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És a nossa Fé!

Obrigado e até já!

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Não percebo a saída de Hugo Canela do comando técnico do Sporting.

OK que a fase final do campeonato deixou muito a desejar, mas, ainda assim, isso não apaga o percurso dos últimos 2 anos: bi-campeonato e melhor prestação europeia de sempre na Champions (do clube e de um clube português no actual formato da prova). 

Acresce, a isso tudo, o sportinguismo do Hugo Canela. É um desportista que respira Sporting por todos os poros, campeão como jogador e treinador, alguém que sabe estar dentro e fora do campo (várias vezes o ouvi elogiar o adversário que nos tinha acabado de levar de vencida, ao invés de se refugiar em desculpas). 

Confesso que via Hugo Canela para o andebol do Sporting como Alex Ferguson esteve para o Manchester United.

Infelizmente, alguém no Estado-Maior leonino entendeu que não, que o melhor mesmo era terminar a ligação por aqui.

Até pode ser que o próximo treinador venha a revelar-se uma aposta ganha, mas atendendo ao historial de Hugo Canela no Sporting e, sobretudo, à sua jovem carreira, com muito ainda para crescer, não duvido que um dia voltará ao seu (nosso) Clube de sempre para ser campeão de novo!

Merecida homenagem

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Lembro-me bem da queda do varandim do antigo estádio de Alvalade e da tristeza sentida pelo absurdo da tragédia, resultante da pressão de adeptos que insultavam a equipa do FC Porto à chegada ao estádio.

Os adeptos estão para apoiar o seu clube, não para insultar os adversários. Foi dos momentos mais baixos do Sporting.

Mas o Sporting não é um clube diferente apenas nas coisas más e, 24 anos volvidos sobre a tragédia, o clube prestou a devida homenagem a quem, representando as cores adversárias, não hesitou um segundo sequer em colocar o seu saber e mãos ao serviço do próximo.

Falo do Dr. Domingos Gomes, a primeira pessoa a assistir as dezenas de adeptos que estavam estatelados no chão em risco de vida,  e que, mesmo levando com garrafas, não deixou de continuar a prestar socorro.

Apesar do largo decurso do tempo, fez bem o Sporting, na pessoa do seu Presidente, em agradecer, desta forma solene, ao Dr. Domingos Gomes.

Chaves

Duas semanas sem competição, mini-férias para a equipa, possibilidade de treinar com tempo e aprofundadamente a equipa, tudo isto gera grandes expectativas para o jogo de amanhã.

Diria mesmo que a partida de amanhã são as Chaves da porta de saída ou de entrada na próxima época de Marcel Keizer.

Passo-me a explicar: ou a equipa se apresenta num nível exibicional e competitivo (bem) melhor face ao dos últimos jogos, o que levará então a concluir que afinal o treinador, com tempo e frescura, consegue colocar a equipa a jogar no nível que todos pretendemos ver na equipa; ou a equipa se apresenta no nível sofrível do costume e então de nada servem as pausas competitivas ou mais tempo para treinador, que o treinador nunca sai da cepa torta.

Vamos ver no que isto dá.

 

P.S.: Sempre um gosto reler o Bala

Achtung Baby

Na época da graça de 2013/2014, depois de uma entrada de leão, o artilheiro-mor leonino, Fredy Montero, iniciou uma agonizante travessia do deserto, isto é, uma prolongada seca de golos. O início desse período coincidiu com o nascimento da sua filha.

Colega de trabalho, leão dos sete costados, pai de 3 filhos, num dos nossos inúmeros concílios sobre o estado do leão, avançava o seu veredicto: a crise de confiança de Montero com os golos deve-se à falta de sono, própria de quem acaba de ser pai e que, inevitavelmente, acaba por ter reflexo no resto.

Na altura achei um tanto ou quanto estapafúrdia a tese, mas anos depois, tendo eu próprio estreado nessas lides da parentalidade, acabei por entender, e muito bem, o que queria dizer o meu colega.

