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És a nossa Fé!

Ontem, hoje e amanhã

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Ontem, o Jornal de Notícias, preparava a coisa, o Vizela está com muitas dificuldades em arranjar onze jogadores para entrarem em campo, é um aborrecimento, provavelmente, vai acontecer o mesmo que ocorreu com o Portimonense.

Hoje, é o dia da dança (para mim 29 de Abril é sempre um dia de mudança) para O Jogo, também. Não se sentem tão confiantes como os colegas do JN, dançam de outra forma, há ali uma mudança, duas letras são suficientes para traduzir todo o medo que sentem um "s" + um "e"; "Se o FC Porto alcançar (...)"

Está tudo dito, as palavras de ontem e as de hoje traduzem muito receio dum jogo limpo e bem arbitrado com o Vizela.

O tal "se" de que O Jogo fala.

"Se" o Vizela vencer no Dragão, o FC Porto "se" calhar não "se"rá campeão.

São muitos "ses", amanhã "se"beremos.

Os melhores prognósticos

O Sporting foi a Vizela vencer por 2-0 na jornada anterior. Resultado aqui antecipado oito vezes. Por Cristina Torrão, Edmundo Gonçalves, João Gil, João Rafael, Jorge Luís, Leoa 6000, Madalena Dine e Maria Sporting. Em perfeita paridade de género, algo que julgo ter acontecido pela primeira vez.

Aplicado o critério de desempate, passamos de oito para quatro, precisamente o número dos que anteciparam o nome de Pedro Gonçalves como autor de um dos golos: Cristina Torrão, João Gil, Jorge Luís e Leoa 6000. Parabéns a dobrar.

O dia seguinte

Foi uma equipa ainda convalescente do desastre dos Açores a que entrou em Vizela. A vontade de voltar ao modelo de jogo que conduziu às vitórias estava lá, o atrevimento ofensivo com Nuno Santos e Daniel Bragança em vez de Feddal e Matheus Nunes também, mas a pressão do adversário intranquilizou, Coates não estava nos seus dias e estivemos perto de sofrer um golo depois duma perda de bola no meio-campo. Valeu-nos o Santo Adán.

Depois a equipa reagiu bem. Inácio e Matheus Reis garantiam uma boa saída de bola, o lado direito com Esgaio e Sarabia começou a carburar, na primeira oportunidade Pedro Gonçalves marcou um grande golo e partir daí só deu Sporting. Ao intervalo a ganhar por 2-0, o Sporting entrou na 2.ª parte para não dar hipóteses ao adversário, estivemos sempre muito mais perto do 3-0 do que o Vizela de marcar algum golo até a dupla do meio-campo dar o berro. Depois quase voltámos ao registo inicial e o Vizela até poderia ter marcado.

Ficou assim com final feliz um jogo que só não foi mais tranquilo pelo dia menos positivo do "El Patrón" (não sei se distraído pelo fazer de malas para ir ao Uruguai com o "afilhado") e pelo desperdício de golos do tridente ofensivo, o tal PSP que cada vez articula melhor mas concretiza bem menos do que poderia.

Daniel Bragança esteve excelente como "playmaker" e é de facto uma alternativa válida ao "box to box" Matheus Nunes para algum tipo de jogos. A bola passa a correr mais do que o jogador, os alas agradecem. O problema é a recuperação de bola e a luta a meio-campo, Palhinha fica a ter de aguentar sozinho o barco. Mais um amarelo, mesmo que tenha sido muito injusto. Mas independentemente das características dum ou doutro, a questão é que são quatro médios para dois lugares e convém ter todos nas melhores condições. Todos têm que jogar aqui ou ali.

