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És a nossa Fé!

Ficamos por aqui

14 épocas da história do SCP

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Não há maneiras óptimas de terminar. Mas há momentos bons para pormos ponto final num projecto quando entendemos que corporiza um ciclo que se esgotou após uma sucessão raras vezes vista de triunfos memoráveis. 

Esse momento chega agora, para o És a Nossa Fé. Após 14 épocas muito intensas, de acompanhamento constante da vida do Sporting, com os seus altos e baixos, com as suas luzes e sombras, com as suas ilusões e os seus fracassos. 

E é o melhor momento, para este efeito, porque nenhum de nós conheceu o Sporting tão bem como hoje está, após a conquista do primeiro bicampeonato em 74 anos e da primeira dobradinha desde 2002. Com todas as esperanças renovadas. Com uma novíssima geração de adeptos que já milita aguerridamente pelo símbolo do Leão, de verde e branco.

Podemos dizer, sem falsas modéstias, que demos o nosso contributo. Nos períodos difíceis, nunca deixámos de apoiar. Nas horas de trevas, jamais perdemos a convicção de que todos os obstáculos seriam ultrapassados e voltaríamos a sorrir com a alegria de novos triunfos.

Assim aconteceu.

 

Deixamos aos futuros investigadores da história do Sporting um precioso contributo sobre o que se passou nestes 13 anos e seis meses.

Aqui ficam documentados todos os instantes. Do péssimo ao excelente. Da pior classificação de sempre, com o impensável sétimo lugar alcançado naquela apagada e vil tristeza de 2013, até à brilhante época 2024/2025 que há pouco terminou.

Vimos desfilar alguns vilões e muitos heróis. Aplaudimos Nani, Adrien, Slimani, Bas Dost, Bruno Fernandes, Nuno Mendes, João Palhinha, Pedro Gonçalves, Viktor Gyökeres e tantos outros. Vibrámos também com a conquista do Europeu de 2016, com quase metade do plantel formado por jogadores vindos da nossa academia.

Registámos tudo: mais de 400 jogos do Sporting foram aqui comentados em pormenor e dissecados com a isenção possível, nunca isenta de paixão leonina. Ficam, também esses textos, à disposição da massa adepta que queira recordá-los e dos tais historiadores futuros que não poderão passar à margem deste blogue. 

 

Gostei de conviver com os colegas - muitos dos quais amigos - que participaram comigo nesta caminhada que deu frutos. Os números aí estão, a comprová-lo: 28.600 postais aqui publicados. Com mais de 430 mil comentários. Só no último ano, tivemos mais de um milhão de visualizações

Terminamos em alta, também nisto.

Nem sempre foi fácil gerir a amálgama um pouco anárquica que caracteriza a coexistência entre sportinguistas. Mas também esse desafio acabou por ser superado. E posso concluir que valeu a pena.

Mesmo chegando agora ao fim deste percurso sem ter conhecido pessoalmente vários dos meus acompanhantes neste projecto: António Fresco, Carina Albano, Cristina Torrão, Filipe Moura, Madalena Dine, Vítor Hugo Vieira e Zélia Parreira - além de outros que foram saindo pelos motivos mais diversos.

Da minha parte, o conhecimento pessoal nunca foi critério para ser membro deste blogue. Sempre fiz questão disso.

 

Encerra-se um ciclo, outros se abrirão algures. Com novos nomes, diferentes protagonistas, outros adeptos que gostem de escrever e sintam a necessidade premente de debater as mais diversas questões ligadas ao presente e ao futuro do Sporting.

Este espólio comum fica connosco. E à disposição de quem nos quiser reler. Temos a garantia do SAPO – nosso “senhorio” de sempre – que assim será.

Treze anos e meio de história do Sporting documentados dia a dia. Incluindo períodos traumáticos que superámos com intensa energia anímica, fiéis à convicção de que é mais forte aquilo que nos une do que aquilo que nos separa.

Missão cumprida.

 

Até sempre.

SAUDAÇÕES LEONINAS.

A voz do leitor

«Foi uma honra vir cá, e fico muito triste que o blog acabe. Onde é que no mundo virtual vou afagar as mágoas ou partilhar a alegria, mas mais, diga-se, partilhar as mágoas? Aqui havia atenção a quem comentava, boa educação e nível, o que não é fácil nos dias de hoje. Um bem haja a todos e muito obrigado por me acompanharem a ser Sporting.»

