de 2018 um novo treinador para a equipa principal do Sporting: Sinisa Mihajlovic, um ultra-nacionalista sérvio. Vinha com um contrato de três anos.

Não tardaram as reacções aqui no blogue.

 

Escreveu o Francisco Melo:

«O mais que provável novo mister do Sporting nunca fez duas épocas seguidas completas ao serviço do mesmo Clube.»

Escreveu o João Goulão:

«Só espero que Mihajlovic (e aqui concordo com esta escolha de Bruno de Carvalho...) ponha o Sporting a jogar como Mirko Jozic conseguiu. Se o conseguir, vamos ter equipa, acreditem.»

Escreveu o Francisco Almeida Leite:

«É preciso pôr cobro rapidamente a esta deriva populista. Imaginam o nosso clube com Bruno de Carvalho (na presidência do clube e da SAD), Sinisa Mihajlovic (como treinador) e Mário Machado (na Juve Leo)? Eu não. É preciso explicar porquê?»

 

Isto no dia em que recebíamos a notícia de que Rui Patrício, desvinculado do Sporting, assinara pelo Wolverhampton. 

Comentei assim:

«Se critiquei Godinho Lopes por ter deixado sair Carriço por 750 mil euros, ainda mais devo criticar o seu sucessor por ter aberto caminho à rescisão do guarda-redes leonino, tudo fazendo para o insultar e humilhar em público, como se ansiasse pelo pedido de rescisão unilateral invocado pelo jogador.»

A voz do leitor

«Sobre o Gudelj, claramente jogou fora da posição que lhe é mais familiar. No entanto, não sendo o jogador que chama para si as atenções, é do melhor que temos em posicionamento sem bola (mesmo que muitos chamem a isso somente lentidão). Gostaria de lhe dar uma oportunidade, desde que com um salário que não fosse pornográfico para os nossos bolsos.»

 

Miguel Fernandes, neste texto do Luís Lisboa

Parabéns, campeões europeus de futsal

Ontem perdemos o campeonato nacional de futsal, no pavilhão da Luz. Por um golo de diferença e com uma bola disparada ao poste a segundos do apito final.

Ainda assim, não conheço um sportinguista - um verdadeiro sportinguista - que não sinta orgulho por este magnífico grupo de trabalho que honrou o emblema leonino.

Perder com brio e galhardia nunca é indigno. 

 

Mesmo sem a vitória no campeonato, considero esta a nossa melhor época de sempre na modalidade. Porque pela primeira vez conquistámos a Taça dos Campeões Europeus - objectivo há muito perseguido mas só agora concretizado.

Uma proeza que dignifica não apenas o Sporting, mas o desporto português.

 

Além do inédito troféu europeu, nesta temporada o futsal leonino brilhou também com a conquista da Supertaça, a 8 de Setembro, e da Taça de Portugal, a 31 de Março.

 

Convém lembrar, a propósito, os números da última década. Que confirmam a hegemonia do nosso clube nesta modalidade que vai apaixonando um número cada vez maior de portugueses:

- 1 taça dos campeões europeus

- 7 campeonatos

- 5 Taças de Portugal

- 5 Supertaças

É por isso com inteiro orgulho que escrevo estas linhas dedicadas aos nossos jogadores, campeões europeus e vice-campeões nacionais.

O meu aplauso, rapazes. Extensivo ao treinador Nuno Dias e ao director das modalidades leoninas, Miguel Albuquerque.

 

Contamos convosco para uma nova época ainda com mais esforço, mais dedicação, mais devoção e mais glória.

Podem contar também connosco. O apoio dos verdadeiros adeptos não vos faltará.

Faz hoje um ano

 

Decorria o Mundial de Futebol na Rússia. Pela primeira vez desde o início do certame, Bruno de Carvalho dava tréguas aos sportinguistas. A tal ponto que celebrei o facto aqui, a 17 de Junho de 2018:

«Conseguimos desfrutar do Mundial, tranquilamente, sem novas erupções do azedo psicodrama leonino. Que saudades eu já tinha de um dia assim.»

 

A voz do leitor

«Não sei se Félix virá a ser o melhor do mundo. Não sei se virá a ser um dos melhores cinco do mundo. Não sei se virá a ser sequer o melhor português. Talvez, talvez não. Sei que é, no mínimo improvável que venha a ser um dos melhores de sempre como Ronaldo. E sei que é um disparate equipará-lo ao Ronaldo de hoje ou sequer ao Ronaldo com 19 anos que já levava duas épocas completas como profissional (uma no Sporting e outra no Manchester United).»

