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És a nossa Fé!

De tudo um pouco!

Desde a estúpida derrota em Portimão que autoflagelei-me com a ausência de escrita neste espaço.

A promessa, feita na altura a mim mesmo, terminaria numa futura vitória leonina.

E pronto, lá aconteceu ontem em Alverca (para mim de boa memória quando vi Jardel e "sus muchachos" vencer a equipa local) o Sporting ganhar mais uma partida.

Num jogo onde houve de tudo um pouco:

- bom futebol;

- mau futebol;

- bons golos;

- boa arbitragem;

- uma grande penalidade bem defendida;

- bons apontamentos de alguns leoninos;

- muita displicência;

- alguma tremideira;

- pouca coragem do treinador leonino.

Enfim, o Sporting desta época resumido em meros noventa minutos.

Direito a ser diferente

Saltito entre postais e comentários neste blogue e que leio?

Uma enxurrada de má-educação, de ofensas verbais, de discursos a roçar a ordinarice, maioritariamente nos comentários de adeptos leoninos.

No fundo, no fundo estes são, por assim dizer, os resíduos tóxicos deixados por BdC na mente de alguns Sportinguistas.

O fundamentalismo traduzido na sua forma verbal ou em acções é sempre condenável. Seja em Portugal, no Burkina Fasso ou na Lua.

Nada me move contra outros sócios ou simples adeptos do Sporting que pensem de forma diferente da minha. Nem por expressarem as suas opiniões mesmo que seja contráriaa, desde que apresentadas de forma elevada.

Custa-me por isso entender o que se passa na cabeça destes Sportinguistas que nasceram para a vida do clube após BdC ter sido Presidente, olvidando que quando o Sporting ganha todos ficamos felizes por essa vitória.

Ou será que não ficam?

Portanto caríssimos não contem comigo para baixar o nível do meu discurso. Jamais!

 

Viva o SPORTING!

 

PS – Já estou a imaginar o chorrilho de palavreado e de epítetos com os quais irei ser brindado. Mas tal não me afecta… minimamente!

A gente lê-se por aí!

Pergunta venenosa!

 

Há uns dias fizeram-me uma pergunta sobre BdC, através de uma dessas ferramentas usadas nos telemóveis e que reproduzo aqui, contendo outrossim a minha breve resposta.

 

pergunta.jpg

 

Não sei se ainda valerá a pena responder a preceito, mas fica a ideia de que há ainda sportinguistas saudosos da truculência do antigo presidente.

Parece que vai ser muito difícil aplacar esta gente, sempre tão desejosa de conflitos.

A tradição já não é o que era!

O meu filho mais velho tem um conjunto volumoso de camisolas do Sporting. A cada partida usa uma diferente. No jogo contra o Marítimo não foi excepção! Nas costas o seu nome, assim como um número que é o dia do seu aniversário.

Já a caminho do estádio diz ele a determinada altura:

- Esta camisola está amaldiçoada…

- Porquê?

- Sempre que vim com ela o Sporting nunca ganho!

Ora… tendo em conta que tínhamos acabado de ver a equipa de andebol ser derrotada por uns dinamarqueses de um clube de nome impronunciável, temi que a nefasta tradição se mantivesse.

Pois… mas ou tradição já não é o que era ou a equipa do Sporting não liga a tradições, a verdade é que o jovem saiu de Alvalade com a primeira vitória naquela camisola.

Certamente para mais tarde recordar!

 

Também aqui

O (simples) dia de ontem!

Saí de casa apressado para chegar a tempo ao pavilhão João Rocha. A tarde estava cálida, mas nas ruas ao redor de Alvalade havia já muito movimento de sportinguistas. Os pontos de encontro quantas vezes personalizados nas roulotes das bifanas e imperiais, ainda assim apresentavam pouca clientela.

Todavia à volta do pavilhão havia já fila para entrar. O jogo da Liga dos Campeões de Andebol estava previsto para as 18 e 30. Quando entrei já o recinto estava bem composto, plasmado nos quase 2500 adeptos.

Não obstante a equipa de andebol ter jogado muuuuuuuito abaixo do que seria esperado e desejável, o público presente não regateou apoio. Foi a minha primeira vez no pavilhão, não obstante ter também contribuído para a sua construção, e senti-me completamente arrebatado por aquele público entusiasta. Faltou a vitória para ser perfeito!

Um espaço que pode levar 3000 pessoas na sua lotação completa, levou-me a imaginar como será, ao vivo, o ambiente num qualquer pavilhão nos Estados Unidos, que levam muito acima das 10 mil assistentes.

Após o andebol foi a vez do futebol. Uma “sandocha” e a inevitável imperial, para tapar a fome, e nova correria para o estádio. Desta vez para assistir a uma bela vitória contra o Marítimo.

