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És a nossa Fé!

Santos da casa

Fernando Santos não convocou nenhum jogador do Sporting Clube de Portugal para o próximo embate da seleção nacional, o que nos revolta mas já não nos espanta um bocadinho que seja. Há muito que o selecionador tem revelado maus fígados com o SCP e esta sua atitude é ridícula, prejudicando a equipa das quinas e afastando os sportinguistas da seleção. Para os jogadores é frustrante.
Pedro Gonçalves é o  o jogador com mais golos e assistências do campeonato nacional; Gonçalo Inácio e Francisco Trincão têm feito jogos magníficos nas suas posições, sempre com regularidade e em crescendo. Ficam de fora dos eleitos. João Mário, Rafa, Diogo Jota, Pedro Neto e Tiago Djaló, só para dar alguns exemplos, estão neste momento acima das capacidades demonstradas pelos jogadores leoninos citados? Duvido muito. Como também duvido que alguém tenha a pujança e a combatividade de Nuno Santos entre aqueles convocados. O nosso extremo/lateral esquerdo fica sempre de fora, não se sabe porquê. Não é justo. No caso de Pote é escandaloso.

Vamos ver se os "Santos da casa", os mesmos de sempre, os que alinham sejam ou não titulares nos seus clubes, estejam ou não num bom momento de forma, continuam a fazer milagres. Se depender do selecionador teme-se o pior.

Sim, foi brutal

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Obrigado, Rúben Amorim! Pelo magnífico e inesquecível jogo de ontem, mas também pela performance de alto nível frente ao Eintracht Frankfurt e ao Portimonense. Estamos de volta e é disto que nós, Sportinguistas, gostamos. O resto não interessa nada quando o futebol fala mais alto.

O técnico leonino conseguiu corrigir os erros de comunicação e a falta de sintonia com a SAD, a equipa está a jogar melhor (mesmo com jogadores de outro nível, aparentemente) e o Sporting concluiu uma parte da reestruturação da dívida da banca. É isto, deixem o SCP ir em frente, não olhemos para trás.

O Sporting voltou, mas não é isto

Perder 2-0 com o Chaves em casa, depois de 3-0 com o FCP há uma semana, é muito mau. Um desastre. Imagine-se o que poderá acontecer na Champions, com este plantel e os 11 que temos visto, completamente desequilibrados e desajustados à realidade de um clube como o SCP. Há que repensar tudo: a estrutura do futebol, ir buscar os jogadores de que necessitamos e dar segurança a Amorim. Isto é o que tem que fazer Frederico Varandas e a direção, porque ele não estará sozinho nisto.

Ao contrário do que aconteceu no passado, não é tempo para pedir a cabeça do treinador, do presidente ou dos vários membros da direção do SCP. É tempo de união, de reflexão e de nos sentarmos todos à mesma mesa a pensar em soluções. O clube está mais forte, é solvente (ao contrário de outros da nossa liga), continua a ganhar títulos em várias modalidades e é respeitado nacional e internacionalmente. Isso é muito importante e é quase tudo. Falta o quase. É preciso rasgo, ambição, vontade de fazer cada vez melhor. Em vez disso, temos visto muito comodismo, falta de paixão e de querer.

Estamos à beira do início da fase de grupos da Champions e não é com aquela defesa, aquele meio campo e aquele ataque que vamos a algum lado. Sim, o problema não está apenas e só no facto inaudito de jogarmos sem ponta de lança (e de não termos nenhum no banco), está também na evidência de que esta defesa está a meter água por todos os lados e que a venda dos nossos dois melhores médios está a fazer estragos difíceis de reparar. O planeamento, como assumiu Amorim, foi mal feito. Saíram Palhinha, Matheus e Tabata em poucos dias, mas não entrou ninguém. Vai assinar o grego Sotiris Alexandropoulos? Muito bem. Mas é curto. 

Faltam-nos laterais de qualidade, falta mais um central, mais um médio típico 8 e faltam pontas de lança. Os jogos ganham-se com golos. Por muito que Pote tenha sido o nosso salvador em tantos jogos, a verdade é que não marca sempre, a jogar mais recuado muito menos.

A época não está perdida, apesar de já estar irremediavelmente afectada. O grupo está menos coeso, está pouco crente e, como sublinhou Adán, o balneário não está bem. Isso sente-se.
Amorim é um homem confiante, parece ter sempre resposta para tudo. Mesmo nas derrotas quer sair por cima. É a sua natureza. Mas sozinho não vai lá. O apoio ou vem de cima e com capacidade transformadora ou vamos ser tremendamente infelizes esta época. Ainda vamos a tempo. Mas é um tempo para decisões e não para tremideiras.

