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És a nossa Fé!

Bem, ao menos é Sábado.

Vamos deixar de fora os eufemismos: o Sporting está fodido. Não há sugar coating possível para melhorar isto. E o maior problema do Sporting é não ter só um problema mas sim vários.

Confiança

O Sporting é um clube traumatizado. E não é de hoje. Já em 2010, Paulo Bento dizia que os jogadores do Sporting tinham ficado complexados quando viram o Benfica de Jorge Jesus a jogar à bola e que isso os inibiu.

Não sei, nem sabe ninguém(?), porque cantamos o fado neste tom traumatizado mas é cada vez evidente que o Sporting não consegue "performar". É um clube que vive assustado com o que se passa lá fora, com medo da concorrência. Basta ver outros dois casos recentes. Em 2015/16 andámos no primeiro lugar a tremer até sermos ultrapassados pelo Benfica, depois disso ganhámos todos os jogos de forma convincente até ao final do campeonato. O outro caso é também bastante exemplificativo. Na recta final do campeonato passado, já sem pressão, conseguimos uma série de vitórias que nos aproximou do Porto. No momento em que podemos incomodar o Porto e tentar passar para a frente, empatamos em casa com o Tondela.

Um amigo perguntou-me "Se o Sporting jogasse com Gabriel e Taarabt no meio-campo contra um Benfica com Bruno Fernandes e Wendel, por quantos achas que perdíamos?". E é verdade.

Paulo Futre e João Moutinho saem do Sporting para vencer títulos europeus pelo Porto.

Se o John Holmes fosse o Sporting, tinha morrido de SIDA na mesma mas virgem.

 

Competência

O Sporting teve duas oportunidades para contratar Rafa, em ambas falhou para Braga e Benfica. Ontem marcou-nos dois golos. Também Cervi chegou a ter tudo pronto para assinar pelo Sporting mas alguém saiu do quarto de hotel sem ter o papel assinado e alguém do Benfica bateu à porta.

O Sporting teve a oportunidade de reclamar da dualidade de critérios que afastou Coates do derby enquanto permitiu que Ruben Dias jogasse, não o fez. O Sporting teve oportunidade para criticar a exibição de Jorge Sousa contra o Porto, ontem esteve no VAR.

O Sporting já podia ter vendido Bruno Fernandes, por mais ou menos dinheiro, mas mantém esta angustiante espera que não é benéfica para ninguém. Também podia já ter contratado o ponta de lança que precisamos.

O Sporting ofereceu Esgaio, Wilson Eduardo e Palhinha ao Braga. Também "dispensou" Ivanildo Fernandes e Matheus Pereira para ficar com gente pior.

 

Visão

No Sporting não se compreende a importância da Fé do adepto. Da ligação emocional criada com o clube. No Sporting não há ídolos. Até Bruno Fernandes, provavelmente o melhor jogador dos últimos trinta anos, é tratado como "rato".

O Sporting não percebe que o adepto não quer saber dos balancetes ou dos exceis, o adepto quer encher-se de esperança e manter essa chama viva até ao mais longe possível na temporada. O adepto quer acreditar que o Sporting, se quisesse, podia ir buscar o Cristiano Ronaldo outra vez.

O Sporting não percebe que o discurso miserabilista só afasta as pessoas. Que sermos coitadinhos não traz nenhuma vantagem, antes pelo contrário.

Dizer que não há dinheiro não é aceitável quando se geriu (gere?) mal os activos que se tem. Para ficar em quarto (ou quinto) não é preciso ter reforços a receber 2M/ano. Para ficar em quarto (ou quinto) um Pedro Mendes é melhor que um Jesé. Um Joelson é melhor que um Fernando. Um Esgaio é melhor que um Rosier. Um Palhinha é melhor que um Doumbia. Um Wilson Eduardo é melhor que um Bolasie.

Cegos, há anos.

 

Futuro?

Haverá, sem dúvida. Mas ainda é preciso tanto trabalho para que possamos começar a pensar em voltar alguém relevante no mundo do futebol.

Bem, ao menos é Sábado.

O que o árbitro quiser

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Semana exemplificativa do que é desporto nacional por estes dias.
Na sexta-feira, o Desportivo de Aves apanhou-se a vencer no Estádio da Luz. O árbitro, Carlos Xistra, conseguiu ver um penalty que permitiu o empate e catapultou o Benfica para a vitória.