 

Plínio, neste postal

O melhor da história do Sporting

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Estou à vontade: só falei com ele uma vez. Foi em Setembro de 2024, na Ericeira: vi-o passar à minha frente levando pela mão o filho de 4 ou 5 anos, o miúdo ia equipado à Sporting. Tomei a iniciativa de lhe falar, como certamente tantos adeptos já têm feito, cumprimentando-o pelo excelente trabalho à frente do Clube. Ele, com aquele ar tímido que ainda exibe ao fim de vários anos de exposição mediática, limitou-se a dizer que «o mérito é de todos». Lá seguiu com o Santiago, rumo à praia ou ao hotel. 

Primeiro e único contacto.

Nenhum outro nestes sete anos em que escrevi sobre ele, nenhum outro nestes quase catorze anos em que escrevi diariamente sobre o Sporting.

 

Sou totalmente insuspeito para exprimir isto: Frederico Varandas é o melhor presidente de sempre do Sporting. O melhor daqueles que fui vendo chegar e ocupar o cargo - e foram muitos, direi até demasiados.

Os factos falam por si.

Assumiu funções na página mais negra da história do Clube, que estava de rastos no capítulo desportivo, financeiro, anímico, reputacional. Dois terços dos jogadores que integravam o plantel principal de futebol tinham acabado de rescindir contrato unilateralmente. Havíamos perdido a final da Taça de Portugal com o Aves (!). O anterior campeonato fora ganho 16 anos antes, em 2002.

As dramáticas imagens do assalto dos bisontes às instalações de Alcochete estavam bem frescas na memória colectiva: deram a volta ao mundo, para vergonha de todos nós. 

 

Varandas prometeu reerguer o Sporting. E cumpriu. Hoje temos o plantel mais valioso de que há registo no futebol português. O número de sócios e de lugares pagos no estádio é o mais elevado de sempre. Há cada vez mais jovens a assumir com orgulho a militância leonina: toda uma nova geração foi conquistada por talentos como Pedro Gonçalves, Matheus Nunes, Nuno Mendes, João Palhinha, Geny Catamo, Morten Hjulmand, Eduardo Quaresma, Francisco Trincão - e, claro, o incomparável e inesquecível Viktor Gyökeres.

Os factos falam por si.

Nestas seis épocas futebolísticas completas sob a gestão de Varandas, vencemos três campeonatos nacionais, duas Taças de Portugal, três Taças da Liga. Oito títulos. Mais uma Supertaça - e preparamo-nos para conquistar a segunda.

Sem esquecer os campeonatos de andebol e voleibol: somos titulares. Sem esquecer que fomos tetracampeões de futsal. E um campeonato de basquetebol, modalidade em boa hora reintroduzida no Clube. E um campeonato de futebol feminino. Além de duas Ligas dos Campeões de futsal e três Ligas Europeias de hóquei. 

Nada me satisfaz mais escrever neste dia em que o Sporting Clube de Portugal assinala, com legítimo orgulho, o 119.º ano de existência

 

Não admira a sua crescente popularidade entre a massa adepta, que conquistou com obras, não com palavras. Progredindo dos 42,3% iniciais, ao ser eleito pela primeira vez em Setembro de 2018 contra João Benedito e José Maria Ricciardi, até à reeleição em Março de 2022 por números esmagadores: 85,5%, contra dois adversários cujos nomes não fixei.

Se Varandas quiser concorrer a um terceiro mandato, no ano que vem, ninguém se surpreenderá que volte a ganhar por goleada. Prova de que os sócios do Sporting não são ingratos. E sabem reconhecer o mérito a quem o tem - dentro e fora de estádios e pavilhões. 

Sem favor algum, o melhor de sempre. Termino como comecei: estou inteiramente à vontade para escrever isto.

A voz do leitor

«Foi admirável a forma como todos os autores deste blogue souberam transmitir o seu vínculo indefectível ao Sporting, fazendo-o com a arte de quem consegue colocar nas palavras o significado, algumas vezes, conjuntural e com a emoção de quem nunca duvidou de que a Instituição Sporting Clube de Portugal é muito mais do que a soma das vitórias e dos títulos que, naturalmente, nos deixam felizes. A todos, os meus sinceros agradecimentos.»