Concluída esta jornada, estamos em segundo lugar a 3 pontos dum Porto que lá vai ganhando conforme pode e sabe (desta vez foi um sul-africano que fez os possíveis para ir tomar banho mais cedo) e com 6 pontos de vantagem dum Benfica à deriva. Andamos a jogar contra tudo e contra todos, defrontamos equipas que mais parecem filiais dos rivais, arbitragens que nos castigam com cartões e nos limitam a possibilidade de discutir o jogo, mas mesmo assim a verdade é que tudo depende de nós, melhor equipa nacional não existe.

 

PS: Claro que Nuno Santos esteve mal ontem, como esteve em Alvalade, mas comparar o rapaz a alguns artistas de circo do Porto... por amor da Santa. Ou da tal Bruxa, funcionária. 

Isto vai lá... Jogo a jogo.

 

#JogoAJogo

SL

Rescaldo do jogo de hoje

Gostei

 

Da nossa vitória em Vizela (0-2). Três pontos arrancados sem grande dificuldade à equipa minhota, que já havíamos vencido por 3-0, em Alvalade, no início deste campeonato. Agora com os dois golos marcados ainda na primeira parte por Pedro Gonçalves (28') e Daniel Bragança (42'). 

 

De Pedro Gonçalves. Regresso aos golos após um jejum de nove jogos sem marcar. Já fazia falta, o Pedro artilheiro. Marcou no estilo a que nos habituou: mais em jeito do que em força, com um remate muito bem colocado, para o ângulo superior direito da baliza vizelense. Que seja o primeiro de muitos em 2022.

 

De Sarabia. Muito influente, o internacional espanhol. Com pormenores de pura classe. Assiste Pedro Gonçalves no primeiro golo, faz um excelente cruzamento que inicia o segundo e oferece outro, aos 50', que o n.º 28 desperdiça. Esteve ele próprio quase a marcar, aos 88', num remate travado com dificuldade pelo guarda-redes Pedro Silva, formado em Alcochete.

 

De Matheus Reis. Vai refinando a exibição de jogo para jogo. Hoje foi o melhor do nosso quinteto defensivo. Excelentes cortes aos 69', 72' e 80'. Muito seguro no passe e na condução da bola. Tem a titularidade agora sempre garantida, quer como central (a posição a que regressou nesta partida), quer como lateral esquerdo.

 

De Daniel Bragança. O melhor em campo. Rúben Amorim surpreendeu ao colocá-lo como titular, deixando Matheus Nunes no banco. O jovem médio criativo formado em Alcochete correspondeu da melhor forma à confiança do técnico: organizou jogo, teve sempre precisão no passe e marcou um soberbo golo, num disparo forte com o seu pé esquerdo, coroando magnífica jogada colectiva que teve também Sarabia e Nuno Santos como intervenientes. 

 

Deste início da segunda volta. Voltámos às vitórias, depois do percalço ocorrido em Ponta Delgada na jornada anterior, num jogo que dominámos por completo a partir do quarto de hora inicial. Na segunda parte limitámo-nos a segurar a vantagem, aspecto em que somos muito fortes. Continuamos a fazer marcação cerrada ao FC Porto e ampliámos a distância face ao Benfica, terceiro classificado da Liga, agora seis pontos abaixo de nós.

 

De não termos sofrido qualquer golo. Continuamos a ser a equipa menos batida deste campeonato 2021/2022: só dez golos em 18 desafios. Os dois jogos anteriores, em que sofremos cinco, terão sido incidentais.

 

De ver o Sporting marcar há 31 jornadas seguidas. Sinal inequívoco da grandeza desta nossa equipa, tão bem orientada por Rúben Amorim.

 

 

Não gostei

 

Dos 15 minutos iniciais. Entrada forte do Vizela, que nos remeteu ao reduto defensivo nessa fase da partida em que podíamos ter sofrido um golo, logo aos 7'. Felizmente Adán estava atento e anulou o lance com uma enorme defesa, confirmando que continua em excelente forma.

 

De Coates. Entrada displicente do nosso capitão, forçado a fazer falta que lhe valeu amarelo logo aos 3', passando a actuar condicionado a partir daí. Parece em má condição física.

