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És a nossa Fé!

Suicídio colectivo

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Mais do que a ruinosa preparação da época 2019-2020 - para a qual não há responsáveis (Viana?), apenas desculpas - continuar a achar que pode acabar com a JL e DUXXI é, para mim, o mais lamentável desta presidência. Volto a dizer: um líder hábil nunca teria deixado as coisas chegar a este ponto. 

Será que FV pensa que acabando com estas duas claques terá paz no clube? Será mesmo possível que isso lhe passe pela cabeça? Pode alguém estar tão distante da realidade do clube onde está há tantos anos? 

Boa decisão

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... Que só peca por não ter sido tomada há um ano. Há um potencial extraordinário nos sub23 e nos juniores, que não pode ser desperdiçado. E, já agora, que não se esqueçam os jogadores com alto potencial que estão emprestados - Bragança, Ivanildo, etc.

Olho por olho... Todos ficamos cegos

 

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O comportamento da Juve Leo e do DUXXI tem sido negativo para o clube?

Claro que sim.

Era preciso tomar medidas?

Sim.

Era preciso ir tão longe, ao ponto de expulsar as claques dos espaços que ocupam no estádio?

Talvez não.

Porque, depois disto, só falta mesmo proibir elementos das duas claques de entrarem no estádio.

Humilhar estas duas claques desta maneira é apenas garantia de que nunca por nunca, com Varandas na presidência, haverá paz no clube.

Na minha opinião, o erro de FV está lá atrás. Sabendo que contava desde início com oposição das claques, não conseguiu a aproximação - não percebeu a importância disso, sequer.

Recordo com tristeza o dia após a conquista da taça, quando FV e a equipa foram recebidos na Câmara de Lisboa. Em alta, FV poderia ter aproveitado a oportunidade para falar para as duas claques. Em vez disso, falou contra a anterior direção e seus apoiantes. Em vez de tapar o fosso, cavou-o ainda mais.

Foi simplesmente absurdo.

Desde então, o fosso nunca parou de aumentar. Até aos dias de hoje, em que, mesmo em casa, o Sporting joga fora de casa.

Sei bem que há muita marginalidade nas claques. Mas também há muita paixão pelo clube. Há tantos marginais quantos grandes sportinguistas.

Mais do que a escolha de Keizer, desunir ainda mais o Sporting (replicando o pior de BdC, mas ao contrário) é o grande erro de FV. Nem nos piores tempos de BdC o Sporting esteve tão desunido como hoje.

E não se iludam: sem as suas claques, o Sporting perde paixão, e Alvalade perde aquela energia própria dos grandes clubes.

Nunca, jamais, se deveria ter chegado a este ponto. Entre homens, as coisas resolvem-se cara a cara. E FV deveria ter encarado as claques. Um verdadeiro presidente, um líder, tê-lo-ia feito. 

Silas

... Conseguiu em dois jogos não sofrer golos (Aves e Rosenborg). Algo que os seus antecessores esta época nunca conseguiram.

Pelas minhas contas, foi o primeiro jogo em Alvalade sem sofrer golos desde... Abril do ano passado (2-0 ao Vitória SC).

Um feito tanto mais notável quanto o clima no clube (ao sabor desta estúpida e interminavel luta direção-claques...) se mantém abaixo de zero.

Nunca é de mais lembrar: Ponham o Sporting em primeiro lugar, e o primeiro lugar será do Sporting.

Ponham os olhos no Lask Linz

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Lask Linz. 

Nunca tinha ouvido falar de tal equipa. Calculo que a maioria dos leitores d´És a Nossa Fé também não. 

Absolutamente risível, com aquele equipamento cor-de-rosa. Um clube que é uma nulidade de títulos: https://www.transfermarkt.co.uk/lask-linz/erfolge/verein/413

Li algures que o Lask esteve para fechar há poucos anos.

E que banho de bola nos deram, ontem, em nossa casa, perante 31 mil espectadores.

