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És a nossa Fé!

Foi assim que vi a final da Taça

Estive de manhã pelo Jamor, e voltei depois de almoço por motivos de “tradição de almoço em dia de Final da Taça com pai, irmão e amigos”, mas o tempo que lá andei deu para sentir o ambiente. De manhã e até à hora do jogo a atmosfera era o de Jamor, o de dia de Final da Taça: piqueniques pela mata e estacionamentos, a fan zone animada, as pessoas a viver Sporting.

A entrada foi tranquila e já no estádio, os guarda-redes do Sporting vieram aquecer e foram aplaudidos, bem como o resto da equipa. Mas assim que o jogo começou, sentiu-se na bancada como estamos cada um para seu lado, com os seus pensamentos e amarguras. Uns mais esperançosos, outros mais frustrados e irritados, foi fácil identificar pela bancada quem sentia o quê depois de uma semana de pesadelos.

Não é difícil numa Final da Taça ter uma bancada inteira a cantar, mas desta vez não pegou por todo o estádio. Apatia geral, irritação por tudo e um par de botas, alguma esperança com o nosso golo, mas o lado do Aves foi o que se ouviu mais e melhor. E bem, não ponho isso sequer em causa.

Depois de Bas Dost acertar na trave e ser assobiado por isso (não entendo, juro que não), foi sempre a descer. Infelizmente os assobios sobrepõem-se a palma, e pareciam mais. Não se assobiam os jogadores do Sporting, sempre ouvi, mas isso mudou e muito. Continuo a não achar bem e custou-me não só assistir a isso como piorou quando vi as imagens de perto, de caras tristes e ar carregado da nossa equipa. Sim, nossa.

Foi uma Final triste, como tudo foi triste a semana passada. Estamos tristes, não há volta a dar.

Tenho lido as coisas mais inacreditáveis sobre jogadores e acontecimentos, e depois de ler a descrição que está hoje na Tribuna, ao pensar nos assobios e amuos porque “Nem nos agradecem estarmos cá”, só me pergunto: quem são os mimados afinal?

Menos, pessoas. Muito menos.

"Nós éramos uma equipa de jovens miúdos"

Este texto já era para ter saído há umas semanas, mas agora também se adequa. 

"Nós eramos uma equipa de jovens miúdos que eramos caracterizados por tudo menos por sermos arruaceiros em campo. Nós só queriamos era jogar futebol e jogávamos muito bem" 

Ouvi o Nelson (antigo lateral direito do Sporting, na que julgo ter sido a melhor equipa que vi jogar) dizer isto no #Sporting160, a propósito de um jogo com o Porto em 93/94, no qual vimos três jogadores serem expulsos por Carlos Valente (peço desculpa por esta má memória). Voltarei a comentar este episódio noutra ocasião.

E ontem, sobretudo ontem, veio-me à cabeça "jovens miúdos" e "só queríamos jogar à bola". De certa forma consigo rever naquela frase muitas equipas de futebol, em particular do Sporting. Com mais ou menos diferenças, são sempre equipas de miúdos que querem jogar à bola (de vez em quando lá aparece um que mostra menos vontade, mas vá).

Eu sei que há muitas irritações com a equipa, sei que não ganhamos um campeonato há muito tempo, que as fúrias e exaltações tendem a crescer. Mas não me esqueço que a ideia dos "meninos mimados" foi legitimada e tem sido alimentada no último mês e meio. Digam o que disserem, esta escalada veio daí, bastantes pessoas passaram a fazer disso bandeira, como se estar com uns fosse estar contra outro. Que não os aplaudam, que tenham achado tudo muito bem até domingo, é-me indiferente, cada um escolheu o lado que quis, ou não escolheu porque é o Sporting que interessa no fim. Mas a verdade é que foi o que nos trouxe a onde estamos hoje. E não é um lugar bonito.

É legítimo que estejam zangados e nos vejam a todos da mesma forma. É muito mais dificil passar o apoio do que aquela violência, o mau comportamento propaga-se muito mais facilmente e foi a mensagem que receberam. Bem sei que houve apoio ontem à noite, mas há muito a digerir. 

