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És a nossa Fé!

Quo vadis Sporting?

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(imagem RTP)

 

Quando penso que a errática criatura que dirige o Sporting C.P. bateu no fundo, aparece sempre algo mais. Desta vez a escassas horas do importante jogo, com os ânimos ainda exaltados pelos acontecimentos provocados pelo menino birrento, eis que nova publicação surge no Facebook para alimentar o ego do nosso presidente, que tem sempre uma comunicação ao estilo Donald Trump, numa postura de liderança Kim Jong Un, porque nem sabe estar calado e só se sente bem aclamado... Ninguém pense que o homem sairá pelo próprio pé, onde arranjaria um emprego tão bem remunerado? Após as alterações estatutárias, cuidou de si próprio, apesar de proclamar juras de amor ao clube, não se importa de destruir activos, colocando em causa o valor da instituição. No final, qual Nero acabará contemplando a obra... A não ser que o travem, enquanto é tempo.

Alvalade a arder...

Bruno de Carvalho escreveu no Facebook que o Sporting jogou em Madrid apenas com 9 jogadores. Bem sei que alguns estiveram abaixo do normal. Já o nosso Presidente infelizmente continua sempre igual a si próprio, um pirómano qual Nero, que para alimentar um enorme ego, não mudará de atitude enquanto não contemplar Alvalade a arder, um louco que terá forçosamente de ser afastado pelos sócios que amarem o clube.

Basta de insultos aos sócios que discordam da liderança do menino birrento, aos adversários, acirrando os ânimos em vésperas de jogos e agora enxovalhando profissionais de forma miserável, em publico, desvalorizando inacreditavelmente activos e transformando uma instituição centenária em chacota nacional. O nosso clube bateu no fundo e não sairá da lama enquanto for dirigido pelo figurão.

Um grande capitão vs um presidente pequenino...

Rui Patrício mostrou uma vez mais que é um verdadeiro líder dentro e fora do campo, capaz de unir a equipa nos momentos mais adversos. Lamentável que a instituição Sporting Clube de Portugal seja hoje dirigida por um arrivista desbragado, que utiliza o populismo e linguagem de sarjeta como armas, desprestigiando e denegrindo a imagem do nosso clube. A nossa história merecia mais.

Espero que os jogadores não se retratem, e obriguem o birrento protótipo de aprendiz de ditador a recuar em toda a linha. Ninguém acredita que até final do campeonato jogue a equipa B, muito menos que os jogadores agora sob ameaça de suspensão para já veiculada apenas através do Facebook onde a criatura encontrou palco para alimentar o ego, não entrem em campo no próximo jogo da Liga Europa, porque a UEFA não costuma brincar nem mostrar tolerância para dirigentes deste mau calibre. E mais importante, não acredito que os sócios e adeptos do Sporting pactuem com o ainda Presidente que nos envergonha e enxovalha com as suas figuras tristes…

Fim de ciclo

O balanço de 3 épocas com Jorge Jesus ao comando da nossa equipa de futebol salda-se pela conquista da supertaça de futebol em 2015 e da taça da carica em 2018. Face ao salário auferido pelo mestre da táctica, atrevo-me a dizer que é de longe o mais caro treinador na história do Sporting Clube de Portugal, já o resultado obtido é demasiado pífio para o investimento.

Arrogância e fanfarronice nunca trouxeram ganhos por aí além e começa a ser cansativo aturar tanta gabarolice a cada conferência de imprensa. No final da época em curso o presidente terá duas opções, a primeira é avaliar o desempenho do técnico à luz dos meios colocados à sua disposição, a segunda será continuar assobiando para o lado, justificando derrotas com erros de arbitragem e outras teorias de conspiração.

No final do mandato os sócios que elegeram de forma esmagadora em 2017 e reiteraram inequivocamente no passado mês a confiança no presidente serão chamados a votar os destinos do clube. O número de títulos de campeão nacional de futebol alcançados, promessa eleitoral de Bruno de Carvalho, será parte importante da avaliação que enquanto sócios teremos que fazer.

Viver o Sporting...

Irei continuar a vibrar durante os jogos do meu clube, celebrando cada vitória ou sofrendo em cada derrota. Obviamente que todos os jogos são para ganhar e nenhuma competição é para desprezar, mas o que verdadeiramente conta é a conquista do campeonato nacional de futebol, título que nos escapa desde a época 2001-2002. Se pudesse escolher entre campeonato ou taça de Portugal, Liga Europa e taça da Liga num mesmo ano, não hesitaria um milésimo de segundo e escolheria o primeiro.