 

Armando Santos, neste meu texto

Balanço (8)

Os nossos dez textos mais comentados de sempre

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COMPARAR RONALDO A EUSÉBIO

310 comentários

«Com Eusébio, a regra era falharmos o apuramento. Com Ronaldo, a regra é conseguirmos o apuramento. Aos Mundiais de 1930, 1934, 1938, 1950, 1954, 1958, 1962, 1970, 1974, 1978, 1982, 1990, 1994 e 1998 nem lá chegámos. Antes de Cristiano Ronaldo. Aos Europeus de 1960, 1964, 1968, 1972, 1976, 1980, 1988, 1992 nem lá chegámos. Antes de Cristiano Ronaldo. Depois de Ronaldo, não falhámos um.»

16 de Julho de 2024

 

VAMOS LÁ SABER

290 comentários

«Uma vez mais vos pergunto: gostariam ou não de ver Cristiano Ronaldo no Sporting, já em Janeiro, vindo a custo zero do Manchester United

16 de Novembro de 2022

 

O ERRO DE VARANDAS

262 comentários

«Esta minoria activa - cada vez mais mobilizada à medida que se vai reduzindo, como acontece com os negacionistas anti-vacinas e quaisquer outros activistas de seitas fanáticas - declarou guerra sem quartel à Direcção leonina. Nem a pandemia a travou. Nem as conquistas no futebol e nas modalidades conseguiram desmobilizá-la.»

1 de Outubro de 2021

 

HOJE GIRO EU - APOSTA NA FORMAÇÃO

249 comentários

«É uma brincadeira de mau gosto, certo?»

25 de Julho de 2018

 

DEZ REFLEXÕES SOBRE O SPORTING

238 comentários

«Se me perguntarem quem prefiro como seu sucessor, responderei sem hesitar: Amorim deve substituir o próprio Amorim. Ou seja: o treinador do Sporting tem de reinventar-se. Corrigindo teimosias, atenuando obstinações, limando casmurrices. Está em início de carreira, tudo lhe sorriu até agora, falta experimentar o outro lado - menos feliz e sorridente.»

3 de Novembro de 2022

 

QUAL É O VOSSO SEGUNDO CLUBE?

232 comentários

«Vários de nós temos (ou tivemos) um segundo clube. Português ou estrangeiro. Já mais de uma vez falei aqui no meu. Gostava de saber qual é o vosso, quais são os vossos. Daqui ou lá de fora, como quiserem.»

8 de Agosto de 2023

 

AMORIM E O CHARME PARISIENSE

224 comentários

«Este é o preço do sucesso. A SAD do Sporting deve estar preparada para qualquer cenário - também para este, evitando ser apanhada desprevenida. A primeira obrigação dos responsáveis leoninos é reafirmar o apoio ao técnico, que tem contrato até 2024, mas sem ilusões quanto à sua continuidade a longo prazo.»

24 de Maio de 2022

 

BRUNO DE CARVALHO...

218 comentários

« foi absolvido pela justiça portuguesa. Ainda bem, sublinho. Porém deixo a pergunta: Estará absolvido para os sportinguistas? Para mim, a resposta é simples e clara: Não!»

28 de Maio de 2020

 

TUDO MUITO COMPLICADO

212 comentários

«Acabou-se a incerteza: Matheus Nunes sai do Sporting, rumando a Inglaterra, onde integrará as fileiras do Wolverhampton, a equipa mais portuguesa da Premier League.  É excelente notícia para as finanças leoninas, parecendo configurar a segunda maior receita de sempre na transferência de um futebolista em toda a história do Sporting. (...) Mas é péssima notícia para o nosso treinador, que tentou tudo para dissuadir Matheus de abandonar já Alvalade.»

16 de Agosto de 2022

 

ADÁN OU ISRAEL?

208 comentários

«Temos um problema sério. Mais um, nesta época que está a ser de pesadelo. Agora, na baliza. Somando aos que já tínhamos na frente do ataque, no centro da defesa, na ala direita e na posição de médio defensivo - tudo preso com arames, tudo periclitante, tudo rezando para que as contínuas lesões não nos obriguem a ir buscar o substituto do substituto do substituto.»

