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És a nossa Fé!

A voz do leitor

«Esta época desisti de vez do futebol português. Só vejo o Sporting porque é o Sporting, porque de resto temos jogos muito fracos a nível técnico, com arbitragens ainda piores, perdas de tempo constantes, jogadores e treinadores cheios de manhas e anti-jogo, e um facilitismo escandalosamente deliberado contra certos clubes que, tudo junto, tiram qualquer réstia de interesse por um jogo desta liga.»

 

Vítor Hugo Vieira, neste texto do António de Almeida

A voz do leitor

«Menções honrosas, sem ordem relevante, para Raphinha, Wendel, Luiz Phyllipe, Bas Dost, Ristovski, Renan, Coates, Doumbia, Miguel Luís e Jovane (desaparecidos, mas decisivos em alguns momentos da época), e para o treinador que, embora continue a ter decisões questionáveis, está muito perto de poder fazer melhor que o "galático" das épocas anteriores, com menos e piores recursos, e por muito menos dinheiro.»

 

Ricardo Silva, neste meu texto

A voz do leitor

«Falta um segundo avançado dextro que marque golos para jogar no lugar do Diaby. E não escangalhar a equipa com a saída de vários jogadores. Se mais não for possível, deixar sair o Bruno por bom dinheiro mas não comprar uma camioneta de jogadores sofríveis. Comprar dois ou três jogadores - parece que está aí Vietto - e dar oportunidades aos jovens da formação.»

 

Luís Moreira, neste texto do Luís Lisboa

A voz do leitor

«É absolutamente verdade que jogadores menos bons ou que jogam menos regularmente se valorizam mais quando os clubes que representam se projectam mais pelas vitórias do que pelo contrário. O Sporting da última época foi aliás pródigo na confirmação destas realidades.»

 

João Gil, neste meu texto

A voz do leitor

«O Jamor é uma tragédia à espera de acontecer. Nem falo de algo como em 1996 (assassinatos como aquele podem acontecer em qualquer estádio em que não se reviste as pessoas correctamente). Aquela praça da maratona, ou lá como se chama, é um terror passar lá em jogos grandes. Claro que quando é um Aves ou um Rio Ave tudo fica bem, mas quando aparece um jogo entres os três grandes ou até com um Braga ou Guimarães, já a coisa pia fininho.»

 

Paulo Maltez, neste texto do António de Almeida

A voz do leitor

«Keizer só deve continuar se ganhar a Taça de Portugal. Se não a ganhar, corre o risco de acontecer o mesmo que ao Sá Pinto: perdeu a final contra a Académica, ele perdeu a confiança nos jogadores, os jogadores nele, uma pré-época mal preparada e à 5.ª jornada foi despedido dando início à pior temporada desportiva do Sporting (2012/2013).»

 

Aracaçu, neste texto do Luís Lisboa

A voz do leitor

«Não defendo as opções de Marcel Keizer, mas com jogadores [da formação] assim tão fraquinhos até compreendo as suas opções. E o pior é que a próxima remessa não é muito melhor. Se segue os juniores percebe onde eu quero chegar. Como disse Varandas, a formação a curto prazo é fraca e não garante qualidade para a equipa principal. A travessia do deserto ainda vai levar algum tempo.»

 

Luís Barros, neste texto do Luís Lisboa

A voz do leitor

«Bruno Fernandes nem com Jesus atingiu este nível. Com Peseiro lembro-me bem de más exibições (como toda a equipa) e havia até quem defendesse a ida para o banco do nosso melhor jogador. A qualidade dele era claramente reconhecida desde a sua chegada a Alvalade. Mas acho que Keizer lhe dá muito mais liberdade em relação a outros treinadores.»

 

Alma Leonina, neste meu texto

A voz do leitor

«Sábado, no Dragão, o nosso adversário vai entrar em campo com uma ténue esperança de que uma reviravolta poderá acontecer por obra e graça de todos os santinhos. Para o Sporting este jogo é para cumprir calendário. Importante será o jogo da final da Taça de Portugal. Por isso, o pragmatismo é crucial. Porque não começar a preparar a pré-época já no próximo sábado?»

 

José Vieira, neste meu postal

A voz do leitor

«O mito de que a qualidade é que determina a opção dos técnicos - a qualidade do jogador que em cada ano sai da formação - é apenas um mito. Basta ver a história dos útimos dez anos do Sporting para ver que essa é uma fraude. Recordo o Varela, que foi preterido pelo Paulo Bento - um treinador que apostou muito nos jovens -, em detrimento do Djaló, que nem uma bola era capaz de dominar. Varela chegou à Selecção jovem de Portugal, o treinador era o Agostinho Oliveira, num ano em que jogava no Casa Pia e marcava que se fartava. Na estreia pela selecção fez um hat-trick. Depois foi para o Estrela da Amadora com destino ao Porto. O resto já sabemos.»

