Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

És a nossa Fé!

Bravo rapazes!

Pois eu gostei do que vi. Desde o primeiro ano de Jesus que não via um Sporting assim. É verdade que Jovane amua e só sabe jogar de uma maneira, que Feddal é um enterra em potência e que eu gosto mais de Neto do que ele gosta de mim, mas todos os demais têm uma vontade e são de uma entrega ao jogo que impressiona. Querem provar o que valem e mostram que valem. 
Mas o bandalho de amarelo fez tudo para inquinar o jogo. O Porto marcou dois golos limpos mas usou táctica inspirado no Canelas tal como anunciavam os penteados à moda de Custoias que aqueles animas do meio-campo exibiam. Foi um arraial de cacetada sempre à vontadinha que o árbitro estava lá para fechar os olhos. E depois a roubalheira do penálti. O porco sujo descaiu-se a apitar quando viu as goelas de Pote a serem arrepanhadas pela gola, mas borrou-se logo de medo com o atrevimento. Será que vamos ter outra época à Mirko Jozic?

Desafogo

Fica pois confirmado que sem o samba do enrola enrola respira-se muito melhor naquele meio-campo, corre a bola em vez das pernas e até o Vietto parece mais aliviado. Agora é só conseguir segurar o Palhinha para que ele segure as pontas e a rapaziada do bom toque possa crescer. Que não haja constipações  em S. Petersburgo é o que mais desejo.

Meio-campo ideal

Era só para informar que na PlayStation o trio Palhinha, Gonçalves e Bragança é o meio-campo que funciona melhor. Quem não orienta nem vê os treinos e não tem que pôr a cabeça no cepo pelas decisões que toma ao menos que se valha disto para "mandar bitaites" gratuitos.

Um problema escondido à vista de todos

Dos diversos problemas que afectam esta equipa do Sporting o mais grave não é o mais evidente.  
Que Vietto é execrável é uma evidência; a atitude diletante de "se-dá-dá-se-não-dá-não-dá" merecem todo o insulto. Por outro lado aos 18 anos de Tiago Tomás não se lhes pode pedir mais do que dá, que ainda é pouco para este nível de competição. Marcou um golo, mas no segundo dos lascas abriu os braços em vez de saltar e num momento em que podia correr sozinho para a baliza não aguentou o embate do defesa. Há grandes esperanças nele, mas não é hoje que as concretizará.
O problema do Sporting está onde os doutores da bola não o querem ver. Está no paupérrimo meio-campo. Se Matheus Nunes é uma perfeita irrelevância, por quem o jogo passa sem que dê sinal de vida, já a maneira de jogar de Wendel é a receita para o desastre. 
Wendel gosta de ter bola, o que é bom para um meio-campista, não a trata de mal de todo, o que lhe é favorável, mas quando a recebe só tem uma opção: correr com ela - seja para trás a fugir da confusão, seja para o lado para não ter chatices, seja contra os adversários a ver se sofre falta. Ou seja, aquele sobre quem cai a responsabilidade de desenvolver o jogo, o mais das vezes encrava-o, retém a bola até não haver mais linhas de passe, mói e remói qualquer jogada desperdiçando oportunidade atrás de oportunidade para distribuir, rasgar, progredir. Tem muito jeito, falta-lhe um mínimo de clarividência. E nunca aprendeu chinês, a língua da táctica.
Enquanto Wendel for o vértice do Sporting não estaremos aptos a jogar com os crescidos.

Vai uma apostinha?

Já deu para perceber que isto vai ser uma barafunda até estoirar, o que mostra o nível de competência, discernimento, organização e antecipação da Liga. 
Ao menos que a DGS dê uma ajudinha. Por exemplo, só autorizar o jogo meia-hora antes dele começar. Assim sempre a BetWin sempre ganhava alguma coisa nas apostas de haver ou não desafio. Porque quanto ao resto já nem vale a pena uma pessoa admirar-se.

Curiosidades sobre o I-voting

No seguimento do post abaixo de Tiago Cabral apraz-me dar relevo a este comentário ao post "Pedro Azevedo um excelente candidato à presidência do Sporting" de Paulo Guilherme Figueiredo:

OS INTERESSES POR DETRÁS DO i-VOTING

Que o i-Voting não é seguro, já nós sabemos. Que a lengalenga do "cultivar uma maior participação dos Sócios nas AGs" também (devem de estar esquecidos que há o voto por correspondência!).