Ora, tudo isto serve para chegar ao seguinte ponto: Bas Dost, nosso artilheiro-mor, também se estreou há poucos meses no papel de "pai" e, curiosamente, vive nesta altura a pior fase da sua carreira.

Não deixa de ser sintomático que as crises de golo de Montero e Bas Dost ocorram, precisamente, pouco tempo depois de terem sido pais.

Se acham que esta possível explicação para o divórcio de Bas Dost com os golos é absurda, sugiro-vos então reverem o Alta Definição que teve como convidado Jorge Jesus, em que o então ainda treinador do Sporting abordava essa questão, nomeadamente, dizendo que o jogador precisa de descansar muito bem para os treinos e que o cuidado dos filhos bebés ou ainda muito pequenos tem de ser deixado para a mulher ou família. 

Vale o que vale, mas esta tese não deixa de dar que pensar...

Desilusão das grandes

Num ano muito delicado, a viver a pior fase da época, o Sporting deixa Nani e Montero irem embora???

Logo dois dos mais virtuosos e dedicados jogadores do plantel?!

Desculpem, mas esta notícia fere mais a nossa alma de leão do que a derrota de ontem. 

E tenho especialmente pena pelo Nani, que ainda em Dezembro disse que voltou pelo prazer de representar novamente o Sporting, ao invés de seguir carreira na China ou Arábia de onde surgiam propostas financeiramente bastante mais apelativas.

Não merecemos este golpe. Que desilusão das grandes.

Derlei vs Marcel Keizer

Já não me recordo se o Sporting perdia 1-0 ou 2-0, mas houve um momento da transmissão televisiva do jogo de ontem que impressionou: a câmara fixou-se uns bons segundos (que mais pareceram minutos) em Marcel Keizer e a linguagem não verbal do treinador do Sporting disse tudo: sem reacção, olhar perdido, cérebro paralisado, tudo o que um líder não pode demonstrar em momento de crise.

Lembrei-me, então, do ninja Derlei. 

Em 2008, nos célebres 5-3 para a taça, contra o Benfica, também para a meia-final, o Sporting a determinada altura da 1ª parte já perdia por 2-0 e isto quando não havia 2ª mão. 

Derlei, que tinha sido convocado após prolongada ausência em virtude de lesão, salta do banco, junto à linha lateral e começa a dar instruções aos colegas, de forma enérgica e motivadora. Posso confirmar porque nesse dia assisti ao jogo, perto do nosso banco. A linguagem verbal e não verbal do ninja foi deveras reveladora e contagiante.

Pensei logo cá para mim "este gajo tem de entrar". E assim foi. Derlei saltou do banco no decorrer da 2ª parte, com a equipa ainda a perder por 2-0 e mal entra em campo começa a motivar os colegas. 

Foi uma questão de minutos até a reacção começar a surgir e Derlei a influenciar decisivamente a equipa para a recuperação. Mesmo sem jogar há vários meses, jogou e fez jogar, ao ponto de ter marcado o seu tento de honra.

Derlei, recorde-se, chegou ao Sporting já com uns títulos nada despiciendos no seu CV. Talvez isso (CV) explique a sua atitude dentro e fora do campo naquele jogo; fazendo, também, explicar a ausência de reacção e capacidade de motivar as tropas de Marcel Keizer na adversidade, com consequente (infeliz) impacto junto da equipa.

Dia D

“Em março ou abril veremos o que podemos prometer.", Marcel Keizer, 6 de janeiro.

Quando estas declarações foram proferidas, o Sporting estava a 5 pontos do Porto. Agora está a 11.

Poderíamos, perfeitamente, antecipar em 1 ou 2 meses a avaliação a que o treinador do Sporting se propunha fazer. Mas não o quero fazer.

4ª feira, começa nova ronda da taça de Portugal e até à 2ª mão, inclusive, são 11 jogos. Ou seja, este ciclo termina, à partida, a 2 de abril. O tal mês de abril para que remetia Marcel Keizer.

