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És a nossa Fé!

José Peseiro

Agora já não restam dúvidas sobre quem vai ser o novo treinador do Sporting Clube de Portugal.

 

É um sentimento misto porque conseguiu levar-nos da euforia à depressão. Acho que ninguém pode dizer que não jogávamos um futebol atrativo, tendo sido inclusivamente definido por Frank Rijkaard como “sexy footbal”.

 

Fiquei preocupado quando vislumbro que a equipa técnica vai ser composta por Nuno Presume (Ex Vitoria de Guimarães), Tiago Fernandes (filho de Manuel Fernandes e treinador dos juniores do Sporting Clube de Portugal), Ricardo Dionísio, Daniel Correia e Vítor Hugo Peseiro (filho do treinador).

 

Aparentemente, Daniel Correia é treinador de guarda-redes e com isto alegadamente são afastados Nelson Pereira e Tiago Ferreira, anteriores técnicos de guarda-redes na equipa técnica de Jorge Jesus.  

 

Se queremos resgatar alguns jogadores da época passada e fazer a transição dos que ficaram, parecia inteligente manter Nelson Pereira e Tiago Ferreira na estrutura, no intuito de fazerem a ponte com a atual equipa técnica.

 

Ambos foram atletas do Sporting Clube de Portugal, conhecem o clube e todo o balneário.

 

Saudações Leoninas

Frederico Varandas

Assisti com atenção a três intervenções de Frederico Varandas na televisão, sendo que em duas ainda não era candidato à presidência do Sporting Clube de Portugal e na outra anunciava a sua vontade.

 

Reconheço que gostei de todas as suas intervenções porque demonstrou elevação e personalidade, tudo o que espero do presidente do meu clube. Neste momento, uma percentagem do eleitorado do Sporting Clube de Portugal que está a ler este artigo pensa que o autor é mais um croquete mas rapidamente vão chegar à conclusão que no nosso clube apenas existem sportinguistas/leões.

 

Retive alguma ideias que Frederico Varandas partilhou com o universo sportinguista, nomeadamente:

 

  1. União no Sporting Clube de Portugal

Na verdade, este tema parece simples, mas ultimamente verificamos que é deveras difícil. No passado, uma das maiores virtudes do anterior presidente foi unir a família sportinguista e assistimos a um gradual aumento do número de sócios, nomeadamente ao aparecimento de caras antigas no estádio. Os adeptos andavam amargurados e não se reviam na gestão à data porque sentiam que o clube não era deles. Durante um período, BdC revolucionou o SCP e conseguiu a união da grande maioria dos adeptos do clube. O discurso critico do anterior presidente estava direcionado para fora e tentava combater os verdadeiros inimigos do clube. Com o decorrer do tempo, começou a radicalizar com alguns sportinguistas e direcionou a sua critica para dentro do clube. Ou seja, como já não bastavam os inimigos externos, a critica passou a ser interna e esqueceu o mais importante. Não somos inimigos, somos família. E até podem existir divergências, mas devemos resolvê-las dentro de casa.

  

  1. Respeito pelo passado

Frederico Varandas disse perentoriamente que não era o candidato anti ou pró Bruno de Carvalho. Explicou que o anterior presidente tinha conseguido obter resultados positivos em algumas matérias e que deveriam ser mantidas essas medidas satisfatórias. Ou seja, contrariamente ao que estamos habituados em Portugal, onde impera a cultura do 8 ao 80, demonstrou objetividade, clarividência, inteligência e respeito pelo passado. Pessoalmente, respeito e admiro este tipo de comportamento porque nunca podemos esquecer que todos somos fruto das nossas vivências. Jamais podemos esquecer as nossas raízes e os nossos princípios básicos.

 

  1. Suspeitas de corrupção no Sporting Clube de Portugal

Demonstrou desagrado pela situação e algum cansaço por tudo, nomeadamente com a consequência de colocar o nome do clube na lama. Explicou que nunca o SCP poderia estar envolvido neste tipo de escândalos porque este não era o ADN do clube. Nesta situação subscrevo na integra as suas palavras e ainda vou mais longe. Na minha opinião, e contrariamente ao que acontece noutros clubes, o princípio da presunção da inocência não se aplica no Sporting Clube de Portugal. A mera suspeita de ilegalidade já é suficiente para retirar o sono a qualquer sportinguista porque não se compagina com os princípios do clube. Somos um clube onde os adeptos têm espinha dorsal e gostam de o afirmar altivamente.

