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És a nossa Fé!

E se o Rúben fosse seleccionador?

Vou lendo por aqui e por ali diversas e diferentes opiniões sobre os jogadores que foram convocados, mas acima de tudo sobre as tácticas usadas por Fernando Santos. Não faço qualquer juízo de valor sobre o trabalho do seleccionador até porque, como disse o Edmundo, sou outrossim dono de um nível zero de treinador.

Posto isto gostaria de perguntar ao "nosso" treinador Rúben Amorim que jogadores colocaria em campo e, mais do que tudo, qual a táctica que colocaria em campo?.

Digam o que disserem, Rúben Amorim foi o único que conseguiu fazer de um conjunto de jogadores uma boa e temível equipa.

E logo à tarde/noite deveria estar em Sevilha uma equipa e não só um conjunto de meros jogadores de futebol

Um livro para recordar

Faz muuuuuuuuuitos anos que deixei de comprar o jornal "A Bola". Creio que o último terá sido mesmo em 2002, aquando da vitória do campeonato, naquele ano.

Entretanto recentemente fui dando conta, através da publicidade, da edição de um livro sobre esta última época leonina e que culminou na vitória do nosso Sporting.

Acabei por isso por comprar ontem o diário e o livro, que entretanto já folheei. Gostei do que vi e de vez em quando aquele jornal também faz umas coisas engraçadas e interessantes.

Aqui fica a capa do livro, que recomendo!

Livro_leao.jpg

Coração sofre(u)!

Há um ano jamais calcularia estar hoje a escrever sobre um Sporting merecidamente campeão. É um normal chavão da bola dizer-se que ganha a equipa mais regular. Ora se assim é, mais se prova que o Sporting foi amplamente merecedor do título.

Esta época foi a primeira, desde que me recordo, que não vi um jogo leonino em directo. Como não sou assinante da fornecedora do serviço de tv (é demasiado dinheiro para um serviço demasiadas vezes a roçar o sofrível) e como não sou apologista da “tv inácio” fiquei-me pelos golos “à posteriori” em apontamentos noticiosos.

No entanto fui escutando sempre que podia os relatos radiofónicos. Daqueles em o Sporting entrava como dos adversários. E sofri… sofri… sofri… da mesma maneira daqueles adeptos que viram as partidas nas televisões. Ou quiçá mais!

Face ao que escrevi venho agora propor a todos os leitores, simpatizantes do Sporting e não só, um pequeno desafio e que consta de duas simples questões que gostaria de ver respondidas com genuína sinceridade.

Ei-las:

1 – Qual o desafio do Sporting em que mais sofreram?

2 – Qual a partida (do Sporting ou até dos adversários) que mais poderá ter influenciado este feliz desfecho para as cores leoninas?

Fico a aguardar as vossas respostas.

Nota final:

Sejam assertivos, de preferência referindo apenas a partida. É só isso que me interessa.

Obrigado, João Pereira!

Não obstante teres nascido para o futebol do outro lado da segunda circular, será justo dizer que todo o tempo que estiveste entre nós mostraste de que fibra e raça é feito o Sporting. Foste um verdadeiro exemplo!

Terminas agora a tua carreira de futebolista com um título e um troféu que bem mereces e para o qual também deste o teu valiosíssimo contributo.

Sinto assim que, como adepto do Sporting, te devo este merecido elogio.

Obrigado João e que a vida te sorria sempre, dentro e fora do futebol.

Abraço.

Quo Vadis, Amorim?

Não estarei a mentir se disser que há um ano ninguém, nem mesmo os sportinguistas nos seus sonhos mais optimistas, imaginaria que o Sporting fosse ora o novel Campeão Nacional. E nem necessito enumerar as razões para tal, pois creio que todos sabem de sobra a que me refiro.

Só que a pandemia (e as autoridades!!!!) retirou os adeptos dos estádios, originando que os campos de futebol passassem a ser uma espécie de “terra de ninguém” onde jogar em casa ou fora parecia a mesmíssima coisa.

Entretanto Rúben Amorim pegou num conjunto de jogadores esfrangalhados psicológica e animicamente, juntou-os, acrescentou outros, mesmo que jovens e inexperientes, e o resto já toda a gente sabe o que aconteceu.

Faltam somente dois jogos para acabar a 1.ª Liga e o Sporting poderá chegar a um feito inédito que seria terminar o campeonato sem derrotas. Um record que poderá ter repercussões futuras pois se isso vier a acontecer desconfio que dificilmente a direcção do Sporting conseguirá aguentar este jovem timoneiro à frente da nossa equipa, já que depressa virão equipas, assaz gulosas, dispostas a bater a altíssima cláusula de rescisão, no sentido de  contratarem este competente treinador campeão.

Por tudo isto é que me pergunto: Quo Vadis, Amorim?

Sinceramente preferia que não saísse… mesmo que financeiramente pudesse ser um bom negócio!

E se corre bem?