Um par de horas depois, o Moreirense marca um golo contra o Porto e meia-dúzia de minutos depois prepara-se para fazer o 2-0 quando o árbitro, Artur Soares Dias, escolhe apitar antes da bola entrar, não dando hipótese ao VAR de averiguar se o golo seria legal ou não. O Porto apanha balanço e acaba por vencer o jogo.


Já no domingo, o futebol feminino deslocou-se ao Estádio da Tapadinha para defrontar o Benfica na primeira jornada da Taça da Liga em futsal. O Sporting vencia por 2-1, graças a um golo de levantar o estádio de Diana Silva, quando a árbitra, Catarina Campos, inventa um penalty de Carole Costa e acaba por expulsar a central Sportinguista. O Benfica acabou por empatar o jogo.

O domingo não fecharia sem mais um exemplo gritante. Na final da Taça da Liga, o Benfica atinge as cinco faltas a sete minutos do final. Um minuto depois, faz a sexta falta sobre Cardinal. Em qualquer outro lado do mundo seria livre direto para o Sporting. Mas no Pavilhão do Centro de Congressos de Matosinhos, o árbitro, Rúben Santos, assinalou a falta ao contrário. Na sequência do lance, o Benfica acaba por se adiantar no marcador e vencer a partida.

Terça-feira, mais um jogo onde o Benfica se encontra a perder em casa e o árbitro, Artur Soares Dias, a "mando" de Rui Costa perdoa a expulsão a Rúben Dias. Como nenhum outro resultado é permitido em Portugal, o Benfica acabou por vencer o jogo.

Amanhã joga-se o derby da cidade de Lisboa. Um jogo histórico do qual Coates foi afastado por um árbitro, Tiago Martins.

Ferran Soriano escreveu um livro chamado “A bola não entra por acaso” e é bem verdade. Infelizmente, em Portugal, o resultado não é ditado pelo mérito, nem pela sorte do jogo ou pela estrelinha de campeão. O resultado é o que o árbitro quiser!

Carlos Xistra e o VAR salvam o Benfica de derrota humilhante

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Aos 20 minutos já o Desportivo das Aves, último classificado, vencia no Estádio da Luz o campeão em título e primeiro classificado da Liga Bordel Portuguesa. Weigl estava a fazer uma exibição cinzentona e o Benfica meteu em campo os seus verdadeiros reforços: Carlos Xistra e o VAR.

 

Xistra expulsa, e bem, André Almeida mas o VAR manda-o erradamente recuar na decisão.

 

 

 

Momentos depois, Xistra inventa esta grande penalidade a favor do Benfica. Grande penalidade que, por "motivos técnicos", o VAR não teve como validar ou contestar. A inexistente penalidade é assinalada por uma não-falta sobre Vinicius que devia ter sido expulso minutos antes por agredir o guarda-redes do Aves, algo que nem o Xistra nem o VAR viram.

 

 

 

Estava feito o empate. E, para piorar tudo, o golo que sela a reviravolta é por André Almeida, que havia sido expulso.

É este o campeonato português. O campeonato da mentira que nos enfiam pelos olhos semanalmente enquanto nos embalam com cânticos sobre constipações.

É neste futebol e neste país que vivemos. Triste, muito triste.

Como nascer um furúnculo no rabo

"Em 26 anos, nunca pensei assistir a uma coisa daquelas. Resumindo, fomos motivo de chacota. O sr. presidente chegou a dizer-nos, mais propriamente ao meu treinador, que não estava preocupado com a Taça de Portugal. 'Oh Jorge, estás preocupado com a Taça de Portugal? A Taça de Portugal, para mim, é como nascer um furúnculo no rabo'", terá dito Bruno de Carvalho, de acordo com Mário Monteiro.

É claro que as coisas têm que ser contextualizadas e tínhamos acabado de ficar fora da Liga dos Campeões mas, para o Sporting, ganhar a Taça de Portugal não pode ser tão pouco apetecível como nascer um furúnculo no rabo. Nunca.

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Ontem Rui Patrício confirmou, sem surpresa, que o plantel negou um prémio de quinhentos mil euros para vencer o jogo contra o Benfica.

A informação pareceu chocar muita gente mas, na minha opinião, foi uma decisão bastante sensata. Quando se está numa relação profissional que se pode considerar tóxica, ao aceitar dinheiro adicional para realizar o nosso trabalho estamos a passar a idea de que a nossa dignidade tem um preço

O plantel escolheu não aceitar esse dinheiro e manteve a sua moral no higher ground.