 

  1. Continuar a potenciar as modalidades

Afirmou que o sucesso e investimento com as modalidades era para manter porque somos um clube eclético. Nesta matéria sou suspeito porque, apesar de gostar de futebol, amo o atletismo. O ecletismo é uma bandeira do Sporting Clube de Portugal e nomes como Moniz Pereira, Carlos Lopes, Fernando Mamede, Dionísio e Domingos Castro, António Livramento e Joaquim Agostinho fazem parte da nossa história. No futebol, não esqueço Manuel Fernandes, Vítor Damas e Cristiano Ronaldo.

 

  1. Transparência

Sobre este tópico recordo que no caso de eleição de Frederico Varandas a presidente podemos contar com a apresentação anual da declaração de rendimentos e património de todos os membros do Conselho de Administração ao órgão fiscalizador do clube. Na verdade, tão importante como ser honesto, é necessário demonstrar isto. Até podem desconfiar do que entenderem, mas a verdade é que apenas Frederico Varandas demonstrou vontade em agir assim.

 

  1. Responsabilidade

Afirmou que na sua equipa só iriam ingressar pessoas de reconhecido mérito e com experiência profissional. Ou seja, na estrutura profissional do Sporting Clube de Portugal não há lugar a experimentalismos. Todos os que ingressarem nos órgãos sociais já devem ter uma “vida para além do Sporting Clube de Portugal”. As pessoas devem servir o Sporting Clube de Portugal e não servirem-se dele.

 

Face ao supra mencionado, estamos perante uma candidatura séria, de uma pessoa responsável e que dignifica os princípios do Sporting Clube de Portugal.

 

Saudações Leoninas

Pensamentos de um louco

Vamos imaginar o seguinte cenário:

 

Era uma vez um rapaz chamado Zé Ninguém.

 

O Zé nunca tinha conseguido nada na vida, criava umas empresas e comportava-se como o típico patrão português (não empresário), levando-as à ruina reiteradamente. Tinha uma vida normal, lutava para pagar contas e sobreviver. Mas era um homem ambicioso, sendo que o seu maior sonho era presidir o seu clube de coração.

 

Um dia, e após algum trabalho, consegue chegar onde sempre sonhou e inicia as suas funções como presidente do clube. Não podemos esquecer que o Zé tem quarenta e tal anos e pouca experiência em lidar com os “meninos grandes” porque, no máximo, negociou com o Sr. Silva da pequena empresa da esquina.

 

Como também era o menino mimado que os papás sempre ajudaram, no final de tudo acaba por ficar deslumbrado.

 

Quando se deslumbra, começa a tratar todos da mesma forma, revela-se agressivo, autoritário e inicia a sua cruzada, tentando “abater” todos os que considera estarem errados, bastando apenas não concordarem com ele.

 

Cumpre o seu primeiro mandato, que até podemos concordar que foi positivo, apesar do estilo agressivo com que a maioria dos adeptos do clube não concorda, e inicia o seu segundo mandato.

 

Com o decorrer do tempo, o Zé esquece as suas raízes, a sua proveniência e quais as razões que o colocaram à frente dos destinos do Clube. O Zé já não se considera um Ninguém, pensa que agora o seu apelido é o Qualquer Coisa. Ele já lida com os “meninos grandes” e as negociações já têm mais do que três zeros… O Zé está crescido! Já vive num condomínio de luxo, anda de BMW, janta no Ramiro e tem vícios caros, tudo o que 99% dos portugueses ambiciona.

 

O grande problema é que o Zé já começa a ficar cansado, no decorrer dos anos colecionou inimigos e compreendeu que a indústria do futebol não lhe vai permitir vencer algumas batalhas.