 

João André, neste meu texto

 

Faz hoje um ano

 

Jaime Marta Soares, em conferência de imprensa, dava a conhecer aos sócios e adeptos leoninos a nova Comissão de Gestão do Sporting, presidida por Artur Torres Pereira - que tinha sido vice-presidente do clube durante o primeiro mandato de Bruno de Carvalho.

«Não ficou claro o que acontecerá a esta Comissão de Gestão caso Bruno de Carvalho e seus pares não sejam destituídos. Relembro que Bruno de Carvalho e restantes membros do CD se encontram suspensos», objectou o Pedro Azevedo nesse dia 16 de Junho de 2018.

 

Todos os órgãos de informação acompanharam esta conferência de imprensa, ao fim da tarde. Todos? Todos não. 

Totalmente dominada pelos fiéis de Bruno de Carvalho, a Sporting TV deu-se ao luxo de ignorar olimpicamente o acontecimento. Num inqualificável e vergonhoso acto de censura. Enquanto os novos gestores do clube respondiam às questões dos jornalistas, os adeptos leoninos viam-se forçados a sintonizar outros canais informativos porque a televisão do clube - ao velho estilo cubano ou soviético - optava por pôr no ar a transmissão repetida do "jogo amigável" Macau-Sporting B, realizado a 21 de Maio

«Assegurar a neutralidade absoluta da Sporting TV, impelindo-a a cumprir os seus deveres informativos perante os sportinguistas e impedindo-a de funcionar como veículo de propaganda dos sete que subsistem da direcção cessante, é estrita obrigação da nova Comissão de Gestão. Ignorar este problema será um erro de que mais tarde muitos dos que agora prometem regenerar o clube se arrependerão», alertei de imediato.

 

Ao princípio da noite, Bruno de Carvalho - evidenciando crescentes sintomas de incontinência verbal - dava uma extensa entrevista à SIC e à SIC Notícias.

O chorrilho de inverdades foi tão extenso, nesta entrevista, que decidi reproduzir algumas delas aqui no blogue.

Cinco exemplos:

«Jaime Marta Soares demitiu-se. E ao nível da lei basta fazer o que ele fez - vir a público nas televisões todas e dizer que estava demitido.»

 «A Comissão de Fiscalização [empossada pelo Presidente da Mesa da Assembleia Geral] está ilegal.»

«Esta Comissão de Gestão não existe.»

«Tudo quanto Jaime Marta Soares fez está ferido de ilegalidades.»

«Infelizmente vai ser feita uma assembleia geral de destituição, que é um julgamento em praça pública, sem que as pessoas se possam defender.»

 

O Ricardo Roque resumiu o estado de espírito de muitos de nós no texto mais conciso mas também mais emotivo desse dia: «ELEIÇÕES, JÁ!»

 

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A voz do leitor

«Bas Dost é um excelente finalizador, mas uma boa proposta de venda não será de desprezar. Pela idade e porque condiciona o jogo da equipa, por falta de mobilidade na frente de ataque. Julgo que com Marcel Keizer tenderá a ficar no banco, entrando na segunda parte, especialmente nos jogos em casa, contra equipas super defensivas, em que seja indispensável um bom cabeceado, tanto nas bolas longas, como na grande área.»

 

José Lima Curral, neste texto do Luís Lisboa

Sempre

Às vezes perguntam-me qual é o segredo para o sucesso duradouro deste blogue, que desde Janeiro de 2012 se tornou uma realidade incontornável, não apenas entre os adeptos do Sporting mas para quem gosta de futebol de maneira geral. Sucesso que os números confirmam: no último ano registámos mais de dois milhões de visualizações.

 

Respondo: é escrever sempre. Não aparecer apenas quando a situação é festiva ou quando há uma crise muito grave no clube. O segredo é estar presente - nas rotinas, no ritmo quotidiano, nos dias aparentemente sem notícias, nas horas boas como nas horas más.

 

Amar o Sporting é isto também.

Faz hoje um ano

 

Triste e negra efeméride: passava exactamente um mês desde o cobarde e criminoso assalto dos jagunços encapuçados à Academia de Alcochete.

