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És a nossa Fé!

Vergonha!

Em 40 anos de sócio nunca me senti tão vexado como esta noite.

De tal forma que abandonei o estádio aos 55 minutos de jogo, ainda as portas estavam todas fechadas.

Assumo aqui e agora que enquanto este presidente estiver em funções e este treinador liderar esta espécie de solteiros e casados jamais irei ao Estádio. Ponto.

Os dirigentes do Sporting têm de perceber que os sócios têm dignidade, que se orgulham em ser do Sporting porque mesmo perdendo lutamos sempre. Mas o que hoje se viu foi uma autêntica vergonha. E não pode ficar sem consequências. Doa a quem doer!

Como pode uma equipa a jogar em casa contra o penúltimo classificado da Liga espanhola fazer o primeiro remate aos 19 minutos? E nem foi enquadrado com a baliza. O primeiro canto aos 30 minutos?

Tenho que reconhecer que Bruno de Carvalho tinha razão do que dizia dos jogadores. Não posso admitir que durante os 55 minutos de jogo que vi o Sporting não tivesse feito uma jogada com cabeça, tronco e membros. Uma só!

Tantos e tantos jogos que assisti em Alvalade e este ficará na retina como o pior de todos.

Será tempo dos sócios perceberam que o Doutor Varandas pode ser muito bom médico, mas não tem arcaboiço para estar à frente de um clube como o Sporting. Temos pena que assim seja mas esta é uma triste realidade.

Tanto que critiquei o antigo presidente pela sua postura sempre guerreira para agora surgirem estes dirigentes educados, bem falantes mas profundamente amorfos.

Avanço ainda com uma pergunta que o meu filho mais velho me fez e que aqui em tempos reproduzi: o que melhorou com a saída de BdC?

Respondo com a ideia que, tirando as redes sociais, não melhorámos nada. Rigorosamente nada. Portanto mordo a língua e, infelizmente, tenho de dar razão ao meu infante mais velho.

Onde falo de feiras!

Reconheço que tenho andado um tanto afastado das lides da escrita, o que não equivale dizer que tenha estado ausente ou amorfo. Bem pelo contrário!

Bom passemos ao que aqui me trouxe e que se resume nesta simples ideia: o futebol português é assim uma espécie de fazenda contrafeita.

Todos os clubes, sem excepção, querem (?), desejam (?), lutam (?) por algo que eu sinceramente em futebol não sei ainda o que é. Tem o pomposo epíteto de “verdade desportiva”, mas creio que na verdade requer-se pouca verdade ao futebol (passe o pleonasmo!).

O futebol é um desporto não se esqueçam! E por isso está mais sujeito aos erros, enganos e vicissitudes, não sendo por isso uma ciência exacta como alguns gostariam de fosse.

Se os americanos um dia apostassem a sério no desporto-rei como apostam no futebol americano, no basebol ou até no basquete, quase de certeza que as regras do International Board já estariam mudadas. Obviamente para muito melhor.

Tentar comparar a qualidade do nosso futebol com as demais ligas europeias é, como disse no início deste texto, comparar duas peças de roupa com a mesma marca: uma é lavada e fica impecável (a verdadeira) enquanto a outra perderá com toda a certeza tamanho e qualidade (a contrafeita).

O problema dos nossos actuais dirigentes, sejam eles federativos, associativos ou unicamente de clubes, é que só falam de verdade desportiva quando as coisas não correm bem para as suas cores. Pois quando têm o vento de feição tudo é lícito e correcto e a verdade desportiva existe sem rodeios.

A corrupção no futebol é assim uma banca de feira do relógio (sem desprimor a quem lá trabalha) repleta de falsidades e onde tudo se compra e vende. Basta haver algum dinheiro.

Ah e influência!

Palavras leva-as o vento!

Não vi o jogo de ontem. Nem escutei sequer o relato.

No entanto ia sabendo da evolução do resultado através de uma aplicação que tenho no telemóvel. Desde aquela triste final no Algarve quando o árbitro Lucílio Baptista assinalou uma grande penalidade contra o Sporting, que deixei de olhar para esta competição com interesse.

Portanto tanto se me dá que o Sporting ganhe ou perca este troféu. Será sempre um troféu menor. Mesmo que o tenhamos ganho o ano passado.

Mas esta manhã escutei com algum interesse as declarações do treinador do Sporting de Braga, após o jogo e fiquei siderado com o que disse. E acima de tudo da forma como o fez. Pretende ser respeitado mas esqueceu-se de respeitar: jornalistas, adeptos, dirigentes e até jogadores.

