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És a nossa Fé!

Raios! Escapou-nos um...

Pode ser uma imagem de 5 pessoas e texto que diz "SPORTING CLUBE DE PORTUGAL DO MELHOR CLUBE SuODO VARELA m. inetum. S"

E Nuno Dias, melhor treinador;

E Guitta, melhor guarda-redes;

E Zichy, melhor jogador jovem!

Eu acho que só não atribuiram o troféu de melhor do Mundo a Pany Varela ou a Alex Merlin (segundo e terceiro, respectivamente), porque seria demasiado, já que a melhor selecção foi a portuguesa e o melhor seleccionador Jorge Braz e parecia mal virem todos os prémios para Portugal.

Fogo amigo

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É comum entre militares dizer-se que o fogo amigo mata mais que o do inimigo (se assim não for que me corrijam os militares que por aqui possam passar, incluindo o presidente do Sporting Clube de Portugal, claro).

Ora ontem o fogo do amigo, foi um fogo amigo, numa entrevista morna e sensaborona que Frederico Varandas deu a Rui Santos na CMTV da TVI.

Não me interpretem mal... Na resposta às perguntas feitas pelo entrevistador, o presidente do Sporting esteve bem. Eu diria que esteve até muito bem! Gostei do que ouvi e da forma como as respostas foram dadas. Frederico Varandas foi claro no seu raciocínio e claro também no discurso, o que é uma evolução notável, de modo a que se entendesse bem a sua mensagem.

Ou seja, se aquilo tivesse sido uma entrevista à Caras, passe a publicidade, o objectivo teria sido atingido com mérito. Uma coisa assim em forma de registo monocórdico, num tom intimista, uma conversa de café. E dessa parte eu gostei, confesso.

Faltaram no entanto na entrevista de ontem muitas perguntas que eventualmente poderiam ser inconvenientes e que a maioria dos sócios e adeptos que a estavam a ver gostariam de ver respondidas e essas, ou foi acordado previamente que não seriam feitas, ou Rui Santos estava mal preparado. Provavelmente ambas e seria interessante sabermos o "estado da arte" e o que se propõe fazer para endireitar a casa.

Desta entrevista quero realçar dois aspectos, um positivo e outro negativo, a saber: Positivo, a garantia dada pelo presidente e na qual eu acredito, de que o Sporting não será apanhado nas malhas destes processos que por aí andam a ser investigados; Negativo, a chamada à entrevista, por Rui Santos, de Bruno de Carvalho. Não havia qualquer necessidade (se a pergunta estava no guião, não sendo necessária, a resposta ainda assim foi esclarecedora).

Ficámos a saber que Frederico Varandas se recandidatará, portanto espero que o espírito democrático que apesar de tudo (falo das guerras de guerrilha que se vão mantendo em banho-maria) se vive no clube, permita que a SportingTV cumpra o seu objectivo de informar os sócios e promova debates entre os vários candidatos, esperemos que mais dois ou três e que os próprios se prontifiquem a comparecer, para esclarecimento dos seus programas e linhas de acção.

 

Nota: Este postal não tem a pretensão de fazer um balanço da presidência de Frederico Varandas, antes de "analisar" a entrevista dada pelo presidente a Rui Santos, por quem de comunicação não percebe "um boi"...

Mentalidade ganhadora/perdedora

Nestes tempos esquisitos de pandemia e teletrabalho associado, durante a tarde a televisão faz-me companhia, depois de a "acender" à hora do almoço para ver o "telejornal". Em regra, depois das notícias mudo para o canal 11, que é muito interessante e vou dando uma olhadela, para limpar a vista dos ecrãs dos portáteis. Há por lá uma rubrica/programa de nome "Sagrado Balneário", apresentada por Toni (um senhor!) e António Carraça. Dedicada a antigos jogadores, com o objectivo de contarem de forma descontraída as suas carreiras e principalmente peripécias acontecidas durante a dita cuja. Já por lá passaram muitos, uns craques outros nem tanto. Há relato de situações hilariantes e caricatas, no fundo é um espaço despretensioso, leve, alegre, que tem por objectivo criar durante o seu tempo de emissão, empatia entre o "entrevistado" e os espectadores.

