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És a nossa Fé!

Ultra-javardice...

 

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Lamentável, mas pouco surpreendente, a cada jogo a javardice instalada na bancada Sul mostra a sua verdadeira face. Não consegui perceber a razão porque hoje a PSP não evacuou o local, retirando à força se necessário, o gang que prejudicou o espectáculo. Sugiro à direcção da Sporting SAD que pondere encerrar a bancada A superior Sul em próximos jogos e coloque noutras áreas do estádio os detentores de gamebox. Para grandes males, grandes remédios. De futebol falarei noutro post, não vou misturar o Sporting com imbecis. 

 

P.S. -  Não publicarei insultos nem comentários que pretendam enviar recados a terceiros. Como é hábito nos meus posts, a crítica é bem vinda, a divergência é respeitada. Escusam de tentar usar os meus posts para guerras que não me dizem respeito. Saudações leoninas.

Fácil, fácil, basta de tiros no pé...

O Sporting recusou e bem, vender Bruno Fernandes abaixo de 70 milhões de Euros após o final da época passada. Seria incompreensível vender agora na janela de transferências em Janeiro, por um cêntimo abaixo desse valor. Pior ainda seria fazer dos sócios parvos, adquirindo ao clube comprador, jogadores sem espaço no plantel, para baixar o preço do negócio. Segundo li na imprensa, Marcos Rojo seria uma hipótese, mas há que perceber que os melhores dias da sua carreira já passaram, tem hoje 29 anos, está encostado e vale segundo o transfermarkt 10 milhões, verba que duvide alguém esteja interessado em pagar. Apresentar um negócio tipo 50 milhões por Bruno Fernandes e receber em troca M. Rojo, seria uma chico-espertice para tentar enganar os sócios mais distraídos. Mais, para garantir a permanência do nosso capitão, vimos partir Bas Dost, Raphinha e Thierry, segundo nos foi explicado, porque precisávamos de dinheiro fresco. Não se percebe bem para que fomos gastar tanto dinheiro em Val. Rosier ou Rafael Camacho, embora exista neste caso uma potencial margem de progressão, que poderá transformar a prazo a aquisição do extremo num bom investimento. A aquisição de L. Vietto fez parte do acordo por Gelson Martins com o A. Madrid e neste caso o jogador tem mostrado qualidade. Já a vinda por empréstimo de Jesé Rodrigues, Bolasie e Fernando tem-se revelado um perfeito desastre, que muitos sócios não compreendem. Em primeiro lugar porque pouco ou nada têm acrescentado à equipa, em segundo lugar, porque se é para apostar, mais vale dar minutos aos nossos activos e valorizá-los.

Até hoje, 11 de Janeiro, não tivemos novidades no Sporting. Apesar das notícias que nos dão conta da saída iminente do nosso capitão, eventualmente de Acuña e S. Coates, bem como da entrada de vários jogadores que nunca ouvi falar, sem espaço nos planteis de equipas razoáveis ou que se destacam em campeonatos de 5ª categoria, ou seja, mais entulho, como se já tivéssemos pouco.

Na próxima 6ª feira recebemos em Alvalade o arqui-rival SLB, derby que muito gostaria de ganhar, até porque temos deixado escapar a vitória nos últimos anos. Bem sei o momento que ambos os clubes atravessam, o total favoritismo dos encarnados, mas o Sporting C.P. tem que procurar ganhar. O mínimo que exijo será uma exibição ao nível da que realizámos diante do F.C.P., discutindo o jogo e depois esperar que os deuses da bola nos ofereçam desta vez alguma pontinha de sorte e que a partida não seja dirigida por um padre que já tenha preparada a homília para celebrar a missa encomendada.

Ora para termos alguma hipótese no próximo jogo, teremos que estar ao nosso melhor nível. Ontem Bruno Fernandes mostrou uma vez mais que o Sporting C.P. é ele e mais 10, pelo que seria um péssimo acto de gestão, uma decisão direi mesmo que aberrante, fechar negócio seja com quem for, durante a próxima semana. Até porque o mercado continuará aberto por mais 2 semanas, pelo que o presidente F. Varandas se quer ganhar o jogo ao S.L.B. terá que considerar Bruno Fernandes inegociável até sexta-feira, a não ser que obviamente alguém pague, não os 70 milhões, mas a cláusula de rescisão. O mesmo princípio deve ser aplicado a todos os jogadores, para que o plantel esteja focado durante a semana apenas no jogo, sem fait-divers.

