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És a nossa Fé!

Loja Verde

Loja Verde foto 2.jpg

 

Atravessamos a baixa pombalina e somos confrontados com duas realidades distintas.

A loja do Sporting Clube de Portugal é pequena e apenas vende artigos relacionados com o clube.

Para além do supra mencionado, não existe uma única alusão a duas das maiores referências da formação do clube, Luís Figo e CR7, sendo que ambos são dois dos maiores embaixadores do país.

Mais: dentro da loja, os produtos apenas estão identificados em língua portuguesa, contrariamente a outros exemplos.

Continuamos a achar tudo isto normal?

Sporting Clube de Portugal vs Sport Lisboa e Benfica

A equipa principal no ano passado era: Rui Patrício, Coentrão, Coates, Mathieu e Piccini (defesa). Neste ano, desses jogadores, apenas jogou Coates. Depois tínhamos W. Carvalho, Bruno Fernandes, Acuña, Gelson, Dost e alternava o segundo avançado.

Este ano jogamos com Bataglia, Bruno Fernandes, Raphinha, Montero e Nani. Ou seja, apenas B. Fernandes e Acuña jogaram. Na prática estivemos 86 minutos a ganhar na casa do nosso rival. Todos sabemos que o futebol é um jogo de rotinas e, face ao exposto, retirem as vossas conclusões. Eu também queria mais mas... Mesmo assim, parabéns à equipa.

 

Saudações Leoninas

Candidatos - RUI REGO

Nascido em 17.02.1972, advogado de profissão, sócio do Sporting Clube Portugal nº 32295-A, desde 1998.

 

Profissionalmente exerceu as seguintes funções:

 

1992 – Desempenhou funções no Gabinete de Estudos de Mercado na sociedade Lever Portuguesa, Industria Alimentar e de Produtos de Limpeza;

 

1994 a 1995 – Desempenhou funções na Organização de Congressos na sociedade Mundicongressos – Organizador Profissional de Congressos, Lda.;

 

1996 a 1998 – Desempenhou funções na sociedade Sete Mares – Sector da restauração e bebidas;

 

1999 a 2001 – Desempenhou funções de Gestor de Sinistros na sociedade Assicurazioni Generalli;

 

2000 a 2002 – Desempenhou funções de socio gerente na sociedade Vogar, Atividades Hoteleiras, Lda.;

 

2002 até 2003 – Desempenhou funções de advogado estagiário na sociedade do Dr. Viterbo do Rosário Rego;

 

2003 até 2007 – Desempenhou funções de advogado em escritório próprio;

 

2007 até 31.12.2011 - Desempenhou funções de advogado na sociedade Luís Laureano Santos & Associados;

 

Desde 1 de Janeiro de 2012 até 31.12.2017 – Desempenhou funções de advogado na sociedade Dias Ferreira & Associados, Sociedade de Advogados, R.L;

 

Desde 1 de Janeiro de 2018 – Desempenhou funções de advogado na sociedade Bordalo Gonçalves & Associados;

 

Para além do curriculum profissional, este candidato também demonstra alguma experiência na área desportiva, nomeadamente:

 

  1. Diretor da Associação de Moradores da Portela, associação civil de utilidade pública, entre 2000 e 2002, sendo o responsável pelo departamento de Futsal.
  2. Diretor da Associação de Moradores da Portela eleito para o biénio 2011 / 2013, sendo o responsável pelo gabinete jurídico e pelo departamento de ténis.
  3. Diretor da Associação de Moradores da Portela para o biénio 2013/2015, sendo o responsável pela Direção Desportiva que engloba Futsal, Ténis, Ginástica Acrobática e Dança Jazz.
  4. De 30 de Setembro de 2011 a Julho de 2013 – Secretário da mesa da Assembleia Geral do Sporting Clube de Portugal – Futebol SAD.
  5. De Outubro de 2011 a Dezembro 2012 – Vogal do Conselho de Justiça da Federação Portuguesa de Ginástica de Portugal.
  6. Desde Dezembro de 2013 – Vogal da Direção do Special Olympics Portugal.

 

É um candidato que revela alguma experiência na área desportiva, tem um projeto definido e apresentou Paulo Lopo como um dos seus homens fortes na área da gestão.

 

Saudações Leoninas

Candidatos - DIAS FERREIRA

Desafiei alguns dos meus amigos que estão espalhados nas mais variadas candidaturas à presidência do nosso clube para enviarem o curriculum dos candidatos.

 

Pretendo dar a conhecer o percurso dos candidatos no intuito de facilitar a melhor escolha aos sportinguistas.

 

O primeiro candidato é José Eugénio Dias Ferreira que nasceu a 17 de Abril de 1947 na freguesia de Santa Isabel, concelho de Lisboa.

 

Atendendo ao vasto e brilhante curriculum profissional e académico do candidato, selecionei apenas parte que está diretamente relacionado com a área desportiva.

 

É sócio do Sporting Clube de Portugal desde 27/2/1963 tendo atualmente o nº 2229, detentor de Emblema de Ouro e membro do Grupo dos Cinquentenários.

 

Em 1980 iniciou a sua atividade no Sporting Clube de Portugal como membro do Gabinete Jurídico.

 

Em 11/8/1980 tomou posse do cargo de Vice-Presidente da Direção (presidida por João Rocha) para o Secretariado Geral do Sporting Clube de Portugal, iniciando assim o seu percurso de dirigente desportivo.