Equipa compacta, organizada, subida, atacante. Fisicamente forte, concentrada, a disputar cada lance com agressividade. Rapidamente capaz de colocar quatro ou cinco jogadores na área adversária. Numa das últimas jogadas da partida, contei oito jogadores na nossa área (talvez até demais, porque é um camisola rosa a bloquear o remate do companheiro de equipa). Sem grandes individualidades, mas com um colectivo fortíssimo, destemida a jogar em casa do adversário. 

Parabéns ao Lask Linz e ao seu jovem treinador, Valerien Ismael, pelo excelente futebol que trouxeram ontem a Alvalade. 

Não sei qual é o orçamento do clube, mas calculo que nem a metade do nosso chegue. Os vencimentos dos jogadores também devem ser ao nível de um Braga ou abaixo disso. 

Vice-campeões austríacos. Um campeonato que há alguns anos era insignificante e hoje produz um campeão (Red Bull Salzburg) que bate o pé ao Liverpool (fora) na Champions (3-4).

E o que é que podemos levar (além dos três pontos) do banho de bola que o Lask deu ontem em Alvalade? 

Primeiro, que os jogos não se ganham pelas camisolas. O Sporting pode estar cheio de títulos nacionais (o Lask tem um campeonato na Áustria...) e ter um título europeu (mais recentemente, finalista), mas não é uma equipa de nível europeu, neste momento. O nosso Sporting tem um grande passado, mas, sejamos honestos, é uma fraca equipa no presente. E hoje, a Liga Europa está cheia de equipas austríacas, suíças ou de países de Leste muito competitivas, para aquilo que é o padrão da Liga portuguesa. 

Segundo, que podemos ter boas unidades individuais (Bruno Fernandes, Acuña), mas o nosso colectivo é, neste momento, zero ou próximo disso. Será possível construir uma defesa competitiva com Mathieu e Coates? Cada vez menos acredito. Um ataque com Luiz Phellype e Bolasie? São remendos. 

Terceiro, a componente física. Ontem fomos mais lentos, mais fracos, mais trapalhões do que o vice-campeão da Áustria. E de uma maneira assustadora.

Quarto, os adeptos. Os nossos assobiavam (Wendel, ao ser substituído....). Os do Lask, mesmo a perder, puxavam pela equipa. 

Quinto, o futebol joga-se dentro do campo. Nós, em Portugal - e no Sporting se calhar mais até do que noutros clubes - perdemos dias, horas, semanas a falar mal do presidente, da SAD, do diabo a quatro. Queremos destituição, queremos eleições, etc e tal. Política e mais política. E depois perdemos pouco tempo a pensar em questões mais práticas, que têm a ver com o rendimento da equipa.

Finalmente, há algo de que pouco se tem falado, mas talvez seja a principal explicação para a queda a pique de uma equipa que ainda há dois anos estava a bater o pé ao Real Madrid no Bernabéu: não o treinador, mas os "managers" da equipa. Beto é e será sempre uma das minhas referências no Sporting. Hugo Viana merece o meu apreço. Mas será que estão nas funções certas? Não seria melhor contratar um team manager de excelência, com experiência em clubes de topo, para trabalhar com o treinador na (re)construção (URGENTE!) do nosso paupérrimo plantel? Começar já a subir jovens com alto potencial (Nuno Mendes, João Silva, Quaresma, Tomás Silva, Pedro Mendes, etc etc) para a equipa principal? 

E, já agora, não seria melhor investido num grande team manager o dinheiro gasto em aumentos para a direcção? 

 

PS - Bela homenagem ao grande Jordão, ontem. Que recupere rápido e suba em breve ao relvado que será sempre dele, para mais uma merecida ovação.

PS2 - Já desistimos de cantar "O Mundo Sabe Que"?

Poupança nos salários de jogadores, aumento de administradores (para o ano...)