Alguns dos que por lá já passaram jogaram em grandes clubes em Portugal (nos três) e no estrangeiro e onde quero chegar com toda a ladainha que atrás rascunhei é que todos, sem excepção, os que passaram pelo FCPorto referiram a pressão que é ter que ganhar; Dentro e fora do balneário. Um exemplo de quem jogou nos três grandes: "Um simples pedido de autógrafos. No Sporting ou Benfica pedem(iam) um autógrafo, dá cá o papel e a caneta, como é que te chamas, assinar e toma. Obrigado, resposta do adepto. No Porto? No Porto era igual, mas no final o adepto não agradecia, dizia: Temos que ganhar no Domingo, cara...!"

Vem isto a propósito da derrota, eu diria desleixada, do Sporting nos Açores, na última jornada.

Concordando inteiramente com o Pedro Correia no post abaixo e tendo toda a confiança no técnico e nos jogadores, não perdemos nada em ser exigentes, antes pelo contrário. Já é tempo de esquecer o "levantar a cabeça e pensar no próximo jogo" tão usado e abusado durante anos a fio no nosso clube.

Cultura de exigência precisa-se, o apoio passa muito por aí e quem a confundir com desapoio andará completamente desajustado daquilo que deve ser o Sporting.

Quero eu com isto afirmar que a mentalidade ganhadora deve ser pressionante, a vontade de vencer devendo estar no balneário, deverá ser alimentada por uma exigência de excelência em todos os jogos e nunca por uma atitude fatalista após um desaire.

Outro jogador dos referidos lá em cima, relatando duas viagens de avião de regresso de jogos das competições europeias, após derrota: "Num avião conversava-se, ria-se, mostravam-se as compras. No voo do FCPorto o silêncio era sepulcral."

Há coisas que, apesar da relatividade da importância de um jogo de futebol tão bem descrita por Bill Shankly, quando afirma que "algumas pessoas acreditam que o futebol é uma questão de vida ou morte. Fico muito decepcionado com essa atitude. Posso assegurar que futebol é muito, muito mais importante[", se achamos que devemos abraçar, deveremos copiar. Esta cultura de vitória, esta mentalidade ganhadora, esta cultura de exigência poderá ajudar a que deixemos de dizer que "temos que jogar três vezes mais que eles para ganhar" e a largarmos a nossa tão querida fatalidade. Talvez assim só duas vezes passem a ser suficientes...

Dia de anticiclone

Veio-me à memória Anthimio de Azevedo, cara célebre do "tempo" na RTP, que nos explicava com palavras que todos entendíamos, os letrados e os menos, os segredos do tempo para o dia seguinte.

Aquilo podia dar as voltas que desse, mas lá aparecia sempre o anticiclone dos Açores, que em regra nos trazia vento e chuva, um tempo desgraçado portanto, ainda que a chuva faça muita falta, excepto nas minhas costas, que sem chuva a sério nem vinho de jeito há.

E hoje então, veio-me à memória o anticiclone.

Um anticiclone que deu cabo dos neurónios ao Neto. Ao Esgaio. Ao Pedro Gonçalves. Ao Nuno Santos. Ao Paulinho. Ao Tabata. E quando uma tempestade destas toma conta de uma equipa, e no banco o meteorologista não percebe patavina de prever o tempo, a alta pressão passa a baixa pressão e o facto de ter estado duas vezes acima das nuvens, não foi suficiente para evitar uma enxurrada das antigas.

Mau tempo no (canal)s Açores, diria Vitorino com a sua voz calma e reconfortante.

Mas hoje nem isso, não há bonança que salve esta tempestade.

E sem paninhos quentes, isto não foi apenas uma brisa, foi um fdp dum furacão!

Os filhos da puta - Cap. CMXCIX

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O Pedro Correia e o Luís Lisboa já abordaram abaixo esta saga, mas eu não posso deixar de vir mais uma vez falar destes galarós, da geração INATEL paga pelo Benfica, que sistemáticamente e em vias de poderem a ascender rapidamente na carreira, prejudicam, roubo é a palavra correcta para definir esta actuação, com toda a satisfatez do Mundo, o Sporting. Como diz o Luís e bem, a nossa equipa B tem sido o bombo da festa destes assalariados formados em tempo de orelhas grandes e que pelos vistos continuam a sentir o vento que elas ainda provocam nas suas estapafúrdias decisões. Ainda no último jogo o SportingB teve duas expulsões que se não fosse para chorar de vergonha alheia, seria uma enorme comédia.

E ontem foi mais do mesmo. Sem VAR que lhe tolhesse as arremetidas à descarada, lá transformou um penalti a favor do Sporting num cartão amarelo ao jogador derrubado claramente à margem das leis do jogo, amarelou Neto numa jogada em que o defesa apenas toca na bola, o objecto do jogo, aquilo em que é permitido dar chutos, o que me leva a pensar se não se terá passado alguma coisa no terceiro balneário, a propósito de chutos, perdão, Xutos, não vá a alimária perceber...