 

1984 – 1986: Foi eleito Vice-Presidente da Direção do Sporting Clube de Portugal (presidida por João Rocha), com o pelouro das relações exteriores, adquirindo larga experiência da vida associativa, federativa e, sobretudo, um grande relacionamento com todos os Presidentes dos principais clubes que criaram o chamado “Movimento dos Presidentes” que mais tarde dariam origem à Associação Nacional de Clubes e à Confederação Portuguesa de Clubes de Futebol e que, mais tarde ainda, se viriam a fundir na atual Liga Portuguesa de Futebol Profissional. Participou ativamente em todas as iniciativas então tomadas: policiamento, totobola, bingo, televisão, fisco etc...

 

1986-1988: Foi mais uma vez eleito Vice-Presidente da Direção do Sporting Clube de Portugal, agora sob a presidência do Dr. Amado de Freitas, tendo ficado de novo com o pelouro das relações exteriores, e assumindo na parte final do mandato a chefia do Departamento de Futebol.

 

Foi membro do Conselho de Administração da Sociedade Gestora de Participações Sociais (SGPS) do SCP e desde 1980 a 1988, membro do Conselho Leonino, por inerência.

 

Em 1996 participou ativamente na reforma dos estatutos do Sporting Clube de Portugal, tendo, após a sua aprovação, sido eleito membro do Conselho Leonino, onde permaneceu até que se demitiu, em Outubro de 2005.

 

2009 – 2011: Presidente, por inerência, do Conselho Leonino

 

2011 – 2013: Membro, por inerência do Conselho Leonino

 

Presidente da Assembleia Geral do Sporting Clube de Portugal de Junho de 2009 a Março de 2011.

 

No final do ano de 1989 foi admitido como membro do Grupo Stromp, tendo sido, no biénio de 1991-1992, designado pelos fundadores, então ainda vivos, como Presidente da Comissão Diretiva do grupo.

 

É associado e fundador dos “Leões de Portugal”, Associação de Solidariedade Sportinguista IPSS, tendo sido membro do seu Conselho Social.

 

Foi alvo de Homenagens por parte dos Núcleos do Sporting Clube de Portugal, designadamente:

 

  1. Em 7 de Junho de 1997, pelo Núcleo Sportinguista da Área de Boston, com sede em Summerville, Maassachussetts “pelos inúmeros serviços prestados e pelo grande apoio dado ao Sporting Clube de Portugal e pela sua honrosa presença no 5º Aniversário do Núcleo Sportinguista da Nova Inglaterra”.
  2. Em 5 de Julho de 1997, pelo Núcleo Sportinguista de Sanfins do Douro por ocasião do primeiro aniversário.
  3. A 13 de Dezembro de 1997, pelo Núcleo Sportinguista de Frauenfeld, por ocasião do 2º aniversário deste.
  4. Em 11 e Julho de 1998, pelo Núcleo Sportinguista de Torres Vedras com a atribuição do “Prémio Agostinho”.
  5. Em 13 de Novembro de 1999, pelo Núcleo Sportinguista de Soure por ocasião do 6 Aniversário deste.
  6. Em 26/11/2004, pelos sportinguistas da região de Leiria com a atribuição do prémio “Rugidos do Leão”.
  7. Em Outubro de 2005, pelo Núcleo Sportinguista de Tires com a atribuição de “Prémio Jesus Correia” – Dedicação.
  8. Em 6 de Novembro de 2005, pelo Núcleo Sportinguista da Pedrulha, “pelo seu empenho e dedicação à causa leonina”
  9. Em 05/12/2009 pelo Núcleo de Sportinguistas do Vale de S. Joaquim, na Califórnia.
  10. Em 11/06/2016 pelo Núcleo do Sporting Clube de Portugal de Estarreja

 

De 1982 a 1984 foi Presidente da Direção do Mem-Martins Sport Clube, tendo sido eleito em 1990 Presidente da Assembleia Geral, tendo sido reeleito para mandatos sucessivos até Abril de 2006.

 

2013 – Eleito de novo Presidente da Assembleia Geral

 

1988 – Membro da Comissão Organizadora do Congresso da Federação Portuguesa de Futebol, realizado em Troia entre 9 e 12 de Junho de 1988.

 

Foi, no início dos anos 90, Presidente - Adjunto da Associação de Futebol de Lisboa.

 

Foi Presidente da Liga Portuguesa de Futebol Não Profissional.

 

De 1982 a 1984 foi Presidente do Conselho Jurisdicional da Federação Portuguesa de Basquetebol e integrou a Comissão Consultiva do 6º Campeonato Mundial de Juniores Masculinos de Basquetebol.

 

Foi Presidente do Comité de Auditoria da Liga de Clubes de Basquetebol.

 

Em 1986 foi indicado por unanimidade de todos os clubes componentes da Associação Nacional dos Clubes de Futebol seu representante no “Grupo de Trabalho para o Desporto Profissional” criado por Sua Excelência o Ministro da Educação e Cultura, Prof. João de Deus Pinheiro, para elaboração do projeto de Lei de Bases do Sistema Desportivo.

 

Foi Conselheiro do Conselho Nacional do Desporto, durante dois mandatos.

 

Em 14 de Fevereiro de 2012, aceitando o convite do Senhor Secretário de Estado do Desporto e Juventude, foi designado Embaixador para a Ética no Desporto

 

É Presidente do Special Olympics Portugal

 

Foi membro da Associação Espanhola de Direito Desportivo

 

É membro fundador (sócio nº 1) da Associação Portuguesa de Direito Desportivo.

