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És a nossa Fé!

É assim que somos Sporting

Fui lá votar. Mas com a sensação de que este ano foram mais as vezes que votei para o Sporting, do que as vezes que celebrei triunfos do Sporting. Mas nem por isso deixámos de ir em massa, sem ostentação nem pesar, porque, como era óbvio na atitude tranquila e madura dos sócios, o sportinguismo não é uma crença ou um ideal, é tão só parte natural da nossa vida.  

Ao contrário doutros, coitados, não dependemos das alegrias que o Sporting nos dá para sermos do Sporting, porque não precisamos de compensar com as vitórias do clube as agruras da vida. Como infelizmente as trapalhadas em que nos vemos metidos têm comprovado.

De modo que deixo aqui uma singela recomendação ao próximo Presidente: esteja à altura da responsabilidade outorgada por sócios tão resilientes, leais, sensatos e orgulhosos do seu sportinguismo, por pior que seja aquilo que o Sporting lhes tem dado.

Por mim, sinto-me honrado por fazer parte desta gente - do Sporting.

 

Memo

Para: futuro Presidente do Sporting Clube de Portugal

Assunto: SportingTV

 

1) A paisagem televisiva portuguesa padece de singularidades atávicas que com o tempo a tornaram excêntrica em relação às boas práticas europeias.

2)  a) Que a produção de informação predomine como matriz e alicerce da operação televisiva; 

b) Que esse eixo, em torno do qual o resto da programação é agregada e secundarizada, seja visto como um factor de qualificação, o que se tem demonstrado como um logro funesto;

c) Que este modelo seja repisado com casmurrice e cegueira, por mera conformidade aos critérios vigentes, e sem sombra de inquietação em face da reiterada pobreza dos seus resultados;

Eis o que, em linhas breves e gerais, tem reduzido os canais televisivos nacionais a um panorama amorfo, repetitivo, estafado e entediante.

3) A SportingTV, neste contexto é apenas mais um canal, sem distinção, nem surpresa, nem brilho.

4) Para ser melhor, mais atraente e capaz de cumprir o seu desígnio, a SportingTV tem que se estabelecer noutros princípios. Ou seja, não lhe bastam alterações cosméticas a uma grelha de programação fundada em critérios desajustados.

5) Nesse sentido a SportingTV só será eficaz se assumir o seu papel como:

a) Uma ferramenta comercial e de marketing que exponencie a marca “Sporting”;

b) Um instrumento activo para o parqueamento de direitos televisivos (na verdade a alma do negócio) e uma alavanca determinante na negociação desses direitos;

c) Um veículo para trazer o universo de sócios e simpatizantes do Sporting para dentro do Sporting e, ao mesmo tempo, levar o Sporting até junto dos seus adeptos.

d) Um meio para a criação de património audiovisual da memória do Sporting.

6) Parece óbvio que deste modelo se deduzirão formatos audiovisuais diferentes do actuais, sem sobressalto orçamental.

7) Não menos importante será a questão da distribuição da SportingTV, a qual só pode ser ponderada a partir das condições contratuais em vigor.

 

À consideração superior,

Saudações leoninas

SALIN!

SALIN!   SALIN!    SALIN!

O golo lampiónico teve a assinatura de Jefferson que chegou tarde e displicientmente à bola a permitir o cruzamento e de Ristovski que saltou de parafuso sem norte. Foi por aí que correu mal o que tinha que correr. Isso e Peseiro continuar sem saber fazer substituições. Fez muito bem em tirar o nulo, mas tão artístico, Bruno, que de cada bola continua a querer fazer sonetos e por isso as perde todas. Todavia ao meter o pau-de-bandeira levou o jogo todo para a boca da nossa área. Tínhamos o pássaro na mão depois daquele momento histórico em que um árbitro marca penalti ao corrécio Ruben Dias e deixámo-lo voar. Empatou-se num jogo de empatas, do mal o menos.