Parece-me, por isso, que será de conceder este compasso de espera e ver o que realmente vale o treinador do Sporting. Isto, claro está, no pressuposto de que Keizer passará a colocar os melhores em campo, a gerir o cansaço físico da equipa e, sobretudo, a começar a apostar em jogadores da casa/reforços com vista a 2019/2020.

Se não o fizer, então permaneceremos no tremendo equívoco em que nos encontramos e, aí, já não digo nada quanto a Marcel Keizer poder estar no banco quando recebermos o Benfica daqui por cerca de 2 meses.

Sob Suspeita

Na série Sob Suspeita (talvez a minha preferida de sempre) existia uma Machine que prevenia crimes violentos. Nalguns momentos de apuro, a Máquina simulava os diversos cenários de saída, graduando a probabilidade de êxito de cada um, para melhor aconselhar os passos a seguir do protagonista em causa.

No passado sábado, houve uma Máquina que terá feito o mesmo trabalho a Marcel Keizer quando o encontro se aproximava para o fim.

Os cenários eram vários, incluindo:

- arriscar tudo e acabar o jogo a 5 pontos;

- arriscar tudo e acabar o jogo a 8 pontos;

- arriscar qb e acabar o jogo a 8 pontos;

- arriscar tudo e acabar o jogo a 11 pontos;

- etc.

Desde logo, pelo sentido do jogo e, sobretudo, pela qualidade do oponente, parece-me que o primeiro cenário era o menos provável de todos.

Seja como for, a posição do treinador não era fácil. Fosse qual fosse a opção, dificilmente se livraria de críticas.

Todos gostaríamos de ver o Sporting arriscar com tudo, mas a atitude de peito cheio não pode, nem deve ser a mesma a 17 jornadas do fim, como é quando faltam 5 ou menos jornadas para o termo do campeonato.

A verdade é que ficar a 11 pontos do Porto seria demolidor para a moral das tropas. Por muito que queiramos apontar o 2º lugar como objectivo, temos de entrar jornada a jornada com o 1º lugar na ambição, senão então aí é que nunca chegaremos ao 2º lugar.

Não quero com isto dizer que 8 pontos de distância do Porto seja animador, porque não é, mas permite, em todo o caso, acalentar alguma esperança no arranque da 2ª volta.

Sem jeito nenhum

O despedimento de Peseiro só faz sentido se nas 24 horas seguintes é apresentado um novo treinador. Aí sim, percebe-se que há uma linha definida. 

Infelizmente, não é o que está a acontecer. Volvidas 24 horas, não há treinador, os rumores não são propriamente lisonjeiros (desde "negas" de treinadores a falta de argumentos financeiros para convencer outros treinadores) e alguns dos nomes falados são de bradar aos céus (Karanka é um Van Basten ou Mihajlovic mas com sotaque castelhano). Mais, vamos fazer um jogo dificílimo aos Açores comandados por...Tiago Fernandes!!! Tão surreal como quando o Francisco Vital treinou o Sporting na Champions.

Se era para ser assim, mais valia estarem quietos. Daqui a 1 semana o campeonato volta a parar, seria então altura mais apropriada para fazer uma mudança no comando técnico. Agora, como foram feitas as coisas é que não teve jeito nenhum!

Santa Clarividência

De nada adiantará o bom resultado/futebol jogado de ontem se no domingo não vencermos o Santa Clara.

Há 14 anos, também vindo de uma derrota na jornada anterior, o Sporting recebeu e venceu o Boavista por uns concludentes 6-1 (estava lá!). Tudo parecia estar bem novamente até que, na jornada seguinte, em Aveiro, o Sporting deixou fugir 2 pontos ao cair do pano.

O Santa Clara está a ser uma muito boa surpresa neste começo de Liga (basta recordar que na nossa liga dos prognósticos foi a equipa com maiores apostas para descer) e, por essa razão, teremos de levar bastante a sério o jogo do próximo domingo.   

