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És a nossa Fé!

Que bela surpresa

Apareceu cá hoje, acompanhado da calça respectiva em preto, oferta do Eugénio Oliveira, o "maior" do Golball. Os dois robalos (oops! robalos, já ouvi falar nisso nalgum lado) ainda que grandes e gordos não pagam nada disto. Nem os caracois no clube naval da Ericeira, que se seguiram. Que maravilha de presente!

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Outras bancadas

No seguimento do post da CAL e na esperança de que com esta razia no futebol feminino se esteja a ver um pouco mais além, quero chamar a atenção para a excelente reflexão de Álvaro Antunes, n' A Tasca do Cherba, sobre o tema.

Creio ser um assunto que deve ser abordado aqui, com os comentários que muito bem entenderem fazer, uma vez que o FF já deixou de ser (já deixou há muito no resto do planeta futebol) um grupo de "miúdas" que "arremedam" os rapazes e dão uns chutos na bola. E como muito bem reflete Álvaro Antunes, investir no FF é para o clube uma prioridade. E como o ecletismo é a nossa marca de água, é também importante vermos as nossas camisolas nas Ligas europeias, vestidas por mulheres a praticar futebol. Do bom, como é nosso timbre.

Yin-yang

Para não vos tomar muito tempo, lembro-vos que o Sporting bateu, na época passada, todos os records negativos que havia para bater.

Como acontece nas organizações a sério, o responsável é o dirigente máximo.

Este ano a situação inverteu-se e todos nós, nem nos nossos sonhos mais optimistas, antevíamos uma época tão recheada de records, estes sim na verdadeira acepção da palavra. E ainda não acabou, todos esperamos. O título, que seria, sejamos honestos, não mais que um desejo de todos os anos, passou a estar à distância de quatro pontos, hoje. E perfeitamente ao alcance, que o foco, como se viu ontem depois do jogo, sem celebrações exageradas dos jogadores, continua o mesmo: Jogo-a-jogo, até alcançar mais um objectivo.

Como acontece nas organizações a sério, os responsáveis são os trabalhadores.

Rúben Amorim, um "puto" que dá lições de comunicação, faz sempre questão de nos recordar isso a cada conferência de imprensa, a cada rescaldo de um jogo, a cada entrevista rápida e ainda que ontem o tivesse atraiçoado a "sinusite" e fosse questionado sobre si próprio, não deixou nunca de nos mostrar que a relação com os jogadores é magnífica e esse será talvez "o" segredo, a proximidade entre treinador e jogadores.

E deixar que cada macaco fique no seu galho.

É assim que deve funcionar.

Independentemente do mérito de cada um.

Que o há, claro!

Filhos da puta há muitos

E afinal não são apenas e só os que vestiam de preto.

Esta até me faz lembrar um ex-presidente da lampionagem que esteve dois segundos em liberdade, num daqueles imbróglios em que foi caçado. Rúben Amorin ainda tinha a cadeira da bancada quente depois do último castigo e já foi novamente relegado para a bancada, estando impedido de se sentar no seu local de trabalho no jogo em Vila do Conde, amanhã.

A coisa, terrível, deu-se a 17 de Outubro no jogo em casa com o Porto. Amorim foi expulso e disse que do outro banco alguém que se portou da mesma forma deveria ter sido expulso também. Falou em dualidade de critérios.

A coisa foi tão grave que demorou seis meses a ser analisada, talvez ao microscópio.

Curiosamente o caso gravíssimo da violação da dignidade do trio arbitral, teve uma instrutora que até pediu o arquivamento da coisa, de tão disparatada que era.

Ora estes, os do Conselho de Disciplina(?), entenderam espetar-lhe, a Amorim, com mais seis dias de castigo. Toma, que é para aprenderes! 

É à descarada, é o vale tudo, é a filha-da-putice no seu elevado explendor.

Mas se pensam que nos vergam, seus merdas, enganem-se, vêm ainda dar-nos mais força!

 

Manuelmachadês

Há imenso tempo que não ouvíamos o cretino do vintém expressar-se no seu tom tão característico de professor Pardal, de beiçola afiada.

Hoje, depois de assistir de cadeirinha a 30 faltas dos seus jogadores, a três penaltis surripiados ao Sporting e ao perdão de dois vermelhos a jogadores seus, a alimária vem-se (salvo seja) com esta: "Uns são filhos de um Deus grande, outros de um Deus menor", queixando-se da arbitragem.

