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És a nossa Fé!

Mudar estatutos: Idoneidade dos candidatos aos órgãos sociais do clube

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Respondendo ao repto lançado para debatermos futuras alterações aos estatutos, destaco neste post a necessidade de salvaguardarmos o clube quanto à idoneidade dos candidatos a dirigentes. Para o assegurar, seria necessária uma alteração a artigo existente e introdução de novo artigo a colocar duas exigências actualmente não previstas:

 

-Sendo um direito de qualquer sócio efectivo A candidatar-se a órgãos sociais do clube, considero que deveríamos passar dos actuais 5 para 10 anos de inscrição e quotas pagas, a exigência para integrar órgãos sociais do clube, à excepção do Presidente da Mesa da Assembleia-Geral, onde defendo que sejam necessários pelo menos 20 anos.

 -Os candidatos à presidência dos diferentes órgãos sociais devem ter à data da eleição idade igual ou superior a 35 anos.

-Deverá ser exigível aos candidatos à presidência do Conselho Directivo o depósito em numerário ou apresentação de garantia bancária irrevogável, que ficará à disposição do clube até ao dia das eleições no caso dos candidatos não eleitos e até aos 3 meses posteriores à cessação de funções, no caso dos eleitos.

 

-Com a exigência de 10 anos de sócio para integrar órgãos sociais, evitamos manobras de curto ou médio prazo. Asseguramos que todos os eleitos são de facto sportinguistas. Pela natureza do cargo de Presidente da Mesa da Assembleia-Geral, parece-me justificável os 20 anos de associado. Exigir 35 anos de idade aos candidatos à presidência dos diferentes órgãos sociais, garante que elegemos pessoas com alguma experiência e maturidade na liderança do clube.

- A exigência financeira colocada aos candidatos não pode ser apresentada apenas depois da eleição, tem alguns objectivos, desde logo, afastar das eleições os que muito prometem sem qualquer intenção ou condições de cumprir. A última coisa que precisamos é vendedores de ilusões. Seria até caricato elegermos alguém que passaria os dias seguintes à tomada de posse em busca de garantias financeiras, em vez de gerir os destinos do clube. Estender a duração das mesmas até aos três meses seguintes à cessação do mandato, permitiria ao CD sucessor promover uma auditoria, garantindo o estado do clube. Obviamente que tudo isto se faz com regras e envolve uma complexidade técnica que não vou, nem cabe aqui, discutir sequer os montantes. Importa por agora o princípio.

As minhas memórias - II

Após um jejum de 5 anos, o Sporting C.P. voltaria a conquistar o campeonato na época de 1979/80. Partindo sem qualquer favoritismo, fomos vencendo jogos, até ao jogo do título, no estádio das Antas, a quatro jornadas do fim, com SCP e FCP separados por um ponto. O árbitro foi o "sportinguista" António Garrido, que até então jamais apitara o nosso clube. No início da 2ª parte o SCP adiantou-se no marcador, mas a 11 minutos do fim foi assinalada grande penalidade a favor do FCP. Após falhar à primeira tentativa, o árbitro mandou repetir. António Oliveira voltaria a falhar, mas Romeu na recarga empatou o jogo. Até final do campeonato o SCP manteve a liderança. Na penúltima jornada em Guimarães, um autogolo de Manaca que havia sido jogador do SCP, indignou os dragões que lançaram suspeição. Na sequência de várias polémicas com o SLB, a eterna rivalidade entre leões e águias ficou momentaneamente suspensa. Viram-se algumas bandeiras do SLB nos festejos do campeonato que conquistámos, na semana seguinte houve sportinguistas a festejarem a vitória do SLB na final da taça de Portugal. Era a resposta de parte do país às declarações de Pinto da Costa, então chefe do departamento de futebol, que se preparava para substituir Américo de Sá e José Maria Pedroto, treinador bi-campeão após um longo jejum dos azuis e brancos. 

Então com 14 anos, marquei presença em Alvalade na maior parte dos jogos e claro, não falhei o jogo do título que também consagrou Rui Jordão como melhor artilheiro da prova. 

