Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

És a nossa Fé!

Cidadania e futebol

Já por diversas vezes aqui falei da maneira como vejo o futebol por esses cafés do interior, onde alguns adeptos não alinham com o nosso clube.

No fim de semana passado voltei à aldeia por motivos de doença de um sportinguista e que requer a atenção do filho único.

Todavia às oito da noite estava no clube da aldeia à frente da televisão para ver o nosso Sporting. Na enorme sala apenas três pessoas… O empregado, também adepto do Sporting, um primo adepto de outro clube e mais um aldeão, também ele sportinguista. E eu…

Devagar foram aparecendo clientes que olhavam o televisor e após o café ou a costumada cerveja partiram para parte incerta, incapazes de assistirem a um bom jogo de futebol, só porque não era a sua equipa que estava a jogar.

Entretanto alguém entrou, olhou a televisão e, olvidando a minha presença e dos outros, barafustou:

- S., muda de canal que não quero ver esses gajos…

O jovem, coitado, sentiu-se atrapalhado e, não sabendo o que fazer, olhou para mim com um olhar a requerer ajuda. Que logo assumi:

- S., não mudas nada porque há gente a ver o jogo!

O outro olhou para mim e, não me conhecendo como alguém da aldeia, perguntou-me em tom provocatório se eu é que mandava ali. Respondi que mandava tanto quanto ele. Mas com uma pequena diferença… eu chegara primeiro que ele!

Como percebeu que não tinha argumentos para me bater, saiu a resmungar.

Curioso como há adeptos que não percebem uma coisa simples como é a cidadania. Como podem perceber de futebol?

Expresso para a vitória

Ontem à noite, à hora que se iniciou o jogo do Sporting no campo do Rio Ave, estava eu a colocar o mais idoso leão da família e respectiva esposa (os meus pais!) num expresso para a aldeia.

Ainda o autocarro não havia partido do terminal e já o Sporting havia marcado e sofrido. Estive a modos para entrar e dizer-lhe o resultado mas preferi regressar a casa, num expresso particular.

Entretanto no caminho, dentro do túnel de Benfica (coincidência pura!), consegui escutar o golo de Bas Dost, o segundo do Sporting, para minha imensa alegria e descanso.

Logo que parei o carro à porta de casa corri para a televisão ainda a tempo de ver o Renan a (quase) dar uma fífia, perante a linha avançada do Rio Ave.

Só que chegou o intervalo e após este a anulação de um golo a Bas Dost. Mas a equipa pareceu-me acelerada e competente. Renan compensou o erro da primeira parte quando deu a cara ao expresso remate do avançado do Rio Ave e salvou-nos de um empate.

O expresso rodoviário chegou ao destino, os meus pais a casa e Jovane Cabral fez com que o expresso da bola entrasse numa gaveta na baliza do Rio Ave, para delírio dos presentes do estádio e dos distantes, como eu.

Parece que o Rio Ave não perdia em casa há 20 jogos. Pois… mas o expresso da vitória leonina não merece contestação.

Fim de semana à leão!

Não sei de quem foi o mérito, nem me interessa. Todavia e em princípio dos atletas e treinadores, mas gostei das vitórias:

- em hóquei em patins contra um dos candidatos;

- em voleibol;

- em futsal;

- em futebol;

e especialmente aquela vitória no sábado contra o Besiktas em andebol que nos coloca, pela primeira vez, na fase seguinte da Champion League desta modalidade.

É assim o Sporting.

(Provavelmente houve outras vitórias neste fim de semana, mas considerei estas deveras importantes!)

"SSSS" em Alvalade

Quando não havia a A23 que me leva actualmente de Lisboa a Castelo Branco em menos de duas horas, utilizava sempre uma estrada que atravessava o norte do Alentejo. Entrava em Vila Franca de Xira e passava toda a lezíra ribatejana até chegar a Mora e depois a Ponte de Sor.

Daqui seguia para Nisa. A partir desta vila havia uma estrada muito sinuosa até chegar a Vila Velha de Ródão. As curvas e contracurvas eram constantes e era frequente as crianças enjoarem neste troço.

Mas que tem este caminho a ver com o jogo de ontem à noite, perguntar-me-ão?
É que o jogo de ontem foi assim um bocado aos "ssss", tal e qual a estrada entre a povoação alentejana e as Portas de Ródão.

S de sofrível, tal foi a forma como a equipa jogou;

S de suficiente para ganhar;

S de segundo lugar na classificação;

S de sofredores, os mais de vinte mil adeptos presentes;

S de safa, escapámos de boa com o Chaves;

S de Salin, que não esteve em campo e deveria estar;

S de Sporting.

