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És a nossa Fé!

O amiguinho da claque

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Esta foi uma das revelações mais significativas, até agora, no julgamento de Alcochete: o modo carinhoso como os jagunços da Juve Leo trataram um jogador, em contraste total com os restantes. O privilegiado foi Rafael Leão, como assegurou o secretário técnico Vasco Fernandes no banco das testemunhas.

«Ele estava à entrada do balneário e até o cumprimentaram. Disseram-lhe: "A ti não fazemos nada, não te preocupes".» Só faltou servirem-lhe chá e torradinhas.

De nada valeu o tratamento de excepção concedido pelos trogloditas àquele leão sem juba que tanto admiravam: mal se apanhou a jeito, o amiguinho da claque aproveitou a confusão e deu um par de coices no clube que o formou. Vegeta agora no Milan, onde só marcou um golito esta época.

Faz muito bem a administração da SAD leonina em manter a participação contra este artolas no Tribunal Arbitral do Desporto, exigindo-lhe os 45 milhões de euros a que tem direito, a título de indemnização, por quebra unilateral do contrato de trabalho. Ao contrário de vários outros, o rapaz Rafael não teve qualquer motivo para alegar justa causa. Como agora ficou confirmado sem o menor rasto de dúvida, enquanto os comparsas dele metem a viola no saco.

A voz do leitor

«Medidas para a nova Direcção em Janeiro (Varandas Parte II)

1- Despachar os três emprestados (Bolasie, Jesé e Fernando);
2 - Resgatar o Daniel Bragança;
3 - Apostar em Pedro Mendes, Jovane, Camacho e Plata;
3 - Tentar colocar algum do entulho comprado (Doumbia, Eduardo, Borja, Neto, Rosier… os que conseguirem);
4 - Gastar dinheiro apenas na contratação de um ponta-de-lança a sério.

Isto seriam medidas que toda a gente aplaudia e apoiava mesmo que não se ganhe nada.»

 

Cardosão, neste meu texto

2019/2020: os marcadores dos nossos golos

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Bruno Fernandes 12 (Braga, Rio Ave, Boavista, PSV, Rio Ave, Aves, Lask Linz, Paços de Ferreira, Rosenborg, PSV, PSV, Gil Vicente)

Luiz Phellype 6 (Portimonense, Rio Ave, Lask Linz, Paços de Ferreira, PSV, Moreirense)

Vietto 4 (Famalicão, Belenenses SAD, Belenenses SAD, Gil Vicente)

Coates 3 (Marítimo, V. Guimarães, Rosenborg)

Raphinha 2 (Portimonense, Portimonense)

Wendel 2 (Braga, Gil Vicente)

Pedro Mendes 1 (PSV)

Bolasie 1 (Rosenborg)

Jesé 1 (V. Guimarães)

Acuña 1 (V. Guimarães)

Mathieu 1 (PSV)

Eles

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Diziam «amar» o clube mas recebiam vantagens financeiras que permitiam a alguns deles viver à grande em troca desse «amor».

 

Chamavam «apoio» às ameaças de morte, aos empurrões, às agressões verbais e físicas.

 

Costumam andar encapuzados e escondem-se atrás de pseudónimos nas redes sociais, como se tivessem vergonha sabe-se lá de quê.

 

Torcem pelas derrotas, não pelas vitórias. Só aparecem à luz do dia quando há um fracasso.

 

No estádio e no pavilhão, fazem coro com os adversários nos assobios e até nos insultos à própria equipa.

 

Chamam «traidores» a quem joga de emblema leonino ao peito e atravessam o País espalhando faixas contra o presidente, para gozo de todos os rivais.

 

Idolatram não os jogadores, mas um antigo dirigente, vivendo em permanente orfandade. Deve ser caso único no mundo do futebol.

 

Construir a casa pelo telhado

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Andam por aí uns senhores a recolher assinaturas para a convocação de uma assembleia geral extraordinária com vista à destituição dos actuais membros dos corpos sociais do Sporting. Não da SAD, que gere o futebol, mas do clube.