Alvalade: temos um problema

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A conferência de imprensa de Rúben Amorim de hoje voltou a pôr a nu um problema interno no Sporting Clube de Portugal, que urge resolver: a comunicação estratégica. Quando falo da comunicação não quero pôr em causa, longe disso, o trabalho do Miguel Braga, muito meritório, aliás, e sempre muito assertivo. Falo antes da comunicação enquanto estratégia da direção do clube e da SAD. Portanto, mais do que comunicação, falamos aqui da estratégia corporativa e dos objetivos a atingir pelo SCP, objetivos que devem inserir-se num plano mais vasto do atual mandato do Presidente Frederico Varandas.

É preciso ter aqui em conta os valores do SCP, o mercado global onde o clube agora se movimenta (e isto inclui, claro, a compra e venda de jogadores, que são uma parte importante dos seus ativos) e o prejuízo para os negócios que um aumento do ruído interno e externo pode trazer, depois com influência na reputação da instituição e no seu reconhecimento perante os diversos stakeholders. Na definição de uma estratégia corporativa, e o clube deve ter a sua, cada um deve saber muito bem o seu papel na estrutura e qual o impacto que pode ter uma declaração fora do contexto.

Por isso, as declarações de Amorim deviam cingir-se ao jogo com o FCP de amanhã, porque a conferência de impresa de antevisão de um jogo serve para isso mesmo: antever o jogo. Não está aqui em causa o trabalho de Amorim e o que já fez por este clube - fez muito e acredito que pode fazer mais ainda -, mas custa-me vê-lo a pronunciar-se sobre a saúde financeira do Sporting, como fez na antevisão do jogo com o Rio Ave. Ou agora, dizendo que continua a ser coerente, dando a entender que outros dentro do clube não serão ou não terão sido, por exemplo no caso da saída de Matheus Nunes para o Wolverhampton.

Claro que Rúben Amorim não podia deixar de falar de Matheus Nunes e da falta que o médio faz, ainda por cima em vésperas de um jogo decisivo com o atual campeão nacional. Mas há frases que podem deixar marcas. A mim preocupa-me que um treinador de futebol num clube como o Sporting possa vir dizer "Não temos mais um euro para gastar", numa semana, ou, na semana seguinte, "O que mudou, não sei, sabia que ele podia sair. Apareceu outra vez esta proposta, a direção faz as suas escolhas e isso eu não controlo. Arranjaremos soluções para que o próximo que se sentar aqui não passe por estes problemas no início da época".

Amorim é um enorme treinador e é genuíno, essa é uma das suas muitas mais-valias. Até aqui era sempre certeiro nas conferências de impresa. Agora, não sei muito bem porquê, tem exagerado e tem ido mais longe. Espero que seja só revolta por ter visto sair um dos seus 'meninos de ouro' e que não seja algo mais. O Sporting não se pode dar ao luxo de perder Amorim, mas também tem que começar a ter estratégia. Quem fala do estado das finanças do clube não é o treinador, quem decide os encaixes necessários a dada altura para equilibrar as contas e manter o clube como cumpridor perante a banca, a AT, a Segurança Social, os trabalhadores e os seus fornecedores, também não é o treinador. A este estão-lhe atribuídas outras tarefas, sendo a mais importante ganhar jogos.

Posto isto, também já vi Jorge Jesus e Sérgio Conceição muito revoltados com a saída de jogadores seus. Faz parte. Rúben Amorim está descontente, é natural. Tem que refazer a estratégia e o Matheus Nunes era mesmo um ponto nuclear dessa estratégia. Outros irão ocupar o lugar, como aconteceu com a saída de Bruno Fernandes, por exemplo, que tinha uma enorme influência no jogo do Sporting. Isto vai ao lugar, mas por favor pensem estrategicamente o SCP e não deixem que cada um fale por si e diga o que lhe vai na alma, sobretudo se isso implicar um embate com a estrutura.

Mais importante que tudo isto: vamos ao Dragão para ganhar!

 

1 de Julho de 1906

Obrigado aos 19 fundadores do nosso Sporting Clube de Portugal e, em especial, a Henrique de Almeida Leite Jr. (membro da primeira direção do clube, ao lado de Alfredo das Neves Holtreman, José Alvalade, Frederico Gomes Ferreira e José Gavazzo) por estes 116 anos maravilhosos.