7 de Outubro de 2022

A voz do leitor

«Só tardiamente tive conhecimento do "És a Nossa Fé". Lamento que tal tenha acontecido, pois tenho a certeza que perdi muito. Contudo, os momentos que desfrutei levam-me a agradecer a todos os autores. (...) O SCP pode subsistir sem o "És a Nossa Fé"? Claro que pode, mas não é a mesma coisa.»

 

Carlos Silva, neste texto do Edmundo Gonçalves 

Balanço (7)

Recordar o nosso plantel no início deste blogue

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Este És a Nossa Fé foi um sucesso imediato. Mal se estreou, no primeiro dia de 2012, tornou-se um dos mais lidos, comentados e apreciados da blogosfera leonina.

Logo ao vigésimo dia, já disparava em audiência graças a um destaque feito pelo SAPO, nosso gentilíssimo senhorio: 7963 visitantes registados em apenas 24 horas. A propósito de uma polémica em torno de Bojinov, jogador de que hoje já poucos se lembram (e nunca seria recordado por bons motivos).

Chegámos ao primeiro mês de vida com mais de 40 mil visitantes. Logo outra controvérsia se seguiu: o inopinado despedimento de Domingos Paciência, substituído por Ricardo Sá Pinto. Ainda durante a frágil e fugaz presidência de Luís Godinho Lopes. 

Acompanhámos dia a dia tudo quanto se foi seguindo, incluindo os processos eleitorais de 2013, 2017, 2018 e 2022. E toda a presidência de Bruno de Carvalho (2013-2018). E o miserável assalto a Alcochete. E o conturbado processo de destituição do presidente que se seguiu. E a gerência interina, assegurada por Sousa Cintra e Artur Torres Pereira. E todas as fases do mandato de Frederico Varandas, que começou vacilante, após vitória tangencial nas urnas contra João Benedito, e foi evoluindo até se tornar o presidente com mais títulos e com o plantel mais valioso em toda a história do futebol português.

 

Continuámos no topo, enquanto outros iam desistindo ou derivado para franjas cada vez mais lunáticas, em contínua negação da realidade.

E assim nos mantivemos até agora, quando o pano está prestes a cair.

 

Chegou o momento de lembrar aqueles que estivemos nos meses iniciais do blogue. Muitos e bons - permitam-me a parcela de auto-elogio. Alguns aguentámos, sem desfalecimentos, estes treze anos e meio bem contados.

Eis a galeria, em jeito de mural:

 

Adelino Cunha

Alda Telles

Ana Torres Pereira

André Peixe

António Figueira

Bernardo Pires de Lima

Constança Martins da Cunha

David Dinis

Eduardo Garcia da Silva

Filipe Moura

Francisco Almeida Leite

Francisco Mota Ferreira

Francisco Teixeira

João Caetano Dias

João Gomes de Almeida

João Távora

João Villalobos

José de Pina

José Manuel Barroso

José Navarro de Andrade

José Pimentel Teixeira

Leonardo Ralha

Luís Filipe Coimbra

Marta Spínola

Paulo Ferreira

Rui Rocha

Tomás Vasques

Zélia Parreira

Eu

 

SAUDAÇÕES LEONINAS

A voz do leitor

«É com tristeza que assisto ao anúncio do fim deste blogue. Apesar de raramente comentar, sou um visitante quase diário. Será que a decisão é mesmo irreversível? Ou irrevogável, como já ouvi em tempos...»

 

Nuno Pinto, neste texto do Edmundo Gonçalves 

Balanço (6)

Merecida homenagem aos leitores deste blogue

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Nenhum blogue tem sucesso sem encontrar amplo eco junto dos leitores, muitos dos quais se tornaram também comentadores. Aconteceu, desde o início, com o És a Nossa Fé. Quem nos lê ajudou-nos a escrever. Dando ideias, indicando pistas, deixando sugestões, suscitando dúvidas, expressando críticas.

Esta interacção levou-me a criar uma secção intitulada “Os nossos comentadores merecem ser citados” logo em Outubro de 2012, tinha o blogue apenas nove meses.

O primeiro a ser destacado foi o Edmundo Gonçalves, que viria a tornar-se autor, a meu convite. Curiosamente, a propósito de um texto aqui publicado pelo Rui Rocha, que anos depois se destacaria como presidente e deputado da Iniciativa Liberal.

 

Passar de comentador a autor viria a suceder com vários outros depois dele, designadamente o Tiago Cabral, o Pedro Azevedo, o Luís Lisboa e – em data mais recente – o Vítor Hugo Vieira, que começou a aparecer em 2020.

