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És a nossa Fé!

Sporting em todo o lado!

Não obstante as tristes figuras que o nosso clube vai fazendo, seja dentro ou fora de campo, certo é que os adeptos leoninos jamais se escondem ou olvidam o seu amor pelo clube.

Há uns dias andei, mais uma vez, por algumas ilhas açorianas. E a exemplo do que vi o ano passado quer no Faial quer em S. Jorge, também este ano tive a oportunidade de sentir o Sporting naquele arquipélago.

Primeiro na bela ilha Amarela de Santa Maria onde existe um núcleo do Sporting ali na rua principal da Vila do Porto.

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Depois e já na Ribeira Grande na inolvidável ilha verde de S. Miguel e no restaurante “Esgalha” dei também conta da paixão leonina.

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Exemplos destes precisam-se e cada vez mais!

O efeito Amorim…

… nas equipas adversárias!

Desde que o futebol parou nunca mais vi um jogo. Nem sequer na televisão. Futebol, futebol é no estádio.

Entretanto vou lendo uns apontamentos aqui, outros ali sobre a nossa equipa e parece-me que de todas as que regressaram do confinamento a nossa parece a que está a dar melhor conta do recado.

Estávamos na classificação atrás do Braga e já o ultrapassámos. Lá para a frente as coisas parecem não estar muito bem, mas como ganharam tanta vantagem… estão confiantes de que nada lhes acontecerá. Veremos até porque estão ainda 18 pontos em disputa...!

Entretanto Ruben Amorim tem mostrado coragem e olho clínico para a nossa equipa. Mesmo com a ausência de grandes figuras como Acuna ou Vietto, já para não falar de Mathieu, o actual treinador tem conseguido levar a água a um bom moinho.

E as equipas adversárias estão um tanto espantadas com esta evolução positiva do Sporting. Nota-se por isso o tal efeito Amorim…

Espero sinceramente que seja para continuar!

Tempo Pascal

Os tempos são estranhos, demasiados estranhos para quem, como eu, estava habituado a ter uma vida quase frenética.

Todavia já não somos donos das nossas vontades. Ou melhor somos desde que estas não prejudiquem os outros ao nosso redor.

Estamos assim presos, confinados, enclausurados nas nossas casas. Mas é tudo por uma boa e justificável causa.

Posto isto, e enquanto se decide o que fazer ao futebol e não só, venho por este meio desejar a todos os colaboradores deste blogue, comentadores e leitores, identificados e anónimos, uma Páscoa repleta de saúde, que neste momento é, sem dúvida, o mais importante.

Um imenso abraço virtual.

Cuidem-se!

Breve reflexão

Num destes dias li algures por aí que as datas no futuro passarão a definir-se por AC e DC, isto é, antes do Corona (AC) e depois do Corona (DC). Quase parece uma brincadeira, mas infelizmente não é.

Nada do que era antes desta pandemia ficará igual… e, quer queiram quer não, os clubes irão ser também vítimas deste surto epidémico que vai crescendo exponencialmente.

Seria assim bom que TODOS os dirigentes desportivos aproveitassem esta contingência para reformularem prioridades para os seus clubes, associações, federações.

O mundo jamais será o mesmo após esta luta.

O herói indesejado

Imaginemos que Bruno Fernandes havia sido transferido não do Sporting, mas de uma agremiação desportiva qualquer diferente.

Os jornais desportivos colocariam hoje fotos do jogador a apanhar toda a primeira página e nem estou a imaginar os epítetos com que seria brindado pela imprensa da especialidade. Seria naturalmente endeusado.

O problema é que Bruno Fernandes saiu do Sporting e não de outro clube qualquer.

Depois do golão deste fim de semana, que deu o empate ao Manchester United na visita ao Everton, o jornal a “Bola” informa num pequeno rectângulo na primeira página: “Bruno Fernandes volta a marcar”, enquanto o Record diz apenas “Bruno marca outra vez”. O Jogo nem se dá ao trabalho de informar.

Até nisto se percebe a pouca ou nenhuma consideração que a imprensa desportiva tem pelo Sporting.

E agora Sporting?

