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És a nossa Fé!

A minha alternativa

Não se assustem, não sou eu. Tenho noção do ridículo e das minhas (in)capadidades...

Tiago Cabral pergunta aqui se conhecemos alguém disposto a ser presidente do Sporting.

Eu calculo que haja, apesar da situação que vive o Sporting, gente suficiente para uma corrida eleitoral, mas confesso que não conheço ninguém que me tenha dito "eu estou disponível para ser presidente", mas conheço alguém que tem um conteúdo programático sério já apresentado, com pernas para andar, que esteve em fase de arranque nas últimas eleições e que só não avançou porque financiar uma candidatura não é como ir às roulottes comer uma bifana. Essas bases programáticas foram aqui apresentadas no blogue por alguém que diz  que (é preciso) "uma boa equipa, competente em todos os pelouros, disposta a estar no clube sem preocupação de se preservar a si, mas sim em colar as peças, a apostar na sustentabilidade do futebol e criar um conjunto de boas práticas de gestão que façam escola para o futuro do clube, incluindo a limitação de mandatos e que isto como está não se qguenta" e que na minha opinião tem o estofo profissional adequado ao cargo não apenas de presidente do clube, mas principalmente da SAD.

Consubstancio a minha opinião nisto que escreveu, e em complemento isto, isto, isto e isto.

A proposta para um novo Sporting está portanto aqui. Tudo o que se transcreveu ("linkou") é um programa eleitoral, um programa de acção, uma ideia clara de e para o Sporting.

Seria inédito, mas não deixaria de ter piada, a saída de Pedro Azevedo do És a Nossa Fé para a presidência do nosso clube do coração. Por mim podes e deves avançar Pedro e estou certo que não estarei isolado nesta convicção.

Não me venham com as claques!

Não são as claques que escolhem os jogadores.

Não são as claques que os compram.

Não são as claques que contraram os treinadores.

Não são as claques que escalam quem vai a jogo.

Não são as claques quem determina a táctica.

Não são as claques que encomendam arbitragens "inteligentes".

Não são as claques que têm falta de qualidade, empenho e raça.

Apesar de as claques serem uma bela e valente merda!

E hoje mais uma vez fizeram merda (não terão gostado do testemunho do Max, digo eu...).

Mas foram as claques que perderam o jogo?

Foram as claques?

Não, não foram!

Quem perdeu o jogo foi a falta de qualidade de quase todos os que estavam lá dentro, desde Ilori  ao "ponta de lança" que tem um cu que pesa uma tonelada. E o Wendel, que é exímio no "para trás e para o lado", tão característico do nosso futebol, há anos... e do Ristovsky, que não sabe parar uma bola em condições e do Doumbia que parece que tem molas quando tem a bola nos pés e invariavelmente a perde e do Bolasie que em quarenta oportunidades de golo não marca uma. E quando assim é, não colhe o "número" das claques. Ainda que as claques sejam efectivamente uma valente merda. E que eu me envergonhe de ter umas claques de merda no meu clube e de se ter que entregar os cabecilhas daquilo às autoridades e impedi-los de entrar em recintos desportivos, sob pena de nunca mais termos paz em Alvalade.

O assunto claques é um caso de polícia (que aliás não entendo como não actuou naquela bancada como actuou nas outras), sendo um problema que tem que ser resolvido, mas não é, longe disso, o maior problema do Sporting.

Temos ainda que ir ao Dragão, à Luz, a Braga e a... Famalicão.

Ou se resolve o grave problema que afecta o Sporting, ou nem à Liga Europa vamos.

O nome da doença? Tem nome de médico: Frederico Varandas!

E só há um remédio para ela. Tenhamos coragem para aplicar o tratamento!

 

O vendedor de automóveis

Imaginem que eu tenho um chaço velho e que quero desfazer-me dele, vendê-lo.

Faço umas fotos jeitosas, coloco num site da especialidade e digo que é velhinho mas ainda está ali para as curvas.

Como aquilo é velho, se alguém me pedir para o ir mostrar na perspectiva de o comprar, se não for muito longe, eu vou, claro!

Agora imaginem que eu tenho uma bomba para vender que tem bué da clientes interessados. Eu ponho o carro no stand e espero calmamente pelos putativos clientes e interessados.