 

Da falta de golos na segunda parte. A nossa vitória acabou por saber a pouco com tanto domínio. 

 

Daquele sururu no final. Já no tempo extra, gerou-se enorme confusão junto ao banco leonino com jogadores e membros das equipas técnicas a trocarem insultos - e também com altercações entre adeptos das duas equipas na bancada central do estádio. Não havia necessidade.

Amanhã à tarde em Vizela

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É já amanhã em Vizela o jogo com que iniciamos a segunda volta da 1ª Liga, onde seguimos em segundo lugar, a 3 pontos do Porto e com 4 pontos de vantagem relativamente ao Benfica. 

Começámos da pior forma este mês de Janeiro, marcado pelo mercado de Inverno e por uma pandemia que continua a jogar por fora. Além do Vizela vamos ainda ter até final do mês Braga (C), Santa Clara (TL) e Benfica (?) (TL).

Nos Açores vários factores concorreram para a derrota mas mais que remoer sobre o assunto importa agora realçar o que de bom já foi atingido e os pontos fortes da equipa que vão ser essenciais amanhã.

Em primeiro lugar a equipa tem de resistir a todo o custo em fazer o que muitos adeptos reclamam, em "ir para cima" do adversário, porque isso muitas vezes só significa facilitar a vida de quem defende e pôr-se a jeito para o contra-golpe. O Sporting tem de controlar o jogo, saber quando acelerar e quando pausar, deixar o adversário desgastar-se ao mesmo tempo que a classe dos seus avançados decide o jogo. Os jogos mais sofridos contra adversários inferiores foram aqueles em que o jogo se partiu, oportunidades para os dois lados, e a sorte ou o azar a ditar o resultado final.

Ora isso tem muito que ver com a saída a jogar desde trás. Uma saída com critério proporciona um onze bem posicionado para circular a bola, atacar com perigo e matar o possível contra-ataque adversário à nascença. Pontapé para a frente sem critério ou médios a cavalgar significa que quando os adversários contra-atacarem Palhinha vai acorrer a um lado e deixar descoberto o outro, a defesa vai "andar aos papéis" e o perigo acontece. Inácio e Feddal estão muito mais à vontade na saída do que Neto ou Matheus Reis e isso é essencial.

No que respeita ao ataque o importante é que o trio esteja de pontaria afinada, coisa que não tem acontecido especialmente com Pedro Gonçalves. Porque a articulação entre os três está cada vez melhor e os dois alas garantem uma versatilidade que liberta espaços para os avançados. Assim eles os aproveitem.

 

Prevejo assim que o Sporting entre amanhã na máxima força:

Inicial: Adán; Neto, Coates e Feddal; Esgaio, Palhinha, M. Nunes e M.Reis; P. Gonçalves, Paulinho e Sarabia.

 

Concluindo,

Amanhã o Sporting entra em campo em Vizela para conquistar os 3 pontos e prosseguir na corrida à liderança da Liga.

Considerando o sistema táctico de Rúben Amorim, qual seria o vosso onze?

 

#JogoAJogo

SL

O melhor prognóstico

Muitos andaram lá perto, mas só um acertou em cheio: o nosso leitor Leão 79, que não apenas antecipou a vitória do Sporting sobre o Vizela por 3-0 como previu quem marcaria os três golos. Foi ele, portanto, o vencedor isolado da nossa primeira jornada de prognósticos da temporada 2021/2022.

Mas merecem registo os restantes leitores - e alguns dos meus colegas de blogue - que também anteviram o resultado desta ronda inaugural do campeonato, bem como a autoria de um ou dois dos três golos da vitória leonina em Alvalade. Aqui ficam os nomes, por ordem alfabética: AHRJoão GilJosé da XãMadalena DinePedro BatistaPedro Boucherie MendesPedro Tarquínio e Ricardo Roque.

Saúdo tanta participação: espero que seja um bom prenúncio. Até à próxima jornada.

