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És a nossa Fé!

Amanhã, em Alvalade

Espero ouvir e cantar "Campeões,  Campeões,  nós somos Campeões!!!". Foram poucos os jogos em casa a que não assisti esta época e raramente cantámos isto, quando devia abrir e fechar todos os jogos.  Já que amanhã será,  previsivelmente, o último jogo em que podemos dizer isto, que me dizem? Cantamos?

A formação

Os meninos do pólo EUL (sub 12) disputaram ontem a final do Trophee des Etoiles, em Montpellier, tendo infelizmente sido derrotados, ficando pelo 2° lugar.

Neste torneio, que juntou mais de 60 equipas, participaram também os jovens da formação do FCP  que alcançaram o 5° lugar, e do SLB, que se ficaram pelo 18° lugar.

Parabéns aos jovens atletas do Sporting Clube de Portugal!

O futuro é verde

Se ainda não acompanham o Backstage Sporting,  não sabem o que perdem. São vídeos curtos, produzidos pelo talento do André Igreja, com uma banda sonora escolhida a dedo e muito Sportinguismo.

Confesso que um dos rituais de cada jornada já é esperar pelo backstage  no dia seguinte. O do jogo de ontem já saiu e pode ser visto aqui: https://youtu.be/GwrIDeOiPIg

Neste, dois detalhes chamam a atenção.  O primeiro  é  que cada vez mais um jogo em Alvalade é um momento e um lugar de família e isso é bonito de ver. Tão bonito como o segundo detalhe: os abraços dos jogadores veteranos a dar força e coragem ao miúdo de 16 anos que vai entrar em campo pela primeira vez como titular da equipa campeã nacional. Estamos a construir futuro!

Coisas dispersas

1.

Rúben: acalma os rapazes. No ano passado tivemos várias vitórias nos últimos minutos. Todos, incluindo os rapazes, sabíamos que o golo chegaria, sobretudo porque a equipa jogava com segurança, união e alegria. Hoje vemos uma ansiedade enorme, um nervosismo que tolda o raciocínio e a espontaneidade. O maior exemplo disso é Pedro Gonçalves. Tranquilo é uma máquina de fazer golos, pressionado é uma lesão em potência. 

2.

(Parece contraditório mas...) Rúben: o objectivo é marcar golos na baliza. Lateralizar e lateralizar e lateralizar é engraçado, desconcentra o adversário, mas não marca golos. 

3.

Rúben: nunca discutas com um porco. Ele enche-te de lama e ganha-te pela experiência em chafurdar.

4.

Rúben: agora é que estás realmente a ver o que é estar deste lado. Não imaginavas que isto fosse mesmo possível, não é? Mas eu acredito que tu podes ser a pessoa capaz de dar a volta a isto, por duas razões: pelas tuas capacidades e porque a vida é feita de ciclos e tu chegaste no momento certo para preparar um Sporting forte,  apto para a mudança de ciclo que se avizinha. 

5.

Enquanto o Pepe fizer parte da selecção nacional, reservo-me o direito de não a apoiar. Mas podem contratá-lo para "achador" de objectos, já que encontra as coisas mais inusitadas no relvado. Imagino que ande à procura de um pouco de decência, mas já a perdeu há tanto tempo, duvido que a recupere.

6.

Entretanto, o Palhinha ficou a ver os outros todos a jogar.

7.

Perder e sair do Estádio com orgulho não é para todos. É só para quem joga contra quem não traz nada de positivo aos valores do desporto. Aconteceu ontem.

8.

Claques que "apoiam" o clube com comportamentos que sabem que vão resultar em multas e penalizações para o Clube que tanto "amam" são fenómenos que não consigo compreender. 

9.

Sábado lá "estou outra vez".

 

Nunca será só futebol

O Bom

Lembram-se do slogan do Barcelona, a tentar criar comunidade? Més que un club/Mais que um clube.  Lembram-se da ideia de “nação” em torno de um clube, uma equipa?

São estratégias inteligentes de marketing e de liderança, completamente esmagadas pelo que aconteceu ontem à noite em Alvalade. De forma espontânea, 5 golos depois de vermos pulverizadas todas as esperanças, mais de 48 mil vozes fizeram-se ouvir durante várias minutos, em apoio à equipa. Repito: em apoio. Estamos juntos, Onde vai um vão todos, Estamos sempre convosco, Nós acreditamos em vocês, esteve tudo ali, naqueles minutos intermináveis de festa e alegria em volta de uma equipa que nos devolveu o sonho.

