Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

És a nossa Fé!

Claques não são donas do Sporting

21589685_il2vz[1].jpg

 

O Sporting Clube de Portugal tem quatro claques que representam pouco mais de três mil sócios, o equivalente a 1,7% do total de sócios do clube e 3,3% do universo de sócios pagantes.

Esta é a gota de massa cinzenta que reclama ter mais direitos que os demais e exerce pressão sobre tudo e todos como se fossem os verdadeiros dirigentes do clube. Não. Não podem, nem devem existir claques que se autoproclamam donas disto tudo.

Claques facilmente instrumentalizadas para causar instabilidade e destruição dentro do Sporting não devem ter palco e muito menos serem patrocinadas pelo dinheiro do clube. Eu como sócio, com quotas em dia, não votei em claques para autodestruir o clube.

Convém lembrar que o Sporting já existia antes das claques e vai continuar bem vivo mesmo sem claques. São os sócios, adeptos e simpatizantes – cerca de 3,5 milhões de pessoas, segundo as estimativas – a razão de ser do Sporting e que constituem a sua alma.

Frederico Varandas, eleito democraticamente, devia ter cortado todo o apoio às claques envolvidas no terramoto de Alcochete logo que assumiu a presidência. A decisão é tardia, mas mais vale agora do que nunca.  

É preciso pulso firme, Dr. Varandas, e não ter receio de decidir para limpar, equilibrar e dar rumo à Nação Verde, para poderemos ser “Tão grandes como os maiores da Europa”.

É a “comunicação, estúpido”

21579788_PUlI3[1].jpg

 

A falta de estratégia de comunicação no Sporting é gritante e a administração tarda em perceber a sua importância para a sua sobrevivência. O último exemplo foi a concretização do acordo com a banca na véspera de uma Assembleia que já se perspectivava quente.

Se há uma boa notícia, qual é a dificuldade em dar uma conferência de imprensa ou chamar os principais jornalistas para lhes transmitir todos os pormenores em viva voz e explicar tudo de forma a que não restem dúvidas? Como pouco ou nada foi feito, a mensagem que passou foi a “Banca deu mais um mega-perdão ao pobre Sporting”. Chats e programas de TV cavalgaram a onda, quando na prática o acordo é benéfico tanto para a banca como para o Sporting.

Esta situação caricata acontece depois das recentes entrevistas dadas pelo Presidente Varandas em que foi notória a falta de preparação e o foco para saber o que pode dizer e sobretudo o que nunca deve dizer:

"A derrota na Supertaça, para mim, marcou muito, e a confiança de Keizer baixou e isso sentiu-se a passar ao grupo."

"Gabo muito a sua coragem e paciência, mas eu não tenho para aturar um clube de malucos como o Sporting.”

Se Varandas não tem habilidade para comunicar, então ensinem-lhe. É assim tão difícil com tantos ex-jornalistas e assessores que o clube tem?

Por que razão é que a comunicação do clube está assente em Varandas, Francisco Zenha, Treinador e Capitão de equipa? O Sporting não tem directores e administradores que retirem o foco do Presidente e do Treinador? É difícil perceber que a comunicação precisa de uma estratégia para que se fale e escreva muito mais sobre o que o clube quer e precisa e não do que o vento sopra?

Será difícil aprender com os erros? Como diz o povo, é “a comunicação, estúpido”.

Banca perdoa, mas é muito beneficiada

21579364_jgy4E[1].jpg

 

A reestruturação financeira do Sporting iniciada pela anterior administração está finalmente a ser concretizada. Varandas e Zenha conseguiram dar um passo importante e decisivo para a estabilidade financeira do Sporting que estava asfixiada pelo endividamento.   

A dívida total à banca da SAD ascende a cerca de 360 milhões de euros. Um valor astronómico e que requere muita inteligência para negociar com todas as partes. Para já, a SAD anunciou que vai antecipar em sete anos o pagamento de todas os Valores Mobiliários Obrigatoriamente Convertíveis (VMOC) que custariam, em 2026, cerca de 135 milhões de anos. Uma antecipação que implica o pagamento imediato de 40,5 milhões de euros em vez dos 135 milhões, ou seja, o Sporting poupa quase 95 milhões de euros.