Mantive até ontem uma vã esperança que Bruno Fernandes ficasse até final da época. Tal não aconteceu e partir de agora as minhas preocupações, no que respeita à nossa equipa de futebol, quase quintuplicaram, tomando em consideração o que (não) vi na passada segunda-feira contra a portentosa equipa do Marítimo.

O futebol da nossa equipa não é pobre, pura e simplesmente não existe. Ponto.

Não tomem esta minha derradeira frase como uma crítica, mas tão-somente como a constatação de um facto evidente. Tão evidente que até dói!

O médio Bruno Fernandes, que em boa hora Bruno de Carvalho resgatou de Itália, foi um diamante brilhante incrustado num anel de pechisbeque. Pelos pés dele passaram das melhores jogadas e fez dos melhores golos que eu já alguma vez vi… (Então aquele golo o ano passado na meia final da taça em Alvalade contra o Benfica, ficou-me na minha única retina!!!).

Dizer que ainda temos equipa para lutar por qualquer coisa é o mesmo que assumir que não há corrupção e tráfico de influências no futebol luso. Só acredita quem quiser.

Lamento profundamente que Bruno Fernandes saia do Sporting. Mas a vida de jogador é fugaz e não condeno a sua saída. Desejo-lhe muita sorte e que se lembre que neste clube ficará para sempre recordado como um dos nossos!

Agora vamos lá tristemente lutar para não ficar abaixo de sétimo!

A pena que eu tenho!

Tenho andado afastado da escrita sobre o Sporting.

Todavia lamento que o clube do qual sou sócio e de que me habituei a gostar e a conviver durante mais de 60 anos, viva momentos tão pobres, tão tristes e em tamanha guerrilha que não honra, em nada, a sua longa história nem me faz sentir orgulhoso de pertencer a este clube.

Pode parecer exagerado, mas é o que sinto neste momento.

A culpa de se ter chegado a este ponto é minha, é tua, é de todos nós, sócios e adeptos.

Mas o que aqui me trouxe hoje especialmente prende-se com um acontecimento que se deu há duas semanas na minha vida. Fui avô de uma menina.

Quando o meu filho mais velho nasceu, fui a correr a Alvalade inscrevê-lo como sócio do Sporting. Hoje ainda não o fiz com o mais recente elemento da família.

E não tem a ver com o ser do sexo feminino, que actualmente nestas coisas de adeptos as raparigas são tão ferverosas quantos os rapazes.

A questão é bem diferente e associa-se à ideia de como posso incitá-la a gostar de um clube que vive (quase) exclusivamente de um passado longínquo.

Poder-se-á falar do ecletismo do Sporting, da formação ou mesmo dos diversos campeonatos europeus em diferentes modalidades, mas sendo o futebol a roda maior deste complexo relógio continuo sem saber como a convencerei a tornar-se, não só sócia como, principalmente, adepta!

Para 2020!

Aproxima-se a passos largos mais um ano para ser estreado.

Entretanto este que agora termina trouxe ao Sporting muitas alegrias, mas ao mesmo tempo muitas tristezas, dúvidas, guerras intestinas em que ninguém, rigorosamente ninguém, ficou a ganhar (quiçá somente alguns jornais!!!).

Gostaria, por isso, de ver em 2020 um Sporting diferente não só com mais sucessos desportivos, mas acima de tudo com uma novel postura dos actuais dirigentes leoninos.

O Sporting necessita de paz. Primeiro interna para que esta seja depois alastrada aos adeptos. O clube precisa de estabilidade e mais que tudo esta instituição requer… verdade!

Verdade nas contas, nas atitudes, nos desejos e nas perspectivas para o futuro. Os sportinguistas, já se sabe, são gente paciente, mas digam a verdade aos adeptos… seja ela qual for.

Num ano em que pouco escrevi sobre o clube, este é um mero desabafo que muito gostaria de ver plasmado no próximo ano.

Feliz 2020!

Saudações leoninas!

Pobreza franciscana!

Desde a derrota com o Rio Ave para o campeonato que deixei de ir a Alvalade. E ontem também não era para ir.

Não fosse o meu filho mais velho às cinco horas da tarde a ligar-me:

- Pai, vais à bola?

- Eu não!

- Olha que estou a caminho do estádio.