 

Lecionou no 1º Curso Pós-Graduação de Direito Desportivo da Universidade Lusíada e, no ano letivo de 1999/2000, a disciplina de Legislação e Direito Desportivo num curso para dirigentes desportivos, organizado pela Universidade Autónoma.

 

Mestre em Direito Desportivo pela Universidade de Lérida (Espanha).

 

Tem participado, no âmbito do desporto e do direito desportivo em diversos congressos, colóquios e conferências, designadamente:

 

  1. Entre 18 e 23 de Abril de 1994 frequentou o curso “A Propriedade Industrial e os Direitos de Autor “organizado pela Universidade Lusíada com a colaboração da Ordem dos Advogados.
  2. Em Março/Abril de 1998 participou no ciclo de conferências organizado pelo Jornal de Notícias e o Sindicato dos Jogadores Profissionais de Futebol subordinado ao tema “O Futebol Português: Que Presente, Que Futuro? “Modelo de Organização Sistemática Desportiva e Sociedades anónimas desportivas.
  3. Em 12/03/1997 participou como orador num colóquio organizado pela Associação de Estudantes da Universidade Portucalense subordinado ao tema “Sociedades Desportivas – Que futuro? “
  4. Em 17/02/1998 foi orador convidado numa conferência subordinada ao tema “Direito Desportivo”, organizado pela Associação Europeia de Estudantes de Direito” e a Universidade Católica Portuguesa.
  5. Entre 15 e 30 de Abril de 1999 frequentou o “Seminário sobre Direito Desportivo” organizado pela Faculdade de Direito da Universidade Católica Portuguesa.
  6. Em 16/04/1999 participou como orador no colóquio organizado pela Associação de Estudantes de Direito da Universidade do Minho subordinado ao tema “A Marca e o Desporto “.
  7. Em 30/04/1999 participou num colóquio subordinado ao tema “Sociedades Desportivas: a solução para o desporto profissional? “Organizado pela Câmara Municipal de Leiria.
  8. Em 26/06/1999 participou nas I Jornadas “Francisco Stromp”, comentando o tema apresentado pelo Dr. Silva Resende “Futebol que Futuro?”, na perspetiva “Clubes/Seleções - choque de interesses”.
  9. Participou como orador no “Fórum Sporting 2000 “e no painel subordinado ao tema “Sporting, que Modelo de Clube “.
  10. Em 07/03/2001 participou a convite da Associação Académica da Faculdade de Direito de Lisboa no debate acerca das possíveis implicações da “Lei Bosman II “.
  11. Participou no Congresso Internacional de Direito do Desporto subordinado ao tema “O Desporto na Europa das Regiões”, realizado em Madrid nos dias 8, 9 e 10 de Março de 2001.
  12. Em 25/05/2001 participou num colóquio - debate sobre “A Justiça Desportiva” organizado pela Comissão Disciplinar da Liga Portuguesa de Futebol Profissional.
  13. Em 14/09/2001 participou num colóquio - debate sobre “A Difamação e a Injúria no Direito Desportivo” organizado pela Comissão Disciplinar da Liga Portuguesa de Futebol Profissional.
  14. Em 09/11/2001 participou num colóquio - debate sobre “O Doping e as suas controvérsias” organizado pela Comissão Disciplinar da Liga Portuguesa de Futebol Profissional.
  15. Nos dias 7 e 8 de Dezembro de 2001, participou no Seminário sobre Arbitragem Desportiva, organizado pelo Comité Olímpico de Portugal, Fundação do Desporto e pela Associação Portuguesa de Direito Desportivo.
  16. Em 24/25 de Outubro de 2002 participou no “Congreso Nacional de Derecho y Economia del Deporte “realizado em Madrid subordinado ao tema “Hacia la excelência empresarial de los clubes e sad “.
  17. Nos dias 16 e 17 de Novembro de 2002, participou nas “VI Jornadas Nacionales de Derecho Deportivo” organizadas com a colaboração da Associação Espanhola de Direito Desportivo sob o título “Asociaciones y Fundaciones. Un nuevo marco legal”, e realizadas na Universidade da Corunha.
  18. Em 22/03/2003 participou no I Encontro Nacional dos Leões de Portugal subordinado ao tema “O Voluntariado Social nos Clubes Desportivos “.
  19. No dia 10/02/2004 debateu em audição na Comissão Parlamentar de Educação, Ciência e Cultura da Assembleia da República, a Proposta de Lei 80/IX do Governo “Lei de Bases do Desporto”.
  20. Em 23/03/2004 participou num Seminário sobre “Lei de Bases do Desporto “organizado pela Comissão Parlamentar de Educação, Ciência e Cultura da Assembleia da República.
  21. Em 14/05/2004 participou como orador nas Jornadas de Desporto e Direito organizado pela Universidade Lusíada e Associação Portuguesa de Direito Desportivo, com o apoio do Conselho Distrital de Lisboa da Ordem dos Advogados, no tema “Justiça Desportiva “.
  22. Nos dias 6 e 7 de Novembro de 2002, participou nas “VII Jornadas Nacionales de Derecho Deportivo” organizadas com a colaboração da Associação Espanhola de Direito Desportivo sob o título “Las bases futuras del deporte profesional”, e realizadas na Universidade da Corunha.
  23. Em 13 e 14 de Maio de 2005 participou no 2º Fórum de Dirigentes Desportivos organizado pela Associação dos Dirigentes Desportivos da Região Autónoma da Madeira subordinado ao tema “Ética e Deontologia no Dirigismo Desportivo “.
  24. Em finais de Setembro de 2005 ano organizou o “II Encuentro de Masters en Derecho Deportivo”, que teve lugar no auditório do estádio José de Alvalade, tendo feito uma exposição sobre “Os aspectos jurídicos do desporto profissional em Portugal”.
  25. Em 20 e 21/10/2005 participou no 1º Ciclo de Conferencias de Direito Desportivo, organizadas pela Associação Académica da Faculdade de Direito de Lisboa, e moderou o painel “Advocacia vs Representação de jogadores “.
  26. Entre 12/12/2005 e 18/02/2005 participou no “Congresso do Desporto, Um Compromisso Nacional “.
  27. No início de 2006 participou num ciclo de 4 debates sobre “O Estado e o Desporto “organizado pelo Fórum do Desporto Português.
  28. Entre 25 de Setembro e 18 de Setembro de 2006 participou na Audição Parlamentar organizada pela Comissão Parlamentar de Educação, Ciência e Cultura para apreciação na especialidade da Proposta de Lei de Bases da Atividade Física e do Desporto.
  29. Em 4/01/2007 participou num seminário internacional na Alfandega do Porto subordinado ao tema “Profissionalização da Arbitragem. Será Possível? “
  30. Em 24/05/2007 participou como conferencista na conferência “Caso Zé Tó “, organizada pela Associação Académica da Faculdade de Direito de Lisboa.
  31. Em 3 e 4 de Junho de 2013 participou no 1º Congresso da Associação Portuguesa de Direito Desportivo e moderou o painel subordinado ao tema “Tribunal Arbitral do Desporto – Realidade ou Ficção? “composto pelo Prof. Leston Carretero, Conselheiro Cardoso e Costa e os Drs. Miguel Galvão Telles e Nogueira da Rocha.
  32. Em 26 de Janeiro de 2015 participou na conferência sobre “O combate ao doping em Portugal “organizado pelo Grupo Parlamentar do Partido Socialista.
  33. Em 29/04/2017 foi orador no painel sobre formação dos vários intervenientes no mundo futebol, centrando-se a sua intervenção na formação dos dirigentes, no âmbito do Fórum Comemorativo do 1º Centenário da Associação de Futebol da Madeira

