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És a nossa Fé!

O fiel jardineiro

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É do Sporting até morrer, já não é do Sporting e vai deixar de ser sócio (e adepto), é candidato, impugna a Assembleia Geral destitutiva, não impugna a AG. Estas mudanças deixam-nos completamente siderados, mas o que fazem os ‘humores’ do ex-presidente do SCP a um sócio e adepto “brunista” que até votou nele na AG de sábado passado?

 

Conheço um sócio deste tipo, é o jardineiro do sítio onde vivo. Ele falava de Bruno de Carvalho sempre com emoção e até com algum carinho. Apoiou-o desde o primeiro momento. Tinha orgulho nele, detestava quem se queria “aproveitar” do Sporting. Encontrei-o hoje de manhã, muito mudado. Até à AG de sábado esteve sempre “com o Bruno”. Até depois da derrota na AG. A gota de água foi mesmo aquele post no Facebook publicado de madrugada onde o ex-presidente do Sporting dizia que deixava de ser sócio e adepto. Para “sempre”. Uma horas depois o Bruno era de novo candidato e voltava a jurar amor ao Sporting. O que diz agora este fiel jardineiro? “Para mim ele morreu”. Está a referir-se a Bruno de Carvalho, obviamente.

 

Por isso, acredito que é um pouco indiferente que Bruno de Carvalho seja expulso ou que ainda consiga candidatar-se depois do que disse e do que fez ao clube (apesar de achar que isso será inaudito, dado que violou os estatutos abundantemente). Só nos ia poupar a todos este triste espectáculo.

Por qué no te callas, Bruno?

“Não consigo mais sentir este Clube... Não sou mais do Sporting Clube de Portugal”. Bruno de Carvalho disse isto umas horas antes de insultar os novos corpos dirigentes, interinos, do Sporting Clube de Portugal e de se afirmar como candidato às eleições de Setembro. Pergunto: será que este homem pode continuar a brincar com uma instituição centenária? Nunca fui, por norma, grande defensor de medidas radicais como as expulsões e as suspensões, seja nos clubes, como nos partidos políticos ou nas associações, acredito que as pessoas devem ter sempre direito à sua defesa, à diferença e ao contraditório, mas este caso não se resolve de outra maneira.

 

Bruno de Carvalho não pode mesmo ser candidato às próximas eleições, sob pena do circo se instalar definitivamente. Hoje mesmo disse que não era do Sporting. Isso, como se não bastasse tudo o resto (que uma auditoria forense poderá revelar brevemente), deveria bastar para que se tomasse essa decisão. Este homem não tem lugar no nosso clube. Pergunto também: Vale e Azevedo ainda é sócio do Carnide? Se ele quisesse poderia ser agora candidato à presidência daquela agremiação, nossa rival? Ninguém de bom senso - o que não abunda por aqueles lados, é certo - o permitiria. E nós, vamos permitir tamanha loucura? 

O pior ainda está para vir?

Quando pensávamos que vinha aí um período de acalmia, seguido de eleições, eis que o homem que esta madrugada rasgava as vestes e deixava de ser sócio (e adepto) do Sporting está de volta e garante que se candidata: “Agora acabou. Querem guerra. Eu compro! Vou impugnar a AG e o Presidente da SAD ainda sou eu! Vou a eleições. Vamos ver quem vence. Se são a maioria dos sócios ou os ‘podres’ e os Viscondes!”, escreveu Bruno de Carvalho no Facebook. 

Afinal o “sportingado” era ele

“Quem esteve na AG percebeu que os resultados estão ao contrário... mas chega!”

“Mas para mim acabou. Podia impugnar esta AG por todas as ilegalidades cometidas: sim. Mas não o vou fazer. Era só o adiar o ter de devolver o Clube a quem nele mesmo manda.”

“Hoje deixei de ser para sempre sócio e adepto deste Clube. A tristeza é tremenda mas a desilusão matou tudo!”

“Afinal o sportingado era eu, pois era um sportinguista enganado...”

“Não, não vou regressar para as bancadas. Não, não vou mais vibrar com as vitórias.” 

“A minha carta de suspensão vitalicia de sócio segue segunda feira e nunca mais seguirei sequer os eventos desportivos do Clube.”

 

Estas frases são de Bruno de Carvalho, publicadas esta madrugada no Facebook, reproduzidas depois pela comunicação social. Isto diz tudo acerca da pessoa que tivemos à frente dos destinos do clube nos últimos cinco anos. Por tudo isto que aqui se lê, e que mais do que revelar estados de alma, é revelador de um anti-sportinguismo primário, será necessário fazer uma auditoria aos atos de gestão desta equipa de direção, assim como avaliar algumas das últimas tomadas de decisão, nomeadamente a contratação de Sinisa Mihajlovic e de Emiliano Viviano. E isso será só o princípio.

O seu a seu dono

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O Sporting voltou a ser de todos nós, Sportinguistas. A destituição de Bruno de Carvalho (71,36% pela saída e 28,64% contra) é o primeiro passo para recuperar esta grande instituição. Mas há mais a fazer, este bando deixou o clube em muito mau estado e precisamos todos de ter a inteligência e o saber fazer para o recuperar e devolver à sua glória. O segundo passo é a realização de eleições e o terceiro será a reconciliação interna. Depois de tudo isto é preciso virar os holofotes para fora. Seremos vitoriosos.

O putativo debate

A proposta de Bruno de Carvalho para um debate pré-Assembleia Geral destitutiva é mais uma ideia descabida, fruto de uma continuada atitude populista. Os sócios e adeptos foram sendo esclarecidos pelas tomadas de posição lesivas para os superiores interesses do Sporting Clube de Portugal e não é um debate de última hora que vai alterar o que quer que seja.

