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És a nossa Fé!

Venham mais 119 anos

Agradeço ao Pedro Correia ter-me convidado para integrar desde o início a equipa deste blogue. Quando o blogue começou eu vivia na cidade de Braga, e muito isso contribuiu para eu ter aceitado esse convite. Nunca testemunhei tanto antisportinguismo, tanta falta de respeito pelo Sporting, como na cidade de Braga, pelo menos nessa altura - e dei aqui conta disso muitas vezes. Para isso contribuia o facto de o clube local ser dirigido por um presidente que tinha como principal objetivo ultrapassar o Sporting na hierarquia do futebol português, fazendo de cada jogo com o Sporting o mais importante da época, e mesmo que cinicamente viesse queixar-se do contrário. Longe vão esses tempos horrendos entre 2009 e 2013, em que o Sporting parecia realmente destinado a competir mais com o Sp. Braga que com os seus rivais históricos, e o seu estatuto de "grande" era questionado. Foi muito importante aquela vitória na taça em 2015, e os recentes títulos nacionais parecem ter arrumado de vez essa questão.
Muitas voltas deu a minha vida desde então - nomeadamente, deixei de viver em Braga. Em algumas coisas a minha vida mudou para melhor e noutras para pior.  No caso do Sporting, parece-me incontestável que está hoje incomparavelmente muito melhor do que no início do És a Nossa Fé. Creio que o propósito deste blogue, de todos os seus membros, cada um à sua maneira, era tornar o Sporting melhor. Isso é uma realidade. Embora tal não se deva obviamente a este blogue, creio que deve ser o suficiente para nos deixar a todos de consciência tranquila. Da minha parte foi um prazer. Agradeço a todos os leitores, e viva o Sporting!

Proposta de regulamento da supertaça

Por coincidência reparei que esta semana cumpriu 90 anos um dos treinadores de mais má memória que passaram pelo Sporting: Keith Burkinshaw. Mesmo assim este treinador conseguiu algo que muitos muito melhores não conseguiram - um troféu, o único troféu conquistado pelo futebol leonino entre 1982 e 1995: uma supertaça. Sim, o Sporting conquistou uma supertaça, em 1987, na qualidade de finalista vencido da Taça de Portugal. Esse triunfo, no meio de uma época negra, foi saboroso, mas nem a sua recordação me leva a deixar de pensar que um finalista vencido disputar uma supertaça - ou seja, fazer deste troféu uma "desforra" da final da taça - é um bocado ridículo. Quando um clube fizesse uma "dobradinha", supondo que a taça da Liga permanece no calendário futebolístico nacional, a supertaça deveria ser disputada entre o vencedor dessa taça da Liga e o vencedor da "dobradinha". Esta proposta não põe nem pretende pôr em causa a hierarquia entre as diferentes competições futebolísticas (a taça da Liga continuaria a ser a menos importante), mas creio que daria outra legitimação competitiva à supertaça. Se esta proposta de regulamento entrasse em vigor para a próxima supertaça, daria origem exatamente ao mesmo jogo que já está previsto - pelo menos este ano não traria polémica. Vamos pensar nisso?

A pirotecnia tem que ser banida dos eventos desportivos

Há pouco menos de um mês descrevi aqui que artefactos pirotécnicos perigosos eram lançados sem qualquer controlo no meio da multidão nos festejos do título de campeão do Sporting. Na sequência desses eventos a PSP disparou balas de borracha sem qualquer critério e um adepto inocente ficou cego de um olho. Na origem de tais disparos, artefactos pirotécnicos a serem atirados à polícia. Há vídeos que o demonstram.

O que se passou ontem foi muito mais grave - possivelmente uma tentativa de assassinato de adeptos adversários por parte de adeptos do Sporting. Embora o clube seja alheio (ninguém põe isso em causa), faz muito bem em demarcar-se. Mas desengane-se quem julga que este é um problema só do Sporting e dos seus adeptos. Bem esteve o presidente do Sporting a referir que as direções dos clubes não são polícias - tem que ser o Estado a tomar providências. E essas providências têm que passar por uma restrição severa do uso de artefactos pirotécnicos, seja em que eventos for, e a criminalização da sua posse.

