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És a nossa Fé!

Foi pena

O futebol é cruel. Foi o jogo mais organizado e ligado do Sporting desde há muito tempo. Agora só falta ter alguns jogadores que não tropecem na bola e que os habilidosos da equipa não falhem tantos passes e não se ponham às biqueiradas estratosféricas mesmo com tanta gente em melhor posição. Já há caminho para andar, percorrê-lo é que será mais difícil.

Outono

Ficaram provadas várias coisas. No estado em que isto está talvez nem um Klopp conseguiria melhor. Borja não sabe o que faz nem o que fazer com a bola; Doumbia nem o corpo consegue equilibrar; Eduardo, que é feito do Eduardo do Belenenses?; Miguel Luís e Ilori não existem. Ou seja são jogadores abaixo do nível de um Alverca da 3.a divisão. Jesé foi bom há 10 quilos atrás; Filipe das consoantes caiu numa estranha apatia e Rosier já deve ter sido melhor. 

Em resumo, o Sporting deve ter o pior meio-campo da sua história. Há portanto que pedir responsabilidades a quem, ó Teresa, montou esta traquitana que nada tem a ver com uma equipa, chame-se Varandas ou Hugo Viana.

Tudo isto no ano em que aumentou o preço dos lugares e em que a administração aumentou os seus vencimentos. 

E agora? Agora não há outro remédio senão dar tempo a Silas e aguentar. Lá para Março será tempo de acertar as contas com os bandalhos que nos puseram nesta situação, a nós sócios, ao pobre do treinador e até alguns dos jogadores. Este veneno bebe-lo-emos ao fim.

Só uma palavra de compreeensão para a contenção de Neto, senti que na pele dele eu teria desatado à chapada a tudo que me aparecesse à frente. 

Desgraça

Começa por declarar  que Silas era exactamente o treinador que queria e que correspondia ao perfil, para de imediato revelar ter feito convites a outros de maior gabarito. Deixou escapar que um deles recusara o Sporting por ser “um clube de malucos”, tentou disfarçar o que disse, mas a entrevistadora não lho permitiu.

Senti vergonha alheia. Varandas pura e simplesmente não percebeu o enxovalho. Mourinho? Jardim? Um deles chamou-lhe maluco na cara, com todas as letras. Porque uma expressão destas, dita por quem está a ser abordado para contratação, é evidente que se refere à organização e aos dirigentes que a gerem e ali a representam.

No resto da entrevista, segundo percebi, tentou explicar que “malucos” são os sócios que engolindo o aumento de preço pagaram a game box desta época e que, estranhamente para ele, mostram o seu desagrado e a sua impaciência pelo espectáculo que lhes é oferecido. Os mesmos sócios a quem se quer pedir que aprovem um aumento dos vencimentos dos dirigentes.

Se Varandas acha que “malucos” são os sócios, porque não haveria de achar que essse descontentamento é manipulado? E aqui, nos encravanços do verbo, nos tropeções de frases que não vão ter a lado de nenhum, nas explicações sem lógica nem tino, na agressividade contra os sócios, esses miseráveis ingratos, Varandas recordou as últimas entrevistas de Bruno, naquele mesmo canal. O Presidente do Sporting saiu dali como o bobo da aldeia do futebol.

Por mim, que votei nele e agora vem insultar-me, devolvo a Varandas o respeito com que ele me trata.

Vae victis

Impressionante a cara do jogadores no fim do jogo. É a de náufragos à deriva sem perceberem o que lhes está a acontecer. Ou como vieram ali parar. Só por essas expressões de sincera angústia merecem um módico de respeito. Sobretudo Coates, o grande triturado na engrenagem de incompetências que está a fazer do Sporting um clube altamente indesejado por quem não quer ver a carreira destruída. Também respeito por Leonel Pontes que só lhe falta fazer sepuku para provar a sua dignidade. Obrigaram-no a uma missão talvez impossível à qual manifestamente deu tudo que tinha mas para a qual não teve unhas. Resta saber se alguém as terá.

Nenhum respeito por quem arrastou estes profissionais para tão horrível situação. Por quem está a trair a confiança depositada pelos sócios. Atrevam-se lá a pedir aumentos salariais...

Foi mesmo assim?

À deriva sem propósito pelos canais da tv tropecei no canal da manha onde esbracejava um sujeito de cabelo oleoso ensacado num blaser que identifiquei como sendo o Futre. Com o sentido de conveniência e a prudência que a sua singeleza consente, o bom do Futre tagarelava acerca de uma converseta tida com o "Hugue" sobre os critérios e a política de aquisições de jogadores para a formação do actual plantel do Sporting.