 

Assim sendo, o Zé começa a pensar como irá conseguir obter o máximo em menor tempo possível, tornando-se assim igual a todos os outros. Logo, começam as negociatas e as comissões, aumenta o seu vencimento, etc… Na prática, este Zé já não interessa ao clube porque iniciou o ciclo da sobrevivência.

 

Agora vamos imaginar a difícil tarefa de estarmos na cabeça do Zé.

 

Como é que ele vai obter o máximo em menor tempo possível? A resposta é simples. Se o Zé chegar a acordo com um grupo económico e desvalorizar o clube, perdendo os seus ativos e com isto permitir que apareça um D. Sebastião (o tal grupo económico) a comprar as ações a um valor diminuto?

 

Não seria uma forma fácil de enriquecer? Parece que sim.

 

O tempo apaga tudo e depois o D. Sebastião:

  1. Adquire as ações do clube a baixo custo;
  2. Conquista a maioria do capital da SAD e torna-se dono do clube;
  3. Volta a capitalizar o clube e renova o plantel;
  4. A massa associativa fica feliz porque alguém salvou o clube e reforçou o plantel;

 

No final o Zé sai de cena mais rico, continua a culpar o sistema e acusa os sócios de não lhe terem dado mais poder para evitar que o clube fosse parar nas mãos do grande grupo económico.

 

Esta história pode ser ficção mas… Eu nunca acredito que alguém chega à presidência com quarenta e tal anos e cometa loucuras. Tento compreender o que está a acontecer para além do que todos sabemos. Penso que estamos perante uma verdadeira jogada de bastidores.

 

Ou seja, o nosso clube está a ser tomado de assalto por alguém que no futuro vamos conhecer.

 

Esta técnica de criar instabilidade para desvalorizar e vender a baixo custo é conhecida e várias vezes utilizada em empresas, países e organizações. Fico triste porque vai acabar o Sporting Clube de Portugal que todos nós conhecemos. Não estou a dizer que o clube vai acabar, mas o modelo sim. Talvez algumas das nossas tradições, mas espero que ao menos se mantenham os princípios basilares do clube.     

Telenovela

Para qualquer amante de futebol, o sonho passaria por ser jogador de futebol, representar um grande emblema nacional, internacional e a sua seleção nacional.

 

Quando era criança, os jogadores chegavam inclusivamente a recusar transferir-se para clubes que não tivessem dimensão e estatuto porque significaria um retrocesso na sua carreira.

 

A Lei Bosman, o aparecimento das S.A.D., a venda de clubes a grandes grupos económicos e outras situações, trouxeram ao futebol o pior que existe no ser humano. Com isto, acabou o “amor” ao clube. Todos são profissionais ou pagos como tal. Ou seja, presidente, equipa técnica e jogadores fazem parte de uma estrutura que recebe milhões para fazer o seu trabalho.

 

Ou seja, ao presidente compete entre outras, a difícil tarefa de gerir o clube e tentar criar todas as condições naturais para que a equipa técnica e jogadores, consigam atingir o sucesso.

 

A equipa técnica tem a árdua tarefa de gerir o plantel e formar atletas. O objetivo é criar condições para que os atletas estejam bem física e psicologicamente no intuito de atingirem o sucesso.

 

Por outro lado, aos jogadores compete a tarefa mais difícil de todas. Treinar arduamente e dar o seu máximo em todos os jogos porque só assim conseguem atingir o que todos queremos.

 

No final, todos esperamos ser campeões porque significa que atingimos o sucesso. Ou seja, o trabalho coletivo não existe apenas dentro das quatro linhas.

 

Se todos tivessem consciência de tal realidade, não estaríamos a assistir a esta telenovela de quinta qualidade. Imaginem: Se tivéssemos um presidente que soubesse estar calado; Se tivéssemos um treinador que soubesse estar calado; Se tivéssemos jogadores que dessem o seu máximo em todos os jogos; E se o presidente do Sporting Clube de Portugal não estivesse rodeado de pessoas fracas tecnicamente e que apenas lhe sabem dizer que sim; Se à volta deste clube não gravitassem milhares de abutres.