E das duas uma: ou eu não percebo nada de futebol (o que deve estar mais próximo da verdade!!!) ou este terá sido o melhor jogo que vi esta época em Alvalade? Pelo menos a mim pareceu-me…

Enfim ontem recarreguei as minhas baterias do espírito sportinguista. Confesso que estava mesmo a precisar!

A gente lê-se por aí!

PS - Fica o filme da grande penalidade visto do meu lugar.

 

 

Modernizar o futebol

O Desporto Rei tem vindo a perder oportunidades atrás de oportunidades para se tornar mais competitivo e obviamente mais sério. E quando falo em seriedade não aponto para a corrupção que grassa na UEFA e na FIFA, mas essencialmente para a forma como o futebol é tantas vezes um verdadeiro palco para alguns “artistas” da bola.

Tudo isto para dizer que ontem em Alvalade poderia ter acontecido um caso singular. A falta de originou o vermelho directo, se tivesse acontecido aos 80 minutos, quando Peseiro já tinha feito todas as substituições, poderia colocar o Marítimo em pé de igualdade com o Sporting quanto ao número de jogadores em campo.

De uma maneira pragmática diria que nesta suposta situação, o crime compensaria o prevaricador.

Ora, será necessário que alguém olhe para estes casos de uma forma mais aberta e sem quaisquer receios de ferir interesses.

Num caso como o que aconteceu na noite passada, a equipa prejudicada deveria poder substituir o jogador lesionado, não obstante as três substituições já ocorridas ou a equipa contrária abdicar de um jogador. Só assim se faria alguma justiça.

Tenho consciência que tanto a FIFA como a UEFA têm pavor à mudança, mas sinceramente já seria tempo daqueles organismos se modernizarem quanto a este e outro género de questões.

De outra forma o futebol perderá com o tempo adeptos! Disto não tenho qualquer dúvida.

Varandas para o sucesso?

O Doutor Frederico Varandas tem desde a madrugada de Domingo sobre si todos os holofotes apontados. Pelos jornalistas, pelos nossos adversários, pelos candidatos perdedores e essencialmente pelos sócios e pelos adeptos que não votando têm outrossim uma opinião.

Cabe então ao novel Presidente do Sporting saber gerir as solicitações a que estará sujeito nos próximos tempos, sejam as televisões, rádios ou jornais. Acima de tudo não dar para todos os peditórios, sejam eles quais forem. Resguardar-se!

Há que aprender com os erros por outros cometidos e evitar entrar em guerras directas ou indirectas com os adversários (internos e externos!).

Unir os Sportinguistas foi o tema principal da campanha do Dr. Varandas. Todavia fica aqui a minha ideia de que há (ainda) muuuuuuuito sportinguista que não se quer unir aos restantes sócios e adeptos. Infelizmente, acrescento.

Olhando um pouco para trás, jamais imaginei que a votação em Março do ano passado (e sobre a qual, na altura, escrevi este texto) viesse a descambar nos tristes acontecimentos deste ano e que culminaram nas eleições no passado fim de semana.

Portanto... já não passo cheques em branco a ninguém. Nem mesmo o faria a João Benedito em quem votei, conscientemente. Vou aguardar os futuros desenvolvimentos, no sentido de perceber qual o novo caminho do Sporting. Espero e anseio que seja o do sucesso!

Como católico termino com um simples desejo: que Deus ajude o nosso Presidente.

Diferenças e parecenças

Em Março do ano passado não fiquei à espera dos resultados das eleições, pois a única dúvida era saber por que percentagem ganharia o candidato BdC.

Ano e meio depois estou pregado à televisão a aguardar a notícia do próximo Presidente leonino. Quão diferente!

Neste momento em que estou a escrever este postal já passa um quarto de hora da uma da madrugada e nada de notícias.

Parece aqueles jogos em que o Sporting está a ganhar a minutos do fim e o árbitro nunca mais apita para o final!

Como diz o Edmundo… “canervos”.

Pós-eleições!

Independentemente da hora mais ou menos tardia, em breve saber-se-á quem irá ser o próximo presidente do Sporting.

Gostaria obviamente que ganhasse o candidato que votei, mas se tal não for a escolha dos restantes sócios, só terei de respeitar.

Nunca na minha vida tive funções de gestão e por isso considero que quem for tomar conta do nosso clube será alguém com muuuuuuuuuuuuuuuuita coragem e deverá estar preparado para tudo e mais alguma coisa. Essencialmente para gerir (muito) más notícias.

Porém quem vencer espero que não caia (outra vez) na tentação de prometer este mundo e o próximo, sem ter conhecimento da verdadeira realidade do clube. Seria bom um discurso de vitória conciliador, virado para o futuro e assertivo. A demagogia de vencedor não é grande política.