Ora seguindo as suas próprias palavras Abel já deveria ter sido dispensado pelo Sporting de Braga, pois aquele jogo no outro lado da 2ª circular há umas semanas devia ser razão mais que suficiente para sair. Mas enfim…

Falar é fácil...

Algo diferente ou somente um agradecimento

Durante os últimos 19 dias vivi num turbilhão de emoções. Deixei de ir a Alvalade, não vi alguns dos jogos do Sporting, senti-me (quase) distante do clube.

Tudo porque o velho leão estava ferido e havia que recuperá-lo, conforme por aqui fui anunciando.

Ontem, finalmente, foi dia do velho leão regressar a casa.

Por isso é tempo de uma forma humilde agradecer a todos quantos por aqui me desejaram as melhoras do meu pai. E foram muitos, muitos mesmo. Amigos deste blogue, leitores e comentadores adeptos do Sporting e de outros clubes.

Provou-se que na hora da solidariedade humana não há clubismos! Fiquei deveras sensibilizado.

Mais uma vez bem-hajam a todos!

A gente lê-se por aí!

Coração de Leão!

Quem por aqui vai passando deve ter-se apercebido de que o meu pai está doente, originando que fosse sujeito a uma cirurgia ao coração.

A coisa era para ter acontecido na semana passada, mas a descoberta de algumas complicações, nomeadamente uma anemia crónica, levou a adiar a intervenção.

Mas a situação compôs-se durante a semana e ontem ao fim do dia o Leão mais idoso da família deu entrada na mesa de operações.

Já passavam das dez e meia da noite quando o cirurgião responsável surgiu na sala de espera e comunicou que tudo havida corrido muito bem e que o doente estava agora na Unidade dos Cuidados Intensivos (UCI).

Ainda o vi ontem, todavia estava ainda inconsciente e todo entubado. Tal como hoje de manhã.

Aquilo era uma parafernália de equipamentos, monitores e tubos. Sinceramente, meteu-me alguma impressão. O médico cardiologista, primeiro responsável pela decisão da necessidade da cirurgia, dizia-me a certa altura:

- Isto faz impressão para vós, mas para nós o doente está óptimo e estabilizado.

Da parte da tarde regressei ao hospital e encontrei o meu pai ainda na UCI, mas já sentado num cadeirão. Todavia a panóplia de equipamentos e tubos mantinha-se.

A determinada altura olhei fixamente para um dos monitores e vi algo parecido com um coração de tamanho muito pequeno, a piscar. Ao lado uns números e umas linhas que subiam e desciam. Percebi que correspondia à frequência do coração.

Fiquei claramente descansado! Conforme podem reparar na foto infra, mesmo depois da cirurgia o coração do meu pai continua a ser verde!

coracao_verde.jpg

Nota final:

Quero agradecer de forma emocionada e sincera a todos quantos desejaram as melhoras do meu pai. Bem-hajam!

Ver de fora… custa mais!

Ontem não fui a Alvalade.

Por duas razões. A primeira prendeu-se com a hora do início do jogo, quase madrugadora em dia de semana. A segunda e quiçá a mais importante teve a ver com o meu pai, que se encontra hospitalizado para ser hoje operado.

Se para a primeira eu conseguiria fugir do trabalho a horas, assumo que quanto à segunda não me sentiria bem ir a Alvalade e o meu pai no hospital a ver o jogo na televisão. A idade não perdoa e aproveitar os bocadinhos com ele será sempre preferível.

Dito isto, acabei por ver o jogo na televisão num quarto de hospital, acompanhado do meu pai. Digo que sou muuuuuuuuuuito pior adepto fora do estádio que lá dentro. Vá lá saber-se porquê…

Sinceramente, não sou apreciador de ver o Sporting na televisão. Porque sofro muito e refilo ainda mais. Mas o jogo de ontem foi… mauzinho. É óbvio que o Belenenses deu boa réplica e mostrou pergaminhos. Todavia a nossa equipa mostrou-se muito intranquila (ai Acuña, ai, ai). Sem ser o rolo compressor de outros jogos da época Keizer, o Sporting foi gerindo o tempo e o esforço e jogou qb. E, claro está, sofreu o golo da praxe.

O meu filho e o meu sobrinho que estiveram no estádio vieram buscar-me ao hospital para ir para casa. No caminho perguntávamo-nos quem teria sido o melhor jogador em campo. Falei de Miguel Luís, falou-se de Wendel. Também Coates e Gudelj.