Aos olhos de todos, trata-se de um perdão bancário, mas na realidade a banca também sai beneficiada. A verdade é que os bancos recebem já um terço de uma dívida que daqui a sete anos arriscariam ver transformada em acções de uma SAD que já hoje tem capitais próprios negativos, ou seja, está tecnicamente em falência. Receber 40,5 milhões de uma coisa falida é um perdão?

Depois, as novas regras financeiras impostas pela União Bancária ao sector bancário obrigam a que haja uma libertação urgente de dívidas a terceiros. Dívidas a clubes de futebol não são bem-vindas, muito seria perdoado serem accionistas de uma SAD em falência.

Nesta restruturação, o Sporting conseguiu depois algumas benesses, como o facto de 50% da mais-valias com a venda de jogadores terem de ser aplicadas no abate de dívida bancária. Por exemplo, com a reestruturação só 30% da receita líquida da eventual venda do Bruno Fernandes é que irá para reduzir dívida (15%) e para reforçar a conta de reservas (15%).  

Quanto à reestruturação dos restantes cerca de 225 milhões de euros de dívida (empréstimos e outros financiamentos) ainda pouco se sabe, além de que o parceiro estratégico Apollo (fundo de investimento) pode vir a ser o credor dessa dívida. Quanto é que custará?

Na prática, os bancos libertam-se de cerca de 360 milhões de dívidas que arriscavam nada receber e ainda seriam pressionados pelos supervisores financeiros com eventuais sanções.

A reestruturação concretizada é uma boa notícia para o Sporting, mas também para os bancos que se libertam finalmente de um fardo que valia 360 milhões. Quanto ao valor a suportar pelos contribuintes, nada se sabe, mas seguramente se a reestruturação não tivesse acontecido, os portugueses iriam suportar a maior parte da dívida não paga.

Ganha o Sporting, ganha a banca e ganham os portugueses.

Braçadeira preta, com Bruno Fernandes

21560025_C0grq[1].jpg

 

Bruno Fernandes sofre ‘bullying’ durante 92 minutos, um tormento que nem o juiz da partida conseguiu ver. Aliás, aos olhos dos juristas de campo e do VAR, o Bruno Fernandes é que foi o principal responsável pelos adversários lhe darem pancada. Este é o tratamento que adversários e juízes dão ao melhor jogador profissional da época passada, capitão do histórico Sporting e um dos titulares da Selecção Portuguesa.

Como diz o povo, quem não se sente não é filho de boa gente e Bruno Fernandes sentiu-se prejudicado e descarregou nas portas do balneário do Bessa. É verdade que as portas não tiveram culpa, mas na realidade a injustiça que o jogador sofreu em campo passou impune e agora com certeza terá de pagar com a ausência de um jogo e um processo disciplinar. Este é o preço por não ter aceite de bom grado levar pancada durante todo o jogo.  

Já os soberanos senhores juízes que raramente têm dúvidas e nunca se enganam estão imunes a criticas e a qualquer punição. Aliás, quando se enganam é considerado absolutamente normal. Veja-se o exemplo de Vasco Santos, VAR do último Portimonense/FC Porto, que desvirtuou o resultado do jogo com grande impacto no campeonato, o que pode valer milhões para alguns no fim da época.

Este é o sistema em que o Sporting, em 113 anos, ainda não conseguiu encontrar uma estratégia para não ser sistematicamente prejudicado. Somos muito tenrinhos fora do relvado. Mas dentro das quatro linhas temos a obrigação de ser um animal infernal e combater tudo e todos.

Por respeito a Bruno Fenandes, o nosso capitão, este episódio deve unir a equipa e adeptos durante toda a época e como símbolo dessa força podemos usar uma braçadeira preta, tal como na altura José Roquette adotou. É preciso garra de leão.  

