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És a nossa Fé!

Aplauso, de pé

Cuscando o "Tu Vais Vencer" e relevando esta intervenção do presidente Frederico Varandas.

Claro que espero pelo defeso para o ver tomar posição firme sobre o assunto arbitragem e espero que a sua exigência, ou mero pedido tomem como quiserem, para a final da Taça de Portugal seja atendida. De valor era terem os tomates do orelhas e colocarem um árbitro, inglês por exemplo, a apitar esse jogo, mas não me parece que os tenham desse tamanho.

Aliás, o presidente disse o que disse ontem e já hoje um padre, no Futsal, tratou de fazer o resultado.

Respondam-me, são ou não uma cambada?

Tolerância zero

Não "toco" de assobio, mas alguém chamou a atenção para o negócio Gelson Martins.

Gostava que todos quantos aqui vêm e todos os sportinguistas, já agora, analizassem este negócio e retirassem as ilações que dele há a retirar e que o comparassem com anteriores negócios de outros jogadores, "saídos e entrados". Com percentagens de passes e com valores envolvidos, etc.

Não conheço os termos do acordado, mas pelo que leio na imprensa, parece-me um mau negócio, ou se quiserem um negócio por verbas abaixo do valor de um atleta (Gelson) e muito acima do valor de outro (Vietto), que recordo, veio apenas, passe a imagem, com uma perna (50% do passe). Gostava sinceramente, para bem da transparência, que se conhecessem todos os contornos deste acordo, recordando que Sousa Cintra recusou no Verão passado 22 milhões por uma percentagem de entre 60 a 70% do passe, mais 10 milhões por objectivos. Pergunta para queijinho: Em quanto foi valorizado Vietto neste negócio e o que terá mudado desde que o presidente do Sporting bateu com a porta e exigiu 105 milhões pelo jogador?

 

Nota: Apenas comparações com negócios semelhantes, não venham com flops e outros que tais e conversa fiada. Exemplos concretos por favor e semelhantes.

Em jeito de telegrama

Não sou adivinho ponto não sei se clube estaria melhor ou pior ponto soubesse teria acertado euromilhões ponto dava imenso jeito ponto  massa de que são feitos sportinguistas extraordinária ponto bom caminho ponto juntos levaremos Sporting glória ponto falta campeonato para perfeição ponto próxima época ano zero ponto exigência máxima ponto

Hóquei na areia

Já disse várias vezes que a minha "máquina" não aguenta estas situações de tensão e também acho que já referi que o hoquei em patins é a minha modalidade favorita a par  do futebol, de modo que me muni da toalha (regressei de Tomar na manhã deste domingo) e fui até à praia aqui em frente com o telefone e uns fones. Na cabeça um cap. 

E lá fui vendo e ouvindo as peripécias do jogo, com a pulsação a duzentos e dando uma saltada à água, para arrefecer a temperatura. Quando ao intervalo vencíamos por 4-1 e eu fui apanhar meia-dúzia de ouriços para comer logo ali (hão-de provar, é uma iguaria do outro mundo), estava com algum receio que se repetisse o "fado" do jogo de ontem com a lampionagem, mas felizmente os rapazes estiveram mais atentos e competentes e na segunda parte controlaram o jogo e ainda marcaram mais um, sofrendo apenas também um golo.

Devo ter feito alguns gestos esquisitos, já que alguns praístas me olharam como se fosse doidinho, mas é verdade que saltei e gritei de cada vez que a redondinha beijou o véu da noiva (eu penso que nada de muito exagerado, mas...).

E portanto, desde os meus 16 anos que não tinha uma alegria como esta, enorme, com o hóquei em patins. Parece fácil, parece simples, parece pouco, mas já vamos em 35 títulos europeus. A maior potência desportiva nacional e uma das maiores do mundo.

Parabéns a todos os que contribuiram para este enorme êxito.

Desculpem, pode parecer deslocado, mas...

12-camolas.jpg

 

Lembro-me bem dele, quando (eu) era apanha-bolas no meu União e o facto de ter jogado pelo nosso rival (sendo campeão por dois anos consecutivos) não me impede de relembrar e homenagear aqui um grande jogador e um homem de fibra, que nos deixou ontem, vítima de avc. É também um regresso à minha infância e juventude, quando o União andava entre os grandes e se batia galharda e valentemente em todos os campos.

 

Não havia necessidade

 Rui Costa é um péssimo árbitro, creio que ninguém que lê estas linhas terá dúvidas disso, portanto a culpa de Rui Costa continuar a apitar jogos de futebol não é dele, é de quem o deixa continuar de apito em riste.