 

ADENDA: Recordo, uma vez mais, que houve um quarteto de vencedores na época passada: CAL, Carlos Correia, Pedro Batista e Ricardo Roque.

Uma noite à Campeão!

Numa espécie de reinauguração (!!!!) do Estádio Alvalade XXI, após mais de 500 dias sem público,  nada melhor que ver o Sporting campeão ganhar. Ainda por cima de forma categórica.

Fui uns dos presentes ontem naquele topo Norte razoavelmente preenchido. Soube tão bem este regresso. Pena que o estádio não pudesse levar mais adeptos e a constatação de um topo sul completamente despido, nomeadamente a zona das claques. Algo para o qual não encontro explicação razoável.

Mas isto são contas de outro peditório para o qual eu nunca dei, não dou e espero nunca dar!

Foi um jogo vivo muito vivo, mesmo que ao intervalo o resultado estivesse em branco. O Vizela veio a Lisboa mostrar porque está na Primeira Liga e se continuar neste ritmo vai estragar a vida a muitas equipas.

Gostei também de ver ao vivo Palhinha, Pedro Gonçalves, Paulinho ou Feddal, só para dar uns exemplos. Assim como o “mister” Amorim.

O melhor marcador da época passada mostrou, mais uma vez, porque ganhou o prémio, facturando dois belos golos sendo um deles (o segundo) à “Pedro Barbosa”.

Todavia o jogador que mais me encheu as medidas foi mesmo João Palhinha.

Aquilo transpira classe por todos os poros.

Ainda me pergunto como é que este jogador esteve na lista de dispensas.

Enfim, uma noite à campeão.

Sporting sinfónico

Para apreciar melhor o segundo golo do Sporting de ontem será de vistas curtas reparar apenas no estupendo passe de Esgaio que leva a bola até aos pés daquele que fabrica algoritmos com a ponta da bota, pois os seus remates saem de geometria perfeita na curva do arco, na altura do voo, na direcção inevitável  que levam. 

Pedro Gonçalves estava nesse momento isolado próximo do segundo poste. E estava sozinho porque foi ali ter em resultado de uma longa jogada em que toda a equipa havia antes, por duas vezes, tomado de assalto a linha defensiva do Vizela por todos os flancos. Duas vezes a bola é rechaçada e de imediato recuperada quase à entrada na área e quando na terceira investida chega aos pés de um Esgaio livre e com espaço à direita, já os adversários estavam completamente desbaratados e desnorteados. 

O segundo golo do Sporting é de antologia: o futebol é um jogo colectivo e dinâmico, onde cada peça deve saber onde estar e o que fazer. O segundo golo do Sporting foi um puro produto do treino e de quem o administra. Pode ser viciante o hábito de se irem vendo maravilhas destas em Alvalade.

O dia seguinte

Como todos se recordarão, o Sporting foi campeão na época passada com muito esforço, dedicação e devoção, mas também muito sofrimento, especialmente contra as equipas mais pequenas do campeonato.

A equipa tinha muita dificuldade em meter intensidade e velocidade no jogo sem comprometer o controlo do mesmo. Depois via os minutos a passar, a vitória por acontecer e tinha mesmo de arriscar tudo num pressing final. Até fazer de Coates o ponta de lança que resolvia jogos.

Este Sporting, no mesmo modelo de jogo da época passada, consegue ser diferente porque Matheus Nunes joga a outro ritmo que João Mário, porque os processos de jogo estão muito mais consolidados, porque Paulinho, Esgaio e Vinagre têm também essas características.

E assim ontem tivemos um jogo que o Vizela (e Jovane) complicaram até não conseguir manter o pressing defensivo a todo o campo, desgastado pelas variações constantes de flanco de jogo, e até o mágico do costume ter dado início ao espectáculo. Foram dois golos do outro mundo, ao nível dum Messi. E depois lá veio o Harry Kane de Alvalade dar início à corrida de melhor marcador desta temporada. Marcou um, outro só não entrou porque foi penálti, falhou outro de cabeça que o original se calhar não falhava (mas são 200M€ e parece que faltou aos treinos) mas foi mais uma vez o pivot de toda a manobra ofensiva.

