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És a nossa Fé!

Quem és tu, Sporting? Ninguém!

Ando muuuuuuuuuuuuuuuito triste com o Sporting.

Tão triste que nem me apetece ir ao estádio. Também para ver misérias mais vale estar sossegadito em casa, onde já nem ligo o rádio para escutar o relato. Só o telemóvel vai dando as pobres notícias.

Todavia o que me preocupa nesta (mais uma) crise é a dificuldade que tenho em perceber qual é a filosofia de gestão do actual Presidente.

O Doutor Varandas será muito bom médico, acredito que sim, mas como responsável máximo de um clube, que tem milhares de sócios e milhões de adeptos, falta-lhe qualquer coisa. Há quem diga que é… carisma. Eu diria que lhe falta competência para ocupar aquele lugar. E lucidez…

Não considerem estas minhas palavras como uma crítica, mas tão-somente a constatação de factos.

Neste magistério do Doutor Varandas saíram Peseiro e Kaizer, e Pontes está por um fio. Dizem que poderá vir Abel. Um horror… Antes Vítor Oliveira. Digo eu…

Com esta postura o Presidente continua a adiar as soluções. Será que ninguém lá dentro pensa? Ninguém tem um bocadinho de discernimento para descobrir o que poderá estar menos bem? Ninguém acorda o Presidente deste marasmo?

Tantas propostas que eu vi lançadas antes das eleições e algumas de enorme valor. Tantas… Quem as aproveitou? Quem falou com os autores de forma a requererem ajuda?

Ninguém…

O Sporting continua assim o triste caminho para a sua “belenização”. Para gáudio de outros, infelizmente.

Deste modo, quando daqui a uns tempos já nada restar do clube, não venham depois dizer que a culpa foi toda dos sócios.

Bofetada de luva... verde!

Após a estrondosa derrota do Sporting na Super Taça desabafei assim. Neste texto coloquei a hipótese de não frequentar o meu lugar, recentemente adquirido.

Mas como a emoção de adepto fala sempre mais alto que a razão, acabei por ir a Alvalade ver o jogo com o Rio Ave, faltando ao do Braga por razões de agenda.

Entretanto há dias, no centro da convulsão que foi o encerramento do mercado e as vendas de passes que o Presidente assumiu, escrevi isto.

Era o culminar de uma revolta, de um desânimo, de uma frustração. Eu sei que no Sporting passamos da euforia à depressão em menos de nada, mas esta última semana foi demais.

Foi necessário um texto simples, assertivo, coerente e profundamente sportinguista para me acordar deste sono torpe e doentio que me tem assolado nas últimas semanas.

Foi, por assim dizer, uma bofetada de luva… verde que recebi!

Muito obrigado Joana por me teres acordado e saudações leoninas!

Em choque!

  • Ontem enquanto o telemóvel me ia indicando a marcha do marcador (assim que a equipa adversária marcou desliguei a televisão!).
  • Esta noite por causa de um pesadelo que tive.
  • De manhã porque constatei que não fora pesadelo, mas triste realidade!
  • Pelas lágrimas vertidas por Thierry Correia! O puto não merecia.
  • Com Frederico Varandas pelas lágrimas que não chorou.
  • Pelo lugar no Estádio que adquiri e que, provavelmente, jamais será ocupado esta época.
  • Com os meus quarenta anos de sócio.
  • Com a falta de qualidade do nosso treinador (as taças da época anterior foram mais demérito do adversário que mérito da equipa leonina).

Por fim este não é, definitivamente, o meu Sporting.

Um pedido simples...

À equipa do Sporting.

Logo à noite joguem, lutem, esfarrempem-se todos para ganhar a Supertaça.

Se tudo correr bem, entre muuuuuuuuitos adeptos sportinguistas presentes em Faro, vai estar um a quem a vida foi madrasta.

O JC vestirá uma camisola listada de verde e branco e provavelmente gritará pelo Sporting a plenos pulmões.

Pelo Johnny (é assim que gosta de ser chamado) e por todos os sportinguistas a quem a vida nem sempre brindou com alegrias, peço a todos os atletas que entrarem em campo que mostrem por que vale a pena ser do Sporting.

Desde já humildemente agradeço!

O Estado que é o futebol

Cada vez é mais notório que o futebol há muito que deixou de ser somente um desporto. É neste momento uma indústria que move pelo Mundo um número com demasiados algarismos.
De tal forma é importante que, em países como o nosso, o desporto-rei ganhou estatuto de um Estado, dentro de outro Estado.