O tema, naturalmente, esteve em foco aqui no blogue.

Palavras minhas:

«Seria o dia ideal - com um mês de atraso - para Bruno de Carvalho pedir desculpa a todas as vítimas desta barbaridade. Entre elementos do plantel, equipa técnica, equipa clínica, fisioterapeutas e funcionários do clube. Mas o ainda presidente leonino não tem estatura moral para assumir um gesto desses. Como sabemos, ele é incapaz de reconhecer um erro ou de assumir qualquer responsabilidade, seja no que for.»

 

Neste mesmo dia 15 de Junho de 2018, ficávamos a saber que o Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa ordenara «a imediata entrega e acesso aos cadernos eleitorais do clube» a Jaime Marta Soares e obrigava Bruno de Carvalho a pagar a assembleia geral do dia 23, com custo avaliado em 80 mil euros, ordenando a «execução imediata da providência».

Concluiu o António de Almeida:

«Felizmente que Portugal ainda é um Estado de Direito onde a margem de manobra para aprendizes de ditador é curta…»

 

Numa reflexão de carácter mais geral, vale a pena destacar o que aqui escreveu o JPT:

«Como manter qualquer comunhão com os nazis, os claqueiros, os boçais holigões, que ululam “Sporting” durante as suas verdadeiras missas de adoração ao Demónio, fazendo do estádio o seu perverso templo? Para nosso gáudio, animados com a encenação e o apoio “à equipa”. Que comunhão ter? Como continuar a imaginá-la? Como crer, aceitar, naqueles que me dizem neste momento de crise, “somos todos sportinguistas”, “há que manter a união”. Em nome de quê?»

 

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Faz hoje um ano

 

Elsa Judas, a pessoa que Bruno de Carvalho queria ver no lugar de Jaime Marta Soares na presidência da Assembleia Geral do Sporting, à margem dos estatutos do clube, afinal não constava dos cadernos eleitorais de 2013 e 2017.

Ora, segundo o artigo 53.º, n.º 2, dos estatutos leoninos, «o presidente da Mesa da Assembleia Geral deverá ter pelo menos vinte anos de inscrição ininterrupta como sócio efectivo A, e ter pago ininterruptamente, pelo menos nos últimos vinte anos anteriores à data de eleição, as quotas de valor máximo do escalão de base».

Soube-se isto no dia em que eram conhecidas as rescisões unilaterais de mais três jogadores do futebol leonino: Rafael Leão, Rodrigo Battaglia e Rúben Ribeiro.

Comentário (elucidativo) do presidente: «Isto está uma loucura total!»

 

Entretanto, em nova conferência de imprensa, Bruno de Carvalho mostrou mais do mesmo: insultou jornalistas («vocês não são capazes de dizer a verdade»), destratou comentadores, enxovalhou os sócios («os associados do Sporting podem ter muitos defeitos mas já perceberam que as coisas não são assim como dizem»), fez autênticas piruetas verbais para quase considerar positiva a onda de rescisões de jogadores («se tiramos os jogadores, também há que tirar os salários, ora como os salários são elevados se calhar as coisas não são assim como dizem»), mostrou-se totalmente dissociado da realidade («estamos a negociar com jogadores belíssimos, sem problema nenhum»«vou garantidamente ter uma equipa para lutar pelo título no futebol sénior masculino»).

Falou do seu assunto favorito: ele mesmo. Dizendo-se perseguido por todas as forças ocultas do universo. Eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu...

 

Esqueceu-se, nesse encontro com os jornalistas que durou 70 minutos, de comentar a decisão do tribunal que naquele mesmo dia o havia derrotado em toda a linha. Ao considerar sem fundamentação legal as duas "assembleias gerais" que ele tinha convocado para os dias 17 e 21 de Junho, em flagrante violação dos estatutos leoninos, e ferida de nulidade jurídica a nomeação da putativa "comissão de transição" da irrelevante senhora Judas.

Sublinhava o tribunal: entre as competências do Conselho Directivo, não se inclui a capacidade de convocar assembleias gerais. Esta é uma prerrogativa exclusiva do presidente da Mesa da Assembleia Geral leonina, não havendo lugar a qualquer dúvida nesta matéria.

 

Nessa conferência de imprensa, o ainda presidente do Sporting proferiu esta frase, gaguejante:

«A partir de agora, sempre que um jogador quiser, chega ao pé do... do... do... do presidente e diz: "Presidente, você não quer mesmo que eu vá ali dentro do balneário e cinco ou seis... Veja lá..."»