#EleNão

Desaponta-me a campanha levada a cabo por alguns blogues leoninos, que tenho em boa conta, a querer/sugerir correr com José Peseiro, colocando toda a pressão em Frederico Varandas.

Não me surpreende - pois o treinador nunca caiu nas "graças" da generalidade dos adeptos e era uma questão de oportunidade até carregarem sobre ele tudo o que não lhe suportam - mas desaponta-me.

Como se o Presidente do Sporting não tivesse, neste momento, assuntos mais sérios por resolver, que tem (i.e. rescisões de Rui Patrício e Gelson).

Como se o Sporting tivesse os cofres cheios, que não tem.

Como se o mercado de treinadores tivesse, nesta altura, Leonardo Jardim, Paulo Fonseca ou outro mister da nossa predilecção disponíveis, que não estão.

Como se pela Europa fora, o Bayern, o Real Madrid ou o Manchester United tivessem já despedido os seus treinadores, que não despediram.

Haja juízo.

Se nenhum dos restantes 17 clubes da 1ª Liga despediu ainda o treinador, e já lá vão 7 jornadas, por que é que nós teríamos de ser originais? Logo quando as aspirações permanecem intactas.

Da minha parte, sobre a continuidade do treinador, fim de assunto. 

Dar o benefício da dúvida

Vem aí nova paragem na Liga.

Depois, a competição retoma, com mais três partidas, das quais duas serão em casa, até nova interrupção.

Pela parte que me toca, José Peseiro deverá continuar no comando técnico. As aspirações mantêm-se em todas as frentes, será uma precipitação mudar agora de treinador. Os próximos seis jogos (os referidos 3 da Liga, mais 2 da Liga Europa e 1 da taça da Liga) serão um exame mais do que suficiente à equipa e, de modo especial, à equipa técnica. Se, nessa altura, concluírmos que as coisas não evoluíram, então, aí sim, concedo a "chicotada". Neste momento, ao arrepio do sentimento dominante, julgo não ser oportuno, nem benéfico, trocar de treinador.

Manual para a conquista da Liga 2018/2019

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A todos os colegas deste espaço, extensivo aos demais adeptos/sócios leoninos que por cá passam habitualmente, recomendo a leitura deste livro da autoria de Gonçalo Pereira Rosa, dedicado à épica equipa do Sporting que conquistou tudo na ida temporada de 1981/1982.

Para mim, que não era nascido nessa época, nem nunca vi jogar ao vivo os seus jogadores (com excepção de Carlos Xavier), foi uma agradável revelação conhecer, com pormenor, Malcolm Allison, o plantel e, sobretudo, a empreitada que levaram a cabo, entrando, distintamente, para a gloriosa história do Sporting. 

A época é revisitada com detalhe, desde os jogos, passando pelos bastidores. O melhor e o pior do Sporting, que todos sabemos de ginjeira, estão lá.

Espero que tenham feito chegar este livro a José Peseiro e à sua equipa técnica. Tem lá muitos aspectos (liderança, motivação, conhecimento, gestão de intrigas, etc.) que poderão ajudar e muito no comando da equipa. Uma espécie, pois, de manual para abordar a temporada e a conquista de importantes feitos.

Obrigado, Vidigal!

Não ao Luís (eternamente reconhecido pelo golo ao Campomaiorense que abriu portas à épica caminhada rumo ao título que pôs fim ao longo jejum), mas desta vez ao Lito.

O meu agradecimento pelas elogiosas palavras que dedicou ao nosso clube, tanto na antevisão, como no pós-jogo. Soube bem, nestes tempos tão conturbados, alguém de fora vir levantar-nos a moral e recordar por que é que o nosso Clube é único e, por essa razão, somos do Sporting e nos identificamos com a camisola verde e branca. Só mesmo o Sporting, sem ganhar há tanto tempo e com a situação tão complicada como é a presente, para encher o seu estádio com 40.000 adeptos, de miúdos a graúdos.