Amarelou Coates que, como capitão de equipa tem o direito de abordar o árbitro, de forma correcta, cordata, para pedir explicações. Se a aventesma fosse árbitro, claro está, mas aquilo é um apitadeiro ambicioso, que sabe que para ganhar as insígnias FIFA sem fazer qualquer jogo na Liga, só fazendo a vontade ao dono. Afinal, quem é que lhe pagou o curso, não é? Temos que ser uns para os outros.

Em linguagem da bola, desculpem os termos a seguir impressos, esta merda de árbitro se fosse no meu tempo ia ao banho ao Nabão, cumprimentar os barbos e as bogas, depois de dois sopapos no focinho. Eu sou mais cordato, saberia onde mora ou trabalha e enviava-lhe um Kit Eusébio porque, malta, o gajo mereceu!

Pensar positivo

Deixando de lado o discurso miserabilista do tipo que perde, mas perde por poucos e que até foi o único que marcou dois golos ao Ajax, o jogo de hoje custou-nos caro em Euros (se porventura tivéssemos ganho ou empatado, o encaixe seria substancial), mas tenho p'ra mim que foi um excelente investimento para o futuro.

À parte algumas paragens cerebrais de Neto, Inácio e Nuno Santos, que nos custaram o encaixe de três golos, numa boa parte do tempo de jogo até nos batemos de igual para igual com os holandeses (eu sou antigo), que jogaram quase na força máxima, ao invés de nós, que abrimos o jogo com um rol de malta que ainda usa cueiros.

A pergunta a fazer é tão simples quanto esta: Valeria a pena jogar na máxima força tentando ganhar o jogo e com isso amealhar, como disse Amorim, o capital que nos permitiria segurar uma pérola - uma aposta incerta - ou dar minutos de jogo a bebés que estão a crescer e que tiveram aqui uma oportunidade de se mostrar no maior palco do Mundo e mais do que isso, de viverem de moto proprio a experiência e com ela evoluirem?

Eu, com Amorim, tendo a pensar positivo e a retirar ilações do que correu bem e do que correu menos bem. E mal, vá... E parece-me que apesar do resultado negativo, não há que escondê-lo, estes "putos" aprenderam mais hoje do que num campeonato da equipa B, ou sub-23 em dois anos.

É também por aqui que se semeia. Para colher.

O derby e a Ómicron

Consta que os casos até agora relatados da nova variante do SARS-Cov2, designada por Ómicron, atingiram 13 elementos do staff da B-SAD, entre eles jogadores.

Perante este cenário, os jogadores que estiveram no Estádio Nacional no passado Sábado a participar naquela pantomima de um jogo de futebol, correm o risco de estar todos infectados.

Deixo aqui o meu apelo veemente ao presidente do Sporting para que, se for o caso de o Benfica só se poder apresentar com 9 jogadores, incluindo dois guarda-redes, um deles a fazer de defesa direito, proponha ele o adiamento do jogo. Bater em "mortos" é que não e o fair play não é definitivamente uma treta!

É cenário pouco provável, mas aposto dobrado contra singelo que não seria necessário Frederico Varandas dar-se a esse trabalho, o Pedro de plástico seria lesto a tratar do assunto.

Estou sem tema

O José da Xã e o jpt já fizeram o meu papel de maldizente (ou maledicente, Pedro Oliveira?) com excelentes apontamentos. De modo que eu, que vinha aqui para dizer mal de sua excelência o engenheiro Fernando Santos, só posso vir aqui dizer mal (perdoa-me José da Xã) da santinha. Não é bem dizer mal, é dar-lhe voz, que é coisa nunca feita.

A derrota de ontem, com uma equipa/selecção bem mais modesta que a nossa em valores individuais, é tão mais grave que se viu a determinada altura do jogo a boa da santinha a, sorrateiramente, abandonar o bolso do engenheiro.

Jornalista sagaz, José Maria Pincel, que decidiu e muito bem não perder tempo com exibição tão inútil, logo se apressou a abandonar o seu lugar na ponta esquecida da bancada de imprensa e conseguiu um inédito exclusivo, ouvir o que tinha a dizer a própria da santinha sobre tudo o que lhe aprouvesse sobre o engenheiro.

