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És a nossa Fé!

Nani não merecia isto

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O presidente ainda não falou: limitou-se a mandar dizer que só romperá o silêncio na próxima sexta-feira. Nem sequer emitiu duas frases de público alento aos jogadores e à equipa técnica antes do confronto de logo com o Braga. Ao menos para ajudar a compor as bancadas, que deverão estar bastante desguarnecidas. Tal como o plantel, agora sem Montero e sobretudo já sem Nani - decisivo para a conquista da Taça da Liga, há um par de semanas. Justificar a partida do nosso capitão, formado no Sporting e campeão europeu em título, pela necessidade de "poupar dinheiro" à SAD leonina, é culminar com uma pitada de inaceitável injúria este episódio tão pouco edificante.

Nani não merecia isto.

 

O silêncio, num momento destes, dá pasto a todas as especulações. Não falta portanto, entre os que são próximos de Frederico Varandas, quem se apresse a emitir mensagens contraditórias: por um lado sopram-se "notícias" para os jornais garantindo que o holandês está de pedra e cal; por outro, nas redes, já se conclui que o homem afinal não serve. Tudo e o seu contrário. É uma regra básica da comunicação: se quem devia falar se cala, alguém menos qualificado para o efeito acaba por preencher esse vazio.

Acreditam que isto possa dar saúde anímica à nossa triste equipa? Pois: eu também não.

Faz hoje um ano

 

Assembleia geral leonina. Uma reunião magna convocada subitamente por Bruno de Carvalho, a pretexto de fazer alterações aos estatutos e ao regulamento disciplinar do clube, mas que se transformou de modo ainda mais inesperado num plebiscito ao presidente do Sporting, por vontade do próprio, ao exigir que as alterações recebessem a aprovação de uma percentagem mínima de 75% dos sócios.

Dirigindo-se aos adeptos, Bruno de Carvalho exortou-os a «serem leões e não carneiros». Isto menos de um ano após ter recebido uma expressiva luz verde, ao ser reeleito para um segundo mandato por 90% dos votantes.

A pressão resultou: o presidente recebeu novamente 90%, culminando assim três semanas de tensão no universo leonino, com as atenções a desviar-se do rumo da nossa equipa principal de futebol, que nesse mesmo período perdeu a liderança do campeonato.

 

«O presidente introduziu um grave factor de perturbação no clube. A meio da época desportiva, num momento nada aconselhável para o efeito. É uma crise totalmente artificial. Mas não deixa de ser crise. A partir de agora Bruno de Carvalho só pode ser comparado com ele próprio. Bruno II versus Bruno I. Com o sucesso do primeiro mandato a funcionar como padrão de avaliação neste segundo mandato, dure o tempo que durar», escrevi aqui nesse dia 17 de Fevereiro de 2018.

 

«Aconteça o que acontecer, vou continuar a ser do Sporting. Essa é quase a única certeza. Seja qual for o resultado, creio que o Sporting sairá disto mais fragilizado do que estava há um mês, mas cá estaremos e são 111 anos de história e não 5 ou 17», observou o Rui Cerdeira Branco, escrevendo ainda antes de ser conhecido o resultado da votação.

 

«Bruno é um chefe da tal tribo, e precisa, porque quer, do apoio constante, do sufrágio semanal, heptassemanal até, do voto não por telefone (chamada de valor acrescentado ou sms) mas por aplauso, cântico, ululação. É disso que retira o seu ânimo, é esse o ânimo que quer ver e sentir nas hostes», referiu o JPT, em texto irónico, concluindo: «Só sairei do barco, desterrando-me talvez, se vier a saber que ele descura os nossos deuses: que prejudica o clube (como outros o fizeram antes dele, e por isso não lhes cuidamos dos túmulos); que compra jogos (algo contra o qual sempre nos batemos). Mas se ele não os trair, enquanto ele não os trair, a esses nossos deuses ... é o meu chefe.»

A voz do leitor

«No Bonfim entrámos em campo sem um único jogador da formação, entrando depois o Nani. Há 20 anos que tal não acontecia, mas o povo acha bem, continuando a caminhar o clube pelos trilhos da trivialidade que há muito tomaram o destino leonino. Depois admirem-se de um Djaló assinar pelo Milan por acreditar não ter oportunidades.»

 

Filipe Vaz Correia, neste texto do Duarte Fonseca

Ninguém adivinhou

A questão tornou-se irrelevante, mas queria apenas assinalar aqui que Marcel Keizer foi novamente capaz de surpreender os adeptos com a convocatória anunciada para o Sporting-Villarreal: face ao repto que lancei aos leitores, desafiando-os a anteciparem o onze titular, nem um foi capaz de vaticinar quem alinharia de início.

