Uma mão-travessa
Na primeira jornada do campeonato o Sporting beneficiou de mais um minuto de descontos já para além do templo suplementar, tempo suficiente para marcar o golo da vitória.
No passado fim de semana desportivo novo caso envolvendo mais uma vez o Sporting. Logo no dealbar do jogo em Rio Maior e por uma mão-travessa – medida de comprimento bem popular - foi validado indevidamente um golo ao Sporting, ao que dizem os “varistas” e pseudo especialistas no futebol, por fora de jogo do jogador Paulinho.
Mal acabou a partida eis que surgiram comunicados a assumirem um erro do VAR e uma estranha tomada de posição.
Não quero ora debater a existência ou não do fora-de-jogo, mas tão só perguntar às entidades que mandam e comandam o futebol português o que disseram, escreveram ou comunicaram quando umas mãos travessas alteraram provavelmente o decurso de uma partida.
Falo das mãos travessas que tocaram na bola dentro de área e que nem o árbitro de campo nem o VAR validou como grande penalidade a favor do Sporting, as que empurraram jogadores leoninos dentro da área de rigor ou das mãos travessas que chocaram acidentalmente na cara de alguns jogadores do Sporting sem que para tal o VAR tivesse dito alguma coisa de forma pública.
O nosso artístico futebol está carregadíssimo de mãos travessas. Umas são usadas para medir o benefício de alguém, neste caso o Sporting, outras servem unicamente para irmos entendendo onde se encontra o poder no futebol luso!