Do que se poderá reproduzir (esta coisa da auto-censura no jornalismo é um péssimo hábito, mas atenta a função da senhora entende-se) fica apenas isto: " Esse f...36fk%&=#ç*+ do /&%?=50og" que vá treinar prá %&#/(=()/& que o ;?()/&jt$50$"!" "Mas senhora, as queixas são a que nível?", perguntou Zé Maria, enfático e algo receoso por nova resposta acalorada. "Ao nível do básico! Aquela besta aperta-me de tal forma de cada vez que um jogador dos dele dá uma fífia, que tenho a coluna toda feita em picadinho, nem Deus nosso Senhor me safa. E o suor? Não sente o pivete que eu exalo? Aquela manápula sapuda hora e meia a suar de cagufa (o Senhor me perdoe, mas já não aguento mais!), que tenho as vestes todas ensopadas. E já não aguento os tiques do gajo, $&)#/%$%%»?! De cada vez que torce o queixo, dá-me um apertão nas mamas que até vejo estrelas".

- Então, Senhora, o que está a pensar fazer agora que ainda faltam dois jogos para tentar chegar ao Qatar?

- Eu por mim só peço a Deus que me leve para junto Dele, já apresentei a minha resignação ao cargo, nem um santo aguenta isto!

- Mas assim provavelmente ficará ainda um pouco mais difícil...

- Difícil, mas não impossível. Sempre podemos ampatar os dois jogos por 5-0!

Cartão de adepto? 'Tá bem abelha!

Calhou ontem a transmissão da InácioTV ter transmitido, passe a redundância, a SportTV lusa.

Em regra, quando isso acontece, desligo o som à pantalha e vou acompanhando as imagens, mas ontem deixei correr o marfim.

Os comentários foram de Vítor Paneira, conhecido apoiante da lampionagem, no entanto a minha alma foi ficando parva ao longo do jogo com os elogios do ex-futebolista encarnado para com a equipa do Sporting. Não que não fossem merecidos, que o foram, no entanto registo o facto não pelo óbvio, mas como um sinal de que o Sporting conta, reconhecendo o bom trabalho do comentador.

Não foi por isso que aqui vim.

Parafraseando Pedro Oliveira, vim aqui para dizer mal, mais uma vez!

Na mesma transmissão, dizia o papagaio de serviço que a zona reservada aos espectadores com o cartão de adepto, estava completamente vazia. Isto, para quem vai escondendo a cabeça na areia como o secretário de estado do desporto e juventude, deveria ser matéria de reflexão, tal o fracasso da medida e a quase nula adesão.

Sei que há uma proposta na AR para terminar com esta medida sem sentido, mas se aí não for votada com tino, esperemos que o próximo governo saia ele de onde sair, olhe com olhos de ver para esta aberração e se for do mesmo partido, que ofereça uns patins ao senhor secretário de estado, que tão incompetente tem sido, benza-o Deus...

Organizações Zé Rocha, Lda

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A foto até saiu engraçada, logo à primeira tentativa, mas não é isso que interessa agora.

Ganhámos por quatro outra vez e com a baliza inviolada, mas para a análise aqui virão os "experts".

A foto foi obtida às 19.45 horas. As bancadas estavam despidas.

Do que eu quero falar é da vergonha de a quinze minutos do início do jogo estarem na rua, amontoados, diria enjaulados, milhares de sportinguistas que, alguns deles, se sentaram já o jogo ia longo de mais de vinte minutos.

A organização do jogo, seja lá quem ela for mas terá a mão da UEFA, do Sporting e da polícia têm que ser responsabilizadas pelo desprezo com que foram tratadas milhares de pessoas que queriam apenas assistir a um jogo de futebol. E até chegaram a horas. Eu estive 45 minutos à espera que a polícia metesse dentro do estádio meia dúzia de turcos e mesmo assim, com tanto aparato de segurança, lá estavam os artefactos pirotécnicos... Esperei como algumas centenas que chegámos pela rua que desce do hospital Pulido Valente e tivemos sorte, pois quando nos deixaram passar lá estava uma mole imensa do lado da Padre Cruz, aqueles que acedem ao estádio pela porta 1.

Essa gente viria a entrar tarde, já o disse e parece não ser caso virgem, ao meu lado estava um consócio que diz que não viu o golo do último Sábado porque entrou mais de vinte minutos depois do jogo ter começado.

Parece-me que o Sporting tem que fazer-se ouvir e respeitar, concretamente no que a revistas diz respeito, que parece que noutros palcos é tudo ao molho.