O presidente Frederico Varandas apresentou-se aos sócios como especialista em futebol, por isso foi eleito. Mostre-nos finalmente as suas capacidades, surpreenda-nos, ou não permanecerá muito mais tempo no lugar.

Votarei contra a arruaça, o insulto...

Tenho defendido a antecipação de eleições, continuo a acreditar que deverão ser os órgãos sociais eleitos a tomarem a iniciativa de auscultar os sócios, colocando o lugar à disposição, preferencialmente apresentando candidatura a novo mandato. Tudo pode e deve ser feito dentro dos estatutos.

O movimento “dar futuro ao Sporting”, entregou ao Presidente da Mesa da Assembleia-Geral, assinaturas de sócios descontentes com a actual direcção, no sentido de ser convocada uma AG, visando a destituição dos órgãos sociais. Em meu entender, cabe a Rogério Alves a verificação da validade das assinaturas e cumprimento dos pressupostos pelos requerentes, que inclui o pagamento das despesas inerentes à realização da AG. O veredicto da justa causa deverá pertencer aos sócios, através do voto.

Conheço a realidade do Sporting Clube de Portugal, sei porque chegámos aqui, pelo que não estarei disponível para pactuar com grupelhos que utilizam o insulto ou arruaça como meio para conseguirem os fins. Boa parte dos promotores desta iniciativa são membros das claques, ressabiados pela perda de privilégios, ou órfãos e viúvas carpindo pela partida do guru boçal e arruaceiro, que infelizmente dirigiu o nosso clube, até que fartos da espiral de loucura que se vivia e cuja pesada factura ainda estamos a pagar, os sócios num raro momento de participação colectiva, acorreram em massa a destituir, primeiro, suspender e finalmente expulsar o tiranete.

Em consequência, se a AG vier mesmo a realizar-se, podem contar com os meus votos para contribuir para mais uma derrota dos que pretendem fazer o Sporting regressar ao passado sinistro, que percebemos pelos relatos de testemunhas no Tribunal, o clube vivia.

Alcochete, mais um testemunho da barbárie

20 meses decorreram desde o bárbaro, cobarde e vil ataque à Academia de Alcochete. Há que ler os testemunhos que vão passando pelo Tribunal, hoje foi o nosso guarda-redes e capitão, Rui Patrício, com lugar na história do Sporting, descrevendo um cenário arrepiante. Os agressores estão sentados no banco dos réus. Alguns sportinguistas ainda tentam desvalorizar os acontecimentos, ou contextualizar como excesso, motivado pela cultura de exigência, que segundo eles existia então no clube. São moralmente cúmplices de falsidade, ao tentarem contribuir para branquear um acto hediondo...

Hoje em Alvalade

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O plantel do Sporting tem muitas lacunas, não está à altura da exigência que a história e tradição do clube impõe. Mas hoje, a perder logo no início do jogo, fomos para cima do FCP e dominámos grande parte do encontro. Foi nossa a 1.ª parte, tenho muitas dúvidas no lance sobre Bolasie, ainda não tive oportunidade de ver a repetição em televisão. Uma vez mais o padre Sousa mostrou os seus dotes na habilidosa homilia que apresentou em Alvalade, ao perdoar o segundo amarelo claríssimo a Alex Telles, que colocaria os dragões a jogar com 10.

No início da 2.ª parte falhámos sucessivas oportunidades de golo, mas sensivelmente a meio começámos a sentir dificuldades físicas, Sérgio Conceição refrescou a equipa, tem soluções que Jorge Silas não tem e ganhou o jogo com um pontapé de canto, numa altura em que o jogo já estava equilibrado. Até final, muita garra e pouca lucidez. Apesar de tudo o empate teria sido um resultado mais justo, mas justiça e futebol nem sempre andam de mãos dadas.

