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És a nossa Fé!

Natal Verde!

Nunca pensei em tornar-me vegetariano. Muito menos nesta época festiva.

Todavia este ano vou ter que mudar a minha ideia supra, porque vou ter um Natal muuuuuuuuuuuuuito mais verde que outros Natais.

Entretanto aproveito este postal para desejar a todos os elementos desta vasta equipa que constituem o “És a Nossa Fé”, aos nossos leitores e aos nossos comentadores (sejam eles adeptos ou não do Sporting) um fantástico Natal, dentro dos possíveis!

Cuidem-se que este vírus é como aquele jogador que a partir do pescoço para baixo é tudo canela: entra a matar!

Fiquem bem!

Não vai a bem vai a murro!

Como sempre não vejo o jogo na televisão porque não pago essas coisas. Futebol em Alvalade é para ver no Estádio. Ponto.

Mas oiço o relato da Antena 1 e de repente há um comentador que diz que não deveria ser grande penalidade porque o jogador do Farense tocou na bola primeiro. Só que o guarda-redes deu um valente murro na cabeça do jogador do Sporting. Vi as imagens há pouco!

O que interessou foi mais uma vitória. Nem que seja a murro...

De saudades me vesti...

Sei que tenho andado um tanto afastado destas lides de escrita sobre o Sporting. Todavia gosto muito de futebol, andebol, hóquei, atletismo e tudo o seja desporto e que essencialmente envolva o Sporting. Gosto muito pouco das outras coisas e que ultimamente têm sido a maioria....

Vai daí afastei-me um pouco. Porém hoje... 

... estive em Alvalade, no estádio do Sporting onde existe nas suas instalações, como todos sabem, uma clínica privada. E foi ao passar por aquele que percebi do que tenho actualmente muitas, mas muitas saudades. Assim, estou saudoso:

- de ir “à bola”;

- de comer aquele hambúrguer com ovo e beber uma imperial (ou mais);

- de sentir o pulsar de um clube através dos seus adeptos;

- dos pregões dos vendedores de cachecóis e bonés;

- de subir aquelas escadas e sentar-me no meu lugar e ver aquele estádio e o seu relvado;

- de cantar a plenos pulmões “O mundo sabe que…”;

- de gritar “goooooooooooooooooooolo” até ficar rouco;

- de abraçar o meu filho nos festejos;

- de barafustar contra tudo e todos;

- daquele nervoso miudinho do final de um jogo electrizante;

- do incentivo das claques que nunca se calam;

- de vencer um jogo por margem alargada;

- de sair do estádio a comentar o bom resultado;

- de comer aquele pão quente com chouriço que alguém vende na rua;

- de chegar a casa à pressa para rever os golos na televisão.

E, finalmente, tenho muitas saudades de ver o Sporting novamente Campeão.

Sporting em todo o lado!

Não obstante as tristes figuras que o nosso clube vai fazendo, seja dentro ou fora de campo, certo é que os adeptos leoninos jamais se escondem ou olvidam o seu amor pelo clube.

Há uns dias andei, mais uma vez, por algumas ilhas açorianas. E a exemplo do que vi o ano passado quer no Faial quer em S. Jorge, também este ano tive a oportunidade de sentir o Sporting naquele arquipélago.

Primeiro na bela ilha Amarela de Santa Maria onde existe um núcleo do Sporting ali na rua principal da Vila do Porto.

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Depois e já na Ribeira Grande na inolvidável ilha verde de S. Miguel e no restaurante “Esgalha” dei também conta da paixão leonina.

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Exemplos destes precisam-se e cada vez mais!

O efeito Amorim…

… nas equipas adversárias!

Desde que o futebol parou nunca mais vi um jogo. Nem sequer na televisão. Futebol, futebol é no estádio.

Entretanto vou lendo uns apontamentos aqui, outros ali sobre a nossa equipa e parece-me que de todas as que regressaram do confinamento a nossa parece a que está a dar melhor conta do recado.

Estávamos na classificação atrás do Braga e já o ultrapassámos. Lá para a frente as coisas parecem não estar muito bem, mas como ganharam tanta vantagem… estão confiantes de que nada lhes acontecerá. Veremos até porque estão ainda 18 pontos em disputa...!