As minhas memórias

Comecei a ver futebol pela mão do meu pai, na época 1973/74. Não tenho a certeza qual o primeiro jogo que assisti, mas o Sporting-Benfica disputado em Alvalade em Março de 1974, foi seguramente o meu primeiro derby. Indiferente à situação política que o país vivia, saí triste do estádio no final do jogo e tive que aturar alguns colegas da escola primária no dia seguinte. Isso sim, marcou-me e não mais deixei de sorrir quando as águias sofrem uma derrota. 

Lembro-me perfeitamente de ter visto o Sporting C.P. golear o S.C.Olhanense por 5-0 na penúltima jornada, que terminou com invasão pacífica de campo, cheirava a título, que seria alcançado na semana seguinte no Barreiro. Algumas breves considerações que vale a pena reflectirem, o empate teria bastado a ambos, ao Sporting para ser campeão, ao Barreirense para permanecer na 1ª divisão. Num jogo condicionado pela lotação ter sido largamente ultrapassada, como comprovam as imagens, vencemos 0-3 no campo adversário. Os jogadores disputaram os lances junto ao público, sem que se tenham registado agressões. Talvez porque em 1974 ainda não tinham surgido os ultra-imbecis e piro-javardos nos estádios de futebol. Era permitido que pessoas simples como o meu pai, levassem um miúdo de 8 anos pela mão sem correrem qualquer risco. 

Para terminar a época em beleza, disputámos no Jamor a final da taça diante do arqui-rival. Fiquei triste porque não me levaram ao estádio nacional, acabei assistindo ao jogo na casa dos meus tios benfiquistas. Não tinham sido os culpados do gozo que sofri na escola alguns meses antes, mas festejei ali mesmo. Mais tarde, à medida que fui crescendo, percebi que a rivalidade é uma never ending story. Mas 1973/74 foi a minha primeira época de fervor sportinguista. 

Tenham vergonha, não vale tudo...

Os letais ao Sporting bem tentam, mas não ganham uma. Notícias colocadas a circular por algumas publicações que me dispenso de colocar link, dão conta que o Sporting C.P. se encontra sem direcção, porque o presidente Frederico Varandas se apresentou no exército para cumprir o dever como médico, face à grave situação que o país atravessa. 

Não sendo jurista, sou obrigado a concordar num ponto, o Sporting C.P. já deveria ter comunicado aos sócios e accionistas como funcionam neste momento clube e SAD. Também registo que até agora, pelo menos que tenha dado conta, a CMVM não pediu qualquer esclarecimento à SAD, talvez por não considerar a questão como matéria relevante. 

Quanto ao resto e vindo de onde vem, por trás da cartilha está uma vez mais a seita letal, registo que: 

1 - Em tempos defenderam que o seu guru se afastasse da presidência durante alguns meses, cedendo o lugar provisoriamente a Carlos Vieira. Depois voltaria. Para estes órfãos e viúvas, seria possível um presidente sair para descansar. Para salvar vidas é que já não. Como os percebo. Felizmente não sou o único, a esmagadora maioria dos sportinguistas também os percebem. E haveremos de nos encontrar em futuras AG e eleições. E sairão novamente derrotados, podem ter a certeza. 

2 - Eleições a 20 de Abril, como defendem, seria uma completa ilegalidade. Pior, seria um desafio do clube à autoridade do Estado, que decretou "estado de emergência". O F.C.Porto já se precaveu, adiando sine die as eleições anteriormente agendadas para 24 de Abril. Nesta altura, nem uma assembleia de condóminos pode ser realizada, quanto mais uma AG eleitoral no Sporting C.P.

3 - Se algo acontecer a Frederico Varandas, os restantes órgãos sociais podem cair, segundo os estatutos. Mas o presidente da MAG não cessa funções. Terá que nomear uma Comissão de Gestão, que até pode durar meses em funções. Durante o "estado de emergência" os prazos nem se aplicam. E para essa comissão, Rogério Alves poderia convidar quem bem entendesse. 

