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És a nossa Fé!

A voz do leitor

«Patrício e William têm muito mais de cultura leonina que o presidente, têm anos de clube, têm títulos (excepto nos seniores, infelizmente), são campeões europeus e são reconhecidos internacionalmente como sendo dos melhores atletas mundiais nas respectivas posições.»

 

Romão, neste texto do Pedro Azevedo

Os "inimigos"

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O Sporting é dos sócios. Não é de Bruno de Carvalho.

 

Se é vontade dos sócios convocar uma assembleia geral electiva, como sucedeu em Janeiro de 2013, abrindo caminho ao processo que culminou na eleição de Bruno de Carvalho, a Mesa da Assembleia Geral só tem de cumprir essa vontade no prazo estatutário.
Devolver a palavra aos sócios é sempre uma boa notícia. Só os sócios são soberanos no Sporting. Carvalho - que se imagina um Presidente-Sol - é apenas um assalariado da SAD. Muito bem remunerado, por sinal: recebe o dobro do salário do primeiro-ministro.

 

Claro que existe sempre a hipótese de os sócios do Sporting serem "inimigos" do clube. Não seria de espantar, dado o perfil psicológico do presidente leonino.

 

Primeiro os "inimigos" eram os clubes rivais.
Depois, foi a comunicação social - incluindo a que levou Carvalho em ombros durante anos, arrancando-o do anonimato.
A seguir, também os ex-dirigentes - incluindo quase todos os ex-presidentes vivos - passaram a "inimigos".
Sem esquecer os  ex-membros dos órgãos sociais da era Carvalho que renunciaram por discordâncias várias: todos se tornaram igualmente "inimigos".
E o Conselho Leonino, como é sabido, sempre esteve infestado de "inimigos".

 

Entretanto o "inimigo" chamou-se Marco Silva. Octávio Machado, outro "inimigo" - tanto que até foi desconvidado para o casamento que coincidiu com o aniversário do clube e forçou a alteração da data marcada para a "puta da gala".
Manuel Fernandes começou por ser "inimigo", depois deixou de o ser. Mas aposto que em breve será reposta a normalidade: voltará a sê-lo não tarda nada.

 

"Inimigos" são igualmente todos os actuais membros demissionários dos órgãos sociais: Mesa da Assembleia Geral em peso, Conselho Fiscal e Disciplinar quase inteiro (excepto um) e quatro membros do Conselho Directivo.
Todos "Inimigos".

Álvaro Sobrinho, o maior accionista privado da SAD, é um notório "inimigo".

Jaime Marta Soares, escolhido duas vezes por Carvalho para liderar a sua lista à presidência da MAG, passou-se para o "inimigo".

Jorge Jesus - o tal treinador que vinha devolver o título de campeão ao Sporting - tornou-se o mais dispendioso "inimigo". Tal como o seu preparador físico, em fuga do clube após ter sido atacado pelos jagunços em Alcochete - ele também "inimigo".

Assim como todo o plantel - com destaque para o capitão Rui Patrício, que apenas tem 18 anos de percurso futebolístico no Sporting e ostenta ninharias no currículo, como ser campeão europeu em título a nível de selecções e ter sido considerado o melhor guarda-redes do Euro-2016 em França.

 

Apoiantes indefectíveis da primeira hora - e de todas as horas -, como Eduardo Barroso e José Eduardo, são reconhecidos "inimigos".
À semelhança de Daniel Sampaio, ex-mandatário nacional da candidatura de Carvalho - outro que se passou para a barricada do "inimigo".

 

Ninguém ignora que o presidente da Assembleia da República, sócio leonino há 68 anos, é um dos mais insidiosos e perversos "inimigos" do clube.

E até o Presidente da República já demonstrou ser "inimigo".

 

"Inimigo", e dos piores, é o até agora director clínico do Sporting, Frederico Varandas, que acompanhou Carvalho em todo o mandato.

 

Só falta, de facto, decretar que os sócios são "inimigos".

E não serão mesmo?

 

Urge entrar em alerta máximo: o Sporting está infestado de "inimigos".

É preciso ter cuidado com os sócios, estabelecer um cordão sanitário em torno deles para não infectarem a solidez das instituições leoninas - isto é, do presidente do Conselho Directivo e os seis que restam acantonados em torno dele.

 

Cautela, muita cautela: cada sócio pode ser um novo "inimigo".
Teme-se o pior se conseguirem impor a sua vontade.
O mal do Sporting é ter sócios. Quase todos potenciais "inimigos". Ou todos mesmo. Devia haver um artigo qualquer no regulamento para pôr-lhes fim. Só deste modo será possível exterminar tantos "inimigos".