Crónica de um bom jogo em terras beirãs

Quando entrei no café chovia torrencialmente. O estabelecimento não estava repleto, somente pouco mais de meia dúzia de assistentes.

Estranhei a constituição da equipa, mas havia que dar o benefício da dúvida. Pareceu-me, estranhamente, que logo de início o Sporting até estava a jogar bem. Ou pelo menos melhor que outros jogos.

Mas pronto, lá sofremos o golo da ordem. Alguns assistentes rejubilavam. Após sexta-feira passada, andam interessados noutros clubes…

Veio a segunda parte e o golo de Bas Dost. Tirando eu, poucos se manifestaram. E com o golo de Acuña dei um salto.

Alguns ocupantes saíram. Outros ficaram. Poucos… muito poucos!

Até ao final do jogo.

Saí após o fim da partida. A chuva continuava a cair. Todavia só em casa dei por isso.

O drama das escadas

São 16 e 59 quando saio do meu trabalho já devidamente equipado para o jogo. O Metro vai quase repleto de adeptos. Vinte minutos depois estou a entrar no estádio após ter passado os seguranças e os torniquetes.

E é aqui que tudo se inicia. São diversos lances de escadas, inúmeros degraus, diversos andares sempre a subir.

Faço-o com calma e serenidade, pois ainda é cedo. Já escuto o "speaker" mas não percebo o que diz.

Continuo a subir. O drama adensa-se.

Passo a passo, degrau a degrau, vou-me aproximando do cimo.

Sinceramente não há drama como este.

Chego ao último patamar, onde encontro outro segurança.

Não há mais escadas para subir a não ser as dentro do estádio que dão acesso ao lugar.

Respiro fundo.

O drama resume-se finalmente: como descerei as escadas depois do jogo?

Alegre e feliz?

Triste e cabisbaixo?

Entre ambos?

Estas dúvidas assistem-me em todos os jogos.

Esta noite não foi diferente!

 

Também aqui!

Recordando

A pouco menos de um par de horas do jogo para a Liga Europa há quem olhe para esta partida e diga que a derrota do Sporting será certa.

Relembro então aqui um jogo contra a já, na altura, poderosíssima equipa do Manchester City. Nesse duelo as nossas hipóteses eram mínimas, mas Sá Pinto e obviamente Xandão contrariaram as ideias e o Sporting não só ganhou esse jogo como passou a eliminatória.

Antes fora o Sporting contra o Newcastle com, imaginem só, José Peseiro como treinador e que nos levou à final da Liga Europa. Mesmo começando a perder ganhámos o jogo por 4-1.

Portanto quando oiço e leio as aves agoirentas falar da partida de hoje... recordo, pelo menos, estes dois jogos.

Boa sorte Sporting!

Assim não!

Durante a minha ausência deste espaço fui lendo o que por aqui se foi bem escrevendo e passei os olhos por muuuuuuuuitos outros locais, onde alguns sportinguistas aterram. Como um dia escutei de alguém: gosto de ler os outros para saber o mal que dizem de mim.

Li muitas (talvez demasiadas) caixas de comentários e de repente dei conta que há por aí muita gente a sovar selvaticamente Frederico Varandas, nomeadamente quando as equipas ditas amadoras não vencem os seus jogos.

Já aqui assumi que não votei no Doutor Varandas, mas a sociedade leonina escolheu-o, só tenho que o apoiar.

Ao invés do que seria de supor com as passadas eleições de Setembro, os machados de guerra não foram enterrados. Continuam afiados e em posição de serem disparados ao mínimo desaire do Sporting.

A pacificação parece difícil. As feridas abertas durante a passada Primavera e Verão continuam a purgar pus e continuam a contagiar muitos adeptos.

Assim não! Desta forma o Sporting jamais sairá da mediocridade para onde alguns incautos o atiraram.

É necessário unir, remarmos todos para o mesmo lado.

E até agora não tenho assistido a isso. Infelizmente!

De tudo um pouco!

Desde a estúpida derrota em Portimão que autoflagelei-me com a ausência de escrita neste espaço.

A promessa, feita na altura a mim mesmo, terminaria numa futura vitória leonina.

E pronto, lá aconteceu ontem em Alverca (para mim de boa memória quando vi Jardel e "sus muchachos" vencer a equipa local) o Sporting ganhar mais uma partida.

Num jogo onde houve de tudo um pouco:

- bom futebol;

- mau futebol;

- bons golos;

- boa arbitragem;

- uma grande penalidade bem defendida;

- bons apontamentos de alguns leoninos;

- muita displicência;

- alguma tremideira;

- pouca coragem do treinador leonino.

