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És a nossa Fé!

Parece fácil

Já por aqui se tem falado muito deste plano de ataque aos jogos, por colegas e comentadores. Basicamente, é marcar cedo, para acabar também cedo com as veleidades dos adversários e com alguma manha dos senhores do apito.

Hoje o Sporting conseguiu quase tudo isso. Marcou cedo dois golos, aos 10 e aos 11 minutos, prescincindo daqueles começos "entusiasmantes" dos últimos jogos em que dava a iniciativa ao adversário, resistiu quase sempre bem à resposta com bastante qualidade do adversário, mas não deixou de sofrer o golinho da ordem e de andar de aflitos no final do primeiro tempo, com uma bomba na barra.

Aquilo até teria sido mais fácil se tivéssemos jogado com ponta-de-lança e com dois centrais, mas pronto, nove contra onze e 2-1no final do jogo seria um belo resultado. Depois um algarvio distraiu-se (parece-me que Capela também, já que assinalou penálti) e cometeu falta sobre B. Fernandes, outra vez o nosso melhor, que aproveitou para fazer o terceiro.

Um jogo sem história. Como eu gostaria de ter visto muito mais jogos sem história como este...

Do 8 ao 80, o coração não aguenta

Ou de besta a bestial em três dias, Mr. Keizer.

Ja nem sei em que acreditar. 

O que sei é que este foi um dos melhores, se não o melhor desempenho da equipa do Sporting e com muito dedo do treinador. Centrais trocados com Ilori no seu lugar, do lado direito. Laterais assimétricos - um ataca, outro apenas defende. Diaby a fazer de segundo ponta de lança nas costas de Bas Dost. Gudelj e Wendel a médios, Bruno a tudo o resto: marcar, assistir, definir, recuperar, o melhor médio do Sporting de todos os tempos (pelo menos dos meus...).

Na quinta-feira aquela miséria...

E agora 3-0 ao Braga sem nenhuma defesa relevante do Renan e zero oportunidades de golo do Benfica do Minho.

Quanto é que vale afinal este Sporting?

Já não sei dizer...

SL

Contrastes

Que fim de semana este, tão feito de contrastes.

Humilhados pelo Benfica em nossa casa para a Liga 2018/2019. E no entanto conquistámos o bicampeonato europeu feminino de corta-mato. E ganhámos no hóquei em patins. E no andebol. E nos iniciados. E no futebol feminino.

Triunfos nas modalidades e no futebol amador. Em contraste, no futebol profissional, o pior resultado dos últimos 21 anos em Alvalade. Isto diz muito do que tem sido o Sporting de há demasiado tempo para cá.

Crónica da bancada

Seguindo o conselho de Pedro Correia, adiantei alguma coisa na hora de almoço e seguindo o conselho do Pedro Azevedo Oliveira, de que o trabalho não azeda, consegui chegar mesmo em cima do apito do C(h)apela e acabei por ver o jogo no estádio.

Começo por afirmar que o melhor daquilo tudo, fomos os 30 mil e poucos que conseguimos dizer presente num horário manhoso e com um friozinho do camândrio. Depois, a muito longa distância, os jogadores e lá muito ao fundo, o C(a)apela(da).

Na primeira parte não jogámos nada. Eu vinha com ideia de fazer a crónica deste jogo usando as reacções dos meus vizinhos de bancada, mas achei preferível mudar de ideia. Talvez acreditem, se "escutarem" um pouco do que se foi passando na primeira parte: "fpiiiiiiiii... aquele Gudelj não joga um cpiiiiiiii, fpiiiiiiiiiii". "O filho da ppiiiiiiiii do C(h)apela só mostra amarelos aos nossos, grande ppiiiiiiiiiii!!!" "Nani, larga a bola, cpiiiiiiiiiiii!!!". "O Coates é uma libelinha do cpiiiiiiiiiiii, está a precisar de banco". "ó C(h)apela isto não é vólei, fpiiiiiiii (esta fui eu, depois do gajo ter marcado uma falta a um dos nossos que só encostou o bafo ao pescoço dum do Jamor). "Ó Gaspar, vai p'ó presépio, meu filho da ppiiiiiii, não jogas um cpiiiiiiiiiiii" "olha aquela ppiiiiiiii do Diaby, que só joga para trás, cpiiiiiiiiii da mãe, cpiiiiiiiiiii". Bom, estão a ver não estão, como os nossos estavam a agradar, cpiiiiiiii?