Desde que Bruno de Carvalho tomou posse como Presidente do Sporting.C.P. a conquista da Taça de Portugal na época de 2014-2015 foi o melhor momento do clube. É pouco e ainda assim o Presidente enxovalhou um treinador por ele contratado e despedido com justificação bastante duvidosa. Com estrondo e foguetório contratou para substituir Marco Silva o mestre da táctica, o treinador mais caro da história do futebol português, mas que até ao presente se limitou a ganhar uma supertaça e já no decorrer da presente época a taça da carica. As duas provas menos relevantes do calendário luso. Um fanfarrão que conseguiu com o seu discurso provocatório unir há 2 épocas o principal rival e desperdiçando pontos inacreditáveis, acabou por perder um campeonato que estava perfeitamente ao nosso alcance.

Ontem após verificar que mantém o apoio esmagador da massa associativa, o Presidente foi igual a si próprio, passando do inimigo interno para um ataque sem nexo à comunicação social. Inacreditavelmente chegou ao ponto de querer que os sportinguistas não comprem jornais ou assistam aos canais de televisão portuguesa. Vamos imaginar por um momento que os sportinguistas até iriam na conversa do menino mimado que ocupa a presidência, o disparate seria tão grande que a marca Sporting desvalorizaria num ápice, mas já estamos acostumados a discursos incendiários sem qualquer reflexão. Não admira que os benfiquistas rezem a todos os santinhos para que o Sporting se mantenha no rumo actual, desde que Bruno de Carvalho é presidente, a verdade é que já conquistaram um inédito tetra e podem não ficar por aqui. O balanço é bastante positivo para eles…

Sou sportinguista, tenho quase tantos anos de sócio quantos Bruno de Carvalho tem de vida, o que não me confere nem retira direitos, irei continuar lendo ou assistindo ao que me apetecer, sem condicionalismos de qualquer espécie. O que não consumo mesmo são os tweets de Nuno Saraiva nem o Facebook de Bruno de Carvalho, porque tenho mais que fazer que perder tempo com discursos ou estados de espírito irrelevantes. Serei no entanto o primeiro a dar a mão à palmatória e fazer mea culpa, caso a estratégia que critico venha a dar frutos, oxalá eu esteja errado e possa em Maio abrir o champanhe celebrando a conquista de mais um campeonato nacional. Não faço parte de qualquer oposição organizada, aliás, nem sequer existe qualquer oposição credível a Bruno de Carvalho neste momento e jamais compreenderei que algum sportinguista possa desejar uma derrota para prejudicar um dirigente ou treinador do clube. Não morro de amores por J.J., mas o Sporting está e estará sempre acima de todos nós. No entanto seria um case-study alguém com tantos inimigos, apontando em várias direcções em simultâneo, alcançar sucesso. Sim, acredito na vontade de Bruno de Carvalho servir o clube e coloca-lo no patamar que todos queremos, o que duvido é dos seus métodos e capacidades para o alcançar. Viva o Sporting!

Não perder o rumo nem a dignidade...

 

Os dirigentes passam, o clube fica. Não acredito em homens providenciais, iluminados ou salvadores messiânicos. E de insubstituíveis os cemitérios estão a abarrotar. Embora crítico de Bruno de Carvalho, reconheço-lhe o esforço e resultados alcançados. Só isso e já não é pouco, justificam que continue. Mas exigir aos sócios que votem num determinado sentido sob ameaça de demissão, é chantagem, desculpem-me, mas não encontro outro termo apropriado na língua portuguesa. Nenhum sócio pode amanhã ser violentado ou manietado na sua liberdade de voto. Ou aceitamos de bom grado ficar sem Liberdade para satisfação do capricho de quem inventou um problema? Se a condição para Bruno de Carvalho permanecer é retirar aos sócios o poder de criticar ou divergir livremente do rumo traçado pela direção, se o cumprimento do mandato depende de ser aclamado em Assembleia Geral por uma massa acéfala, então que se vá. O Sporting Clube de Portugal é demasiado grande para ser utilizado como vaidade pessoal seja de quem for. Viva o Sporting Clube de Portugal.

Rescaldo da vitória frente ao Feirense

Felizmente vencemos o jogo e conquistámos os 3 pontos em disputa, que é o mais importante. Árbitro e VAR erraram na anulação do golo porque a falta cometida pelo Bruno Fernandes existiu, mas em jogada anterior, logo não passível de análise segundo o protocolo. Mas nada justifica o desperdício dos nossos avançados na hora de rematar à baliza, mesmo compreendendo a natural ansiedade que se apoderou da equipa nos últimos tempos. Gostei da estreia do Rafael Leão, boa atitude, pode ir longe. O reforço Lumor também deixou bons apontamentos. Para não variar, após o final do jogo Bruno de Carvalho ensaiou uma vez mais uma comunicação irónica, desnecessária, sem que tenha ficado perceptível o objectivo que pretendeu alcançar, excepção feita ao apelo à mobilização dos sócios para o entronizarem imperador na próxima Assembleia. 