Desde o início do ano que o Sporting anda em guerra interna, para gáudio dos nossos adversários. Há, portanto, que pacificar as hostes mais guerreiras, ouvir as opiniões de outros, e decidir sempre, mas sempre em favor do Sporting.

Foi para isso que eu votei!

Só eu sei porque não fico em casa!

É já depois de amanhã que o nosso Sporting vai novamente a votos.

Da história recente que nos trouxe até aqui, ficam duas ou três coisas, todas elas menos boas.

A primeira é que há no Sporting, como há noutros clubes, adeptos malcriados, mal educados e com a ideia de democracia do tamanho de um bago de arroz. A segunda prende-se com a forma como o Sporting foi gerido nos meses que antecederam esta crise. Bastaram meia dúzia de palavras mal ditas e pior interpretadas para nascer um autêntico terramoto interno. A terceira cola-se à Juventude Leonina que poderia ter evitado este tremor de terra se pensasse mais no Sporting Clube de Portugal.

Criou-se assim, com esta crise, uma enormíssima divisão interna, onde os Sportinguistas não se entendem, não se revêem nesta CG (plasmadas nos assobios no último jogo a Jaime Marta Soares!!!) e não perdoam a alguns jogadores as atitudes que assumiram no final da época.

Seja como for Sábado deverá ser um dia muito especial. Os candidatos perfilam-se na linha de partida e nós sócios temos o dever de ir a Alvalade votar. Nem que seja em branco.

A grandeza de um clube não se revê unicamente no museu das taças, mas outrossim nos actos democráticos como o que se perfila.

Por tudo isto e muito, muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuito mais é que só eu sei porque Sábado não fico em casa!

Divagações

Olho atentamente para a lista de candidatos à Presidência do Sporting e todos me parecem fora de contexto, longe da realidade sportinguista.

Uns por umas coisas, outros por outras, não vejo em nenhum deles verdadeiro carisma para tomarem conta de um clube em profundíssima crise de identidade.

Receio mesmo que quem ganhe, seja ele quem for, não consiga unir as tropas leoninas tão divididas.

Nos últimos anos ser do Sporting é ter sido pura e simplesmente vítima de ataques vindos de todo o lado. Sem dó nem piedade!

Relembro que ao fim de uns meses de presidência, BdC era o alvo preferido de jornais, jornalistas e comentadores. Mas isso até eu gostava. Era sinal de vitalidade do clube, personalizado no seu eléctrico presidente. Dava “pica” vê-lo responder às criticas com acções e novas ideias para o futebol.

O tempo passou, o Sporting a nível do futebol sénior ganhou somente uma Supertaça (torneio obviamente menor!) e uma taça da Liga ((troféu ainda com menor valor!). Campeonatos nem um para amostra.

Por outro lavo, verdade seja dita, as modalidades trouxeram-nos muitos títulos. Mas faltou o essencial. E estivemos tão perto (não foi Bryan Ruiz???).

Depois… bom depois toda a família sportinguista sabe o que aconteceu. Nem vale a pena recordar. O descalabro linguístico e não só do agora destituído presidente levou-nos a este ponto de não retorno.

As eleições aproximam-se e neste momento percebo que há dois candidatos mais fortes que todos os outros. Por vezes fico a pensar se não seria possível a junção das duas candidaturas numa só?

Eu sei que esta ideia não passa de pura e idiota utopia, mas já alguém pensou nisso?

Como (não) vivi o dérbi de sábado

Entre a praia e as festas na aldeia beirã, estas últimas ganharam. Uma espécie de dérbi interior e muito pessoal.

O problema maior é que na aldeia, nesta altura do ano, ver futebol no café é comprar uma guerra.

Primeiro porque os estabelecimentos estão tão cheios, que dificilmente consigo entrar. Ele é o regressado da França ou do Luxemburgo, o amigo do amigo do amigo que veio à aldeia de propósito a convite de não se sabe de quem, os filhos, netos, sobrinhos, parentes afastados... todos ao molho e (sem) fé em Deus (desculpa Pedro Azevedo!).

Portanto… não vi o jogo. Nem escutei o relato, já que alguns dos relatadores matam-me de coração com o que transmitem através da sua voz.

Assim… não há melhor que ficar em casa, a fazer outra coisa qualquer e aguardar pacientemente que o telemóvel vá dizendo alguma coisa.

Este jogo era de importância superior. Se o Sporting conseguisse passar por aquele campo sem trazer grandes mazelas pontuais o campeonato poder-se-á tornar algo mais interessante.

Este era assim a modos que o meu pensamento interior. Jamais imaginaria que passado o fim de semana estivéssemos na frente com mais três equipas.

A determinada altura escutei um burburinho na rua. Mas o telemóvel não "miava". Finalmente deu sinal de vida pois o Nani havia marcado. Fixe, boa... pensei eu!

Mas o tempo passava devagar. O calor também não ajudava.