Setecentas visualizações por hora

Até para efeitos de documento futuro, eis os nossos números agregados dos últimos dez dias: 168.158 visualizações registadas no És a Nossa Fé. Significa, portanto, uma média de 16.815 visualizações diárias.

Ou 700 visualizações por hora.

É outra forma de comprovar como os leitores já não conseguem passar sem nós. Fazemos por retribuir: também não conseguimos passar sem quase todos vós. Alguma eventual excepção serve apenas para confirmar a regra.

A voz do leitor

«Bruno de Carvalho desvalorizou consciente e propositadamente alguns dos nossos maiores activos, que são os atletas. Tenho sérias dúvidas que, a partir de agora, haja investidores credíveis dispostos a investir no Sporting. Com esta presidência, dificilmente vamos ter parceiros a investir em patrocínios e/ou publicidade.»

 

J. Tavares, neste meu postal

Os que já saíram

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 Bruno de Carvalho em 2013: muita coisa mudou desde então

 

 

Conselho Directivo

Vice-presidentes:

Artur Torres Pereira (2017)

Vicente Moura (2017)

Vítor Silva Ferreira (2015)

Vogais:

Bruno Mascarenhas (2018)

Rita Matos [suplente] (2018)

Jorge Sanches [suplente] (2018)

 

Mesa da Assembleia Geral

Presidente:

Jaime Marta Soares (2018)

Vice-presidente:

Rui Solheiro (2017)

Eduarda Proença de Carvalho (2018)

Secretários:

Miguel de Castro (2018)

Luís Pereira (2018

Tiago Abade (2018)

Diogo Orvalho [suplente] (2018)

Manuel Mendes [suplente] (2018)

Rui Fernandes [suplente] (2018)

 

Conselho Fiscal

Presidente: Jorge Bacelar Gouveia (2017)

Presidente: Nuno Silvério Marques (2018)

Vice-presidente: Oscar Figueiredo (2017)

Vice-presidente: Vicente Caldeira Pires (2018)

Vogais:

Vítor Vale (2018)

Miguel Almeida Fernandes (2018)

Jorge Gaspar (2018)

Nuno Miguel Santos (2018)

João Peixoto da Silva (2018)

Com ferros mata, com ferros morre

Bruno de Carvalho chegou ao poder através do pedido urgente de uma assembleia geral eleitoral, proposta por mais de mil sócios signatários ao então presidente da Mesa da Assembleia Geral, Eduardo Barroso. Confrontado com esta iniciativa, o então presidente do Conselho Directivo, Godinho Lopes, renunciou ao cargo, abrindo caminho a um processo eleitoral para os órgãos sociais leoninos.

A vida dá muitas voltas: Carvalho vai ser confrontado com um cenário idêntico. A nova assembleia geral já tem data marcada. Será a 23 de Junho. Quem com ferros mata, com ferros morre.

Até já este

 

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Declarações de ontem, à SIC Notícias, daquele que era até agora o maior dos indefectíveis do ainda presidente do Sporting:

 

«Fui um indefectivel de Bruno de Carvalho durante muitos anos. Dei a cara pelas ideias dele. Aprovei tudo quanto se fez de bom no Sporting.

O comportamento de Bruno de Carvalho é inaceitável. E perverso. A forma como ele manipula a verdade, como ele transforma completamente a realidade, é algo que não consigo perceber. Eu não reconheço este homem.»

 

«Bruno de Carvalho escamoteia toda a realidade. Transforma-se em vítima. Ele neste momento é "vítima" dos sócios. Ele fez uma declaração surpreendente: caso seja destituído, vai impugnar a decisão dos sócios. Ou seja, vai enfrentar tudo e todos, impugnando todas as decisões, tentando de todos os meios manter-se.»

 

«Ele quer manter-se no cargo - ele e mais seis pessoas. Estou admiradíssimo com algumas dessas pessoas. Como é que elas ainda permanecem ali? Reconheço que alguns tiveram um trabalho válido durante muitos anos, mas não consigo perceber como é que põem em causa o futuro deles, e das próprias famílias. Porque algumas das decisões que eventualmente venham ser do conhecimento público podem ser consideradas gestão danosa. Eu não gostava que isso acontecesse.»

 

«Estamos perante um grupo de pessoas em negação. Não admitem outra realidade que não seja manterem-se no cargo. Custe o que custar. E vão considerar todos inimigos de Bruno de Carvalho - ainda agora denominou o doutor Varandas de inimigo. porque o doutor Varandas não quis acompanhá-lo. E vamos ser todos inimigos. Eu também vou ser inimigo. Porque quem não estiver com ele é inimigo. Isto é inaceitável. Agora passámos de sportingado a inimigo, é o novo termo. É completamente inacreditável.»