Isto no momento em que lideramos os campeonatos nacionais de andebol, voleibol e basquetebol (modalidade reintroduzida no clube por Frederico Varandas), comandamos a Liga Revelação em futebol, seguimos em segundo em futsal e futebol feminino, e mantemos aspirações intactas no campeonato de hóquei em patins, na quarta posição mas apenas a dois pontos do primeiro posto.

 

Devo andar distraído: não detectei nenhuma irregularidade estatutária cometida por estes dirigentes nem muito menos algo equivalente à grosseira violação das normas internas do clube, como aconteceu na triste Primavera de 2018, quando Bruno de Carvalho decidiu criar "órgãos sociais" não previstos nos estatutos para lá colocar uma pequena legião de yes men (e pelo menos uma yes woman, entretanto eclipsada).

Tambem ainda não me apercebi da existência de clivagens nos órgãos sociais. Para já, tanto quanto sei, não se registou nenhuma demissão.

Tão distraído ando que nem reparei sequer em qualquer movimentação de João Benedito - o segundo candidato com mais votos no escrutínio de 2018 e único de todos eles com legitimidade eleitoral para contestar Frederico Varandas.

Ou muito me engano ou Benedito continua remetido ao silêncio.

 

Devo concluir, portanto, que estes cavalheiros das assinaturas pretendem construir uma casa pelo telhado. Algo inaceitável, seja em que circunstância for.

Se querem mudança de poder no Sporting, comecem por apresentar uma alternativa - de preferência com nome e rosto. E, já agora, também com algumas ideias programáticas que funcionem como alternativa ao cenário vigente.

Derrubar só porque sim, ou porque uns meninos das claques estão chateados, ou porque dá jeito a alguém que espreita na sombra, é grossa asneira. Mais uma, a somar a tantas que se vêm sucedendo nestas duas décadas.

Enquanto andarem a acumular telhas sem lançar alicerces, direi como o poeta: «Sei que não vou por aí.» Como ensina a velha sabedoria popular portuguesa, para pior já basta assim.

Pódio: Mathieu, Luiz Phellype, Bruno

Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Sporting-Moreirense pelos três diários desportivos:

 

Mathieu: 18

Luiz Phellype: 17

Bruno Fernandes: 16

Bolasie: 15

Luís Maximiano: 15

Coates: 14

Vietto: 14

Borja: 14

Idrissa Doumbia: 14

Neto: 13

Ristovski: 13

Jesé: 12

Wendel: 12

Camacho: 6

 

Os três jornais elegeram Mathieu como melhor em campo.

A voz do leitor

«Mathieu: classe e profissionalismo até ao último segundo de jogo. Um exemplo. Isto é que é ser sportinguista. Tenho quase a certeza que muitos dos seus colegas no fim deste jogo estavam prontos para fazer outro, tal a falta de intensidade com que jogam. É que jogar para o lado e para trás não cansa, envergonha.»

 

JMA, neste meu texto

No banco dos réus (10)

 

Foi assim o dia 10 do julgamento de Alcochete: marcado pelo depoimento de Mathieu. «Nunca mais esquecerei o medo que senti. Ainda hoje, no final dos jogos, penso nesse dia. Tenho medo que isto volte a acontecer.»

 

O dia 10 do caso de Alcochete: Maximiano, Wendel e Mathieu explicaram terror no balneário e reunião com Bruno de Carvalho, além de deixarem mais pistas.

 

Matheus Pereira

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Soma e segue: mais um golo e três assistências, desta vez na goleada imposta pelo West Albion Bromwich ao Swansea.

Podia brilhar agora no Sporting, clube que o formou. Mas no Sporting não o quiseram: a dupla Varandas-Viana entendeu despachá-lo para longe, num ruinoso empréstimo com cláusula de opção que o clube inglês não tardará a accionar.

Matheus já contabiliza cinco golos e 14 assistências em 18 jogos no Championship, que o WAB lidera. Muito mais do que Jesé, Bolasie, Camacho e Fernando todos juntos.

Afastá-lo de Alvalade, prescindindo dele nesta temporada 2019/2020, configura gestão danosa. Pela qual os actuais responsáveis da SAD leonina terão de responder.