4 - Continuo a defender antecipação de eleições. Mas, nesta altura, não faz sentido pensar em datas. Primeiro temos que salvar o país. Depois, a seu tempo, falaremos de sucessão. Duas coisas tenho certeza, a próxima época será preparada pelos actuais dirigentes, o que não me deixa tranquilo. O passado não regressará. Votarei contra e como eu, muitos mais, a qualquer tentativa de tomada do clube por parte da minoria, que até pode ser bem ruidosa, militante, mas não representa de todo o universo Sporting Clube de Portugal, constituido na sua maioria por pessoas civilizadas, educadas, que não se revêem no insulto, na gritaria e na arruaça.

 

Saudações leoninas

Ultima oportunidade para Frederico Varandas

Tenho defendido antecipação de eleições. Face à gravidade do momento que atravessamos, não faz obviamente sentido continuar a pedir a demissão de Frederico Varandas. Desejo que o presidente do clube aproveite a oportunidade para reflectir nos erros cometidos e mudar o rumo na preparação da próxima época. 

Perante o actual cenário não será possível a realização de qualquer AG. Mas quando tudo isto passar, teremos que votar orçamento e relatório & contas. Para lá da apreciação dos documentos que vierem a ser apresentados, teremos que avaliar o desempenho até ao presente, que está longe de ser brilhante. E que inevitavelmente influenciará o sentido do voto. 

Daqui em diante, a primeira aposta terá que ser o aproveitamento dos jogadores que nos pertencem, fazendo regressar os emprestados. As contratações devem ser cirurgicas, apenas para colmatar lacunas do plantel. Dispensam-se mais coxos e emprestados de qualidade similar às últimas intervenções no mercado. Compreendo que se façam investimentos, mas até aqui apenas desbaratámos dinheiro com reforços de categoria muito duvidosa. Esta será provavelmente a última oportunidade para Frederico Varandas. Temo que uma vez mais a desperdice. 

 

 

No próximo domingo estarei em Alvalade, na bancada...

No próximo domingo irei a Alvalade, mas não ficarei fora do estádio nem participarei na manifestação convocada através das redes sociais, porque está a ser propagada por gente próxima das claques ou do anterior presidente, que até anunciou candidatura à presidência do clube, apesar de ter sido expulso pelos sócios em AG. O meu lugar é, e continuará a ser, na bancada, aplaudindo e incentivando os nossos ídolos, os atletas. Ainda que no presente possa não ter ninguém em campo para idolatrar. Quem veste a verde e branca terá sempre o meu apoio, vibrando, na busca da vitória. 

Sem colocar minimamente em causa o direito à manifestação, não me presto ao papel de idiota útil, da facção que pretende ressuscitar no clube os tempos da bazófia, truculência e permanente guerrilha, de que nos livrámos em Junho de 2018, que pretende cavalgar a natural insatisfação dos sócios e adeptos, para publicar nas redes sociais fotos da mobilização, em prol do regresso do que julgam D. Sebastião, na verdade é mais um Napoleãozinho...

Quero que Frederico Varandas se demita, para irmos a eleições, que potenciais candidatos se apresentem, para discutirmos projectos, diferentes visões e escolhermos que consideremos melhor para o futuro do Sporting. Não me interessam tentativas de recuperar ou ajustar contas com o passado, quem vive de passado são os museus, nem tão pouco estender a mão a organizações de adeptos com agenda própria, que se julgam acima do clube.

No meu entendimento do que deve ser um clube desportivo, cabem todos, com os mesmos direitos, não aceito privilégios, nos camarotes ou bancadas. Porque não existem nem podem existir sportinguistas de primeira ou de segunda, puros ou impuros. A única distinção aceitável é entre sócios ou não sócios. Porque os sócios são os únicos e legítimos donos do clube. E assim deve continuar, estarei contra uma eventual venda da SAD, mas também que o clube fique refém de qualquer grupo ou facção.

 

 

P.S. - Como é habitual, não publicarei comentários de insultos, linguagem inapropriada ou recados a terceiros. 