Todos sabemos o triste desfecho dessa época mas de serem mercenários para ganhar jogos ninguém os pode acusar. Já sobre as rescisões tenho outra opinião.

Estamos nisto sozinhos?

Hoje o Sporting perdeu. Jogou o suficiente para não perder mas perdeu. É a dura realidade. Acabamos esta jornada de volta ao quarto lugar, a dezasseis pontos do primeiro lugar e a doze do segundo. Não faz sentido atirar a toalha ao chão mas também não faz sentido andar a fazer sugar coating.

Para mim, a grande derrota da noite não foi em campo. Foi no momento imediatamente a seguir. Alex Telles devia ter sido expulso ainda na primeira parte. Nem falta Jorge Sousa assinalou. E nós nem um piu. Silêncio, calados, resignados, vergados.

 

Eu, como outros Sportinguistas, não preciso que a direção critique a arbitragem para saber se foi boa ou má. Mas, depois de um fim-de-semana onde há um penalty não assinalado de Rúben Dias e uma expulsão perdoada a Alex Telles, é deprimente ver Sportinguistas a dar o peito, olhar para trás e não ver ninguém. É deprimente perceber que não exigimos que nos respeitem.

Eu acredito que esta direção ainda pode dar muitas alegrias ao Sporting. Mas não é aceitável que não exija o respeito dos restantes stakeholders do futebol português. Termos Sportinguistas lixados (com F) com isto e ver a direção calada é pior que um murro no estômago. É uma chapada da dura realidade. Estamos nisto sozinhos?

Sporting Sempre!

Afinal quem é que sabia?

Quantas vestes foram rasgadas nas pouco menos de cem horas que separaram os jogos contra o Lask e contra o Santa Clara?

Uma vergonha o onze, não se devia ter gerido pois havia um pote onde era preciso ficar e estávamos a comprometer o futuro na Liga Europa (onde nem devíamos ter estado pois devíamos ter ficado em sétimo no ano passado).

O relógio é inimigo do ansioso e o melhor amigo do paciente. Hoje, após a dupla deslocação aérea, sabemos que, apesar de estar no pote do terror, vamos enfrentar o İstanbul Başakşehir (nada está ganho mas parece mais acessível que Arsenal, Manchester United, Ajax, Inter de Milão, Sevilha ou Salzburgo). Sabemos também que o Sporting enfrentou um organizado Santa Clara e venceu sem contestação.

Talvez Silas perceba um bocadinho mais de futebol do que quem opina...

Viremos agora agulhas para o difícil jogo contra o Portimonense no próximo sábado. Como diz o colega escriba Pedro Correia, o caminho faz-se caminhando. E será tão mais seguro o caminho do Sporting quanto os sócios e adeptos ajudarem a limpar os obstáculos da estrada.

Sporting Sempre!

O pânico de Luís Maximiano durante o Ataque a Alcochete

Seguem-se frases ditas por Luís Maximiano, hoje, durante mais uma sessão do julgamento de Alcochete. Leiam com atenção, imaginem o pânico e o horror que deve ter sido.

Estava a começar na equipa principal, era um sonho desde pequeno e pensei ‘O que é isto?’. Claro que fiquei assustado com o que vi acontecer, com receio de jogar e que viessem ter comigo também. Ficámos todos parados com o que aconteceu, ninguém teve capacidade de reagir perante aquilo.

 

A imagem que tenho é a do Vasco [Fernandes] tentar fechar a porta e ser empurrado, de entrarem as pessoas todas com máscaras, com capuz. Foi aí que percebemos que era algo mais sério… Da nossa parte não houve nenhuma conversa, foram logo em direção ao Rui [Patrício], ao William [Carvalho], ao Battaglia, ao Acuña…

 

Ao Rui vi que puxaram a camisola e acho que lhe deram um murro no peito, estava lá pelo menos um.

 

Com o Battaglia não sei quantas pessoas estavam lá porque estava na zona das macas, mais perto da porta, e atiraram o garrafão.

Ao Ludovico [Marques], o estojo atingiu-o penso que de frente, só vi o estojo de higiene a voar.

 

O Montero levou um estalo, um indivíduo veio por trás e deu-lhe um estalo na cara. Estava de pé e ouvi-o dizer ‘Mas porquê eu?’.