Não adianta explicar aquele momento a adeptos de outros clubes. Nunca compreenderão. Gozam connosco, acham que nos contentamos com a mediocridade e outras conclusões que tiram a partir do que sabem. E é aí que está a questão. Eles não sabem, nem nunca saberão. Sem ofensa nem desprimor, porque o contrário também se aplica. Para nós há tanto que é incompreensível noutros clubes…

Não posso ignorar o papel de um Homem específico em tudo isto: Rúben Amorim (“Rúben quem…?” disse eu, quando ele foi contratado). Isto já foi tão discutido e analisado que nada do que eu possa dizer acrescenta algo novo. Ainda assim, permitam-me que agradeça, mais uma vez, pelas alegrias e pela esperança. Permitam-me que agradeça o que vi, ouvi e senti ontem à noite, em Alvalade. Obrigada, Rúben!

Felizmente, estive lá, até vi o jogo ao lado do célebre Xandão e fiz parte daquele coro extraordinário e emotivo.

 

O menos Bom

Nem sequer foi o resultado. A sério, alguém esperava ganhar? Daquela festa inesquecível que vou contar aos meus netos e a toda a gente, a única sombra que trago da noite de ontem – e de outras tardes e noites - é a de não saber que Sporting seremos quando o clube ficar órfão deste Treinador.

 

O melhor

Nota pessoal: mais uma vez, Alvalade foi oportunidade, tempo e lugar para estar com os meus filhos. Umas horas extraordinárias, a meio da semana, todos confluímos do sítio onde nos encontramos até àquela que também é a nossa Casa. Um privilégio.

Contar a história

A página "Mentalidade Leonina" chama a atenção para a dualidade de critérios na capa do "Dia seguinte" d'A Bola.

Por acaso, até acho que estas capas estão adequadas e retratam muito bem a realidade.
 
Vejamos:
 
1. 15 de maio de 2018 foi efectivamente o dia mais negro da história do Sporting. Nunca nada semelhante se tinha verificado e nenhum Sportinguista quer ou admite a hipótese de algo tão negro voltar a ocorrer.
 
2. No outro lado da segunda circular está tudo tranquilo, preferem jogar rapidamente o lixo para debaixo do tapete e até aplaudem o novo gestor que, como diz Ricardo Araújo Pereira, faz parte da direcção que acompanhou LFV e logo, "há as hipóteses de [ser] cúmplice, conivente e a menos grave: a de totó".
 
Eu prefiro encarar a verdade. Foi mau, foi horrível, foi o dia mais negro e desejei muito que a justiça actuasse e fosse célere para podermos recomeçar. Jamais perdoarei o que fizeram ao Sporting.
Se do outro lado assobiam para o lado e batem palmas ao líder cumplice/conivente/totó, é lá com eles. Amanhem-se e boa sorte.

 

Carta ao meu Pai

Pai

Ganhámos.

O Sporting é campeão. Entre tantas coisas que nos separavam, o Sporting era mais uma delas. Porquê, para quê, que necessidade tinha eu de ser diferente?

Em casa nunca se falava de futebol. A mãe é que é a Benfiquista, tu... querias paz. E eu, que via aqueles rufias a massacrarem a malta à segunda-feira, na escola, nem pensei duas vezes. Escolhi ser Sporting. Mas, como em tantos outros assuntos, nunca falámos. Tu não me compreendias e eu achava-me incompreendida.

Não foi a conversão das minhas irmãs que te convenceu. Foram eles, os fabulosos cinco netos a quem tu deste tudo. E depois, o Zé Maria, que te ocupava os momentos de lucidez dos teus últimos dias, para me fazeres prometer que o levava a Alvalade a ver o Sporting. Levei, fomos.

Ficavas tão feliz por nós. Fazias aquele sorriso envergonhado e passavas o indicador ao lado do nariz, prometendo sempre: "Quando o teu clube ganhar o campeonato, mudo-me para o Sporting!"

Nunca conheci ninguém que honrasse tanto a sua palavra como tu, Pai. Por isso, estejas onde estiveres, Bem-vindo ao Sporting Clube de Portugal! Somos Campeões!

"e a gente levanta-se, pois pudera, sempre"!

Tiveste jeito, como qualquer de nós,
e foste campeão, como qualquer de nós.
Que é a poesia mais que o boxe, não me dizes?
Também na poesia não se janta nada,
mas nem por isso somos infelizes.
Campeões com jeito
é nossa vocação, nosso trejeito.
Esperam de 1 a 10 que a gente, oxalá, não se levante
– e a gente levanta-se, pois pudera, sempre.
Mas do miudame levámos cada soco!
Achas que foi pouco?
Belarmino:
quando ao tapete nos levar
a mofina,
tu ficarás sem murro,
eu ficarei sem rima,
pugilista e poeta, campeões com jeito
e amadores da má vida.