Aqui para nós, mais valia alguns desses jogadores não terem calçado. Começando por Bruno Gaspar (que cedo se lesionou) e Petrovic. Mas isso agora não interessa nada. Há que pensar já é no jogo contra o Braga.

Factual

Balanço dos 14 jogos orientados por José Peseiro antes de ser despedido:

 

9 vitórias

Contra Marítimo (2), Moreirense, V. Setúbal, Feirense, Qarabag, Vorskla, Loures, Boavista

1 empate

Contra Benfica

4 derrotas

Contra Braga, Portimonense, Arsenal, Estoril

 

24 golos marcados, 14 sofridos

 

..............................................

 

Balanço dos mais recentes 14 jogos orientados por Marcel Keizer:

 

5 vitórias

Contra Feirense (3), Moreirense e Belenenses

4 empates

Contra FC Porto (2), V. Setúbal e Braga

5 derrotas

Contra Benfica (2), V. Guimarães, Tondela e Villarreal

 

20 golos marcados, 17 sofridos

Vai mesmo ter de falar

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Para já, é indispensável que Frederico Varandas comunique com os sportinguistas. Ao falar a 1 de Fevereiro, logo após o Sporting ter vencido a Taça da Liga, abriu um precedente. Não faz qualquer sentido permanecer em silêncio agora.

Quando se quebram as regras, altera-se a linha de rumo. E nada volta a ser como era antes: há que enfrentar as consequências.

Ao despedir um treinador à oitava jornada cedendo à pressão dos lenços brancos, o presidente abriu um precedente. De alto risco, como na altura referi.

Ao romper o silêncio num momento bom, o presidente passou a ter a obrigação de falar também nos momentos maus. Não é compreensível que proceda de outra forma.

Faz hoje um ano

 

«O Sporting sempre primeiro», defendeu o José da Xã num texto aqui publicado faz hoje um ano. Concretizando desta forma:

«Nada na vida acontece sem um enorme esforço. Muito menos no Sporting onde toda a gente tem, e bem acrescente-se, opinião. Sabemos que muitos sócios têm para a palavra dedicação ao Sporting um significado diametralmente oposto aos interesses do clube. Mas faz parte da vida e mais tarde ou mais cedo a verdade virá ao de cima. Ao mesmo tempo há outros adeptos e sócios que olham para a nossa casa e sentem tal devoção que se sacrificam pelo clube, dando muitas vezes a cara por uma filosofia de vida sem dele receber a compensação devida. Finalmente sinto que este Sporting está serenamente a construir uma renovada identidade que nos levará mui brevemente à tão desejada glória

 

Numa óptica diferente, atestando o pluralismo do nosso blogue, o António de Almeida escrevia estas linhas também nesse dia 16 de Fevereiro de 2018:

«Se a condição para Bruno de Carvalho permanecer é retirar aos sócios o poder de criticar ou divergir livremente do rumo traçado pela direcção, se o cumprimento do mandato depende de ser aclamado em Assembleia Geral por uma massa acéfala, então que se vá. O Sporting Clube de Portugal é demasiado grande para ser utilizado como vaidade pessoal seja de quem for.»

 

No dia seguinte, realizava-se uma assembleia geral do Sporting. Com Bruno de Carvalho a lançar este repto aos sócios: ou votariam as alterações estatutárias que propunha por uma maioria de 75% ou abandonaria de imediato as funções, fazendo cair todos os órgãos sociais e lançando o clube numa enorme turbulência.

A voz do leitor

«Desculpem a pergunta, mas Keizer é treinador do SCP? É que a mim parece-me que não, e passo a explicar: na conferência de imprensa olhei para o senhor e não consegui ver nada que o identificasse com o nosso clube. Nem gravata verde, nem emblema, nem boné... Nada! Olho para outros, que mostram com orgulho o emblema no blusão. Dirão: isso é coisa menor. Eu direi: são estes pequenos/grandes pormenores que fazem a diferença.»

 

Pedro Wasari, neste meu texto

Pódio: Coates, Bruno Fernandes, Raphinha

Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Sporting-Villarreal (0-1) pelos três diários desportivos:

 

Coates: 15

Bruno Fernandes: 14

Raphinha 13

Ristovski: 13

Salin: 12

Luis Phellype: 11

Jovane: 11

André Pinto: 11

Bas Dost: 11

Miguel Luís: 11

Wendel: 10

Petrovic: 10

Bruno Gaspar: 8

Acuña: 7

 

A Bola  elegeu   Bruno Fernandes  como melhor jogador em campo. O Record  optou por  Coates. O Jogo escolheu Raphinha.

Faz hoje um ano

 

Boa notícia para os adeptos leoninos, naquele dia 15 de Fevereiro de 2018: o Sporting vencia por 3-1 o Astana, na capital do Cazaquistão, com golos de Bruno Fernandes (de grande penalidade), Gelson Martins e Doumbia. O avançado marfinense marcou ainda outro golo limpo, erradamente anulado por putativo fora-de-jogo que todas as imagens televisivas desmentiram.

