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És a nossa Fé!

Tudo ao molho e FÉ em Deus - Piccini (en)cantou "à capela"

Contando com o nipónico Nakajima na frente, o caudal ofensivo do Portimonense foi um oceano pacífico. Não que o Oliver Tsubasa da equipa algarvia seja um mau jogador, antes pelo contrário, mas Piccini, o lateral direito leonino, esteve absolutamente imperial, controlando o japonês e, muitas vezes em simultâneo, o craque Paulinho, motor do jogo do time de Vitor Oliveira. Sem motor, o Portimonense foi de vela, expondo-se ao tornado Podence e ao ciclone Gelson. O trovão ("Thunder") Dost fez o resto.

 

Os nossos jogadores um-a-um (em escala musical):

 

Rui Patrício: Exceptuando o momento em que a nau do japonês Nakajima lhe apareceu à frente, não teve quaisquer sobressaltos. No resto do tempo, entreteve-se a aquecer os motores, pois a noite, fria, ameaçava ser a única inimiga deste experiente marinheiro. Sobrequalificado para tão singela missão, o nosso Rui bem poderia ter sido substituído por este Vosso humilde escriba, ou mesmo por um bidon, que daí não adviria mal maior para as nossas hostes.

Nota: Sol

 

Piccini: Com um olho na Ásia (Nakajima), a seu estibordo, e outro na América do Sul (Paulinho), ainda teve tempo para bolinar (45º), em diagonais zigue-zagueantes, até semear o pânico, por duas ocasiões, no último reduto das hostes portimonenses. Na segunda metade, optou por navegar à vista ("à capela", sem instrumentos), paralelamente à Costa, não deixando de surpreender pela velocidade da sua circulação. Hoje foi um "skipper" perfeito. O melhor em campo.

Nota: Dó Maior

 

Coates: O Ministro da Defesa acompanhou em terra a batalha naval, feliz por verificar que, rechaçada a ofensiva algarvia, a Armada leonina já fundeava na Praia da Rocha.

Nota:

 

Mathieu: O almirante gaulês foi absolutamente imperial na forma como organizou a defesa, não permitindo qualquer circum-navegação no seu território, através de rápidas manobras que puseram em sentido a Armada portimonense, às vezes "esfregando a realidade na cara dos seus adversários". Como comandante das forças no mar, liderou com grande classe a contra-ofensiva até à vitória final.

Nota: Si

 

Coentrão: Tendo a Armada portimonense optado por tentar flanquear o lado direito da Defesa leonina, o vila-condense, habituado desde pequeno a ventos e marés, não encontrou óbstáculos à sua navegação a bombordo.

Nota:

 

William: Situado no centro do conflito, o capitão (de Mar e Guerra) leonino soube controlar as ofensivas adversárias. Assegurada a vitória, retirou-se mais cedo, garantindo o descanso necessário para a próxima refrega que se aproxima: a batalha da Luz.

Nota:

 

Bruno Fernandes: Uma manobra menos bem conseguida aqui, outra ali, mas o que é certo é que foi ele a acertar o primeiro tiro na frota portimonense. Deslocando-se intrépidamente entre as forças portimonenses, chamando a si os adversários, criou as condições para que o "flying dutchman" terminásse com a batalha.

Nota: Si

 

Gelson: A leitura do vento é essencial nas manobras marítimas. O Sporting beneficiou bastante de saber aproveitar a velocidade a que se deslocava o ciclone Gelson, o que causou desequilíbrios que contribuíram para a vitória final. 

Nota:

 

Acuña: Nunca conseguiu aproveitar o espaço para navegar a bombordo, mesmo quando a nau algarvia que vigiava essa área foi abatida. Optou por manter uma prudente vigilância à(s) sua(s) costa(s).

Nota: Sol

 

Podence: Foi o tornado que começou a matar a esperança dos portimonenses. "Soprando" a uma velocidade vertiginosa, destruiu parte da Armada portimonense, abrindo espaços para a nau comandada por Bruno Fernandes e para a embarcação de Dost dispararem as estocadas fatais.

Nota: Si

 

Bas Dost: A sua embarcação, o "flying dutchman", foi a segunda a avistar terra, momento em que se ouviu o seu célebre trovão. Para não variar, chegou a bom Porto.

Nota: Si

 

Bruno César: Com as forças já muito avançadas no mar, à conquista da Praia da Rocha, ao brasileiro apenas lhe pediram que contivésse alguma derradeira tentativa de flanquear a ofensiva leonina, algo que fez sem particular brilhantismo, até porque o adversário nem sequer o tentou.

Nota: Sol

 

Battaglia: Com a Armada leonina já a ancorar terras algarvias, manteve-se prudentemente no mar, mordendo "as canelas" das já muito degradadas e erráticas embarcações portimonenses.

Nota: Sol

 

Bryan Ruiz - Sem tempo para brilhar

Nota: -

 

Tenor "Tudo ao molho...": Cristiano Piccini 

 

sporting portimonense.jpg

2 comentários

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    Pedro Azevedo 18.12.2017

    Nota-se uma equipa mais experiente, com jogadores com muita matreirice - lance em que ganhou um lançamento - e com vontade de mostrar futebol - raids à frente - como Mathieu, um grande profissional, nada acomodado ao enorme estatuto que trazia é isso dá-me conforto. Temos um excelente guarda-redes, uns magníficos centrais e os laterais começam a elevar-se a esse nível, Coentrao já bem, Piccini muito bem mesmo. Onde a meu ver ainda existem algumas dúvidas é no meio campo, nomeadamente na estabilização da posição de Battaglia nos jogos com equipas super. À frente (com alguma liberdade, como eu gostaria de ver), ao lado ou atras de William acho que essa posição ainda não está totalmente assente na mente de Jesus, que estaria ufano se pudesse juntar Adrien a Bruno Fernandes e qualquer um dos outros 2.
    Gostei da sua análise, JHC, um abraço natalicio e saudações leoninas.
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