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És a nossa Fé!

De entrevistas destas à invasão de Alcochete vai um pulinho

A entrevista que Augusto Inácio deu cheia de acusações (não provadas) a Pedro Barbosa revela (para além de uma confrangedora ingenuidade) uma forma de estar no futebol que considero doentia. Considerar-se que, sempre que se perde, é porque houve uma conspiração dos jogadores que  não queriam ganhar é uma atitude doentia. É a mesma atitude que tomou quem insultou os jogadores do Sporting no aeroporto há um ano e, dias depois, invadiu a Academia. Por muito que me custe, por envolver figuras do Sporting (só dentro do Sporting é que ocorrem guerras destas), e ainda mais por dizer respeito a um treinador histórico (que acabou com o enorme jejum de títulos) e uma figura que será sempre muito querida e inesquecível para os sportinguistas, a verdade é que tenho que reconhecer que o resultado desta sentença me parece natural. Espero que o julgamento da invasão da Academia siga pelo mesmo caminho.

Estatísticas por terminação

Os leitores desculpem, mas eu acho piada a estas patetices. Partilho-as porque pode ser que haja quem também goste.

Há 70 anos que o Sporting não ganhava uma prova importante no futebol num ano terminado em "9". A última vez correspondia justamente ao título de campeão nacional de 1949. Nunca o Sporting havia ganho a Taça de Portugal num ano destes.

Foi a antepenúltima vez que o Sporting foi campeão nacional num ano ímpar. Desde 1953, tal nunca se repetiu. Esperemos que seja em 2021 e que tal corresponda a um bicampeonato, algo que também não ocorre para o Sporting desde 1953.

A diferença entre o Sporting e os clubes do sistema

Tenho algumas dúvidas sobre se pedir o castigo ao Sérgio Conceição após a agressão ao Renan terá sido a melhor atitude da parte do Sporting. O facto de o pedido de castigo ter partido da parte do Sporting poderá funcionar como um motivador extra para a equipa do FC Porto. O melhor mesmo seria que o Sérgio fosse castigado sem necessidade de o Sporting ter pedido a abertura do processo. Seria esse o procedimento se, em vez do Sporting, esta situação dissesse respeito a algum clube do sistema.

Os cânticos

Compreendo as críticas a alguns adeptos do Sporting pelos cânticos entoados aquando da receção aos campeões europeus de futsal. Sou daqueles que sempre viram o Sporting como o clube exemplar, e justamente por isso acham que o Sporting deve dar o exemplo em tudo. Mas o dever dar o exemplo não implica que não vejamos as coisas como elas são. Incomparavelmente mais graves que os cânticos ouvidos na semana passada no Pavilhão João Rocha são cânticos evocando mortes e reproduções do som de "very-lights". Era isto que uma imprensa desportiva imparcial deveria fazer ver. Mas, pela atenção que dedicam a uns e não aos outros, não parece ser essa a opinião deles.

Desculpem lá, mas hoje eu sinto-me mesmo assim

 