Posto este considerando, a 90 metros eu vi que houve falta de Acuña sobre um vimaranense. Confesso que àquela distância não posso afiançar que foi fora da área (não sendo agarrão, a falta deve ser marcada onde começa), mas pareceu-me e parece que o meu olho de lince não me enganou. Acresce dizer que o VAR não pode actuar aqui e uma vez que depois deste lance a bola foi recuperada pelo Guimarães e depois perdida para o Sporting, o golo, do ponto de vista do VAR é, como diria o outro, limpinho, limpinho.

Do que eu acho que não havia necessidade, era da reacção dos elementos do banco do Guimarães e até dos jogadores, tão mansinhos uns e outros com outros emblemas. Em bom francês, a diferença entre refilar por lhe meterem um dedo no sim senhor e se deliciar com o braço todo no dito cujo, if you know what I mean...

Também não havia necessidade de nos fazer sofrer quinze minutos no início do jogo, para depois fazer durante quarenta e cinco minutos uma exibição muito consistente, talvez a melhor da época, podendo até ter acontecido uma goleada das antigas, se têm entrado as três ou quatro para golo que o GR do Vitória negou aos nossos rapazes e se a baliza sul tivesse só mais um bocadinho assim de largura e altura e já lá não batiam com estrondo quatro bolas (antigamente a bola teria lá batido quatro vezes, mas agora há mais bolas que jogadores, de modo que é mais correcto dizer que foram quatro bolas... adiante!) que seriam outros tantos golos. Marcaram dois, o primeiro de Raphinha muito bom e o segundo, de P...Filipe, pleno de oportunidade, numa jogada que começou em Renan, passou por Raphinha e este serviu com "açucar" para o compatriota fazer um belo golo, também.

Depois alguém se lembrou que o Porto ontem deixou perder dois pontos "sem jeito nenhum" e o jogo mudou, para pior do ponto de vista exibicional, mas para melhor do ponto de vista da consistência defensiva. Não me lembro de qualquer defesa digna desse nome por parte de Renan e de a defesa perder qualquer lance no "um-para-um". A equipa está hoje melhor do que a que perdeu o jogo em Guimarães e até melhor, apesar de menos entusiasmante, que a equipa dos primeiros jogos de Keiser no banco, porque está mais consistente em todos os sectores, apesar de alguns erros de casting que o holandês teima em convocar, em detrimento dos jovens da formação. Controlou pois o jogo e o resultado de forma superior.

Estivemos lá hoje mais de 40 mil, numa festa bonita que trouxe os núcleos a Alvalade. Por acaso à minha volta os meus vizinhos de bancada foram todos para a praia mas, hoje como ontem, os lugares de época foram e bem contabilizados.

Para terminar, quem diria que ainda podemos, num golpe de sorte é certo, chegar ao segundo lugar?

Auditoria

Tenho por método e forma de estar na vida, ser em tudo prudente. Não sou negociante, mas nos poucos negócios que faço peso várias vezes os prós e os contras até me decidir.

Com este tema da auditoria forense estava mais ou menos assim, esperar para ver e depois retirar as minhas conclusões, sem ser preciso que alguém me assobiasse, o que é também meu timbre.

Às vezes esta minha atitude prudente pode ser-me prejudicial, mas a minha consciência fica de bem com ela própria e comigo também. Foi assim com o anterior presidente, até não poder mais apoiá-lo.

Este intróito vem a propósito do post do meu colega de blog António de Almeida. Legítimo e até oportuno, dando a conhecer aos sportinguistas uma matéria que nos interessa a todos. O que me leva portanto a falar sobre um assunto sobre o qual tinha feito a mim próprio a promessa de apenas falar lá mais para a frente, quando a água ficasse límpida. Não é António de Almeida culpado de coisa nenhuma, claro está, ele apenas nos indica um caminho para a informação, legitimamente como já escrevi, mas sendo um assunto que diz apenas e só respeito aos sportinguistas e mais concretamente aos associados, por que carga de água está um relatório que é um documento interno de uma colectividade, alvo até de denúncia às autoridades de investigação criminal, escarrapachado num jornal diário para que todos os que queiram a ele tenham acesso?

