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És a nossa Fé!

Gosto pouco de me irritar com a bola

Por isso prescindi, há imenso tempo, de ver jogos de preparação do Sporting.

Uma alegriazinha ao menos, senhores, uma para amostra...

É altura de experiências, de testar várias opções, disso tudo e mais o que quiserem, mas por favor, àqueles que dirigem no banco e aos que estão no campo, lembrem-se de quem estão a representar e o que isso significa. Com todo o respeito pelos adversários, bastante mais modestos, que já defrontámos esta pré-época, que merda é esta?!

E pronto, já está!

Mais um ano, no mesmo lugar de há vários. Esperando assistir a bom futebol e a jogos disputados e a árbitros competentes a julgar os lances. Fica aqui a promessa de que se as coisas se mantiverem como estão nesta "indústria", será o último ano a que darei para este peditório que é o futebol português, com muita pena minha e azar do Sporting.

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Que vantagens?

Já aqui me confessei um sócio pouco participativo em AG's. Deveria estar presente mais vezes, é verdade, mas raramente as AG's servem para discutir assuntos interessantes, elas antes servem para a transmissão das ideias das direcções (e bem) e as mais das vezes para depois disso se passar à sessão de lavagem de roupa suja. Não fui à última portanto e confesso que não estive muito interessado no que lá se passou (para além do óbvio, que era a aprovação do orçamento do Clube). E não irei à do próximo Sábado; Desde logo porque estarei a assistir, em Tomar, à Festa dos Tabuleiros (evento maior da cultura nacional e único a nível mundial, para o qual aproveito para vos convidar a todos, colegas e leitores) e porque o tema me é irrelevante. Melhor, eu tenho opinião sobre o tema, já a publiquei aqui diversas vezes e para que não haja dúvidas para ninguém, cá vai de novo: Não me parece que o Sporting lucre o que quer que seja com a expulsão de Bruno de Carvalho (os restantes ex-dirigentes são irrelevantes para o caso). Os sócios já demonstraram que o ex-presidente é carta fora do baralho de forma inequívoca; É minha convicção que se na hipotética situação de não ser expulso e eventualmente concorrer a qualquer eleição, será sempre rejeitado. A questão essencial e que acho que merece reflexão profunda de quem vai colocar o seu boletim na urna ou levantar o braço, é se haverá vantagem ou desvantagem para o clube na expulsão de Bruno de Carvalho, ou seja, expulsando Bruno de Carvalho qual será a actuação daqueles que o defendem e apoiam incondicionalmente? Será que expulsando Bruno de Carvalho, aqueles que ainda o apoiam acatam a decisão pacificamente e deixarão o clube continuar a sua vida normal, ou por outro lado, todos os que o apoiam e já se viu que é uma minoria, terão força suficiente para fazê-lo regressar à cadeira do poder, se não fôr expulso? Parafraseando alguém que diz que terá vivido há cerca de dois mil anos, em verdade vos digo que não acredito! Tal como a água não passa duas vezes por baixo da mesma ponte, Bruno de Carvalho não seria, nem que isso fosse estatutariamente possível num futuro muito próximo, jamais reeleito presidente do Sporting. Uns dirão que mais vale prevenir e a sua opinião é respeitável, mas eu estou em crer que o seu afastamento será mais prejudicial que benéfico. As razões são tão válidas como o seu contrário, mas sobretudo será altura de chamar à "discussão" a promessa eleitoral de Frederico Varandas, o presidente eleito e em funções, de que no seu mandato não haveria expulsões e pensar no mal menor para o Sporting, ainda que qualquer das decisões deixe marcas, sobre isso eu também tenho poucas dúvidas. 

Como já disse estarei em Tomar, mas seja qual for o resultado, o que desejo ardentemente é que não se ultrapasse o limite da urbanidade e que não se dê "espectáculo" desnecessário. Isso sim, é prejudicial a todos.

A história não se reescreve

A história não se reescreve. Só há uma verdade histórica, independentemente das versões que se possam ir publicando ao sabor de interesses de países, de grupos económicos, de organizações ou até de pessoas.