Liga NOS 2018/2019 - prognósticos só no fim da Liga

Não há início de Liga sem que, antes, os blogueiros do "És a Nossa Fé" soltem o treinador/olheiro de bancada que há dentro de si e profetizem sobre a temporada futebolística que o Sporting irá realizar.

São 11 perguntas, exigentes mas desafiantes, que foram respondidas de forma corajosa e cujo acerto ou falhanço clamoroso iremos aferir daqui por 34 jornadas. De preferência, com o Sporting campeão  

Senhoras e senhores leitores, abaixo seguem os prognósticos de 15 dos blogueiros desta casa:

 

5 primeiros classificados

Sporting (12/15)

Porto (3/15)

 

André Fernandes Nobre: Sporting, Benfica, Braga, Porto e Guimarães.

António de Almeida: Sporting, Porto, Benfica, Braga e Guimarães.

Cristina Torrão: Porto, Sporting, Benfica, Guimarães e Braga.

Duarte Fonseca: Sporting, Porto, Benfica, Braga e Guimarães.

Edmundo Gonçalves: Sporting, Porto, Braga, Benfica e Marítimo.

Filipe Arede Nunes: Sporting, Porto, Benfica, Braga e Guimarães.

Francisco Chaveiro Reis: Sporting, Porto, Benfica, Braga e Guimarães.

Francisco Melo: Sporting, Benfica, Porto, Guimarães e Braga.

João Goulão: Sporting, Benfica, Guimarães, Porto e Braga.

José da Xã: Porto, Braga, Benfica, Guimarães e Marítimo.

Marta Spínola: Sporting, Benfica, Porto, Guimarães e Braga.

Pedro Boucherie Mendes: Sporting, Benfica, Porto, Braga e Guimarães.

Pedro Correia: Porto, Sporting, Benfica, Braga e Guimarães.

Ricardo Roque: Sporting, Porto, Benfica, Braga e Guimarães.

Tiago Cabral: Sporting, Porto, Benfica, Braga e Guimarães.

 

2 últimos classificados

Santa Clara (10/15)

Moreirense (4/15)

Tondela (4/15)

 

André Fernandes Nobre: Feirense e Moreirense.

António de Almeida: Tondela e Santa Clara.

Cristina Torrão: Tondela e Santa Clara.

Duarte Fonseca: Santa Clara e Feirense.

Edmundo Gonçalves: Tondela e Santa Clara.

Filipe Arede Nunes: Moreirense e Santa Clara

Francisco Chaveiro Reis: Tondela e Belenenses.

Francisco Melo: Moreirense e Santa Clara.

João Goulão: Belenenses e Moreirense.

José da Xã: Santa Clara e Aves.

Marta Spínola: Aves e Feirense.

Pedro Boucherie Mendes: Nacional e Santa Clara.

Pedro Correia: Portimonense e Santa Clara.

Ricardo Roque: Nacional e Santa Clara.

Tiago Cabral: Belenenses e Aves.

  

Craque da equipa

Bruno Fernandes (9/15) 

 

André Fernandes Nobre: Bruno Fernandes.

António de Almeida: Bruno Fernandes.

Cristina Torrão: Bas Dost.

Duarte Fonseca: Nani.

Edmundo Gonçalves: Bruno Fernandes.

Filipe Arede Nunes: Bruno Fernandes.

Francisco Chaveiro Reis: Bruno Fernandes.

Francisco Melo: Bruno Fernandes.

João Goulão: Battaglia.

José da Xã: Misic.

Marta Spínola: Nani.

Pedro Boucherie Mendes: Bruno Fernandes.

Pedro Correia: Bruno Fernandes.

Ricardo Roque: Bruno Fernandes.

Tiago Cabral: Matheus Pereira.

  

Flope da equipa

Jefferson (3/15)

Viviano (3/15)

Petrovic (3/15)

 

André Fernandes Nobre: Misic.

António de Almeida: Jefferson.