Crença

Quero acreditar que a escolha de Peseiro faz parte de um plano global e sensato.  Pediu-se a um agente para nos resolver depressa e bem os pendentes com os jogadores que pediram rescisão. Ele impôs como moeda de troca a contratação de Peseiro à semelhança do anteriormente exigido ao FCP e ao Vitória. Doutro modo é incompreensível a não ser por desespero, o que na verdade é a situação em que mais ou menos se encontra o Sporting.

AG

Cheguei às duas da tarde e, ordeiramente, só consegui entrar às três. Mas não foi no Pavilhão Atlântico que entrei, antes numa twilight zone: tinha regressado às RGAs de 75. Os apoiantes do Bruno, por táctica, iam arengando ao microfone uns atrás de outros. 

Não sei como vai acabar o dia. Menos imagino qual será o resultado da votação. Temo, porém, o pior. De qualquer maneira o Sporting está uma Jugoslávia, com Milosevic e tudo. Nunca me senti tão infeliz neste meu clube.

Enxurrada

É uma verdadeira derrocada por que passa o Sporting. No passar dos dias, que contam como anos, começa a ser evidente que a irredutibildiade de Bruno de Carvalho está a gerar uma cascata de complicações e problemas cada qual mais ruinoso do que outro.

O primeiro e principal pólo, claro que é Bruno de Carvalho, o Calígula. Cuide-se que, ao contrário do que se diz, ele não está louco mas, bem pior, é um mitómano furioso.

O segundo desastre é o facto de a hipotética solução do problema ter transitado para a jurisprudência, ou seja para a mão de gente empenhada em não mais do que sobressair com malabarismos espertos e capciosos. Nunca haverá saída para o transe do Sporting se a procurarmos em sentenças judiciais redondas e rebuscadas, redigidas em latinório de sebenta, abertas a tantas interpetações quanto estrelas há no céu.

A terceira desolação é constatarmos que nesta autêntica tourada só o inefável Jaime Marta Soares se tem aplicado a pegar Bruno e quase sempre de cernelha. E os croquetes? Encolhidinhos atrás das tábuas. E "as forças vivas"? A dizer olé da bancada. É isto afinal o Sporting?

A quarta calamidade, e talvez  a mais aflitiva, é a profunda, que bem pode já ser irremediável, desconfiança de qualquer investidor e patrocinador em juntar o seu nome e o seu capital ao Sporting. Seja o Sporting de Bruno, o que já é uma evidência, seja o Sporting pós-Bruno, qualquer que fôr, por sequer conseguir imaginar hoje o estado em que ele possa ficar.

Estamos numa queda sem fundo onde bater. E amanhã começa o Mundial, este sarilho, que já cansa, sairá da ordem do dia, e daqui a um mês estaremos cheios de nada.

Sem amanhã

Bruno de Carvalho cortou a última amarra que o liga à realidade. Ao longo de uma penosa e pungente divagação balançou entre o "orgulhosamente só" e a paranóia de um MacBeth. Em resposta uma pergunta resumiu tudo: "Portugal aproveitou para tentar destruir o seu enfant terrible." Vá lá não ter dito "o mundo"...

Como ele é o Sporting e o Sporting é ele, quem não está com ele está contra o Sporting. Assim, por um lado vitimiza-se e suplica por compaixão revelando sem qualquer decoro ou pudor factos da sua vida pessoal que devia resguardar. Por outro lado só vê à sua volta hipócritas, mentirosos e traidores. 

De voz embargada jura que os jogadores são a "família que escolheu", para logo a seguir afirmar que o acto "hediondo" de terça em boa verdade "saiu dos próprios jogadores". Portanto "não venham falar de rescisões" já que ele até "podia levantar processos disciplinares." Percebe-se a sua estupefacção por os jogadores não o verem como a um pai severo, mas caridoso e protector.

No fundo ele sabe que está isolado, se não iria amanhã ao Jamor gozar um banho de multidão sportinguista - se esta não é a sua gente, quem será?