 

O Misic levou com o cinto na zona da cara, estava sentado e um indivíduo chegou lá e deu-lhe com o cinto.

 

O Acuña levou um pontapé mas acho que o empurraram para dentro do cacifo, havia mais do que um à volta dele. Estavam todos de cara tapada, só vi um com o cinto na mão. Se chegaram a tentar falar? Não, entraram e começaram logo a agredir.

 

– E sabe se algum colega seu precisou de assistência médica?
Sim, o Bas Dost, abriram-lhe a cabeça.

 

Mathieu acrescentou:

Naquele dia liguei logo para a minha mulher, porque não sabia se ia voltar a casa. Este episódio vai ficar para sempre na minha memória. Ainda hoje no final dos jogos me lembro deste episódio muito forte.

 

E ainda há quem desvalorize o que se passou. Como é que isto foi/é possível?

O momento determinante do jogo

O Sporting foi para o intervalo com uma confortável vantagem de três golos e o segundo tempo avizinhava-se um passeio no parque mas, aos quarenta e seis minutos, o PSV apareceu na área e criou a oportunidade para aquilo que podia ter sido o 3-1 e o princípio de quarenta e quatro minutos de nervos e coração nas mãos.

Felizmente houve Max. O jovem guarda-redes disse "presente" e defendeu o golo quase certo. Esta defesa manteve a equipa tranquila e ajudou a que a segunda parte fosse efectivamente mais fácil para o Sporting.

Os jogos são um somatório de momentos e neste momento Max foi determinante para a vitória folgada que se conseguiu.

Fazer a diferença

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Há muito que a expressão "Ser Sportinguista é ser diferente" não nos enche com o orgulho que era hábito. Mas não é por isso que não se deve fazer a diferença.

Todos sabemos que a época não está a ser excepcional mas há talento no plantel e sapiência na cabeça de Silas para dar a volta e acabar por cima. Tudo isso pode ser capitalizado com o apoio dos sócios e adeptos do Sporting Clube de Portugal. Com o José de Alvalade cheio E A APOIAR será sempre mais fácil lutar pela vitória.

Na próxima quinta-feira, o Sporting faz o decisivo jogo contra o PSV em Alvalade. Ganhando, apura-se imediatamente para a fase seguinte da Liga Europa. Preferem ser dos que estão a torcer para que as coisas corram mal ou estar lá, de pulmões cheios, a fazer a diferença pela positiva? É fácil ajudar, basta comprar o bilhete e apoiar o Clube que dizemos ser "O Nosso Grande Amor".

Os empurrõezinhos

O jogo de ontem que opôs o Vizela ao Benfica é o resumo perfeito do futebol português nos últimos dez anos: O Benfica estava a perder e a não conseguir jogar nada. Preparava-se para o descalabro quando um jogador do Vizela é expulso. E assim é sempre, há sempre um fora-de-jogo ao adversário, um amarelo que se transforma em vermelho ou até um golo duvidoso. Os árbitros não estão em campo para ajuizar o comportamento dos atletas, estão em campo para impedir que o Benfica caia, empurrando-os na "direção certa".

Foi assim ontem, como todo o ano passado, como toda a última década. Para os adversários do Benfica não há "avisos", é logo amarelo. E não podemos dizer que é uma questão de critério do árbitro porque o critério é bastante claro: o critério é beneficiar o Benfica.

Talvez isto ajude a explicar o porquê da vergonhosa performance na Europa onde até no futsal levaram dois cabazes esta semana. Lá fora, na civilização, não há toupeiras. Por cá, onde vão surfando a onda da máquina de lavar, fazem o que querem, quando querem, como querem e a quem querem.

O campeonato português é a luta pelo segundo lugar porque o primeiro há muito que sabemos que já está entregue. O passeio assim o dita.

À procura do flautista perdido

Ratos e crianças, as vítimas de um flautista enganado e desiludido pelas gentes de Hamelin em 1284. Se os ratos se afogaram, as crianças diz-se que foram levadas para uma gruta e nunca mais foram vistas.

Começo a acreditar que são essas crianças os antepassados dos Sportinguistas. Ou, pelo menos, de alguns de nós. É deprimente verificar a facilidade com que se corre cada vez que se ouve um assobio. Soe o assobio a magnata da banca ou a comentador desportivo, o Sportinguista só pensa no próximo flautista para ver se o ajuda a sair da gruta.