Não saber perder

Começo por esclarecer que, após visualização dos vídeos da jogada em questão na final da taça, para mim o Matheus Reis faz jogo perigoso e deveria por isso ter visto o cartão vermelho. Se o que se passou com o Belotti fosse com um jogador do Sporting, o que não diríamos?

Uma vez deixando isto bem claro, podemos especular sobre as consequências que tal expulsão teria tido no resto do jogo. Somos livres de fazer isso, mas é especulação. Não costumo nem vou perder muito tempo com esse tipo de exercício. Direi somente que é provável que a tarefa do Sporting se tornasse mais difícil, mas nada garante que o resultado final não fosse o mesmo. Na altura (e desde o meio da segunda parte) o Benfica só estava a defender o 1-0 e já não podia fazer muito mais substituições. Ou seja: o Benfica pode queixar-se de si mesmo. Mas dos problemas do Benfica eu digo o mesmo que um antigo líder do PS (e sportinguista) um dia disse do segredo de justiça. A vitória do Sporting parece-me justa.

A classificação como jogo perigoso, que eu referi, é do âmbito da justiça desportiva. Para tal classificação é irrelevante a intenção do jogador, algo que extravasa a justiça desportiva. Mas parece que existe mesmo vontade de transformar isto num caso de justiça criminal, com denúncias à Procuradoria Geral da República, como se não tivessem coisas mais importantes para fazer. Seria risível se não fosse triste.

Esteve muito bem o presidente do Sporting ao referir a falta de idoneidade de um dos denunciantes. Talvez a PGR devesse preocupar-se mais com isso. Ou com as ameaças de que o Matheus Reis e a sua família têm sido alvo esta semana. Ou então, se querem mesmo algo relacionado com o comportamento de um jogador de futebol no estádio, com a atitude do jogador Renato Sanches para com adeptos do Sp. Braga na última jornada do campeonato, causando danos físicos e morais. Há registos em vídeo. Foi uma atitude pública. Estão à espera de quê?

Não saber ganhar

O que mais me aborrece nesta história do vídeo divulgado nas redes sociais do Sporting (entretanto apagado, mas infelizmente real) é o não saber ganhar que ele revela da parte de alguns intervenientes. Aquela reação do "nós aqui pisamos cabeças" é muito grave e envergonha o Sporting. Se alguém acha graça a que se pisem cabeças é porque não deve ter muito dentro da sua própria cabeça. Obviamente não vamos aqui generalizar, o que seria notavelmente injusto para a maioria dos jogaodres, estou certo - e principalmente para os capitães. Mas também não deveremos esquecer: nunca nos devemos esquecer do que nos envergonha. Há valores que são do clube e que têm de ser transmitidos na Academia de Alcochete.

Mais tradições negativas quebradas

Já foi muito referido o facto de o título de campeão de 2025 representar o fim de um jejum de 71 anos de bicampeonatos por parte do Sporting. Mais curioso é outro jejum... desde o início do campeonato de futebol, e que já tinha sido referido por mim no início desta época: nunca o Sporting tinha sido campeão nacional num ano terminado em 5! Era a única terminação que faltava. Mas mais relevante que esta curiosidade numérica é ter sido alcançado outro feito inédito, que deveria ser mais referido: nunca antes o Sporting tinha sido campeão num ano em que estivesse ao mesmo tempo a participar na Taça/Liga dos Campeões Europeus. Se nos reportarmos aos títulos mais recentes, depois do grande jejun iniciado em 1982, em 2002 e 2024 o Sporting estava a disputar a Taça UEFA/Liga Europa. O mesmo era válido em 2000 e 2021, os anos em que os grandes jejuns se quebraram - sendo que nessas duas épocas o Sporting foi eliminado prematuramente, em Setembro, das competições europeias, passando a dedicar-se exclusivamente às competições internas. Esperemos que este hábito de manter um nível elevado nas disputas internas e europeias seja para manter daqui por diante.

