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És a nossa Fé!

A única solução

Votei e apoiei Bruno de Carvalho nos últimos anos. Entendi, como muitos sócios e simpatizantes do Sporting Clube de Portugal, que era a melhor solução depois de sucessivas direções que iam colocando o clube no marasmo, uma após a outra.

Apoiei e defendi BdC até à situação do pós-jogo com o Atlético de Madrid, em que o Presidente do clube teve um comportamento lamentável para com a equipa de futebol. Os excessos comunicacionais até podem ser desculpados, mas esta forma de gerir o clube que só traz instabilidade, caos e confusão não são compatíveis com o cargo de Presidente do Conselho Diretivo da maior potência desportiva nacional. 

O dia mais negro da história do Sporting e a reação de BdC nessa noite confirmaram o que tenho pensado sobre tudo isto: ou a esmagadora maioria dos Sportinguistas andou enganada nos últimos anos, ou efetivamente este BdC não é o mesmo que nós elegemos em 2013. Acredito que é um misto de ambas: andamos enganados e este Bruno de Carvalho está irreconhecível. Não há outra solução que não seja a saída de Bruno de Carvalho e convocação de eleições antecipadas. 

O Sporting precisa de começar uma nova etapa, com estabilidade e credibilidade. Pela dignidade e bom nome do clube e da sua posição enquanto Presidente desta grande instituição, Bruno de Carvalho deve demitir-se.

Projecto europeu

O Sporting não costuma ser gigante nas deslocações por essa Europa fora, seja por repetido azar, seja por enfrentar gigantes europeus com mais armas para os duelos. Nos 16 avos-de-final, o desempenho fora permitiu o deslize em casa contra o Astana. Ontem, o Sporting só pecou por não ter conseguido dilatar mais a diferença face ao Plzen. Com base no que vimos ontem, os checos são esforçados, mas limitados, praticam um futebol físico, mas sem arte ou brilho algum. Dois zero na primeira mão de uma competição europeia é, sem qualquer dúvida, um grande resultado. Com um adversário desta qualidade, só há que temer potenciais desvarios do nosso lado que nos afastem dos quartos-de-final. Seria preciso uma noite de terror para o Sporting não seguir em frente.

Falta-nos um nome para isto

Vencer na Mata Real tem sempre um sabor especial. Sem consultar estatísticas, diria que é difícil mais pelas adversidades regulares, época após época, no decorrer dos jogos, do que propriamente pelo resultado final dos mesmos. Jogar contra o Paços caseiro faz-me recordar como, por norma, os nossos rivais costumam golear facilmente a equipa na cidade do Móvel. É um elemento curioso. O Sporting teve uma grande vitória, mais especial quando olhamos para o calendário da próxima ronda, mas é desnecessário terminar os jogos assim. É uma sina. O Sporting a vencer por 2 ou 3 golos acaba sempre com um golo manhoso sofrido entre os 80/85, e a sofrer até ao apito final. Às vezes, a coisa acaba mesmo por correr mal. Braga na penúltima jornada é um exemplo. Não sei se estas coisas se treinam, mas se há realidade a mudar é esta. Nem sei se tem nome, devíamos arranjar um conceito para os finais sofridos do Sporting. E é importante mudar porque é recorrente, não-ocasional e custa pontos e títulos. Afinando isto de forma a evitar embaraçosos empates, ainda vamos lá. 

Futuro com laterais

Mais uma época em que, infelizmente, não estamos em Maio a viver o presente, mas sim, a zelar pelo futuro. Como acredito que estamos no caminho certo enquanto equipa e estrutura, depois do central André Pinto, espero que neste momento já se esteja a tratar de 3 a 4 defesa laterais, quer para esquerda quer para a direita. Se ainda der para mais, devemos ir buscar um bom médio, que complemente Adrien ou William, para diminuir a pressão sobre a equipa, caso um dos dois saia no defeso ou se lesione - como aconteceu ultimamente - em 2017/2018. Venha o futuro. Com laterais, acima de tudo.

Segurar Bas

Numa época pouco reluzente, Bas Dost é dos melhores da Europa (a um golo de Lionel Messi). 22 golos na liga em 25 jogos, 47% do golos marcados pelo Sporting no campeonato. Na média por jogo, só fica atrás de Mário Jardel (2001/2002). Duas notas emergem deste panorama: a primeira para constatar que numa época boa, com o Sporting a lutar pelo título até ao fim do campeonato, Bas arriscava-se a andar a lutar com os recordes de alguns dos melhores goleadores da história do Sporting. A segunda é para relembrar que é fundamental manter Bas Dost na época 2017/18. Será pedra fundamental no 3a tentativa de Jorge Jesus nos dar o tão almejado título. 

Vai ser craque entre nós

O Markovic. Vai marcar golos, fazer assistências e levantar Alvalade, cada vez que Jesus o passar da condição de titular para substituído. Vamos gritar "Marko, Marko, Marko" ao mesmo tempo que fazemos vénias sucessivas como ontem fizemos ao Gelson e ao Adrien. Ele precisa de tempo (3/4 jornadas e está no ponto), a magia está lá toda. Que L'azar vão ter as defesas contrárias lusas. E polacas. E alemãs. Os outros têm muita sorte, não contam.