Claro que se eu tiver um interessado numa frota automóvel e a tiver para vender, desloco-me a casa do cliente e até lhe faço uma atençãozinha, se for caso disso.

Mas o que eu tenho é um topo de gama, 8 cilindros em V e uma cavalagem que arrasta tudo à sua volta, até alguns chaços velhos como aquele que eu pedi que imaginassem que tenho, lá em cima.

Faz algum sentido eu e a minha mulher, que cá em casa é tudo a meias, irmos a casa dum ricaço que me quer comprar a porra do carro?

Eu acho que não, mas isso sou eu, que não preciso de vender o meu chaço...

Deixem-se lá de merdas!

Ah! E tal, o Sporting está a ter falta de fair-play nisto do adiamento do jogo com o Vitória de Setúbal, dizem por aí algumas alimárias e também alguns sportinguistas bem intencionados. Ou anjinhos, direi eu...

Para começo de conversa, segundo o nóvel comendador da Ordem do Infante D. Henrique, Jorge Jesus, o fair-play é uma "treta"! E poderíamos ficar por aqui, que palavra de Jesus é quase como se fosse Deus a tratar do assunto, mas vamos lá ver aqui o que, da parte do Vitória de Setúbal, tem sido a falta do tal fair-play para com o Sporting: 

O ano passado chegámos a Setúbal com uma defesa tão remendada, que nem o pior dos laboriosos pescadores sadinos a usaria como rede para sacar do estuário do Sado um simples charroque. E ainda levámos um gajo mascarado (Petrovic, esse colosso do futebol mundial) para lhes tentar meter alguma cagufa ou assim, ou a ver se tinham alguma comiseração e nos perguntavam se queríamos marcar para outra altura e ficávamos ali por Albarquel no choque frrrite e no Moscatel, numa de amigos e tal. Nada! 

No distante ano de mil nove e noventa e cinco, um lustro antes do final do século, precisamente no dia em que se realizariam as cerimónias fúnebres dos dois adeptos que tinham falecido na queda do varandim em Alvalade num dia de jogo em recepção ao FCPorto, ao pedido de adiamento do jogo que se realizaria nesse dia, os senhores do Vitória de Setúbal responderam com um imenso fair-play: Recusaram o adiamento! Parece que estavam na fase de grupos da Taça de Honra da AFSetúbal, tinham uma eliminatória da Taça das Feiras para disputar e mais uma dúzia de jogos-treino com o Marítimo do Rosário;

Há tempos parece que andavam com falta de graveto para cumprir as suas obrigações. Consta que clube amigo lhes terá oferecido o carcanhol para pagarem as continhas. Como eu não acredito em teorias da conspiração, não acredito que tivessem que ter pago algum favorzito pela disponibilidade, mas que diabo, será isso fair-play para com os outros desgraçados que estão com a corda na garganta pelas mesmas razões? E os que por causa dessa atitude desinteressada desceram de divisão? Esses então devem apreciar esse fair-play a montes!

Agora dizem que está tudo engripado e que não podem jogar e querem que a gente seja amiguinhos... Perguntem ao Ristovski o que é ser alvo do fair-play do Vitória de Setúbal, que ele foge mais depressa do que da Academia em dia de invasão.

 

Pá, deixem-se lá de merdas, bagaço quente com açúcar que isso passa!

Jogar como nunca

Perder como sempre.

E até não jogaram mal a maior parte do tempo, apesar de sofrerem o primeiro como uns passarinhos (não fui eu que disse, foi o Silas!). Conseguiram empatar e poderiam ter enviado o FCPorto para o Dragão com o bornal cheio, mas como tantas e tantas vezes já assistimos em Alvalade, falharam-se golos cantados atrás de golos cantados e numa cavadela sem aparente importância, o Porto encontrou a minhoca e levou os três pontos para a Invicta.

Diz o Silas que não se importa de perder assim (ou o Ferro, já não sei bem) e então para resolver a coisa, entendeu que segurar o melhor jogador em campo (Acuña) na defesa esquerda e Bruno Fernandes (?) na defesa direita seria uma forma excelente de fazer jus a esta máxima. E aqueles que poderiam pelo menos levar a equipa ao empate, passaram a ser uns empatas. Bravo, Silas!