Chantagem aos sócios...

O nosso presidente convive mal com a Democracia. É a única explicação plausível para a indecorosa chantagem que ontem lançou sobre os sócios do Sporting Clube de Portugal. Não acredito em homens providenciais, salvadores messiânicos, muito menos me revejo em unanimismos em torno do grande líder ao estilo Coreia do Norte ou aceito que para governar sejam necessárias maiorias albanesas.

O propósito de alteração dos estatutos visa facilitar a purga interna, amordaçar qualquer crítica à liderança, expulsando os mais incómodos. Os presidentes passam, o clube fica. De insubstituíveis estão os cemitérios cheios. Os sócios que não se deixem iludir ou manipular. Bruno de Carvalho tem inteira legitimidade para cumprir o mandato até final, foi eleito de forma esmagadora mas não unânime. É inaceitável exigir que lhe sirvam de bandeja o poder absoluto, como se fosse imperador…

Derrota justa no Estoril...

Sem poder culpar a arbitragem e incapaz de apontar o dedo à falta de competência da nossa equipa que desperdiçou hoje vários golos na Amoreira, à semelhança do que aconteceu noutros jogos, aguarda-se agora que surjam no Twitter ou Facebook publicações apontando o dedo à minoria de sócios que recusa seguir cegamente uma direcção maniqueísta, para quem os que não estão connosco estão contra nós...
A verdade é que os nossos avançados (e não só) falham golos em série, alguns de forma inacreditável. A defesa treme, transmitindo insegurança à equipa. Para o técnico há sempre uma explicação, hoje foi o vento. Errar nas suas opções é que nunca acontece. Há muito que a equipa vem revelando alguma intranquilidade, com jogadores longe do fulgor demonstrado no início de época, a que não será alheia a sobrecarga de jogos, porque não existe rotação no plantel, J.J. aposta quase sempre nos mesmos. Os jogadores são homens e não máquinas. A falta de 2 titulares não pode constituir uma explicação aceitável para perder no Estoril, com inteira justiça, diga-se. Aguardemos pelos próximos jogos, mas isto começa a ficar muito parecido com a época 2015/2016. A não ser que rapidamente algo mude. Não tenhamos ilusões, nem fiquemos à espera de milagres...

Um cheque em branco à ordem do presidente?

O Sporting Clube de Portugal tem uma história, um passado glorioso repleto de conquistas e troféus ao longo dos seus quase 112 anos de existência. A sua grandeza deve-se aos feitos de inúmeros atletas que vestiram e honraram a camisola verde e branca, mas também aos anónimos que demonstrando uma fé inabalável e única, viveram e celebraram vitórias, ou sofreram e partilharam derrotas sem virar as costas ao nosso clube.

Pessoas de todas as classes sociais, convicções religiosas, agnósticos ou não crentes, com diferentes opções políticas ou ideológicas, unem-se no apoio ao nosso clube. Esse património é demasiado valioso, porque é a nossa marca. Pese embora alguns de nós possam ter sido influenciados por outras pessoas, a escolha do clube é sempre uma opção pessoal. Não nasci sportinguista, tornei-me sportinguista quando criança fui levado ao Estádio José Alvalade e assisti aos golos de Yazalde e companhia, que levaram à conquista do título na época de 1973-74. Tornei-me sócio com 11 anos, hoje tenho mais de 40 anos de filiação e quotas em dia.

Sinto-me no direito de criticar presidentes, treinadores e até jogadores, mesmo que por vezes possa estar errado ou cometer alguma injustiça. Faz parte, as emoções por vezes ficam ao rubro. Da mesma forma que um atleta ou treinador por vezes perde a cabeça e acaba expulso. Tenho mais dificuldade em entender que um presidente possa ter uma postura menos responsável, pelo cargo que ocupa, ser presidenciável é ter a capacidade de estar à altura da responsabilidade e dignidade que o cargo exige.

Nunca votei e dificilmente votarei Bruno Carvalho. Reconheço-lhe o esforço para conquistar o título de campeão nacional de futebol, mas não me revejo na sua presidência populista. No entanto não o tenho criticado, porque foi eleito pelos sócios, ocupa o cargo com legitimidade e no fim do mandato será sujeito à avaliação dos sócios caso decida apresentar recandidatura, podendo ser reeleito ou não. É assim que deve ser.