O nosso futebol tem tamanho poder que não há político que não goste de aparecer ao lado dos homens da bola. Então em competições europeias é vê-los. Mesmo que noutros desportos a presença de equipas lusas em finais seja mais frequente.

A propósito, gostaria de saber quantos políticos estiveram presentes no Pavilhão João Rocha aquando da Final da Liga dos Campeões em Hóquei-em-Patins entre o FC Porto e o Sporting. Acho que nem é necessário responder. Agora imagine-se o que aconteceria se fosse no futebol…

Este novel Estado pretende ser tão independente que nem permite a intervenção da justiça fora dos seus próprios tribunais.

Mas, como qualquer Estado que se preze, este tem também os seus aliados. E as televisões são um dos exemplos.

Venho agora discorrer sobre este tema porque ainda estou para perceber porque é que a final da Supertaça se jogará domingo perto das 21 horas. É que se não houver atrasos, nem prolongamentos, nem grandes penalidades, este jogo acabará por volta das onze da noite.

Os adeptos da equipa vencedora certamente irão ficar no campo até a sua equipa receber a taça. O que equivale a dizer que só muito perto da meia-noite esses mesmos adeptos estarão de regresso a casa. Agora imagine-se se houver tempos adicionais a que horas se sairá do estádio…

Seria bom que este Estado percebesse que realmente o futebol só existe… porque há adeptos. E estes deveriam ser os primeiros a merecer respeito. No entanto tal não acontece.

Os clubes envolvidos são os verdadeiros culpados, ao deixaram que a organização deste evento esteja não só refém de um canal de televisão, mas também por não se imporem perante os patrocinadores.

Percebo que o adepto de sofá é deveras importante. Mas aquele que vai ao estádio mereceria muito mais consideração por parte das entidades organizadoras.

Digo eu…

Ainda estou para perceber...

... que aquipa foi aquela que esteve em campo este fim de tarde, em Alvalade.

Há uma velhíssima máxima no futebol que diz simplesmente isto: em equipa que ganha não se mexe!

Sei que alguns atletas já cá não estão. Portante bastava substituí-los por outros de igual valia... e provavelmente estaríamos aqui e agora a falar de outro jogo.

Até aceito que o treinador, se tem que fazer experiências o faça agora, mas pelo menos mostre alguma qualidade. É que cinco minutos não foram suficientes.

Um jogo mau de mais para ser do Sporting. Se descontarmos Thierry e talvez Mathieu, diria que o resto da equipa ainda estava no aeroporto à espera das malas.

Será bom que Marcel Kaiser acorde para a dura realidade que é começar a época contra um rival.

Bruno Fernandes: o insubstituível!

Sempre que leio ou oiço falar sobre a eventualidade de BF se transferir para outro clube cresce em mim um misto de sentimentos antagónicos.

O primeiro é de alegria por o Sporting ter sido capaz de valorizar um recurso humano e que com a sua saída poderá ajudar o clube financeiramente. O segundo é de tristeza porque se tal acontecer a Liga portuguesa em geral e o Sporting em particular perderá um dos melhores jogadores que vi passar, nos últimos anos, por Alvalade.

Diz a sabedoria popular que o cemitério está cheio de insubstituíveis. Esta parece ser uma verdade insofismável. Porém e adaptando outrossim uma frase célebre diria que há jogadores mais insubstituíveis que outros. E digam o que disserem o (ainda) nosso Capitão é um grande exemplo de homem e atleta e será, se sair, insubstituível.

Da mesma maneira que CR7 foi insubstituível no Real Madrid, de tal forma que a equipa merengue na última época ganhou unicamente a Taça do Mundo de clubes, que será sempre um torneiro menor.

Mas regressando a Bruno Fernandes, acrescento que a sua possível saída irá criar uma revolução na equipa. Ficar sem um jogador deste calibre por onde passa todo o jogo atacante do Sporting (e não só) é prepararmo-nos para ver em campo os jogadores presentes sofrerem e lutarem muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuito mais do que até aqui.

Termino reafirmando o título deste texto: Bruno Fernandes é neste momento um jogador insubstituível.

Este ano fico com o 7!

Foi num dia de calendário como o de hoje que em 2012, e pela primeira vez, fiz a minha estreia nesta equipa de gente de “Fé”.

Sete anos são já passados e parece que foi só ontem.