Se o blogue prosseguisse, outros saltariam para este lado também. Pelo menos seriam convidados para esse efeito.

Excesso de "democratização", julgarão alguns. Mas a verdade é que sempre pensei assim.

 

Em Agosto de 2017 mudei o nome daquela rubrica diária, passando a chamar-lhe “A voz do leitor”. Designação mais simples, mais clara, mais chamativa.

Vale a pena transcrever na íntegra o primeiro comentário destacado:

«Temos de acabar com a resignação e replicar a garra e querer da nossa equipa feminina: "Não há Desculpas!"
Penso mesmo que este lema deveria ser gravado em tarjas e cartazes, colado nos cacifos de todos os atletas em todas as modalidades e gravado nos fatos de treino e equipamentos: "NÃO HÁ DESCULPAS!"

Penso que teria mais efeito que vídeos motivacionais.»

Esta rubrica viria a durar oito anos. Acompanhando o blogue até ao fim.

 

...................................................................

 

Chegou o momento de mencionar os nomes de mais de 80 leitores/comentadores que aqui marcaram presença habitual ao longo destes 13 anos e meio. Uns chegaram mais tarde, outros foram-se dispersando. Todos acabaram por ser importantes.

Lista muito longe de estar completa: esse levantamento integral implicaria um trabalho exaustivo. 

Aqui ficam, por ordem alfabética, os que seleccionei:

AHR

Ângelo

António Alvarez

António Goes de Andrade

António Luís

António 1969

António Pereira

Armando Santos

Blackrock Lion

Bruno Cardoso

Bruno Matias

Carlos Antunes

Carlos Correia

Carlos Estanislau Alves

Carlos Falcão

Carlos Oliveira

Carlos Santos Silva

Daniel Borges

David Craveiro

David Rodrigues

Diogo Xavier

Fernando

Filipe Simões

Francisco Gonçalves

J. Ramos

JG

JMA

João E. Rabaça

João Galhardo

João Gil

João Gomes

João Paulo Sousa

João Rafael

João Silva

Jorge Luís

Jorge Santos

José Lima

José Luís Cruz

José Vieira

Leão da Cova da Beira

Leão da Estrela

Leão de Lordemão

Leão de Queluz

Leão de Quiosque

Leão de Tondela

Leão do Fundão

Leão do Xangai

Leão 79

Leão Vigilante

Leoa Maria

Leoa 6000

Lina Martins

Luís Barros

Luís Ferreira

Luís Moreira 

Manuel Barbosa

Manuel da Rocha

Manuel Oliveira

Manuel Pinheiro

Maria Inês

Maria Oliveira

Maria Sporting

Migang

Miguel Fernandes

Nelson Gonçalves

Nuno Saramago

Octávio

Orlando Marinho

Orlando Santos

Paula Dias

Paulo Batista

Pedro Batista

Pedro Bragança

Pedro Sousa

Pedro Tarquínio

Plínio

Romão

Rui Pedro Rocha

Rui Miguel

Rui Silva

Salgas

Tiago Oliveira

Ulisses Oliveira

V. Guerreiro

Vasco Matos

Verde Protector

 

....................................................................

 

E como os últimos são os primeiros, no fim destaco dois leitores muito especiais, cada qual no seu género:

Fernando Albuquerque

Manuel Parreira

Acompanharam-nos durante anos, tivemos o gosto de contar com eles. Registando as suas palavras de incentivo e o seu indesmentível sportinguismo. O primeiro residente no Alentejo, o segundo na longínqua Califórnia.

Sportinguistas exemplares, ambos veteranos, mas com mais energia leonina do que outros com idade para serem seus filhos ou netos.

Aqui fica a homenagem, a eles e aos restantes, com as minhas mais calorosas

 

SAUDAÇÕES LEONINAS

A voz do leitor

«Este blogue não devia acabar, pois o nosso clube tem pela frente novos desafios como a conquista do tricampeonato, mas também porque estes novos tempos serão difíceis e nós adeptos, sócios e simpatizantes precisamos de um espaço de união como o És Nossa Fé para extravasar todas as nossas dores desportivas, bem como exultar todas as nossas vitórias e conquistas do nosso Sporting.»