Novo burburinho e o sinal de golo.

Empate!

Fui então ver os comentários que a aplicação ia fornecendo. E Salin surgia como figura primeira do jogo. Ainda bem, pensei eu, tem de justificar o ordenado que ganha.

Dez minutos a mais de tempo extra, dizia a aplicação… Mas foi mesmo necessário?

Fim do jogo. Finalmente respiro aliviado.

O café já deve estar vazio. A festa no arraial está para começar!

Longe da vista, perto do coração!

Acabo de receber uma mensagem no telemóvel a comunicar que a 10 minutos do início do jogo está meia casa.

Longe do estádio sofro por fora. Nem posso ir ao café já que está repleto de adeptos de outras agremiações e que na sua postura democrática não deixam ver nem ouvir o jogo na televisão.

Recolho a casa onde o relato será a minha única ligação.

Seja como for posso estar fisicamente longe do relvado, mas estou intimamente ligado ao Estádio.

Que joguem bem e nos dêem uma alegria.

É o mínimo que peço!

 

Como vivi o jogo de hoje

Tenho uma doença incurável. Sou Sportinguista até à bactéria mais pequena do meu corpo.

Deste modo os jogos do Sporting são quase sempre muito sentidos, muito vividos, demasiado sofridos.

Não tenho qualquer contrato com operadoras de desporto e também não gosto de usar a pirataria. Portanto quando não estou em Alvalade prefiro escutar os relatos na rádio (tradição que já vem de longa data).

Aproveitei para fazer algumas tarefas domésticas enquanto escutava na RR o relato do jogo. E foi aí que escutei o golo do Moreirense.

Os repórteres de campo só encontraram coisas más na equipa do Sporting. Era o Ristovski ou o Petrovic. Depois o Jeferson e até o Nani.

Mudei de posto e passei a escutar Antena 1. De boa memória, pois o Sporting marcou a seguir. Nesta estação os repórteres e o comentador de serviço (conhecido Portista) variavam entre algumas críticas e alguns elogios.

Chegou o intervalo e tive de me dedicar a outras actividades, que não me permitiam escutar o relato da segunda parte.

Só que o telemóvel tem uma aplicação que me vai dando a evolução do resultado. E à meia hora ouvi o sinal de golo. Fui ver de quem era e Bas Dost havia feito o que mais sabe.

Cerrei o punho e fiquei com os olhos no equipamento. Faltou-me a coragem para escutar o resto do relato.

Noventa minutos e a indicação de um amarelo para um jogador do Moreirense. Logo de seguida novo alarme. Temi o pior. Mas Bas Dost não me deixou ficar mal e meteu um chapéu no saco minhoto.

- Boa – disse eu para os meus botões enquanto voltava a cerrar os punhos.

Logo a seguir nova sinalética. O jogo havia terminado, no preciso instante que Nelson Évora se sagrava campeão europeu de Triplo Salto.

Carta aberta aos sportinguistas

Caríssimos,

 

Como é do conhecimento de todos, o Sporting inicia amanhã mais uma corrida que durará mais ou menos até Maio próximo.

Os últimos meses foram demasiado tenebrosos para as nossas cores, para serem simplesmente olvidados. Nem vale a pena trazer aqui esse triste histórico do qual ainda hoje sofremos as consequências.

Porém futebol é futebol e quando a bola começar a rolar os nossos corações vão saltar de emoção com os golos ou as jogadas dos nossos atletas. E não interessará saber se sou defensor de A, de B ou de C. Isso durante o jogo não contará para nada.

De tal forma que sempre que o Sporting marcar aquele golo que nos dará a vitória, seja no campo, seja em casa, haveremos de saltar e abraçar o vizinho com a mesma força e alegria de sempre, independentemente da lista que ele defender.

Porque aquele momento do golo é tão especial, tão importante, tão transcendente que ultrapassa qualquer diferença de opinião que tenhamos.

Face ao que precede, a partir de amanhã não culpemos os dirigentes anteriores, não culpemos os actuais, nem culpemos os futuros pelo resultado menos positivo. Não vale a pena!

Porque o futebol é um jogo onde, para além da competência de cada equipa, o factor sorte é um elemento incontornável e incontrolável.

Portanto meus amigos… é chegado o tempo de acabar com as guerras e passemos a apoiar ferverosamente o nosso Sporting.

Como seeeeeeeeeeeeeeeeeempre o fizemos.

Saudações leoninas.

José

Memória!

Lembram-se do que aconteceu a muitas famílias logo a seguir ao 25 de Abril de 1974?

Ora bem, para quem não tem memória ou não viveu esses momentos, recordo que muitas e muitas famílias ficaram desavindas durante tantos anos, devido às diferentes opções políticas que cada um tomou.

Hoje, na família sportinguista, passa-se precisamente o mesmo.

Lamentavelmente!

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