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És a nossa Fé!

Viking ou Aberdeen

Os noruegueses do Viking ou os escoceses do Aberdeen estarão no caminho do Sporting a 24 do mês que hoje se inicia. Os nórdicos já têm história com o Sporting. Em setembro de 1999, Peter Schmeichel encaixou três golos do modestíssimo clube norueguês (ficou em oitavo lugar na sua liga, nessa época). De nada serviu ao Sporting, campeão nacional dali a uns meses, ter no seu onze, homens como Quiroga, Beto, Duscher, Delfim ou Ayew. Quem brilhou nessa noite, foi um tal de Morten Berre, com dois golos. Quem? Pois…. Então, como hoje, o Viking é uma banal equipa de meio da tabela e a eliminatória deve ser do Aberdeen. Aberdeen, esse, que é a terceira equipa do futebol escocês, tendo tido no fim dos anos 70 e início dos 80, os seus anos de ouro, com a conquista de três campeonatos nacionais, quatro taças, uma Taça das Taças e uma Supertaça Europeia. Pelo banco, andava um tal de…Alex Ferguson. Sem grande foco de interesse, o Aberdeen seria, um adversário acessível, num jogo único, em casa. Veremos.

Mais verde e às listas

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A seleção nacional já tem novas fatiotas para os próximos dois anos. A primeira, tem mais verde, o que é sempre de assinalar e celebrar. Os calções voltam a ser verdes após uma interrupção de muitos anos. Para os jogos em que o adversário equipar de vermelho, há outra novidade: uma bela camisola às listas horizontais, também ela com algum verde. Com verde e mais listas, adivinham-se tempos de sucesso para Portugal.

Estas são as camisolas que nomes que muito dizem aos sportinguistas, como Ronaldo, Fernandes, William ou Patrício vão usar já no fim-de-semana. Mas, a esperança está em vê-las, muito em breve, em jogadores do atual plantel. Max, Quaresma, Inácio, Mendes, Bragança, Pote ou Tomás lá chegarão. Quem sabe, já no Euro 2021.

O 6 faz 50

Ainda ontem trocava o Benfica pelo Sporting, num verão – 1993 – bem mais quente do que este, e hoje já faz 50 anos. Paulo Sousa, seis de qualidade superior, campeão europeu por Juventus e Borussia Dortmund e até há pouco, treinador do Bordéus, está de parabéns. Numa altura em que Palhinha (já sei que não é nenhum Sousa) está de saída, Rodrigo está em ascensão (tenho as minhas dúvidas) e o Sporting procura um médio defensivo, é bom recordar Sousa, que fez 43 jogos e marcou 2 golos pela equipa leonina. Boa desculpa para lembrar outros, que tal como Sousa, hoje seriam muito bem-vindos: Oceano, Peixe (early years), Delfim, Duscher ou Vidigal. Mas já nos estamos a desviar. Parabéns, Sousa.

Palhinha a 4.000 quilómetros da Premier

João Palhinha nunca se afirmou no Sporting. Esta época, com um treinador que apostou nele no ano passado e na véspera de um Campeonato da Europa, seria muito bem-vindo a um plantel sem grande qualidade e a precisar de um seis. Mas, Palhinha tem o sonho legítimo de jogar em Inglaterra ou pelos menos numa liga mais competitiva e o Sporting tem a necessidade de fazer dinheiro. O problema é que o trinco estará a caminho do CSKA por 12 milhões. Ou seja, o médio fica a mais de 4.000 quilómetros da Premier League; o Sporting não ganha grande coisa, já que ninguém parece chegar aos 15 milhões pedidos e o Braga a quem já devemos bom dinheiro, ainda fica com uma parte do bolo e o Sporting, continuará sem dinheiro nem médio defensivo. As boas movimentações por Santos e Pote foram sinal de melhoria na estrutura ou sorte? 