Última palavra para alguns javardos na bancada Sul, que uma vez mais mostraram a sua bestialidade, com tochas e artefactos incendiários. Um grunho será sempre um grunho. Até quando iremos continuar a assistir nos estádios de futebol a cenas lamentáveis, sem que as autoridades policiais retirem das bancadas estes energúmenos? Se dúvidas existiam sobre a razão da direcção na atitude que tomou sobre as claques, hoje tivemos mais uma prova. A quem não esteve em Alvalade, deixo a triste imagem dos hooligans em delírio...

Assim vai o nojento tuga soccer...

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O futebol português está cada vez mais corrompido por um sistema que só pode provocar asco a quem tiver dignidade e defender a verdade desportiva. O despudor atingiu um nível tal, que nem com VAR lá vamos. Em Alvalade, diante do Rio Ave, foram assinaladas sem qualquer problema 3 grandes penalidades contra o Sporting. Ontem em Guimarães, árbitro e VAR não vislumbraram falta. Uma vez mais o bafiento e reles tuga soccer, mostrou que não é bem um desporto, mas uma farsa, sempre beneficiando os mesmos. Ou alguém acredita que este mesmo lance, na outra grande área, teria igual decisão? 

Quanto aos senhores instalados nos gabinetes do poder do futebol, não há muito a esperar. Ontem provavelmente terão ido à casa de banho no momento exacto em que foram lançadas três tochas para o relvado, interrompendo o jogo, pelo que não se devem esperar castigos. Afinal tudo está bem, quando acaba bem, desde que o clube do regime vá ganhando, os bobos vão desempenhando o seu papel, para gáudio da multidão...

Desporto mafioso

No desporto tuga, o que parece é. Existe um clube ao qual todos os poderes se vergam e tentam servir. Os dirigentes desportivos comportam-se como gangster de rua, procurando agradar ao padrinho, para subirem na hierarquia da famiglia...

É ver os meses que decorreram desde os actos em causa, o tempo que demoraram a decidir o castigo e quem são os adversários que teremos que defrontar à porta fechada. Isto se o recurso para o Tribunal Arbitral não der razão ao Sporting, o que duvido possa acontecer. Mas que ninguém duvide que os membros do CD da FPF não tentam tudo para uma vez mais nos prejudicarem. Nada de novo, nojentos como sempre...

Sporting 2020

Começo por aproveitar o texto para desejar um excelente 2020 a todos os sportinguistas. Entrámos em 2020, ano que será muito importante para o futuro do Sporting Clube de Portugal. Estamos divididos como nunca, é a pesada herança deixada pela presidência anterior, que transformou em inimigos todos os que não partilhavam da visão estratégica do iluminado líder de então. Apesar de sermos todos sportinguistas, desde 2013 que se instalou no clube uma cultura de procurar as diferenças entre nós, acentuar clivagens desnecessárias, buscando os puros, os acéfalos para tecerem loas ao aclamado presidente. Tal estratégia resulta sempre por prazo limitado e aconteceu o óbvio, a queda do pedestal.

Em 2018 elegemos um novo presidente, com o lema “unir o Sporting”. A pacificação seria impossível, porque existe uma minoria de apoiantes do destituído, viúvas e órfãos do passado, ávidos por regressar aos tempos da beligerância, do insulto, que confundem com luta e exigência. Apesar disso, a esmagadora maioria dos sócios foi apoiando os actuais órgãos sociais do clube, confiantes no crescimento da equipa de futebol, que apesar de exibições inconstantes até conseguiu conquistar duas taças de forma surpreendente.

Quando tudo fazia prever que continuaríamos no rumo certo, o presidente Frederico Varandas até reclamou para si em campanha eleitoral um conjunto de competências no futebol, eis que o mercado de transferências se revelou um pesadelo para todos os sportinguistas. Saídas de jogadores por valor demasiado baixo, alguns até a custo zero, para baixar massa salarial, ao mesmo tempo que se contratam verdadeiros cepos, que não chegaram barato, ou emprestados de interesse e valor duvidoso nesta fase da carreira, foram decisões incompreensíveis para muitos adeptos, entre os quais me incluo.

O Sporting tem que manter o ADN de clube formador, pode e deve contratar jogadores com potencial de desenvolvimento, para valorizar, ou jogadores de créditos firmados que entrem de imediato como titulares. Empréstimos só em casos muito pontuais, por exemplo para colmatar algum jogador que se lesionou por longo período. Que sentido faz trazer Jesé Rodríguez, Bolasie ou Fernando? Que ganhos resultariam para o clube na eventual valorização destes atletas?