Pronto peguei na farpela (camisola Stromp e cachecol) e no carro e eis-me a caminho do Estádio. Encontro nas tascas ambulantes de bifanas e fomos ocupar os nossos lugares na zona Norte.

Começou o jogo:

  • Não percebi aquela dos três centrais de Silas contra um Belenenses fraquinho, fraquinho;
  • Ilori decididamente não tem lugar nesta equipa;
  • Eduardo não se viu;
  • Os laterais não descem;
  • Não há um pensador de jogo;
  • Bruno Fernandes esteve quase sempre ausente do jogo;
  • Boulasie é grande, mas não é grande coisa;
  • Em suma, a equipa não joga um carapau.

Não gostei dos cânticos contra o Presidente. A mim, que não votei nele, não parece uma nobre atitude (devem ter aprendido com alguém, digo eu!). Os assobios são justos (desculpem lá mas é necessário passar para dentro do campo que aquilo não é jogo!).

A equipa (não) joga sobre brasas e cada jogador tenta libertar-se da bola o mais depressa possível sem critério nem competência. Não houve um passe certeiro, uma jogada bem delineada, futebol de qualidade.

Foi tudo muito pobre, muuuuuuuuuuuuuuuito mesmo.

Assim vamos ter alguma dificuldade em subir na tabela classificativa.

Quem és tu, Sporting? Ninguém!

Ando muuuuuuuuuuuuuuuito triste com o Sporting.

Tão triste que nem me apetece ir ao estádio. Também para ver misérias mais vale estar sossegadito em casa, onde já nem ligo o rádio para escutar o relato. Só o telemóvel vai dando as pobres notícias.

Todavia o que me preocupa nesta (mais uma) crise é a dificuldade que tenho em perceber qual é a filosofia de gestão do actual Presidente.

O Doutor Varandas será muito bom médico, acredito que sim, mas como responsável máximo de um clube, que tem milhares de sócios e milhões de adeptos, falta-lhe qualquer coisa. Há quem diga que é… carisma. Eu diria que lhe falta competência para ocupar aquele lugar. E lucidez…

Não considerem estas minhas palavras como uma crítica, mas tão-somente a constatação de factos.

Neste magistério do Doutor Varandas saíram Peseiro e Kaizer, e Pontes está por um fio. Dizem que poderá vir Abel. Um horror… Antes Vítor Oliveira. Digo eu…

Com esta postura o Presidente continua a adiar as soluções. Será que ninguém lá dentro pensa? Ninguém tem um bocadinho de discernimento para descobrir o que poderá estar menos bem? Ninguém acorda o Presidente deste marasmo?

Tantas propostas que eu vi lançadas antes das eleições e algumas de enorme valor. Tantas… Quem as aproveitou? Quem falou com os autores de forma a requererem ajuda?

Ninguém…

O Sporting continua assim o triste caminho para a sua “belenização”. Para gáudio de outros, infelizmente.

Deste modo, quando daqui a uns tempos já nada restar do clube, não venham depois dizer que a culpa foi toda dos sócios.

Bofetada de luva... verde!

Após a estrondosa derrota do Sporting na Super Taça desabafei assim. Neste texto coloquei a hipótese de não frequentar o meu lugar, recentemente adquirido.

Mas como a emoção de adepto fala sempre mais alto que a razão, acabei por ir a Alvalade ver o jogo com o Rio Ave, faltando ao do Braga por razões de agenda.

Entretanto há dias, no centro da convulsão que foi o encerramento do mercado e as vendas de passes que o Presidente assumiu, escrevi isto.

Era o culminar de uma revolta, de um desânimo, de uma frustração. Eu sei que no Sporting passamos da euforia à depressão em menos de nada, mas esta última semana foi demais.

Foi necessário um texto simples, assertivo, coerente e profundamente sportinguista para me acordar deste sono torpe e doentio que me tem assolado nas últimas semanas.

Foi, por assim dizer, uma bofetada de luva… verde que recebi!

Muito obrigado Joana por me teres acordado e saudações leoninas!

Em choque!