O problema não é apenas Silas, é também Varandas

Jorge Silas, treinador que tenho criticado com frequência, é um homem digno. Consciente de não estar a corresponder às expectativas, terá colocado o lugar à disposição dos responsáveis pelo futebol leonino. 

Ao menos que o facto tivesse feito soar campainhas na cabeça de Frederico Varandas. Siga o exemplo da dignidade e coloque o lugar à disposição dos sócios, antecipando eleições. Vá a votos se assim o entender, mas permita-nos escolher o futuro. 

Um conselho ao presidente Frederico Varandas e seus pares, saiam a bem, porque inevitavelmente acabarão por ter de sair. Caso a gestão do futebol continue errática, não quero crer, nem aceito que João Palhinha, Gelson Dala ou Daniel Bragança não façam parte do plantel na próxima época. Nem quero ver mais pinos chegarem por empréstimo. E tenho sérias reservas à capacidade de contratarem um bom treinador. 

Caso o presidente continue o autismo, além de ficar cada vez mais isolado, perdendo apoios de dia para dia, passará a ter oposição daqueles que até agora o têm deixado trabalhar. Pela minha parte, irei às próximas AG votar contra o Orçamento, contra o Relatório e Contas. Assumo esta posição, mesmo desconhecendo o teor dos documentos e sem lhes apreciar eventuais méritos. Porque não resta alternativa aos sócios face à sua teimosia em permanecer no cargo, apesar dos péssimos resultados que apresenta. Votar contra tudo o que nos seja apresentado, poderá boicotar o normal funcionamento do clube, mas será a nossa moção de censura à sua presidência. Para que perceba de vez e saia. 

 

P.S. - Não publicarei comentários insultuosos, nem recados a terceiros. 

Futebol? Fácil, fácil... - III

Clamorosos erros na construção do plantel. Trazer por empréstimo jogadores como Jesé, Bolasie e Fernando, para emprestar Gelson Dala e ter Gonzalo Plata a ver jogos da bancada, durante grande parte da época. Desbaratar dinheiro em contratações de jogadores sem o mínimo de categoria para jogar no Sporting C.P., enquanto se vende a preço de saldo alguns jovens com futuro promissor. Péssima gestão do dossier treinador. Comunicação desastrosa.

A sério, querem mesmo que os sócios aturem isto até 2022? Uma vez mais lanço o repto aos actuais órgãos sociais, aceitem antecipar eleições. Devolvam a palavra aos sócios. Não podem mais escamotear, os resultados do futebol, mola real do clube, são demasiado maus, para continuarmos a dar o benefício da dúvida. Hugo Viana não pode continuar responsável pelo futebol, Frederico Varandas precisa um voto de confiança dos sócios, ou caso não a obtenha, com humildade democrática, há que ceder o lugar a outro. 

 

P.S. - Não publicarei comentários dirigidos a terceiros ou que contenham linguagem insultuosa. 

Carvão ou irresponsabilidade?...

As notícias que o Sporting C. P. equaciona bater 10 milhões pela cláusula de rescisão de Ruben Amorim, treinador do S. C. Braga, só podem ser carvão, com o intuito de desestabilizar o trabalho de Jorge Silas para o que resta da presente época. 

Já vimos este filme, quando Godinho Lopes avançou para a contratação do inexperiente Domingos Paciência, que chegou a Alvalade rodeado de expectativas que não viriam a ser correspondidas. Na eventualidade de Frederico Varandas e Hugo Viana oferecerem de bandeja 10 milhões de euros a António Salvador, estaríamos em presença de mais uma decisão de alto risco. E se os resultados desportivos não aparecessem? Seria mais uma rescisão com elevados custos? De repente, só porque vendemos Bruno Fernandes, passámos a nadar em dinheiro? Despachámos Nani, Montero, Bas Dost, Raphinha, Thierry, por dificuldades financeiras e agora preparamo-nos para desbaratar 10 milhões de euros para contratar um treinador estagiário sem CV?

Não estou a menosprezar o valor de Ruben Amorim, apenas a constatar o óbvio. Quero mesmo acreditar que tudo isto seja mesmo carvão...