 

Como tudo era perfeito…

 

Mas não, voltamos à dura realidade e aos dois parágrafos iniciais para abordar um tema interessante.

 

Será normal que o guarda-redes, campeão da Europa, queira ir jogar para o Wolverhampton!? Adrien Silva para o Leicester City!? Peço desculpa a todos os adeptos dos supra mencionados clubes, mas estamos a falar de Campeões da Europa! Será que o dinheiro também “mata” o sonho de jogar nos melhores? Provavelmente sou eu que os considero melhores jogadores do que eles são na realidade. Para mim, Rui Patrício está entre os melhores da Europa e Adrien é um jogador fantástico.

 

Tal como eu, os sócios e adeptos do Sporting Clube de Portugal têm orgulho em munir a Seleção Nacional com os “nossos meninos” e a vê-los sair para clubes de topo.

 

Podem chamar-me antiquado mas gostaria de voltar ao tempo em que via um jogo e não estava preocupado com corrupção, apostas, jogos viciados, empresários, etc.

DIA D

E nunca mais acaba o dia de hoje…

 

Já estou cansado das possíveis saídas e entradas.

 

Mais do que entradas, o que eu pretendia é que nenhum dos nossos jogadores saísse.

 

Adorava poder contar durante este ano com Rui Patrício, Fábio Coentrão, William Carvalho, Adrien Silva, Bruno Fernandes e Gelson Martins.

 

Parece que esta seria a melhor prenda que o Sporting Clube de Portugal poderia dar a Fernando Santos.

 

As rotinas de uma época poderiam ser o melhor trunfo para o Mundial e este argumento deveria ser ponderado por todos.

 

Saudações Leoninas

Revolução

Todos os dias assistimos à degradação do futebol português através dos órgãos de comunicação social e para além do “festival” triste de notícias, assistimos à proliferação de “experts/comentadores” nos canais televisivos, todos afetos aos chamados três grandes do futebol português.

 

Em primeiro lugar gostaria de compreender qual a razão de estes “experts “ estarem ligados aos chamados três grandes clubes. Algum dos três necessita de caixas-de-ressonância ou papagaios? Não têm departamentos de comunicação suficientemente profissionais para passar a mensagem do clube?

 

Mais:

Não deviam os órgãos de comunicações social estar munidos de pessoas com capacidade para emitir uma opinião neutra? Não seria mais transparente e importante garantir a imparcialidade nos comentários?

 

Face ao exposto, qual a razão da existência de inúmeros programas de futebol? Será informar o adepto ou toldar o raciocínio dos menos esclarecidos? Cumprem a sua função ou alimentam um sistema que só interessa a alguns?

 

Mas será que ninguém está farto disto!? O que é importante é alimentar, dia após dia, notícias sobre o casamento de um presidente, se ele beija a namorada num jogo, se a gala é no dia 30, 31 ou 1, o que ele diz aos jornalistas em off, quais as razões de saída de Octávio Machado e Vicente Moura, etc…

Não será importante compreender o modus operandi e o que está a acontecer?

 

Substituímos as prendas de cariz sexual, metodologia utilizada nos anos 80 e que tanto sucesso trouxeram, por vouchers e jantares. Lamentavelmente, as pessoas não têm capacidade de criar, apenas copiar modelos já existentes. O pior é que censuraram e tornaram-se iguais ou piores.

 

E qual a razão de existirem clubes a comprar camionetas de jogadores, só no intuito de estes serem emprestados a outros clubes?

Será que encontramos a forma ideal para garantir alianças?

 

Para além do supra mencionado, qual a razão de os lugares de presidente do Conselho de Arbitragem e de presidente da Liga serem tão disputados?

E será que existe alguém que não reconheça a justiça do sorteio em prol da nomeação do árbitro A ou B?

Porque interessam tanto as nomeações dos árbitros e a escolha dos membros dos órgãos?

 

No outro dia estive a ler que existe um clube que não vê com bons olhos o atual presidente da Liga de Clubes. Qual a razão? Como árbitro não demonstrou a sua competência? Sim. Alguma vez tivemos um árbitro com o palmarés que ele tem? Não. Vivia do futebol? Não, tinha vida para além do futebol e nada relacionada com a modalidade. Cometeu alguma irregularidade? Não. É competente? Até prova em contrário, sim!  Então…

Por que razão não agrada a alguns?