O início de 2020 traz consigo a reabertura do mercado de transferências, última oportunidade para Frederico Varandas e Hugo Viana mostrarem aos sportinguistas que têm condições para permanecer no cargo. Temo o pior, mas venho defendendo há algum tempo que antecipação de eleições só lá para a Primavera, pelo que estou expectante do comportamento do Sporting SAD nesta matéria. Também não dou crédito por aí além às capas do pasquim “A Bola”, que nunca pugnou propriamente pelos interesses do nosso clube. Não acredito que alguém esteja disposto a pagar 70 milhões por Bruno Fernandes em Janeiro, seria inaceitável que o clube aceitasse baixar um cêntimo que fosse por uma indesejável transferência do nosso capitão. Vender Acuña, Coates ou Wendel abaixo de 20 milhões seria repetir Bas Dost, desbaratando activos a preço de saldo. Trazer mais entulho por empréstimo ou cepos acima de 5 milhões de euros confirmará a incompetência mostrada no último defeso. E se é de incompetência que falamos, só há uma acção a tomar, porque a bem dos superiores interesses do Sporting, incompetentes não podem ocupar cargos de importância vital no clube.

Por fim, e não menos importante, a questão das claques. O Sporting foi pioneiro na sua criação, quando se pretendeu seguir um modelo de inspiração brasileira, com festa, música e incansável apoio à equipa. Passados mais de 40 anos, o que temos são insultos, violência, fumos tóxicos, agressões, negócios escuros. Basta ver quem são os líderes do principal gang da bancada Sul e quem lhes disputou a liderança. É inaceitável que o Sporting Clube de Portugal apoie um grupo organizado em que para subir na hierarquia da organização seja necessário apresentar um registo criminal bem preenchido de condenações. A lógica não é de claque, mas de gang, ou bando, como preferirem, vai dar ao mesmo...

É necessário que sejamos uma vez mais pioneiros, colocando um ponto final neste tipo de grupos, indesejáveis nos estádios de futebol e no desporto em geral, para que o nosso estádio volte a ser um lugar para famílias e pessoas pacíficas, que gostem de futebol e queiram assistir ao espectáculo. Se for preciso, que marquem uma AG para o efeito e coloquem os sócios a votar pela manutenção ou fim dos apoios às claques. Não tenho dúvidas qual será o resultado, porque a maioria dos sócios do Sporting Clube de Portugal são pessoas de bem, honestas e civilizadas, que sabem viver em sociedade. Não são grunhos que insultam e partem para agressões, quando algo não corre de feição.

Última palavra para as modalidades em 2020. Tenho expectativas de conquistar pelo menos dois ou três títulos nacionais esta época, conseguir boas prestações europeias e, mesmo que não se ganhem todos os títulos, disputá-los até ao fim. Boa sorte a todos os que envergam a sagrada camisola verde e branca, o vosso sucesso será a nossa alegria, o nosso orgulho.


Viva o Sporting Clube de Portugal

O gang da bancada Sul

A Juventude Leonina fundada na segunda metade da década de 70 pelos irmãos Rocha, com o propósito de apoiar as equipas do Sporting Clube de Portugal, há muito que deixou de existir, pelo menos com o espírito e valores dos fundadores. É certo que as organizações ganham dinâmica, evoluem ao longo dos anos, mas um rápido olhar é suficiente para se perceber que hoje não existe uma claque, mas um gang. Basta ver quem são os cabecilhas e quem lhes disputou ou aspira a liderar o bando, para constatarmos que a subida na hierarquia é conseguida mediante o cadastro que se tem para apresentar.

Podem argumentar que as claques são necessárias, pelo colorido que oferecem nos estádios, pelo apoio às diversas equipas, nomeadamente nos jogos fora, mas a verdade é que caem frequentemente em episódios pouco dignos, que mancham o clube. Fumos tóxicos, tochas, com frequência bandeiras impedindo a visibilidade de quem pagou bilhete para ver um jogo de futebol e não quer aturar uma turba de costas voltadas para o relvado, com frequência debitando insultos, agressões verbais e até por vezes físicas.

