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És a nossa Fé!

Vitinha? A sério?

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Diz o capitão da selecção da república portuguesa:

"Deviam comparar Yamal a Vitinha"

Porquê? (pergunto)

Vitinha é um jogador a caminho dos 30 anos, formado pelo FC Porto. Desde a primeira época que jogou na equipa principal do clube de origem que a opção foi despachá-lo, primeiro para um clube que lutava para não descer em Inglaterra, como não conseguiram, despacharam-no para o periférico campeonato francês.

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Vitinha é suplente da selecção portuguesa e duvido que tenha um jogo, a sério, completo de quinas ao peito.

Lamine Yamal não tem idade para entrar num bar e beber uma cerveja, não tem idade para comprar um preservativo numa farmácia, não tem idade para conduzir, no entanto, foi ele que conduziu a selecção espanhola ao triunfo no Europeu de 2024, tinha 16 anos e 366 dias.

Quais as semelhanças entre Yamal e Vitinha, muito poucas, o clube onde o espanhol se formou não o quer despachar, pelo contrário, está a construir uma equipa à volta dele (como fez com Messi) para potenciar todas as qualidades do miúdo.

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O jogador mais parecido com Yamal é Gonçalo, titular do Sporting e titular da seleção.

Um jogador que o Sporting não quer despachar (como o FC Porto fez com Vitinha) um jogador muito mais titulado em Portugal que Vitinha, um jogador mais novo que Vitinha e um dos capitães do Campeão Nacional.

Um capitão de equipa tem obrigação de unir, tem de ser o porta voz do grupo, não pode destacar um suplente e humilhar os titulares.

Enfim que o jogo jogado com os pés e com a cabeça corra melhor à selecção da república que as palavras que foram jogadas antes do desafio.

Extraordinário

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Ele, uma vez mais. Cristiano Ronaldo foi decisivo ao marcar o golo do desempate e da vitória por 2-1 da selecção nacional contra a Alemanha. Golo que nos coloca na final da Liga das Nações, competição que já vencemos em 2019. Falta saber se defrontaremos Espanha ou França na final de domingo.

Com este golo, apontado aos 68', CR7 confirmou a sua extrema utilidade, aos 40 anos e quatro meses. Os imbecis do costume dizem que "está velho". Andam a uivar isso há uma década.

Foi o seu sétimo golo nesta campanha. O seu golo n.° 937 (irá ultrapassar os mil) como futebolista profissional. O seu golo n.° 137 com a camisola das quinas, que já envergou em 220 partidas. Mais do que os golos somados de Pauleta, Eusébio e Figo, os senhores que se seguem na lista dos artilheiros. Números galácticos.

Proeza maior ainda por termos jogado em Munique, no país da selecção adversária. Há 40 anos que não vencíamos na Alemanha - desde o célebre golo de Carlos Manuel em Estugarda que nos carimbou o acesso ao Mundial do México.

 

Ontem conseguimos a reviravolta depois de a turma germânica abrir o marcador, aos 48', por Wirtz.

Eles estiveram em vantagem durante um quarto de hora até surgir o empate, aos 63', por Francisco Conceição num forte pontapé de meia distância - golaço a fazer lembrar o de Carlos Manuel em 1985, precisamente.

Houve o dedo do seleccionador neste triunfo. Roberto Martínez leu bem o jogo, injectando adrenalina na nossa equipa com três substituições simultâneas: João Neves por Nelson Semedo, Trincão por Conceição e Ruben Neves por Vitinha. A tripla mudança resultou: foram mesmo trunfos.

 

Ao sair por sua vez, no minuto 90' (dando lugar a Palhinha), Ronaldo foi brindado com merecida ovação dos milhares de portugueses nas bancadas - e também de largas centenas de alemães.

Notas muito positivas para Diogo Costa (impediu golos aos 19' e 21'), Nuno Mendes, Pedro Neto, Conceição e Vitinha. Além dos "nossos" Bruno Fernandes e CR7, naturalmente. No fim, andámos sempre mais próximo do terceiro do que a Alemanha de chegar ao empate. Ter Stegen negou golos a Diogo Jota (89') e Bruno Fernandes (90'+5).

O meu caloroso e prolongado aplauso aos bravos heróis de Munique. Agora que venha a final.

Ecos do Europeu (5)

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Como jogaram ontem os jogadores portugueses contra a selecção checa na nossa vitória em Leipzig por 2-1:

Diogo Costa. Tranquilo. Sofreu um golo sem fazer uma defesa, coisa rara. Num remate muito bem colocado, a meia distância.

Rúben Dias. Seguro. Controlou as operações à retaguarda e nunca descurou a manobra ofensiva. Sem vacilações.

Pepe. Apagado. Incompreensível, vê-lo sem rotinas tácticas no meio de uma defesa a três. Mau alívio seu gerou golo adversário (62').

Nuno Mendes. Ousado. Ala com ordem para subir, assim fez. Sempre acutilante. Cabeceou aos 69', originando autogolo checo (69').

Dalot. Discreto. Muito mais contido do que o colega do corredor oposto, revelou défice ofensivo. Sem nunca atacar o segundo poste.

Cancelo. Confuso. Andou algo errante no corredor central e revelou pouca precisão no passe. Alguma utilidade a recuperar bolas.

Vitinha. Irrequieto. O nosso mais difícil de marcar pelos checos. Brilhou como médio de ligação, distribuindo jogo. Melhor em campo.

Bruno Fernandes. Azarado. Esteve longe de ser um dos seus melhores jogos pela selecção. Nem nas bolas paradas fez a diferença.

Bernardo Silva. Oscilante. Demorou a encontrar o seu registo neste jogo. Fundamental no centro que inicia o nosso primeiro golo.

Rafael Leão. Inconsequente. Perdeu-se em lances individuais na ponta esquerda, esquecendo-se de que o futebol é jogo colectivo.

Cristiano Ronaldo. Inconformado. Um tiro à meia-volta queimou as mãos do guarda-redes (45'), Cabeceou ao poste (87').

Gonçalo Inácio. Sereno. Devia ter sido titular, estando calejado no modelo de três centrais. Rendeu Dalot aos 63'. Merece entrar no onze.

Diogo Jota. Intenso. Mexeu com o jogo mal substituiu Leão (63'). Momento alto, o golo que marcou (87'). Anulado por deslocação de CR7.

Nelson Semedo. Discreto. Entrou aos 88' para o lugar de Cancelo, sem dar nas vistas mas também sem cometer erros.

Pedro Neto. Útil. Substituiu Nuno Mendes aos 88'. Ainda a tempo de fazer a assistência para o nosso golo da vitória (90'+2).

Francisco Conceição. Eficaz. Transformou um provável empate num inegável triunfo ao marcar o segundo. Merece aplauso.

{ Blogue fundado em 2012. }

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