É hora de deixar para trás 1965, abandonando, e fazendo jus, aos "The Changin' Times", e abraçar a Mama Cass Elliot sabendo que podemos fazer nós a nossa própria música. Basta querer.

 

Nobody can tell ya;
There's only one song worth singin',
They may try and sell ya,
'Cause it hangs them up to see someone like you.
But you've gotta make your own music
Sing your own special song,
Make your own kind of music even if nobody else sings along.

Comentadores afectos ao Sporting? Não me parece...

Os comentadores afectos a Sporting sempre foram independentes da direção e, muitos deles, até com sonhos de poder. Isto acaba por ser um sinal do quão democrático é o nosso Clube mas também acaba por invarialmente se tornar um problema quando as agendas ultrapassam os interesses do Sporting. É que quando a bola entra, reduz-se a contestação e a probabilidade de outro subir ao poder.

O mais recente comentador afecto ao Sporting na rádio/tv é Bruno de Carvalho. O programa onde comenta chama-se "Comentário com Assinatura" e passa na Rádio Estádio às 12h30 de sexta-feira. Ainda tive esperança que quisesse ser útil ao Clube mas rapidamente me desiludi. Na última emissão, durante uma hora, Bruno de Carvalho conseguiu falar mal de:

- Jorge Jesus (só é bom no primeiro ano)
- Varandas (não disse o que sabia sobre 15/16, suspende protocolo com os goa, envia beijinhos, não respeita os mais velhos [JL é mais velha que ele], não tem raízes africanas, quer continuar a ser presidente)
- Antiga equipa técnica de JJ (é por causa deles que JJ só é bom no primeiro ano)
- Sousa Cintra e Torres Pereira (por voltarem a activar o protocolo com os GOA)
- Pessoas que não pesquisam
- Pessoas que são ignorantes e fazem por ser
- Pessoas que são desonestas intelectualmente
- Rui Santos (colega de profissão, por chamar doutor coragem, desprovido de inteligência e decência)
- João Sampaio (não perdoa os GOA por o ter atacado, e ao seu pai, com ovos)
- Miguel Cal (por dizer que era preciso repensar a política das claques)


- Miguel Afonso (diz que o seu carro foi apedrejado) - premiado com um cargo nas modalidades
- Pedro Marques (Tantun)
- Pedro Luciano Silveira - Ala casuals (audio whatsapp, premiado com esports quando na realidade já lá estava)
(todos ligados às manifestações que pediam a queda do antigo-CD)


- Cândida Vilar (grita no tribunal)


- Pessoas que não perceberam a piada do Belfodil
- Pessoas que não percebem a palavra "putativo"


- Rogério Alves (pivot, n.º 10, não se afirma como candidato. Quer estar na sombra mas com poder, garante do Varandas, não cumpre os estatutos)
- Grupo Stromp
- Benedito (membro do grupo Stromp)
- Dias Ferreira (membro do grupo Stromp, em reflexão constante, conjuga-se com a equipa de Carlos Vieira)
- Ricciardi (membro do grupo Stromp, o advogado é Rogério Alves)
- Carlos Vieira (vê em RA o garante legal de se poder candidatar às próximas eleições, fala com Inácio e Helder Amaral)
- Pedro Baltazar (tem reuniões com Benedito e próximo de Carlos Vieira)
- Poiares Maduro (tem reuniões com Benedito e próximo de Carlos Vieira)
- Helder Amaral
- Augusto Inácio
- Luis Filipe Menezes (demonstrou em círculos privados ser candidato)
- Tomás Froes (trabalha com a FPF, genro de Carlos Barbosa da Cruz (o da Cofina) e foi braço direito de Pedro Baltazar)
- Pedro Madeira Rodrigues (ultrapassou Tomás Froes, aguarda por Froes/Pedro Baltazar/Ricciardi, é um projecto adiado)
- Godinho Lopes (fez uma lista de "saco de gatos")


- Pessoas que o contactam para ir para a SAD
- Pessoas que dizem que o contactaram para ir para a SAD
(procuradores dos 30%)


- Pessoas que cometeram irregularidades e ilegalidades nas Assembleias Gerais
- A sociedade que aceita as irregularidades e ilegalidades nas Assembleias Gerais
- 71% dos sócios

 

Tal como ele, há outros. No grande jogo dos egos, ninguém parece aparecer publicamente para defender o Sporting.