Bancada Sul A

Percebo as razões que levaram à revista minuciosa dos espectadores que pretenderam entrar em Alvalade na passada quinta-feira, mas discordo da sua implementação. Bem sei que foi na bancada Sul A que gangs sem qualquer vergonha brindaram todos os espectadores do estádio com sucessivos “festivais” de piro-javardice. Mas há que separar o trigo do joio, o estádio tem câmaras, autoridades presentes durante o jogo e não vi até hoje uma detenção. Faltou coragem para identificar e retirar os energúmenos da bancada?

É para mim inaceitável fazer pagar o justo pelo pecador, submetendo todos os que assistem aos jogos na referida bancada a tratamento vexatório, como obrigar pessoas a descalçarem-se. Para cúmulo, ao que parece também é ineficaz.

Vamos ser sérios, coisa que a actual direcção apesar do muito que apregoa, não parece ser, querem mesmo combater a turba infame? Comecem por higienizar as instalações do clube, retomando a posse das áreas sob controlo dos gangs. Em seguida, se necessário, encerrem a bancada Sul A. Durante alguns jogos, ou mesmo até final da época. Porque existem direitos adquiridos, aos detentores de GB, ofereçam lugares de categoria superior, mas dispersos pelo estádio. Os restantes frequentadores habituais terão que adquirir um lugar disponível no estádio.

Não cabe aos órgãos sociais do Sporting Clube de Portugal autorizar ou não a existência de claques, porque a Constituição da República permite o livre direito à associação. Mas podem perfeitamente não as reconhecer, facilitar o seu funcionamento ou estabelecer qualquer tipo de relação institucional ou de apoio às mesmas.

Enquanto sócio, não estou minimamente satisfeito com o desempenho do actual Conselho Directivo, em particular do presidente Frederico Varandas. Mantenho a convicção que o mandato não chegará ao fim, muito provavelmente nem sequer irá além do presente ano de 2020.

Futebol? Fácil, fácil... - II

Hoje missão cumprida. Uma equipa pequena, fora de casa joga sempre para o pontinho. Por vezes até consegue ser bafejada pela sorte e regressar a casa com os 3 pontos.

Uma equipa treinada por Jorge Silas não pode ser considerada equipa grande. Um dirigente que recorre a jogadores por empréstimo que nada acrescentam, como Jesé Rodr~´iguez, Bolasie ou Fernando, não é dirigente de equipa grande.

Reforço de jogadores medíocres como T. Ilori, C. Borja, Eduardo, Doumbia, V. Rosier, Sporar ainda está em período de merecer o benefício da dúvida, não ajudam a construir um plantel de equipa grande, eventualmente servem a alguém pelas comissões que as transferências sempre geram.

Mas ainda pior que a presente época, é a falta de confiança no futuro próximo. A pergunta que coloco aos sócios do S.C.P. é: confiam que o presidente Frederico Varandas e Hugo Viana vão inverter o rumo seguido até aqui? Que a próxima época será melhor que a actual? Que vamos ter os nossos jogadores emprestados de regresso? Desde logo João Palhinha, que hoje marcou no estádio da Luz. Que vamos deixar de contratar entulho e despachar os pinos que estão a mais no plantel?

Uma vez mais deixo um apelo ao presidente Frederico Varandas. Antecipe eleições e vá a votos na próxima Primavera.

Um dia de domingo em Alvalade, por ordem cronológica

1 – Excelente vitória da nossa equipa de futsal diante do arqui-rival S.L.B., permitindo aos comandados de Nuno Dias assumir o comando do campeonato.

2 – Javardos serão sempre javardos. Imbecis agrediram, insultaram e cuspiram dirigentes e familiares do S.C.P., mais um triste episódio protagonizado pela turba arruaceira. Que fique claro, jamais o clube poderá reabilitar estas claques, pelo menos enquanto forem dirigidas por delinquentes cadastrados. Não pode haver cedências ou sequer diálogo com marginais.