Bola a sério

Ontem, dia de tratar de comer as sobras do jantar de fim de ano, estive a acompanhar um jogo da liga inglesa, o Brighton X Chelsea, que terminou com um empate a uma bola.

Marcou cedo (10') o Chelsea por Azpilicueta e empatou o Brighton já quase ao cair do pano (84') por Alireza (?), numa "bicicleta" de fazer levantar o estádio.

Foi um jogo muito disputado, a exemplo de praticamente todos os da Premier League, ao contrário do que muito boa gente diz, que só entre os da frente a coisa entusiasma.

Segundo as estatísticas do jogo, quem as consultasse sem o ter visto, acreditaria ter assistido a uma batalha campal já que com 5 cartões amarelos mostrados (2-3) e 23 faltas cometidas no somatório das duas equipas (8 para os da casa e 15 para os forasteiros), podíamos ter a ideia de um jogo bastante quezilento. Nada mais falso! O primeiro amarelo é mostrado a um jogador do Chelsea aos 82' e o último aos 90'+4 também para um jogador dos londrinos, consequência do forcing do Brighton para alcançar o empate e depois para tentar ainda a vitória, que lhe assentaria muito bem.

No meio disto tudo, dei comigo a pensar que grande parte dos lances em que o árbitro fez aquele sinal com os braços estendidos em frente, por estas bandas, seria certamente motivo para um coro de assobio, provavelmente a marcação de falta e a amostragem de um ou outro cartão amarelo. A amostragem dos 5 amarelos, realço, não foi resultado de faltas ou erros grosseiros, antes fruto da luta um pouco mais intensa, nada por aí além, um deles até curiosamente por falta de fair-play de um jogador do Brighton na disputa de uma bola ao solo.

Dia 1 de Janeiro. Estádio cheio de um público entusista. Vinte e cinco pessoas dentro do campo empenhadas em proporcionar um bom espectáculo a quem ali se deslocou, lutando pela vitória, sem "ronha", sem "teatro" e os três da arbitragem interessados em fazer fluir o jogo.

Nenhum cartaz, faixa, tambor, fumo.

Marcas de prestígio nos placards e nas camisolas dos intervenientes, sinal de que o negócio é credível e as empresas sabem que estão a utilizar um meio que as torna a elas também mais credíveis.

Uma coisa chata, em resumo, onde tudo corre bem, onde até se pode provar que é possível jogar à bola no meio de tanta coisa certinha.

Onde, num país que tem chuvinha quase todo o ano, o relvado estava irrepreensível e aguentou em excelentes condições até ao final do jogo.

Onde é tudo previsível. Excepto o mais importante: O resultado!

Como cá!

Um fim de ano cheio de preços certos

Um dia destes tivemos na televisão que todos pagamos uma amostra clara do que se usa chamar benfiquistão. Um apresentador de televisão, sportinguista, sem dúvida conhecedor das vigarices perpretadas por um dos seus convidados, presidente do clube rival, ter-se-á visto obrigado a convidar tal personagem para abrilhantar o seu programa. Não quero crer que Fernando Mendes se tenha vendido por um prato de lentilhas. Sabendo bem como funciona o futebol em Portugal, não gostei de ver um conhecido sportinguista fazer a apologia do rei do benfiquistão.

O benfiquistão, e tudo o que à volta dele circula, teve mais um episódio caricato revelador do estado das coisas no mundo da bola: Bolasie, que foi expulso em Portimão de forma caricata e injusta, foi hoje castigado com um jogo de suspensão por ter sido partenaire numa rábula de teatro de revista de duvidosa qualidade levada a cabo no estádio do Portimonense Futebol Clube.

Toda a gente viu as imagens, elas são claras sobre a inocência de Bolasie neste lance que lhe valeu um segundo amarelo e o consequente vermelho. Num país onde o futebol deveria querer ser parte da modernidade e da evolução, castiga-se um jogador com base no relatório do árbitro, que toda a gente viu, inclusive quem impôs o castigo, que errou de forma grosseira. Não virá ao caso, mas este incompetente faz parte daquela fornada que o concursante do Preço Certo lá de cima pagou ao INATEL para formar. Ou terá alguma coisa a ver?