 

Carlos Santos, neste texto do Edmundo Gonçalves

Balanço (5)

Edmundo Gonçalves, vencedor nos prognósticos

Encerrando o balanço do campeonato nacional de futebol 2024/2025, tal como sucedeu nos anteriores, recordo os prognósticos aqui formulados sobre a prestação do Sporting nas 34 jornadas, com indicação dos vencedores em cada ronda - ou ausência deles.

 

9 de Agosto (Sporting, 3 - Rio Ave, 1): João Galhardo, José Vieira, Leão do Fundão e Orlando Santos

17 de Agosto (Nacional, 1 - Sporting, 6): Ninguém acertou

23 de Agosto (Farense, 0 - Sporting, 5): Francisco Chaveiro Reis

31 de Agosto (Sporting, 2 - FC Porto, 0):  Carlos Estanislau Alves, Leão 79 e Manuel Oliveira

13 de Setembro (Arouca, 0 - Sporting, 3): Carlos Silva, Edmundo Gonçalves e Leão 79

22 de Setembro (Sporting, 3 - AVS, 0): Edmundo Gonçalves, Leão de Lordemão e Pedro Batista

27 de Setembro (Estoril, 0 - Sporting, 3): Blackrock Lion e Edmundo Gonçalves

5 de Outubro (Sporting, 2 - Casa Pia, 0): Luís Ferreira

26 de Outubro (Famalicão, 0 - Sporting, 3): Edmundo Gonçalves, Jorge Luís, Leoa 6000, Maria Sporting e Paulo Batista

1 de Novembro (Sporting, 5 - Estrela da Amadora, 1): Marrocos

10 de Novembro (Braga, 2 - Sporting, 4): José Pimentel Teixeira

30 de Novembro (Sporting, 0 - Santa Clara, 1): Ninguém acertou

5 de Dezembro (Moreirense, 2 - Sporting, 1): Ninguém acertou

14 de Dezembro (Sporting, 3 - Boavista, 2): Ninguém acertou

22 de Dezembro (Gil Vicente, 0 - Sporting, 0): Ninguém acertou

29 de Dezembro (Sporting, 1 - Benfica, 0):  Carlos Estanislau Alves

3 de Janeiro (V. Guimarães, 4 - Sporting, 4): Ninguém acertou

16 de Janeiro (Rio Ave, 0 - Sporting, 3): Jorge Luís

25 de Janeiro (Sporting, 2 - Nacional, 0): Luís Ferreira

2 de Fevereiro (Sporting, 3 - Farense, 1): Leão do Fundão

7 de Fevereiro (FC Porto, 1 - Sporting, 1):  Luís Ferreira

15 de Fevereiro (Sporting, 2 - Arouca, 2): Ninguém acertou

23 de Fevereiro (AVS, 2 - Sporting, 2): Ninguém acertou

3 de Março (Sporting, 3 - Estoril, 1):  Jorge Luís, Leão de Queluz, Leão do Fundão e Leão do Xangai

9 de Março (Casa Pia, 6 - Sporting, 1): Edmundo Gonçalves e José Vieira

15 de Março (Sporting, 3 - Famalicão, 1): Leão do Fundão e Scorpion

29 de Março (Estrela Amadora, 0 - Sporting, 3): Edmundo Gonçalves, Leoa 6000, Leão 97, Maximilien de Robespierre, Paulo Batista

7 de Abril (Sporting, 1 - Braga, 1): Ninguém acertou

12 de Abril (Santa Clara, 0 - Sporting, 1): Leãocabril

18 de Abril (Sporting, 3 - Moreirense, 1): Scorpion

27 de Abril (Boavista, 0 - Sporting, 5): Ninguém acertou

4 de Maio (Sporting, 2 - Gil Vicente, 1): Ninguém acertou

10 de Maio (Benfica, 1 - Sporting, 1): Leão 79, Maria Sporting, Maximilien de Robespierre, Only Lions roar as Lions, Verde Protector

17 de Maio (Sporting, 2 - V. Guimarães, 0): Leão 79

 

CONCLUSÃO:

A vitória, nesta temporada, coube a um repetente que cumprimento com muito gosto: o meu prezado colega de blogue e amigo Edmundo Gonçalves. Desta vez triunfador isolado, com seis palpites certos. Destacara-se na edição inaugural, em 2014, mas incluído num grupo de sete - abundância de vencedores que não voltou a repetir-se.