 

Pior:

Não será importante compreender o que está a acontecer no futebol português quando um comentador afecto a um clube diz: “O Porto já não manda, mas ainda não compreendem onde está o poder. Hoje, quem nos prejudicar sabe que é punido. E este espaço foi conquistado com muito trabalho do primeiro-ministro [LFV].

Ou seja, o FCP já mandou mas agora quem manda são outros!? Bem… Com isto podemos concluir que as decisões não passam nem nunca passaram apenas dentro das quatro linhas.

 

Ainda pior ainda é ler um blogger afecto a uma instituição afirmar que não interessa o que o comentador escreveu, apenas devem estar unidos...

Unidos no quê? Na ilegalidade?

 

Felizmente existem adeptos desse clube com elevação suficiente para reconhecer o que deve ser feito. Essa instituição é maior do que qualquer adepto e ninguém deve levar o seu nome para a lama.

 

Também não devemos ser ingénuos ao ponto de acreditar que esta prática era adotada apenas por este comentador e que ao sair este “player” de cena tudo vai acabar.

 

Por fim, devemos tentar compreender o que pretendemos. Será que queremos ganhar a qualquer custo ou existem limites?

 

A minha escolha é simples. Quero um campeonato justo e transparente, mesmo que não seja o meu clube campeão. A minha escolha de clube está relacionada com o enquadramento familiar e com os princípios subjacentes do mesmo. O lema do meu clube faz parte do meu dia-a-dia porque acredito que só com esforço, dedicação e devoção é que conseguimos atingir a glória.

 

O futebol português necessita urgentemente de uma revolução para afastar todos estes "velhos do restelo" que nada contribuem e vivem de esquemas. 

Comissão Arbitral

Por hipótese académica, vamos imaginar que na empossada Comissão Arbitral existia um nomeado que na sua página de facebook tinha a seguinte frase: "Sou do Sporting e isso me envaidece..." Pior, era imaginar que no dia seguinte à tomada de posse da Comissão Arbitral, o presidente do clube rival era castigado.

 

Lógico que isto seria uma coincidência mas... 

 

Na verdade isto não é ficção, como seria de esperar o membro supra mencionado não é adepto do SCP. 

 

Saudações Leoninas

Os melhores golos do Sporting (6)

Golo de MIGUEL GARCIA

Az Alkmaar – Sporting Clube de Portugal

5 de Maio de 2005

 

Quando foi lançado este desafio, pensei em muitos golos a que já tive o privilégio de assistir. A grande questão é saber qual o critério de eleição do melhor golo do Sporting Clube de Portugal.

Para mim, o melhor golo não é definido pelo pormenor técnico ou o grau de dificuldade na execução mas sim pelo impacto gerado no momento.

Na minha vida pessoal, profissional ou desportiva, acredito que podemos cair mas temos a obrigação de lutar até ao último suspiro porque só assim conseguimos atingir os nossos objetivos.

 

Mais do que jogadores, tínhamos uma equipa capaz de lutar até ao último minuto e que nunca desistia.

 

O Miguel Garcia foi apenas um dos exemplos da aplicação prática do nosso lema porque só com Esforço, Dedicação e Devoção conseguimos atingir a tão desejada Glória.

 

Saudações Leoninas

 

O que mudou?

No dia 1 de Outubro de 2015, o Sporting Clube de Portugal deslocou-se à Turquia para defrontar o Besiktas, tendo-se feito representar pelo seguinte onze: Rui Patrício, Jonathan Silva, Naldo, Tobias, João Pereira, William Carvalho, Alberto Aquilani, Carlos Mané, Matheus Pereira, Bryan Ruiz e Teo Gutiérrez.

 

O onze de ontem era um “pouco” diferente e contava apenas com seis alterações…

 

Com isto não quero dizer que o onze anterior tinha menos qualidade, apenas posso concluir que era um pouco diferente. Ontem alinharam Paulo Oliveira, Jefferson, João Mário, Adrien Silva, Slimani e Fredy Montero nos lugares de Jonathan Silva, Tobias, Alberto Aquilani, Carlos Mané, Matheus Pereira e Teo Gutiérrez.

