Nunca o escrevi aqui porque, na altura dos acontecimentos, me era impossível, mas estive genericamente de acordo com o Famalicão em Setembro, na receção ao Benfica. Obviamente preferia que a criança não tivesse estado em corpo nu, mas a responsabilidade foi sempre de quem a levou para lá vestida à Benfica. Um jogo de futebol não é genericamente um evento público, mas algo organizado por clubes que têm sócios e têm direito a imporem regras, nomeadamente os sócios (que podem assistir a preço reduzido) devem apoiar o anfitrião. Quem quiser apoiar o clube visitante tem todo esse direito, mas deve pagar o bilhete e ir ocupar um lugar na zona do estádio correspondente. Em Portugal o Benfica habituou-se a achar que tem direito a jogar "em casa" em todos os campos. O Famalicão opôs-se e creio que muito bem. Esse exemplo deveria ser seguido por todos os clubes. E espero que o seja amanhã em Alvalade. Adereços de apoio ao Benfica devem ser interditos nas zonas para sócios do Sporting. Dito isto, incomoda-me o clima de perseguição que se instalou. Foi noticiado que adeptos benfiquistas chegam a pagar mais de 1000 euros aos detentores de gamebox para lhes cederem a mesma para entrarem em Alvalade amanhã. A gamebox é, por definição, transmissível pelo seu detentor a quem escolher. Esse é um ato individual. Por feitio, eu não gosto de julgar esse tipo de atos pessoais, sem ter a possibilidade de me pôr na posição de quem o pratica (e só essa pessoa sabe de si). Há muitos sportinguistas que fazem sacrifícios a pagarem quotas e gameboxes. Com os dias difíceis que vivemos, com crise e inflação, pode haver pessoas a quem as fortunas que os benfquistas pagam façam diferença - pode ser que seja o que as faça voltarem a ter gamebox para o ano. Prefiro que esses casos não ocorram, mas se ocorrerem não sou eu que os vou julgar, como não julgo os jogadores efetivamente atacados em Alcochete que rescindiram com o Sporting quando era presidido por um maluco. Não me agrada nada este clima de caça às bruxas no Sporting.
O que é importante é o que frisei no início: que se siga o exemplo do Famalicão, e o Sporting se dê ao respeito - materiais de apoio ao adversário não são tolerados na zona dos sócios. Teremos benfiquistas infiltrados? Provavelmente sim - espero que sejam muito poucos. É mais um motivo para os sportinguistas irem a Alvalade e apoiarem o Sporting ainda com mais força. É assim - e não com caça às bruxas - que devemos responder. Lá estarei.
Acho profundamente lamentável a faixa "Morte aos lampiões" colocada nas imediações do Estádio de Alvalade por adeptos do Sporting antes do derby, e a que a imprensa desportiva tem dado grande destaque.
Acho profundamente lamentável as evocações do trágico episódio do "very light" (de que esta semana passou mais um ano) que os adeptos do Benfica costumam fazer nos jogos com o Sporting. Repetidas vezes. Também profundamente lamentável é que este triste hábito não tenha na imprensa desportiva o mesmo destaque que teve a triste faixa.
Por norma só desejo a vitória do Sporting e não desejo especificamente a derrota de nenhum outro clube, a menos que isso beneficie o Sporting (objetivamente, é o caso do Braga no presente).
Depois do festival de antijogo e, mais do que isso, de sacanice e má fé demonstrado pela equipa do Marítimo no passado sábado, vou abrir uma exceção. Uma equipa assim não deve ter lugar na primeira divisão.
A isto acrescentam-se as habituais pérolas da imprensa desportiva. É visível no vídeo que o Coates nem se mexe; o jogador do Marítimo (Winck de seu nome), depois de ter feito falta sobre o Nuno Santos, vem a correr na direção do nosso capitão, encosta-se a ele e atira-se ao chão. Para o "Record", sofre uma "peitada" do Coates. Pois claro. Coitadinho.