 

Foi colunista dos jornais “Record”, “Sporting” e “A Bola “ em diversos períodos de tempo.

 

Foi comentador residente no programa de televisão da RTP “Jogo Falado” em 1995-1996 e 1998 e no programa “O Dia Seguinte” da SIC Noticias, durante quase 10 anos.

 

Actualmente, para além de reconhecido advogado é árbitro do Tribunal Arbitral do Desporto.

 

Ou seja, estamos perante um forte candidato com vasta experiência.

 

Saudações Leoninas

Sobre o debate

Ricciardi

 

Negativo:

  1. Da constante utilização do telemóvel;
  2. Quando fala do seu curriculum impera a cultura do eu;
  3. Pouco preparado em tudo que fuja do tema financeiro.

 

Positivo:

  1. Aparentemente bem preparado nas matérias financeiras;
  2. Afirma que depois do dia das eleições, seja qual for o resultado, o presidente eleito será o seu;
  3. Postura institucional.

 

Notas: Acho importante que um líder saiba ouvir todos os membros da sua equipa mas não consigo compreender qual a razão do constante recurso ao telemóvel. Quando fala do seu conhecimento/experiência na área financeira, faz na primeira pessoa e com isto demonstra alguma falta de respeito pela equipa de profissionais que o acompanha. De certeza que não fez tudo sozinho. Parece que a tão criticada cultura do “eu” não é só característica de Bruno de Carvalho. Demonstrou má preparação em assuntos extra área financeira. Mesmo assim, acho que é um candidato a considerar.

 

Dias Ferreira

 

Negativo:

  1. Do final do debate;
  2. Do demasiado tempo que perdeu a explicar o seu percurso profissional.

 

Positivo:

  1. Postura institucional;
  2. Foi assertivo nas palavras e explicou o seu trajeto profissional;
  3. Demonstra conhecimento, frontalidade e bom senso quando afirma que não partilha informação sem confirmação prévia.

 

Notas: Para mim, foi a revelação da noite. Confesso que não conhecia o percurso profissional de Dias Ferreira no futebol. Foi com algum agrado que confirmei que não estamos perante um "rookie". Agrada-me alguém que consegue adaptar o seu discurso. Consegue ser duro quando quer. Soube ouvir. Acho que é um candidato a considerar.

 

Madeira Rodrigues

 

Negativo:

  1. Fala muito mas acrescenta pouco.

 

Positivo:

  1. Da coragem na defesa dos seus argumentos;
  2. Do respeito por todos os outros candidatos

 

Notas: Um candidato com um discurso vago, pouco assertivo e pouco motivador. Gostei particularmente do respeito que demonstrou por todos os outros. Sabe e compreende o que é o ADN Sporting Clube de Portugal e os princípios do clube. Penso que não terá hipótese de ser o Presidente do Sporting Clube de Portugal, apesar do seu sportinguismo.

 

Rego

 

Negativo:

  1. Não se deu a conhecer.

 

Positivo:

  1. Falou pouco mas foi assertivo;
  2. Afirmou que estava mais interessado em discutir o futuro do que em falar no passado.

 

Notas: Lamentavelmente, não conseguiu passar a mensagem porque esteve muito discreto. Gostei particularmente da vontade que demonstrou em responder a questões colocadas pela plateia mas que infelizmente não lhe permitiram. Tem um discurso virado para o futuro e foi a debate para isso. Penso que não terá hipótese de ser o Presidente do Sporting Clube de Portugal.