Aprovado "aumento da remuneração dos administradores, embora o administrador da SAD e vice-presidente com pelouro das finanças, Francisco Salgado Zenha, já tivesse revelado que os administradores da SAD vão abdicar, esta época, do aumento das remunerações proposto em Assembleia-Geral."

Uma decisão sem qualquer sentido, face ao que tem sido o discurso da direcção (prioridade à poupança de salários dos jogadores), aos resultados no futebol (principal fonte de receitas) e mais que certa descida de receitas esta época (bilheteira, UEFA, etc) 

Boa oportunidade, Dr. Varandas, para "Unir o Sporting"... finalmente

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Sente-se com os seus adversários, Dr. Varandas. Convide-os para a sua mesa.

Durante estas suas últimas semanas de calvário, o seu principal rival, João Benedito, tem tido um comportamento absolutamente digno. Como, aliás, teve durante as últimas eleições - e na derrota, por um triz. Tem sido um senhor. Neste último ano, falou menos mal de si, do que o Dr. Varandas do seu antecessor e dos seus apoiantes. 

Se convidar estes candidatos à sua sucessão (pessoalmente ou com um telefonema) verá que virão quase todos aqueles que foram candidatos nas últimas eleições. Os que se recusarem a vir e/ ou a conversar consigo... o ónus será deles. Tanto melhor para si. 

Procure envolver aqueles que se sentarem consigo.

Antes de ir, prepare-se bem. Estude a mensagem. Pense no impacto da mesma e nos passos seguintes. Não vá à confiança.

Lidere, não ande a reboque. Ainda vai a tempo de mudar o preocupante rumo das coisas (falta de rumo...).

A bem do nosso (de todos, sem excepção) Sporting Clube de Portugal.

Saudações Leoninas

Precisamos de um novo presidente?

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Frederico Varandas perdeu ontem mais uma oportunidade para dar confiança aos sportinguistas? Sim... Teresa. De entrevista em entrevista, FV parece cada vez menos ambicioso para o Sporting? Infelizmente, sim. A este ritmo, daqui a dois meses já se dá por contente com a manutenção na primeira liga. A direcção que FV encabeça planeou esta época de forma amadora? Sem qualquer dúvida. Devemos estar preocupados, ao contrario do que FV diz? Ó, se devemos.

Agora... Precisamos de um novo presidente e de uma nova direcção? Bem, entendo quem diz que sim, mas acho que não neste momento. E dou cinco razões para isso:

1. Mal ou bem, FV conseguiu dois títulos na primeira época.

2. Não se pode avaliar uma direcção por um ano de trabalho, quando foi eleita para quatro.

3. Esta direcção é jovem, inexperiente. Era óbvio desde o início que ia cometer muitos erros, até porque herdou uma situação complicada.

4. Quem/qual é a alternativa, e o que nos garante que não será pior?

5. Mais importante que tudo, será que queremos que os presidentes, tal como os treinadores, passem a estar dependentes de ciclos de sete ou oito jogos? Cada ciclo mau, um novo presidente e uma nova receita?

Invencíveis

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Belém Sad 1 X SCP 2

Notas:

- Nona vitória em nove jogos

- Mais um golo de Pedro Mendes (oito em nove jogos)

- Grande jogo do guarda-redes Diogo Sousa (um penálti defendido)

- Grande assistência de Mitrovski para o segundo golo

- Que grande jogador é Rodrigo.

O Secretário de Estado do Desporto e o Presidente, a que horas vão reagir?