3  - O mais antigo gang da curva Sul promoveu uma manifestação de descontentes com a actual direcção, exigindo demissão ou destituição. Ao todo uns 3 mil estiveram presentes. Muitos passaram perto, ignorando-os. No interior do estádio, mal entoaram os cânticos foram apupados, assobiados. Hoje felizmente nem sequer apresentaram o já habitual show de piro-javardice. Estou plenamente convencido que na hipótese de ser agendada a AG destituitiva, irão sair derrotados. No fundo servem como idiotas úteis a F. Varandas, porque boa parte dos sócios, entre os actuais órgãos sociais e qualquer possibilidade de regressar ao passado de má memória, nem hesita. Prefere o presente à ordinarice reles que aturámos tempo demais.

4 – Apesar dos equívocos tácticos de J. Silas, dando uma parte de avanço ao adversário, o Sporting C.P. conquistou 3 pontos diante do Portimonense e regressou ao 3º lugar no campeonato. Vitória sofrida, mas merecida e necessária, para tranquilizar o plantel.

F. Varandas cada vez mais perto do fim da linha... - III

E agora presidente? Sem Bruno Fernandes, hoje em Braga foi evidente que temos um plantel cheio de lacunas, com alguns equívocos na sua construção. O resultado é uma equipa mediana, um treinador fraco com dificuldades para potenciar a pouca qualidade que tem à disposição. 

Sr. Presidente, vai devolver a palavra aos sócios antecipando eleições, ou prefere enterrar a cabeça na areia, fazer de conta que não se passa nada e manter que temos que ser pacientes e para a próxima época é que vai ser? Entretanto vamos continuar com Hugo Viana?

 

Mudar de estratégia...

Após o fecho do mercado de transferências já é possível avaliar em definitivo a competência dos responsáveis pelo futebol do Sporting. Apesar de ter ficado triste por ver partir Bruno Fernandes e considerar que o valor do jogador justificaria uma verba a rondar os 70 milhões, não é por aqui que vou criticar Frederico Varandas e Hugo Viana. Por tudo o que nos deu em campo durante as duas épocas e meia de leão ao peito, não seria razoável impedir o atleta de concretizar o sonho de jogar na premier league. E apesar de tudo, 55 milhões, mais previsivelmente 10, representam um encaixe significativo para os depauperados cofres do clube.

O que me desagrada sobremaneira é o desaproveitamento sistemático da nossa formação. Não dar oportunidades a jogadores da casa e desbaratar verbas em transferências, contratando jogadores que pouco ou nada acrescentam, é irresponsável por parte dos nossos dirigentes.

Para se ter uma ideia do desnorte, alguém no seu perfeito juízo empresta Gelson Dala e paga 2 milhões pelo empréstimo do “DJ” Jesé Rodriguez? De Fernando, nem vale a pena falar, porque nem sequer o vimos, mesmo Y. Bolasie que tem sido aposta regular, é superior a Matheus Pereira? Ou a R. Camacho? E quanto pagámos por C. Borja, Eduardo, T. Ilori ou V. Rosier? São erros sucessivos que estamos a pagar bem caro. Mesmo Sporar, que ainda está por mostrar o que vale, para bem do Sporting esperemos que marque golos e justifique o investimento, custou afinal quase tanto como o valor que recebemos pela venda de Bas Dost, goleador de créditos firmados.

Frederico Varandas apresentou-se aos sócios em campanha eleitoral, reclamando para si um conjunto de competências, fruto dos anos que leva na modalidade. A verdade é que até agora pouco ou nada mostrou. Bem sei que um clube é diferente do mundo empresarial, porque numa empresa, alguém que apresentasse este resultado ao fim de dois anos de mandato, não teria oportunidade para mostrar rigorosamente mais nada. O ADN Sporting é de clube formador e assim deve continuar. É fundamental que se aposte em jovens da formação, não deixando de contratar oportunidades quando surjam, mas apenas jogadores de créditos firmados que possam ser titulares e reforcem efectivamente a equipa, ou jovens de elevado potencial, com margem de progressão, que possam ser valorizados e posteriormente transferidos.

