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És a nossa Fé!

A voz do leitor

«Já vi restaurantes com espaços fechados sem distanciamento de 2 metros e com lotações acima dos 50%, tudo a comer e a conversar sem máscara. Ir a um ikea num fim de dia também é um exercício interessante de ver um aglomerado de gente, novamente num espaço fechado. É pena não podermos ver ao vivo e apoiar esta nossa equipa...»

 

Alexandre P, neste meu texto

A voz do leitor

«Provavelmente não só os adeptos, como treinadores e dirigentes, sabem que o Sporting tem fragilidades que ou colmata ou arrisca a que sejam factor de perda de pontos decisivos no decurso do que falta disputar da Liga. É o avançado goleador, eventualmente um central de nível e uma alternativa a Porro para a direita. Não é tão-pouco assim. Se houver rosas (dinheirinho para aquisições) em Janeiro saberemos que foi milagre.»

 

João Gil, neste texto do Pedro Belo Moraes

A voz do leitor

«Borja e Quaresma estiveram mal; João Mário jogou a gasóleo; Nuno Santos não jogou o que sabe e Plata foi completamente peixe fora de água. Não percebia aqueles cruzamentos todos, sem referência na área e com a maioria deles a irem bem largos. Ou os remates disparatados. Espero que Hugo Viana e o presidente não tenham dormido até tarde. Vamos no dia 15 de janeiro e precisamos urgentemente de um central em condições, um ponta-de-lança e, provavelmente, de mais um médio. Estamos perto do final da primeira volta e falta jogar com o Benfica. Independentemente desse resultado, temos grandes probabilidades de continuar na liderança. Os campeonatos não se ganham contra Porto e Benfica; vencendo jogos, como este com o Rio Ave, ficamos muito mais perto do objectivo!»

 

João Rafael, neste meu texto

A voz do leitor

«Os tempos estão a mudar e para o Sporting também: o plantel revela capacidade ímpar de valorizar-se no futuro próximo, muito mais para além do valor real de hoje. Traduzindo-se numa auto-estima em crescendo do próprio adepto no orgulho de saber que finalmente o caminho é não só o ambicionado e sonhado, como perceber que de tostões podemos fazer campeões a valer milhões.»

 

Tiago Oliveira, neste meu texto

A voz do leitor

«"O nosso crescimento são as dores dos outros": são palavras do nosso técnico Rúben Amorim, que se aplicam, no ponto, à situação actual do nosso clube. Com efeito o mal-estar que o comportamento da equipa de futebol tem criado a responsáveis pela informação dos principais rivais, a alguma imprensa, a opinadores e jornalistas, a saírem do discurso do desdém e da crítica irónica, são prova disso. O comportamento honroso das amadoras, a valorização dos jogadores, a forma lenta mas progressiva como vamos resolvendo as nossas responsabilidades comprovam o respeito que se vai recuperando.»

 

Allfacinha, neste postal

A voz do leitor

«É verdade que não temos alternativas à altura de Porro e Palhinha, mas a carência mais flagrante é mesmo não termos nenhum avançado ao nível de Porro e Palhinha - nas suas posições, entenda-se. Espero que venha um avançado goleador que possa ter um índice superior de aproveitamento das oportunidades que normalmente criamos. E concordo que, se houver possibilidade para mais, então que venham reforços para essas duas posições. Veremos qual a capacidade que temos para ir ao mercado, espera-se que seja ao nível do último Verão.»

 

António 1969, neste meu texto

A voz do leitor

«Falam do que interessa, futebol. Coisa rara. Muito distinto, pensei que não fosse possível ver um programa destes em Portugal. Em Portugal o interesse por desporto é ínfimo, apenas havendo lugar ao clubismo. Tem programas para quem vê o jogo para além do resultado e dos golos. Parabéns ao Canal 11.»

 

Orlando Marinho, neste meu texto

A voz do leitor

«O trabalho de Rúben Amorim está a ser feito. O problema é que nós exigimos vitórias, pois a espera já vai longa, e não são umas taças que amenizam a coisa. Um cenário sem derrotas e com poucos empates era idílico. Aos primeiros sinais de descontentamento, naturais após alguns desaires que ocorram, já temos historial do que acontece.»

 

Gaspar, neste texto do Paulo Guilherme Figueiredo

A voz do leitor

«Prefiro que continuem a menosprezar o Sporting por dois motivos: primeiro, porque os adversários se sentem mais "relaxados"; segundo, e mais importante, que Rúben Amorim tenha como objectivo incentivar os nossos rapazes a não adormecerem porque nada está ganho e o caminho para a vitória é longo.»