Não ficámos de acordo. Também não seria importante. Tremendamente importante foi que o Sporting regressou às vitórias.

Natal leonino!

Estamos a quatro dias do Natal. Há alguns anos por esta altura o Sporting já estaria completamente arredado da luta pelo título e andava com outros clubes a lutar por um lugar na Liga Europa.

A verdade é que desde que BdC chegou ao Sporting jamais vivemos esse drama, não obstante termos ganho poucos títulos (o Campeonato Nacional, esse, nem vê-lo!).

Todavia, e digam o que disserem, é ao presidente destituído que se deve esta mudança do cariz leonino. Podemos não ganhar mas estamos lá! Ponto.

Independentemente do resultado em Guimarães, o Sporting está encostado ao topo da classificação, a uns meros 2 pontos de distância do campeão da última época.

Com tudo o que aconteceu neste defeso nem imagino onde estaríamos se nada tivesse acontecido. Mas enfim… isso são outros quinhentos…

Finalmente desejo a todos os escribas deste blogue e respectivas famílias, aos nossos comentadores (sejam eles de que clube forem!) um Natal repleto de venturas. Que este tempo de Advento culmine em imensas alegrias desportivas, pessoais e profissionais.

E que a saúde nunca vos falte.

Saudações leoninas

 

Sinceramente? Temi o pior!

Não sou possuidor do apuradíssimo verbo do Pedro Correia, do Pedro Azevedo ou do Leonardo Ralha para descrever ao pormenor o jogo de ontem.

Porque em questões de futebol jogado sou um mero mas muuuuuuuuuuuuuuuuuito sofredor adepto. De tal forma que à meia hora de jogo com dois golos encaixados e com o Sporting (quase) encostado às cordas pelo Nacional, sinceramente temi o pior.

Entretanto lembrei-me daquele jogo, há uns anos, entre o Sporting e o Braga em que fomos para intervalo também a perder por dois e que acabámos por ganhar por 3 a 2. Ora com o golo de Bas Dost mesmo ali à minha frente ainda na primeira parte aguardei pacientemente o restante jogo.

No intervalo o semblante dos que me rodeavam não era o melhor. Diria mais... as faces carregadas e as parcas palavras diziam (quase) tudo.

Depois... depois aconteceu que o príncipe adomecido Sporting recebeu ao intervalo o beijo da princesa esperança (e certamente umas palmadas do kaiser) acordando da sua letargia de forma que no segundo tempo carregou o Nacional para a sua grande área.

Considero as imagens seguintes como o momento crucial da partida.

E mais não digo!

 

A tribo do futebol!

No futebol tal como na política há também o conhecido "estado de graça" que corresponde a um determinado espaço de tempo em que faça o que o treinador fizer, bem ou mal, tudo é aceite com naturalidade e bonomia.

Ontem fui ver o nosso Sporting ganhar a uns toscos ucranianos que jogaram muito pouco. Tão pouco que obrigaram o Sporting a esforçar-se também pouco. Ou melhor a jogar o quanto baste para levar de vencida esta equipa oriunda de muito longe.

O actual treinador do Sporting vive assim o tal "estado de graça" de que falei acima. Estivesse o antigo treinador José Peseiro ou até o mais recente treinador do Chaves, Tiago Fernandes, na frente da equipa de futebol do Sporting e muitas críticas se escutariam por aquela escadaria fora, no final do jogo:

"Não jogamos nada!"

"Bruno a capitão onde já se viu após o que fez?"

"Aqueles putos têm muito que aprender"

Ao invés, para além da alegria estampada nos adeptos por mais uma vitória leonina, a maioria concordava com a forma como o treinador fez entrar jogadores novos, vindos das camadas mais jovens, dando-lhes uma oportunidade de se mostrarem, não só aos adeptos como à Europa, sempre tão sequiosa de novas estrelas.

Tudo isto para concluir que a “malta da bola” é realmente muito estranha (eu incluído!), pois o que hoje é verdade amanhã é uma enorme mentira. E vice-versa.

Não estou a dizer nada que não se saiba já há muuuuuuuuuuuito tempo (obrigado doutor Pimenta Machado). Todavia nunca o havia constatado de maneira tão vincada como ontem assisti!

É assim a tribo do futebol... Inconstante!

Cidadania e futebol

Já por diversas vezes aqui falei da maneira como vejo o futebol por esses cafés do interior, onde alguns adeptos não alinham com o nosso clube.

No fim de semana passado voltei à aldeia por motivos de doença de um sportinguista e que requer a atenção do filho único.