Ditadura financeira fala mais alto

21546680_QiuCL[1].jpg

 

A venda de três titulares indiscutíveis choca qualquer sportinguista, mas verdade é que os milhões de euros ‘fresquinhos’ que entram nos cofres, além dos outros milhões feitos com jogadores que não riscavam nada na equipa, salvam a época em termos financeiros. Este encaixe financeiro permite cumprir as obrigações com a banca e dar algum fôlego à tesouraria que se encontrava quase a zeros.

É verdade que o timing não foi o melhor, no entanto, Varandas e a sua equipa aproveitaram a janela sem cometer nenhuma loucura. Os três jogadores que acabam de chegar podem vir a ser uma mais-valia na equipa e o dinheiro gasto não é nenhuma barbaridade se compararmos com as compras feitas por anteriores direcções. A última chama-se Diaby que nunca convenceu e custou uma fortuna.

Depois convém não esquecer que o cérebro da equipa continua. Varandas foi coerente e não vendeu Bruno Fernandes por meia dúzia de milhões. Resta saber se tem capacidade para lhe renovar o contrato e a cláusula de rescisão para 200 milhões.

Na prática, a folha salarial mensal dá sinais de emagrecimento acentuado e enquanto isso realizou milhões como nunca foi feito em épocas anteriores (receitas de quase 90 milhões). Agora decidiu mudar também a equipa técnica - antes que a contestação aumentasse descontroladamente - que mostrava sinais de desnorte. A derrota em Alvalade foi a gota de água. 

Obrigado a Keizer pelos dois títulos em seis meses. Até simpatizava com o holandês, mas a realidade é que o futebol apresentado esta época, mesmo com os titulares da época passada, nunca convenceu ninguém.

Espero que Leonel Pontes, ou outro, consiga colocar a equipa a jogar bom futebol porque acredito que o Sporting tem equipa para dar luta, embora a estrutura à sua volta seja tenrinha. Assim, as lesões se mantenham afastadas de Alvalade e o espírito de grupo supere os casos insólitos que teimam invadir o relvado, como aconteceu no último domingo.

Gerir um clube é decidir. Para já Varandas tem optado, e bem, pela consolidação financeira, pois este é o coração para nos podermos reerguer. Ninguém acredita que, depois do caos de há um ano, consigamos ser já campeões. Os milagres acontecem, mas a verdade é que nem com Jesus isso aconteceu. Mas quanto tempo mais teremos de esperar para ser campeões?

Bruno Fernandes, renova para seres feliz

21502926_30B7w.jpeg

 

A um mês de fechar a janela de transferência no mercado inglês, Bruno Fernandes continua a ser jogador do Sporting. Não é com certeza por falta de interesse, mas porque os potenciais interessados talvez aguardem com expectativa pelo período de Saldos de Verão.

Varandas e a sua equipa têm estado à altura dos acontecimentos e esperemos que tenham nervos de aço para não se sentarem à mesa com quem quer que seja. Querem o nosso capitão? Então depositem o valor da cláusula de rescisão. Nem mais, nem menos: são 100.000.000 de euros.

Para quem tem dúvidas do valor, Bruno é só melhor jogador profissional a actuar em Portugal e é só o médio de todos os campeonatos europeus com mais golos marcados: abanou as redes por 32 vezes e fez 18 assistência para golo na última época. Nem Pogba, por quem querem dar 130 milhões de euros, conseguiu tal proeza.

Varandas só devia ter neste momento uma preocupação, que é a de renovar com Bruno Fernandes. Este é o melhor activo do clube, por isso deve ser o mais bem pago, ampliada a cláusula de rescisão para o dobro e estendido o prazo do contrato.

Os actuais 100 milhões parecem um valor irreal, mas a verdade é que este Verão já mostrou que há clubes dispostos a apostar forte para conquistar títulos.  