O problema vai muito além do Sporting, mas se fomos pioneiros na criação de claques, também o deveremos ser na extinção da cáfila parasita que transformou o apoio organizado em lucrativo negócio, explorando financeiramente o genuíno apoio clubístico oferecido pela maioria dos seus membros, para conseguir financiar alguns líderes do gang.

É verdade que Frederico Varandas resolveu agora enfrentar a corja da bancada Sul, mas pelas piores razões, em reação aos insultos de que vinha sendo alvo. Não deixa de ter razão, caramba, será legítimo ou sequer razoável, insultar alguém ao domingo e pedir-lhe dinheiro na segunda-feira? Para imbecis a resposta provavelmente é afirmativa. São os mesmos que dizendo amar o clube e apoiar as equipas, se julgam no direito de agredir atletas de forma cobarde, infame, como aconteceu em Alcochete. E poderá novamente acontecer algures, se não colocarmos um ponto final na seita.

Sou crítico de Frederico Varandas, tenho reiteradamente apelado à antecipação de eleições, mas estou completamente ao seu lado nesta questão. Mais, nas próximas eleições, sejam antecipadas ou no final do mandato da actual direcção, não votarei em qualquer candidato que mostre dúvidas ou incertezas nesta questão. Para ter o meu voto, não poderão existir apoios financeiros a claques.

Javardice nos Açores...

Um grupo de javardos ultra-imbecis, que se dizem sportinguistas, resolveram receber nos Açores a comitiva do Sporting Clube de Portugal, grunhindo e urrando "Alcochete sempre". 

Uma vez mais fica provada a justa razão para o fim do protocolo com os energúmenos que envergonham o clube. O futebol em particular e recintos desportivos em geral, não podem continuar a ser palco para arruaceiros e marginais. 

Já defendi várias vezes a antecipação de eleições e todos sabem que não sou apoiante de Frederico Varandas. Mas não quero regressar ao passado. Qualquer candidato a presidente que no futuro se apresente a eleições no clube, para ter os meus votos terá que inequivocamente repudiar a escumalha e reiterar que não retomará qualquer protocolo ou apoio à horda de vermes.

Viva o Sporting Clube de Portugal.

Futebol? Fácil, fácil...

Até ao momento, Frederico Varandas já teve duas intervenções no mercado de transferências. Obviamente que existe uma pesada herança relativa à rescisão de jogadores, mas na maior parte dos casos, o clube acabou por chegar a acordo com os clubes que receberam os atletas, sendo parcialmente ressarcido. Se é verdade que não conseguiu obter as receitas que hipotéticas vendas poderiam ter significado, face ao valor dos atletas em causa, não é menos verdade que não é hoje intelectualmente honesto queixarmo-nos que saíram a custo zero. A soma obtida com Rui Patrício, William e Gelson supera os 50 milhões de euros e nada nos garante que caso tivessem continuado no Sporting, algum estivesse livre do infortúnio, como aconteceu por exemplo a Battaglia.

A um mês da abertura de nova janela do mercado de transferências, deixo abaixo uma lista de entradas e saídas de jogadores, da responsabilidade de Frederico Varandas e sua equipa. O resultado é confrangedor, para alguém que, é preciso recordar, foi eleito graças à promessa de ser um expert em futebol. No comando técnico, o actual presidente, em apenas 15 meses no exercício de funções, já despediu José Peseiro, contratou e despediu Marcel Keizer e contratou Silas. Mas recusa mexer na estrutura que montou e que certamente acreditará ser a melhor estratégia para o clube. 

2018/19 - Janeiro

Entradas:

Tiago Ilori

Plata

Borja

Phellype

Saídas:

Nani

Montero

2019/20 – Julho/Agosto

Entradas:

Luís Neto

Eduardo

Rosier

Vietto

R. Camacho

Bolasie

Jesé

Fernando

Saídas:

Bas Dost

Gudelj

Salin

Raphinha

Thierry

Bruno Gaspar

André Pinto

Petrovic

Apesar dos pífios resultados e sofríveis exibições que deprimem a nação leonina, Frederico Varandas e seus pares impuseram aumentos salariais na Sporting Clube de Portugal SAD, contra a opinião dos restantes accionistas e sentimento geral dos associados do clube. 