Faro também tem aeroporto

O Sporting viajou no sábado para o Algarve, deixando Acuña (até já lhe roubaram o número 9), Palhinha e Camacho para trás. Percebo que, sobretudo, os dois primeiros, possam ser transformados em 30 milhões de euros, essenciais para os cofres leoninos. Mas, a não ser que sejam transferidos hoje ou amanhã, deixa-los em Lisboa é dizer ao mercado que não contam para o treinador e encorajar os compradores a darem menos. Acuña parece não aguentar os noventa minutos, parece não controlar o seu feitio, mas está entre os melhores jogadores do plantel desde que chegou. Palhinha nunca se afirmou em Alvalade nem nas selecções de Portugal, mas hoje é o melhor médio defensivo com ligação ao Sporting e já conhece o treinador e os seus métodos. Camacho foi uma desilusão, mas é um jovem com margem de progressão e passagem pelo Liverpool. Estes três deviam estar com a equipa no Algarve, até porque, havendo propostas sérias, Faro também tem aeroporto...

Até já, Beto

Beto Severo estará de saída da estrutura do Sporting. Para já, parece que deixa o posto de Team Manager, seja lá o que isso for. Depois, espera-o a porta de saída. Para mim, Beto não é dirigente, é um antigo capitão, campeão e defesa de excelência que fez 241 jogos e marcou 21 golos pelo Sporting.  Ajudou a vencer dois campeonatos (um como central, a sua posição de quase sempre, e outro como defesa-direito, dando o centro à dupla Cruz-Babb); uma Taça e duas Supertaças. Ainda andou por Huelva, Bordéus e Belém, mas a sua casa sempre foi Alvalade. Não há como apagar isso.

 

PS: A saída de um Beto sportinguista era boa oportunidade para a entrada de outro, livre de contrato e desejoso de acabar a carreira em "casa". 

O regresso do preto

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Até 1998, o Sporting equipou de verde e branco, listado; de verde e branco, à Stromp; só de branco ou só de verde. Só em 1975 surgiu um patrocínio e só em 1981 apareceu o primeiro logo do fabricante (Puma).  No reinado da Reebok, chegou um equipamento preto, com muito florescente para atacar 1998-1999. Lembro-me de vê-lo envergado por Delfim na pré-época. Seria uma época fraca, mas em 1999-2000, poucas semanas antes da confirmação do campeonato ganho, comprei outra inovação, a camisola em tom menta (o Liverpool usava uma semelhante). Foi a primeira da minha coleção, que hoje anda pelas 400 camisolas, um quinto delas, do Sporting, claro.

Sem nunca largar o verde e branco, o Sporting foi continuando a vestir fluorescente, vários tons de verde, amarelo, dourado, laranja e até violeta. Ontem, soubemos que na próxima época, vestiremos de preto. Tal como já vestimos no passado.

Em 2001-2002, vestimos um equipamento maioritariamente preto pela primeira vez, com o fluorescente, característico dos equipamentos secundários da Reebok. Fomos campeões, como todos se lembram. Cinco anos depois, no regresso da Puma, regressou o preto, com pormenores de verde. Foi ano de vencer a Taça de Portugal, com um bis de um tal de Tiuí, que antes e depois, nada fez em Lisboa. Em 2010-2011, nova camisola negra, aliás, com muitas parecenças à atual, mas desta vez, zero títulos. Correu melhor época seguinte, com a chegada às meias finais da Liga Europa. E na UEFA, apareceu um misterioso equipamento preto, que nunca chegou a ser vendido na Loja Verde mas que foi usado, por exemplo, no 1-0 ao Légia.

Em 2015-2016, nova camisola preta, com cinza e verde e já assinada pelos italianos da Macron. O Sporting ficou-se pelo segundo lugar na liga, tendo vencido a Supertaça no início da época. Em 2016-2017, nova camisola preta, usada por Markovic ou Campbell, numa época que não fica na memória. Por fim, em 2018-2019, camisola preta, desenhada por um adepto, com a qual o Sporting venceu uma Taça da Liga. Para 2020-2021, regressa o preto, como cor predominante no equipamento secundário. Um leão decalcado e garras, a listado verde e branco. Que seja usada por vencedores. É tudo o que se pede.

Fontes para além da memória: ZeroZero e Verde e Branco.