Rescaldo do jogo de ontem

Gostei

 

Da vitória. O mais importante foi conseguido: amealhámos mais três pontos em Alvalade ao vencermos o Moreirense por 1-0. Resultado magro e escasso, que soube a pouco. Mas comparado com outros nesta temporada em que já fomos goleados pelo Benfica e deixámos o modesto Alverca afastar-nos da Taça de Portugal, não podemos queixar-nos. Objectivo mínimo cumprido.

 

De Mathieu. Já me referi a ele aqui: foi de longe o melhor em campo neste Sporting-Moreirense. Destacou-se à frente e atrás. Lançando Borja aos 11', abrindo espaço para um golo que viria a ser anulado por fora-de-jogo milimétrico. Fazendo a bola embater num poste na soberba conversão de um livre directo aos 49'. Cortando de forma irrepreensível um perigoso ataque do adversário aos 64'. E sobretudo fazendo a assistência para o golo de Luiz Phellype, aos 70'. O mais maduro, o mais eficaz,  o mais acutilante: aos 36 anos, é um excelente exemplo para jogadores com metade da idade dele.

 

De Bolasie. Continua a ser um lutador. Nem sempre as coisas lhe saem bem, mas ninguém pode acusá-lo de falta de entrega ou falta de atitude. Actua com muita intensidade nos lances divididos, nunca dando uma bola como perdida. Aos 11' chegou mesmo a introduzi-la na baliza, mas a jogada acabou anulada por milimétrica deslocação de Borja, que fizera o cruzamento. Aos 18', coube ao congolês fazer um centro perfeito, que Bruno Fernandes desperdiçou. Aos 20', de cabeça, obrigou o guarda-redes a uma defesa aparatosa. Não é por ele que o Sporting continua com exibições que estão longe de agradar aos adeptos.

 

Da aposta de Silas em Max. Boa exibição do jovem guarda-redes formado em Alcochete. Autoritário entre os postes e seguro nas saídas, como naquela em que defendeu de cabeça, aos 41'. Aos 22' e aos 66' demonstrou ao técnico que vale a pena continuar a confiar nele. Devemos-lhe também o facto de termos chegado ao fim desta partida sem sofrer qualquer golo.

 

Da entrada de Luiz Phellype. O brasileiro entrou aos 64' e seis minutos depois marcava o golo decisivo, que nos valeu três pontos. Um golo de belo efeito, à ponta-de-lança, com forte cabeceamento (a fazer recordar Mário Jardel). Foi o melhor momento deste jogo, que praticamente só nos deu este motivo de alegria.

 

De ver Battaglia no banco. O argentino não chegou a calçar, mas o simples facto de Silas o ter chamado ao lote dos suplentes já é boa notícia para todos quantos admiramos este jogador e lamentamos que o Sporting há mais de um ano não possa contar com ele.

 

De termos encurtado distância para o terceiro classificado. O Famalicão perdeu com o V. Guimarães e está apenas com mais um ponto que o Sporting. A partir de agora também vemos mais perto o FC Porto, que empatou no Jamor com o Belenenses SAD.

 

 

Não gostei

 
 

De Jesé. Silas voltou a transmitir-lhe confiança ao deixar Luiz Phellype no banco e ao incluir o espanhol no onze titular. Mas o rapper revelou-se presa fácil para a defesa contrária: movimentou-se pouco, lutou ainda menos e foi sempre inofensivo no último passe. Diga o que disser Frederico Varandas, influenciado sabe-se lá por quem, não tem instinto nem gestos de ponta-de-lança. O que colocou o Sporting em notório défice ofensivo neste jogo até aos 64', quando Jesé foi enfim tomar duche e passámos a ter em campo o único avançado posicional do plantel leonino. Não por acaso, o golo surgiu seis minutos depois.