Um cretino será sempre um cretino, efectivamente.

Crime público

Eu era para ter ficado caladinho neste assunto do arraial de porrada aviado ao um reporter de imagem da TVI pelo Pinto da Costa (se não foi ele, pelo menos estava ao lado e não impediu, nem sequer por palavras), que outros colegas com mais veia já o fizeram.

Mas acabei de ler o comunicado do sindicato de jornalistas e a minha alma ficou parva. E pelo respeito que tenho pela missão e profissão do jornalista (sem género, para me não acusarem de discriminação sexista), os verdadeiros e isentos que os há por aí aos montes felizmente, não posso deixar de ficar inquieto.

Aquilo de ontem, como muito bem diz o sindicato dos jornalistas, é crime público. E então reclama o sindicato dos jornalistas que sendo crime público, deve o ministério da coisa pública agir em conformidade. Assim a modos que "aquele puto bateu-me, toma lá esta pedra e dá-lhe com ela nos cornos". Será que não haverá naquela direcção um jornalista especializado em legislação, justiça, tribunais, o diabo a sete? É que até a minha mãe, que ainda trata o juíz por Vossa Excelência Senhor Doutor Juíz e o conhece desde que o senhor tinha cueiros, sabe que um crime público significa que qualquer pessoa que tenha conhecimento e de preferência testemunho desse crime, pode acorrer junto de qualquer tribunal e dar dele notícia e consequente queixa.

Será que perante um acto de tamanha gravidade, o sindicato dos jornalistas vai esperar sentado pelo ministério público?

Algo vai muito podre, quando uma associação de classe, perante acto tão hediondo, se limita a um comunicadozinho da treta. Até parece que têm rabos de palha, ou devem favores a alguém.

Que diabo, até a TVI diz que vai proceder criminalmente contra os agressores, apesar do peso de gente do Porto na estrutura accionista recente na empresa que a detém.

Um dia depois das comemorações do Dia da Liberdade, o sindicato dos jornalistas, constituido outrora por gente sem medo e que inventava formas de contornar a censura e nos dar novas enfrentando o lápis azul, tem hoje medo de um clube de azul.

À atenção dos homens da profissão. Reflictam...

Pensamento positivo

Não desesperem os mais acérrimos críticos. Não me invectivem os militantes do contra, que o que me apetecia hoje era mesmo, depois de uma noite com meia dúzia de Kompemsan para conseguir pregar olho, arrasar Amorim pela insistência naquele esquema para-Paulinho que se tem demonstrado desastroso (o esquema e o Paulinho); Arrasar o João Mário por ter assumido a marcação de um penalti quando está lá um colega que custou 16 milhões de Euros e até é supostamente um goleador e ter falhado a sua concretização; Trucidar o Adan por aquele caricato segundo golo dos coisos, que há-de aparecer no final do ano naqueles vídeos dos momentos "apanhados"; Zurzir em toda a defesa naquele primeiro golo, em que estava tudo a dormir... Mas não vale a pena.

Que piada teria se a gente viesse a ser campeões com dez pontos de avanço?

Eu acho até que a maior parte das pessoas que não acompanham muito o futebol, até olhariam para nós com cara de gozo, como quem diz "vai mas é gozar com outro, pá, dez pontos de avanço?"

Portanto, faltando ainda seis jogos, estamos muito bem a tempo de conseguir ser campeões, à boa maneira sportinguista, na última jornada e quem sabe já depois dos 90', mas para isso rapazes, treinador incluído, façam lá o favor de correr um bocadinho, deixem lá a cultura do "para trás e para o lado" que parece que se tornou imagem de marca (ontem levámos o segundo por causa dessa "brincadeira") e joguem à bola, que vocês até sabem. Não precisam de jogar muito, eu contento-me com o bastante para que não ande noventa minutos com o credo na boca (eu que até sou agnóstico, já rezo a todos os santinhos), vocês conseguem.

Para abalar este meu convencimento de que os rapazes vão aguentar a canoa até final, mesmo que percam alguns remos pelo caminho, só mesmo um resultado negativo em Braga e com golos do Sporar, mas se calhar porque está emprestado não joga, sorte a nossa, que se contarmos com o senhor 16 milhões para alguma coisa, é melhor contarmos com Jovane. Com muito menos espalhafato, resolve-nos o problema.

E tudo estará(ia) bem, quando acaba(sse) bem.

Vamos lá fazer força todos juntos. Para o mesmo lado, claro!