Seguiram-se agora, com quatro previsões correctas, os leitores Jorge Luís, Leão do Fundão (vencedor em 2015) e Leão 79 (co-vencedor em 2022 e 2023).

 

Ninguém acertou em onze jogos, mais dois do que na época anterior. Abrangendo - certamente não por coincidência - as quatro jornadas em que o Sporting esteve sob a precária orientação de João Pereira, que não deixou saudades: uma vitória apertada em casa, um empate e duas derrotas no campeonato.

Quatro partidas ganhas pelo Sporting ficaram em branco. Devido a goleadas que ninguém previu (6-1 ao Nacional na Choupana, 5-0 ao Boavista no Bessa). Mas também às elevadas expectativas que estas cabazadas provocaram nos adeptos: a partir de certa altura poucos concebiam triunfos tangenciais (como a nossa vitória por 2-1 ao Gil Vicente em Alvalade).

 

Destaco ainda, com agrado, as nossas simpáticas leitoras Leoa 6000 e Maria Sporting, cada qual vencedora em duas rondas deste campeonato.

Houvesse um "título" para o melhor desempenho feminino - e seria delas sem sombra de hesitação.

 

Aproveito para recordar que na Liga 2013/2014 houve por cá sete vencedoresBruno Cardoso, Edmundo Gonçalves, João Paulo Palha, João Torres, José da Xã, Lina Martins e Octávio.

No campeonato 2014/2015, apenas umLeão do Fundão.

Em 2015/2016, triunfou o Grande Artista Goleador.

Em 2016/2017, o vencedor foi novamente o José da Xã.

Em 2017/2018, venceu o leitor J. Ramos.

Em 2018/2019, destacou-se o leitor Luís Ferreira.

Em 2019/2020, a vitória isolada foi feminina pela primeira vez, sorrindo à Cristina Torrão.

Em 2020/2021, emergiu um quarteto vencedor: CAL, Carlos Correia, Pedro Batista e Ricardo Roque.

Em 2021/2022, triunfou um trio: Leão 79, Luís Lisboa e Madalena Dine.

Em 2022/2023, destacou-se um duo formado pelo estreante Leão do Xangai e pelo repetente Leão 79.

Em 2023/2024 voltou a registar-se um triunfador isolado: o prezado leitor Paulo Batista.

 

Esta foi a última ronda de prognósticos - uma das marcas distintivas do És a Nossa Fé. Aproveito para agradecer a todos quantos participaram nesta iniciativa, com os seus palpites, ao longo de 12 temporadas futebolísticas do Sporting, contribuindo assim para o sucesso de sempre deste blogue.

Acreditem: é já com alguma saudade que escrevo isto.

A voz do leitor

«Quando Yazalde deixou o Sporting com um rasto de 126 golos em quatro anos, chegou da CUF o Manuel Fernandes, que em estreia fez 30 golos. Em 2003, após uma temporada penosa de Jardel, chegou o Liedson para devolver golos. [Depois] chegaram muitos e bons goleadores: Ricky van Wolfswinkel, Slimani, Bast Dost... Dito isto, chegará um goleador para substituir Gyökeres. [Só] não podemos formatar um clone do sueco, porque isso não o ajudará a ele [nem] a nós.»

 

Jô, neste texto do Luís Lisboa

Balanço (4)

Pódio: Gyökeres, Trincão, Geny

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Em jeito de balanço, aqui fica a lista dos jogadores que receberam a menção de melhores em campo no último campeonato, em resultado da soma das classificações atribuídas por

diários desportivos após cada jornada. Num total de 136 votos.

 

Gyökeres, sem surpresa, foi o jogador mais pontuado pela imprensa especializada em futebol ao longo da temporada que decorreu de Agosto a Maio. Repete a proeza do ano anterior, ampliando ainda mais a distância face aos seus companheiros. O rei dos goleadores do campeonato relegou novamente para o segundo posto o rei das assistências, Francisco Trincão, que havia chegado ao topo na época 2022/2023. 

Todos os jornais lhe atribuíram o primeiro posto. Com Trincão também a suscitar unanimidade no segundo lugar, embora a larga distância - menos de metade dos pontos. Foram agora 28 a separá-los. Há um ano tinham sido 23.