Tenho ideia de que as mudanças de regulamento no futebol acabam sempre por prejudicar o Sporting. Se a vitória ainda valesse dois e não três pontos, como valia até 1994, o Sporting teria sido campeão em 2007 e 2016. (Creio que, até agora, são os únicos casos em que o campeão mudaria com as regras antigas.) Não é do meu tempo, mas quando introduziram a regra dos "golos fora", na década de 70, o Sporting foi logo nesse ano eliminado com essa regra nas competições europeias, num episódio que ficou para a história (o árbitro não sabia da nova regra, e fez com que se disputasse um desempate por penáltis, que o Sporting ganhou, inutilmente). Com este antecedente, eu não gostei da ideia de acabar com a regra de desempate dos golos fora (e, honestamente, parecia-me um bom critério). Estaria longe de imaginar que o Sporting viria a beneficiar com o fim dessa regra (foi o que sucedeu nesta eliminatória com o Arsenal). O Rúben Amorim mudou mesmo o fado do Sporting.
Dizer-se que a naturalização de Pedro Pichardo foi "comprada" é um tanto ou quanto forte; melhor seria ter dito que foi "mercadejada", como diria o outro. É menos melindroso. E dizer-se que foi a Federação Portuguesa de Atletismo que a mercadejou também não é o mais correto: muito melhor seria referir o Sport Lisboa e Benfica. Com efeito, a naturalização de Pedro Pichardo em tempo recorde, ao abrigo do seu estatuto de refugiado, só seria possível invocando motivos de "interesse nacional". Que "interesse nacional" poderia justificar a naturalização em tempo recorde deste atleta? Com a naturalização "acelerada" de que foi alvo, Pichardo pôde pulverizar recordes nacionais, alterando a verdade desportiva e frustrando o trabalho de outros atletas que já competiam em Portugal. É uma situação em tudo distinta de Nélson Évora, Francis Obikwelu, Auriol Dongmo e outros medalhados olímpicos portugueses. Achar que uma naturalização se pode obter instantaneamente até pode ser defensável noutros contextos que não o desportivo, onde há que ter em conta as respetivas consequências. Quero por isso saudar Nélson Évora pela coragem da sua tomada de posição, própria de quem não tem nada a provar a ninguém, e sabendo que se iria sujeitar ao enxovalho da "nação benfiquista", como se tem vindo a verificar, começando pela cobertura do caso pela imprensa desportiva. E sobretudo ao mais covarde, ao mais pusilânime dos argumentos: que Pichardo é "muito melhor" do que Évora. Alguma vez alguém, a começar por Nélson Évora, pôs em causa o valor de Pichardo como atleta? E isso dá-lhe direitos que são vedados aos outros? Ao tentar arrumar esta polémica com esse "argumento", Pichardo demonstra que pode ser um grande atleta, mas não deve muito à inteligência. (O mesmo se aplica a quem usar esse "argumento" nesta questão.)
Quando foram divulgadas, por parte do Sporting, algumas consequências da atuação de algumas claques no último jogo europeu (uma criança e um agente de autoridade feridos na sequência do uso de engenhos pirotécnicos), houve quem duvidasse da veracidade de tais alegações. Não me refiro somente à Juventude Leonina, mas a diversas páginas de "apoio" ao Sporting no facebook, que questionavam abertamente a veracidade do comunicado do Sporting.
A notícia divulgada ontem, porém, não deixa grandes dúvidas. O Sporting foi multado pelo lançamento de engenhos pirotécnicos por parte de algumas das suas claques no jogo contra o Midtjylland. A isto acresce a possibilidade de proibição de venda de bilhetes no próximo jogo europeu fora de Alvalade, que fica suspensa para já.
Seria de esperar, no mínimo, uma retratação da parte de quem duvidou (nalguns casos pode mesmo dizer-se que mentiu). Da parte da Juventude Leonina não houve reação nenhuma (aguarda-se a próxima queixinha quando tiverem que se descalçar para entrar em Alvalade). Há certas páginas "leoninas" que, sinceramente, prefiro nem frequentar, tamanha é a falta de vergonha. Mas o "Leão da Estrela", que acusara na sua página no facebook a direção do Sporting de "arruaceiros de fake news" (sic) nem reagiu a estes desenvolvimentos. Já a página "O Sporting Somos Nós" apagou uma publicação anterior desvalorizando as consequências da pirotecnia e defendendo as claques. E publicou a notícia de ontem dando mais ênfase ao facto de se tratar de uma pena suspensa ("Só é suspensa a venda para o Arsenal vs Sporting se houver incidentes no primeiro jogo em Alvalade"). Pois, não se passa nada.