Começou a caminho do estádio. Em cima da hora para o jogo, cruzava apressado o campus da Faculdade de Ciências quando me apercebi de um homem - vestido à Sporting, mas isso é o menos importante - a cambalear e a sentir-se mal. Procurei ajuda e felizmente consegui alertar para a situação um grupo de polícias que se encontravam nas redondezas, certamente por ser um local de afluência ao estádio num dia de jogo. Os polícias dirigiram-se prontamente para o local onde o adepto se encontrava, e com certeza terão prestado a melhor ajuda possível.
Tinha levado uma contribuição em géneros alimentícios, modesta mas de boa vontade, para o povo de Moçambique, conforme havia sido solicitado pelo clube. Num passado recente já havia participado noutras ações de solidariedade como esta, da iniciativa do Sporting, nomeadamente de auxílio aos bombeiros. À volta do estádio, procurei pontos de recolha, como das outras vezes. Não encontrei nenhum. Dada a enorme fila de adeptos para entrar, acabei por me colocar na mesma, decidido a procurar os pontos de recolha no fim do jogo. Afinal, pensei ingenuamente, talvez até houvesse pontos de recolha no interior do estádio.
Aqui faço um parêntesis na minha história, para lamentar profundamente toda a desorganização envolvida nesta operação de recolha de auxílio para o povo de Moçambique, quando comparada com a organização de eventos semelhantes anteriores. Compreendo que talvez fosse difícil, se não mesmo impossível, compatibilizar uma organização eficiente com os requisitos de segurança de um jogo como o de hoje. Talvez fosse melhor, por isso, esta campanha ter sido feita num jogo previsivelmente mais tranquilo como o do próximo fim de semana. O que não faz sentido foi fazer sportinguistas que responderam ao apelo do clube passarem pela situação que eu e muitos outros passámos.
Voltando à história. Estava eu na fila para entrar quando, finalmente, ao chegar a minha vez de ser inspecionado, o segurança me diz que não posso entrar com nenhum tipo de comida no estádio. Nem mesmo para o auxílio a Moçambique. Esta deve ser uma regra geral e justificável, mas que não me passou pela cabeça. Perguntei-lhe onde era a recolha de géneros, e ele disse-me que era só na Porta 1, do outro lado do estádio. Perguntei-lhe se ele ou os colegas não poderiam guardar o que eu trazia, nem que fosse até ao fim do jogo e depois eu levá-la-ia à porta 1. O segurança repetiu que eu não poderia entrar assim. Quanto muito poderia abandonar os géneros que tinha trazido à porta do estádio, mas ninguém se poderia responsabilizar por eles. Faltando pouco tempo para o início do jogo, ainda pensei em abandonar ali a modesta contribuição que tinha trazido, mas desistir nunca foi comigo. Dirigi-me a correr à porta 1 do Estádio. Procurei por algum ponto de recolha e não encontrei nenhum. Perguntei a outro segurança que disse que não sabia e não tinha nada a ver com isso. Em desespero de causa, perguntei a uma senhora junto do bengaleiro ao lado da entrada VIP, que me informou que afinal a recolha era, não na porta 1, mas junto ao Pavilhão João Rocha. Já mesmo sem tempo para lá ir, perguntei-lhe se ela própria não poderia responsabilizar-se por recolher a doação. Ela respondeu-me que excecionalmente poderia aceitar, e que já tinha feito o mesmo a pedido de outros adeptos.
Neste ponto da história volto a fazer outro parêntesis: por respeito pelos adeptos que aderem a estes apelos, estas iniciativas, a serem feitas, devem ter um mínimo de organização. A organização desta iniciativa, desta vez, foi uma vergonha, e o que mais me entristeceu esta noite.
Voltei a correr para a minha porta de entrada, sujeitei-me mais uma vez à fila de adeptos (felizmente já bem mais pequena). Não encontrei o segurança da primeira vez, ou ter-lhe-ia dito que espero que ele nunca venha a estar numa situação como aquela em que se encontra o povo da Beira. Consegui entrar mesmo a tempo do início do jogo, e com a agradável sensação de que tinha feito tudo o que deveria. E quando é assim nada mais se pode exigir. Em campo, a equipa do Sporting hoje também fez tudo o que deveria fazer. E quando é assim é mais fácil conseguir-se o que se quer. Mesmo como se tem a sensação, que eu tive hoje, de que deve ter sido com a colaboração de algum anjo. Talvez chamado Bruno.

Estou curioso para ver

Dadas as notícias de hoje, já assinaladas no blogue, e considerando a situação que recentemente aqui relatei, fico mesmo curioso à espera de saber se, nas semanas antes do Portugal-Luxemburgo, haverá anúncios do tipo "venha ao Estádio José Alvalade" nos placares publicitários do Estádio da Luz. Mesmo considerando que o nosso estádio não se chama "Estádio do Sporting Clube de Portugal", e a cor do patrocinador da seleção responsável por tais anúncios é o encarnado.