Enfim, o Sporting desta época resumido em meros noventa minutos.

Direito a ser diferente

Saltito entre postais e comentários neste blogue e que leio?

Uma enxurrada de má-educação, de ofensas verbais, de discursos a roçar a ordinarice, maioritariamente nos comentários de adeptos leoninos.

No fundo, no fundo estes são, por assim dizer, os resíduos tóxicos deixados por BdC na mente de alguns Sportinguistas.

O fundamentalismo traduzido na sua forma verbal ou em acções é sempre condenável. Seja em Portugal, no Burkina Fasso ou na Lua.

Nada me move contra outros sócios ou simples adeptos do Sporting que pensem de forma diferente da minha. Nem por expressarem as suas opiniões mesmo que seja contráriaa, desde que apresentadas de forma elevada.

Custa-me por isso entender o que se passa na cabeça destes Sportinguistas que nasceram para a vida do clube após BdC ter sido Presidente, olvidando que quando o Sporting ganha todos ficamos felizes por essa vitória.

Ou será que não ficam?

Portanto caríssimos não contem comigo para baixar o nível do meu discurso. Jamais!

 

Viva o SPORTING!

 

PS – Já estou a imaginar o chorrilho de palavreado e de epítetos com os quais irei ser brindado. Mas tal não me afecta… minimamente!

A gente lê-se por aí!

Pergunta venenosa!

 

Há uns dias fizeram-me uma pergunta sobre BdC, através de uma dessas ferramentas usadas nos telemóveis e que reproduzo aqui, contendo outrossim a minha breve resposta.

 

pergunta.jpg

 

Não sei se ainda valerá a pena responder a preceito, mas fica a ideia de que há ainda sportinguistas saudosos da truculência do antigo presidente.

Parece que vai ser muito difícil aplacar esta gente, sempre tão desejosa de conflitos.

A tradição já não é o que era!

O meu filho mais velho tem um conjunto volumoso de camisolas do Sporting. A cada partida usa uma diferente. No jogo contra o Marítimo não foi excepção! Nas costas o seu nome, assim como um número que é o dia do seu aniversário.

Já a caminho do estádio diz ele a determinada altura:

- Esta camisola está amaldiçoada…

- Porquê?

- Sempre que vim com ela o Sporting nunca ganho!

Ora… tendo em conta que tínhamos acabado de ver a equipa de andebol ser derrotada por uns dinamarqueses de um clube de nome impronunciável, temi que a nefasta tradição se mantivesse.

Pois… mas ou tradição já não é o que era ou a equipa do Sporting não liga a tradições, a verdade é que o jovem saiu de Alvalade com a primeira vitória naquela camisola.

Certamente para mais tarde recordar!

 

Também aqui

O (simples) dia de ontem!

Saí de casa apressado para chegar a tempo ao pavilhão João Rocha. A tarde estava cálida, mas nas ruas ao redor de Alvalade havia já muito movimento de sportinguistas. Os pontos de encontro quantas vezes personalizados nas roulotes das bifanas e imperiais, ainda assim apresentavam pouca clientela.

Todavia à volta do pavilhão havia já fila para entrar. O jogo da Liga dos Campeões de Andebol estava previsto para as 18 e 30. Quando entrei já o recinto estava bem composto, plasmado nos quase 2500 adeptos.

Não obstante a equipa de andebol ter jogado muuuuuuuito abaixo do que seria esperado e desejável, o público presente não regateou apoio. Foi a minha primeira vez no pavilhão, não obstante ter também contribuído para a sua construção, e senti-me completamente arrebatado por aquele público entusiasta. Faltou a vitória para ser perfeito!

Um espaço que pode levar 3000 pessoas na sua lotação completa, levou-me a imaginar como será, ao vivo, o ambiente num qualquer pavilhão nos Estados Unidos, que levam muito acima das 10 mil assistentes.

Após o andebol foi a vez do futebol. Uma “sandocha” e a inevitável imperial, para tapar a fome, e nova correria para o estádio. Desta vez para assistir a uma bela vitória contra o Marítimo.

E das duas uma: ou eu não percebo nada de futebol (o que deve estar mais próximo da verdade!!!) ou este terá sido o melhor jogo que vi esta época em Alvalade? Pelo menos a mim pareceu-me…

Enfim ontem recarreguei as minhas baterias do espírito sportinguista. Confesso que estava mesmo a precisar!

A gente lê-se por aí!

PS - Fica o filme da grande penalidade visto do meu lugar.