Rúben Amorim pediu desculpa ao Esgaio. Porquê? Só se for por não saber o que anda a fazer. Cada vez mais é essa a impressão que eu tenho. Se for isso, as desculpas justificam-se, mas não resolvem o problema. Não digo que Rúben Amorim seja um problema, atenção (sinceramente creio que não é, e uma sua eventual saída seria um problema muito maior). Mas deveria pensar melhor no que anda a fazer. Não é nada bom ter-se um líder de um grupo que não sabe o que faz.
José Alvalade manifestou a ambição de que o Sporting fosse um clube tão grande como os maiores da Europa. Devemos ter tal ambição sempre presente, sem perdermos a noção de que há campeonatos, clubes, realidades mais competitivas. Há poderios financeiros com os quais não podemos. E de vez em quando surge um jogador de quem temos noção, claramente, que pertence a uma dessas realidades mais competitivas. Enquanto temos a sorte de tais jogadores estarem no Sporting, temos que aproveitar a bênção de poder contar com eles e esperar que ganhem títulos. São raros os jogadores indiscutivelmente assim, mas Pedro Porro foi sem dúvida, desde o primeiro momento, um deles. E no entanto foi sempre um verdadeiro leão, sem tiques de vedeta. Será sempre lembrado. Muito obrigado e muitas felicidades.
Empresas (públicas) de transportes como a CP e o metro do Porto ajustam a sua oferta quando ocorre algum evento especial no qual seja previsível a necessidade de transportar muito mais passageiros. Deveria ser o caso do Metropolitano de Lisboa, que deveria reforçar a sua oferta com comboios extra nos dias em que o Sporting (e o Benfica, obviamente) jogam em casa. Se infelizmente isso não acontece, pelo menos que não reduzam essa oferta! Mas nem isso se verifica. O acesso ao estádio de Alvalade está caótico devido às obras do metro (que não cabe aqui discutir). Como se não bastasse, nesta semana que passou a circulação de metro esteve interrompida entre as estações de Campo Grande (que serve o estádio) e Entrecampos, impossibilitando o acesso ao estádio de metro através da linha amarela desde o Rato e o Marquês de Pombal, ou seja, de uma boa parte dos seus potenciais utentes. Obviamente não ponho em causa a necessidade destas obras específicas (substituição da via férrea, ao que sei). A minha única questão é se eram assim tão urgentes que não pudessem ser adiadas para uma altura em que não houvesse jogos no estádio. Bastaria uma semana: à proxima jornada segue-se a pausa do Mundial. Estas obras tinham que ser realizadas justamente numa semana em que o Sporting tinha dois jogos em casa - para o campeonato e para a Liga dos Campeões? Atrapalhando a chegada ao estádio de muitos sportinguistas? E de adeptos dos clubes visitantes, V. Guimarães e Eintracht Frankfurt, após longas viagens? Devem ter pensado que é mais fácil vir de Frankfurt ao aeroporto de Lisboa que do aeroporto ao estádio do Sporting. Não há, no Metropolitano de Lisboa, ninguém que pense nestes assuntos, antes de tomar decisões destas? E o Sporting, foi notificado pelo Metropolitano desta decisão? Não tem nenhuma palavra a dizer?
Qualquer santo perde a paciência com alguns adeptos do Sporting. Não creio que se deva dar grande importância a este episódio, mas eu dei-me ao trabalho de passar pelas redes sociais do irmão de Rúben Amorim. Vi mais apoio à equipa que da parte de muitos desses adeptos. Sugiro que lhe seja oferecida uma gamebox até ao fim da temporada. Tenho a certeza de que passaríamos a ter ali mais um sportinguista ou, pelo menos, alguém capaz de respeitar e sentir o clube, como o irmão Rúben aprendeu. Fosse como fosse, tenho a certeza de que a presença do Mauro em Alvalade seria muito mais positiva do que a de alguns desses "adeptos" que só lá vão lançar petardos e arranjar confusão.