Do que eu não gostei mesmo nada hoje

IMG_20190315_210048.jpg

Não gostei mesmo nada de estar periodicamente a ser bombardeado com a publicidade que a fotografia ilustra, durante um jogo do Sporting no estádio de Alvalade. Era propaganda do hipermercado "Continente", e dizia respeito a um jogo da seleção nacional, é certo. Mas não deixa de ser muito perturbador para a vista de um sportinguista - tal como os fumos da Juve Leo. (A questão de por que joga a seleção nacional no "Estádio do Sport Lisboa e Benfica" se o estádio é "do Sport Lisboa e Benfica" é relevante mas não a quero discutir agora.) A intenção provocatória, num evento oficial (um jogo da liga), é evidente e não deveria ser aceite por um clube que se dá ao respeito. Esta publicidade é muito mais grave que outras polémicas mesquinhas (por serem privadas e só dizerem respeito a privados) em que o Sporting se envolveu, como a cor dos carros dos futebolistas e das sapatilhas que eles usam, ou o equipamento que convidados de crianças sportinguistas usam nas suas festas de anos.

 

Esgotou-se a paciência

Os leitores deste blogue conhecem a minha opinião sobre José Peseiro. Achei um erro a sua contratação desde o primeiro minuto, no tempo de Dias da Cunha, e achei uma insanidade o seu regresso. Já o afirmei e justifiquei várias vezes, em vários textos. Nunca acreditei nele para treinador, e sempre fui favorável à sua saída. Continuo a ser: isto não é uma manifestação de saudades - não tenho nenhumas do anterior treinador. Agora, depois do que vimos hoje, definitivamente me convenci de que, se era para isto, seria melhor o Peseiro não ter saído. Afirmei e mantenho que o Peseiro para mim era uma espécie de Tiririca - pior do que ele não ficaria. Mas hoje convenci-me de que se ele tivesse ficado o futebol do Sporting de certeza não estaria pior do que está. Perder em casa com o penúltimo classificado da Liga Espanhola, nesta que é uma competição importante (o treinador parece não saber) é pior do que perder em casa com o Estoril para a Taça da Liga. Marcel Keizer perdeu hoje todo o pouco crédito que tinha junto dos adeptos sportinguistas. É bom que o presidente se convença disto, e que cometeu um enormíssimo erro ao contratá-lo.

Eu não peço desculpas

Depois da esmagadora derrota sofrida no estádio da Luz, os jogadores do Nacional pediram desculpa aos seus adeptos. Lá terão as suas razões. Eu compreendo obviamente a tristeza dos adeptos do Nacional, mas resultados negativos fazem parte do desporto. Resultados muito negativos ocorrem a todos às vezes. Se os jogadores e equipa técnica fizeram o melhor que puderam e nada lhes correu bem, devem uma justificação aos adeptos, mas não creio que tal justificação deva chegar ao ponto de "pedir desculpas". "Pedir desculpas" só se justifica se houve um falhanço e se não fizeram tudo o que estivesse ao seu alcance. Nada garante que tenha havido falta de brio e profissionalismo da sua parte no jogo de domingo. Este pedido de desculpas parece-me um triste sinal dos tempos que correm. Atitudes como a invasão da Academia do Sporting por claques parecem-me uma consequência deste populismo contra os jogadores que, como os sportinguistas bem sabem, muitas vezes parte de pessoas com responsabilidades.

Pode ser uma obsessão minha (que partilho com o grande Jorge Mautner), mas tal como um Estado não deve pedir desculpas por catástrofes naturais (só as deve pedir quando e onde efetivamente falha), também um clube não tem que pedir desculpa pela catástrofe natural (que sucede às vezes) de sofrer uma goleada. 