 

 

Modernizar o futebol

O Desporto Rei tem vindo a perder oportunidades atrás de oportunidades para se tornar mais competitivo e obviamente mais sério. E quando falo em seriedade não aponto para a corrupção que grassa na UEFA e na FIFA, mas essencialmente para a forma como o futebol é tantas vezes um verdadeiro palco para alguns “artistas” da bola.

Tudo isto para dizer que ontem em Alvalade poderia ter acontecido um caso singular. A falta de originou o vermelho directo, se tivesse acontecido aos 80 minutos, quando Peseiro já tinha feito todas as substituições, poderia colocar o Marítimo em pé de igualdade com o Sporting quanto ao número de jogadores em campo.

De uma maneira pragmática diria que nesta suposta situação, o crime compensaria o prevaricador.

Ora, será necessário que alguém olhe para estes casos de uma forma mais aberta e sem quaisquer receios de ferir interesses.

Num caso como o que aconteceu na noite passada, a equipa prejudicada deveria poder substituir o jogador lesionado, não obstante as três substituições já ocorridas ou a equipa contrária abdicar de um jogador. Só assim se faria alguma justiça.

Tenho consciência que tanto a FIFA como a UEFA têm pavor à mudança, mas sinceramente já seria tempo daqueles organismos se modernizarem quanto a este e outro género de questões.

De outra forma o futebol perderá com o tempo adeptos! Disto não tenho qualquer dúvida.

Varandas para o sucesso?

O Doutor Frederico Varandas tem desde a madrugada de Domingo sobre si todos os holofotes apontados. Pelos jornalistas, pelos nossos adversários, pelos candidatos perdedores e essencialmente pelos sócios e pelos adeptos que não votando têm outrossim uma opinião.

Cabe então ao novel Presidente do Sporting saber gerir as solicitações a que estará sujeito nos próximos tempos, sejam as televisões, rádios ou jornais. Acima de tudo não dar para todos os peditórios, sejam eles quais forem. Resguardar-se!

Há que aprender com os erros por outros cometidos e evitar entrar em guerras directas ou indirectas com os adversários (internos e externos!).

Unir os Sportinguistas foi o tema principal da campanha do Dr. Varandas. Todavia fica aqui a minha ideia de que há (ainda) muuuuuuuito sportinguista que não se quer unir aos restantes sócios e adeptos. Infelizmente, acrescento.

Olhando um pouco para trás, jamais imaginei que a votação em Março do ano passado (e sobre a qual, na altura, escrevi este texto) viesse a descambar nos tristes acontecimentos deste ano e que culminaram nas eleições no passado fim de semana.

Portanto... já não passo cheques em branco a ninguém. Nem mesmo o faria a João Benedito em quem votei, conscientemente. Vou aguardar os futuros desenvolvimentos, no sentido de perceber qual o novo caminho do Sporting. Espero e anseio que seja o do sucesso!

Como católico termino com um simples desejo: que Deus ajude o nosso Presidente.

Diferenças e parecenças

Em Março do ano passado não fiquei à espera dos resultados das eleições, pois a única dúvida era saber por que percentagem ganharia o candidato BdC.

Ano e meio depois estou pregado à televisão a aguardar a notícia do próximo Presidente leonino. Quão diferente!

Neste momento em que estou a escrever este postal já passa um quarto de hora da uma da madrugada e nada de notícias.

Parece aqueles jogos em que o Sporting está a ganhar a minutos do fim e o árbitro nunca mais apita para o final!

Como diz o Edmundo… “canervos”.

Pós-eleições!

Independentemente da hora mais ou menos tardia, em breve saber-se-á quem irá ser o próximo presidente do Sporting.

Gostaria obviamente que ganhasse o candidato que votei, mas se tal não for a escolha dos restantes sócios, só terei de respeitar.

Nunca na minha vida tive funções de gestão e por isso considero que quem for tomar conta do nosso clube será alguém com muuuuuuuuuuuuuuuuita coragem e deverá estar preparado para tudo e mais alguma coisa. Essencialmente para gerir (muito) más notícias.

Porém quem vencer espero que não caia (outra vez) na tentação de prometer este mundo e o próximo, sem ter conhecimento da verdadeira realidade do clube. Seria bom um discurso de vitória conciliador, virado para o futuro e assertivo. A demagogia de vencedor não é grande política.

Desde o início do ano que o Sporting anda em guerra interna, para gáudio dos nossos adversários. Há, portanto, que pacificar as hostes mais guerreiras, ouvir as opiniões de outros, e decidir sempre, mas sempre em favor do Sporting.

Foi para isso que eu votei!

{ Blog fundado em 2012. }

Siga o blog por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Pesquisar

 

Arquivo

  1. 2018
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2017
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2016
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2015
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2014
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2013
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2012
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2011
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D