 

Da exibição apagada de outros jogadores. Bruno Fernandes esteve em subrendimento, falhando um número incrível de passes e mostrando-se incapaz de aproveitar os lances de bola parada e de ensaiar até os pontapés de meia-distância a que já nos habituou. Wendel, por sua vez, foi incapaz de imprimir dinâmica na nossa construção ofensiva, empastelando o jogo a meio-campo e rodopiando o tempo todo para chegar a lugar nenhum. E Vietto é desperdiçado a jogar junto à linha quando rende muito mais a movimentar-se na faixa central. Falta mencionar Camacho, que voltou a ter uma oportunidade: entrou aos 79', para render Vietto, mas nada fez de útil, pois foi facilmente neutralizado pela defensiva adversária, que o colocava em sistemático fora-de-jogo. E parece também ter uma relação difícil com o golo.

 

Da lesão de Neto. Desta vez Silas decidiu emparceirá-lo com Mathieu (quarta experiência diferente no eixo da defesa leonina em quatro jogos). O internacional português até estava a fazer uma exibição positiva, mas aos 22' fracturou uma costela na sequência de uma bola dividida no nosso reduto defensivo. Vai estar semanas fora dos relvados.

 

Da ausência de Acuña. O argentino, a cumprir castigo, faz sempre falta ao nosso onze titular - sobretudo na posição de ala, onde prefiro vê-lo jogar: é um desperdício tê-lo como lateral esquerdo. Mas valha a verdade que desta vez Borja cumpriu no essencial. Foi até um dos melhores jogos do colombiano pelo Sporting.

 

Dos falhanços de Luiz Phellype. Devemos-lhe o golo que nos valeu três pontos, é certo. Mas o avançado brasileiro ficou a dever outros golos a si próprio - e à massa adepta do Sporting. Aos 69', bem desmarcado, finalizou com um passe inócuo ao guarda-redes. Aos 77', igualmente bem servido, atrapalhou-se com a bola. E aos 81' voltou a desperdiçar. Falta-lhe aumentar a intensidade e melhorar a pontaria.

 

Do 0-0 ao intervalo. Era um resultado profundamente decepcionante para os 26 mil que acompanhámos nas bancadas de Alvalade este jogo iniciado às 17.30 de domingo. Desta vez ninguém pôde queixar-se do horário: só pudemos queixar-nos do fraco espectáculo desportivo. Merecíamos melhor neste último desafio disputado em 2019 no nosso estádio. O próximo será na recepção ao FC Porto, a 5 de Janeiro.

Mathieu

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És grande, Mathieu.

Aos 36 anos, foste hoje novamente o melhor em campo neste triste e desolador Sporting da temporada 2019/2020.

Se não fosses tu a fazer a diferença, construindo metade do solitário golo leonino com um passe de ruptura aos 70 minutos, teríamos saído do Estádio José Alvalade empatados a zero contra uma turma do fundo do campeonato.

E a segunda melhor oportunidade de marcar neste Sporting-Moreirense saiu dos teus pés, ao apontares de forma exemplar um livre directo fazendo a bola embater com estrondo no poste, estavam decorridos 49 minutos. Sem esquecer que foste tu a fazer um soberbo passe para Borja, logo aos 11 minutos, num lance de que resultaria golo de Bolasie, anulado pelo VAR por um fora-de-jogo de 14 centímetros. Além do soberbo corte que fizeste, aos 64 minutos, abortando um veloz contra-ataque conduzido por Luther Singh.

És o mais velho do plantel, mas ninguém diria. Jogas com o entusiasmo de um jovem que está a começar. Dando assim um louvável exemplo de profissionalismo aos teus medíocres colegas que se arrastam em campo à espera que o tempo se esgote para irem tomar duche. Vários deles passaram os minutos finais a "defender o resultado", com passes lateralizados e à retaguarda, como se o adversário se chamasse Real Madrid ou Juventus em vez de vir de Moreira de Cónegos e jogar naquele momento só com dez.

Deviam ter vergonha.

Tu és diferente, Mathieu. Obrigado.

A voz do leitor

«O plantel está fechado, obviamente, até Janeiro. Sem mais lamentos devemos apoiar quem está e lutar pelos nossos objectivos com aqueles que temos. Para mim, claramente o plantel ficou mais fraco do que o que acabou a época 2018/19. Oxalá os jogadores e o treinador me mostrem que estou redondamente enganado.»