 

Conclusões:

 

O debate foi pouco conclusivo mas deu para retirar algumas notas. Eu também gostaria de assistir a um debate com a presença de João Benedito e Frederico Varandas, mas compreendo as suas razões. Não gostei que todos tivessem “atacado” a ausência dos dois. Vamos esperar por próximos debates para retirar mais conclusões.

 

Saudações Leoninas

José Peseiro

Agora já não restam dúvidas sobre quem vai ser o novo treinador do Sporting Clube de Portugal.

 

É um sentimento misto porque conseguiu levar-nos da euforia à depressão. Acho que ninguém pode dizer que não jogávamos um futebol atrativo, tendo sido inclusivamente definido por Frank Rijkaard como “sexy footbal”.

 

Fiquei preocupado quando vislumbro que a equipa técnica vai ser composta por Nuno Presume (Ex Vitoria de Guimarães), Tiago Fernandes (filho de Manuel Fernandes e treinador dos juniores do Sporting Clube de Portugal), Ricardo Dionísio, Daniel Correia e Vítor Hugo Peseiro (filho do treinador).

 

Aparentemente, Daniel Correia é treinador de guarda-redes e com isto alegadamente são afastados Nelson Pereira e Tiago Ferreira, anteriores técnicos de guarda-redes na equipa técnica de Jorge Jesus.  

 

Se queremos resgatar alguns jogadores da época passada e fazer a transição dos que ficaram, parecia inteligente manter Nelson Pereira e Tiago Ferreira na estrutura, no intuito de fazerem a ponte com a atual equipa técnica.

 

Ambos foram atletas do Sporting Clube de Portugal, conhecem o clube e todo o balneário.

 

Saudações Leoninas

Frederico Varandas

Assisti com atenção a três intervenções de Frederico Varandas na televisão, sendo que em duas ainda não era candidato à presidência do Sporting Clube de Portugal e na outra anunciava a sua vontade.

 

Reconheço que gostei de todas as suas intervenções porque demonstrou elevação e personalidade, tudo o que espero do presidente do meu clube. Neste momento, uma percentagem do eleitorado do Sporting Clube de Portugal que está a ler este artigo pensa que o autor é mais um croquete mas rapidamente vão chegar à conclusão que no nosso clube apenas existem sportinguistas/leões.

 

Retive alguma ideias que Frederico Varandas partilhou com o universo sportinguista, nomeadamente:

 

  1. União no Sporting Clube de Portugal

Na verdade, este tema parece simples, mas ultimamente verificamos que é deveras difícil. No passado, uma das maiores virtudes do anterior presidente foi unir a família sportinguista e assistimos a um gradual aumento do número de sócios, nomeadamente ao aparecimento de caras antigas no estádio. Os adeptos andavam amargurados e não se reviam na gestão à data porque sentiam que o clube não era deles. Durante um período, BdC revolucionou o SCP e conseguiu a união da grande maioria dos adeptos do clube. O discurso critico do anterior presidente estava direcionado para fora e tentava combater os verdadeiros inimigos do clube. Com o decorrer do tempo, começou a radicalizar com alguns sportinguistas e direcionou a sua critica para dentro do clube. Ou seja, como já não bastavam os inimigos externos, a critica passou a ser interna e esqueceu o mais importante. Não somos inimigos, somos família. E até podem existir divergências, mas devemos resolvê-las dentro de casa.

  

  1. Respeito pelo passado

Frederico Varandas disse perentoriamente que não era o candidato anti ou pró Bruno de Carvalho. Explicou que o anterior presidente tinha conseguido obter resultados positivos em algumas matérias e que deveriam ser mantidas essas medidas satisfatórias. Ou seja, contrariamente ao que estamos habituados em Portugal, onde impera a cultura do 8 ao 80, demonstrou objetividade, clarividência, inteligência e respeito pelo passado. Pessoalmente, respeito e admiro este tipo de comportamento porque nunca podemos esquecer que todos somos fruto das nossas vivências. Jamais podemos esquecer as nossas raízes e os nossos princípios básicos.

 

  1. Suspeitas de corrupção no Sporting Clube de Portugal

Demonstrou desagrado pela situação e algum cansaço por tudo, nomeadamente com a consequência de colocar o nome do clube na lama. Explicou que nunca o SCP poderia estar envolvido neste tipo de escândalos porque este não era o ADN do clube. Nesta situação subscrevo na integra as suas palavras e ainda vou mais longe. Na minha opinião, e contrariamente ao que acontece noutros clubes, o princípio da presunção da inocência não se aplica no Sporting Clube de Portugal. A mera suspeita de ilegalidade já é suficiente para retirar o sono a qualquer sportinguista porque não se compagina com os princípios do clube. Somos um clube onde os adeptos têm espinha dorsal e gostam de o afirmar altivamente.

 

  1. Continuar a potenciar as modalidades

Afirmou que o sucesso e investimento com as modalidades era para manter porque somos um clube eclético. Nesta matéria sou suspeito porque, apesar de gostar de futebol, amo o atletismo. O ecletismo é uma bandeira do Sporting Clube de Portugal e nomes como Moniz Pereira, Carlos Lopes, Fernando Mamede, Dionísio e Domingos Castro, António Livramento e Joaquim Agostinho fazem parte da nossa história. No futebol, não esqueço Manuel Fernandes, Vítor Damas e Cristiano Ronaldo.