  • Ontem enquanto o telemóvel me ia indicando a marcha do marcador (assim que a equipa adversária marcou desliguei a televisão!).
  • Esta noite por causa de um pesadelo que tive.
  • De manhã porque constatei que não fora pesadelo, mas triste realidade!
  • Pelas lágrimas vertidas por Thierry Correia! O puto não merecia.
  • Com Frederico Varandas pelas lágrimas que não chorou.
  • Pelo lugar no Estádio que adquiri e que, provavelmente, jamais será ocupado esta época.
  • Com os meus quarenta anos de sócio.
  • Com a falta de qualidade do nosso treinador (as taças da época anterior foram mais demérito do adversário que mérito da equipa leonina).

Por fim este não é, definitivamente, o meu Sporting.

Um pedido simples...

À equipa do Sporting.

Logo à noite joguem, lutem, esfarrempem-se todos para ganhar a Supertaça.

Se tudo correr bem, entre muuuuuuuuitos adeptos sportinguistas presentes em Faro, vai estar um a quem a vida foi madrasta.

O JC vestirá uma camisola listada de verde e branco e provavelmente gritará pelo Sporting a plenos pulmões.

Pelo Johnny (é assim que gosta de ser chamado) e por todos os sportinguistas a quem a vida nem sempre brindou com alegrias, peço a todos os atletas que entrarem em campo que mostrem por que vale a pena ser do Sporting.

Desde já humildemente agradeço!

O Estado que é o futebol

Cada vez é mais notório que o futebol há muito que deixou de ser somente um desporto. É neste momento uma indústria que move pelo Mundo um número com demasiados algarismos.
De tal forma é importante que, em países como o nosso, o desporto-rei ganhou estatuto de um Estado, dentro de outro Estado.

O nosso futebol tem tamanho poder que não há político que não goste de aparecer ao lado dos homens da bola. Então em competições europeias é vê-los. Mesmo que noutros desportos a presença de equipas lusas em finais seja mais frequente.

A propósito, gostaria de saber quantos políticos estiveram presentes no Pavilhão João Rocha aquando da Final da Liga dos Campeões em Hóquei-em-Patins entre o FC Porto e o Sporting. Acho que nem é necessário responder. Agora imagine-se o que aconteceria se fosse no futebol…

Este novel Estado pretende ser tão independente que nem permite a intervenção da justiça fora dos seus próprios tribunais.

Mas, como qualquer Estado que se preze, este tem também os seus aliados. E as televisões são um dos exemplos.

Venho agora discorrer sobre este tema porque ainda estou para perceber porque é que a final da Supertaça se jogará domingo perto das 21 horas. É que se não houver atrasos, nem prolongamentos, nem grandes penalidades, este jogo acabará por volta das onze da noite.

Os adeptos da equipa vencedora certamente irão ficar no campo até a sua equipa receber a taça. O que equivale a dizer que só muito perto da meia-noite esses mesmos adeptos estarão de regresso a casa. Agora imagine-se se houver tempos adicionais a que horas se sairá do estádio…

Seria bom que este Estado percebesse que realmente o futebol só existe… porque há adeptos. E estes deveriam ser os primeiros a merecer respeito. No entanto tal não acontece.

Os clubes envolvidos são os verdadeiros culpados, ao deixaram que a organização deste evento esteja não só refém de um canal de televisão, mas também por não se imporem perante os patrocinadores.

Percebo que o adepto de sofá é deveras importante. Mas aquele que vai ao estádio mereceria muito mais consideração por parte das entidades organizadoras.

Digo eu…

Ainda estou para perceber...

... que aquipa foi aquela que esteve em campo este fim de tarde, em Alvalade.

Há uma velhíssima máxima no futebol que diz simplesmente isto: em equipa que ganha não se mexe!

Sei que alguns atletas já cá não estão. Portante bastava substituí-los por outros de igual valia... e provavelmente estaríamos aqui e agora a falar de outro jogo.

Até aceito que o treinador, se tem que fazer experiências o faça agora, mas pelo menos mostre alguma qualidade. É que cinco minutos não foram suficientes.

Um jogo mau de mais para ser do Sporting. Se descontarmos Thierry e talvez Mathieu, diria que o resto da equipa ainda estava no aeroporto à espera das malas.

Será bom que Marcel Kaiser acorde para a dura realidade que é começar a época contra um rival.

{ Blog fundado em 2012. }

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