Como diz Álvaro Magalhães n' A Bola, Esgaio, Vinagre e Ugarte são contratações magníficas de jogadores "nacionais" que se encaixam imediatamente no jogo e no balneário. Como diz Dias Ferreira, e digo eu também, o problema não é o custo deles, o problema é isso poder ser um problema para o Sporting e para as finanças da sua SAD.

 

#OndeVaiUmVaoTodos

SL

Rescaldo do jogo de hoje

Gostei

 

Da entrada em grande do Sporting na Liga 2021/2022. Atitude de campeão que sonha revalidar o título, conquistando o primeiro bicampeonato do futebol leonino desde 1954. Sobretudo na segunda parte, em que foram marcados os nossos três golos em casa contra o Vizela. Desempenho brilhante do colectivo treinado por Rúben Amorim, que não abrandou o ritmo atacante mesmo quando já vencíamos por margem confortável.

 

Do regresso do público. Dezassete meses depois, 516 dias depois, o estádio José Alvalade voltou a ter público nas bancadas. Cerca de 10 mil adeptos nos lugares disponíveis, vários dos quais agora integralmente verdes. Foi um momento por que há muito esperávamos, este de podermos aplaudir ao vivo os nossos campeões - incentivados fervorosamente do princípio ao fim. Não podia haver melhor maneira de assinalar o 18.º aniversário da inauguração do actual estádio.

 

De Pedro Gonçalves. Melhor jogador em campo. Nenhum fez a diferença como ele - desde logo ao apontar os dois primeiros golos do Sporting, que foram também os dois primeiros golos do novo campeonato, contribuindo como nenhum outro para estes três pontos iniciais da equipa campeã. Marcou aos 48', com um primoroso chapéu ao guarda-redes, a passe de Paulinho após recuperação de Palhinha. Dezasseis minutos depois, aos 64', assinou uma obra de arte após cruzamento de Esgaio, com óptima recepção na grande área e remate muito bem colocado de pé direito, à meia-volta, sem a menor hipótese para Charles. Já leva três golos marcados em dois jogos oficiais. Tem claramente a ambição de voltar a sagrar-se rei dos goleadores no campeonato.

 

De Paulinho. Não dá espectáculo, dirão. Mas é um elemento cada vez mais influente no nosso onze titular. Sai deste jogo com um golo - o nosso terceiro, aos 74', com soberba assistência de Nuno Santos - e uma assistência. Trabalha muito para a equipa, abrindo espaços, arrastando marcações. Bom cabeceamento aos 26', para defesa apertada do guardião forasteiro.

 

De Vinagre. Estreia absoluta de verde e branco na equipa principal do Sporting - e logo como titular, colmatando ausência de Nuno Mendes por lesão. Desempenho muito positivo do ala esquerdo emprestado pelo Wolverhampton. Dinâmico, veloz, com bom drible, sem receio dos duelos individuais. Cruzamentos muito bem medidos aos 22' e aos 26'. É ele quem inicia o terceiro golo, com um passe vertical que desmarcou Nuno Santos, numa fase do jogo em que já acusava alguma fadiga física.

 

De Esgaio. No corredor direito, também ele cumpriu com distinção. Como reforço do Sporting, clube que o formou e a que regressa quatro anos depois. Com Porro ausente por lesão, foi dono e senhor da sua ala, tanto no plano defensivo como ofensivo. Cruzamentos dignos de nota aos 12', 30', 53' e 63'. Ponto alto desta exibição: a assistência para o segundo golo, servindo Pedro Gonçalves com boa execução técnica e excelente visão de jogo.