Cuidado com o que desejas porque pode realizar-se

 

As claques existem porque a polícia acha que é melhor assim. E acha muito bem: é mais eficaz e fácil controlar a manada do que ter as bestas dispersas ou em focos.

As claques não podem ser extintas porque não há meios júridicos nem policiais para eliminá-las sem originar o efeito acima descrito.

Também é manifesto que não há vontade política para acabar com elas, dotando polícias e tribunais com os meios necessários.  E esta é a parte que devia suscitar a curiosidade de quem tem obrigação profissional de fazer perguntas.

Fora isso toda a gente - toda a gente - sabe quem criou, por exemplo, a Juve Leo; a que organizações ela tem servido; qual a natureza da sua actividade; quem diz que manda e quem manda deveras. Toda a gente.

Portanto, cuidado com essa ideia de acabar com as claques como se isto se resolvesse com um estalar de dedos.

Que fazer?

O Sporting tem inimigos poderosos, tenebrosos e dissimulados. Durante anos (décadas?) o Sporting comportou-se como um clube de cavalheiros, tentando que os jogos se decidissem nas 4 linhas e não em tráficos de influências, jogadas de bastidores, subornos e corrupções. Mas o mundilho do futebol é povoado por Al Capones, que aparentam colarinho branco, fazem-se de beneméritos, mas não hesitam na selvajaria, quando acham caso disso. Bandidos que hoje bebem chá de mindinho esticado, fazem-se todos institucionais e que, estranhamente, são vistos como cívicos aos olhos de gente com mais de dois neurónios.

A crise económica que assolou o país teve um efeito devastador na obscura e cavilosa indústria do futebol, largamente dependente dos direitos televisivos cujas receitas caíram a pique. Como o bolo já não dava para todos e os mandantes não queriam diminuir a fatia que abichavam, a perseguição ao Sporting foi ainda mais contumaz.

O Sporting precisava de alguém que afrontasse o sistema com todas as armas possíveis, sem medo de parecer mal aos condes falidos, aos instalados que se fazem de finos e aos bandidos com ar de respeitáveis. O simulacro de decência desta gentalha indecente é poeira que entra nos olhos dos ingénuos e cortina de fumo para escamotear autênticos crimes.

Bruno de Carvalho arrostou com esta guerra com coragem e valor. A revolução não é um chá das 5, como disse uma vez quem percebia disso.

Mas o guerreiro não se pode desnortear. Tem sempre que saber quem é o inimigo e tem que saber escolher os inimigos. E se está na posição de desafiante contra incumbentes tão possantes quanto malévolos, tem que saber conquistar aliados e não alienar forças e acumular ainda mais inimigos. Sobretudo não pode disparar sobre as suas próprias forças.

Bruno de Carvalho cruzou uma linha que não podia cruzar. Tornou-se prejudicial ao Sporting ao desbaratar os recursos e os apoios que tinha consigo.

Ficámos agora a saber que algo ia muito mal. Uma revolta da Bounty como esta não nasce de um dia para o outro, tem certamente antecendentes que se foram acumulando. 

Estamos, assim, entre um Presidente errático e com sinais de paranóia, e um coro de saudosistas que quer regressar à petulante inércia de outrora. Tem que haver alternativa.

Ou sim ou sopas

Confesso, JJ, que ao ouvir-te na entrevista no final do jogo de Braga, mais do que desalentado, fui mordido pelo verme da dúvida. Eu que tanto acreditei e em ti depositei tantas esperanças.

Durante 25 minutos uma perspicácia táctica permitiu-nos ficar por cima. Mas daí resultou nada. O treinador do Braga corrigiu as coisas e desse momento em diante ficámos por baixo - sem resposta. Pior foi que tivesses dito ter sido a expulsão do Piccini a gorar os teus planos. Não percebes o quanto essa afirmação é alarmante e te diminui? Não aguentas um contratempo? Não tens respostas prontas para eventualidades destas? Um imprevisto - "jogo" quer dizer "imprevistos" - e tudo desaba?