 

Bruno de Carvalho poderia ter proposto este debate há semanas, respeitando os seus interlocutores e, aí sim, evitando que o nome do clube fosse arrastado pelos piores motivos para o prime-time das televisões. Agora vem tarde e não é a intitular os seus adversários de presidentes ou representantes de “putativas” comissões que Carvalho leva a sua avante.

 

Bruno de Carvalho não quer debater, quer fazer um monólogo, confrontar os seus opositores com faltas de respeito repetidas e mais uma vez mascarar a real situação do SCP. Se Bruno de Carvalho quisesse debater há muito que o teria feito, na Sporting TV ou noutro lado qualquer, evitando aquelas conferências de imprensa com Fernando Correia agora a fazer de Muhammed Saed al-Sahhaf de um Bruno Saddam de Carvalho que já perdeu a guerra e não o quer admitir. 

A palavra a quem sabe

A PwC, uma das Big Four do setor de auditoria, acaba de dizer isto. A empresa que audita as contas da sociedade do SCP diz preto no branco que as rescisões dos jogadores “mais valiosos” do plantel constituem “uma ameaça concreta em relação à continuidade das operações da Sporting SAD”. Para quem tinha dúvidas...

Lei de Murphy (de Carvalho)

Quando soube disto, pensei logo: “Se algo pode dar errado, dará”. Sinisa Mihajlovic assinou por três anos, com um contrato que lhe foi estendido por um presidente que já não o é e que daqui a umas semanas pode mesmo pertencer ao passado do SCP. Assim esperamos.

 

É preciso pôr cobro rapidamente a esta deriva populista. Imaginam o nosso clube com Bruno de Carvalho (na presidência do clube e da SAD), Sinisa Mihajlovic (como treinador) e Mário Machado (na Juve Leo)? Eu não. É preciso explicar porquê?

A “golpada” é se BdC ficar

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Bruno de Carvalho está finalmente suspenso de funções no Sporting. Mas não vai ser fácil que venha a acatar esta decisão da Comissão de Fiscalização. O homem já fala em “golpada”, quando ele não tem feito outra coisa desde que começou esta crise.

 

Uma “golpada” é se de alguma maneira ainda conseguir permanecer à frente dos destinos do clube e acabar o seu mandato, depois de tudo o que tem feito de prejudicial ao clube. Isso sim, seria uma “golpada” monumental.

Para memória futura (8)

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Para que não restem dúvidas, não aprovo a atitude dos jogadores de rescindirem com o SCP, espero até que a direção que venha a substituir esta gente que se instalou em Alvalade não desista de defender os nossos ativos atuais e futuros, nem de realizar uma auditoria para se saber o impacto real desta “crise”. Mas isso será um assunto jurídico (e institucional), que não me compete a mim julgar ou avaliar nesta fase.

 

Tenho muita pena de ver estes e outros jogadores partirem desta forma, sobretudo porque são profissionais de alto valor e não lhes foi dada uma alternativa viável. Ficar com esta direção era algo que eles não suportavam, sobretudo depois do que passaram em Alcochete e também das constantes humilhações públicas de que foram alvo ao longo da época.

 

Agora, que fique claro, vou odiar vê-los com qualquer outra camisola em Portugal, em especial a do Carnide. Mas sei que o responsável por isso chama-se, uma vez mais, Bruno de Carvalho. Foi a sua gestão caótica e errática que nos levou a este desfecho, foi o seu estilo despótico que não deixou margem para quaisquer recuos depois da tragédia da Academia e foi a sua soberba que deitou tudo a perder. Isto sem esquecer as suas posições públicas absolutamente reprováveis.

 

Que País é este que deixa um homem assim à frente de uma instituição centenária de interesse público? Que sócios e adeptos somos nós que deixamos este homem dirigir o clube sem oposição que se veja? 

 

Para memória futura (7)

Este grupo de quatro grandes jogadores são internacionais A, disputam o Mundial da Rússia e dois deles até são campeões europeus em título. Desde ontem que o Sporting Clube de Portugal não tem qualquer jogador entre os escolhidos por Fernando Santos. O responsável por isto é só um e chama-se Bruno de Carvalho.

 

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Para memória futura (4)

Este grande goleador holandês chama-se Bas Dost, custou dez milhões de euros ao clube e era ovacionado de pé em Alvalade com um hino próprio das muitas vezes que marcava golos. Miúdos e graúdos vibravam com cada um dos seus golos (e foram muitos). Não voltará a vestir esta camisola e só há um responsável por isto: chama-se Bruno de Carvalho.

 

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Para memória futura (3)

Este grande jogador chama-se Bruno Fernandes, é dono de uma técnica invejável, de uma pontaria afinada e está na calha para brilhar no Mundial da Rússia, tal como brilhou na Liga NOS este ano e nas competições todas em que o clube se apresentou. É um jogador raro nos dias que correm. Não voltará a vestir esta camisola e só há um responsável por isto: chama-se Bruno de Carvalho.

 

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Para memória futura (2)

Este grande jogador chama-se William Carvalho, muitos consideram-no lento, mas ele é capaz de recuperar bolas impossíveis e de lançar em profundidade o ataque como poucos na sua posição. Com um estilo inconfundível, este angolano de nascimento é campeão europeu por Portugal e não voltará a vestir esta camisola ou a usar a braçadeira de capitão. Há um responsável por isto: chama-se Bruno de Carvalho.

 

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