 

Tristeza

Fico muito triste pela gestão sem nenhum rumo do futebol do Sporting, já aqui bem criticada no blogue por muitos colegas. Fiquei obviamente muitíssimo triste pela copiosa derrota, no nosso estádio, no passado fim de semana, consequência em grande parte dessa gestão. Mas nada me deprime tanto como verificar mais uma vez que alguns dos nossos adeptos são uns calimeros. Não a maioria (isso tem sido demonstrado nas provações que temos sofrido), mas uma minoria bem ruidosa.
Ao ler um conhecido blogue sportinguista, na antevisão do dérbi um adepto afirma que vai trabalhar enquanto tenta "contrariar a vontade de começar a distribuir cabeçadas por todos os lampiões filhos da puta" que há no seu trabalho. Acho inconcebível como um adulto escreve e admite uma coisa destas em público. E nem estou a falar no "distribuir cabeçadas", que com um pouco de boa vontade admito que não passe de um exagero de linguagem (de muito mau gosto). Mesmo admitindo que a violência fosse somente verbal: de que adiantaria? Para mim, o que sempre distinguiu os adeptos sportinguistas foi a capacidade de serem superiores a este tipo de provocações, fosse no trabalho ou na escola (situações deste género são infantis ou adolescentes). Enfim, poderíamos admitir que o tal adepto sportinguista estava só a desabafar no blogue. Mas o pior vem logo a seguir, quando conclui: "tivessem os filhos da puta do nossos jogadores que aturar estas merdas todas as semanas e corriam bem mais do que correm hoje." Os jogadores agora teriam todos que ter a vidinha de merda deste adepto. Daqui a invadir a Academia vai só um passo. Talvez este calimero não o faça pessoalmente, mas não me admiraria que apoie quem o fez.

Pois eu nem me importaria nada de ver Jesus em Alvalade

Um ponto prévio: sou por princípio contra mudanças no decurso da época, a não ser em casos que o justifiquem e que devem ser verdadeiramente excecionais. Portanto não estou de forma nenhuma a defender a saída de Marcel Keizer. Estou só a especular e a falar academicamente.

Um esclarecimento ao ponto prévio: um desses casos excecionais que justificam o despedimento a qualquer altura, sem mais justificação, é o de José Peseiro, que deveria ter saído logo no final da época de 2005 e nunca mais deveria ter entrado no Sporting.

Dito isto, eu não me importaria nada de um dia voltar a ver Jorge Jesus no Sporting. Jesus cometeu muitos erros, mas se tivesse tido um mínimo de estabilidade no final da época passada teria lutado pelo título até ao fim e, sem dúvida, conquistado o acesso à Liga dos Campeões e ganhado a Taça de Portugal. Eu não exijo aos jogadores e equipas técnicas ganhar sempre: exijo-lhes lutar sempre para ganhar até ao fim e obterem resultados consentâneos com a sua valia e a dos seus adversários. (Às direções exijo que contratem jogadores e treinadores ambiciosos e com valor para ganhar.) Tendo em conta este critério, o trabalho de jogadores e equipa na época passada pareceu-me bastante aceitável e com tendência para melhorar. Se houvesse estabilidade, aquele grupo acabaria por ser campeão. Pensava eu e pensavam muitos sportinguistas.
Na mesma linha de raciocínio, gostaria de ver no Sporting muitos dos jogadores que partiram (dos que rescindirame  voltaram nem vale a pena falar, não acham?). Gostaria muitíssimo de ver o Fábio Coentrão e o Adrien. Gostaria de ver o Sporting a convencer o Simeone de que ele não sabe escolher bem jogadores, e a devolver o Gelson. Desde que fosse um negócio com o Sporting a propor ao Atlético que aceitaria o Gelson pelo mesmo dinheiro que o Atletico pagou por ele, e nem mais um cêntimo - o passe, e não um empréstimo. Nestas condições - mas só nestas - aceitaria bem o Gelson, em vez de o ver a demonstrar o seu talento com o Leonardo Jardim, como estou certo de que vai ocorrer. Também não me importaria nada de voltar a ver o Rúben Semedo de leão ao peito - preferi-lo-ia ao Ilori. Cu bo ti fim de mundo. Nunca fui defensor da máxima "orgulhosamente sós" que infelizmente tantos sportinguistas parecem defender. E agora, como diria um ex-membro deste blogue na sua coluna regular na imprensa, chamem-me o que quiserem.