 

Luís Barros, neste meu texto

A voz do leitor

«Para os próximos jogos será aconselhável o uso de equipamento de escalada pois a inclinação dos campos é uma constante da vida. O mês de Janeiro tem uma sequência complicada: Nacional, Apaf, Rio Ave, Var, Boavista, Conselho de Disciplina, Benfica, Colégio Cardinalício.»

 

Miguel, neste texto do Edmundo Gonçalves

A voz do leitor

«Ainda falta a final da Taça da Liga, onde esperamos estar presentes. É difícil, mas acredito que vamos provar nestes meses o nosso valor. Tenho hoje a certeza de que temos um excelente treinador, que com muito menos recursos que os rivais foi capaz de construir princípios de jogo sólidos e uma equipa solidária que nos orgulha e nos devolveu a esperança.»

 

António Pereira, neste meu texto

A voz do leitor

«O calendário tão preenchido devia ser um hábito no Sporting, pois é bom sinal e devia ser encarado com naturalidade e optimismo. Ser grande e disputar títulos é isto. Todos os jogos vão ser complicados, pois mesmo aqueles que sejam à partida mais fáceis podem ser ser difíceis. A sequência de jogos pode provocar lesões, castigos e mesmo este maldito vírus pode desfalcar a equipa. Jogo a jogo com os pés assentes no chão porque falta um longo caminho, que pode ser inclinado quando o verde atrapalha.»

 

Balakov-Oceano, neste meu texto

A voz do leitor

«Grande Porro, grande dedicação, o prazer que lhe deu esta vitória, as imagens dizem tudo. E Feddal, grande jogo. Tanto se disse quando da contratação: está velho, é só lesões, nunca fez nada em Espanha. Tomem e vão-se curar. Enorme Adán.»

 

Allfacinha, neste meu texto

A voz do leitor

«Os episódios de arbitragem dos jogos do Benfica e do Porto em Guimarães fazem-me recordar as décadas de 80 e 90, com empurrões cirúrgicos das arbitragens a esses clubes. Nos anos 80 escrevi que o Porto era um motor V8 que custava a pegar, com a ajuda da arbitragem conseguia pegar no início de muitas épocas, depois embalava e era o que se via. Em Guimarães, poupado à expulsão de um jogador aos 36 minutos, lá embalou para a vitória. A história repete-se, não se iludam, não há mercado para três, e nesse caso, o SCP vai ser atacado pelo sistema.»

 

Francisco Martins, neste meu texto

A voz do leitor

«Posso ganhar menos campeonatos de futebol sénior masculino, mas ostento com orgulho e de cabeça erguida o emblema do Leão Rampante à lapela. Os 22 que ganhámos (eram 25, faltam cá os de 2005, 2007 e 2015) foi com Glória obtida através do Esforço, Dedicação e Devoção. Nada temos que nos envergonhe.»

 

JMA, neste texto do Luís Lisboa

A voz do leitor

«Finalmente temos uma estratégia a ser executada. Além da equipa principal bem treinada e com talento, temos uma equipa B e uma equipa de sub-23 de que nos devemos orgulhar. Tudo isto foi definido e executado por esta estrutura, que errou muito no ano passado mas que tem uma grande vantagem em relação à estrutura anterior: faz asneiras, reconhece os erros e corrige o caminho. Os outros, como sabiam tudo e nunca erravam, continuaram durante cinco anos a comprar jogadores aos molhos dos quais só uma dúzia se aproveitaram.»

 

António Pereira, neste texto do Pedro Boucherie Mendes

A voz do leitor

«Julgo que toda a gente gostaria de ter Slimani. Ou Paulinho - que é um bom jogador - não fora a sua contratação só poder ser concretizada com mais uma brutal transferência de recursos para o Braga. Com os jogadores que temos, Amorim tem a responsabilidade de montar a equipa para lutar, pelo menos, pelo terceiro lugar. Cabe-lhe compatibilizar os jogadores e tirar de cada um o melhor que eles possuem.»

 

JG, neste meu texto

A voz do leitor

«Pote desaparecido e Nuno Mendes em muito má condição física, sempre a desequilibrar a equipa e a deixar Gonçalo Inácio em apuros. O estado do relvado [no Jamor] estava digno de um campo no terceiro mundo. Não sei de quem é a responsabilidade, mas o Belém impostor não paga o aluguer do estádio? Ou então preserve o tapete verde, como bom inquilino!»

 

João Rafael, neste meu texto

A voz do leitor

«Não há jogadores caros nem baratos. O rendimento que eles apresentam é que os faz serem uma coisa ou outra. E os valores que se pagam, é o mercado que os dita. É exactamente o mesmo que uma pessoa dizer que tem uma casa que vale um milhão. Vale se alguém lhe oferecer isso por ela, senão não vale. Com os jogadores é igual.»

 

Jorge Santos, neste meu texto

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