 

Na minha perspectiva, estas alterações acrescentaram maturidade, objectividade e criatividade.

 

Paulo Oliveira e Jefferson trazem maturidade à linha defensiva. As rotinas de jogo que Adrien Silva e João Mário apresentam, acompanhados por William Carvalho, acrescentam maturidade e criatividade ao nosso futebol. Por fim, Slimani é o jogador que qualquer treinador queria ter no seu plantel. Ele nunca desiste… É o primeiro jogador a defender e não dá um lance por perdido.

 

Mas será que foram estas alterações que fizeram toda a diferença? Sinceramente… Acho que não.

 

Estamos diferentes porque finalmente estamos rendidos ao nosso lema. Só com esforço, dedicação e devoção é que chegamos à glória. Parece que finalmente encontrámos a nossa identidade.

 

Saudações Leoninas

Apelo à união

Convém explicar que o Sporting Clube de Portugal é uma instituição centenária, com enorme tradição, eclética e por onde passaram pessoas de enorme valor.

 

Que não existam dúvidas que todos eles tentaram dignificar e elevar o nome da instituição das mais variadas formas, quer seja através da prática de modalidades ou pela prestação de serviços à instituição.

 

Terminado o ciclo, perdura a instituição.

 

Enganam-se aqueles que pensam que existem os Brunistas, os Roquetistas ou outra facção dentro da nossa família. Na realidade, apenas existem Sportinguistas e a instituição não está refém do ego de qualquer pessoa singular.

 

Para além do supra mencionado, deparo diariamente com algumas críticas ao presidente do Sporting Clube de Portugal. Se forem externas, nem estou preocupado. Se forem internas, bem sei que todos temos o direito à nossa opinião mas convém relembrar que existe sede própria para discussão de assuntos do clube.

 

Na prática, o ruído não ajuda o clube, apenas os nossos adversários.

 

Se não critico BdC, não é porque sou um seguidor cego do presidente. Como é lógico, BdC tem virtudes e defeitos mas eu respeito as decisões dele porque foi eleito democraticamente, tem conhecimento aprofundado dos problemas da instituição e tenta resolvê-los da melhor forma.

 

Apelo à união da nossa família. Vamos tentar ignorar as “trezentas” contratações diárias, a novela dos treinadores, a saída dos dirigentes, a cor das cuecas da recepcionista, os comentadores ignorantes ou outra qualquer forma de desestabilizar o clube.

 

Já está na hora de olhar e pensar apenas na realidade actual, apoiando os nossos a atingir o que todos queremos, o sucesso desportivo.

 

PS: Que venha a Taça!  

A nova época

Observando o plantel do Sporting Clube de Portugal, convém salientar o grande trabalho de toda a equipa técnica, principalmente por Bruno de Carvalho, Augusto Inácio e Virgílio.

 

A primeira grande dificuldade é conseguir manter todos os jogadores que foram nucleares no ano passado, nomeadamente William Carvalho, Rui Patrício, Maurício, Adrien Silva, Cédric, Carlos Mané, Fredy Montero e Slimani.

 

Até à presente data todos estes jogadores continuam a vestir a nossa camisola e isto é uma enorme vitória porque em alguns casos parecia impossível atendendo à enorme qualidade dos jogadores.

 

A segunda grande dificuldade era manter o treinador e restante equipa técnica. O treinador da época passada decidiu sair e consequentemente foi necessário colmatar a lacuna. Confesso que não era um grande fã de Leonardo Jardim mas fiquei convertido e teria feito tudo para o manter connosco. Como os euros falam mais alto, Marco Silva foi o escolhido. O que fez no Estoril foi fantástico e desejo-lhe o mesmo sucesso em Alvalade mas com títulos!

 

A terceira grande dificuldade é gastar o menos possível e reforçar o plantel. Em resposta, contratamos Ramy Rabia, Paulo Oliveira, Naby Sarr, Jonathan Silva, André Geraldes, Oriol Rosell, Ryan Gauld, Simeon Slavchev, Tanaka e Nani.