Cristina Torrão: Castaignos.

Duarte Fonseca: Battaglia.

Edmundo Gonçalves: Jefferson.

Filipe Arede Nunes: Petrovic.

Francisco Chaveiro Reis: Bruno Gaspar.

Francisco Melo: Viviano.

José da Xã: Viviano.

João Goulão: Petrovic.

Marta Spínola: Petrovic.

Pedro Boucherie Mendes: Matheus Pereira.

Pedro Correia: Viviano.

Ricardo Roque: Jefferson.

Tiago Cabral: Nenhum.

  

Número de jogos seguidos a vencer

7 (5/15) 

 

André Fernandes Nobre: 18

António de Almeida: 5

Cristina Torrão: 14

Duarte Fonseca: 6

Edmundo Gonçalves: 7

Filipe Arede Nunes: 7

Francisco Chaveiro Reis: 7

Francisco Melo: 7

João Goulão: 5

José da Xã: 2

Marta Spínola: 6

Pedro Boucherie Mendes: 6

Pedro Correia: 6

Ricardo Roque: 7

Tiago Cabral: 18

 

Número de derrotas em Alvalade

0 (9/15) 

 

André Fernandes Nobre: 0

António de Almeida: 2

Cristina Torrão: 0

Duarte Fonseca: 1

Edmundo Gonçalves: 0

Filipe Arede Nunes: 0

Francisco Chaveiro Reis: 0

Francisco Melo: 0

João Goulão: 1

José da Xã: 2

Marta Spínola: 1

Pedro Boucherie Mendes: 0

Pedro Correia: 2

Ricardo Roque: 0

Tiago Cabral: 0

  

Número máximo de golos sofridos pelo Sporting

até 20 (5/15) 

 

André Fernandes Nobre: 26

António de Almeida: 30

Cristina Torrão: 20

Duarte Fonseca: 24

Edmundo Gonçalves: 17

Filipe Arede Nunes: 22

Francisco Chaveiro Reis: 20

Francisco Melo: 25

João Goulão: 25

José da Xã: 30

Marta Spínola: 10

Pedro Boucherie Mendes: 27

Pedro Correia: 26

Ricardo Roque: 22

Tiago Cabral: 18

 

Maior número de golos marcados pelo Sporting num jogo

5 (8/15)  

 

André Fernandes Nobre: 6

António de Almeida: 5

Cristina Torrão: 4

Duarte Fonseca: 6

Edmundo Gonçalves: 5

Filipe Arede Nunes: 5

Francisco Chaveiro Reis: 5

Francisco Melo: 6

João Goulão: 5

José da Xã: 3

Marta Spínola: 5

Pedro Boucherie Mendes: 6

Pedro Correia: 5

Ricardo Roque: 5

Tiago Cabral: 6

  

Número (mínimo) de golos marcados pelo homem-golo do Sporting

mais de 20 golos (12/15) 

 

André Fernandes Nobre: 28

António de Almeida: 20 

Cristina Torrão: 25

Duarte Fonseca: 30

Edmundo Gonçalves: 21

Filipe Arede Nunes: 26

Francisco Chaveiro Reis: 20

Francisco Melo: 25

João Goulão: 15

José da Xã: 18

Marta Spínola: 23

Pedro Boucherie Mendes: 18

Pedro Correia: 28

Ricardo Roque: 25

Tiago Cabral: 34

 

Número (mínimo) de penaltis defendidos pelo redes leonino

2 (5/15)  

 

André Fernandes Nobre: 2

António de Almeida: 2

Cristina Torrão: 3

Duarte Fonseca: 1

Edmundo Gonçalves: 0

Filipe Arede Nunes: 1

Francisco Chaveiro Reis: 2

Francisco Melo: 3

João Goulão: 1

José da Xã: 0

Marta Spínola: 2

Pedro Boucherie Mendes: 2

Pedro Correia: 3

Ricardo Roque: 1

Tiago Cabral: 3

  