«Com VAR ou sem VAR, Doumbia arrisca-se a passar à história como o melhor marcador de golos mal anulados pelos árbitros, à semelhança do ocorrido com Montero na época 2013/14, em que o colombiano, depois de um início fulgurante, viu prolongada a seca de golos com três golos mal invalidados», escreveu o Pedro Azevedo.

Mesmo tendo sido roubados pelo árbitro, este resultado abria-nos todas as perspectivas de passagem à fase seguinte da Liga Europa: ninguém imaginava a equipa adversária a marcar três golos sem resposta na segunda mão dessa eliminatória, a disputar daí a uma semana em Alvalade.

Naufrágio colectivo

O jogo que há pouco terminou começou a ser perdido ontem, na conferência de imprensa de lançamento deste desafio da Liga Europa, quando Marcel Keizer disse que o Sporting «não tinha obrigação» de seguir em frente na competição. Necessitaria, para tanto, de vencer em casa o Villarreal, penúltimo classificado do campeonato espanhol, que acaba de interromper no nosso estádio um duro ciclo de dois meses sem triunfos.

Não apenas perdemos a partida. Fizemos também uma exibição medíocre, ressalvando-se dois desempenhos positivos: Coates e Bruno Fernandes, incapazes de remar contra o naufrágio colectivo. Nada que surpreenda, afinal: a equipa arrastou-se no relvado em sintonia com as palavras abúlicas e conformistas do treinador, que nos últimos sete jogos só uma vez foi capaz de conduzir o Sporting à vitória.

Faz hoje um ano

 

Tinham ficado definitivamente para trás os tempos empolgantes da temporada futebolística leonina 2017/2018, em que chegámos a figurar na liderança do campeonato. A partir do momento em que Bruno de Carvalho se sobrepôs a tudo e todos, tornando-se foco de notícia dia após dia, a nossa equipa começou a parecer deprimida e a recuar no rumo vitorioso que antes prosseguia.

 

Neste contexto, publiquei aqui um breve "editorial" no dia 14 de Fevereiro de 2018, Quarta-Feira de Cinzas, numa espécie de ponto da situação.

Passo a transcrevê-lo:

«Oiço e leio por aí gente apostada em dividir os sportinguistas, fragmentando-os entre bons e maus consoante as opiniões que emitem. O que é grave. E preocupante, sobretudo nesta fase crucial da temporada desportiva, em que o apoio de todos aos nossos jogadores e atletas jamais será em excesso. Acontece que não há "verdadeiros sportinguistas". Há sportinguistas. Ponto. No Sporting Clube de Portugal nunca vigorou nem vigorará o delito de opinião.»

 

Apesar dos abalos registados, permanecíamos em luta pelo campeonato e ainda em jogo na Liga Europa. Com o treinador Jorge Jesus a declarar: «Em Portugal, o campeonato é sempre a prioridade e para nós também. Mas nós não vamos rejeitar a possibilidade de chegar à final da Liga Europa. Queremos ir o mais longe possível.»

O Francisco Chaveiro Reis mostrou-se satisfeito com estas palavras, justificando-as assim: «O Sporting, tantos milhões depois, não se pode queixar de jogar duas vezes por semana e tem jogadores de qualidade suficiente para ir até ao fim. Mesmo com Milan, Dortmund, Atlético, Lázio ou Nápoles em prova.»

 

Entretanto, numa demonstração do saudável pluralismo existente no És a Nossa Fé, o José da Xã fazia aqui a defesa do presidente do Sporting.

Nestes termos:

«Sempre que sou abordado por um adepto de um clube rival a primeira pergunta que me fazem é: gostas do teu Presidente? A esta questão, e independentemente de alguns apontamentos públicos que já fiz à postura de BdC, a minha resposta tende a ser sempre a mesma: claro que sim! E afirmo-o com a sinceridade a que os meus anos de vida e de sócio me obrigam. Será bom relembrar que o Sporting, com o actual Presidente, renasceu das cinzas para onde alguns dirigentes do clube e não só o haviam atirado.»

Qual será o onze titular?

Eis os jogadores que Marcel Keizer convocou para o jogo de hoje, em Alvalade, contra o Villarreal para a Liga Europa:

 

Guarda-redes

Renan, Salin

Defesas

Acuña, André Pinto, Bruno Gaspar, Coates, Ilori, Ristovski

Médios

Bruno Fernandes, Gudelj, Miguel Luís, Petrovic, Wendel

Avançados

Bas Dost, Diaby, Jovane, Luiz Phellype, Raphinha

 

Lanço a partir de agora o repto aos leitores: na vossa opinião, qual será o onze titular escolhido pelo técnico holandês para esta partida, que tem início às 20 horas?

