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És a nossa Fé!

Um pouco mais que uma questão de pormenor...

 

Enquanto algumas candidaturas ainda vão corrigir pequenas irregularidades e não temos absoluta certeza sobre o número de candidaturas que irão a votos dia 8 de Setembro, já é certo que temos 2 validadas, pelo que tenho uma palavrinha a dar sobre esta.

À semelhança de qualquer outro sócio, José Maria Ricciardi tem inteira legitimidade para se candidatar à presidência do Sporting Clube de Portugal. Estará bem preparado do ponto de vista financeiro, todos lhe reconhecemos essa valência, pela carreira na Banca. Mas isso não é requisito para presidir ao clube, nem lhe confere qualquer vantagem sobre os concorrentes, porque todos eles têm especialistas na matéria. Da mesma forma que os conhecimentos médicos, de direito ou gestão que outros candidatos possuem, não os qualificam mais nem menos, porque é suposto que o presidente do clube delegue funções, além de existirem profissionais qualificados nos diferentes departamentos do clube.

Isto não está para crianças ou amadores é uma frase eleitoral, que apela ao homem providencial, cuja visão nos vem salvar e tudo resolve. O sebastianismo existe em Portugal há 500, com os resultados que conhecemos. J. M. Ricciardi anda há muitos anos pelo Sporting, já integrou órgãos sociais, influenciou presidentes, esteve sempre presente, não pode vir agora afirmar-se como alguém que vem de fora, apresentando soluções que sendo boas, já deveria ter proposto, ou em alternativa, ter manifestado discordância do rumo que estava a ser seguido, apontando alternativas.

Verdade que não deu qualquer palavra aos sócios, nem fez parte da CG, mas certamente ouviu Torres Pereira afirmar em momento solene, que ninguém da CG iria a votos. Integrar Alexandre Cavalleri e Jorge Gurita na sua lista era desnecessário e demonstra falta de respeito pela própria CG e até pelos sócios. Pior estiveram os demissionários que saltaram da CG para a candidatura, faltaram à palavra, à solidariedade perante os pares, a MAG e em última instância os sócios. Faltaram ainda ao carácter perante eles próprios e se convivem todos muito bem com isso, é lá com eles, mas enquanto sócio este episódio é suficiente para não os apoiar. Mesmo que tecnicamente até possam não ter cometido qualquer irregularidade.

E nem uma análise posterior ao programa me fará mudar de posição, porque aquilo que nasce torto, tarde ou nunca se endireita. E não sendo a eleição unipessoal, a equipa conta e neste caso, não pactuo com atitudes menos correctas. 

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