O que aconteceu ontem nunca podia ter acontecido. Nunca. Não os aplaudam se não quiserem, mas pelo menos mostrem que não somos como aqueles palermas que ontem invadiram a Academia.

O mais absurdo no meio de tudo

é que de todos os jogos que faltam, de todos os jogos que definem esta época, o de Madrid era o que menos me surpreendia perder. Já em Braga tinhamos obrigação e não deu este banzé (no pós, no pré nem quero lembrar o pouco que acompanhei). 

É claro que houve dois golos oferecidos e o resultado seria outro. Mas entre jogar em Madrid, receber o Porto para a Taça, e fazer condignamente o resto de campeonato, este era o que menos esperava que ganhassemos. Seria óptimo, mas não deu. No entanto, foi depois deste jogo que chegámos aqui.

Absurdo.

Fábio Fábio...

Eu sei que é cedo para juras de amor.

Eu sei que os jogadores passam e o Sporting fica.

Eu sei, eu sei que Mathieu, Coates, Dost, Bruno Fernandes ou Gelson têm lugar no meu coração 2017/18. 

Eu sei o que se disse e diremos ainda. Também eu desconfiei e estranhei a tua vinda.

Mas Fábio, precisávamos de ti, isto eu também sei. Dessa entrega e garra, desse pragmatismo em cortes e pressões ao adversário. Tem sido bom aprender a gostar de ti. 

A tribuna de Alvalade é implacável e ontem rendeu-se ao teu empenho, deu uma trégua e aplaudiu-te de pé. Porque sabemos reconhecer um leão quando o vemos.

Começo a considerar ceder parte da minha quota para que cá fiques.

Era só isto. Sê bem-vindo e que sejamos felizes todos juntos.  

 

PS: Felizmente tive uma demo com João Pereira, a quem também acabei por me render - embora não desta forma e levou mais tempo -, e assim o choque não é tão grande.

João Rocha. Voltaremos a ser muitos, estou certa

Screen Shot 2017-12-01 at 15.55.46.png

Estreei-me esta semana no Pavilhão João Rocha, no Sporting 39 - Avanca 28, em andebol. 

Senti-me em casa, gostei do recinto, pretendo voltar. Éramos duas centenas de pessoas, e podemos ser mais. Seremos mais, tenho essa convicção. O que me leva à questão das assistências de que tanto se tem falado. Também eu tenho a minha opinião. 

Ainda tenho presente a Nave de Alvalade, e o ambiente em volta do estádio em dias de jogo de futebol. A vida por ali não era só perto da hora do jogo, ou apenas de passeio. Passava-se pela Nave, fazia parte. Havia os assíduos, e havia quem lá passasse. Mas fazia parte. Havia vida em redor do estádio por muitas horas. 

De 2003 ou 4, quando a Nave foi encerrada, a 2017 são pelo menos 13 anos. 13 anos é uma geração que se salta. Uma geração que não viu este movimento em volta do estádio, que sabia que o Sporting tinha modalidades, mas a menos que se deslocasse não as poderia acompanhar. E quando digo geração, não me refiro a todas as pessoas de uma idade concreta, saltámos uma vida de muita gente, mas saltámos acima de tudo o hábito de ir a um pavilhão do Sporting.

Junto a este facto os que sabiam, acompanhavam, mas perderam o lado prático de todo o clube funcionar no mesmo espaço. Dir-me-ão que quem é do Sporting não se importa com distâncias, e eu acho isso bonito, romântico até, mas no dia a dia não é prático e a verdade é que foi uma minoria que o pôde ou quis fazer nestes últimos anos. Há sempre quem saiba resultados, conheça as equipas, sei bem que nunca abandonámos as modalidades. Mas faltava-nos o pavilhão, faltava-nos ver de perto, e em casa, os nossos. 

Finalmente uma direcção cumpre a promessa de erguer um pavilhão, mas não temos calma, reclamamos que está vazio. Sinceramente, para já não acho preocupante a pouca adesão num primeiro ano de pavilhão. Não há culpados, nem desculpas, foi como foi. Mas o facto é que há um intervalo temporal que mina os hábitos, que faz cair a curiosidade do que se passa com cada equipa, que nos fez afastar do pavilhão.