O fenómeno Félix é real e o Sporting deve lutar com todas as forças para não deixar sair o génio Bruno Fernandes. Este pode muito bem ser o mágico que fará a diferença face aos rivais que, por muito que se reforcem, não têm nenhum jogador deste calibre. 

Com Bruno em campo o Sporting arrisca-se, como já ficou demonstrado na última metade da época 2018/19, na taça da Liga e na Taça de Portugal, que o Sporting é candidato ao título que nos foge há 18 anos.

Também para Bruno, o Sporting oferece-lhe a possibilidade de ganhar troféus, o que neste momento é uma miragem para Tottenham, United ou Inter.

Bruno, renova para seres feliz e fazeres milhões de sportinguistas felizes.

Sporting não é um banco, Dr.

21382671_wsiEq[1].jpg

 

O sonho comanda a vida, como diz o povo, mas para concretizá-lo é preciso Esforço, Dedicação, Devoção e só depois vem a Glória. Que o diga Cristiano Ronaldo que mais uma vez fez um trabalho genial frente ao Atlético de Madrid para concretizar o sonho de voltar a ser reconhecido como o melhor futebolista do Mundo. Até parece que o bilhete de identidade lhe foi atribuído 10 anos antes de nascer.  

Mas ao contrário de Ronaldo, José Maria Ricciardi, um apaixonado pelo Sporting, considera que só porque sonhou ser presidente do Sporting, os sócios têm de se ajoelhar a seus pés.

Vivemos num país que ainda se rege por uma espécie de democracia e o último sufrágio aconteceu há seis meses onde, preto no branco, os sportinguistas elegeram Frederico Varandas para liderar os destinos do Sporting durante quatro anos (42,3%). Já o Dr. Ricciardi obteve apenas 14,5%, o que mostra bem que a generalidade dos sportinguistas não o quer como presidente.

Ricciardi, não satisfeito, volta novamente a pregar aos sete ventos que tem um sonho e que para concretizá-lo até está disposto a pagar 200 milhões. É verdade que os portugueses têm memória curta, mas ó Dr. os sportinguistas ainda não esqueceram Bruno de Carvalho. também ele tinha em carteira investidores russos carregados de dólares que nunca lhe pusemos a vista em cima.   

A situação financeira do Sporting não é de fácil resolução, mas com sportinguistas inimigos, que se unem aos que existem noutros clubes, a tarefa é árdua e bem mais difícil. Olhem para os rivais e vejam que até nos momentos críticos como os dos emails ou dos apitos existiu sempre união, mais ou menos coesa, e até os jornais “esquecem” que existem casos, a bem dessas nações.

Ser eleito Presidente do Sporting é uma escolha dos sportinguistas que em Setembro conferiram esse direito a Frederico Varandas. Cabe-lhe cumprir essa tarefa, mas para isso é preciso uma grande união e não sonhos vagos de certas personalidades que vivem do passado e julgam que o Sporting é um banco e que para ser líder basta haver uma nomeação.

Sonhar é livre. Mas, Dr. Ricciardi, ser Presidente do Sporting não é para qualquer um.

Varandas finta toda a imprensa

21226833_09GN8.jpeg

 

O presidente do Sporting conseguiu negociar um treinador fora do olhar atento da imprensa para mágoa de muitos que estavam mal habituados.

Durantes três dias foram publicados mais de 10 nomes de possíveis treinadores, com alguns órgãos de comunicação a afirmar sem margem de erro, segundo as suas fontes, que o nome era o X e as negociações estavam a ser ultimadas. A verdade é que todos falharam. E o mais impressionante foi ver os comentadores profissionais a seguirem de perto todos os palpites e a meterem água à grande, além do ódio habitual para tentar desestabilizar.

Frederico Varandas tomou a primeira grande decisão do seu mandato e conseguiu fintar tudo e todos. Falta agora saber se o treinador é mesmo Marcel Keizer e o mais importante: o que pretende Varandas reestruturar no futebol verde e branco.