Terei ouvido ou percebido mal? Porque se coisa foi assim como desboca Futre, ou é desmentido ou é o fim da macacada.

As atenuantes de Keizer

As limitações de Keizer já foram expostas à saciedade. Sobretudo na "organização defensiva" (peço desculpa pelo jargão) que desde o primeiro jogo da pré-época deu sinais alarmantes que só se têm vindo a agravar. Os porquês disto, que sendo evidentes para quem está na bancada sê-lo-ão certamente ainda mais para quem lida com eles, só podem ser esclarecidos por quem está "lá dentro", coisa que nunca acontecerá.

Posto isto convém realçar que, desde que me lembro, nunca vi um treinador chegar a este ponto da época, já com o campeonato a decorrer a todo o vapor, e ver o ponta-de-lança de referência e toda a ala direita da equipa irem-se embora, sentir a falta gritante de um n.º 6 de raiz e ter que dar as boas vindas a uma carrada de extremos. Ou seja, ver todo o (fraco) trabalho de entrosamento deitado fora, ver a demorada adaptação de Vietto a uma nova posição tornada inútil e ter que desenhar e treinar toda uma nova articulação entre os jogadores.

(Fernando Santos ainda hoje se queixa de lhe terem subtraído o Simão por volta desta altura, dando este acidente como causa da sofrível época que padeceu.)

Do descalabro que se anuncia - adorava estar enganado - convém desde já dizer que Keizer terá não mais do que uma quota parte de responsabilidade.

 

PS - Só espero daqui a dois anos não estarmos a lamentar a venda de Thierry  Correia por uns 40M€ que podiam ser nossos se ele tivesse crescido (tem todas as condições para isso) no Sporting.

A jornada mais linda

O Sporting perde em casa com 3 penalties, um deles absolutamente fantasmagórico. Segundo critério tão severo e minucioso do árbitro Filipe levou uma empurrãozito na área que passou em claro.

Contra o Porto o Guimarães vê um jogador expulso no 1.º minuto de jogo. Aos 78', a perder só 1-0, vai outro vimaranense para a rua. O Porto acabou por ganhar 4-0.

Contra o Braga o benfica desbloqueia o placard com um penalti aos 25'. Marca outro golo aos 47' e depois o Braga conclui o resultado com mais dois auto-golos.

Isto já já está tudo atado e posto ao fumeiro.

Quem não tem dinheiro caça com rato?

Depois de ver como o Rio Ave jogou, organizado, cada um consciente e ciente do que tinha para fazer, bom de bola, capaz de obrigar o adversário a oscilar, tranquilo e confiante mesmo depois de termos virado o resultado; depois de ouvir as declarações do seu treinador no final; que pena não termos Carvalhal à frente do Sporting.

Se o Rio Ave teve dinheiro para ele, quem sabe se o Sporting não teria também.

E ainda só estamos em Agosto

Saí com a sensação de que poderia ter sido eu se estivesse no lugar de Coates. Levar de frente com tudo, assim à bruta, porque quem estava à minha frente devia ter tapado alguma coisa e não tapou nada é coisa que mói o discernimento do mais maduro.

No fim do jogo tive também pena de Wendel, o principal culpado em campo do descontrole que acabou por toma conta da equipa. Pena porque na verdade foi como pedir a um canhoto que passe a escrever com a mão direita sem lhe dar tempo para se adaptar. Pena ainda de Doumbia porque já deve ter percebido que assim não consegue aprender, evoluir, melhorar.

Foi preciso uma arbitragem sinistra e malévola para descarnar a absoluta inépcia de Keizer em todos, mas todos mesmo, aspectos do jogo. Desde Vercauteren que não se sentava tamanho idiota no banco do Sporting.

 

PS - Por falar em idiota, quem teve a ideia idiota de atrasar a entrada de "O mundo sabe que..." de modo termos de cantá-lo com o jogo já em andamento?

Comunicado de um sócio

Estou na bancada, não sei o que se passa portas adentro. E ainda bem que assim é, cabe-me aplaudir ou patear os espectáculos que me são servidos -  pelos quais pago uma pipa de massa, mais do que uma assinatura em S. Carlos - e para nada me interessam os estados de alma dos protagonistas, geralmente evocados como desculpa pelas bodegas que se têm visto.