As pessoas perderam o costume, e tal como se perdem, os hábitos voltam a ganhar-se. Seja porque dá jeito passar num jogo antes do futebol, ou porque "hoje até me dá jeito lá passar quando sair", porque os amigos vão e aproveitamos a companhia, uns mais para o hóquei (o meu caso), outros mais do futsal, do volley ou andebol, ou simplesmente porque é o Sporting Clube de Portugal e isso basta, tenho a certeza que todos havemos de frequentar o Pavilhão João Rocha.

Ainda o Ronaldo - não aconselhável a não fãs

Uma nota muito breve, para guardar o momento em que - apesar de quase toda a gente já ter recebido mensagens ou ter visto na net - o estádio ouviu que Cristiano Ronaldo estava em Alvalade no sábado.

"Esta noite, em Alvalade: 42,400 espectadores... e Cristiano Ronaldo". Foi assim que o speaker o anunciou. Logo se fizeram ouvir aplausos pelo estádio inteiro, e um "SIIIIIIII!" colectivo, vindo do topo Sul. Cantou-se e aplaudiu-se ainda por breves instantes. 

São momentos destes, o reconhecimento do "SIIII!" dele por quem acompanha futebol, a manifestação num estádio que será também sempre seu, numa altura em que tanto lixo circula, que me fazem não deixar de gostar de futebol. As referências conseguem de facto, ser uma parte muito importante de tudo isto. 

Isso, livres bem marcados, e golos Bruno Fernandescos, claro está!

Jogo de apresentação aos sócios (adeptos, pois, adeptos é que está certo)

O chamado jogo de apresentação aos sócios (adeptos, eu sei que o que está certo é adeptos, o jogo é para quem gosta do Sporting) vive no meu imaginário há muitos anos. Não conta, bem sei, para nenhuma competição, é cada vez mais uma formalidade, já que com o mercado escancarado até fim de Agosto, nada nos garante que os que ali, no jogo de apresentação, nos são apresentados, fiquem até Maio (ou mesmo Janeiro) no Sporting. 

Pelos anos 90 houve, entre outros, jogos de apresentação com PSV (o meu primeiro como sócia) e Ajax. Lembro-me que neste segundo fiquei até bem depois da hora para pedir um autógrafo ao Rijkaard, e no momento em que me apareceu à frente, teve de ser o meu irmão a avançar de bilhete e caneta, porque petrifiquei. Não sei porquê, nessa idade recolhia autógrafos em Alvalade sem qualquer problema, talvez fosse diferente a aura internacional na altura - era, claro que era. E Rijkaard habitava a parede do meu quarto, num poster do plantel do Milan de 1992/93, que por sua vez vivia no meu coração. Estava perante um semi-deus, portanto.

Nesse tempo, ir ao jogo de apresentação era uma saída à noite para mim. Tinha nervoso miudinho o dia todo, e no estádio sentia que aquele jogo era para mim. Eu, sócia do Sporting, tinha o direito de me ser apresentado o plantel do futebol sénior. E, sorte minha, era o que mais me interessava. Era uma noite diferente, havia a ansiedade de nova época e ao mesmo tempo, a tranquilidade de ver como jogava quem, sem pensar muito no resultado daquele jogo.
Vejo o jogo de apresentação - e não falo de espectáculos de luz e cor, falo do jogo só - como um restinho do futebol que já quase não existe. E cada vez mais quero voltar a esse tempo, em que me conseguia isolar da avalanche de críticas, discussões e lavagens de roupa suja. Em que só o Sporting importava. Há uma solenidade em "jogo de apresentação aos adeptos" que resiste a tanto circo e lixo dos dias que correm. E eu gosto que assim seja. 
Sábado fui lá estar, pois.

Há muitos anos, era eu grande fã de Luis Figo

 em Alvalade, tinha discussões na Superior Sul com outros sócios, sobre a sua performance.

- Só pensa no penteado!

- Passa o tempo no chão!

- Ele quer é saber do cabelo! 

E eu que não fossem parvos, que vissem mais que isso, que chatos e velhos do Restelo-mas-em-Alvalade. 