 

Luís Filipe Vieira explodiu ontem perante a intervenção de alguns adeptos durante a assembleia geral que decorreu no pavilhão da Luz. Durante uma intervenção de um dos sócios que pediu a palavra, o presidente sentiu-se insultado por algumas palavras do referido adepto, que se debruçava sobre os vários casos de justiça em que o clube se vê envolvido

Sem Defesa

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Bem sei que a tendência em momentos como o actual é ceder ao sentimento de frustração. Quando não ao insulto (aos jogadores, direcção, etc)... Mas talvez seja mais útil trocar umas ideias sobre o jogo de ontem. Continuamos sem defesa, dois meses depois do desastre da supertaça no Algarve. Ontem, o Rio Ave fez 2 (dois) remates à baliza (mais um livre à figura do GR). Dois golos em duas jogadas de perigo. No segundo golo, o jogador do RA remata sem oposição. No primeiro, Ilori fica a ver o jogador do RA rematar, a três metros da baliza. Depois de Rosier ficar nas covas... Ilori, muito inseguro, e Neto, esforçado mas com pouco poder físico, mostram que não são solução. Coates, cuja última época foi a pior no SCP, agora é um mono caro. Logo, temos um central que cumpre - Mathieu. É preciso coragem para mudar de protagonistas lá atrás. E trabalhar processos defensivos, que não há. Sem querer recriminar, não se pode deixar aqui de lembrar as vendas de Demiral (hoje na Juve...), Domingos Duarte (hoje no Granada, surpresa da La Liga) e o enésimo empréstimo de Ivanildo (depois de uma excelente temporada emprestado). Já nem falo de Tobias ou Tiago Djaló. O SCP criou mais do que oportunidades para marcar ontem. Falhou muito. Agora, ou começa a marcar três ou quatro golos por jogo ou, a sofrer em média dois golos por jogo, vai continuar sem ganhar.

Uma mensagem sensata de Bruno Fernandes

O que se viu ontem nas bancadas de Alvalade foi uma massa associativa a perder a cabeça - e a razão. Não é assim que se resolve seja o que for.

Foi você que pediu um título de campeão?

Ontem, em Alvalade, voltámos a ver o triste onze do Sporting que já tínhamos visto na final da supertaça no Algarve. No meu caso, in loco ambas as vezes. 

Voltámos a ver a final da Taça contra o Aves, há dois anos. Ou, mesmo antes disso, o jogo na Madeira contra o Marítimo, onde perdemos o acesso à Champions - depois de termos perdido o campeonato, e que deu no que deu. 

Foi o triste onze do jogo com o Rio Ave há três semanas.

E suspeito que voltaremos a vê-lo em breve, mesmo com novo treinador (algo inevitável depois de ontem). 

O capitão, Coates (sim, era ele quem usava a braçadeira de Stromp, Damas, Travassos) é bem o espelho dessa equipa desgarrada, sem brio, medrosa. Que desorganiza à primeira contrariedade. Que nos envergonha a todos. Uma equipa de jogadores com salários de milhões, que vestem uma camisola de campeão com o mesmo brio que se veste uma t-shirt da Zara. 

Sem Bruno Fernandes, este é apenas um grupo que tem medo da própria sombra. 

Um onze sem objectivos, que joga vagamente para tentar não fazer má figura. Em cujo dicionário não consta a palavra campeão.

Mais do que culpar este ou aquele, acho que devíamos todos começar por essa palavra - campeão. Quem, naquele balneário, quer ser campeão? Além de Bruno Fernandes,  há alguém ali com qualidade e vontade para tal? Suspeito que não. E onde podemos ir buscar campeões? Aos juniores? Aos sub-23? A outras equipas? 

É que eu consigo pensar num onze de campeões com alguns jogadores deste plantel e outros da formação.

Sem cultura de campeão não se fazem campeões. Fazem-se onzes que dão uns toques na bola, umas vezes melhor, outras pior.

E, como já aqui disse, impressionou-me sobretudo na entrevista de Frederico Varandas há semanas o facto de não se ter falado da conquista do campeonato. Muita justificação, muito olhar para dentro, muito falar contra os "esqueletos", e nada sobre fazer do Sporting campeão. 

Será que a direcção pensa que os sportinguistas se satisfazem com taças e Liga Europa? Que o nosso lugar é entre dois grandes e os outros todos? Um eterno terceiro? 

Ainda temos cultura de campeão? 

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