Esta minha posição obriga-me assim a não me deixar levar por inclinações, preconceitos, fezadas e conjecturas, ou seja "opiniões" (a palavra mais parva e mais em voga do dicionário) sobre factos acerca dos quais careço da boa informação necessária a um juízo racional e ponderado.

Isto impede-me de "achar" quem tem razão nesta infame troca de acusações entre Bas Dost e a direcção do Sporting. Mas é precisamente esta atitude por que tento pautar (nem sempre com sucesso, bem sei...) as minhas apreciações que me permite afirmar que quem está a conduzir pelo lado do Sporting este processo de Bas Dost deve responder aos sócios por manifesto dolo.

Jamais as coisas poderiam ter resvalado para esta nojenta zaragata em praça pública, altamente tóxica para o Sporting (nenhuma saída boa desta trapalhada se perspectiva) além de indignas do bom nome do Sporting e, já agora, de Bast Dost. 

Nada adiantará evocar que o agente do jogador é (eventualmente) um trampolineiro,  oportunista e ganancioso, porque isso todos nós já sabemos que eles são, num negócio como este do futebol com mais sombras e baixezas do que salubridade. Quem sabe que se vai sentar à mesa das negociações com esta gente tem que saber lidar com esta gente, sendo assim responsável pela condução do processo.

Julgava que os sportinguistas se tinham visto livres destas vergonhas. Aparentemente ao desvairo do Calígula que nos ia desgraçando sucederam (e desde já declaro que votei neles) uns inaptos, desorganizados e atarantados, que não se vão mostrando capazes de levar o Sporting a bom porto.

Pelo menos é isto que vejo daqui, mas pode ser que esteja a opinar. Contudo esta não perdoo e exijo responsabilidades.

Ass.

O sócio 3760, lugar 9, fila 23, sector A3

Mediocridade

Ao cabo de 50 anos de bancada mal seria se me achasse capaz de saber o que faria se estivesse no banco, mas lá vou sabendo uma ou duas coisas sobre o que vejo do meu lugar.

Sinto-me por isso em condições de finalmente considerar que Keiser é um treinador medíocre. O adjectivo justifica-se pelo facto de Keiser ter um entendimento substantivamente medíocre do futebol. Em 3 jogos oficiais aplicou 3 vezes a mesma receita. E foi ela a de entrar em campo com uma qualquer marosca táctica que intrigue o adversário. Isto durou 15' contra o benfica, 20' contra o Braga, infelizmente e segundo as próprias palavras do treinador, apenas se aguentou 6'30'' contra o Marítimo. Só ontem a astúcia produziu algum resultado - marcaram-se 2 golos nesse período - posto o que se passou à fase B que foi a de pôr um autocarro à frente da baliza, chutar a bola para longe, desejar boa sorte a Renan e rezar um pai-nosso. Esta doutrina é muito útil ao Águias de Alpiarça em jogos da Taça contra as equipas mais evoluídas da 2ªB, mas pouco interessante, digo eu, para o Sporting.

É certo que alguns conceitos correntes do futebolês são brilhantes à mesa do café e dão aura de  entendido a quem deles se alivia, mas não têm qualquer correlação com a realidade do jogo. O famigerado "modelo", a sempre refrescante "ideia de futebol" e os sudokus estratégicos fazem as graças do comentariat, dão powerpoints coloridos e sedutores, embora não passem de lucubrações platónicas, abstractas e vácuas, mesmo quando se usa esse novo termo da "definição", em vez do proverbial  "chuta à baliza, porra". Porque ao fim do dia o que conta é a dinâmica que a equipa põe em campo, o modo como se entrosa e articula e, sobretudo, a capacidade de um treinador em extrapolar o melhor que um jogador tem para oferecer ao jogo. Neste Sporting tudo isto é mirífico.

É escusado recorrer ao exemplo óbvio de Diaby para ilustrar a mediocridade congénita de Keiser. Especular-se-á infinitamente sobre este mistério, mas sempre ficará por responder a questão: porque diabo esteve ele uma hora em campo?

Tome-se como menos óbvio mas talvez mais flagrante o caso de Doumbia. O ano passado andava por ali aquele rapaz Gudelj mestre no posicionamento, nulo no movimento. Este ano vemos actuar aquele jovem com alma de Bombeiro Voluntário, que corre à maluca atrás de todos os fogos e que nunca volta à posição porque não a tem. Resultado: Coates e Matthieu andam a levar de frente com sucessivas cargas de cavalaria. Ora Doumbia, potencial e vontade não lhe faltam, não evoluiu um milímetro em inteligência posicional e táctica desde o ano passado, coisa que se treina todos os dias e vê-se aqui da bancada ao fim-de-semana. E se não evoluiu é porque Keiser não o faz evoluir.