Dar a outra face

Mesmo adorado no Brasil por uma das “torcidas” mais fanáticas do mundo, Jorge Jesus está a horas de regressar ao Benfica, para cumprir um contrato de três anos. Sem convites das maiores ligas europeias e sem grande espírito de emigrante, Jesus regressa ao conforto de Lisboa, onde tem família e amigos e a um clube, que já se quis livrar dele e até o perseguiu na justiça. Mas, Jesus que é Jesus, dá a outra face e perdoa.

Encontrará um clube diferente. Luís Filipe Vieira, que o quis processar, mas afinal é seu amigo de sempre, está a braços com diversos processos na justiça e é mais contestado do que nunca. O regresso que serve como trunfo, não é uma opção unanime entre os adeptos e, acredito, entre a “estrutura”. Tanto já tinha sido equacionado mais do que uma vez.

Depois da aposta na prata da casa, com Vitória e Lage, é de crer que o Benfica intensifique o seu papel como entreposto comercial de jogadores, que pouco ou nada jogarão de vermelho. A partir de agora, os mais variados craques brasileiros vão ser ligados ao Benfica e é bem possível que o próprio Flamengo fique com uns milhões de euros portugueses. Não custa acreditar que Bruno Henrique, por exemplo, ainda queira brilhar na Europa, aos 29 anos.

Em termos técnicos, Jesus irá sempre melhorar o Benfica. É um dos melhores na sua função. Mas acaba de perder a admiração de muitos adeptos do futebol. Dos do Flamengo, dos do Sporting (onde foi um Paulo Bento, muito mais caro, não passando do segundo posto) e de parte dos do Benfica. Mas o seu perdão a que o ofendeu, é tocante.

Mais um Leão do Atlas

Zouhair Feddal será jogador do Sporting. Quem o diz são os jornais e o atual clube do marroquino. Central experiente e economicamente acessível, chega para ajudar meninos como Quaresma e Inácio a crescer. Que tenha a mesma qualidade e sorte do que os seus compatriotas: Naybet, Saber e Hadji.

Noureddine Naybet, hoje com 50 anos, passou duas épocas por cá, antes de rumar à Galiza. Marcou 6 golos em 73 partidas e ajudou nas conquistas de uma Taça de Portugal e de uma Supertaça, fazendo dupla com o brasileiro Marco Aurélio.

Abdelilah Saber, lateral direito, chegou em 1997, já Naybet não morava cá. Até 2000, teve tempo de ser campeão, já como suplente de César Prates. Ainda assim, chegou a Nápoles, com 75 jogos de leão ao peito. E convenhamos, acrescentou mais do que Gil Baiano ou Patacas, concorrentes na altura. Por fim, Mustapha Hadji. Esteve ano e meio em Alvalade, antes de se juntar a Naybet (o ponta de lança Bassir, igualmente marroquino, também lá andava, tal como os portugueses Hélder e Pauleta). Com 58 jogos e 8 golos, não teria sido má ideia que ficasse mais tempo por cá. Até porque nada ganhou.

Juntos, estes três marroquinos, representaram a sua seleção no Mundial de 1998 (já só Saber era leão), juntamente com El-Hadrioui, Tahar e Chippo, que na altura atuavam em Portugal. Hassan e Hajry, provavelmente os mais míticos marroquinos do nosso futebol, ficaram-se por Faro.

Mas voltemos a Sevilha. Feddal não é um nome que entusiasme os adeptos. Mas é um central sólido e experiente com passagens por Espanha, desde muito novo, Itália onde esteve no Parma (encontrou por lá Pedro Mendes, central das nossas escolas), Siena e Palermo. Em 2015, voltou à La Liga para jogar por Levante, Alaves e Bétis. Aguarda a vigésima internacionalização pela sua seleção e nós aguardamos pela sua chegada, assim a sua experiência seja o bom sinal que se espera que seja.

Mercado transparente

Francisco Adán, Robin Olsen, Pedro Porro, Vitorino Antunes, Zouhair Feddal, Danilo Barbosa ou Wanderson. Estes são alguns dos nomes que têm sido associados ao Sporting, para reforçarem a equipa na próxima época. Opções interessantes, acessíveis e sem representarem um clube contra o qual o Sporting vá jogar até fim da época.