Sei que ainda faltam duas jornadas para o fim do campeonato, mas se no cimo da tabela as coisas estão definidas, na cauda ainda há muita coisa para decidir. Seja como for, e tendo em consideração a vitória de ontem no jogo e consequentemente no campeonato, sinto que é a hora de fazer um balanço, obviamente muito pessoal, desta época leonina.

Realisticamente o Sporting ganhou esta época dois títulos ou se preferirem um troféu e um título: a Taça da Liga e o Campeonato Nacional. Para uma equipa quase destroçada não foi pouco. Rúben Amorim entrou em Alvalade já tarde na época 2019/2020, mas ainda a tempo de perceber com que ingredientes iria trabalhar no futuro. Na conferência de imprensa da sua apresentação o treinador pergunta: “E se corre bem? O que podemos mexer com esta gente…”

E correu bem… Como foi então possível? Eis as minhas razões:

Liderança – Rúben Amorim desde cedo soube transmitir aos seus jogadores as suas ideias, não de forma impositiva, mas sendo um verdadeiro pedagogo;

Crença – Acreditar no seu trabalho é meio caminho andado para a vitória e deste modo o treinador do Sporting mostrou sempre muita crença;

Conhecimento – ter sido jogador é sempre um factor a somar, pois percebe os sentimentos de quem está no campo;

Visão de jogo – quantos jogos o Sporting esteve em desvantagem e conseguiu superar o adversário após alterações, provando deste modo que saber ler o jogo é muito importante;

Comunicação – o modo que Rúben Amorim arranjou para se bater com os jornalistas semanalmente tornou-o num mestre de comunicação. Jogo a jogo foi sempre a fórmula correcta, não criando com isso anseios desmedidos;

Querer – a maneira como o treinador leonino festejava os golos leoninos mostrou a força e o querer que havia na sua alma;

Humildade – o assumir alguns dos erros da equipa (por exemplo contra o Marítimo que culminou na eliminação do Sporting da Taça de Portugal) mostrou quão importante é percebermos onde erramos, libertando com isso responsabilidade dos jogadores.

 

É assim de Rúben Amorim a maior quota-parte dos sucessos leoninos. Sem este verdadeiro líder de homens, provavelmente, nenhum sportinguista estaria hoje tão feliz.

Agora basta manter a atitude!

Desportivismo é isto!

A festa está na rua. Onde eu gostaria muito de estar, mas após o que aconteceu em Alvalade ao fim desta tarde início da noite, com a carga policial, achei que não tinha que dar o corpo às balas. Mesmo que sejam de borracha.

Já a caminho de casa com o meu filho mais velho ao volante, aproveitei para ler as mensagens que caíram no telemóvel. Curiosamente a maioria eram de benfiquistas a darem-me os parabéns pela conquista leonina.

Mas houve uma que se destacou. A remetente é uma jovem com idade para ser minha filha, benfiquista assumida, com quem trabalhei antes de me reformar e que me enviou a seguinte mensagem:

Boa noite, (e que boa noite esta!), queria só desejar-lhe os parabéns pelo campeonato do seu Sporting e desejar-lhe que o coração possa aguentar os festejos eheh um beijinho!
A.R.J.

Sinto que esta missiva vinda de quem veio mostra que o futebol pode ser um Mundo muito bonito. Basta querer-se.

Obrigado.

Ontem à noite quase morri!

Eu sabia que o Sporting jogaria às 20 horas de ontem. Mas tendo em consideração os últimos resultados temi o pior. Vai daí desliguei o telemóvel onde recebo as mensagens de uma série de grupos ligados ao clube, incluindo família, não acendi o rádio para escutar o relato e deixei somente o portátil ligado, mas sem aceder a sitios onde percebesse o resultado.

Entretanto ao intervalo a curiosidade foi mais forte e nessa altura percebi que o Sporting jogava só com 10, mas mantinha-se... virgem!

Fui tentar ler, mas o pensamento... estava longe. Fui tentar escrever, mas as ideias não fluiam... estavam longe. Quando finalmente pensei que o jogo tivesse terminado liguei a televisão num desses canais manhosos para então perceber que o Sporting estava a ganhar faltando apenas alguns minutos para terminar.

Quando acabou o jogo e sorriu a vitória os meus gestos pareciam os de um louco. O meu coração batia tão depressa que receei morrer ali mesmo.

Porém sobrevivi. Mas as mazelas interiores ainda se fazem sentir!

Calado eras um poeta!

Ainda no rescaldo do jogo contra o Porto, que não vi (este coração é fraco e gostaria de comemorar mais tarde outras conquistas), fiquei, por aquilo que ouvi na rádio e li noutras crónicas, com a certeza de que o melhor jogador em campo foi o… Palhinha.

Ora à luz do que fui escutando do treinador portista Sérgio Conceição: que foram melhores, que jogaram mais e bla, bla, bla, pergunto-me como é que não foi eleito o melhor o Adán, pelas enormíssimas e impensáveis defesas (que não teve necessidade de fazer) ou um qualquer jogador do Porto pela forma competente como (não) jogou?

Até o Rita perlado assumiu que Palhinha fora o melhor!

Portanto, Serginho, desculpa lá a coisa… mas calado eras um poeta!