Eu fui revistado, numa operação que demorou longos segundos, de tal forma que disse ao senhor que aquilo que encontrasse no meio das pernas seriam os tomates. Assim mesmo, que a irritação já era muita. Felizmente o resultado e a exibição da equipa excomungaram-na, mas que diabo...

Porra, até parece que nos querem fazer ficar em casa.

Isto é uma vergonha!

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Tantos golos falhados.

Não sei o que foram fazer a Istambul.

E o Paulinho, que deve andar em Alcochete a treinar a acertar nos ferros da rede da cerca da Academia? Tem dado resultado!

E o redes, não estava bem a aquecer o banco do Atlético? Ainda por cima vestido de azul e com sapatos encarnados?

O Coates, que falhou um golo feito, que seria o terceiro, deve pensar que o Sporting é a Santa Casa...

Isto é tudo uma fantochada, os turcos estavam comprados.

Gostava de saber o que é que vão fazer aos dois milhões e oitocentos mil euros, deve ser para arranjar o relvado se forem homenzinhos!

Ainda bem que eu vi o jogo na InácioTV! Perder tempo com jogos destes? Mais que fazer!

E ao oitavo jogo, apagou-se a luz

Pal Serge, o nome por que ainda é carinhosamente chamado por alguns de nós, quem havia de dizer, está em quinto lugar na liga, logo atrás do também surpreendente Estoril, com 14 e 15 pontos, respectivamente.

Hoje veio ganhar à Luz. A ser tido em muito boa conta quando os defrontarmos.

Eu que não gostei nada da exibição dos nossos rapazes em Arouca, que até pensei que tivéssemos ganho com uma daquelas vacas de lá, depois de ver os portistas à rasquinha a arrancar um resultado igual ao nosso e a lampionagem hoje perder com um dos futebóisclubedoportodois , acho que me vou deixar de exigências e ficar muito satisfeito com os resultados positivos que os rapazes, que como já todos percebemos são poucos para tão árdua tarefa, vão arrancando por esses relvados fora.

Apesar do Paulinho.

Ah! A análise à derrota frente ao Portimonense fica a cargo do pastilhas, que ao que parece só aceita perguntas antecipadamente enviadas ao Rui Costa por escrito.

Um exercício diferente

Por razões que não vêm ao caso, não vi o jogo de ontem, não ouvi o relato na rádio e nem sequer recebi notificação no telefone, que estava desligado, do golo dos adversários alemães de Dortmund.

Vi, já o dia era hoje, quando por volta da uma da manhã liguei o telefone que perdemos por uma bola, 1-0 e a minha primeira reacção foi de alívio, confesso, e depois de esperança.

Vínhamos de um resultado desastroso em casa (olá FCPorto!) que poderia condicionar os rapazes em campo, mas o que me dizia este resultado era que, sem qualquer outra informação que não apenas e só o resultado, as coisas pelo menos no capítulo anímico foram superadas com distinção.

Do jogo, à hora a que escrevo este post, só tenho a informação dos meus colegas Pedro Correia e Luís Lisboa que escreveram sobre ele e apesar de se confirmarem todos os nossos receios em relação a vários jogadores, uns ausentes de campo e outros ausentes em campo, sendo este um resultado negativo e que soma zero pontos e zero euros para o pecúlio do grupo e da tesouraria do clube, pode dar-nos alguma esperança e alento de que pelo menos poderemos lutar pelo terceiro lugar no grupo e usufruir da montra europeia por mais algum tempo e também amealhar uns cobres que tanta falta nos fazem.

Segundo o Luís Lisboa, Amorim não abdicou das suas ideias e eu apoio o treinador, por uma razão mais económica que desportiva até e passo a explicar: Jogando todos "fechadinhos cá atrás" (alguém largou esta pérola há alguns anos, mas confesso que agora não me vem à memória quem), poderemos eventualmente conseguir um empate contra uma grande equipa, mas nunca conseguiremos mostrar ao mundo do futebol a qualidade dos nossos melhores jogadores. E ele às vezes há coisas e numa jogada maluca o Paulinh... perdão, o Porro pode fazer um golo!

E pronto, eis uma crónica de um jogo não visto, não ouvido e não acompanhado, mas com a convicção de que as coisas só podem melhorar e com uma confiança absoluta na equipa técnica e nos  jogadores, ainda que alguns ainda fiquem à porta do balneário, apesar de lhes dizerem que há um jogo para disputar.

Arre Porro!