Mais uma vítima da polícia? Ou da pirotecnia?

Como em quase tudo o que envolva vítimas de confrontos com a polícia (digo "quase" porque há casos de racismo flagrantes), requer-se bom senso e uma avaliação ponderada, que saiba ver ambos os lados. Isto a propósito do infeliz Bernardo Topa, adepto do Sporting, comissário de bordo da TAP, que ficou sem um olho por ter levado com uma bala de borracha nas comemorações do bicampeonato leonino em Lisboa. A PSP justifica o recurso às balas de borracha com a pirotecnia que era arremessada em sua direção. Eu estive lá e sei que isso era, pelo menos, plausível. Estava eu e grupos de sportinguistas em pleno Campo Grande à espera da passagem do autocarro, civilizadamente e num ambiente de alegria e felicidade. Até que com o aproximar do autocarro chegam os energúmenos da pirotecnia, previsivelmente os mesmos do estádio, e começam a largar aqueles artefactos a torto e a direito. Para além do barulho causam muito fumo e caem a arder. O grupo em que eu estava, e que estava há mais de uma hora à espera do autocarro, nem o viu como deve ser pois teve de dispersar em pânico com os petardos em chamas que caíam à medida que este passava, lançado pelos retardatários e retardados pirómanos.
Num ambiente destes, no meio de todo aquele fumo, e tendo em conta que a PSP recorreu às balas de borracha, não é de surpreender que uma se tenha perdido e causado esta tragédia. O que há que esclarecer é se havia mesmo necessidade, apesar de tudo, de recorrer às balas de borracha, sabendo o perigo que isso representava e os acidentes que poderiam daí advir. Será mesmo verdade que a pirotecnia estava a ser usada contra a polícia? Do que eu testemunho, estava a ser lançada para o ar. Era perigoso, claro. Perigoso para todos - não somente para a polícia. A resposta da polícia foi menos perigosa? Não foi o que se viu. Mas não vou estar a elaborar sobre estas questões. Espero que sejam bem investigadas. Quem não tem culpa nenhuma foi o Bernardo Topa, com quem me solidarizo e desejo boa sorte na ação judicial que pensa mover. Também se justificaria um processo aos pirómanos pelos danos que causaram.
Lamento mesmo que ainda não se tenha ouvido uma palavra a este respeito da parte da direção do Sporting e também do plantel, tendo em conta que muito provavelmente estas balas de borracha foram usadas por sua causa.

Reflexão no Dia do Trabalhador

Por ocasião de mais um Dia do Trabalhador, quero aqui recordar que num passado recente o Sporting teve um presidente que despediu sumariamente um jogador só porque este lhe pediu um prémio por ter ganho um jogo. O pedido podia ser inaceitável, mas nada justifica um despedimento sumário - procedimento típico de um "Lago de Tubarões", de um Donald Trump de um reality-show qualquer, mas não de um presidente do Sporting. (Curiosamente, e sem surpresa, esse ex-presidente é hoje residente habitual de reality-shows). Este entre outros exemplos, como expulsar jogadores do autocarro em plena autoestrada... Só estes exemplos justificam as rescisões unilaterais de contratos que o Sporting viria a conhecer no final da sua presidência. Nem era preciso ter havido invasão da academia.
Não admira que tal presidente tenha protagonizado o maior processo de assédio laboral público e contínuo aos jogadores do Sporting, tentando virar ao longo de meses os sportinguistas contra a equipa de futebol. O processo culminou no que é bem conhecido - a referida invasão, as referidas rescisões, a inevitável destituição.
O que me leva a recordar esse evento é que, avaliando as declarações recentes desse mesmo ex-presidente que citei, não existe a menor demonstração de arrependimento da sua parte. Faria tudo outra vez na mesma.
Custou-me muito ver o Sporting a ser dirigido assim e a passar por tudo isto. Causou-me muitos conflitos internos. Felizmente tudo passou, mas não devemos esquecer. É também para isso que existem dias como o de hoje. Feliz 1º de Maio.