Dando assim a entender, em capciosas entrelinhas, que os responsáveis pela cobarde agressão em Alcochete que havia chocado o País e o mundo do futebol foram os próprios agredidos.

Tudo isto, note-se, a 14 de Junho de 2018. Na véspera do dia em que se assinalava um mês desde a selvajariaem Alcochete que mudou para sempre a face do Sporting.

 

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A voz do leitor

«Cristiano Ronaldo acrescentou três páginas ao compêndio que vem escrevendo desde os 13 anos. Uma bíblia do futebol com vinte anos escrita com muitas, muitas horas de treino específico com uma dedicação de que não há memória. Quanto ao resto, dêem tempo ao Mantorras, "deixem jogar o Mantorras".»

 

Allfacinha, neste meu texto

Faz hoje um ano

 

Membros da Juve Leo, no "convívio anual" da claque, organizado em Fafe, exibiram uma enorme tarja em "solidariedade" com os detidos pela invasão de Alcochete. «Honra e liberdade - ao vosso lado», lia-se nessa tarja.

Reagi assim, a 13 de Junho de 2018:

«Estes canalhas mantêm-se sócios do Sporting? Continuam a ser apoiados financeiramente pela direcção do clube? Ainda fazem negociatas com milhares de bilhetes que lhes são oferecidos pela gerência leonina? Ninguém lhes pede responsabilidades? Não há uma voz no que resta deste Conselho Directivo que se atreva a demarcar destes javardos? Acharão que é "chato"?»

 

O Pedro Azevedo, num registo sereno e construtivo, deixava uma sugestão para ser aplicada por uma futura direcção leonina:

«O Sporting terá de ser um clube aberto à sociedade civil e que entenda as tendências sociais, económicas, culturais e demográficas dos nossos tempos. Trabalhar essa cultura com os atletas, desde tenra idade, mas também com os sócios e adeptos. Assim, criaria um pelouro da Juventude.»

 

Mas a notícia do dia, no nosso clube, era a suspensão de Bruno de Carvalho e dos restantes membros que ainda integravam o Conselho Directivo, decidida pela Comissão de Fiscalização nomeada pelo presidente da Assembleia Geral. Com efeitos imediatos enquanto lhes eram instaurados processos disciplinares.

Bruno de Carvalho reagiu falando em tentativa de «assalto ao poder» no Sporting e garantindo que iria manter-se em funções.

A propósito disto, comentou o Filipe Arede Nunes:

«O maior problema é que os Tribunais podem não decidir em tempo útil e a cada dia que passa a situação agudiza-se. Não sei se o Sporting tem tempo para isto tudo.»

Enquanto o Francisco Almeida Leite escrevia também aqui no blogue:

«Uma “golpada” é se de alguma maneira ainda conseguir permanecer à frente dos destinos do clube e acabar o seu mandato, depois de tudo o que tem feito de prejudicial ao clube. Isso sim, seria uma “golpada” monumental.»

 

Entretanto, uma senhora de apelido Judas, vinda sabe-se lá de onde e transformada por Bruno de Carvalho em assumida usurpadora das funções do presidente da Assembleia Geral, à frente de uma auto-designada Comissão Transitória, declarava alto e bom som em conferência de imprensa: «Caso haja eleições, Bruno de Carvalho e o seu Conselho Directivo ganham essas eleições.»

Sem sequer fazer um esforço para parecer equidistante.

 

Enfim, um regabofe permanente. Que transformava o Sporting, dia após dia, em notícia pelos piores motivos. Não só em Portugal, mas também além-fronteiras.

 

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A voz do leitor

«Temos mesmo que parar de contratar jogadores que não são claramente melhores que os da nossa formação, e desta vez, em vez de ouvir o discurso das contratações "cirúrgicas", queria muito ouvir "vamos contratar três jogadores" e não contratar mais do que o que está estipulado. Há que ter a fé para acreditar no talento de alguns dos nossos jovens (especialmente Gelson Dala, Francisco Geraldes, Jovane Cabral, Mama Baldé e Max). Não digo jogar sempre mas jogar muitos jogos, alguns até a titulares.»