 

  1. Transparência

Sobre este tópico recordo que no caso de eleição de Frederico Varandas a presidente podemos contar com a apresentação anual da declaração de rendimentos e património de todos os membros do Conselho de Administração ao órgão fiscalizador do clube. Na verdade, tão importante como ser honesto, é necessário demonstrar isto. Até podem desconfiar do que entenderem, mas a verdade é que apenas Frederico Varandas demonstrou vontade em agir assim.

 

  1. Responsabilidade

Afirmou que na sua equipa só iriam ingressar pessoas de reconhecido mérito e com experiência profissional. Ou seja, na estrutura profissional do Sporting Clube de Portugal não há lugar a experimentalismos. Todos os que ingressarem nos órgãos sociais já devem ter uma “vida para além do Sporting Clube de Portugal”. As pessoas devem servir o Sporting Clube de Portugal e não servirem-se dele.

 

Face ao supra mencionado, estamos perante uma candidatura séria, de uma pessoa responsável e que dignifica os princípios do Sporting Clube de Portugal.

 

Saudações Leoninas

Pensamentos de um louco

Vamos imaginar o seguinte cenário:

 

Era uma vez um rapaz chamado Zé Ninguém.

 

O Zé nunca tinha conseguido nada na vida, criava umas empresas e comportava-se como o típico patrão português (não empresário), levando-as à ruina reiteradamente. Tinha uma vida normal, lutava para pagar contas e sobreviver. Mas era um homem ambicioso, sendo que o seu maior sonho era presidir o seu clube de coração.

 

Um dia, e após algum trabalho, consegue chegar onde sempre sonhou e inicia as suas funções como presidente do clube. Não podemos esquecer que o Zé tem quarenta e tal anos e pouca experiência em lidar com os “meninos grandes” porque, no máximo, negociou com o Sr. Silva da pequena empresa da esquina.

 

Como também era o menino mimado que os papás sempre ajudaram, no final de tudo acaba por ficar deslumbrado.

 

Quando se deslumbra, começa a tratar todos da mesma forma, revela-se agressivo, autoritário e inicia a sua cruzada, tentando “abater” todos os que considera estarem errados, bastando apenas não concordarem com ele.

 

Cumpre o seu primeiro mandato, que até podemos concordar que foi positivo, apesar do estilo agressivo com que a maioria dos adeptos do clube não concorda, e inicia o seu segundo mandato.

 

Com o decorrer do tempo, o Zé esquece as suas raízes, a sua proveniência e quais as razões que o colocaram à frente dos destinos do Clube. O Zé já não se considera um Ninguém, pensa que agora o seu apelido é o Qualquer Coisa. Ele já lida com os “meninos grandes” e as negociações já têm mais do que três zeros… O Zé está crescido! Já vive num condomínio de luxo, anda de BMW, janta no Ramiro e tem vícios caros, tudo o que 99% dos portugueses ambiciona.

 

O grande problema é que o Zé já começa a ficar cansado, no decorrer dos anos colecionou inimigos e compreendeu que a indústria do futebol não lhe vai permitir vencer algumas batalhas.

 

Assim sendo, o Zé começa a pensar como irá conseguir obter o máximo em menor tempo possível, tornando-se assim igual a todos os outros. Logo, começam as negociatas e as comissões, aumenta o seu vencimento, etc… Na prática, este Zé já não interessa ao clube porque iniciou o ciclo da sobrevivência.

 

Agora vamos imaginar a difícil tarefa de estarmos na cabeça do Zé.

 

Como é que ele vai obter o máximo em menor tempo possível? A resposta é simples. Se o Zé chegar a acordo com um grupo económico e desvalorizar o clube, perdendo os seus ativos e com isto permitir que apareça um D. Sebastião (o tal grupo económico) a comprar as ações a um valor diminuto?

 

Não seria uma forma fácil de enriquecer? Parece que sim.

 

O tempo apaga tudo e depois o D. Sebastião:

  1. Adquire as ações do clube a baixo custo;
  2. Conquista a maioria do capital da SAD e torna-se dono do clube;
  3. Volta a capitalizar o clube e renova o plantel;
  4. A massa associativa fica feliz porque alguém salvou o clube e reforçou o plantel;

 

No final o Zé sai de cena mais rico, continua a culpar o sistema e acusa os sócios de não lhe terem dado mais poder para evitar que o clube fosse parar nas mãos do grande grupo económico.

 

Esta história pode ser ficção mas… Eu nunca acredito que alguém chega à presidência com quarenta e tal anos e cometa loucuras. Tento compreender o que está a acontecer para além do que todos sabemos. Penso que estamos perante uma verdadeira jogada de bastidores.

 

Ou seja, o nosso clube está a ser tomado de assalto por alguém que no futuro vamos conhecer.

 

Esta técnica de criar instabilidade para desvalorizar e vender a baixo custo é conhecida e várias vezes utilizada em empresas, países e organizações. Fico triste porque vai acabar o Sporting Clube de Portugal que todos nós conhecemos. Não estou a dizer que o clube vai acabar, mas o modelo sim. Talvez algumas das nossas tradições, mas espero que ao menos se mantenham os princípios basilares do clube.     

Telenovela

Para qualquer amante de futebol, o sonho passaria por ser jogador de futebol, representar um grande emblema nacional, internacional e a sua seleção nacional.

 

Quando era criança, os jogadores chegavam inclusivamente a recusar transferir-se para clubes que não tivessem dimensão e estatuto porque significaria um retrocesso na sua carreira.