Entretanto Ruben Amorim tem mostrado coragem e olho clínico para a nossa equipa. Mesmo com a ausência de grandes figuras como Acuna ou Vietto, já para não falar de Mathieu, o actual treinador tem conseguido levar a água a um bom moinho.

E as equipas adversárias estão um tanto espantadas com esta evolução positiva do Sporting. Nota-se por isso o tal efeito Amorim…

Espero sinceramente que seja para continuar!

Tempo Pascal

Os tempos são estranhos, demasiados estranhos para quem, como eu, estava habituado a ter uma vida quase frenética.

Todavia já não somos donos das nossas vontades. Ou melhor somos desde que estas não prejudiquem os outros ao nosso redor.

Estamos assim presos, confinados, enclausurados nas nossas casas. Mas é tudo por uma boa e justificável causa.

Posto isto, e enquanto se decide o que fazer ao futebol e não só, venho por este meio desejar a todos os colaboradores deste blogue, comentadores e leitores, identificados e anónimos, uma Páscoa repleta de saúde, que neste momento é, sem dúvida, o mais importante.

Um imenso abraço virtual.

Cuidem-se!

Breve reflexão

Num destes dias li algures por aí que as datas no futuro passarão a definir-se por AC e DC, isto é, antes do Corona (AC) e depois do Corona (DC). Quase parece uma brincadeira, mas infelizmente não é.

Nada do que era antes desta pandemia ficará igual… e, quer queiram quer não, os clubes irão ser também vítimas deste surto epidémico que vai crescendo exponencialmente.

Seria assim bom que TODOS os dirigentes desportivos aproveitassem esta contingência para reformularem prioridades para os seus clubes, associações, federações.

O mundo jamais será o mesmo após esta luta.

O herói indesejado

Imaginemos que Bruno Fernandes havia sido transferido não do Sporting, mas de uma agremiação desportiva qualquer diferente.

Os jornais desportivos colocariam hoje fotos do jogador a apanhar toda a primeira página e nem estou a imaginar os epítetos com que seria brindado pela imprensa da especialidade. Seria naturalmente endeusado.

O problema é que Bruno Fernandes saiu do Sporting e não de outro clube qualquer.

Depois do golão deste fim de semana, que deu o empate ao Manchester United na visita ao Everton, o jornal a “Bola” informa num pequeno rectângulo na primeira página: “Bruno Fernandes volta a marcar”, enquanto o Record diz apenas “Bruno marca outra vez”. O Jogo nem se dá ao trabalho de informar.

Até nisto se percebe a pouca ou nenhuma consideração que a imprensa desportiva tem pelo Sporting.

E agora Sporting?

Mantive até ontem uma vã esperança que Bruno Fernandes ficasse até final da época. Tal não aconteceu e partir de agora as minhas preocupações, no que respeita à nossa equipa de futebol, quase quintuplicaram, tomando em consideração o que (não) vi na passada segunda-feira contra a portentosa equipa do Marítimo.

O futebol da nossa equipa não é pobre, pura e simplesmente não existe. Ponto.

Não tomem esta minha derradeira frase como uma crítica, mas tão-somente como a constatação de um facto evidente. Tão evidente que até dói!

O médio Bruno Fernandes, que em boa hora Bruno de Carvalho resgatou de Itália, foi um diamante brilhante incrustado num anel de pechisbeque. Pelos pés dele passaram das melhores jogadas e fez dos melhores golos que eu já alguma vez vi… (Então aquele golo o ano passado na meia final da taça em Alvalade contra o Benfica, ficou-me na minha única retina!!!).

Dizer que ainda temos equipa para lutar por qualquer coisa é o mesmo que assumir que não há corrupção e tráfico de influências no futebol luso. Só acredita quem quiser.

Lamento profundamente que Bruno Fernandes saia do Sporting. Mas a vida de jogador é fugaz e não condeno a sua saída. Desejo-lhe muita sorte e que se lembre que neste clube ficará para sempre recordado como um dos nossos!

Agora vamos lá tristemente lutar para não ficar abaixo de sétimo!