A história recente da nossa organização conta-nos sobre um episódio violento, traumático, de consequências ainda imprevisíveis, perpretado por um grupo de pessoas onde, sabe-se, estavam alguns dos dirigentes, ex-dirigentes e elementos da claque JuveLeo.

A nossa história recente conta-nos do desvario de um presidente que tinha tudo para ser, de longe, o melhor presidente que a organização alguma vez teve, mas que desbaratou um apoio incondicional quase absoluto, com claro prejuízo para a mesma organização e para os resultados obtidos e provavelmente a obter.

Esta é uma versão da história que nos oferece, à maioria, muito poucas reticências. Há até quem seja mais severo e queira escrever uma versão em que o referido presidente foi o mandante da acção criminosa daquele violento episódio.

Soube-se agora que o responsável pela segurança de Alcochete foi avisado com 14 minutos de antecedência (um quarto de hora) que iria haver uma invasão. Divulga o insuspeito "Expresso" que o oficial de ligação com os GOA, Bruno Jacinto, avisou o responsável pela segurança da academia, Ricardo Gonçalves, 14 minutos antes da invasão. Consta dos autos da GNR, diz aquele semanário. Deixo apenas uma simples pergunta para, perdoem a imodéstia, ajudar a contribuir para encontrar a versão correcta da história: 14 minutos não foram suficientes para encerrar os portões e para pôr em prática o plano de segurança?

Peça a peça, pedaço a pedaço, detalhe a detalhe, responsável a responsável, espero que a verdadeira história deste episódio seja revelada a todos, que a investigação policial revele a verdade dos factos e os responsáveis por eles e que estes, sejam quem sejam e estejam a que nível estiverem, ou estiveram, na organização, sejam por eles devidamente condenados.

Como nota de rodapé, pergunto apenas a quem interessa a morosidade do apuramento das responsabilidades. Posso até dizer-vos quem é prejudicado diariamente e até ao final do processo ou quiçá até para além dele, como bónus: O Sporting!

 

Nota post publicação: Alguém me chamou a atenção para a data de publicação desta notícia (já tem um ano, é de 24/MAI/18). Estando ela desactualizada, não belisca em nada o conteúdo deste post.

Como devem ter-se apercebido, não foram libertados comentários. Por minha exclusiva vontade.

 

O custo das gamebox

O Rui Cerdeira Branco já abordou este tema mais abaixo no blog, mas eu acho interessante apresentar aqui as minhas contas, não sem que antes deva dizer que a minha alma está parva!
Antes de ir aos valores, a confissão de que nunca me passou pela cabeça que houvesse chicos que usam um bilhete/GB de criança para entrar no estádio com regularidade. É algo a um nível que eu nunca imaginei que pudesse acontecer! Principalmente na nossa casa, connosco, que somos "diferentes". Diferentes... 'Tá bem!
Ora vamos lá ao orçamento: Ir a Alvalade passou para mim a ser muito mais caro desde que mudei de residência, são agora mais cerca de 80km e 5,80€ de portagem em cada jogo. Ou seja, são cerca de 2100km (180,00€ +-) e de 150,00€ em portagens. A GB aumentou alguma coisa, confesso que não sei quanto custou a da época passada, mas lendo o que por aí se escreve, andará num aumento a rondar os 5%. Ou seja, a "brincadeira, a que devo ainda juntar as quotas, vai-me sair em perto de 700€. Haverá ainda a acrescentar o custo da bifana e da imperial, que serão mais cerca de 150,00€ se não for comilão e "bebilão" e já vamos nos 850,00€. E são estas as contas que deverão ser feitas.

A questão essencial é se fará algum sentido, excluindo o factor irracional que é apoiar um clube, gastar tanto dinheiro num espectáculo que está à partida viciado. Se fará sentido gastar tanto dinheiro para assistir a um jogo em que sabemos ir ser inapelavelmente prejudicados. Se fará sentido gastar tanto dinheiro para assistir a três ou quatro jogos "bons" (Benfica, Braga, Guimarães, Porto) e passar o resto da época a assistir a um estacionar de autocarros e a anti-jogo que apenas dá sono e por vezes, infelizmente, nos proporciona a perda dele na noite a seguir. Se se justifica gastar tanto dinheiro num espectáculo com cada vez menos qualidade, com dirigentes mal formados, com grupos de adeptos, organizados ou não, caceteiros e com maus intérpretes dentro de campo, árbitros incluídos.