 

«Ele é o causador moral - pelo menos moral - daquilo que aconteceu em Alcochete. Não há outro. Os jogadores não queriam continuar com ele. Quem são os culpados? São os "inimigos"? O treinador não queria continuar com ele. Quem é o culpado? Sou eu? São os sócios do Sporting?!

Sinto-me traído completamente. Sinto-me envergonhado enquanto sportinguista.»

A voz do leitor

«Para se mandar ou gerir uma instituição é preciso saber e ter perfil para desempenhar essas funções e Bruno de Carvalho não mostra ter capacidades humanas e psicológicas para isso.»

 

Leão da Estrela, neste texto do Pedro Azevedo

Vergonhoso

Os jagunços do ainda presidente, depois de terem feito o que fizeram em Alcochete, voltaram a investir. Desta vez no próprio edifício-sede do clube. O presidente da Mesa da Assembleia Geral viu-se impedido de falar aos jornalistas devido aos urros que os grunhos soltavam como se estivessem na selva.

Desrespeitando não apenas a comunicação social mas o representante máximo dos sócios, que teve de ser protegido por agentes da segurança enquanto era alvo dos insultos mais grosseiros e soezes.

Com o País inteiro a ver. Com os nossos inimigos a gozarem o prato. A isto desceu o Sporting. Mais baixo que nunca.

Os sete

São estes os que restam. Agarrados como lapa à rocha, indiferentes à vontade dos sócios, ao caos que reina no clube e ao desprestígio nacional e internacional do Sporting.

Não esqueceremos.

Ficam os nomes, para a posteridade:

 

Bruno de Carvalho

Carlos Vieira

Rui Caeiro

José Quintela

Alexandre Godinho

Luís Roque

Luís Gestas

 

Cada dia mais difícil

«Infelizmente, os acontecimentos dos últimos meses sublinharam a faceta autocrática e sectária do Dr. Bruno de Carvalho, tornando impossível a minha permanência, sob pena de faltar ao meu superior dever de Lealdade para com o Sporting.»

Frederico Varandas

 

A tropa de choque, em desespero, não perde um instante: os peões de brega do autoproclamado "louco" já andam desvairados nos "fóruns" leoninos e nas redes sociais, em tentativas desbragadas de assassinatos de carácter, chamando de tudo a Frederico Varandas, quase sempre a coberto do anonimato.

De "croquete" para baixo. Ontem herói, hoje vilão.

Isto diz quase tudo do legado moral de Bruno de Carvalho no Sporting. Deixa um clube profundamente ferido, dividido, dilacerado por ódios internos e rancores múltiplos alimentados a cada intervenção do "chefe", especialista em lançar litros de gasolina sobre as fogueiras que ele próprio ateou. Ao ponto de hoje já nem se dar ao incómodo de disparar para fora: concentra toda a artilharia nos disparos para dentro.

Tornando cada dia mais difícil a tarefa do seu sucessor.

Mais um

Depois da Mesa da Assembleia Geral em bloco, dos membros do Conselho Fiscal e Disciplinar (menos um), de quatro elementos do Conselho Directivo e do preparador físico Mário Monteiro, chegou agora a vez de Frederico Varandas: o prestigiado director do departamento clínico leonino acaba de anunciar a demissão.

Também ele incapaz de tolerar o manicómio em autogestão em que o nosso clube infelizmente se transformou sob a batuta de Bruno de Carvalho. 

Curvas e contracurvas

Há três anos, Bruno de Carvalho afastou Augusto Inácio do cargo de director desportivo para abrir caminho a Jorge Jesus.

Agora, age às avessas: traz Inácio para afastar Jesus.

Assisto a isto e questiono-me se é maneira séria e credível de gerir um clube.


Como em quase tudo o resto (desistir ou prosseguir no facebook, sentar ou não no banco, apoiar ou não as claques, defender ou atacar os jogadores, cortar relações ou reatá-las com o Porto, convidar e desconvidar Octávio para o casamento, aproximar-se e afastar-se de Ricciardi, garantir que não quer despedir treinadores que acaba por afastar...), o ainda presidente é capaz de tudo e do seu contrário. Desde que lhe dê jeito para se mantar agarrado com unhas e dentes ao umbral da porta.

 

O equivalente àqueles ministros que, contra todas as evidências, insistem em manter-se num Governo quando já não reúnem condições mínimas para continuarem em funções.

A voz do leitor

«Desde os primeiros corpos sociais entre dirigentes, contando com o Conselho Leonino só restam seis ou sete, mas os outros 200 é que estavam todos errados. O Vale e Azevedo também ia ganhando as eleições no Benfica com o clube quase a fechar portas. Sei que os sócios do Sporting não são assim. Só hoje em 10 minutos consegui cerca de 100 votos para pedir a assembleia geral.»

 

António Pereira, neste texto do JPT

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