A pena que eu tenho!

Tenho andado afastado da escrita sobre o Sporting.

Todavia lamento que o clube do qual sou sócio e de que me habituei a gostar e a conviver durante mais de 60 anos, viva momentos tão pobres, tão tristes e em tamanha guerrilha que não honra, em nada, a sua longa história nem me faz sentir orgulhoso de pertencer a este clube.

Pode parecer exagerado, mas é o que sinto neste momento.

A culpa de se ter chegado a este ponto é minha, é tua, é de todos nós, sócios e adeptos.

Mas o que aqui me trouxe hoje especialmente prende-se com um acontecimento que se deu há duas semanas na minha vida. Fui avô de uma menina.

Quando o meu filho mais velho nasceu, fui a correr a Alvalade inscrevê-lo como sócio do Sporting. Hoje ainda não o fiz com o mais recente elemento da família.

E não tem a ver com o ser do sexo feminino, que actualmente nestas coisas de adeptos as raparigas são tão ferverosas quantos os rapazes.

A questão é bem diferente e associa-se à ideia de como posso incitá-la a gostar de um clube que vive (quase) exclusivamente de um passado longínquo.

Poder-se-á falar do ecletismo do Sporting, da formação ou mesmo dos diversos campeonatos europeus em diferentes modalidades, mas sendo o futebol a roda maior deste complexo relógio continuo sem saber como a convencerei a tornar-se, não só sócia como, principalmente, adepta!

Para 2020!

Aproxima-se a passos largos mais um ano para ser estreado.

Entretanto este que agora termina trouxe ao Sporting muitas alegrias, mas ao mesmo tempo muitas tristezas, dúvidas, guerras intestinas em que ninguém, rigorosamente ninguém, ficou a ganhar (quiçá somente alguns jornais!!!).

Gostaria, por isso, de ver em 2020 um Sporting diferente não só com mais sucessos desportivos, mas acima de tudo com uma novel postura dos actuais dirigentes leoninos.

O Sporting necessita de paz. Primeiro interna para que esta seja depois alastrada aos adeptos. O clube precisa de estabilidade e mais que tudo esta instituição requer… verdade!

Verdade nas contas, nas atitudes, nos desejos e nas perspectivas para o futuro. Os sportinguistas, já se sabe, são gente paciente, mas digam a verdade aos adeptos… seja ela qual for.

Num ano em que pouco escrevi sobre o clube, este é um mero desabafo que muito gostaria de ver plasmado no próximo ano.

Feliz 2020!

Saudações leoninas!

Pobreza franciscana!

Desde a derrota com o Rio Ave para o campeonato que deixei de ir a Alvalade. E ontem também não era para ir.

Não fosse o meu filho mais velho às cinco horas da tarde a ligar-me:

- Pai, vais à bola?

- Eu não!

- Olha que estou a caminho do estádio.

Pronto peguei na farpela (camisola Stromp e cachecol) e no carro e eis-me a caminho do Estádio. Encontro nas tascas ambulantes de bifanas e fomos ocupar os nossos lugares na zona Norte.

Começou o jogo:

  • Não percebi aquela dos três centrais de Silas contra um Belenenses fraquinho, fraquinho;
  • Ilori decididamente não tem lugar nesta equipa;
  • Eduardo não se viu;
  • Os laterais não descem;
  • Não há um pensador de jogo;
  • Bruno Fernandes esteve quase sempre ausente do jogo;
  • Boulasie é grande, mas não é grande coisa;
  • Em suma, a equipa não joga um carapau.

Não gostei dos cânticos contra o Presidente. A mim, que não votei nele, não parece uma nobre atitude (devem ter aprendido com alguém, digo eu!). Os assobios são justos (desculpem lá mas é necessário passar para dentro do campo que aquilo não é jogo!).

A equipa (não) joga sobre brasas e cada jogador tenta libertar-se da bola o mais depressa possível sem critério nem competência. Não houve um passe certeiro, uma jogada bem delineada, futebol de qualidade.

Foi tudo muito pobre, muuuuuuuuuuuuuuuito mesmo.

Assim vamos ter alguma dificuldade em subir na tabela classificativa.

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