Face ao quadro exposto, defendo que as eleições devem ser antecipadas, preferencialmente para Março, mês previsto nos estatutos para realização das mesmas. É tempo de se devolver a palavra aos sócios, para que decidam o que pretendem, a bem do Sporting Clube de Portugal.

Frederico Varandas cada vez mais perto do fim da linha - III

Não existem segundas oportunidades para causar uma boa primeira impressão. A construção do plantel da presente época foi péssima, os resultados estão à vista, hoje mais uma derrota em Barcelos diante do Gil Vicente.

Tiago Ilori que treina em Alcochete, mas não teria lugar no Alcochetense, foi para nosso azar, hoje titular. Um verdadeiro cepo, oferecendo ao adversário o 1º golo, intranquilizando a equipa, que também não jogou nada. Mas pior que realizar um mau jogo é constatar que além de Ilori, frequentemente o elo mais fraco, também Jesé e Bolasie se têm revelado reforços inúteis. Do mal o menos, uma vez que vieram por empréstimo, é devolvê-los o quanto antes à procedência. Borja, Eduardo e Doumbia, também aquisições durante o consulado do presidente Frederico Varandas, não mostraram ainda qualidade para jogar no Sporting. Plata e Camacho também não reforçaram grande coisa. Silas é o menos culpado, pois ninguém consegue fazer omoletes sem ovos.

Das duas uma, em Janeiro o mercado reabre, ou muda o cenário, ou contem com os meus votos para mudarmos de presidente, sem obviamente regressarmos ao passado recente.

Breves considerações sobre o dossier Sinisa Mihajlovic e não só...

Sobre a questão da disputa judicial com Sinisa Mihajlovic há que dizer o seguinte:

1 – Em primeiro lugar o Sporting deve acatar a decisão e cumprir com o pagamento de 3 milhões de euros a que foi condenado. Há que ver as coisas pelo lado positivo, o treinador sérvio reclamava 11 milhões, não tendo conseguido sequer metade da pretensão.

2 – Bruno de Carvalho é parcialmente responsável, por ter contratado um treinador a uma semana da AG de destituição. Uma vez mais, letal ao Sporting.

3 – Sousa Cintra é o principal responsável ao ter ignorado o parecer jurídico do clube. Bastaria ter esperado 4 dias e tomado a mesma decisão. Não posso ignorar as circunstâncias em que a CG exerceu o curto mandato, mas ainda assim, algumas dossiers ficaram muito aquém do exigível. Neste caso esbanjámos 3 milhões, com Demiral seguramente muitos mais.

Para concluir, enquanto sportinguista fico satisfeito que o treinador sérvio nunca tenho dirigido a nossa equipa de futebol e desejo que os seus admiradores jamais voltem a ter qualquer palavra a dizer sobre o destino do Sporting, porque em rigor, não são as qualidades técnicas ou tácticas do treinador do Bolonha que apreciam, querem mesmo é regressar a um passado de má memória do qual nos libertámos a 23 de Junho de 2018. Para os letais, quanto pior, melhor, buscam cavalgar a natural insatisfação dos sócios e adeptos perante a actual situação do clube. Mas não se iludam, acreditamos ser possível mudar, encontrando alternativas no clube, que por ser uma grande instituição tem muitas soluções. Mas para ser absolutamente claro e inequívoco, por mais críticas que faça e não tenho poupado, à actual direcção, se fosse obrigado a escolher entre o presente e o passado, sem dúvida ou hesitação, escolheria o presente.

Rescaldo da noite europeia e algumas reflexões...

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Faltam adjectivos para definir a classe de Bruno Fernandes. Ontem maravilhou os espectadores presentes em Alvalade com dois golos e outras tantas assistências, dispondo de liberdade de movimento no meio-campo, jogou e fez jogar. Um privilégio ter este jogador de classe mundial como capitão da nossa equipa.

Ontem foi uma noite gala para o Sporting e uma azia para a orfandade letal, apostada em cavalgar a insatisfação com os maus resultados da equipa, para regressar a um passado de má memória e retomar injustificadas benesses. Saiu-lhes o tiro pela culatra, mal tentaram entoar os seus cânticos de insulto ao presidente, foram vaiados pelos sportinguistas no estádio, que mostraram claramente que não têm saudade dos comportamentos incendiários e demais javardices que eram prática habitual na bancada Sul.