O nosso treinador deve estar mais preocupado em engendrar a artimanha para o próximo jogo, que ele designa como "fine tunning." Pode ser que dure uns 30' antes de passarmos o resto do desafio à beira de sermos esmagados por um qualquer mija na escada que, descoberto o truque, há-de de crescer sobre este Sporting como um Liverpool.

As notícias e o fisco

Um textinho muito interessante e esclarecedor de Carlos Vieira.

"Nota aos meus amigos sobre vendas de jogadores por valores a rondar 120M e sobre o facto de nada ser comunicado até agora. Este meu post é mais académico e só visa fazer pensar num aspeto que pouca gente tem referido, na comunicação social e nos “mentideros” económico-financeiros
1. As contas da SAD vendedora, apresentavam a 31 de dezembro de 2018 resultado líquido positivo (na ordem dos € 20M positivos); a perspetiva geral para o final do exercício já era positiva em termos contabilísticos e fiscais;
2. O relatório e contas fala inclusive de eventos subsequentes relacionados com alienações de passes de jogadores que iriam já fazer manter o resultado ficar estabilizado num lucro no final do exercício económico e fiscal, a 30 de junho de 2019 (que se atinge daqui a dias);
3. Em nenhum local dos relatórios e contas se refere que a SAD tem prejuízos fiscais acumulados de exercícios anteriores (o que faz sentido face aos lucros sucessivos que tem tido anualmente);
4. O jogador que se refere ir ser vendido (os seus direitos desportivos, entenda-se) tem um valor contabilístico perto de zero, sendo um jogador formado na Academia da SAD;
5. Assim, uma venda pelos supostos 120M iria originar um pagamento de IRC (já daqui a uns meses) na ordem dos € 27M (olha o nosso Ministro das Finanças, aos pulos,… ou talvez não);
6. Há a possibilidade de se reduzir a fatura no ponto acima para cerca de metade, mas se, e só se (no meu modesto entender) se proceder a aquisições de jogadores do mesmo montante, no corrente ano e nos próximos dois (e se não se fizerem mais vendas). Mas pelo menos cerca de € 13M iriam para o nosso tão carenciado erário público;
7. Assim, antevejo que o negócio, a fazer-se, seja posterior a 30 de junho pois sempre se ganham mais um ano para se gerir formal e mediaticamente todos os passos que aqui referi. Com muito planeamento à mistura."

Assim por alto

Um módico de bom senso fará assim, suponho, o ponto da situação, mesmo sabendo que isto das compras&vendas no futebol não é como ir à boutique.

1) Bruno Gaspar, Borja e André Pinto (este depois da atitude miserável no jogo contra o benfas) a porta da rua é serventia da casa – são maus demais. Dos toscos só guardava Petrovic; a entrega, a humildade e a perseverança que demonstrou são capazes de dar um “bom balneário”, o que é imprescindível ao funcionamento da coisa.

2) Com Ivanildo a defesa já tem quarteto central: Coates, Mathieu e Neto serão os tutores do rapaz. Ilori, o displicente, pode ir andando.

3) Ristovski será um bom suplente de quem vier, tal como o foi do saudoso Piccini. Estará Thierry Correia capaz de ascender à primeira equipa?

4) À esquerda da defesa é que é um cabo dos trabalhos desde que estupidamente Peseiro descartou Coentrão. Nem principal nem suplente, porque Jefferson, outro displicente, já não dá mais, nem parece ter vontade.

5) Com Battaglia, Palhinha, e Doumbia aquela zona fica entregue. Gudelj é demasiado irregular e se acabou a época como deve ser, mais de dois terços dela arrastou-se em campo acumulando erros.

6) Diaby é outra carta fora do baralho. Com os ansiados regressos de Mama Baldé, Gelson Dala e Matheus Pereira (terá aprendido a lição?) o maliano torna-se redundante.

7) Se houver quem esteja interessado no literato Geraldes, do qual se diz que é melhor a ler do que a treinar, e em Wendel, que parece mortinho por sair – pois que rendam uns cobres.

8) Caso Bruno Fernandes seja vendido, que se saiba negociar a contratação de um cérebro com provas dadas ou vontade de provar para o lugar dele. Afinal foi deste modo que ele veio ter ao Sporting.

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