Todos a Madrid!

Já lhe chamam invasão. E após o primeiro dia de vendas, não há um que sobre dos quase 4 mil bilhetes destinados ao Sporting para ir a Madrid ver a nossa turma jogar contra o Real, na próxima semana. Serei um dos afortunados, tal qual o nosso colega Frederico Dias de Jesus. Lá estaremos a apoiar os Leões no começo desta aventura europeia com os grandes da Europa, lugar natural da nossa instituição. 

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Um mês

Dentro de um mês, os principais mercados de transferências estarão a fechar. Até lá, a expectativa sobre o que podemos fazer na época 2016/17 é ainda incerta. Quem sai, quem substitui, quem NOS paga os reforços, etc. Nos últimos anos, não me lembro de um começo de época assim, com tanto a poder mudar com a saída de 2/3 atletas. Se o presente está assim, só o está porque o passado recente tem sido digno de boa nota. De outra forma, ninguém quereria levar uns cepos. Para rematar, dizer que são bons, têm qualidade e ajudam muito o Sporting. Se ficarem, ficaremos mais fortes, mais próximos dos objetivos. Se saírem, não sendo o Apocalipse verde-e-branco, a época será, com certeza, mais difícil. 

Em frente

Gosto quando ficamos frustrados por não ganhar. Quando não se festeja um 2º lugar. É este o meu Sporting. O nosso Sporting. O Sporting de uma só mentalidade: vencer sempre. Campeonato 2015/16 fechado. Não vencemos, queríamos muito, sentimos que "este ano era nosso", mas estamos no caminho certo. Com a actual estrutura, o actual treinador e com esta equipa. O melhor futebol em muitos anos (3 na Luz, 3 no Dragão, 4 em Braga é apenas um exemplo) tem de ter continuidade. Este ano começámos o campeonato a perguntar se seria possível lutar pelo mesmo com o FC Porto e SL Benfica. A partir deste Agosto, estamos logo na luta a tentar superar os 86 pontos conquistados em 2015/16. É tempo de balanço, mas será mais importante gastar tempo na preparação da próxima época - Liga, Liga dos Campeões, Taça e Taça da Liga: reforçando, vendendo bem o que temos mesmo de vender e projectando a estrutura do futebol para o campeonato. Vamos em frente!

Os melhores golos do Sporting (31)

Golo de MARCO CANEIRA

Sporting-Inter de Milão, 1-0

12 de Setembro de 2006, Estádio José Alvalade

 

Esta grande série colectiva volta ao início para recordar uma das grandes noites europeias do nosso clube, uma de várias que já assistimos no Estádio José de Alvalade. 1ª jornada do Grupo B da edição 2006/2007 da Liga dos Campeões. Sporting com um grupo nada fácil - Inter de Milão, Spartak de Moscovo e Bayern de Munique.

 

Quis o destino que o primeiro jogo fosse em casa com os transalpinos. Hoje, o Inter não assustaria tanto como então, visto que nessa noite quente de fim de Verão a equipa de Milão apresentava no seu onze, entre outros, Toldo, Córdoba, Stankovic, Patrick Vieira, Walter Samuel, Ibrahimovic e o "nosso" Luís Figo. Era um gigante europeu com uma equipa recheada de craques. Um adversário à altura do Sporting. 

 

Do nosso lado estavam Ricardo, Polga, Marco Caneira, Tonel, Abel, Nani, Miguel Veloso, João Moutinho, Romagnoli, Djaló e o levezinho Liedson. Oito portugueses, alguns deles craques da formação de Alcochete, contra as estrelas do Inter. Um David contra um Golias. 

 

Mas nesse jogo, onde Ricardo e a nossa defesa foram várias vezes testados, a magia percorria o meio-campo leonino e o avançado contrava com dois quebra-cabeças, Djaló nos movimentos e Liedson nas finalizações. Jogo vibrante, com várias oportunidades para cada lado, teve um herói mais-ou-menos-improvável. Menos, porque nestes jogos apontamos sempre como prováveis marcadores os extremos endiabrados, os médios criativos ou os avançados temíveis. Mais, porque Caneira, nas épocas que fez de Leão ao peito, várias vezes foi chamado para bater os livres (embora sem muito sucesso, diga-se).

 

Nessa noite, os astros alinharam-se e um excelente passe longo de Tonel foi directo à peitaça de Marco Caneira, libertou-se de Maicon e atirou à baliza um remate bem colocado, que ao fugir do enorme Francesco Toldo beijou a trave e morreu nas redes defendidas pelos italianos. Alvalade explodiu, estávamos a vencer ao todo-poderoso Inter de Milão. Aguentámos e no fim os 3 pontos ficaram em Lisboa. Uma noite de glória europeia com um golaço inesquecível do lateral Marco Caneira.

 

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