Ou a gente começa a marcar as oportunidades que cria e raios são tantas, caramba, ou os nossos corações, o meu pelo menos, não aguentam.

Caso para dizer, arre porra que é demais.

Já dizia um treinador narigudo da agremiação do outro lado da rua que um a zero dois ponta, mas que diabo, será pedir muito que a reza que encomendei para o Paulinho comece a fazer efeito? E não me venham cá com a porra da relva que tem dois meses e já está uma vergonha...

Com uma superioridade tão evidente e avassaladora, ter corrido o risco de empatar só demonstra que há que trabalhar mais o factor sorte, que foi isso que também nos faltou naquelas que bateram nos ferros; Mas como a sorte proteje os audazes, aquele assalto à baliza do Marítimo só podia ter um desfecho, Porro! A vitória.

E tudo o vento levou

Depois da trágica jornada europeia de que já falámos de sobra, fomos a casa do segundo (entretanto relegado para terceiro pouco antes do jogo, na sequência da vitória do Porto) numa noite extremamente ventosa como é costume no Coimbra da Mota, que nos poderia prejudicar.

Não sendo o Estoril o Ajax, mas estando para consumo interno a praticar um futebol muito agradável e consistente e onde pontificam alguns ex-jogadores do Sporting que o treinador soube aproveitar muito bem, Amorim conseguiu em três dias reparar os danos emocionais causados na Quarta-feira e este foi um Sporting mais parecido consigo próprio, apesar da falta que sempre faz a ausência de Pedro Gonçalves, perdoem a redundância.

Ao contrário do que era de esperar, o vento não nos prejudicou e curiosamente, apesar de dominarmos durante todo o tempo de jogo, foi na segunda parte, contra ele, que a equipa esteve melhor e causou mais perigo junto da baliza adversária. Caso para dizer que depois duma bela exibição, com uma vitória escassa para o futebol produzido, a equipa recuperou bem duma situação complicada e que afinal tudo o vento levou.

 

PS: Já encomendei que fosse tirado o cobranto ao Paulinho, que aquilo já lá não vai com patas de coelho e afins. Se correr bem, vão vir charters de golos, vocês vão ver! E se o rapaz merece, caramba.

Isto anda tudo ligado - Capítulo segundo

Publicar as contas da SAD, com um prejuízo de mais de 30 Milhões de Euros, num dia de estreia na Liga dos Campeões não lembraria ao diabo, mas lembrou a Zenha.

A gente fica sem saber se era incentivo para os rapazes ganharem o jogo e fazerem mais uns cobres, ou se foi apenas mais da mesma capacidade intuitiva de que o senhor já deu mostras em ocasiões anteriores.

O subtítulo deste post poderia ser "Amorim, bem vindo ao teu primeiro banho de realidade", o que tem a ver com a forma displicente como o treinador "estudou" o adversário, ao contrário do seu colega, que nos conhecia de olhos fechados e virado para o camarote presidencial, a piscar o olho ao Zenha, a modos que a dizer-lhe "já te gamei um milhão, ó pateta!" nem precisava de orientar os seus que sabiam de cor as nossas fragilidades. Ou melhor, sabiam das deles e fizeram por não nos deixar explorá-las. Percebeste Ruben? Não sei se sabes, deves saber, que fizémos a primeira falta aos... 28 minutos, já perdias por dois.

Ah, mas os nossos são verdes nisto da Liga dos Campeões. Verdade, mas eles tiveram lá um que parece que jogou pela primeira vez nesta competição e em cinco remates fez quatro golos.

Ah, mas o orçamento deles... Pois, o ano passado fomos campeões com um orçamento de brincadeira comparado com os directos competidores e jogador por jogador não somos inferiores a eles, aos holan...neerlandeses.

Houve portanto uma gritante falha do treinador. Não lembra ao diabo não ter um ferrolho na centro esquerda para ajudar o Vinagre, que azedou um pouco mais logo no primeiro minuto, mas se Amorim diz que mandou a maltinha jogar num 5x4x1 mas eles não quiseram, a coisa é muito mais complicada e grave do que a copiosa derrota por 5-1.

Mandará ele na equipa, ou os jogadores? Ou Zenha? Eu acho que o Zenha queria o milhãozito da vitória, para dar um reforço a Amorim, mas como não há graveto, diz ele que não há pão para malucos. Diz o gajo que publica as contas de caca no dia da estreia da equipa na Liga milionária, onde poderia fazer mais uns cobrezitos e ter uma montra para o mercado de Inverno.

Percebem como isto está tudo ligado?

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