Os coletes amarelos portugueses estão no futebol

Muito se discute, nestes dias, a especificidade portuguesa de não haver partidos populistas dignos de registo, com representação parlamentar, algo que cada vez mais constitui uma exceção na Europa. Pode haver vários motivos, mas a meu ver um dos principais está noutra especificidade portuguesa: temos quatro canais noticiosos, e todos eles têm infindáveis programas de "debate" sobre futebol. Anda-se a discutir futebol toda a semana. A isto acrescem três diários desportivos, todos eles com uma dedicação largamente maioritária ao futebol. Neste mês de Janeiro esteve aberto o mercado de jogadores. Não se passou assim nada de especial, mas todos os dias - todos - o "Record" tinha uma secção intitulada "Mercado a ferver". Há a propensão para a caça a notícia, e quando não há inventa-se. Não há "coletes amarelos" portugueses porque eles andam entretidos com isto. E, no caso dos sportinguistas, a comentar em blogues e nas redes sociais.

(Imagem roubada aos "Truques da Imprensa Portuguesa")

Este título é um bocadinho estranho, não?

"Sérgio Conceição, Sporting e penáltis. Uma equação que não combina"

Bem, isso até pode ser verdade do ponto de vista de um adepto do FC Porto. É capaz de ser esse o ponto de vista do jornalista: desconheço. Mas não é, de forma nenhuma, o ponto de vista de um sportinguista, para quem a história demonstra que Sérgio Conceição, Sporting e penáltis combina muito bem. A que propósito é que, neste título, o Diário de Notícias adotou um ponto de vista preferencial?

A minha fé

A minha fé era que, se fôssemos a penaltis, a situação descrita neste texto de há um ano se repetisse. E repetiu tal e qual. Tal como há um ano dei os parabéns a Jesus, este ano dou-os a Keizer - por darem confiança aos jogadores. E dou-os também ao Nani e ao Bas Dost, que desta vez não falharam (em dose dupla para o Dost, que também não falhou no momento mais importante do jogo). E ao Coates, que voltou a falhar o penalti mas nem por isso deixou de ser provavelmente o melhor jogador da "final four". E ao Renan. E a toda a equipa.

O Sporting tem toda a sorte na forma como ganha o penalti no fim do jogo (tem tanto de desnecessário como de indiscutível). Mas teve todo o azar com o André Pinto. O facto é que ganhou e ganhou bem. Há seis meses isto não parecia possível. 

Deve ter sido por isso que ele desta vez quis a indemnização toda

O até anteontem técnico do Sporting foi retratado de forma magistral neste blogue, num texto antigo de José Navarro de Andrade cuja leitura eu sugiro aos nossos leitores. Farto-me de rir com as notícias de que foram o Beto e, principalmente, o Hugo Viana a comunicarem ao José Peseiro o seu despedimento, e questiono-me se o diálogo terá sido como o relatado no texto que referi.

E Rui Vitória?

Rui Vitória não é o melhor treinador do mundo, mas aposta na formação e seria provavelmente a melhor opção para o Sporting nesta altura. Melhor do que qualquer uma das que são faladas. Eu, que nunca pude ver o Peseiro à minha frente, quer da primeira quer da segunda passagem pelo Sporting, verifico que se calhar teria sido melhor deixá-lo ficar mais uns dias, a ver o que Luís Filipe Vieira fazia.

Mais uma conferência de imprensa patética

O discurso "estamos a disputar as competições todas" foi muito usado, e muito justamente, por Jesus na época passada, mas numa altura em que estar a disputar todas as competições era um indício de sucesso, isto é, em Fevereiro e Março. Esse discurso nunca deve ser feito antes disso; tê-lo antes do Natal, então, não faz sentido nenhum.
O atual treinador do Sporting veio com esse discurso para defender o sucesso do seu trabalho... ontem, em pleno mês de Outubro, ainda nem a hora de inverno estava em vigor. O que é que José Peseiro acha portanto um sucesso? Não estar afastado do título ao fim de 7 jornadas, como sucedeu na época de 2012/13? Não ter sido eliminado da Taça à primeira pelo Loures?

{ Blog fundado em 2012. }

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