 

Dos jogadores supra mencionados já foi possível concluir (na minha opinião) que Naby Sarr e Oriol Rosell são jogadores a ter em muita atenção porque têm muita qualidade. Rabia, Paulo Oliveira, Jonathan Silva, Ryan Gauld, Simeon Slavchev e Tanaka são jogadores que merecem atenção mas neste momento não têm lugar na equipa principal. Num plantel com Cédric, Miguel Lopes e Esgaio, não há lugar para André Geraldes. Ver Nani e João Mário com a nossa camisola é um sonho para qualquer Sportinguista que adora ter jogadores da formação a jogar na equipa principal. Sejam todos bem-vindos e honrem a camisola!

 

Umas palavras finais sobre os restantes jogadores e outras questões. Também é importante manter jogadores como Jefferson, André Martins, Diego Capel e André Carrillo, porque para além da qualidade que demonstram têm espírito, gosto e respeito pelo clube. Preocupante é o facto de nos últimos anos termos perdido três defesas centrais formados no clube (Pedro Mendes, Eric Dier e Tiago Ilori) que tinham qualidade para estar na equipa principal.

Por fim, parabéns ao presidente por acautelar e renovar os contratos dos jogadores formados na academia. O futuro da equipa de futebol deve passar por Esgaio, Tobias, Mica, Wallyson, Chaby, Fokobo e Iuri. Ou seja, temos futuro!

 

Saudações Leoninas

 

PS: Nesta altura todos pensam que esqueci Rojo mas para mim o defesa-central/lateral-esquerdo era só um bom jogador. Apenas choro centrais como André Cruz, Stan Valckx ou Phil Babb.

A melhor aquisição da época

O campeonato nacional acabou e para alguns jogadores do Sporting Clube de Portugal é altura de descanso.

 

Ou seja, está na altura de carregar baterias no intuito de ajudar a nossa seleção nacional a atingir o sonho de qualquer português.

 

É logico que não estou contente porque apesar de tudo, desejo títulos, mas queria agradecer a toda a equipa técnica e jogadores o profissionalismo demonstrado.

 

É difícil individualizar um jogador numa equipa que valeu pelo coletivo mas Maurício foi o jogador escolhido.

 

Neste momento, os leitores pensam que estou louco porque não referenciei William Carvalho, mas recordo que estou a identificar a aquisição da época.

 

Passo a explicar as minhas razões:

  1. Ninguém conhecia este jogador;
  2. Foi uma aquisição barata;
  3. Titular durante toda a época;
  4. Jogador de coletivo;
  5. Forte, rápido e um líder em campo;
  6. Defende e marca golos;

Na prática, representa o estereótipo de jogador que eu admiro. Espero que continue a vestir a camisola do Sporting porque demonstra respeito pelo clube e trabalha em prol da equipa.

Os nossos jogadores (12): Marcelo Boeck

Quando surgiu o desafio de escrever sobre os nossos jogadores, Marcelo Boeck foi a minha primeira escolha.

 

Qual a razão? Para mim, a resposta é simples.

Marcelo Boeck é um grande atleta, conhecedor do Sporting de Portugal, jogador de equipa, humilde, trabalhador, esforçado, dedicado ao Sporting Clube de Portugal.

Este jogador de nacionalidade brasileira tem 28 anos, 1,91m, foi formado no Internacional, passou pelo Marítimo e representa o Sporting Clube de Portugal desde 2011.

 

Não é fácil representar o Sporting Clube de Portugal e disputar o lugar com o “monstro Rui Patrício” mas Marcelo Boeck demonstra qualidade sempre que lhe é dada a oportunidade.

Para além da qualidade técnica, demonstra diariamente o que deve ser um jogador do Sporting Clube de Portugal através da sua enorme devoção e espirito de equipa, conforme ficou comprovado no jogo contra o Marítimo, com Slimani a festejar com ele o golo da vitória, e no jogo contra o Atlético de Bilbau.

 

Mais do que palavras, as imagens falam por si:

 

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