Formas de dar notícias

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Uma notícia sem interesse nenhum. O único motivo para "A Bola" lhe dar destaque é que diz respeito a um antigo funcionário do Benfica. Nenhuma referência ao Benfica, porém.

Captura de ecrã 2025-01-15 204024.png

 

Uma notícia que não tem nada a ver com o Sporting, mas sim com um jogador que interessava ao Sporting. Diz respeito ao Vitória de Guimarães (uma das maiores vendas de sempre do clube minhoto), que não é referido. O Sporting é referido (como "perdedor"). 

"É para esmagar!" Então não esmagas?

Parece-me que um problema grave - talvez o mais grave de todos neste momento - é o deslumbramento e consequente sobranceria da direção e do presidente. Isso manifestou-se no final da época passada, e traduziu-se na derrota na final da taça. Mas a atitude continua, e a mais recente manifestação, após a saída de Amorim (de que o presidente não tem culpa, como é claro) é a entrega do comando da equipa a João Pereira e aquela atitude de que não foi apanhado de surpresa, isto estava tudo programado e era para ser assim. Varandas parece ter uma confiança tão grande no plantel do Sporting (que é ótimo, apesar das limitações por lesões) e na sua estrutura que acha que qualquer treinador fará do Sporting campeão, um pouco à semelhança de Pinto da Costa e Vítor Pereira em 2011. Estamos muito longe desse ponto, presidente. É bom que se aperceba de que o principal responsável pela atual situação é o senhor e a sua direção. A continuarem assim, depressa se vai apagar o excelente legado que a sua direção deixaria no Sporting. Não é preciso ser "saudosista do Bruno" (que está muito longe de ser o meu caso) para pensar assim. As derrotas que surgiram (e as que vão continuar a surgir se nada for feito) são sobretudo vossas.

Dois pontos

Ponto 1: não é aceitável exigir a um treinador com a experiência de João Pereira que lute pelo título. Essa exigência não existia para Paulo Bento, nem mesmo para Sá Pinto - treinadores que apesar disso eram muito mais experientes e com melhor currículo, comparados com João Pereira, quando pegaram na equipa principal do Sporting.

 

Ponto 2: não é minimamente aceitável não exigir o título a uma equipa como este Sporting, campeão em título, que Rúben Amorim deixou isolado no comando do campeonato só com vitórias, que goleou o Manchester City.

 

Os pontos 1 e 2 parecem-me evidentes e indiscutíveis. E são claramente incompatíveis. A única maneira de os tornar compatíveis é entregar o comando do Sporting a um treinador de créditos firmados.

Meio a brincar, meio a sério: e se o Rúben continuasse a tempo parcial?

Esta publicação só é "meio a brincar" pois eu não sei se o que proponho seria possível de acordo com os regulamentos. Duvido muito que fosse. Mas... e se o Rúben continuasse a tempo parcial? Vinha a Alcochete um dia por semana dar um treino e falar com o plantel como só ele sabe fazer. Durante os jogos do Sporting, mantinha-se em comunicação com o seu amigo João Pereira via zoom ou via skype. No resto do tempo era treinador do Manchester United. Até ao fim desta época seria este o acordo. Afinal, o Jesus Correia jogava futebol no Sporting e hóquei no Paço de Arcos.

Se isto fosse possível, seria a solução menos má. Para o João Pereira seria melhor - teria menos presão do que a que vai ter. É que o Rúben Amorim vai ser mesmo muito difícil de substituir, seja por quem for. As suas duas últimas vitórias, que têm o seu cunho pessoal, demonstram bem essa dificuldade. Não sei se teriam ocorrido com algum outro treinador.

