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És a nossa Fé!

Terrorismo puro!

Desde há muitos anos que os dirigentes do nosso futebol não gerem vitórias… gerem dívidas. E estas, quer queiram quer não, são cada vez maiores.

Tecnicamente falando os clubes estão (todos) falidos… Recebem aqui para pagar ali. Depois recebem ali para pagar acolá… Pedem acolá para devolverem aqui… E assim sucessivamente.

O mesmo se passa com as Associações, Federações e Ligas. Relembro aqui a entrada de Luís Duque na LPFP com o beneplácito do Benfica e do Porto para tentar endireitar o que parecia não ter solução. E de lá para cá não sei bem o que ele fez nem o que está a fazer Pedro Proença… Mas a seu tempo saberemos, com toda a certeza.

Esta semana tem sido pródiga em notícias sobre supostas dívidas do Sporting, indemnizações a clubes adversários e outras “brincadeiras”. É notória que esta campanha não é inocente, digam o que disserem!

Mas não é a campanha que me preocupa, nem o que ela pode influenciar o próximo jogo do Sporting contra o FCPorto. Nada disso.

O que realmente me custa ver é a forma como uma instituição, que tanto tem dado à sociedade e ao País (ter-se-ão porventura esquecido disso!), seja vilipendiada, não pelos seus adversários, o que até se compreenderia, mas por um grupo de jornaleiros e comentadeiros (nem sei se as palavras existem!!!) que apenas pretendem sangue.

Mas não é sangue resultado de uma luta em que todos se encontram em pé de igualdade, mas sim de uma espécie de guerrilha soez e nojenta. Aqueles são assim os verdadeiros terroristas do nosso futebol!

Até há uns anos o Presidente mais amado/odiado do nosso pobre futebol era Jorge Nuno Pinto da Costa. A verdade é que esse ódio trouxe-lhe títulos e mais títulos. Cá dentro e lá fora, para que não restassem dúvidas.

Por isso… quando vejo (e leio) gente a destilar veneno por tudo quanto é lado contra o Presidente do Sporting, Bruno de Carvalho, é sinal de que este está a fazer um bom trabalho. E assim deve continuar!

Termino com uma frase que costumo proferir: “Prefiro que me odeiem a que me ignorem!”

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