Não é por ganhar um jogo, apesar da boa exibição, que deixo de criticar Frederico Varandas e defender antecipação de eleições para a Primavera de 2020. Mas uma coisa é certa, na questão das claques, o presidente tem o apoio maioritário dos sócios, incluindo o meu. Aguardemos serenamente os próximos resultados, esperando que a próxima janela de transferências em Janeiro não traga mais do mesmo, incompetência igual à demonstrada no Verão passado.

Bruno Fernandes só pode sair pela cláusula em Janeiro, nunca abaixo de 70 milhões no final da época. Os restantes até podem ser negociáveis, mas jamais a preço de saldo. E terão que ser substituídos por jogadores de qualidade. É tempo dos responsáveis pelo futebol mostrarem o que valem, ou serem substituídos...

Avaliando a presidência de Frederico Varandas...

Enquanto sócio do Sporting Clube de Portugal, não me considero satisfeito com os resultados obtidos por Frederico Varandas. Não o irei insultar, nem assinei até ao momento qualquer pedido para realização de AG destituitiva, mas poderei rever a minha posição no futuro, sem obviamente alinhar com qualquer tentativa de retorno à javardice. Concordo com a suspensão das claques, facto manifestamente insuficiente para justificar a continuidade de Frederico Varandas à frente dos destinos do clube, face aos miseráveis resultados obtidos pelo futebol, verdadeiro core business da instituição. 

Defendo que se antecipem eleições para o início da próxima primavera, devolvendo a palavra aos sócios. Até lá, terá que ser Frederico Varandas e sua equipa a gerirem o próximo mercado de transferências. E até podem apresentar-se a votos, sujeitando-se com humildade democrática à deliberação dos sócios. Se porventura vencerem, sairão com legitimidade reforçada e colocarão um ponto final na contestação, caso saiam derrotados, terão servido o Sporting, de nada adianta barricarem-se atrás dos estatutos contra a vontade da maioria, sob pena de sairem pela porta pequena, ou enxovalhados numa destituição. 

Fica pois o apelo ao bom senso do presidente Frederico Varandas e seus pares dos órgãos sociais. Vamos a votos, porque apesar do empenho e boa vontade que possam ter, não estou a afirmar o contrário, a verdade é que a situação actual está muito longe do cenário que nos foi prometido na candidatura.

F. Varandas cada vez mais perto do fim da linha... - II

O Sporting pouco ou nada fez para ganhar um jogo que até não merecia, mas acabou por perder, no futebol quem não marca, coloca-se a jeito e foi o que aconteceu hoje em Tondela. São evidentes as lacunas do plantel, resultantes da péssima planificação da época.

Com os objectivos cada vez mais longe, é hora dos responsáveis pelo futebol leonino, começando pelo presidente, assumirem a sua responsabilidade. Uma vez mais peço a Frederico Varandas que coloque o seu lugar à disposição dos sócios, antecipando eleições. Demonstraria desapego ao cargo e se está certo que mantém o apoio dos sócios, até pode concorrer e quiçá conseguir ser reeleito. Precisamos clarificar a situação no clube, sem drama. Não podemos é permanecer no actual estado letárgico sem rumo à vista no horizonte próximo. E mudar novamente de treinador não me parece ser solução...

A javardice habitual...

A turba hooligan que parasita a bancada Sul insiste no comportamento javardo. Sinceramente já cansam, mas não pensem que vencerão pelo cansaço. Sempre que urraram os habituais insultos ao presidente, foram assobiados pela maioria do estádio, mostrando assim aos mais distraídos que os sócios podem não estar satisfeitos com o actual rumo do futebol, mas não aceitam ficar reféns do gang, que mostra azia pelo fim dos privilégios injustificáveis que ao longo dos anos foram obtendo.

Há muito que o propósito inicial das claques se encontra desvirtuado, sendo do domínio público que hoje albergam gente muito pouco recomendável e até mesmo alguns delinquentes. O Sporting Clube de Portugal tem por missão formar atletas e promover a prática desportiva, não serve para subsidiar parasitas.