 

Pedro Batista, neste meu texto

«Se quiseres, levo mais para vender»

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«Um e-mail enviado por uma funcionária do Sporting a dois dirigentes da então direcção de Bruno de Carvalho dava o sinal de alerta: "Pelas claques passam milhões e passam muitos criminosos do mundo da noite. Tráfico de droga, prostituição..."

O documento, enviado três dias depois da invasão de elementos da Juventude Leonina à academia leonina, está a ser investigado pelo Ministério Público e faz parte do extenso processo de Alcochete, que se encontra nas mãos da juíza Sílvia Rosa Pires, a que o Expresso teve acesso.

A referência ao tráfico e consumo de cocaína por elementos da principal claque do Sporting está longe de se resumir aos 15 gramas confiscados no sótão da sede da Juve Leo no Estádio José Alvalade, atribuídos ao líder da claque, Nuno "Mustafá" Mendes, e no apartamento de dois dos acusados, em rusgas realizadas pela GNR em Novembro do ano passado.

As trocas de mensagens através do WhatsApp entre arguidos do caso, todos eles ligados à Juventude Leonina, permitiu à GNR perceber os preparativos do ataque realizado contra jogadores e equipa técnica na tarde de 15 de Maio de 2018, mas também como funcionava o circuito de compra e venda de cocaína e haxixe entre os suspeitos.

Na semana que antecedeu a final entre o Sporting e o Desportivo das Aves, no Estádio Nacional, em Maio desse ano, as combinações multiplicaram-se. "Quero quatro gramas para mim. Se quiseres, levo mais para vender. Vou fazer a encomenda hoje, para o Jamor", escreveu um elemento da claque.

Outro adepto lamentava: "Só me sai sangue das narinas. Já bebi três minis e dois traços. Estou com vontade de dar, mas o fornecedor foi dentro."

Antes do jogo contra o Atlético de Madrid na capital espanhola, em Abril desse ano, um outro arguido dava directrizes: "Confirma as encomendas, Mano, quando puderes, 58 euros, 35 capeta, NIB 002..."

Juntamente com a frase foi enviada uma fotografia com um saco de cocaína e um ficheiro de áudio onde se ouve alguém a snifar algo. "Capeta" é um nome de código, muito repetido durante as conversas, sempre que alguém se refere à cocaína. Mas também há quem refira a mesma droga como "falupa".

O envio de números de identificação bancária via WhatsApp era recorrente entre os diversos grupos que contactavam entre si por telemóvel.

"Mandas-me o NIB para te transferir o dinheiro ou preferes que te dê em mão em Madrid?", pergunta outro membro da claque. (...)

A leitura das centenas de mensagens revela que o consumo e tráfico de cocaína parece uma banalidade entre estes adeptos. Um deles, que se encontrava numa festa de aniversário da afilhada, mostrou surpresa por nenhum dos 50 jovens convidados de 18 anos "dar na falupa".

No final da conversa, um sugere: "Temos de passar para o cavalo [heroína]", logo corroborado por outro: "Temos de passar de nível." (...)

Um dos apensos do processo [de Alcochete] é dedicado a elencar o número de crimes de que o grupo de arguidos foi já acusado ou condenado. Quase metade dos acusados tem historial com a polícia, os outros são primários e podem, por isso, ser beneficiados pela juíza, que irá ter em conta a idade precoce de alguns deles. Os crimes de que já foram indiciados são sobretudo de ameaça agravada, furto qualificado e tráfico de droga.»

 

Excerto de notícia do semanário Expresso de hoje

A voz do leitor

«A arbitragem tem o poder supremo, hoje. O da incompetência, da irresponsabilidade e da inimputabilidade. E ainda por cima (os clubes) pagam-lhe para ser assim. É completamente óbvio que nunca foi tão importante para os clubes como actualmente controlar e dominar a vontade pessoal dos árbitros e as suas decisões em campo. A possibilidade de isenção e assumpção da responsabilidade foi amplamente corrompida. Não pelo VAR, mas pelas pessoas e pelas instituições, que se alimentam da falta de cultura desportiva e de responsabilidade do espectador médio. Olhar para o futebol doméstico e para a arbitragem portuguesa é estar a olhar para o lado medíocre do país.»

 

João Gil, neste meu texto

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