Que a empresa escolhida para liderar o processo foi feita sem concurso, também estamos atentos.

Chama-se Multicert e é uma empresa com capital variado e espalhado por várias empresas... Perfeitamente normal no mundo empresarial dos dias de hoje.

Mas em plena era da informática, a informação está à distância de um click. Daí até juntar as pecinhas do puzzle é um tirinho!

Descobre-se primeiro que a empresa Baker Tilly - a mesma que fez a última auditoria de gestão, mas que foi baptizada por meio mundo de forense! - é responsável por toda a contabilidade e respectiva área fiscal da... rufem os tambores se fizerem o favor...MULTICERT !

Esgravata-se mais um bocadito e - qual não é o meu espanto! - a mesma Baker Tilly é detida, nada mais nada menos, por um senhor chamado PAULO JORGE DUARTE GIL GALVÃO ANDRÉ. Que é quem? Que ligações tem?

Só porque há muito que sei que ninguém entra no universo do Sporting Clube de Portugal de páraquedas, fui cavar mais um pouco et voilá: descubro que a criatura fazia parte em 2011 da lista de candidatura de Bruno de Carvalho para o Conselho Fiscal e Disciplinar. E foi tão desinteressado que, assim que a referida lista perdeu, rapidamente se apressou a saltar para um lugar na SAD a convite de... rufem os tambores mais um bocadinho... GODINHO LOPES!

Claro que o intuito destes "senhores do dinheiro" é "Unir o Sporting"... AOS SEUS PRÓPRIOS INTERESSES!

Voltámos a ser o Clube dos tachos e das negociatas, aonde a única coisa que realmente lhes importa é o bolso deles!

E o i-Voting é só mais uma forma de criar estas negociatas e de se perpetuarem no poder!

AINDA NÃO ESTÃO PREOCUPADOS?

S. Amorim

As juras de Varandas

Num inquérito encomendado, com perguntas à medida das respostas - um módico de deontologia impede chamar a isto "entrevista" apesar de impressa em papel de jornal - o Presidente do Sporting toca três pontos que convém registar.

O primeiro é que "assume" e "dá a cara" pela desairosa época do Sporting. Claro que acto contínuo evoca as mil e uma dificuldades do cargo, justificação que faz ricochete pois é como quem diz que não teve cabeça ou capacidade para acorrer a tudo. Mas isto do "assumir" sem daí tirar consequências decorre de uma ética um bocado torpe, embora esteja na moda. Seria como se perguntando o juiz  ao réu se se declara incoente ou culpado e tendo este dito "culpado" o merítissimo o mandasse em paz pois basta que tenha "assumido" para ficar ilibado.

O segundo e terceiro pontos interessantes é que Varandas se atravessa inequivocamente - repito: inequivocamente - por Rúben Amorim e pela continuação no plantel da época 20/21 dos jovens Quaresma, Nuno Mendes, Matheus Nunes, Joelson e Tiago Tomás. Registe-se e guarde-se para memória futura; cá estaremos para avaliar a credibilidade e idoneidade de quem assim jura.

Para melhor está bem, para pior já basta assim

Quando Bloomberg foi eleito mayor de Nova Iorque um jornalista perguntou-lhe que objectivos tinha para os primeiros 100 dias. “Formar uma boa equipa”, foi a resposta. O jornalista ficou surpreendido e Bloomberg decepcionado com ele - como era possível não perceber uma coisa tão fundamental? Porque se insiste em obter as respostas do costume que já se sabe serem vazias e demagógicas?

O Sporting neste momento é comparável ao Congo. Um país riquíssimo em recursos (a famosa formação), mas com um aparelho estatal decomposto, fracassado e degenerado. Conjuntura política que só atrai golpistas, oportunistas, bandidos, ou na melhor hipótese incompetentes e néscios. Segundo Fareed Zakaria a abundância de recursos é uma maldição e não uma benção, ideia muito sensata, mas conversa para outros quinhentos.

Peço-vos o favor de recordarem que esta direcção foi eleita à pressa na sequência dos tumultos que levaram à destituição do Caligula cuja insanidade ameaçava liquidar o Sporting. A previsível incompetência de Frederico Varandas e da sua equipa, pela qual ele é inteiramente responsável, exibiu-se se em todo o seu esplendor durante esta época.

O Sporting só mudará de rumo, só deixará de ser comparável ao Congo se os seus sócios mudarem de atitude. 