Durante este tempo o Sporting, que foi sempre o meu maior foco, sofreu muitas mudanças. Demasiadas!

Os casos no clube sucederam-se, alguns a uma velocidade quase vertiginosa, e quase nunca com bons resultados. Mas enfim é o clube que temos… sempre em convulsão!

Fomos muitas vezes campeões em muita modalidades, mas nunca na nossa equipa principal de futebol. E é pena.

Durante todo este tempo fui escrevendo conforme me mandou o coração mais que a razão. Decididamente nestas coisas de adepto a razão nunca manda. E ainda bem, acrescento!

Obrigado a quem em mim confiou e principalmente aos leitores e comentadores que de forma (quase) sempre civilizada foram mostrando porque, quando queremos, somos diferentes dos demais.

Saudações leoninas e a gente lê-se por aí!

A história não se apaga!

Acredito que as próximas palavras que aqui irei desfolhar poderão criar alguma celeuma, mas como sempre pensei pela minha cabeça não me vou abster de dizer o que penso, no que ao Sporting diz respeito, nomeadamente à Assembleia de ontem, que originou na expulsão de Bruno de Carvalho como sócio do clube.

Não concordo com o que foi feito. Não era preciso tomar esta atitude perante o antigo Presidente do Sporting. Decididamente!

Posso até acrescentar que sou insuspeito, porque se fui seu apoiante votando duas vezes na sua lista também fui muito crítico de BdC, especialmente pela forma como usava o verbo disparando para todo o lado (imprensa, sócios, jogadores, antigos dirigentes, adversários…) com o intuito único de desviar atenções de alguns problemas prementes do Sporting. Isso é sabido e nem vale a pena escondê-lo.

Lembro-me também daquela conferência de imprensa em Fevereiro do ano passado. Do que disse e das acusações, na maioria sem sentido, que fez. Mesmo nessa altura, criticando publicamente o então Presidente, disse que voltaria a votar nele se houvesse novamente eleições.

Pois é… foi este capital humano que BdC desperdiçou e deitou a perder.

Depois aconteceu Alcochete… E todos sabemos como BdC reagiu… Ou não reagiu!

Reconheço que no seu magistério trouxe muita gente a Alvalade. E mesmo fora da corrida ao troféu maior, ainda assim o Estádio enchia. Algo que o ano passado raramente vi!

Mas voltando ao assunto que aqui me trouxe: fiquei triste que os sportinguistas optassem por esta expulsão. Não me revejo nesta atitude. De todo.

Sei que BdC procedeu mal, que falou muitas vezes demais, que tentou por todos os meios manter-se no poder… sei disso tudo. Mas expulsá-lo?

Repito: não gostei.

Nós que costumamos dizer que somos de um clube diferente, mostrámos da pior forma porque somos diferentes.

Termino com o sentimento de que, aconteça o que acontecer no futuro mais próximo ou mais longínquo, nada apagará a história do nosso grande Clube.

E esta é que realmente conta para todos nós!

Sporting omnipresente!

Numa aldeia remota numa das mais belas ilhas do arquipélago dos Açores, onde se chega com alguma dificuldade encontrei a prova de que o Sporting está em todo o lado.

Falo da Fajã das Almas na Ilha de S. Jorge, onde, curiosamente, encontrei o maior número de lagartos vivos nas paredes que ladeavam a estrada muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuito íngreme.

E no café local achei esta prova.

DSC_0624.JPG

Vírus!

Parece um vírus… Quando apanha terreno fértil ei-lo a mostrar-se e a tentar alastrar.

Falo obviamente daqueles adeptos que à sorrelfa, aproveitam os desaires do Sporting para surgirem numa invulgar pujança.

Nas redes sociais e em blogues é vê-los a denegrirem o clube e os seus responsáveis. Tudo porque não se ganhou um campeonato, tudo porque alguém considera que para o Sporting tudo é válido desde que se ganhe, tudo porque consideram que outrem faria muuuuuuuuuuuuuuito melhor.

Olvidam que após a triste Primavera do ano passado, com a debandada de algumas peças importantes da principal equipa de futebol, com a convulsão que seguiu, os jogadores conseguiram trazer para Alvalade dois troféus e curiosamente contra o mesmo adversário, sendo que na Taça de Portugal ainda eliminámos o Benfica.

Para este vírus os verdadeiros sportinguistas têm, todavia, um antídoto. Temos que ser mais fortes, mais unidos, mais imunes e jamais, repito jamais temermos o futuro.