24 de Junho, Dia de Ricardo I, O Labreca

O penalty mais famoso do futebol português foi marcado por um inglês. E, claro, defendido por um guarda-redes do Sporting, no caso, sem luvas. Passam hoje 16 anos desde que Ricardo I, O Labreca, vestiu a pele de herói e de goleador (marcou o golo decisivo na baliza de David James), ao defender um penalty marcado pelo avançado Darius Vassell. Nessa partida, jogou um jogador do Sporting - Ricardo - e três – Valente, Figo e Ronaldo – das escolas. Simão, também ele criado no reino do leão, entrou na segunda parte, a tempo de converter um dos castigos máximos.

Quem rende Vietto?

Com Luciano Vietto no "estaleiro", provavelmente até fim da época, quem é o seu substituto no onze do Sporting? Gonzalo Plata, como extremo pela esquerda, trocando com Jovane Cabral durante o jogo e baralhando as defesas? Francisco Geraldes, como organizador de jogo a partir da esquerda, um pouco como o argentino? Ou uma terceira opção? Qual a vossa opinião? 

Sporting Clube de Vichy

Texto de Joaquim Vicêncio e Paulo Correia

Quando há praticamente oito décadas foi assinado o fatídico armistício, depois da invasão da França pela Alemanha nazi, que terminou com uma parada militar em plenos Campos Elíseos, o acordo previa a criação no sul de França daquilo a que se chamou de “Estado Fantoche”. Este tinha sede em Vichy, e era liderado pelo General Pétain. Estávamos perante uma novidade estrutural. Transpondo para o plano da vida interna do nosso clube, desafiamos o leitor a fazer uso da expressão para criar uma analogia com o futebol português e o estado em que se encontra o Sporting Clube de Vichy... perdoem-nos, o Sporting Clube de Portugal.

No primeiro caso, organizado através de afinidades da mais variada índole, este é constituído por estruturas que, por norma, dizem-se independentes, mas que assumem posições que as vinculam a interesses tantas vezes a raiar a opacidade. Tal seria já de si deprimente, não fosse o caso de estarmos perante uma novidade: a inclusão do Sporting Clube de Portugal no lote de clubes cuja estratégia e pensamento para o futebol português é acéfala. Pior, rege-se pelo ondular entre as boas relações que os seus dirigentes, para infelicidade de quem pugna por um clube com uma reputação acima de qualquer dúvida, pretendem reatar ou fortalecer com quem tem levado os níveis éticos da modalidade para um grau catastrófico.

As últimas semanas trouxeram à liça mais uma demonstração da total dependência do Sporting Clube de Portugal face a interesses terceiros, e que em nada dignificam a modalidade. A disputa de poder, mais uma, no interior da Liga Portugal mereceria uma reação forte. Colocar o dedo na ferida, um bater de punho na mesa. Mas os punhos de renda de quem governa um clube com 114 anos e mais de 3 milhões de adeptos não lhes permite, como sabemos há muito tempo, sequer o esforço mental de tentar abandonar a órbita de mais um dos muitos coveiros do futebol português.

Apenas a última de tantas e tantas demonstrações de falta de alma e sentimento verde-e-branco! Basicamente, estamos a assumir a nossa posição de clube fantoche.

Triste clube que se permite, mais uma vez, ter à frente dos seus destinos quem não se preocupa em encontrar soluções que visem ultrapassar as dificuldades (conjunturais ou não), antes preferindo comunicar, constantemente, em canais amigos (?) os dramas da pesada herança. E, não vá alguém ter dúvidas do destino previamente definido, aqui e ali, cada vez mais desprovidos de falta de pudor, surgem os arautos da venda da SAD. Até já se discorre sobre exemplos tão extraordinários como o Wolverhampton (oh! Ironia) para justificar tamanho desiderato. Não se preocupem, caros amigos, a memória não é curta, também conhecemos o destino do Málaga, do Rangers ou do Parma. E nem precisamos de ir muito longe, por certo que Beira Mar, ou Belenenses, vos diz algo.