No caso de João Palhinha, como antes de Rui Patrício e Adrien Silva, compreendo as saídas: era naquele momento ou nunca. Era a oportunidade das suas carreiras para fazerem um contrato miionário, mesmo para um clube muito menor e que não ganha títulos. Ninguém os pode julgar. Nos casos de Nani e Bruno Fernandes, saíram para um grande e histórico clube europeu, que qualquer jogador gostaria de representar. Algo semelhante pode ser dito para Nuno Mendes e mesmo para João Mário. Parecia que o caso de Matheus Nunes seria diferente. Matheus Nunes parece-me um jogador com (muito boa) cabeça, sabe que é novo e que o melhor para ele seria esperar mais um ou dois anos e sair para um grande clube. Não é esse o caso. O fator decisivo parece ter sido só a questão salarial, e a influência de um - sempre o mesmo - empresário. Agradeço-lhe por tudo, é um jogador inesquecível, desejo-lhe obviamente tudo de bom, mas parece-me que esta transferência é um erro e não é o melhor passo na sua carreira. O Matheus é um jogador de topo que merece muito melhor. Do ponto de vista do Sporting, esta transferência parece a do Cristiano Ronaldo há 19 anos: antes do tempo ideal. Estarão as finanças do clube tão necessitadas, ou o clube não nega nada a Jorge Mendes? Esta saída é um problema. Inquestionavelmente a equipa fica mais fraca sem o Palhinha e sem o Matheus. Vamos ver como serão estas saídas colmatadas.
O autor do lançamento de um petardo durante o jogo em Braga foi imediatamente identificado pelas autoridades, detido e será presente em tribunal. Se é assim em Braga, é muito bem. Em Lisboa, no estádio de Alvalade, episódios destes durante anos sucediam-se jornada após jornada, sempre do mesmo local do estádio, em direção ao relvado. Estranhamente, nunca vi as autoridades fazerem nada. Não deveriam tais lançamentos ser um crime público? Se não são, se alguém tem que apresentar uma queixa, por que nunca o fizeram as sucessivas direções do Sporting? Ou a Liga - que fosse? Será que teriam que ser os jogadores a apresentar queixa? Ao Rui Patrício, durante muitos anos, motivos para apresentar queixa nunca lhe faltaram.
Para além de apoiar explicitamente adversários do Sporting (publicando na página oficial do seu clube, o FC Porto, o hino do Manchester City, algo que só demonstra pequenez), o visado nesta notícia confunde Lisboa com a Rússia e refere-se frequentemente ao "Sporting de Lisboa". Manifestamente o senhor não deve conhecer mais nada além do Porto e sente-se perdido de cada vez que de lá sai, pelo que deve evitar ao máximo sair das suas redondezas. A aplicação de pulseira eletrónica a uma pessoa com estas características parece-me, deste modo, uma medida algo exagerada.
Surgiu uma explicação para mais uma brilhante vitória da seleção portuguesa de futsal, baseada num cartaz da assistência da final de ontem: "o bagaço é melhor que vodca". Esse cartaz tem pilhéria e está a ser muito partilhado nas redes sociais. Mas se considerarmos o clube de origem da maior parte daqueles jogadores, a explicação deve ser outra. A que me ocorre resulta de ver este vídeo, com uma entrevista ao marcador do primeiro golo. Muitos parabéns à seleção portuguesa!
Mas o resultado hoje foi: Chicão - 2, Costa/ Jerónimo/ Tavares/ Cotrim/ Ventura - 1. E se o PCP já tivesse mudado o secretário-geral, hoje estaria do lado dos vencedores.