 

Pedro Batista, neste meu texto

Faz hoje um ano

 

Foi um dia como tantos outros nesse Sporting de há um ano, à beira do colapso. Um dia bem reflectido na quantidade de textos que aqui foram publicados: 34, nesse dia 12 de Junho de 2018. Assinados por 15 autores.

 

Tantos, e com tanta densidade, que só é possível deixar aqui um sumário, necessariamente muito incompleto.

 

Palavras do Filipe Moura:

«Bruno de Carvalho é o único responsável por se ter chegado a esta situação. Provavelmente perdemos o acesso à Liga dos Campeões, de certeza que perdemos uma taça, por culpa de Bruno de Carvalho. Se se confirmar a perda dos jogadores, eventualmente para os rivais, a culpa será toda de Bruno de Carvalho.»

Palavras do António de Almeida:

«Mesmo que alguns ainda persistam hipnotizados, a maioria já acordou do transe, dando conta mal abriram os olhos do cenário de horror em que o clube está mergulhado.»

Palavras do João Távora:

«A maior prova da irracionalidade das claques é terem sovado os jogadores do Sporting e o Bruno de Carvalho ainda circular à vontade em Alvalade.»

Palavras do Edmundo Gonçalves:

«Não batam mais no ceguinho. Para que fique claro e para que ainda se consiga evitar uma clivagem que pode comprometer a existência do clube como o conhecemos, é minha convicção de que terá que haver rapidamente eleições para todos os órgãos sociais.»

Palavras do Pedro Boucherie Mendes:

«Bruno de Carvalho jogou as fichas todas – e mesmo algumas que não tinha – e já perdeu em toda a linha. A sua entrada na Enciclopédia do Sporting está escrita.»

Palavras do Luciano Amaral:

«Quem presidiu ao descalabro de uma equipa de futebol que era competitiva e se desmoronou em poucas semanas; quem presidiu ao ataque a uma equipa de futebol durante um treino; quem presidiu à fuga a custo zero dos cinco melhores jogadores dessa equipa; é profundamente incompetente como dirigente.»

Palavras minhas:

«Estamos sem seis jogadores titulares. Estamos sem os dois capitães da equipa. Estamos sem Conselho Fiscal e Disciplinar. Estamos sem cinco membros do Conselho Directivo. Estamos sem um dos quatro administradores executivos da SAD. E os sete membros da orquestra do Titanic continuam agarrados aos contrabaixos.»

Palavras do João Goulão:

«Que o futuro é de uma incerteza total, ninguém tem dúvidas. O sucesso desportivo da próxima época não se pode pedir. Só peço credibilidade, vontade de servir, e quem vier, que consiga tirar  o clube da situação em que se encontra.»

Palavras do JPT:

«BdC tem uma visão da realidade, do mundo laboral, do seu papel de administrador (que entende como de patrão "à antiga"), que é inadmissível. E, repito, ilegal e imoral.»

Palavras do Francisco Almeida Leite:

«Que País é este que deixa um homem assim à frente de uma instituição centenária de interesse público? Que sócios e adeptos somos nós que deixamos este homem dirigir o clube sem oposição que se veja?»

Palavras do José Navarro de Andrade:

«Estamos numa queda sem fundo onde bater. E amanhã começa o Mundial, este sarilho, que já cansa, sairá da ordem do dia, e daqui a um mês estaremos cheios de nada.»

Palavras do Ricardo Roque:

«Renascer destas cinzas é nossa obrigação. E devolver aos sócios o 1 de Julho como data de aniversário do Sporting Clube de Portugal.»

 

No dia seguinte começaria o Campeonato do Mundo de 2018. Mas para nós, sportinguistas, nem parecia. Só o drama que se vivia em Alvalade nos interessava e preocupava.

 

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A voz do leitor

«Chamo publicamente a atenção para o comportamento de vários jogadores do Sporting, que já publicaram pequeninos vídeos (instastories) ao volante das suas viaturas. A passar a ponte Vasco da Gama, a ultrapassar carros em plena estrada nacional(!), a entrar em rotundas, enfim, absolutamente confrangedor. Com a tendência que o Sporting tem para o pioneirismo, espero que não nos toque uma tragédia que nos obrigue a todos - sociedade - a pôr cobro a este tipo de comportamento. Pelos próprios, por quem com os mesmos se cruza na estrada e pelo exemplo dado a quem os segue nas redes sociais.»

 

CAL, neste texto do Pedro Boucherie Mendes

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