Contratar entulho implica problemas futuros em salários, pagamento de comissões, sem qualquer retorno para o clube, desportivo ou financeiro. Há que aprender com os erros cometidos, mas não me parece que F. Varandas e Hugo Viana estejam à altura da tarefa que a história do futebol do Sporting Clube de Portugal exige.

Idiotas úteis...

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Não chegaram à centena os manifestantes que se concentraram em Alvalade para exigir a demissão do presidente Frederico Varandas. Não faltam ao presidente idiotas úteis que lhe servem na perfeição como seguro, permitindo-lhe manter o cargo. Ontem mesmo o demente pateta alucinado, em boa hora destituído, se ofereceu para dirigir a SAD. Que melhor prenda poderia desejar Frederico Varandas? Se algo une verdadeiramente a esmagadora maioria dos sócios do Sporting C.P. é querer ver Bruno de Carvalho bem longe de Alvalade...

Ultra-javardice...

 

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Lamentável, mas pouco surpreendente, a cada jogo a javardice instalada na bancada Sul mostra a sua verdadeira face. Não consegui perceber a razão porque hoje a PSP não evacuou o local, retirando à força se necessário, o gang que prejudicou o espectáculo. Sugiro à direcção da Sporting SAD que pondere encerrar a bancada A superior Sul em próximos jogos e coloque noutras áreas do estádio os detentores de gamebox. Para grandes males, grandes remédios. De futebol falarei noutro post, não vou misturar o Sporting com imbecis. 

 

P.S. -  Não publicarei insultos nem comentários que pretendam enviar recados a terceiros. Como é hábito nos meus posts, a crítica é bem vinda, a divergência é respeitada. Escusam de tentar usar os meus posts para guerras que não me dizem respeito. Saudações leoninas.

Fácil, fácil, basta de tiros no pé...

O Sporting recusou e bem, vender Bruno Fernandes abaixo de 70 milhões de Euros após o final da época passada. Seria incompreensível vender agora na janela de transferências em Janeiro, por um cêntimo abaixo desse valor. Pior ainda seria fazer dos sócios parvos, adquirindo ao clube comprador, jogadores sem espaço no plantel, para baixar o preço do negócio. Segundo li na imprensa, Marcos Rojo seria uma hipótese, mas há que perceber que os melhores dias da sua carreira já passaram, tem hoje 29 anos, está encostado e vale segundo o transfermarkt 10 milhões, verba que duvide alguém esteja interessado em pagar. Apresentar um negócio tipo 50 milhões por Bruno Fernandes e receber em troca M. Rojo, seria uma chico-espertice para tentar enganar os sócios mais distraídos. Mais, para garantir a permanência do nosso capitão, vimos partir Bas Dost, Raphinha e Thierry, segundo nos foi explicado, porque precisávamos de dinheiro fresco. Não se percebe bem para que fomos gastar tanto dinheiro em Val. Rosier ou Rafael Camacho, embora exista neste caso uma potencial margem de progressão, que poderá transformar a prazo a aquisição do extremo num bom investimento. A aquisição de L. Vietto fez parte do acordo por Gelson Martins com o A. Madrid e neste caso o jogador tem mostrado qualidade. Já a vinda por empréstimo de Jesé Rodrigues, Bolasie e Fernando tem-se revelado um perfeito desastre, que muitos sócios não compreendem. Em primeiro lugar porque pouco ou nada têm acrescentado à equipa, em segundo lugar, porque se é para apostar, mais vale dar minutos aos nossos activos e valorizá-los.

Até hoje, 11 de Janeiro, não tivemos novidades no Sporting. Apesar das notícias que nos dão conta da saída iminente do nosso capitão, eventualmente de Acuña e S. Coates, bem como da entrada de vários jogadores que nunca ouvi falar, sem espaço nos planteis de equipas razoáveis ou que se destacam em campeonatos de 5ª categoria, ou seja, mais entulho, como se já tivéssemos pouco.