Obviamente que o clube não pode proibir o direito de associação, se imbecis se juntam, devem poder fazê-lo sem problema. Mas também não tem que os favorecer. Para começar, se querem ocupar lugar no estádio, devem começar por comprar gamebox ou bilhete para o jogo a preço normal. E serem revistados à entrada de forma competente, é inadmissível que entrem tochas nos estádios como aconteceu hoje em Alvalade na bancada Sul, permitindo que meia dúzia de grunhos obrigassem as pessoas em seu redor a inalar substância tóxicas, um comportamento verdadeiramente deplorável, que gostaria que alguém me explicasse em que medida aquilo é apoio à equipa, ou que motivação transmite aos jogadores...

Só peca por tardio

O fim do protocolo do Sporting Clube de Portugal com as claques. Apesar de criticar abertamente Frederico Varandas e defender antecipação de eleições, nesta matéria estou totalmente de acordo com a orientação do clube.

O desporto deve ser um espectáculo, onde não cabem arruaça, violência, insulto, a tal patética mentalidade a que chamam ultra. Quando em criança comecei a frequentar estádios de futebol, pela mão do meu pai, era uma festa ir ao futebol e já existiam rivalidades. Se queremos ser grandes, há que seguir os bons exemplos de Inglaterra e Espanha.

Se os parasitas não fazem falta, quero acreditar que a maior parte dos membros das claques, que não os seus cabecilhas, irão continuar a mostrar o seu amor ao clube. É hora de separar o trigo do joio.

F. Varandas cada vez mais perto do fim da linha...

Frederico Varandas é legitimamente presidente do Sporting Clube de Portugal, porque foi eleito com a maioria dos votos dos sócios. Podemos concordar ou discordar dos estatutos, mas temos os que foram aprovados em AG pelos sócios. Não há, nem pode haver, AG legítimas e outras ilegítimas consoante o resultado nos agrade ou não, por muito que alguns lunáticos continuem a falar em golpe, usurpação e outras teorias rocambolescas, enquanto não reconhecerem todos os resultados, não serão levados a sério e nada conseguirão mudar no clube. Continuarão a ser parte do problema e jamais farão parte da solução.

Também não coloco em causa o sportinguismo do presidente e demais membros dos órgãos sociais do clube. Ser sportinguista não é um direito de nascença, mas uma escolha que todos fizemos em determinada altura da nossa vida, pouco importa se influenciados ou não, cada um terá a sua história. Respeito por isso a pessoa, como aliás todas as pessoas, neste caso em particular os sportinguistas, pelo que jamais alinharei ou pactuarei em insultos ad hominem, seja a quem for. Repudio tal caminho, mas não surpreende que as claques do clube, muito em particular a que se julga acima das outras e tem sido favorecida ao longo de anos, escolha essa via para reclamar a mudança de rumo no clube. Não os seguirei.

Mas Frederico Varandas e seus pares não têm feito por merecer a confiança que os sportinguistas lhes depositaram. Os resultados são como o algodão, estamos longe do lugar que a história e tradição do clube exigem e não se vislumbra no horizonte próximo uma mudança de rumo. No entanto, se Frederico Varandas está tão certo que continua a merecer a confiança dos sócios e tem mesmo a melhor solução para dirigir o clube, porque tem medo de ir a eleições? Não precisa sair, basta que antecipe eleições e se apresente a votos, permitindo que apareçam alternativas, possamos todos debater e votar. No final, se ganhar, sairá reforçado, se perder, ninguém dirá que ficou agarrado ao poder. Se não o fizer, optando por continuar no autismo presente, muito provavelmente Bruno de Carvalho deixará de ser o único presidente destituído na centenária história do Sporting...

Que fique claro, considero que Frederico Varandas não tem condições para continuar, neste momento a sua presidência encontra-se em comatosa agonia, mas de todo quero regressar à javardice do passado recente. Uma das condições, obviamente que não será a única, para apoiar um candidato no futuro, se formos a eleições, será manter as claques longe dos privilégios que os restantes sócios não têm. Ninguém acerta sempre, como também não está sempre errado, essa é das partes mais positivas do consulado Frederico Varandas, mas os resultados do futebol exigem uma rápida mudança no clube. Viva o Sporting!

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