 

A Lei Bosman, o aparecimento das S.A.D., a venda de clubes a grandes grupos económicos e outras situações, trouxeram ao futebol o pior que existe no ser humano. Com isto, acabou o “amor” ao clube. Todos são profissionais ou pagos como tal. Ou seja, presidente, equipa técnica e jogadores fazem parte de uma estrutura que recebe milhões para fazer o seu trabalho.

 

Ou seja, ao presidente compete entre outras, a difícil tarefa de gerir o clube e tentar criar todas as condições naturais para que a equipa técnica e jogadores, consigam atingir o sucesso.

 

A equipa técnica tem a árdua tarefa de gerir o plantel e formar atletas. O objetivo é criar condições para que os atletas estejam bem física e psicologicamente no intuito de atingirem o sucesso.

 

Por outro lado, aos jogadores compete a tarefa mais difícil de todas. Treinar arduamente e dar o seu máximo em todos os jogos porque só assim conseguem atingir o que todos queremos.

 

No final, todos esperamos ser campeões porque significa que atingimos o sucesso. Ou seja, o trabalho coletivo não existe apenas dentro das quatro linhas.

 

Se todos tivessem consciência de tal realidade, não estaríamos a assistir a esta telenovela de quinta qualidade. Imaginem: Se tivéssemos um presidente que soubesse estar calado; Se tivéssemos um treinador que soubesse estar calado; Se tivéssemos jogadores que dessem o seu máximo em todos os jogos; E se o presidente do Sporting Clube de Portugal não estivesse rodeado de pessoas fracas tecnicamente e que apenas lhe sabem dizer que sim; Se à volta deste clube não gravitassem milhares de abutres.

 

Como tudo era perfeito…

 

Mas não, voltamos à dura realidade e aos dois parágrafos iniciais para abordar um tema interessante.

 

Será normal que o guarda-redes, campeão da Europa, queira ir jogar para o Wolverhampton!? Adrien Silva para o Leicester City!? Peço desculpa a todos os adeptos dos supra mencionados clubes, mas estamos a falar de Campeões da Europa! Será que o dinheiro também “mata” o sonho de jogar nos melhores? Provavelmente sou eu que os considero melhores jogadores do que eles são na realidade. Para mim, Rui Patrício está entre os melhores da Europa e Adrien é um jogador fantástico.

 

Tal como eu, os sócios e adeptos do Sporting Clube de Portugal têm orgulho em munir a Seleção Nacional com os “nossos meninos” e a vê-los sair para clubes de topo.

 

Podem chamar-me antiquado mas gostaria de voltar ao tempo em que via um jogo e não estava preocupado com corrupção, apostas, jogos viciados, empresários, etc.

DIA D

E nunca mais acaba o dia de hoje…

 

Já estou cansado das possíveis saídas e entradas.

 

Mais do que entradas, o que eu pretendia é que nenhum dos nossos jogadores saísse.

 

Adorava poder contar durante este ano com Rui Patrício, Fábio Coentrão, William Carvalho, Adrien Silva, Bruno Fernandes e Gelson Martins.

 

Parece que esta seria a melhor prenda que o Sporting Clube de Portugal poderia dar a Fernando Santos.

 

As rotinas de uma época poderiam ser o melhor trunfo para o Mundial e este argumento deveria ser ponderado por todos.

 

Saudações Leoninas

Revolução

Todos os dias assistimos à degradação do futebol português através dos órgãos de comunicação social e para além do “festival” triste de notícias, assistimos à proliferação de “experts/comentadores” nos canais televisivos, todos afetos aos chamados três grandes do futebol português.

 

Em primeiro lugar gostaria de compreender qual a razão de estes “experts “ estarem ligados aos chamados três grandes clubes. Algum dos três necessita de caixas-de-ressonância ou papagaios? Não têm departamentos de comunicação suficientemente profissionais para passar a mensagem do clube?

 

Mais:

Não deviam os órgãos de comunicações social estar munidos de pessoas com capacidade para emitir uma opinião neutra? Não seria mais transparente e importante garantir a imparcialidade nos comentários?

 

Face ao exposto, qual a razão da existência de inúmeros programas de futebol? Será informar o adepto ou toldar o raciocínio dos menos esclarecidos? Cumprem a sua função ou alimentam um sistema que só interessa a alguns?

 

Mas será que ninguém está farto disto!? O que é importante é alimentar, dia após dia, notícias sobre o casamento de um presidente, se ele beija a namorada num jogo, se a gala é no dia 30, 31 ou 1, o que ele diz aos jornalistas em off, quais as razões de saída de Octávio Machado e Vicente Moura, etc…

Não será importante compreender o modus operandi e o que está a acontecer?

 

Substituímos as prendas de cariz sexual, metodologia utilizada nos anos 80 e que tanto sucesso trouxeram, por vouchers e jantares. Lamentavelmente, as pessoas não têm capacidade de criar, apenas copiar modelos já existentes. O pior é que censuraram e tornaram-se iguais ou piores.

 

E qual a razão de existirem clubes a comprar camionetas de jogadores, só no intuito de estes serem emprestados a outros clubes?

Será que encontramos a forma ideal para garantir alianças?

 

Para além do supra mencionado, qual a razão de os lugares de presidente do Conselho de Arbitragem e de presidente da Liga serem tão disputados?

E será que existe alguém que não reconheça a justiça do sorteio em prol da nomeação do árbitro A ou B?

Porque interessam tanto as nomeações dos árbitros e a escolha dos membros dos órgãos?