Estive na famigerada assembleia geral nos idos anos 80, quando outro populista, o falecido Jorge Gonçalves, usando a claque como guarda pretoriana, pretendeu perverter os estatutos, para aumentar o seu poder. Se a Bruno Carvalho a Assembleia de ontem lhe fez lembrar a assembleia-geral da liga de clubes, a mim, a proposta de extinção do Conselho Leonino e fim do método de Hondt para eleição do Conselho Fiscal do nosso clube fizeram recordar esses tempos sombrios. É próprio de ditadores considerarem inaceitável qualquer crítica à sua actuação, normalmente todos os ditadores se consideram iluminados pelo destino, por fim todos acabam sozinhos…

Se Bruno Carvalho quiser sair, que saia, que se demita, no entanto ninguém o está a forçar. O que não é aceitável é que ameace os sócios, alguns com mais anos de filiação que ele e indiscutível sportinguismo. O que o presidente fez ontem é feio, a prática tem um nome, chantagem. Temo que em próxima Assembleia-Geral a estratégia acabe por surtir efeito, embalados por alguma vitória os sócios acabem por ceder. Por mim, continuará presidente até ao fim do mandato, mas não lhe passo um cheque em branco. Nem a ele, nem seja a quem for. Os estatutos existem para salvaguardar a instituição Sporting Clube de Portugal. Viva o Sporting!

Os jogos apenas terminam quando o árbitro apita o final da partida...

Uma vez mais surpreendidos ao cair do pano, após substituições defensivas. O mestre da táctica procura segurar uma magra vantagem e perde 2 pontos. Aconteceu na Luz, a história repete-se agora em Setúbal, fazendo lembrar o início da 2ª volta há duas épocas atrás. Penalty claro cometido por Mathieu, incompreensível reacção de Fábio Coentrão que poderia ter visto outra cor do cartão com um árbitro mais rigoroso. Mau demais este desperdício a que infelizmente nos vamos habituando...

Salvou-se o resultado, porque a exibição...

Que saudades devem ter sentido ontem os adeptos do clube rival das arbitragens de outros tempos. Tivesse o derby sido apitado por um Calabote, Inácio de Almeida, Coroado com mais ou menos azia ou mesmo por João Capela e teríamos saído da Luz com uma goleada das antigas. Mas felizmente os tempos mudaram e o árbitro Hugo Miguel teve uma excelente actuação num jogo que não foi fácil, bem pelo contrário. Apenas alguém cego pela clubite, ou então extremamente necessitado de agradar à entidade patronal, como António Rola foi capaz na BTV de afirmar que o árbitro não assinalou fora de jogo na jogada que precede o golo do Sporting, porque não quis. Sabe qualquer pessoa minimamente atenta às questões de arbitragem, que o VAR não dispõe das linhas no fora-de-jogo. E sabe-o bem António Rola, a não ser que além de fanático também seja incompetente, o que também nem seria assim tanto para estranhar.

Quanto aos restantes lances polémicos, apesar de bem terem tentado todos os ângulos possíveis, com e sem zoom, em nenhum é visível para lá de qualquer dúvida, ter existido mão na bola, à excepção do lance entre William e Jimenez, mas neste caso a mão é precedida de falta do mexicano. Até que Battaglia cometeu uma infantilidade, penalizando gravemente o clube, cometendo uma falta indiscutível que o árbitro assinalou.

O jogo poderia ter tido outro resultado se Gelson não tivesse desperdiçado uma oportunidade soberana à beira do intervalo. Mas em abono da verdade há que reconhecer que o Sporting não jogou nada. Uma vez mais o mestre da táctica teve medo, recuou, acabando o jogo encostado à sua baliza até sofrer golo nos últimos minutos. Já vimos este filme várias vezes este ano. Assim não vamos a parte alguma. Bem sei que é fácil falar de táctica depois dos jogos, mas para mim é incompreensível ver Rui Vitória arriscar e J.J. deixar no banco Doumbia e Podence, jogadores talhados para o contra-ataque. Para mais quando o Sporting do meio-campo para a frente foi Bruno Fernandes, Gelson e pouco mais. Bas Dost esforçou-se mas sempre marcado de perto não rematou à baliza. Acuña esforçado, mas abaixo do habitual, Battaglia e William passaram ao lado do jogo. Piccini e Coates provocaram vários calafrios, na defesa Mathieu e Coentrão foram os únicos em bom plano. Em jeito de conclusão direi que foi um jogo que o Sporting até poderia ter ganho, apesar de tudo ter feito para perder…

Haja bom senso

Não gosto de ver relações profissionais terminarem nos Tribunais. Nem o valor em causa é tão elevado ao ponto de justificar a não existência de acordo entre as partes envolvidas. Aqui chegados mais vale pagar de uma vez e enterrar o assunto. Já no caso Doyen a litigância desnecessária acabou por sair cara ao nosso Sporting. Rasgar contratos, não cumprir acordos está no ADN de outros emblemas, não do nosso que sempre foi diferente. Costumo dizer que ser do Sporting está para além de mera fé clubística, também é uma forma de estar na vida. Viva o Sporting.

{ Blog fundado em 2012. }

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