O que proponho não é possível, infelizmente. Esperemos então que isto corra bem. A estrutura do futebol vai ter que ser muito forte até ao fim da época.

Onde estão os puristas?

Desde que Hugo Viana foi anunciado como futuro diretor para o futebol do Manchester City a partir da próxima época, vi sportinguistas a defenderem o despedimento imediato do atual diretor do Sporting.

Com o anúncio da saída a meio da época de Rúben Amorim, esteve muito bem a direção ao defender os interesses do clube, exigindo a sua permanência num ciclo de jogos importantíssimo até uma pausa para seleções. Vieram piadas de muitos adversários do Sporting, como era de se esperar. Qualquer sportinguista sabe: se há algo que une os adversários do Sporting são as piadas sobre o Sporting. Deveriam ser a elas imunes. Mas não: depois do Hugo Viana exigiam o afastamento imediato de Rúben Amorim (como queria o Manchester United), pois "não teria condições" de continuar à frente do Sporting.

Nesta altura pergunto eu: e se tivesse sido feita a vontade deles e Rúben tivesse sido afastado logo, em nome da "respeitabilidade" (dizem eles) do Sporting? Teria sido essa a atitude de João Rocha, quase de certeza. Alguma vez teria sido melhor?

Tenham juízo.

Ingrato, talvez; traidor não

Não faz sentido nenhum falar-se em traição de Rúben Amorim. Traição seria sair a meio da época para um adversário. Em nenhuma circunstância o Manchester United será adversário do Sporting esta época. Lamento por isso quem fala em "traição", como o sempre destemperado José Dias Ferreira, e lamento as faixas colocadas ontem no exterior do estádio.

Dito isto, é claro que só posso lamentar a decisão de Rúben Amorim. Essa decisão torna-se ainda mais lamentável depois de ouvir o discurso sobre a estabilidade de que falei no meu texto anterior. Desse discurso conclui-se: o Sporting não poderia ter feito mais por Rúben Amorim. E por isso merecia a gratidão de não ver o seu treinador sair numa altura nada conveniente para o clube, a meio de uma época, a meio de um projeto. Amorim sabia disso, também preferia não sair agora, mas no entanto teve as suas compreensíveis razões, que explicou bem ontem. Mas optou por sair, uma escolha que do ponto de vista do Sporting revela ingratidão. Mas a ingratidão, ao contrário da traição, perdoa-se. Muito mal estaria o Sporting se não reconhecesse tudo o que Rúben Amorim fez. Ingratos estaríamos a ser nós. Por isso, muito obrigado por tudo, Rúben. Muitas felicidades (enquanto não fores adversário do Sporting). Quem sabe um dia regresses. 

Continuar a quebrar tradições

Cada maluco com a sua mania, e uma das minhas manias é associar as épocas (boas ou más) do Sporting ao último algarismo. Como têm sido as épocas terminadas em 5? Mistas: não desastrosas, mas não as melhores. Desde que me lembro, em 1985, segundo lugar mas sem troféus. Jejum total também em 2005 (a famosa "época do quase" de José Peseiro), com muitos sonhos mas um terceiro lugar no campeonato. Melhores foram 1995 e 2015, em ambos os casos com saborosas conquistas da Taça de Portugal que puseram fim a longos jejuns de troféus. Mas nada de campeonato.
Nunca, em toda a sua história centenária - nem no tempo dos "violinos" - o Sporting foi campeão num ano acabado em 5.
Para o melhor e para o pior, Rúben Amorim tem quebrado muitas tradições no Sporting. A última foi há uma semana: pela primeira vez o Sporting perdeu uma supertaça para o FC Porto. Nesta época 2024/25, esperemos que Rúben quebre duas más tradições: a do bicampeonato que foge (que dura há 70 anos), e a de não ser campeão num ano acabado em 5. Força, leões!

{ Blogue fundado em 2012. }

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