Score de vitórias frente a Porto e Benfica

2 (10/15)  

 

André Fernandes Nobre: 2

António de Almeida: 2

Cristina Torrão: 2

Duarte Fonseca: 2

Edmundo Gonçalves: 2

Filipe Arede Nunes: 2

Francisco Chaveiro Reis: 2

Francisco Melo: 2

João Goulão: 2

José da Xã: 0

Marta Spínola: 3

Pedro Boucherie Mendes: 3

Pedro Correia: 3

Ricardo Roque: 2

Tiago Cabral: 4

Cegueira

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Alguém anda cego:

A Comissão de Gestão, por deixar fugir um jogador que, sentimentalmente, diz muito aos adeptos (mais sportinguista do que o Figo), sobretudo depois dos murros no estômago dados pelas jóias da nossa formação.

O treinador e a sua equipa técnica, por deixar fugir um jogador com qualidade acima da média e, não menos importante, que contribui para um bom balneário (via no Xico um importante aliado de Peseiro).

Nós, adeptos, por vermos (desejarmos) em Francisco Geraldes o craque (e futuro capitão) que, afinal, não é, nem nunca será.

São Patrício

Poucas semanas depois de Portugal ter vencido o Euro, o Sporting apresentou-se diante dos seus sócios e adeptos. 

Todos os jogadores pisaram o relvado de Alvalade, incluindo os recém campeões europeus. 

Após a apresentação seguiu-se o jogo do dia, frente ao Lyon e, para surpresa dos (tele)espectadores, Rui Patrício jogou alguns minutos.

No final da partida, comentava assim Jorge Jesus "O Rui Patrício foi uma exceção e ele nem era para jogar, mas quis estar em campo".

Não atiro pedras a Rui Patrício porque sei que foi, é e continuará a ser um Leão. A sua carreira no Sporting merece-me o maior dos respeitos.

Teve azar de ter sido um dos alvos preferenciais de um louco bardamerda, saindo desta forma infeliz do nosso clube. Mas não tenho dúvidas de que, à semelhança de outra glória das redes leoninas, Vítor Damas, também irá regressar um dia ao Sporting para voltar a envergar a camisola n.º 1 e a defender as suas redes.

Degradação

Nestes últimos dias, tive, finalmente, a oportunidade de ver (no Fox Movies) o premiadíssimo documentário Amy, de 2015, sobre Amy Winehouse, Senhora de uma voz estupenda. 

É um belíssimo documentário que narra, de forma pungente, sem ser sensacionalista, a trajetória decadente da cantora. Como foi possível que uma rapariga com aquele vozeirão se perdesse tão tristemente? 

Os Xutos cantam, no Homem do Leme, que a vida é sempre a perder. Apesar de não subscrever a máxima, reconheço que, infelizmente, muitas pessoas, pela vida fora, levam-na à letra.

Foi o caso de Amy Winehouse e é, ultimamente, o caso de Bruno de Carvalho.

bruno-de-carvalho-saiu-amparado-do-campo.jpg

As intervenções de Bruno de Carvalho já não se colocam no plano do "aziado" ou do "não saber perder". Estamos perante um sério caso de desequilíbrio emocional.

O disparar contra tudo e contra todos (para mim, o ponto mais baixo, até ao momento, foi quando decidiu criticar a ex-mulher na entrevista ao Expresso), o dizer hoje uma coisa e horas depois o seu contrário, a absoluta falta de noção de planos (i.e. considerar a sua destituição um ataque terrorista como o de Alcochete!), enfim, um rol de palavras e actos cada vez mais a bater no fundo.

Vejo, com tristeza, a degradação de Bruno de Carvalho. Da parte que me toca, o melhor contributo que posso fazer é mudar de canal cada vez que está a falar. Já para quem é familiar directo ou pessoa próxima, o melhor contributo que podem fazer ao homem, para além do necessário tratamento médico, é poupá-lo a falar mais do Sporting e dos seus assuntos.

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