Sendo que há até juristas com créditos, nos corpos sociais do clube, faz-me muita confusão que se forneça informação relevante para a vida do clube, fora dos circuitos normais de informação do Sporting. Que diabo, bastava um e-mail para os sócios (sim, nem todos têm, mas pelo menos a esses chegava) um dia antes, pelo menos cumpriam-se os mínimos exigíveis, mas não, optou o CD por divulgar um documento tão importante como este, parecendo-me que o presidente e demais membros do órgão não estiveram presentes no último jogo em Alvalade, onde pela primeira vez se viveu um clima de apaziguamento (não sei se real, se aparente, mas ele existiu).

Lá na minha terra diz-se que com atitudes destas se está a apagar fogos com gasolina. Só espero que não volte outro bombeiro...

Que tédio

Sair pé do mar, num domingo à nôte para ir assistir a um jogo de bola, fazer para isso cerca de 100 km, pagar 5,80€ de portagem e regressar devagarinho porque chovia que Deus a dava (a 60 km/h quase todo o caminho), para quem estava ali mesmo à babuje do estádio, por enquanto, que o hábito ainda não está enraizado, é um grande incómodo.

Mas como quem corre por gosto não cansa e eles até se portaram lindamente na quarta-feira, lá saí eu de casa (eu e mais 26 mil e qualquer coisa, muito poucos) e a que é que assisti? A uma pasmaceira de jogo.

Assisti a um jogo sem cartões amarelos para nenhum dos nossos (coisa nunca vista esta época, parece-me), nem sequer para os rapazes de Vila do Conde, com apenas 30 faltas (19 nossas e 11 do Rio Ave), sem um único caso para amostra, um penálti indiscutível e indiscutido, uma equipa que calmamente chegou ao 3-0 e depois descansou, que fez uma exibição tão certinha, tão certinha, que o momento de êxtase que quase esteve para acontecer, o inevitável golo do adversário, foi evitado in extremis pelo Renan, que não sei o que lá esteve a fazer, sinceramente, o Kaizer é um nabo, p'ra quê guarda-redes?

E assim se passou mais uma jornada, sem nada a acrescentar, sem se poder dizer mal do treinador, sem cascar no Gudelj, sem azucrinar as orelhas do Wendel. Até as claques hoje se portaram bem. Até houve hola, até houve luzinhas. Que pasmaceira...

Vá lá que o Braga perdeu, única nota dissonante nesta jornada.

Suplemento de alma

Éramos 34.122 (ou 221?) e pela primeira vez em muito tempo pareceu-me que todos remaram na mesma cadência e para o mesmo lado.

 

Comentei com o vizinho "hoje ganhamos" quando "O Mundo Sabe Que" foi cantado de forma quase, quase perfeita, respeitando os tempos da música brilhante popularizada pelo Xico Alberto.

 

A equipa entrou bem no jogo, mandando nele, demonstrando ao adversário e a quem estava na bancada, que estava ali para ganhar a eliminatória.

 

Esta opinião será muito subjectiva, mas acho que assistimos talvez à melhor exibição do Sporting, esta época, independentemente de uma ou outra exibição menos conseguida, que acho não dever ser apontada, uma vez que o objectivo foi alcançado e todos, com mais ou menos engenho, concorreram para ele. A começar pelo treinador, que pela primeira vez me parece ter sabido ler o jogo de um adversário e a acabar no Gudelj, que ontem até esteve certinho (o que será um enorme elogio, acho).

 

Escrevi aqui, no Verão quente, que a vontade que tinha era de mandar o Bruno Fernandes para o cesto da gávea, mas que vibraria a cada golo que marcasse e que esperava vibrar muitas vezes. Ontem lembrei-me algumas vezes do José Navarro, que tem uma embirração de estimação com o BF, quando o capitão fazia algumas jogadas disparatadas e fê-las, fruto do facto de estar sempre "em jogo", de querer para si a bola, de querer fazer jogar, de querer contagiar os colegas com a seu entusiasmo. Um desportivo reproduz hoje uma frase de BF que diz muito do seu carácter e que é mais ou menos "diziam que estávamos a morrer, mas afinal estamos bem vivos". BF não só jogou e fez jogar, como puxou também pelas claques por várias vezes, pedindo ainda mais apoio, que ontem foi inexcedível.  E depois é capaz de marcar golos como o de ontem, bola na gaveta, sem hipótese de defesa. Será justo referir nesta apreciação Acuña, Raphinha, Coates e Mathieu que estiveram um pouco acima da média, mas o Sporting é neste momento BF e mais dez. Se isso é mau? Pode ser, mas para esta meia-final foi a chave e quando assim acontece, o que nos daria gosto era que ele por cá ficasse e que viessem outros com a sua fibra, para que a brunodependência diminuisse um pouco e o jogador pudesse ser ainda mais eficaz. BF é hoje (foi ontem claramente) um enorme suplemento de alma não só para a equipa, mas para os adeptos. Só alguém muito ressabiado poderá ainda manifestar algum azedume contra o jogador, que tem demonstrado em campo merecer ser acarinhado pelos sportinguistas.