FORSSA PRAZIDENTE

Já não bastavam os vídeos de Ricciardi, temos agora Bruno de Carvalho a lançar um novo a cada doze horas. Uma pseudo-competição pelo título de macho-alfa das redes sociais.

Os likes e os comentários são sempre os mesmos. "Tu é que és o nosso presidente", "Força", etc. As pessoas têm toda a legitimidade para não se reverem em Varandas, têm toda a legitimidade para quererem Ricciardi, Bruno de Carvalho ou qualquer outro. Têm é que perceber que o Sporting não se governa com vídeos de 10 segundos onde se tenta fazer uma anedota.

E quem é que pensa no Sporting? Isto é tudo mau demais.

O Sporting é um assunto demasiado sério para ser levado neste tom. E se nenhum dos dois percebe, não merecem a visibilidade que têm no Universo Sportinguista.

Beijinhos, abraços e muitos palhaços

As Assembleias Gerais do Sporting estão transformadas numa espécie de espetáculo de Trash Television mas com as Redes Sociais a ocuparem o lugar da televisão. Há sempre um cheiro a curiosidade mórbida no ar, todos querem saber o quê e quando vai correr mal. As Assembleias Gerais do Sporting são um barril de pólvora que, acreditem em mim, vai rebentar e magoar muita gente.

Ontem foi só mais um exemplo. Os mesmos, sentados no mesmo sitio, a repetir a mesma ladaínha vezes e vezes sem conta. Desta vez com um reforço de peso: as claques.

"Varandas, cabrão, pede a demissão"

Sou completamente a favor das manifestações de opinião. Das palmas e dos assobios nas devidas alturas. Sou é também contra qualquer tipo de ofensa e atitude menos séria só pelo simples facto do eleito não ser aquele em que eu votei.

O grande erro de Varandas e, neste caso, de Rogério Alves é não mandar retirar da sala quem não se está a comportar devidamente. As pessoas que estão interessadas na AG não têm que levar com horas de ofensas. AG após AG, sempre os mesmos, sentados no mesmo sitio, a repetir a mesma ladaínha.

Frederico Varandas caiu no erro de reagir à provocação e mandou um beijo para a plateia. Não me choca, porque um tipo não é de ferro, mas é um sintoma de descontrolo. O Presidente do Sporting Clube de Portugal tem que ter força suficiente para não reagir negativamente. Ainda assim não deixa de ser curioso que alguém se ofenda com isso, principalmente alguém que durante meses repetiu "beijinhos à sua mãe".

"Mas não foi ele que se propôs a unir o Sporting?"

Não se pode unir quem não quer ser unido. Hoje em dia, há gente que não quer ser do Sporting, só quer o caos no Sporting.

Vice do pai de Bruno Lage atacou Silas

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Se na vida ainda há espaço para elas, no desporto acredito cada vez menos em coincidências.

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Após o anúncio de Jorge Silas como treinador do Sporting Clube de Portugal, Cláudio Saúde veio a palco criticar Silas, Varandas e inclusivamente o Sporting. Este ataque veio coberto com o manto do nível do treinador, humildade e inclusivamente pagamento de cotas.

Ter alguém a criticar o Sporting é tão normal como o sol nascer todos os dias. Mas Cláudio Saúde não é um "alguém" qualquer. Cláudio Saúde é, segundo o seu Linkedin e a página da ANTFS, Vice-Presidente da Associação Nacional de Treinadores de Futebol de Setúbal.

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Encontramos aqui já um conflito de interesses mas, infelizmente, não estamos nem a meio do poço. A Associação Nacional de Treinadores de Futebol de Setúbal é liderada por Fernando Lage Nascimento. Sim, esse mesmo, pai de Bruno Lage!

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Fernando Lage, membro de um órgão teoricamente isento, não se inibe de pavonear o seu benfiquismo, como se pode ver pelo seu facebook.

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Repito agora o que escrevi no início do post. No futebol nacional nada acontece por coincidência. O que aconteceu foi um ataque ignóbil ao treinador do Sporting Clube de Portugal por parte vice-presidente de uma instituição "isenta", liderada pelo pai do treinador do benfica.

Podemos nós confiar nas instituições em Portugal? É cada vez mais certo que todos juntos ainda somos poucos para combater isto. Mas de uma coisa tenho a certeza: não nos vergarão!

 

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