Gritar pela destituição desta direcção e por eleições antecipadas é reincidir no erro e acelerar a espiral de decadência que vem arrastando Sporting para o fundo. Neste processo deletério não são as eleições que nos vão dar a alternativa a esta direcção incapaz e cada vez mais sinistra. É o surgimento de alternativas credíveis que exigirá novas eleições. 

Enquanto não aparecer no horizonte alguém com um módico de decência e competência curricular, que apresente uma equipa idónea e experiente, que proponha duas ou três soluções viáveis e pragmáticas para problemas concretos, em vez de congressos para discutir a coisa, alterações administrativas, vacuidades estruturalistas, projectos rebuscados sem qualquer relação com a realidade, ou as velhas e relhas promessas de bacalhau a pataco; enquanto não houver gente com este perfil a dar um passo em frente e propor-se à responsabilidade de conduzir os destinos do Sporting, querer eleições já resulta apenas em instabilidade.

A mudança só fará parte da solução quando houver garantia que for para melhor. Se não, como só um cego ou um oportunista não vê, a mudança é parte do problema.

Outra topada na mesma pedra

Apertemos então o cinto que o caso Joelson promete um Verão trepidante. 
Repetir uma conduta na crença de que o resultado seja diferente não abona muito a favor do realismo (para não usar expressão mais desagradável) de quem assim pensa. 
Há alguma novidade no caso de Joelson? Um empresário mancomunado com o comprador que é quem lhe dá a comissão? Um tutor desejoso de rentabilizar rapidamente o activo? Um puto ansioso por envergar uma camisola grande e por actuar num grande palco? Tudo já visto e sofrido anteriormente. 
No fim gritar-se-á com aquela espécie de indignação típica dos maridos enganados, lamentar-se-á a inconsciência do rapaz e persistirá  essa mirífica crença de que o futuro está na formação. Mesmo que mais uma vez se prove que um futuro assim é sempre ontem. Mas se durante 3000 os antigos egípcios acreditaram que os crocodilos eram deuses porque não há-de haver quem acredite tanto nesta fantasia?

Formações

Façam o favor de reparar que pela equipa do FCP que ontem nos derrotou "naturalmente" passaram Fábio Vieira (o único destes a alinhar de início), Diogo Leite, Romário Baró, João Mário, Victor Ferreira, e ficaram no banco Tomás Esteves e Fábio Silva. Todos com 20 anos ou menos. Alguns deles protagonizaram a equipa de sub19 campeã europeia em 2018 na qual o Sporting estava representado por Thierry Correia, vendido à pressa ao Valência onde vem comprometendo a sua evolução, Miguel Luís, misteriosamente desaparecido em combate, e Elves Baldé, a rodar lá longe no Feirense. 
Permitam-me então concluir que formação têm todos, não há que embandeirar demasiado em arco com ela. A diferença está no modo como cada um cuida dela e como a vai integrando na equipa principal. Ou seja, não a deitando fora por troca com alguma contratação de pacote, não a vendendo ao desbarato em acertos de contas, nem exigindo-lhe uma responsabilidade para a qual não está preparada e que só vai criando desânimo e um espírito conformista se não mesmo de derrota.

A mãezinha dele até pode ser uma senhora muito digna

Só pude ver o jogo de ontem na Ucrânia. O comentador lá ia arrastando a voz ao ritmo tropeçante e pastoso do desafio. Uma partida em que para dar tempo a uma substituição o guarda-redes atira-se lesionado para o chão o tempo necessário a que o suplente dispa o fato de treino e oiça as indicações do treinador. E o "árbitro" ou lá o que era aquilo nada insatisfeito com a cena. 

Mas no final, quando Coates sofre um penalty do tamanho da Catedral de Santa Sofia de Kiev, mesmo não percebendo nada do que dizia o comentador percebia-se tudo o que queria dizer pela excitação em que entrou. Como foi possível ter ido ver ao vídeo e não ver o que toda a gente via? Era isto de certeza que dizia o comentador ucraniano no tom claramente intrigado e surpreendido com que falava.

Como não percebo nada da língua ucraniana, nem dos costumes locais, não sei se o comentador terá chamado gatuno e filho da puta ao árbitro - não  posso jurar, mas fazia sentido.

O segredo

É melhor escrever isto agora antes que tenha razão para me arrepender.

Vi nesta primeira parte contra o Tondela coisas que já não via a equipa do Sporting fazer talvez há mais de um ano. 