 

Como sportinguista que se preze, hoje o meu ânimo está mais ou menos ao nível dos Himalaias, vindo em velocidade estonteante da Fossa das Marianas onde me encontrava após exibições deploráveis da equipa e para onde espero não voltar até à final do Jamor, que tenho a certeza que venceremos por um concludente 5-3. Nas penalidades, obviamente.

 

Em post anterior já falei da arbitragem. Miserável é talvez o melhor adjectivo para a qualificar. Hugo Miguel permitiu que os jogadores adversários praticassem kick-boxing com Bruno Fernandes durante quase todo o jogo e no final fez-me lembrar José Pratas a fugir dos jogadores do Porto, sendo que ontem as camisolas eram vermelhas. Repito, miserável! Condescendeu no anti-jogo do Benfica (por muito que o seu treinador queira desculpar-se - as derrotas são fodidas, não são, Lage? - foi isso que aconteceu até ao golo do Sporting), permitiu que o jogo quase descambasse para uma batalha campal, não actuou disciplinarmente quando devia, interrompeu o jogo para assinalar faltas, sem a respectiva sanção disciplinar, uma tragédia completa. E como disse, neste campo da permissão de dureza excessiva, esteve mal para ambos os lados.

 

Depois deste "parlapié" todo, em resumo, houve apenas uma equipa a querer ganhar o jogo e talvez por isso, coisa simples, ganhou!

Coisas que me incomodam

Já lá iremos ao jogo.

O que me traz aqui são duas ou três coisas que verdadeiramente me incomodam no futebol actual, não sei se apenas em Portugal, mas para o caso é o que interessa e passo a enumerar:

1- Incomoda-me ir assistir àquilo a que usou chamar-se a festa do futebol e à volta do estádio haver mais polícias, armados até aos dentes, que gente a dirigir-se para as portas. Que fique claro que a culpa não é da polícia;

2- Incomoda-me que um adepto do clube visitante não possa entrar livremente para assistir ao jogo com os adereços que muito bem entenda. Hoje à minha frente um adepto do Benfica, não tendo sido impedido de entrar (mal fora...), foi contudo impedido de usar cachecol e aconselhado/proibido de o usar, por "questões de segurança", segundo o supervisor dos porteiros. Isto não é uma guerra, sequer uma batalha, isto retira qualquer vontade de ir à bola. Que fique claro que a culpa não é dos porteiros;

3- Incomoda-me que os árbitros, regra geral, sejam uma valente merda e o de hoje, Hugo Miguel, não fugiu à regra; Com demasiada condescendência, pessimamente no capítulo técnico e quase ao mesmo nível no capítulo disciplinar. Esperou 44 minutos para mostrar o primeiro amarelo e em meia parte ainda teve tempo para mostrar mais oito e ainda um vermelho. Manda o bom senso travar os ímpetos de início e ele não o fez e a coisa descambou. Resta-me dizer que o fez para ambos os lados, nisso foi exemplar. Que fique claro que a culpa provavelmente até nem é dos árbitros;

4- Assim sendo, incomoda-me que quem dirige o futebol em Portugal, Federação e Liga, não se questione sobre o clima bélico que paira hoje sobre uma partida de futebol, uma coisa que deveria ser tão simples como onze de cada lado e uma bola e duas balizas.

Mais um!

O Pedro já o referiu na contabilização dos títulos arrecadados pelo Sporting, mas nunca é demais salientar que vencemos a Taça de Portugal de futsal, mais uma, em jogo contra o nosso eterno rival, no desempate por grandes penalidades, naquilo que Nuno Dias designou como um hino ao futsal.

Falta-nos um título europeu nesta modalidade, que nos tem fugido, mas é próprio do Sportinguista ter fé em quem nos representa em campo, seja em que modalidade for, portanto não há-de tardar muito.

Desculpem a presunção

Desculpem, mas sendo este um gesto provavelmente inédito e tendo vindo de um jovem jogador do clube da minha cidade, é caso para me sentir orgulhoso da terra onde nasci.

Isto pode parecer não ter nada a ver com o Sporting, mas de repente pensamos em valores e vem-nos à memória a (recente) falta deles.

Pena na imagem o equipamento não seja o preto e vermelho tradicional.

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