Os melhores prognósticos

Cinco palpites certos na antevisão do resultado do Feirense-Sporting feita aqui no blogue. Registo o nome, o pseudónimo ou as iniciais de quem antecipou o resultado correcto: Ambrósio Geraldes, António de Almeida, CAL, Cristina Torrão e Leão de Queluz.

Aplicado o critério de desempate, relativo aos marcadores dos golos, o grupo reduziu-se de cinco para três. Eis, portanto, quem subiu desta vez ao pódio: CAL, António de Almeida e Leão de Queluz.

Parabéns pela pontaria.

A voz do leitor

«Li o que lá vinha escrito [no jornal Record] e nada vi que não tivesse acontecido. Inclusive a falta da pouca vergonha, que os jogadores e o treinador do FCP demonstraram, pois de repente caiu-lhes o verniz. É inadmissível fazerem aquela triste figura, pois saber perder também é uma virtude. Não nos podemos queixar das atitudes dos adversários e fazermos a mesma porcaria.»

 

Fernando Albuquerque, neste meu postal

Faz hoje um ano

 

A quatro dias da assembleia geral que quis convocar inopinadamente, exigindo o apoio expresso de pelo menos 75% dos sócios para não abandonar a presidência do Sporting, Bruno de Carvalho permanecia no olho do furacão. Indiferente aos prejuízos que isso causaria ao clube em geral e à equipa de futebol em particular.

O que suscitou compreensíveis reflexões aqui no blogue, nesse dia 13 de Fevereiro de 2018.

 

Escreveu o Pedro Azevedo:

«A união do clube é importante, indiscutivelmente. Dir-se-ia até que dificilmente o clube poderia estar mais unido, tal o resultado do último plebiscito eleitoral. Não podemos é confundir união com unanimismo, até porque dessa forma estaríamos a castrar as ideias, a paixão e o entusiasmo de muitos de nós. Isso, só nos regimes totalitários é possível. E nós não queremos isso no nosso clube.»

 

Escreveu o Edmundo Gonçalves:

«Não sou nem estou ressabiado. O "devaneio" do presidente ao referir o Grupo do Império como oposição à sua presidência, sem qualquer sentido, não me incomoda nem me tolda o discernimento, por isso não questiono a sua legitimidade para continuar o mandato, ainda que as propostas não sejam aprovadas, o que me parece pouco plausível, já que essa eventual e pouco provável reprovação não competirá com o actual mandato. Os dirigentes terão assim muito tempo para voltar a propor as alterações, caso sejam rejeitadas.»

 

Escreveu o Rui Cerdeira Branco:

«Se a actual direcção continuar a alienar associados válidos, empenhados e que até os apoiavam, com a ligeireza com que enfia alguns críticos no saco dos proscritos e candidatos a expulsão, não só dificilmente os recuperará como apoiantes como irá continuando a ver a sua base de apoio erodir-se, pondo em risco aquele que é um legado positivo que qualquer sócio e adepto que ama o Sporting consegue reconhecer e valorizar.»

 

Escrevi eu:

«Tenho ouvido alguns sportinguistas, por estes dias, invocar a necessidade de apoio incondicional a Bruno de Carvalho pois só assim se consegue "limpar a casa". Esta frase, para mim, não faz o menor sentido. Isto significa o quê? Que ao fim de cinco anos o Sporting tem uma "casa suja"? (...) Gostaria que estes apoiantes incondicionais do presidente deixassem de disparar para dentro e de ver inimigos em toda a parte e de repetir com ele que o Sporting é um ninho de lacraus e que o clube está em crise há 112 anos. Frases como estas são música para os ouvidos dos verdadeiros inimigos do Sporting.»

Enganei-me

Pensava eu que, após a humilhação de que o clube foi vítima, até com ecos além-fronteiras, os responsáveis do Nacional iriam avançar com nova equipa técnica e novos jogadores para substituir aquele bando de abéculas que embrulhou dez no bornal.

Afinal, enganei-me: vão antes «avançar com queixas-crime» a quem, exercendo o livre direito à crítica, os verberou pela inenarrável postura em campo.

Adoram ser vergastados, estes totós. Depois da derrota em campo, aguarda-os a derrota nos tribunais. Outra cabazada em perspectiva.

Pontapé para baixo

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Alguns pensarão de maneira diferente, mas eu resolvia o problema desta forma: equipa que perdesse por 10-0 ou uma diferença ainda maior, perante um rival pertencente ao mesmo escalão do futebol português, seria logo despromovida ao escalão imediatamente inferior.

Fala-se tanto na necessidade de promover a verdade desportiva. Aqui fica esta sugestão.

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