 

No outro dia estive a ler que existe um clube que não vê com bons olhos o atual presidente da Liga de Clubes. Qual a razão? Como árbitro não demonstrou a sua competência? Sim. Alguma vez tivemos um árbitro com o palmarés que ele tem? Não. Vivia do futebol? Não, tinha vida para além do futebol e nada relacionada com a modalidade. Cometeu alguma irregularidade? Não. É competente? Até prova em contrário, sim!  Então…

Por que razão não agrada a alguns?

 

Pior:

Não será importante compreender o que está a acontecer no futebol português quando um comentador afecto a um clube diz: “O Porto já não manda, mas ainda não compreendem onde está o poder. Hoje, quem nos prejudicar sabe que é punido. E este espaço foi conquistado com muito trabalho do primeiro-ministro [LFV].

Ou seja, o FCP já mandou mas agora quem manda são outros!? Bem… Com isto podemos concluir que as decisões não passam nem nunca passaram apenas dentro das quatro linhas.

 

Ainda pior ainda é ler um blogger afecto a uma instituição afirmar que não interessa o que o comentador escreveu, apenas devem estar unidos...

Unidos no quê? Na ilegalidade?

 

Felizmente existem adeptos desse clube com elevação suficiente para reconhecer o que deve ser feito. Essa instituição é maior do que qualquer adepto e ninguém deve levar o seu nome para a lama.

 

Também não devemos ser ingénuos ao ponto de acreditar que esta prática era adotada apenas por este comentador e que ao sair este “player” de cena tudo vai acabar.

 

Por fim, devemos tentar compreender o que pretendemos. Será que queremos ganhar a qualquer custo ou existem limites?

 

A minha escolha é simples. Quero um campeonato justo e transparente, mesmo que não seja o meu clube campeão. A minha escolha de clube está relacionada com o enquadramento familiar e com os princípios subjacentes do mesmo. O lema do meu clube faz parte do meu dia-a-dia porque acredito que só com esforço, dedicação e devoção é que conseguimos atingir a glória.

 

O futebol português necessita urgentemente de uma revolução para afastar todos estes "velhos do restelo" que nada contribuem e vivem de esquemas. 

Comissão Arbitral

Por hipótese académica, vamos imaginar que na empossada Comissão Arbitral existia um nomeado que na sua página de facebook tinha a seguinte frase: "Sou do Sporting e isso me envaidece..." Pior, era imaginar que no dia seguinte à tomada de posse da Comissão Arbitral, o presidente do clube rival era castigado.

 

Lógico que isto seria uma coincidência mas... 

 

Na verdade isto não é ficção, como seria de esperar o membro supra mencionado não é adepto do SCP. 

 

Saudações Leoninas

Os melhores golos do Sporting (6)

Golo de MIGUEL GARCIA

Az Alkmaar – Sporting Clube de Portugal

5 de Maio de 2005

 

Quando foi lançado este desafio, pensei em muitos golos a que já tive o privilégio de assistir. A grande questão é saber qual o critério de eleição do melhor golo do Sporting Clube de Portugal.

Para mim, o melhor golo não é definido pelo pormenor técnico ou o grau de dificuldade na execução mas sim pelo impacto gerado no momento.

Na minha vida pessoal, profissional ou desportiva, acredito que podemos cair mas temos a obrigação de lutar até ao último suspiro porque só assim conseguimos atingir os nossos objetivos.

 

Mais do que jogadores, tínhamos uma equipa capaz de lutar até ao último minuto e que nunca desistia.

 

O Miguel Garcia foi apenas um dos exemplos da aplicação prática do nosso lema porque só com Esforço, Dedicação e Devoção conseguimos atingir a tão desejada Glória.

 

Saudações Leoninas

 

O que mudou?

No dia 1 de Outubro de 2015, o Sporting Clube de Portugal deslocou-se à Turquia para defrontar o Besiktas, tendo-se feito representar pelo seguinte onze: Rui Patrício, Jonathan Silva, Naldo, Tobias, João Pereira, William Carvalho, Alberto Aquilani, Carlos Mané, Matheus Pereira, Bryan Ruiz e Teo Gutiérrez.

 

O onze de ontem era um “pouco” diferente e contava apenas com seis alterações…

 

Com isto não quero dizer que o onze anterior tinha menos qualidade, apenas posso concluir que era um pouco diferente. Ontem alinharam Paulo Oliveira, Jefferson, João Mário, Adrien Silva, Slimani e Fredy Montero nos lugares de Jonathan Silva, Tobias, Alberto Aquilani, Carlos Mané, Matheus Pereira e Teo Gutiérrez.

 

Na minha perspectiva, estas alterações acrescentaram maturidade, objectividade e criatividade.

 

Paulo Oliveira e Jefferson trazem maturidade à linha defensiva. As rotinas de jogo que Adrien Silva e João Mário apresentam, acompanhados por William Carvalho, acrescentam maturidade e criatividade ao nosso futebol. Por fim, Slimani é o jogador que qualquer treinador queria ter no seu plantel. Ele nunca desiste… É o primeiro jogador a defender e não dá um lance por perdido.

 

Mas será que foram estas alterações que fizeram toda a diferença? Sinceramente… Acho que não.

 

Estamos diferentes porque finalmente estamos rendidos ao nosso lema. Só com esforço, dedicação e devoção é que chegamos à glória. Parece que finalmente encontrámos a nossa identidade.

 

Saudações Leoninas

{ Blog fundado em 2012. }

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