O princípio é simples: cada jogador que recebe a bola tem sempre duas ou mais opções de passe diante dele. "Diante" precisamente, e não atrás ou ao lado. Isto permite que tenha havido mais passes certos do que talvez toda a primeira volta e que cada jogador saiba sempre o que fazer.

Os peritos de sofá gostam muito de rabiscar linhas no papel como se futebol fosse matrecos e gaguejar uns números como se o futebol fosse um indicativo telefónico. Ora a táctica é uma batata, o que conta é a dinâmica. E a dinâmica resulta de 3 coisas - treino, treino e treino. Quer dizer que era isto que faltava, talvez porque não havia quem o soubesse fazer.

Urbanismo

Entrou para aprovação um projecto de remodelação urbana da praça fronteira à entrada principal do Estádio da Antas designado como "glória eterna ao imortal Pinto da Costa e seu sereníssimo sucessor o grande líder Rui Moreira" que vos apresentamos aqui em primeira mão.

21828682_nalNO.jpeg

O nosso futuro

O Sporting apresentou ontem uma equipa cheia de futuro.

Ora o futuro é um fenómeno que na escala de tempo sportinguista costuma ser interrompido lá por Julho ou Janeiro quando os jogadores que o prometem são vendidos (em benefício do seu próprio futuro) para orgulho da nossa formação e proveito de quem os negoceia.

Presente é coisa que não abunda por aqui ao contrário do passado, que temos em excesso.

E estamos nisto há 20 anos, com uma breve suspensão em 2015 / 2016. Continuemos, portanto, a apostar no perpétuo futuro já que a esperança é a última a morrer (embora seja a primeira a emigrar).

Estádios às moscas agora vazios

A Liga de futebol portuguesa é a mais radical, ou, se quisermos descarada, pois dá um lição de transparência a todas as que por essa Europa fora organizam os jogos. A existência daquela entidade tão esotérica quanto imaterial que é o "clube" (haverá melhor designação, mas agora não ocorre) conhecido como "B" prova à puridade que sócios e adeptos, mais as concomitantes receitas de bilheteira, são uma excrescência à economia da bola. Não há nada igual em qualquer outra Liga europeia e é por demais significativo que tal aberração não seja um escândalo nem o futebol português se sinta envergonhado.
Um breve passeio por alguns sites informativos asseguram que o "B" é apenas um exagero, pois outros "clubes" supostamente representativos de suas terras e suas gentes com ele competem em rarefacção nas bancadas. Frenética deve ser a indústria de entretenimento na Vila da Aves (pop: 8.458) para que os seus habitantes só frequentem o campo de futebol da povoação à média de 1.969 espectadores por jogo. Em Braga, a idolátrica, só 10.587 dos seus 136.885 residentes arriscam quinzenalmente as constipações naquele trambolho de betão que tem o significativo nome de Pedreira. E isto quando por méritos salvadorenhos anda a agremiação por aí a fazer brilharetes.
O público nos estádios, demonstra-o a nossa Liga, não é mais do que cenografia. Ele está lá para dar cor e barulho às transmissões televisivas que, dizem ser, a par das transações bovinas de jogadores, as verdadeiras fontes de receitas desta actividade. Nada que não se resolva com uns pack shots.
Donde que recomeçar o campeonato com estádios vazios consiste, na maior parte dos casos, em mandar ver na Tv nas tascas das redondezas a meia-dúzia de maduros que lá iam. 
De qualquer maneira este recomeço é meramente perfunctório, serve só para um ajuste de contas entre os gajos do costume.

 

Parábola

Uma casa começou a arder.

De imediato se levantam vozes indignadas exigindo que se descubra e castigue exemplarmente quem lhe pegou fogo.

Outros, que se presumem sensatos, advogam que é fundamental perceber porque arde a casa.

O grupo dos muito inteligentes propõe um comité de reflexão para estudar os meios e os métodos mais actuais e consagrados para apagar fogos.

Os pragmáticos reclamam que se vá ao fundo da questão e pretendem uma restruturação completa do corpo de bombeiros.

Lá vêm os filósofos pôr a questão essencial: o que é um incêndio? 

Ninguém se lembrou de ir apagar o fogo.

A casa ardeu.

{ Blog fundado em 2012. }

Siga o blog por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Pesquisar

 

Arquivo

  1. 2020
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2019
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2018
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2017
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2016
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2015
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2014
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2013
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2012
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2011
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D