Um castigo p'ra mim, um castigo p'ra ti...

Leio hoje num jornal desportivo que o conselho de disciplina não aceitou o recurso de Ruben Amorim/Sporting sobre a expulsão de que foi alvo (vítima) no jogo com o Famalicão.

Ruben Amorim foi expulso quatro vezes. As condições em que aconteceram essas expulsões todos as conhecemos. Foi castigado num total de 36 dias de suspensão.

Por outro lado, temos o delicado e simpático Sérgio Conceição, que já alcançou a oitava expulsão. Por ter sido um paz de alma nestas e noutras ocasiões, nomeadamente quando se pegou com Paulo Sérgio, em Portimão, Ceição foi barbaramente castigado com 23 dias de suspensão. 

Como se poderá facilmente constatar, há um diferencial de 13 dias entre ambos, em desfavor de Amorim.

Pelos vistos os senhores árbitros gostam de ser enviados alegremente "para o caralho" e que os mandem "levar no cú", mas curiosamente não gostam que lhes digam que "conseguiste o que querias" (alegadamente). Ou seja, percebemos que afinal o conselho de disciplina(?) acha que os árbitros não conseguem o que querem durante um jogo, que se julgará ser um juiz justo e obter uma boa prestação e que por isso há que os mandar "para o caralho" e "levar no cú", com a vantagem de o fazerem por interposta pessoa e estarem livres dos castigos e das multas.

Ou isto, ou há uma gritante dualidade de critérios, mas isto posso ser eu a ser desconfiado...

Pílula do dia seguinte

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Assim a modos como um engate de uma noite, a Superliga Europeia, criada numa orgia de deslumbramento pelo bando dos quinze (Ceferin dixit, embora apenas o insinuasse e eles fossem apenas doze), voltou à realidade no dia seguinte e não teve outra solução que não recorrer ao mais popular contraceptivo para estas ocasiões:  Meter a viola no saco e tentar reparar os erros e eventuais danos de uma one night stand

Nem chegou a ser nado-morto, que a reacção ao descontentamento dos adeptos, jogadores e técnicos, bem como ao aviso de sanções sérias por parte da UEFA e FIFA, foi ir à farmácia logo pela manhã.

Para quecas mal medidas, nada melhor que a pílula do dia seguinte.

Incongruências

O que leva um árbitro a deixar que uma equipa distribua "fruta" de criar bicho e mostre um amarelo ao Palhinha logo aos nove minutos, numa jogada igual a tantas outras contra nós que nem falta o homem marcou?

O que leva o Porro a deixar o Rúben Vinagre (bom jogador) ir por alí abaixo sem fazer falta, talvez temendo um amarelo e depois leva o mesmo amarelo por protestos? Na primeira poderia ter evitado o golo, na segunda não evitou nada...

O que faz o Sporting andar a passo nas primeiras partes dos jogos e depois a correr atrás do prejuízo nas segundas partes?

O que me faz a mim andar preocupado com o facto de Jovane se ir embora, se o rapaz falha a cinco metros da baliza?

Porque é que a gente viu um penalti ser assinalado sobre o Rafa (Benfica) na jornada anterior e não vimos ser assinalado outro, do tamanho dos Jerónimos, sobre o mesmo Jovane, mesmo ao cair do pano?

já agora, para quê dizer que levamos seis de avanço, se na realidade para aquele adversário são apenas cinco?

De todas as finais que faltam até final, passe a redundância, duas são com Braga e Benfica. Basta tropeçarmos nesses...

"Eles andim aí...

... Sã onzi i andim ós páris."

 

O "O Jogo" de hoje diz que a gente vai embrulhar o Jovane Cabral num laço bonito, puxá-lo com a tesoura como se faz nos presentes, ao laço, claro e que o vamos oferecer por 10 milhões de Euros ao primeiro que aparecer.

Porra, até eu que não gosto nada do Varandas e que às vezes ando distraído, percebo que isto é conversa pra boi dormir. Em português de Portugal, notícia para desestabilizar.

Pois podem vir com as bombinhas de carnaval ou o fogo de artifício da passagem de ano e até com os alho-porros e as cascatas sanjoaninas, que daqui não levam nada.

A gente tem cá umas divergências internas, mas isto é como os nossos filhos, a gente sabe que eles às vezes se portam menos bem, mas ai de quem diga mal deles...

Portanto, virem lá as baterias para outro lado, que daqui este ano não levam nada!

Jágora, em inglatónico. Bye, bye.

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