Exige-se que o Sporting peça a despenalização do jogador. É o mínimo, apresentando as imagens de que a FPF dispõe, não precisa de outras. É ridículo? É! É o futebol português no seu melhor.

Xô vaca! (ou talvez não...)

Calhou-nos em sorteio uns turcos de "Constantinopla" que seguem por agora em quarto do seu campeonato.

Venceram o seu grupo, onde parece que pontificava a ASRoma, o que pode querer dizer alguma coisa e sabemos como o futebol turco é raçudo, pelo menos "lá".

Estando à mercê de vários tubarões neste sorteio, calhou-nos em sorte um adversário que, se for encarado com a seriedade necessária, nos pode permitir subir mais um degrau nesta competição. Pelo menos não nos podemos queixar da (falta de) sorte.

Que bela merda!

Hesitei alguns segundos antes de escrever o título deste post, mas não há volta a dar. As coisas são o que são!

E poderia estar aqui a dissertar sobre o sexo das baleias até, que o cerne da questão seria (será) sempre o mesmo: Que bela merda! De jogadores, de equipa técnica(?), de director desportivo, de presidente.

E não há "Renova" que limpe isto. Só mesmo uma lavagem geral!

Um atroz ensurdecedor silêncio

A puta* da aparelhagem pifou?

Não há um recadinho a dar aos sócios e adeptos?

Está tudo bem em Alvalade?

Não se passa nada no Sporting?

Já estão a escolher o sucessor de Silas?

Já informaram da ementa para o camarote para Quinta-feira?

Não têm vergonha na cara?

Algum decoro, também não?

Precisam de um empurrãozinho?

 

* Não confundir com a gala, p.f.

Max Patrício

Vinha ali a chegar a Mafra, pela A21, quando o miúdo prestava declarações.

Quando ele disse "os miúdos querem ser jogadores de futebol, eu queria ser jogador do Sporting", até tirei o pé do acelerador e ia deixando a carripana ir abaixo quando ele disse "a maior felicidade é estrear-me com 20 anos pelo Sporting nas competições europeias".

Raios, que a gente ainda os forma com garras, poucos, mas pelos vistos bons.

Nestas coisas há sempre males que vêm por bem e parece que a lesão de Renan poderá ter sido a abertura de portas para termos guarda-redes para pelo menos os próximos dez/doze anos e se a evolução for o que promete, temos Patrício, Max Patrício, se entretanto uma cabecinha qualquer não o empandeirar por empréstimo ou vendido a pataco.

Se hoje o melhor foi o do costume (dois golos, duas assistências), as fífias que Ilori e Doumbia deram, obrigaram a sair da toca o Luis Maximiniano, Max para todos nós sportinguistas, que fez um belo número de como bem defender uma baliza. E até demonstrou que sabe colocar a bola longe, jogável, com os pés!

Força Max, eu prometo que não te iremos assobiar como ao outro!

Indignação?

Aquele grupo organizado de adeptos travestido de claque, ou aquela claque travestida de grupo organizado de adeptos, nunca percebi bem, voltou a fazer merda. Desta vez o visado foi o autocarro do Sporting, como já outras vezes o alvo foram instalações do clube ou gente conhecida ou anónima, que pelas mais tristes circunstâncias se tornou conhecida. Dois deles pós-mortem.

E desta vez, como em outras anteriormente, quem tem responsabilidades nisto assobia para o lado. O secretário de estado, que faz o frete ao ministro e que se está cagando para o Sporting; O ministro que se está cagando para o Sporting e que faz o frete ao lampião do primeiro-ministro, que por sua vez caga no Sporting e nos seus adeptos e sócios e no seu património. E as polícias, todas! E o ministério público e os juízes, com muitos poucos exemplos que contrariem este clima de ditadura lampiónica.