Todavia às oito da noite estava no clube da aldeia à frente da televisão para ver o nosso Sporting. Na enorme sala apenas três pessoas… O empregado, também adepto do Sporting, um primo adepto de outro clube e mais um aldeão, também ele sportinguista. E eu…

Devagar foram aparecendo clientes que olhavam o televisor e após o café ou a costumada cerveja partiram para parte incerta, incapazes de assistirem a um bom jogo de futebol, só porque não era a sua equipa que estava a jogar.

Entretanto alguém entrou, olhou a televisão e, olvidando a minha presença e dos outros, barafustou:

- S., muda de canal que não quero ver esses gajos…

O jovem, coitado, sentiu-se atrapalhado e, não sabendo o que fazer, olhou para mim com um olhar a requerer ajuda. Que logo assumi:

- S., não mudas nada porque há gente a ver o jogo!

O outro olhou para mim e, não me conhecendo como alguém da aldeia, perguntou-me em tom provocatório se eu é que mandava ali. Respondi que mandava tanto quanto ele. Mas com uma pequena diferença… eu chegara primeiro que ele!

Como percebeu que não tinha argumentos para me bater, saiu a resmungar.

Curioso como há adeptos que não percebem uma coisa simples como é a cidadania. Como podem perceber de futebol?

Expresso para a vitória

Ontem à noite, à hora que se iniciou o jogo do Sporting no campo do Rio Ave, estava eu a colocar o mais idoso leão da família e respectiva esposa (os meus pais!) num expresso para a aldeia.

Ainda o autocarro não havia partido do terminal e já o Sporting havia marcado e sofrido. Estive a modos para entrar e dizer-lhe o resultado mas preferi regressar a casa, num expresso particular.

Entretanto no caminho, dentro do túnel de Benfica (coincidência pura!), consegui escutar o golo de Bas Dost, o segundo do Sporting, para minha imensa alegria e descanso.

Logo que parei o carro à porta de casa corri para a televisão ainda a tempo de ver o Renan a (quase) dar uma fífia, perante a linha avançada do Rio Ave.

Só que chegou o intervalo e após este a anulação de um golo a Bas Dost. Mas a equipa pareceu-me acelerada e competente. Renan compensou o erro da primeira parte quando deu a cara ao expresso remate do avançado do Rio Ave e salvou-nos de um empate.

O expresso rodoviário chegou ao destino, os meus pais a casa e Jovane Cabral fez com que o expresso da bola entrasse numa gaveta na baliza do Rio Ave, para delírio dos presentes do estádio e dos distantes, como eu.

Parece que o Rio Ave não perdia em casa há 20 jogos. Pois… mas o expresso da vitória leonina não merece contestação.

Fim de semana à leão!

Não sei de quem foi o mérito, nem me interessa. Todavia e em princípio dos atletas e treinadores, mas gostei das vitórias:

- em hóquei em patins contra um dos candidatos;

- em voleibol;

- em futsal;

- em futebol;

e especialmente aquela vitória no sábado contra o Besiktas em andebol que nos coloca, pela primeira vez, na fase seguinte da Champion League desta modalidade.

É assim o Sporting.

(Provavelmente houve outras vitórias neste fim de semana, mas considerei estas deveras importantes!)

"SSSS" em Alvalade

Quando não havia a A23 que me leva actualmente de Lisboa a Castelo Branco em menos de duas horas, utilizava sempre uma estrada que atravessava o norte do Alentejo. Entrava em Vila Franca de Xira e passava toda a lezíra ribatejana até chegar a Mora e depois a Ponte de Sor.

Daqui seguia para Nisa. A partir desta vila havia uma estrada muito sinuosa até chegar a Vila Velha de Ródão. As curvas e contracurvas eram constantes e era frequente as crianças enjoarem neste troço.

Mas que tem este caminho a ver com o jogo de ontem à noite, perguntar-me-ão?
É que o jogo de ontem foi assim um bocado aos "ssss", tal e qual a estrada entre a povoação alentejana e as Portas de Ródão.

S de sofrível, tal foi a forma como a equipa jogou;

S de suficiente para ganhar;

S de segundo lugar na classificação;

S de sofredores, os mais de vinte mil adeptos presentes;

S de safa, escapámos de boa com o Chaves;

S de Salin, que não esteve em campo e deveria estar;

S de Sporting.

Crónica de um bom jogo em terras beirãs

Quando entrei no café chovia torrencialmente. O estabelecimento não estava repleto, somente pouco mais de meia dúzia de assistentes.