Na próxima 6ª feira recebemos em Alvalade o arqui-rival SLB, derby que muito gostaria de ganhar, até porque temos deixado escapar a vitória nos últimos anos. Bem sei o momento que ambos os clubes atravessam, o total favoritismo dos encarnados, mas o Sporting C.P. tem que procurar ganhar. O mínimo que exijo será uma exibição ao nível da que realizámos diante do F.C.P., discutindo o jogo e depois esperar que os deuses da bola nos ofereçam desta vez alguma pontinha de sorte e que a partida não seja dirigida por um padre que já tenha preparada a homília para celebrar a missa encomendada.

Ora para termos alguma hipótese no próximo jogo, teremos que estar ao nosso melhor nível. Ontem Bruno Fernandes mostrou uma vez mais que o Sporting C.P. é ele e mais 10, pelo que seria um péssimo acto de gestão, uma decisão direi mesmo que aberrante, fechar negócio seja com quem for, durante a próxima semana. Até porque o mercado continuará aberto por mais 2 semanas, pelo que o presidente F. Varandas se quer ganhar o jogo ao S.L.B. terá que considerar Bruno Fernandes inegociável até sexta-feira, a não ser que obviamente alguém pague, não os 70 milhões, mas a cláusula de rescisão. O mesmo princípio deve ser aplicado a todos os jogadores, para que o plantel esteja focado durante a semana apenas no jogo, sem fait-divers.

O presidente Frederico Varandas apresentou-se aos sócios como especialista em futebol, por isso foi eleito. Mostre-nos finalmente as suas capacidades, surpreenda-nos, ou não permanecerá muito mais tempo no lugar.

Votarei contra a arruaça, o insulto...

Tenho defendido a antecipação de eleições, continuo a acreditar que deverão ser os órgãos sociais eleitos a tomarem a iniciativa de auscultar os sócios, colocando o lugar à disposição, preferencialmente apresentando candidatura a novo mandato. Tudo pode e deve ser feito dentro dos estatutos.

O movimento “dar futuro ao Sporting”, entregou ao Presidente da Mesa da Assembleia-Geral, assinaturas de sócios descontentes com a actual direcção, no sentido de ser convocada uma AG, visando a destituição dos órgãos sociais. Em meu entender, cabe a Rogério Alves a verificação da validade das assinaturas e cumprimento dos pressupostos pelos requerentes, que inclui o pagamento das despesas inerentes à realização da AG. O veredicto da justa causa deverá pertencer aos sócios, através do voto.

Conheço a realidade do Sporting Clube de Portugal, sei porque chegámos aqui, pelo que não estarei disponível para pactuar com grupelhos que utilizam o insulto ou arruaça como meio para conseguirem os fins. Boa parte dos promotores desta iniciativa são membros das claques, ressabiados pela perda de privilégios, ou órfãos e viúvas carpindo pela partida do guru boçal e arruaceiro, que infelizmente dirigiu o nosso clube, até que fartos da espiral de loucura que se vivia e cuja pesada factura ainda estamos a pagar, os sócios num raro momento de participação colectiva, acorreram em massa a destituir, primeiro, suspender e finalmente expulsar o tiranete.

Em consequência, se a AG vier mesmo a realizar-se, podem contar com os meus votos para contribuir para mais uma derrota dos que pretendem fazer o Sporting regressar ao passado sinistro, que percebemos pelos relatos de testemunhas no Tribunal, o clube vivia.

Alcochete, mais um testemunho da barbárie

20 meses decorreram desde o bárbaro, cobarde e vil ataque à Academia de Alcochete. Há que ler os testemunhos que vão passando pelo Tribunal, hoje foi o nosso guarda-redes e capitão, Rui Patrício, com lugar na história do Sporting, descrevendo um cenário arrepiante. Os agressores estão sentados no banco dos réus. Alguns sportinguistas ainda tentam desvalorizar os acontecimentos, ou contextualizar como excesso, motivado pela cultura de exigência, que segundo eles existia então no clube. São moralmente cúmplices de falsidade, ao tentarem contribuir para branquear um acto hediondo...

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