Agora, em relação ao desafio contra o Atlético de Madrid disseste: "nós somos uma equipa com muitos recursos e com qualidade. Podemos ganhar e passar, sem dúvida."

Como quero continuar a acreditar em ti, proponho-te o seguinte:

Vou levar a sério esta afirmação e exigir que, no mínimo, não percas os dois jogos.

Mas isto não chega. Doravante, até ao último desafio da época, dando de barato o que vier a seguir ao Altlético de Madrid, estarás obrigado a ganhar os jogos todos para o Campeonato e para a Taça.

Se assim for, voltarei a acreditar em ti. Se não - adeus.

Karma?

Nos dias de hoje, ser sportinguista é o que mais se aproxima de uma experiência mística. Ser sportinguista leva a considerar se não estarão certas as religiões que crêem na reincarnação, pois só alguém que muitas malfeitorias terá praticado em vida anterior merece voltar à terra nesta condição sumamente punitiva e sofredora.

Bryan Ruiz também ajuda a tal crise de fé. Juro-vos, pelos santinhos que lá no céu se riem de mim, que ao vê-lo falhar um golo de baliza aberta e a dois palmos dela, revi, como se a vida me fosse acabar, o filme daquele 5 de Março de 2016 e prognostiquei que isto estava perdido.

Ao treinador-Jesus-que-se-senta-no-banco ("Senta" é força de expressão porque ele desespera tão histrionicamente como eu o faria se tivesse a desdita de orientar aqueles zombies) é impossível responsabilizar por tantos e tão clamorosos falhanços individuais como os de ontem. Até o sr. árbitro, benza-o Deus, nos fez o favor de oferecer um penalti e Dost que uma vez só falhou 1 em 3, deu uma biqueirada amorfa para não se realçar dos camaradas.

Mas ao treinador-Jesus-que-treina-todos-os-dias haveria muitas perguntas a fazer. Como se chegou a esta paralisia mental em campo? Porque erram tantos os jogadores em momentos decisivos? Por que razão cada um que entra de novo é como se nunca tivesse visto os outros na vida? Porque sobe a equipa ao campo claramente sem saber muito bem ao que vai? Por que diabo me parece que se jogarmos contra o Caldas na final da Taça, jogaremos ao nível do Caldas e no fim lá ganharemos por 1-0?

Comunicado Oficial da minha parte

Exmo. Senhor Pesidente do Sporting Clube de Portugal,

1) Apresento-me: sou sócio desde 1969 e tenho lugar cativo na bancada central desde 1971. Ininterruptamente. Além disso, ainda devem estar em exposição na Sala dos Troféus algumas da taças que ajudei o SCP a ganhar.

2) De modo que não aceito lições de sportiguismo de NINGUÉM, nem aceito reparos de quem tenha um CV mais pobre do que o meu.

3) Nos últimos anos tenho participado no blogue "És a nossa fé".

4) Apesar do blogue ser um dos mais prolixos e actualizados entre os que por aí existem, sem regularidade, mas com alguma frequência, as pessoas deste blogue juntam-se em jantares que têm calhado ser no Café Império para se verem cara-a-cara e conviverem sportinguisticamente.

5) Chegou-me ao conhecimento que o Senhor Presidente fez uma referência pouco elogiosa a estes jantares.

6) Não sei o que lhe terá relatado aquele seu assessor de imprensa presente, a nosso convite, no último jantar. Disponho-me por isso, sem pedir licença aos demais subscritores deste blogue, a revelar-lhe, em primeira e fidedigna mão, o que costuma acontecer neste convívios.

7) Em torno do medíocre bife do Café Império pode, de vez em quando, ser visto um grupo de cerca de uma vintena pessoas com opiniões políticas às vezes diametralmente opostas, com um leque de idades muito amplo, com profissões e rendimentos bastante díspares. Há homens e mulheres. Nada une este grupo improvável a não ser o facto de serem adeptos e sócios do Sporting. Não sei se somos amigos porque me inibo de chamar "amigo" a quem vejo tão poucas vezes. Mas comportamo-nos como amigos. Ou seja, desfiamos memórias, discutimos acaloradamente o Sporting, debatemos opiniões muito contraditórias sobre o Clube. Coisas que só entre amigos acontecem porque há um subentendido nestas bravatas: todos queremos muito, muitíssimo, o Sporting. No fim pagamos cerca de €20 pelo bife e pelas cervejas que nos alegraram, abraçamo-nos e vai cada um à sua vida.