Triste sina de viver em constante convulsão interna, o famoso dividir para reinar. Os exemplos são tantos que nem um encarte especial do jornal do clube teria espaço suficiente para enumerá-los. Mas deixamos uns poucos à consideração do caro leitor, desde as claques como origem de todo o mal, aos adeptos a quem se exige que retirem o calçado antes de entrar no estádio, sem esquecer o desplante de considerar o Sporting Clube de Portugal um simples ponto de passagem para um grande da Europa; o Valência, talvez, eventualmente o Mónaco ou, hélas, o tão famoso Wolverhampton.

Temos no nosso seio demasiados interesses. Interesses que fogem ao critério de quem sofre, vibra e sonha com muito mais para um clube que, ainda que em constante confronto autofágico, tem todas as condições para se assumir como a verdadeira potência desportiva. Tal como acontece até nos Estados Fantoche, as populações inevitavelmente têm um assomo de dignidade e vontade de serem livres, acreditamos que, um dia, ousaremos lutar juntos pelo Sporting Clube de Portugal.

Nem tudo é mau

Jesé e Bolasie, anuncia-se, vão à sua vida. Do primeiro, o melhor que se pode dizer é que não protagonizou nenhuma figura triste fora de campo (pelo menos daquelas que infringissem a lei ou os regulamentos do clube). Do segundo, o melhor que se pode dizer é que foi esforçado. Jesé, avançado centro que nunca o foi nem poderia ser, jogou 17 vezes e marcou 1 golito. Bolasie, extremo que já foi bom, jogou 25 vezes, marcou 2 golitos e falhou inúmeros. Que tenham sorte. Parece que já não são problema nosso.

Ver em tempos de isolamento, 3

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Sunderland 'Til I Die, cuja segunda temporada acaba de se estrear na Netflix, acompanha o dia a dia do gigante adormecido do  nordeste inglês, à medida que a nova gestão tenta devolver o clube ao lugar que merece, apesar dos sérios constrangimentos económicos, da mentalidade acomodada do staff e da falta de experiência da administração. Enquanto isso, vemos a forma dedicada como os adeptos acompanham o clube (ali, onde o sol pouco brilha e as libras são contadas, o futebol é tudo), sem ter grandes alegrias em troca. É uma bela peça documental que até pode ter parecenças com outros clubes no mundo e até por cá…

Ver em tempo de isolamento, 2

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Voltando a dar ares de Geraldes, sugiro mais uma malha futebolística da Netflix. Ultras, mostra a vida de uma claque (fictícia) do Nápoles. De Sandro “Moicano”, líder da velha guarda até Ângelo, um dos mais jovens, passando por aqueles que querem roubar a liderança. Um retrato cru de uma cidade pobre, onde o futebol garante sentimento de pertença e propósito.

Ver em tempos de isolamento, 1

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Hoje faço de Chico Geraldes, mesmo sendo apenas Chico… Reis. Na Netflix já está The English Game, minissérie que mostra as façanhas de Fergus Suter, o primeiro futebolista profissional da história. Na Inglaterra fabril do fim do século XIX, o modesto Darwen, foi buscar dois escoceses – Suter e Jimmy Love – e para além de lhes dar trabalho na fábrica, refeições e alojamento, pagou-lhes ordenado de futebolista, algo visto como insultuoso e contrário às regras. Suter, estrela na sua parte da Britânia, mudou o futebol em Inglaterra, “roubando” o jogo aos seus aristocratas fundadores e oferecendo-o ao povo.

Ler em tempo de isolamento, 3

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Texto de Rui Miguel Tovar sobre Manuel Fernandes:

“De suspeito a herói, é um ápice. Nem dura 90 minutos a eventual desconfiança. É o tal hat-trick à Académica. Nessa época de estreia pelo Sporting (1975-1976), há mais quatro desses, vs. União de Tomar (4-1), Braga (4-1), Leixões (3-0) e Académica (3-3). Todos em Alvalade. É a sua casa até 1987”.

In.: TOVAR, Rui Miguel – Fome de golo. 1ª ed. Clube do Autor, 2018. p. 173

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