O Sporting não ganhava, e lá vinha o cabelo do Figo à conversa. É facto (e pena) que Figo não foi campeão no Sporting, mas a culpa não foi certamente do cabelo.

Não mudámos muito. Só que hoje, em vez de cabelo, são os cães de um, o restaurante de outro, no instagram. Divido-me. Os rapazes têm direito às suas redes sociais, oficiais ou não, têm direito a divulgar os seus projectos e tempos livres. Se acho que podia haver algum recato, ou demonstração de insatisfação? Acho, percebo perfeitamente que custe passar um domingo a pensar que perdemos 1-3 com o Belenenses, e vê-los (aparentemente) de ânimo leve partilhar as suas vidas tranquilas.

Mas assim como não temos nada a ver com a vida pessoal do presidente - não tenho mesmo, quero não saber nada disso se puder - podemos não ver estas partilhas. Há um botão de unfollow ao alcance de cada indignado. 

Eu cá divirto-me bastante com os videos do Francisco Geraldes. E mesmo com os cães do William. E distingo isso do que possam demonstrar pelo Sporting. 

Ainda o mister e o pequeno Palha

Ouvi as declarações que o Frederico aqui transcreveu. Não dei grande importância, é de Jorge Jesus que falamos. A meu ver, é um meet halfway. Não é capaz de dizer "eu não vi bem isto", mas também não vi ali intenção de queimar o Palhinha. Já o conheciamos, já sabiamos que não é de se conter, muito menos em flashes. Não adoro o estilo, sou sempre pelo recato nestas coisas, mas também não me surpreende ou ofende.

Acima de tudo, a sensação que tive quando o ouvi, foi que tinha estado a ler o mesmo que eu no twitter. Justificou a escolha de Palhinha, de Matheus, o abraço a Casillas e elogiou a nossa segunda parte.

O que me ofende, isso sim, é depois de Gelson e Palhinha serem bastante claros, ver jornalistas e outros tentarem fazer de quem os lê, parvo, descontextualizando e levantando falsas suspeitas em palavras claras. Os rapazes foram bem explícitos nas suas palavras. Se são eles ou não, pouco me importa, o que está lá escrito não deixa dúvidas. O que não me ofende, mas custa, é ver spotinguenses saltarem borda fora quando as coisas correm mal: aquele adepto que nestas alturas "até nem ligo muito". Já sei, vão dizer-me que não devo conhecer os adeptos do Sporting. Conheço lindamente, e é por isso que estas raridades me chamam tanto a atenção. Querem estar do lado certo, que nem sabem bem qual é. Acham que é o de quem ganha, e até pode ser, mas neste clube isso não tem acontecido muitas vezes (no futebol... já sei que o Sporting é mais que isso), portanto, ou se tem estofo ou não se tem. Não tendo, agradece-se que se pense antes de se disparatar.

Sigamos em frente, agora há espaço e tempo para experimentar miúdos, reforços, uns com os outros ou isolados. Ponha-se Esgaio na esquerda, não pareceu mal. 

Ah, e há eleições pela frente. Saibamos não perder a cabeça, não quero receber o meu leão de 25 anos de sócia de um erro de casting.

Alinhamo-nos agora?

Queriamos estar todos alinhados, estamos agora? Estamos unidos num "Ok, alguma coisa tem de mudar nestes jogos"? Espero que sim, é essa sintonia que faz um clube.

 

Escrevi isto aquando do empate na Madeira, por Outubro. Estávamos, mas ainda fomos todos dar uma grande volta a razões, argumentos, guerras e guerrinhas. Desta vez, talvez estejamos. Perdemos dois meses inteiros entretanto. 

Serenidade e reflexão precisam-se. Gostar do Sporting ajuda. 

Segundas à noite são de #Sporting160

Às segundas ao serão (excepção feita a semana passada, que foi na terça), há pelo twitter uma conversa simpática e informal com um twitter sportinguista, escolhido pelo João Castro. É uma alternativa agradável aos serões futebolísticos de segunda à noite, dos quais desisti há muito tempo. O João pergunta o que nos liga ao Sporting, dá espaço ao mais elementar, que nem sempre é falado e sabe bem relembrar: onde começou? E personaliza, tenta conhecer-nos previamente para que não seja uma coisa impessoal e em série.