Quanto ao jogo de hoje contra o Santa Clara, a esperança é a de que o Sporting marque muitos golos de preferência com tanta subtileza como aquela que Varandas marcou na baliza da imprensa.

Trituradora faz 19ª vítima em Alvalade

21224503_nKZNl[1].jpg

 

José Peseiro caiu à quarta derrota da época, mas a verdade é que nestes quatro meses sempre esteve no fio da navalha. Os sportinguistas nunca perdoaram o insucesso da sua primeira passagem por Alvalade e as suas recentes estadias em Guimarães, Braga e Porto já faziam antever este desfecho. Portimonense e Estoril foram apenas as justificações para a saída de um treinador que não foi escolhido pelo actual presidente. A culpa, no entanto, não é toda sua. 

 

Peseiro teve a coragem que mais ninguém teve, agarrou o touro pelos cornos e no meio da instabilidade conseguiu acalmar as águas de um clube com uma estrutura débil, um planeamento feito em cima do joelho, uma cultura em diluição (saíram grandes jogadores da formação nos últimos anos) e sobretudo em asfixia financeira gritante que teima em não ter fim. 

 

Peseiro é assim a 19ª vítima da trituradora chamada Sporting Clube de Portugal. Sim, desde 2001/2002, a última vez que o Sporting se sagrou campeão nacional foi há 16 anos, já passaram por Alvalade 19 treinadores.   

 

É preciso estabilidade, uma estratégia para a década, um planeamento rigoroso, meios humanos e financeiros para criar a estrutura de betão que nos devolva a glória. É preciso romper com o ciclo de insucesso. Estas são todas verdades de La Palice, mas será que os sportinguistas, cansados de nada vencerem, estão dispostos a dar tempo a Frederico Varandas para fazer a mudança?

 

A oportunidade é de ouro, não para contratar Paulo Sousa, Leonardo Jardim... ou fazer regressar Jorge Jesus, mas para que Frederico Varandas pare de vez a Trituradora. É urgente reestruturar, cria novas dinâmicas e mentalidades para que o Sporting não fique mais 16 anos sem ser campeão.

Um Leão duro de roer

 

rui.jpg

 

O vencimento do empréstimo obrigacionista de 30 milhões de euros já no próximo mês de Novembro e todas as obrigações financeiras correntes da SAD e do Clube  (salários, fornecedores....) estão a pressionar o presidente do Sporting para encontrar dinheiro fresco. Frederico Varandas dá, no entanto, sinais claros de que não cede a pressões para fazer acordos fáceis sobre activos do Sporting, ainda que tenham rescindido alegando justa causa. O último exemplo é revelado hoje pelo Record, em que os ingleses do Wolverhampton viram rejeitados os 20 milhões de euros brutos (13 milhões líquidos de comissões antigas à Gestifute) pelo acordo de venda de Rui Patrício. Uma nega que merece aplausos até porque se trata de um dos melhores guarda-redes do mundo.

Se não vejamos:

Kepa foi do Atlético de Madrid para o Chelsea por 80 milhões

Alisson Becker foi da Roma para o Liverpool por 62,5 milhões

Buffon foi do Parma para a Juventos por 53 milhões

Ederson foi do Benfica para o Manchester City por 40 milhões

Então, o Rui iria do Sporting para o Wolverhampton por 13 milhões?

As dificuldades financeiras do Sporting não justificam acordos a qualquer preço. Premissa que é válida também para outros como Gelson e Atlético de Madrid.  Varandas sabe bem ser um Leão nesta selva do futebol e começa a mostrar os dentes aos rivais. Até porque uma das promessas feitas nas eleições que lhe deram a cadeira de Presidente foi a de que o Sporting estaria sempre em primeiro lugar.

Estamos acordados e vigilantes para que o Leão seja um osso duro de roer.

{ Blog fundado em 2012. }

Siga o blog por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Pesquisar

 

Arquivo

  1. 2019
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2018
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2017
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2016
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2015
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2014
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2013
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2012
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2011
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D