 

De ver a nossa baliza inviolada. Adán fez uma única defesa complicada, quando se viu forçado a socar uma bola aos 71'. O trio de centrais - Gonçalo Inácio, Coates e Feddal - comportou-se da melhor maneira, ao nível a que habituou os adeptos na época passada. 

 

Da consistência colectiva do Sporting. Jogo desenrolado ao primeiro toque, constantes aberturas de linhas de passe, atenção permanente às dobras, pressão intensa no portador da bola sem deixarmos a equipa adversária em posse mais que uns segundos. Entramos neste campeonato melhor ainda do que há um ano. Ninguém se iluda: existe treino muito competente por detrás disto.

 

De Rúben Amorim. O treinador entra com o pé direito neste regresso a casa, com nova competição já em marcha. Pormenor a destacar: nunca perdeu um jogo em Alvalade desde que orienta a equipa principal do Sporting.

 

Da ovação a Jorge Fonseca ao intervalo. O nosso campeão olímpico, bronze no judo em Tóquio, exibiu a medalha recém-conquistada nos Jogos Olímpicos tanto no relvado como nas bancadas. Recebeu merecida chuva de aplausos e um pequeno banho de multidão.

 

 

Não gostei

 

Do empate a zero que se mantinha ao intervalo. Boa réplica do Vizela neste seu regresso à primeira divisão do futebol português 36 anos depois, o que dificultou a nossa capacidade ofensiva nos 45 minutos iniciais.

 

De Jovane. Não foi a sua noite - longe disso. Pela primeira vez na carreira, enquanto profissional, falhou a marcação de uma grande penalidade atirando por cima, a rasar a barra. Foi aos 32', o que pareceu afectá-lo em termos anímicos. Aos 45'+1 desperdiçou outra oportunidade, rematando ao lado. No minuto seguinte, atirou para a bancada. Bem substituído por Nuno Santos aos 68'.

 

Da lentidão das decisões do VAR. Foi muito demorada, a análise do vídeo-árbitro Nuno Almeida ao nosso terceiro golo, apontado por Paulinho. Que foi de uma legalidade irrepreensível. Não havia necessidade de manter o jogo interrompido por tanto tempo.

Estou pronta para que comece (e corra bem)

O meu certificado só fica válido este fim de semana, por isso fiz teste, comprei bilhe... esperem, a ordem foi outra: comprei o meu bilhete quarta, ontem fui fazer o teste antigénio na farmácia, cujo relatório recebi ao fim do dia (negativo) e hoje vou ao jogo.

Volto hoje a Alvalade. Desde dia 8 de Março de 2020 que não vou "a casa". Foi dia de Sporting - Desportivo das Aves, foi dia de estreia de Amorim. Jogámos contra 9 e vencemos 2-0. Depois confinámos sem saber bem que esperar, fez-se o resto da época como se pôde. A seguir, 2020/21 correu bem, tão bem, à equipa de futebol do Sporting...

Hoje será dia de celebrar um regresso, um reencontro, duas taças e um campeonato! As horas não passam, só quero (e vou) lá estar. 

Que nos corra bem! 

Prognósticos antes do jogo

Regressa amanhã o campeonato de futebol. Com o Sporting, campeão nacional, favorito para a reconquista do mais cobiçado título do desporto português. 

Regressa também amanhã o público aos estádios - pondo-se fim à absurda exclusão de sócios e adeptos quando todos os outros espectáculos já permitem espectadores. 

É, portanto, com gosto redobrado que retomo aqui a tradicional ronda de prognósticos, questionando antecipadamente os leitores sobre o desfecho de cada jogo. Para já, sobre o Sporting-Vizela de amanhã, com início previsto para as 20.15. A arbitragem fica a cargo de António Nobre.

Qual será o resultado e quem marcará os golos?

 

ADENDA: Recordo que na temporada anterior houve quatro vencedores: CAL, Carlos Correia, Pedro Batista e Ricardo Roque.

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