8) Mal informado andará quem imaginar que deste par de horas muito bem passadas sairá mais do que boa disposição e fervor sportinguista. Atrevo-me, assim, Senhor Presidente, a dar-lhe gratuitamente uma explicação, daquelas que o Senhor pagaria a consultores para ter. 

9) Sabe o que vale um blogue em termos de influência? Pouquíssimo. Sabe o que valem os nossos jantares em termos de poder? Nada.

10) Não creia, Senhor Presidente, nalgumas lérias muito em voga acerca de poderes informais e mediáticos que parecem volumosos mas não passam de sapos inchados.

11) Porque quem manda no Sporting são apenas e só os seus sócios. Não são blogues, jornais, opinadores avulsos nos mídia, "personalidades" emproadas de nula importância, opositores que nunca foram a eleições ou que foram e nelas tiveram votação residual.

12) Continue Senhor Presidente a sua batalha brutal e sem quartel contra os pérfidos poderes instituídos no desporto em Portugal. Nesse desiderato conte com o meu aplauso na bancada, com o meu esforço financeiro em cotas e gamebox e com o meu voto nas urnas, porque mais não me cabe nem me tem sido pedido.

13) Mas não desdoure o alto cargo de Presidente do Sporting Clube de Portugal, que neste momento ocupa, insultando e difamando uma tertúlia de indefectíveis sportinguistas que pagam para sê-lo e do Clube nada recebem, às vezes nem alegrias.

14) A grandeza de um Presidente mede-se pelos inimigos que tem. 

15) Saudações leoninas.

Fim de tarde frio na Costa do Sol

Montero, Ruiz e Ruben, autênticas armas secretas, mostraram-se formidáveis a guardar a bola. De tanto a guardarem os estorilistas mal a viram e quando conseguiam por sorte capturá-la limitavam-se a correr como bárbaros na direcção da nossa baliza.

Sir William é um portento de fleuma, nem que chovam canivetes abdicará do seu ritmo personalizado.

O divo, exibindo a paciência dos grão-mestres xadrezistas, reservou-se durante o jogo inteiro para aquele momento de brilho e glória como só ele é capaz. Tal momento não chegou de modo que o jogo desmereceu qualquer intervenção da sua parte a não ser este ou aquele "bom pormenor" como exultava o locutor.

À excepção de um ou dois excitados, a equipa, só pelo modo gracioso de pisar a relva, demonstrou a sua imensa superioridade táctica e técnica.

Fora isto, de caras para a baliza e com ela aberta fomos exí­mios a denunciar as más condições do relvado.

Magní­fica argumentação na flash interview a explicar as verdadeiras causas do acontecido. O vento, claro - então não se viu logo?

Ficamos assim todos mais descansados sem o incómodo nem as responsabilidades de estar em primeiro lugar.

Pesadelo

Esta noite tive um pesadelo. Sonhei que a equipa iniciava o jogo com Bryan Ruiz, Ruben Ribeiro, Montero, Bruno Fernandes e William Carvalho. Os restantes eram os das posições habituais, menos Gelson lesionado.

Todos eles faziam o que sabem fazer muito bem: receber a bola de costas para a baliza, rodar sobre o pé de apoio, parar, pensar, ver se alguém se desmarca, enfrentar os dois adversários que entretanto tinham chegado, olhar outra vez, respirar fundo, pensar mais um bocado, tentar fintar e perder a bola porque ninguém corria já que eram todos clones uns dos outros. O carrossel rodava, rodava, rodava até o árbitro apitar o fim do jogo.

O que vale é que foi só um pesadelo.

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