Estranhei a constituição da equipa, mas havia que dar o benefício da dúvida. Pareceu-me, estranhamente, que logo de início o Sporting até estava a jogar bem. Ou pelo menos melhor que outros jogos.

Mas pronto, lá sofremos o golo da ordem. Alguns assistentes rejubilavam. Após sexta-feira passada, andam interessados noutros clubes…

Veio a segunda parte e o golo de Bas Dost. Tirando eu, poucos se manifestaram. E com o golo de Acuña dei um salto.

Alguns ocupantes saíram. Outros ficaram. Poucos… muito poucos!

Até ao final do jogo.

Saí após o fim da partida. A chuva continuava a cair. Todavia só em casa dei por isso.

O drama das escadas

São 16 e 59 quando saio do meu trabalho já devidamente equipado para o jogo. O Metro vai quase repleto de adeptos. Vinte minutos depois estou a entrar no estádio após ter passado os seguranças e os torniquetes.

E é aqui que tudo se inicia. São diversos lances de escadas, inúmeros degraus, diversos andares sempre a subir.

Faço-o com calma e serenidade, pois ainda é cedo. Já escuto o "speaker" mas não percebo o que diz.

Continuo a subir. O drama adensa-se.

Passo a passo, degrau a degrau, vou-me aproximando do cimo.

Sinceramente não há drama como este.

Chego ao último patamar, onde encontro outro segurança.

Não há mais escadas para subir a não ser as dentro do estádio que dão acesso ao lugar.

Respiro fundo.

O drama resume-se finalmente: como descerei as escadas depois do jogo?

Alegre e feliz?

Triste e cabisbaixo?

Entre ambos?

Estas dúvidas assistem-me em todos os jogos.

Esta noite não foi diferente!

 

Também aqui!

Recordando

A pouco menos de um par de horas do jogo para a Liga Europa há quem olhe para esta partida e diga que a derrota do Sporting será certa.

Relembro então aqui um jogo contra a já, na altura, poderosíssima equipa do Manchester City. Nesse duelo as nossas hipóteses eram mínimas, mas Sá Pinto e obviamente Xandão contrariaram as ideias e o Sporting não só ganhou esse jogo como passou a eliminatória.

Antes fora o Sporting contra o Newcastle com, imaginem só, José Peseiro como treinador e que nos levou à final da Liga Europa. Mesmo começando a perder ganhámos o jogo por 4-1.

Portanto quando oiço e leio as aves agoirentas falar da partida de hoje... recordo, pelo menos, estes dois jogos.

Boa sorte Sporting!

Assim não!

Durante a minha ausência deste espaço fui lendo o que por aqui se foi bem escrevendo e passei os olhos por muuuuuuuuitos outros locais, onde alguns sportinguistas aterram. Como um dia escutei de alguém: gosto de ler os outros para saber o mal que dizem de mim.

Li muitas (talvez demasiadas) caixas de comentários e de repente dei conta que há por aí muita gente a sovar selvaticamente Frederico Varandas, nomeadamente quando as equipas ditas amadoras não vencem os seus jogos.

Já aqui assumi que não votei no Doutor Varandas, mas a sociedade leonina escolheu-o, só tenho que o apoiar.

Ao invés do que seria de supor com as passadas eleições de Setembro, os machados de guerra não foram enterrados. Continuam afiados e em posição de serem disparados ao mínimo desaire do Sporting.

A pacificação parece difícil. As feridas abertas durante a passada Primavera e Verão continuam a purgar pus e continuam a contagiar muitos adeptos.

Assim não! Desta forma o Sporting jamais sairá da mediocridade para onde alguns incautos o atiraram.

É necessário unir, remarmos todos para o mesmo lado.

E até agora não tenho assistido a isso. Infelizmente!

De tudo um pouco!

Desde a estúpida derrota em Portimão que autoflagelei-me com a ausência de escrita neste espaço.

A promessa, feita na altura a mim mesmo, terminaria numa futura vitória leonina.

E pronto, lá aconteceu ontem em Alverca (para mim de boa memória quando vi Jardel e "sus muchachos" vencer a equipa local) o Sporting ganhar mais uma partida.

Num jogo onde houve de tudo um pouco:

- bom futebol;

- mau futebol;

- bons golos;

- boa arbitragem;

- uma grande penalidade bem defendida;

- bons apontamentos de alguns leoninos;

- muita displicência;

- alguma tremideira;

- pouca coragem do treinador leonino.

Enfim, o Sporting desta época resumido em meros noventa minutos.

{ Blog fundado em 2012. }

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