O futuro é nosso, viva o Sporting!

O calcanhar que não é de Aquiles… é de Xandão

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Há dez anos o jogo decisivo foi no dia 15 de março (perdemos 3-2 em Manchester, mas passámos) e eu estava em Nova Iorque, desesperado para ver o jogo algures na cidade, num dia em que havia uma final qualquer de basquetebol universitário que movimentava tudo e todos. Eu, para além de fazer anos, queria era ver o nosso Sporting manter o resultado brilhante de Alvalade (1-0), com um golo de calcanhar do central Xandão. Ao fim de umas horas lá consegui encontrar um “sports bar” onde o dono se dignou, contrariado, a ligar uma das muitas TVs na transmissão do jogo. Vi o jogo e passámos. Hoje vamos iniciar novo caminho para sairmos de Manchester com um resultado que nos permita seguir em frente. Vamos a isto!

Estado de Direito?

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Frederico Varandas, segundo um comunicado oficial do SCP, foi alvo de uma espera à saída do Dragão com tentativa de agressão, seguida de roubo da sua carteira e telemóvel. Os autores terão sido: Vítor Baía, vice-presidente do FCP, Sérgio Conceição, treinador do FCP, e um tal de Rui Cerqueira, assessor do clube e ex-jornalista da RTP. A isto somam-se balas encontradas no relvado, jogadores do Sporting agredidos por ‘stewards’, cadeiras atiradas para cima de outros jogadores e por aí adiante. As autoridades e o Governo estão calados que nem ratos, ao contrário do que aconteceu no caso triste de Alcochete. Que País é este?

Fraude

O "caso João Mário" é um exemplo acabado de fraude. A direção de Varandas tem feito quase tudo bem nos últimos tempos, também neste caso fez bem em não entrar em loucuras por este jogador. Só não devia ter apostado tanto numa pessoa sem espinha para dar a cara pelo marketing do clube. Ainda há dias estava a ser usado como exemplo do “bom filho” que volta a casa para vender camisolas nossas, hoje aparece com uma camisola de gosto duvidoso do nosso rival. Não faz sentido. Quanto ao resto, deixo para os especialistas do Direito, porque uma fraude é uma fraude e acredito que esta direção irá saber fazer valer os nossos direitos desportivos, financeiros e reputacionais. Viva o Sporting.

Todos somos Paulinho.

O que alguns pseudo-adeptos do nosso clube fizeram ao ponta-de-lança é incompreensível e só prejudica o próprio e a equipa do Sporting Clube de Portugal. Nestes seis jogos que faltam temos que estar unidos mais que nunca e não podemos estar desavindos, não devemos apontar o dedo a ninguém e vamos dar tudo. Mas tudo mesmo.

 

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Critérios

A Associação Nacional dos Treinadores de Futebol (ANTF) está a mover um processo contra Rúben Amorim, por causa das suas qualificações, mas está calada que nem um rato com as atitudes deploráveis de Sérgio Conceição. Todas as semanas assistimos a cenas cada vez mais lamentáveis e a ANTF, a FPF e a Liga não querem saber, todos sabem porquê, não é?

Se fosse na Premier League, Sérgio Conceição seria punido à séria. Mas estamos em Portugal e aqui mandam os costumes que estas coisas graves não atinjam os intocáveis.

 

Salvar a honra e o bom nome do Sporting

O Sporting Clube de Portugal não é isto. Estamos fora da fase de grupos da Liga Europa e, logo no dia 1 de outubro, somos obrigados a fazer receitas extraordinárias com a venda de jogadores. O problema é este: o plantel é tão fraco que não há um ou dois jogadores com mercado que se veja para se fazer uma transferência que venha a equilibrar as contas.

Em termos desportivos, o fracasso é total e vamos de 'flop' em 'flop'. Não há quem salve o Sporting de mais humilhações como a desta noite com o Lask?

Precisamos de uma autêntica Junta de Salvação Sportinguista. Já.

Os ausentes que fazem sombra

Estou a ver o jogo do Sporting contra o Portimonense e fico a pensar na enorme falta que fazem a esta equipa os nossos 'ativos' Acuña e Palhinha. Ainda não estão vendidos e as alternativas são, para já, bem piores. Deviam estar a jogar com a nossa camisola e depois logo se via o que poderia aparecer em termos de negócio para o clube. Rafael Camacho também merecia outra oportunidade, tem qualidade e sempre podia ir ganhando alguma raça e músculo. O resto está lá.

{ Blog fundado em 2012. }

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