A questão é mesmo esta: Valerá a pena gastar tanto dinheiro com um mau produto? E a resposta é, definitivamente, não! 

Por outro lado há quanto à política de preços das GB uma péssima comunicação (parece ser sina). A GB, que deveria ser um factor agregador, um meio de juntar sócios à volta da equipa, uma forma de encher o estádio, não atinge esse objectivo porque não são explicadas aos sócios as opções e porque são elas tomadas. Nesta época, a primeira a iniciar por este CD, não se pedindo borlas deveria privilegiar-se o que atrás disse e criarem-se fórmulas que potenciassem a reconciliação e a agregação da família sportinguista. Sabemos que os custos são os mesmos, mas o mesmo valor (melhor, mais caro) com ou sem Liga dos Campeões, faz a diferença e o aumento "louco" da GB criança é mesmo de quem trata os assuntos com os pés, ou de quem está desfazado da realidade do clube, porque aumentar assim as GB criança, é meio caminho andado para levar menos gente ao estádio.

Em conclusão, ainda que provavelmente o coração vença esta batalha, a minha parte racional vai dar bastante luta! Bom, se eu fumasse e consumisse um maço de cigarros por dia, a brincadeira ficar-me-ia por 1825,00€ com efeitos muito mais nefastos para a minha saúde. A ver vamos...

Outras culturas

 

Este fim de semana cumpri um ritual (ainda que recente de sete anos), desloquei-me mais uma vez à Virgen del Rocio.

Não professo qualquer religião, mas aquela mistura de Fátima com a Feira da Golegã, em ponto grande e em bom, fascina-me desde a primeira vez que por lá passei por mero acaso, mas não é disso que vos quero falar.

O que vos quero contar é que, no meio de um magote de gente que ultrapassa o milhão naqueles dias, não há internet móvel que se safe, de modo que no domingo resignei-me a não ver o jogo da selecção e a, no mínimo, vê-lo quando regressasse a casa, ontem ao final do dia. Então passeando pela aldeia, circulando entre a multidão de gente, olhei para uma peña rociera (mais ou menos o que designamos por tertúlia) e lá estava uma televisão a transmitir o jogo. Por azar já depois do golo, que não vi, mas como as portas estão abertas a quem queira entrar eu entrei e vi com muito agrado uma plateia de espanhóis vibrando com Portugal, desde miúdos a graúdos. E fomos convidados a sentar e convidados a beber e convidados a comer e tudo aceitámos, que não fica bem rejeitar uma tão calorosa hospitalidade. E no final festejaram connosco a vitória com o mesmo entusiasmo que nós. Confesso que me surpreendeu que os miúdos (entre 10/12 anos) conhecessem os jogadores da selecção, com predominância dos que jogam em Espanha, claro, e que, pasme-se, quando eu disse que era do Sporting, levantaram os polegares e começaram "Carvalho", "Ronaldo", "Patrício"... Até ali, na Andaluzia "profunda", o Sporting é reconhecido e admirado. Terminámos com um "Portugal, Portugal, Sporting, Sporting" que me encheu o coração. Não foi pela fé, foi pelo futebol e pelo Sporting que de lá vim com o coração cheio. Ou como os fins justificaram os meios, ou ainda como me é difícil imaginar um grupo de portugueses a torcer por Espanha num jogo de futebol.

Para o ano há mais.

Quando somos competentes

Nada nos impede de ganhar.

Lembro a vergonha do primeiro jogo da meia-final de futsal, o roubo descarado para impedir a vitória nesta ronda e a ida a mais uma final do campeonato.

Não valeu de nada. Contra a incompetência e a sacanice, os rapazes do futsal demonstraram porque são dos melhores do mundo e já lá estão, para tentar o feito inédito do quarto título nacional consecutivo.

Hoje a coisa ficou por 7-0.

Vamos lá, rapazes!

Aplauso, de pé

Cuscando o "Tu Vais Vencer" e relevando esta intervenção do presidente Frederico Varandas.