Alexandre O'Neill

As cadeiras verdes

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A partir de 2 de maio, tem início o processo de substituição das cadeiras coloridas por cadeiras verdes, com algumas zonas a branco, para inclusão de lettering alusivo ao Clube.

Aspiração antiga dos Sportinguistas, a substituição decorrerá em duas fases e estará terminada em 2022.

Posso fazer um pedido? Podem repintar as escadas de um verde menos folclórico? Eu sei que o facto de o verde estar a cobrir o amarelo tem impacto na cor final, mas... é feio, pronto.

 

(imagem retirada da página do Sporting Clube de Portugal no Facebook)

Crónica de uma noite de futebol sobre um tapete de Arraiolos

Tudo preparado. Fui buscar o tapete de Arraiolos que estou a fazer, porque preciso de estar ocupada durante os jogos, senão os nervos acabam comigo. Às 20h00 liguei a SportTv, contrariando as minhas superstições.

Vi o primeiro amarelo de Gonçalo Inácio e comecei a ficar sem vontade de nada. Aos 18 minutos, a expulsão. A minha superstição de não ver os jogos na tv falou mais alto e mudei de canal. Não sei para qual, não sei muito bem o que fiz durante o resto do tempo, a não ser que fui ao facebook despedir-me do campeonato. Estava absolutamente desolada.

Ao intervalo recebi a notificação no telemóvel e senti a esperança a reacender. Ai, ai... se eles se estão a aguentar, talvez... talvez!

Mais de meia hora depois, a notificação. Li três vezes antes de saltar do sofá, para ter a certeza de ter compreendido bem. O golo era mesmo do Sporting!

Não sei bem o que aconteceu nos minutos seguintes. Lembro-me de me levantar e voltar a sentar várias vezes. Várias pessoas me ligaram para me dar a notícia, porque sabem que eu não tenho o hábito de ver os jogos. No facebook, uma amiga perguntava-me se ainda respirava. Respirava, sim, mas o relógio não andava. Actualizei o telemóvel uma vez e outra e outra, os 90 minutos não tinham fim. Finalmente a notificação: Terminado.

Que loucura! Mais telefonemas, mensagens, uma alegria tão saborosa!

Só o tal tapete de Arraiolos é que nem sequer foi desdobrado. Nem um ponto dei. Mas os três pontos que vieram de Braga valeram por tudo!

Dário

30 pontos em disputa
10 pontos de avanço sobre o 2.° classificado
Faltam 21 pontos para atingir o impossível.

Nota pessoal: o meu filho é trabalhador-estudante. Exerce funções no pólo EUL, como secretário técnico das equipas. Iniciou as suas funções em 2016, como estagiário do Curso de Técnico de Gestão Desportiva que frequentou no Sporting. O escalão com o qual trabalhou nesse primeiro ano, era o dos 11-12 anos e tinha um menino chamado Dário Essugo. Ontem foi uma noite muito emotiva, para o Dário e para quem acompanhou o seu percurso. Estão de parabéns todos os que, na estrutura de formação do Sporting, conseguem mudar a vida destes miúdos. 

#VocesSabemLa
#ParaTeVerSempreNaFrente
#OndeVaiUmVaoTodos

Pedido de ajuda

Hoje escrevo por uma razão bem diferente da habitual e espero que não me levem a mal.

O Miguel é um menino de 6 anos, grande Sportinguista, filho e neto de Sportinguistas. Conheço bem esta família, desde a infância, são genuinamente boas pessoas.

 O Miguel sofre de uma doença rara e complicada. Só um transplante de medula pode salvar-lhe a vida. Se puderem ser dadores, por favor, ajudem.

#OndeVaiUmVãoTodos 

 

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Mais informação: https://www.facebook.com/Todos-com-o-Miguel-102362165156215/

O campeonato fora das quatro linhas

Hoje, pela primeira vez na vida, ao mesmo tempo que tenho um orgulho imenso, tenho pena de ser do Sporting, sabem porquê? Porque hoje seria o dia em que, se não o fosse já, me tornaria Sportinguista, tal não é o ataque cerrado e sórdido, por todas as vias, que o sistema lhe está a mover.
 
Se o Sporting conseguir vencer este campeonato, será muito mais do que uma vitória numa prova desportiva. Será a vitória de uns miúdos contra os donos disto tudo, da honra contra o sistema, da dignidade contra a injúria. Neste campeonato, sim, há bons e maus.
 

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