Pode não ser a opinião de muita gente, mas é o que me vai na alma. Pedro Pichardo veio para Portugal porque o Benfica lhe acenou com um maço de notas para se naturalizar português, para poder dizer que também dava medalhas olímpicas ao país. Poderia perfeitamente ser atleta do Benfica e cidadão cubano. Se não queria competir por Cuba, por ter um conflito com o seu país, poderia simplesmente ter competido com a bandeira olímpica. Mas isso não interessaria ao Benfica, que não tolera que o Sporting seja visto como o clube cujos atletas mais medalhas olímpicas ganham. E assim se procedeu a uma naturalização em tempo recorde (seis meses após a sua chegada) - não sei ao abrigo de que critério, mas o Benfica pode sempre tudo. Será assim que se desenvolve o desporto em Portugal - a naturalizar atletas de países com menos recursos financeiros? Nada disto retira mérito ao atleta e à sua medalha, obviamente. É um grande campeão. Acho também naturalíssimo que o seu clube celebre a medalha. E também a cidade onde vive - a medalha foi ganha por um dos seus. Mas se esta é uma medalha "portuguesa", então talvez seja melhor acabar de uma vez com esse conceito de nacionalidade atribuído às comitivas e às medalhas olímpicas, que vem do início das Olimpíadas, no final do século XIX e no rescaldo da Conferência de Berlim, mas que é bem diferente nos dias de hoje. Enquanto não for esse o caso, e embora saiba que Portugal esteja longe de ser um caso único como este (em Espanha há dezenas de casos, grande parte deles também à custa de Cuba), não concordo que Portugal fique com o proveito de uma medalha para a qual pouco ou nada contribuiu. Uns esclarecimentos finais: esta minha opinião aplica-se à medalha de Pedro Pichardo, mas obviamente não às outras medalhas olímpicas portuguesas nestes jogos (nesse sentido são lamentáveis as declarações de Bessone Basto). Também não se aplica às medalhas de Francis Obikwelu ou Nélson Évora. Talvez se aplicasse a Auriol Dongmo, tivesse a atleta do Sporting sido medalhada (e muito contente ficaria eu com essa medalha), embora a sua naturalização tenha decorrido num prazo normal. Nada do que eu escrevi justifica o mau perder do grande campeão Nélson Évora, que muito mal lhe ficou.
À medida que se vai conhecendo a "Cidade Sporting" verifica-se um muito melhor aproveitamento do espaço entre o estádio e o pavilhão João Rocha. No entanto, e a meu ver, a "Rotunda do Leão", na sua presente forma, deveria ser revista. Nem tanto pelos motivos que referi aqui: o tempo, e a gravidade, encarregar-se-ão naturalmente desse verdadeiro culto da personalidade que é uma das inscrições na estátua do leão.
Obviamente acho muito bem que exista uma estátua ao leão no exterior do estádio. Não estou a discutir os méritos estéticos daquela estátua em particular. O que eu contesto naquela estátua (além das inscrições laterais, ou pelo menos uma delas) é a sua colocação e a sua orientação.
Parece-me óbvio que qualquer estátua deveria ter a frente voltada para o exterior do estádio. Quem tirar uma foto ao enquadramento da estátua com o estádio só pode fotografar o traseiro do leão. Quem fotografar a estátua de frente ou de lado não apanha o estádio. Uma foto isolada daquela estátua não permite reconhecer o local. A isto acresce que o leão deve ser visto por quem chega ao estádio. Assim como está, ainda mais estando ao lado da garagem, aquela estátua funciona como uma despedida de quem sai da garagem do estádio. É isto que se pretende?
Falei em tirar fotografias. Qualquer visitante do estádio e do museu desejaria ter uma foto sua ao lado da estátua. Isso é muto difícil com aquela estátua, pelo menos com aquela configuração. Não há nenhum espaço pedonal ao seu lado. Quem tentar tirar uma foto ao lado da estátua arrisca-se seriamente a ser atropelado.
Haveria necessidade de colocar aquela estátua numa rotunda, com tanto espaço pedonal disponível entre o estádio e o pavilhão?
Aquela "Rotunda do Leão" é, sem tirar nem pôr, uma rotunda de província. Deve ter sido projetada por algum amigo do comendador Marta Soares.
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