 

JG, neste postal

A voz do leitor

«O mais grave nem é o eventual penalty ou falta fora da área (a falta parece-me clara mas tenho dúvidas de ser penalty ou não). O mais grave é não se assinalar o fora-de-jogo do João Félix [no Rio Ave, 2-Benfica, 3]. No meio dos festejos da vitória do hóquei do Sporting Clube de Portugal também fiquei chocado com esse lance. Um nojo!»

 

Luís Ferreira, neste texto do João Goulão

A voz do leitor

«O Engenheiro Gilberto Borges foi para mim o grande responsável pela nossa alegria de hoje [ontem] e nunca desistiu de lutar pela modalidade mesmo com riscos para a sua saúde. Fica aqui o meu muito obrigado e reconhecimento por tudo o que fez pelo hóquei em patins do Sporting Clube de Portugal. Para mim terá sempre um lugar ao lado do Professor Mário Moniz Pereira e do Mestre Aurélio Pereira.»

 

JHC, neste meu texto

A voz do leitor

«A máquina está de facto montada mas com as saídas de jogadores que se adivinham - Bruno Fernandes, Acuña, Coates, Mathieu e Bas Dost - a próxima época será potencialmente mais difícil que esta. É importante por isso darmos esse crédito ao treinador e à Direção e confiar que este projecto irá dar frutos, embora talvez um pouco mais tarde do que gostaríamos.»

 

Leão de Quiosque, neste texto do Luís Lisboa

A voz do leitor

«Lembro Acosta: quando chegou, era vaiado. Um dia discutiu com um adepto: "Pensas que é fácil marcar golos?", disse. Passado algum tempo começou a ser fácil. O futebol é isso.»

 

Leão de Queluz, neste meu texto

A voz do leitor

«Nas alas só Raphinha deve ter lugar cativo: Jovane, muito inconstante, tem de jogar todas as jornadas e isso só poderá fazer emprestado; Matheus por 10 milhões com benefício futuro será para vender; Diaby, desloco-me do Alentejo e levo-o onde quiser; e Acuña, que é um híbrido (lateral/ala/extremo), deverá ser vendido se atendermos ao salário/potencial do jogador, acredito que acima dos 20 milhões. Plata, Elves Baldé, De Wit e até Félix Correia podem vir a ter uma oportunidade, mas necessitamos de um extremo consagrado também.»

 

João Rafael, neste meu texto

A voz do leitor

«As contas fazem-se no fim e até agora o saldo é igual à última época. Se até Junho de 2018 muitos estavam satisfeitos em gastar dezenas de milhões com um treinador que até ajudou a destruir a formação, vou gostar de saber qual a atitude perante um treinador que pode na sua primeira experiência no futebol tuga ganhar duas competições em seis meses.»

 

Luís Barros, neste texto do Luís Lisboa

A voz do leitor

«Uma vitória no Jamor deixará os pratos da balança equilibrados (isto porque haverá sempre quem apenas quer contar os títulos, mas haverá também quem analise pela performance e capacidade nos objectivos prioritários, como são o Campeonato Nacional e as competições europeias, onde falhámos bastante), mas o insucesso no Jamor não deixa margem para dúvida que esta época desportiva, no que ao futebol diz respeito, foi bem pior que a anterior.»

 

Francisco Morais, neste meu postal

A voz do leitor

«Convém não esquecer que por esta altura [há um ano] lutávamos pelo segundo lugar, que acabámos por não conseguir por manifesta incompetência. Na presente época há muito tempo que o segundo lugar passou a ser uma miragem. Também na Liga Europa fizemos bastante melhor figura. Dito tudo isto, acho que a diferença de meios e de expectativas entre uma época e outra torna as comparações desequilibradas. Tendo em conta tudo o que aconteceu no nosso querido clube, devo dizer-lhe, e julgo não ser o único, que o que já conseguimos esta época superou as minhas expectativas.»

 

Sá Pinto, neste meu postal

A voz do leitor

«Sem a aposta de Paulo Bento, que insistiu e insistiu e insistiu (contra todos os especialistas e mesmo Sportinguistas) mais que meros minutos por jogo, Rui Patrício nunca chegaria ao patamar de excelência a que chegou. Jovane fez um óptimo início de época e estava a crescer como jogador até ser "arrumado" para canto.»

 

JHC, neste postal

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