Em qualquer caso, poucos adeptos contestarão estas escolhas. Pelo brilhantismo do craque sueco ao longo de toda a Liga 2024/2025 e pela excelente forma do avançado minhoto, que registou vários momentos de indiscutível brilhantismo. 

 

Face ao balanço anterior, destacam-se as ausências de Paulinho (terceiro há um ano), por ter deixado de integrar o plantel, e Edwards (terceiro em 2023, quinto em 2024), este pelo subrendimento evidenciado até abandonar Alvalade rumo ao Burnley, agora de regresso à Premier League.

Lesionado durante mais de metade da temporada, Pedro Gonçalves desceu de quarto para sexto. Enquanto Morten, inversamente, subiu de sexto para quarto. E Harder, caloiro no plantel, ficou em quinto. Quenda, outro caloiro, foi sétimo.

A maior subida, face ao ano anterior, foi a de Geny. Que em 2024 ficou num modesto nono posto e agora entra no pódio, por mérito próprio.

Eduardo Quaresma, estreante nestas lides, justifica menção especial: recebeu quatro pontos pelo magnífico desempenho no Sporting-Gil Vicente, a duas jornadas do fim, marcando um golo decisivo - o melhor da Liga 2024/2025.

Pelo segundo ano consecutivo, regista-se a ausência de Nuno Santos, quarto classificado na votação da época 2022/2023. Desta vez até se compreende, pois sofreu uma lesão muito grave pouco depois do início do campeonato.

 

O Record foi o único desportivo que não esqueceu dois jogadores nucleares, cada qual a seu modo: Debast e Gonçalo Inácio.

O digital ZeroZero, que figurou pela primeira vez nestes pódios, lembrou-se de Daniel Bragança, elegendo-o como melhor em campo no Moreirense-Sporting. E destacou uma vez Morita, tal como fez O Jogo.

De Rui Silva, Diomande, St. Juste, Fresneda, Matheus Reis e Maxi Araújo ninguém falou.

 

Gyökeres: 51

Trincão: 23

Geny: 13

Morten: 12

Harder: 11

Pedro Gonçalves: 9

Quenda: 8

Eduardo Quaresma: 4

Morita: 2

Gonçalo Inácio: 1

Debast: 1

Daniel Bragança: 1

 

A BOLA: Gyökeres (12), Trincão (6), Geny (4), Morten (4), Harder (3), Pedro Gonçalves (2), Quenda (2), Eduardo Quaresma.

RECORD: Gyökeres (12), Trincão (4), Geny (4), Morten (3), Pedro Gonçalves (3), Harder (3), Quenda (2), Eduardo Quaresma, Gonçalo Inácio, Debast.

O JOGO: Gyökeres (14), Trincão (6), Morten (4), Geny (3), Pedro Gonçalves (2), Quenda (2), Harder, Eduardo Quaresma, Morita.

ZEROZERO: Gyökeres (13), Trincão (7), Harder (4), Geny (2),  Pedro Gonçalves (2), Quenda (2), Morten, Eduardo Quaresma, Morita, Daniel Bragança.

 

Há um ano foi assim: Gyökeres, Trincão, Paulinho.

Há dois anos foi assim: Trincão, Pedro Gonçalves, Edwards.

Há três anos foi assim: Sarabia, Porro, Nuno Santos.

Há quatro anos foi assim: Pedro Gonçalves, Palhinha e Coates.

Há cinco anos  foi assim: Bruno Fernandes, Jovane, Vietto.

Há seis anos foi assim: Bruno Fernandes, Raphinha, Nani.

Há sete anos foi assim: Bruno Fernandes, Bas Dost, Gelson Martins.

Há oito anos foi assim: Bas Dost, Gelson Martins, Bruno César. 

Há nove anos foi assim: Slimani, João Mário, Gelson Martins.

A voz do leitor

«O georgiano vai causar um pequeno/grande problema, porque tem um nome tão grande que é impossivel caber nas costas da camisola: Giorgi Kochorashvili. O marketing do nosso clube tem de ponderar mesmo colocar o nome na manga da camisola porque nas costas não há espaço para quase 20 letras, é impossivel. Mas rebaptizar o rapaz como "Kocho" também não me parece boa ideia, sobretudo para evitar as graçolas brejeiras, [até] porque o Sporting felizmente já nem tem "coxos".»

 

Xavier de Matos, neste texto do Luís Lisboa

{ Blogue fundado em 2012. }

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