Viva o Sporting!

Preciso entender!

O segundo jogo da fase final do campeonato de futsal está agendado para a próxima quinta-feira no Pavilhão João Rocha às 21 e 55 horas. Isto é mui perto das 10 da noite.

Se o jogo for para prolongamento, como foi o último, ou para grandes penalidades arriscam os adeptos que forem ao pavilhão a saírem do recinto provavelmente muito para lá da meia-noite.

Portanto o jogo realizar-se-á tardiamente na véspera de um dia de trabalho. Faz algum sentido?

Sinceramente não sei de quem é a responsabilidade da marcação destes jogos ou que eventuais interesses estarão por detrás desta calendarização. Deste modo, tenho alguma necessidade em entender o porquê desta hora tão tardia.

Será que algures me escapou alguma coisa?

PS - alertaram-me para o facto de o jogo ser assim tarde por causa da transmissão  televisiva  do Inglaterra-Holanda para a Taça das Nações que tem o início  marcado para as 19 e 45 horas.

Face a esta  actualização já  entendo a hora tardia, mas pergunto se o jogo tinha que ser mesmo na quinta feira?

 

Craque também é estrela... de televisão!

O nosso craque e capitão, Bruno Fernandes, é sem dúvida um fora de série. Daqueles que deixam sempre um boa marca nos relvados por onde passam.

Todos lhe atribuímos mérito pela carreira que fez no Sporting, na derradeira época (e espero que continue a fazer!!!). Os passes, os remates, os dribles, a visão de jogo tudo faz parte das fantásticas características do nosso médio.

No entanto jamais imaginaria que um dia poderia ver o nosso capitão numa telenovela portuguesa. Ei-lo aqui em "Alma e Coração" na SIC.

b_fernandes (1).jpg

Friamente

O Pedro Correia vai aqui trazendo diariamente algumas recordações de um passado mais ou menos recente do nosso clube. Porque convém não esquecer. Para nunca mais repetir.

Mas recuando mais ou menos um ano e com tanta convulsão interna que houve alguém, naquela altura, imaginaria que acabaríamos esta época com dois troféus ganhos? E contra o mesmo clube? Sendo que num deles eliminámos também o nosso rival de Lisboa, em nossa casa.

Já para não falar da conquista da Liga dos Campeões em Futsal e em Hóquei em Patins, curiosamente esta última também contra o Porto.

Ah e tal perdeste em vólei, andebol, ficaste em 3º lugar do hóquei observarão alguns…

Talvez tenham alguma razão.

Mas friamente qual o verdadeiro Sportinguista que não vibrou com a última vitória na Taça? Mesmo que no recato do seu lar...

2701!

Este foi o número de espectadores presentes na noite passada no pavilhão João Rocha, onde a equipa de futsal cilindrou o Modicus Sandim por um expressivo 7 a zero.

Ambiente infernal, com os adeptos o tempo todo a puxar pela nossa equipa.

Estamos na fase final. Seja com quem for é para ganhar.

A (má) concepção do Sérgio!

Gosto de gente rebelde, de malta que não se verga a uma circunstância menos favorável, gente que luta por algo melhor. Mas gosto também de gente educada e acima de tudo bem formada.

Então no desporto todas estas razões fazem ainda muito mais sentido.

Sérgio Conceição como jogador foi um campeão, mas foi outrossim o tal rebelde que falei acima. Sempre pronto para uma demanda desportiva. Fundamentos que acabou por trazer para a sua função de treinador.

Todavia custa-me perceber que os anos não lhe tenham dado calo e experiência suficiente para enfrentar com estoicismo e alguma naturalidade as vicissitudes da sua vida desportiva. Porque se hoje perde amanhã ganhará. Ou vice versa.

Pois bem, no passado final de jogo nas Antas, em que o Sporting perdeu, o treinador portista agrediu o guarda-redes leonino. Entretanto hoje Sérgio Conceição na tribuna presidencial não cumprimentou de propósito o Presidente do Sporting, numa atitude anti-desportiva que condeno olimpicamente.

Obviamente que nestas relações desportivas não temos de ter “em cada cliente um amigo” como soe dizer-se, mas um pingo de educação e formação é o mínimo que se exige. Especialmente a um treinador de futebol, líder de muitos homens que poderão ver nele um exemplo.

Neste caso um mau exemplo!

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