Claro que espero pelo defeso para o ver tomar posição firme sobre o assunto arbitragem e espero que a sua exigência, ou mero pedido tomem como quiserem, para a final da Taça de Portugal seja atendida. De valor era terem os tomates do orelhas e colocarem um árbitro, inglês por exemplo, a apitar esse jogo, mas não me parece que os tenham desse tamanho.

Aliás, o presidente disse o que disse ontem e já hoje um padre, no Futsal, tratou de fazer o resultado.

Respondam-me, são ou não uma cambada?

Tolerância zero

Não "toco" de assobio, mas alguém chamou a atenção para o negócio Gelson Martins.

Gostava que todos quantos aqui vêm e todos os sportinguistas, já agora, analizassem este negócio e retirassem as ilações que dele há a retirar e que o comparassem com anteriores negócios de outros jogadores, "saídos e entrados". Com percentagens de passes e com valores envolvidos, etc.

Não conheço os termos do acordado, mas pelo que leio na imprensa, parece-me um mau negócio, ou se quiserem um negócio por verbas abaixo do valor de um atleta (Gelson) e muito acima do valor de outro (Vietto), que recordo, veio apenas, passe a imagem, com uma perna (50% do passe). Gostava sinceramente, para bem da transparência, que se conhecessem todos os contornos deste acordo, recordando que Sousa Cintra recusou no Verão passado 22 milhões por uma percentagem de entre 60 a 70% do passe, mais 10 milhões por objectivos. Pergunta para queijinho: Em quanto foi valorizado Vietto neste negócio e o que terá mudado desde que o presidente do Sporting bateu com a porta e exigiu 105 milhões pelo jogador?

 

Nota: Apenas comparações com negócios semelhantes, não venham com flops e outros que tais e conversa fiada. Exemplos concretos por favor e semelhantes.

Em jeito de telegrama

Não sou adivinho ponto não sei se clube estaria melhor ou pior ponto soubesse teria acertado euromilhões ponto dava imenso jeito ponto  massa de que são feitos sportinguistas extraordinária ponto bom caminho ponto juntos levaremos Sporting glória ponto falta campeonato para perfeição ponto próxima época ano zero ponto exigência máxima ponto

Hóquei na areia

Já disse várias vezes que a minha "máquina" não aguenta estas situações de tensão e também acho que já referi que o hoquei em patins é a minha modalidade favorita a par  do futebol, de modo que me muni da toalha (regressei de Tomar na manhã deste domingo) e fui até à praia aqui em frente com o telefone e uns fones. Na cabeça um cap. 

E lá fui vendo e ouvindo as peripécias do jogo, com a pulsação a duzentos e dando uma saltada à água, para arrefecer a temperatura. Quando ao intervalo vencíamos por 4-1 e eu fui apanhar meia-dúzia de ouriços para comer logo ali (hão-de provar, é uma iguaria do outro mundo), estava com algum receio que se repetisse o "fado" do jogo de ontem com a lampionagem, mas felizmente os rapazes estiveram mais atentos e competentes e na segunda parte controlaram o jogo e ainda marcaram mais um, sofrendo apenas também um golo.

Devo ter feito alguns gestos esquisitos, já que alguns praístas me olharam como se fosse doidinho, mas é verdade que saltei e gritei de cada vez que a redondinha beijou o véu da noiva (eu penso que nada de muito exagerado, mas...).

E portanto, desde os meus 16 anos que não tinha uma alegria como esta, enorme, com o hóquei em patins. Parece fácil, parece simples, parece pouco, mas já vamos em 35 títulos europeus. A maior potência desportiva nacional e uma das maiores do mundo.

Parabéns a todos os que contribuiram para este enorme êxito.

Desculpem, pode parecer deslocado, mas...

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Lembro-me bem dele, quando (eu) era apanha-bolas no meu União e o facto de ter jogado pelo nosso rival (sendo campeão por dois anos consecutivos) não me impede de relembrar e homenagear aqui um grande jogador e um homem de fibra, que nos deixou ontem, vítima de avc. É também um regresso à minha infância e juventude, quando o União andava entre os grandes e se batia galharda e valentemente em todos os campos.

 

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