O "outro" era maluco. Fez "tilt", queimou os fusíveis, o que quiserem, mas porra, enquanto lá esteve era o primeiro, de dentes arreganhados, na defesa do Sporting e exigindo medidas a todos e a mais alguns. Há uma enorme diferença entre um post no facebook, goste-se ou não, barafustando contra os "bois" e dando-lhe nomes e um comunicado a dizer, de mansinho, de forma polida para não sujar os colarinhos que "nós já tratamos dos nossos arruaceiros, os outros que tratem dos deles também". Como se os outros fossem algum grupo que se pautasse pelo cumprimento básico da Lei, ou como se os que agora foram ilegalizados não se venham a comportar como travestis de claques, tal como os outros. Tanto amadorismo, tanta desgraça, tanta incompetência. Tanta falta de tomates!

Um país de faz de conta

Luís Filipe Vieira, presidente do Benfica, (não) esteve este sábado (ontem, 16/11/2019) no almoço que (não) assinalou os 37 anos dos Diabos Vermelhos, (não) tendo sido acompanhado por David Tavares e Samaris, jogadores do plantel encarnado.

A (não) presença de Vieira acontece no final de uma semana marcada por duas decisões judiciais favoráveis às águias, uma das quais anulando a realização de jogo à porta fechada, por alegado apoio a claques ilegais (que, como se comprova, não existem).

No ano passado, o líder das águias já (não) havia participado nas comemorações do 36.º aniversário dos Diabos Vermelhos.

 

Uma (não) notícia do Sapo.

O golpe de asa do speaker

Se há lugar que temos bem preenchido é o de speaker. Então agora com o PA* novo o homem ouve-se em Cacilhas...

A coisa na primeira parte não estava a correr. Nem bem, nem mal, não estava a correr mesmo, que eles era só com três velocidades: Devagar, devagarinho e parado e quando lá por baixo de mim começaram com aquela cantoria do "e óóó Va-ran-das, o que é que tu fa-ze-za-qui-a-pre-si-denteeeeeee?" foi quando ouvi algum sonzinho vindo da central, umas assobiadelas lá para os de baixo de mim, que para os marmanjos que se arrastavam em campo nem uma palminha e um "vaz'mbora!" Pronto, justiça seja feita, lá para a segunda parte, quando um dos do falso Belém se espojou junto à linha lateral a imitar os nossos, trataram de o assobiar quase com tantos decibéis como o do PA* novo e ao árbitro por tabela.

O golpe de asa do speaker aconteceu ao intervalo quando, certamente a recado de Varandas que de futebol percebe o homem, através do novo PA*, se virou para as bancadas e perguntou, alto e bom som "quem é que aí nas bancadas já jogou à bola?" e logo duas ou três centenas de barrigudos e outros menos se levantaram das cadeiras, pensando que iam ser convocados para um jogo das velhas guardas. Estavam redondamente enganados, como se viu na segunda parte quando entraram em campo já depois de nos terem rebentado com os ouvidos com mais uma exibição do PA* novo, que se não ultrapassou os 100 dB pouco faltou. Demoraram algum tempo a começar a carburar, mas não é que ali em dez minutos, entre os 70 e 80 deram uma lição de bola aos coxos que começaram o jogo? Marcaram dois golos e poderiam ter marcado outros dois pelo mesmo rapaz que nos seus tempos áureos foi ponta-de-lança (atenção Varandas, agarra este!) no Grupo Desportivo de Matrena. Claro que no final as barriguinhas falaram mais forte e os últimos dez minutos foram a um ritmo mais lento, mas mesmo assim meteram num chinelo as aventesmas que se arrastaram agonizantes na primeira parte.

E foram os responsáveis por não haver mais uma faustosa exibição do PA* no final do jogo, que a malta do "e óóó Va-ran-das, o que é que tu fa-ze-za-qui-a-pre-si-denteeeeeee?" ficou sem munições, pelo menos por hoje...

E livraram o Pedro Correia da chatice de ir à Câmara de Lisboa,  fazer queixa daquela barulheira infernal que me ia rebentando com os tímpanos logo a seguir ao intervalo. "Ná-via" necessidade, porque toda a gente via que com aqueles onze que entraram na segunda parte, aquilo eram favas contadas. Eheh

 

*PA: palavras em inglatónico para aparelhagem de som, mas eu às vezes gosto de dar uma de cagão e mostrar à malta que sou erudito...

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