(E já nem falo da educação que não sabe dar aos filhos!)

Nivelar por cima!

Sou um apreciador de estatísticas não obstante a maioria das vezes não as saiba traduzir para factos ou, quiçá, prever situações. No entanto fiz aqui um apanhado breve, que vale o que vale… Assim sendo!

À vigésima jornada o Sporting conseguiu 17 vitórias e três empates (com Porto em casa e Famalicão fora a 2 golos e um empate a 1 com o Rio Ave em Alvalade).

Das 17 vitórias quase metade, isto é oito, foram por dois a zero:

Paços de Ferreira – fora e casa:

Portimonense - fora e casa;

Braga – casa;

Nacional, Boavista e Marítimo – fora.

Quatro vitórias por dois a um:

- Santa Clara, BSAD e Gil Vicente - fora;

- Moreirense – casa.

Duas vitórias expressivas, e curiosamente seguidas, por quatro a zero:

- Tondela – casa;

- Guimarães – fora.

Uma vitória por três a um:

- Gil Vicente – casa.

E duas vitórias por um a zero:

- Farense e Benfica – casa.

Destas estatísticas retiro duas conclusões simples:

- em vinte jogos já realizados neste campeonato só em três é que o Sporting marcou um golo;

- em 17 encontros facturou dois ou mais golos.

Termino a análise com a ideia de que esta constância de resultados iguais (p.e 2-0) é sinónimo de algum nivelamento da própria equipa.

Todavia por cima!

Querer e crer!

Mais uma vitória do Sporting. Faltarão ainda uma dúzia delas para sermos campeões.

Há quem procure aflitivamente razões para este repentino sucesso, mas a maioria daquelas nem se prende com competência leonina, enfim... o costume.

No entanto a equipa que vai evoluindo por esses relvados tem, entre muitas qualidades e um bom treinador, duas que farão, quiçá, a diferença deste ano para outros: querer ganhar sempre até que o árbitro apite para o final e crer nas suas próprias capacidades.

Sabia-se de antemão que o jogo desta noite com o Paços seria difícil. Foi mesmo e a equipa dos castores vendeu cara a derrota. Entretanto na rádio Antena 1, e ainda antes do jogo começar, um comentador afirmava peremptoriamente que estavam no relvado de Alvalade as duas equipas que, nesta época, melhor praticavam futebol em Portugal.

Foi ele que afirmou... não fui eu!

Talvez possa parecer pouco, mas tenho consciência de que os dois verbos que intitulam este postal estarão a fazer a real diferença pontual para os nossos adversários.

Tudo o resto são... serpentinas de Carnaval.

Ganhar é no campo!

A nova novela do jogador Palhinha não passa disso mesmo: novela para alimentar egos e jornais!

Estivesse o nosso antagonista onze pontos à nossa frente e não haveria qualquer estória com o nosso jogador. Mas enfim, é o nosso futebol… que tudo aceita.

Nunca defendi vitórias ou derrotas na secretaria, mesmo quando o Sporting poderia ser beneficiado. O futebol como desporto joga-se no relvado e é aí que tudo deve ficar resolvido.

Ponto!

Há noites assim! Boooooooas!

Falar (leia-se escrever!!!) quando se ganha é fácil.

Como sempre (continuo a ser da equipa do Zé Navarro!) não vi o jogo. Fui somente escutando o relato na Antena 1.

Após os noventa e tal minutos e a vitória, fui tomar uma banhoca e por fim sentei-me em frente da televisão para ouvir os comentadores televisivos que surgiram nos diversos canais, sempre tão assertivos…

O ambiente era pesado, muito pesado. Do lado dos derrotados percebia-se uma incontrolável azia própria de quem julga de que tem o mundo a seus pés e que as vitórias constroem-se agitando camisolas. Do outro, os homens do Norte, também eles pouco felizes já que continuam a quatro pontos do primeiro lugar e viram na noite passada uma oportunidade para se chegarem à frente… gorada.

Os poucos Sportinguistas tinham entretanto direito a explicar as movimentações dentro de campo (a que gostei mais foi a de Ricardo, o nosso antigo guarda-redes!), mas mostraram sempre muito serenidade e nenhuma arrogância.

Ainda por cima este jogo não teve casos de arbitragem, o que havendo daria outro paladar aos debates.

Enfim termino com a consciência que ontem foi uma boa noite televisiva.

Natal Verde!

Nunca pensei em tornar-me vegetariano. Muito menos nesta época festiva.

Todavia este ano vou ter que mudar a minha ideia supra, porque vou ter um Natal muuuuuuuuuuuuuito mais verde que outros Natais.

Entretanto aproveito este postal para desejar a todos os elementos desta vasta equipa que constituem o “És a Nossa Fé”, aos nossos leitores e aos nossos comentadores (sejam eles adeptos ou não do Sporting) um fantástico Natal, dentro dos possíveis!

Cuidem-se que este vírus é como aquele jogador que a partir do pescoço para baixo é tudo canela: entra a matar!

Fiquem bem!

{ Blog fundado em 2012. }

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