Calhou-me ser a entrevistada a seguir ao jogo com o Real, mas correu tudo bem. Afinal é sobre a nossa ligação ao Sporting, e essa é inabalável.

As entrevistas são depois publicadas no blog Bancada de Leão, para se poderem ler fora do twitter. A minha está aqui, e copio parte:

21 - Como vês o clube com uma massa associativa tão jovem (M/F) apesar dos poucos títulos nos últimos anos? 
Revejo-me um pouco. O Sporting foi campeão em 82, eu tinha 5 anos, não me lembro. Só voltou a ser em 99/00 e eu cresci a ser do Sporting, quis ser sócia aos 15, estávamos em 92, naturalmente não foi por títulos. No fundo lembro-me de tantos títulos como alguns deles :) os mais pequeninos serão como eu fui, digo eu. É do Sporting quem gosta do Sporting. E quem resiste!

Para seguir estas entrevistas no twitter (não é preciso ter conta), basta seguir a hashtag #Sporting160, ou espreitar a conta do @castrojr76

Só mais uma coisa ainda sobre o último jogo

Gostava de dedicar os três golos inteirinhos ao senhor que, ao ver o meu cachecol, encetou a seguinte converseta:

- Vai ver o Sporting?

- Vou vou...

- E é para ganhar? A seguir à Europa nunca ganham! EHeHEEHHEEHeHEEHEHEHEHe!

Adorou o seu próprio número humorístico, tão fofo. Se pudesse cortava-o aos bocadinhos para ser muitos iguais. 

Depois ainda me contou uma das hilariantes piadas sobre Pedro Dias e o Sporting Campeão que circulam por estes dias.

Para que é que insistem? Tenho a idade que tenho, sou do Sporting desde que me lembro. Ainda há quem ache que surpreende com piadas sobre campeonatos não ganhos?

Afinal não lhe quero dedicar nada, a vitória é nossa e só nossa.

Isto são só umas horas, depois passa. Mais ou menos.

Nada está perdido, não se trata disso. E quanto a esse tema, gostava de partilhar o que diz o Sportinguista.

Além de também eu não ter desistido, há três pontos que saliento deste post:

Exijo que saibam o que o Sporting representa para os adeptos e que carregam uma bandeira (...)

Exijo que sejam profissionais na mesma medida do nosso amor

Exijo que percebam a sorte que é ser do Sporting;

Não há muito mais a dizer a seguir aos dois últimos jogos. Ou quatro, vá, mas nos dois últimos foi mais evidente uma ineficácia que não deixa muitos argumentos. Com o Dormund houve atitude e em Guimarães três golos. Não é um caso em particular, e isto não quer dizer que está tudo mal na equipa. Temos bons centrais, um Schelotto que começa bem, descarrila pelo meio e corre para apanhar o fim, Um Bas Dost que não tem culpa que não lhe chegue sempre a bola. Não é uma culpa de alguém em particular, mas também não é mérito de nenhum. Vendo a cara do Ruben Semedo no final do jogo, percebe-se que não somos só nós a achar que aquele resultado soube a derrota. E não é saber a derrota por merecermos mais um golo - que até merecíamos -, ou erro do árbitro, ou anti-jogo - que também existiu, não discuto isso. É saber a derrota porque sabemos e podemos mais que isto.

Queriamos estar todos alinhados, estamos agora? Estamos unidos num "Ok, alguma coisa tem de mudar nestes jogos"? Espero que sim, é essa sintonia que faz um clube.

Isto passa-me, nem sequer está em causa quarta-feira estar em frente a uma TV às 19:45. Mas que mói, mói.

Entretanto, por Madrid

Os nossos sub-14 disputam mais uma vez a Madrid Football Cup U14, que ganharam o ano passado, como ilustra a fotografia do post.Este torneio conta com 24 equipas e os nossos leões passaram em primeiro num grupo de seis equipas.

À hora a que escrevo este post estão a jogar os quartos de final, frente ao JFA Japón.  

Para saber mais e acompanhar resultados, deixo o site e página de facebook.

Que possa ser nossa uma vez mais! 

alcobendas.png

 

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