Realmente os do Jamor teceram uma bela teia à volta dos nossos construtores de jogo, e manietaram-nos de tal forma que quase foram eles a marcar, inda o jogo quase não tinha começado. Os treinadores adversários já começam a ter antídoto para o jogo ofensivo de Keiser e a "malta" já começa a ficar ansiosa, depois irritada, com a inépcia dos da frente e com as tremideiras e fífias do Coates e do Gaspar e do Gudelj e tão farta que até já aplaude o Petrovic.

O que vale é que (salvo aquela coisa à la Braga na Luz, mas em Guimarães) as coisas se compõem, a melhor valia dos nossos vem ao de cima e acabamos por ir vencendo, a maior parte das vezes de goleada.

Hoje valeu pelo resultado, por números que me parecem justos, mas para ser justo, se eles conseguissem levar um ponto não seria injusto. Uf...

Temos claramente um plantel curto, já todos percebemos isso, direcção incluida, que já fez regressar Geraldes, que não jogou mas já faz publicidade (oxalá venda GB ao mesmo nível que joga, quer dizer, ao nível do seu futebol, não me interpretem mal) e contratou, certamente depois de ter consultado Futre, um chinês que jogava na quarta divisão de Espanha e um black Ronaldo, Rafael Camacho de seu nome, que eu confesso nunca ter ouvido pronunciar em lado nenhum. Mas pronto, Janeiro ainda vai no início, e espero que apareça aí um Coentrão para a esquerda e outro para a direita da defesa e já agora um outro  para o centro, para sentar o Coates e o Mathieu à vez, que eles precisam ambos os dois, mais o sul-americano que o francês, de descanso e com o Xico e tendo fé que não haverá lesões, talvez seja suficiente para chegar a Maio à frente da equipa do Conceição e da do Abel (não sei qual delas, se a de Braga se a de Lisboa).

Como diz um amigo lá de Tomar, "ganhimos, porra!" E isso é que verdadeiramente interessa.

 

Nota1- Desculpem o "porra", mas é... "dialecto";

Nota2 - O Porto suou as estopinhas com o Aves, o que quer dizer que afinal o jogo que fizeram aqui em Alvalade revela que são efectivamente uma boa equipa. Com um treinador que só se irrita com as derrotas com o Sporting, mas isso também o Abel, portanto...

2018 em balanço (8)

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VITÓRIA DO ANO: GOLEADA AO QARABAG

Seguimos em frente na Liga Europa, transitando para os 16 avos de final, sendo a equipa com mais golos marcados no nosso grupo e tendo apenas somado uma derrota (frente ao poderoso Arsenal) nesta fase da segunda maior competição de clubes tutelada pela UEFA. Neste percurso muito positivo, iniciado com José Peseiro, prosseguido com Tiago Fernandes e agora com Marcel Keizer ao leme, o melhor resultado foi, de longe, o alcançado em Baku, capital do remoto Azerbaijão, situada a 6.500 quilómetros de Lisboa. Ocorreu a 29 de Novembro, com uma goleada: ganhámos por 6-1.

Foi o nosso mais saboroso triunfo em 2018, na estreia internacional do actual técnico holandês enquanto orientador técnico do Sporting. O ex-treinador do Ajax não podia ter começado da melhor maneira, suplantando largamente o 2-0 registado em Alvalade, frente à mesma equipa, a 20 de Setembro. Foi também o nosso melhor registo, numa partida disputada fora de casa para as provas europeias, desde 1986. Foi ainda a mais volumosa derrota alguma vez sofrida pelo Qarabag - que na época anterior tinha imposto dois empates ao Atlético Madrid, na fase de grupos da Liga dos Campeões.

Houve golos para os mais diversos gostos. Marcados por Bas Dost (5'), Bruno Fernandes (20' e 75'), Nani (33') e Diaby (63' e 81'). Era um poderoso contributo do Sporting para elevar a cotação do conjunto das equipas portuguesas na contabilidade da UEFA, compensando assim o descalabro de outras agremiações. 

Nesta partida destacou-se Wendel, com quatro assistências para golo, uma proeza impressionante, confirmando a qualidade deste jovem médio brasileiro que chegara a Alvalade em Janeiro sem merecer a menor atenção do treinador Jorge Jesus. Exibição muito positiva também de dois reforços da era Sousa Cintra, Diaby e Gudelj, com as melhores exibições até então alcançadas de verde e branco. Destaque igualmente para a estreia absoluta, na nossa equipa principal, do jovem lateral direito Thierry Correia, com apenas 19 anos e um futuro muito promissor. 

Foi inegável a alegria dos nossos jogadores, bem simbolizada no salto mortal que Nani deu mal marcou o golo, retomando uma imagem de marca a que nos tinha habituado. Este era o Sporting que nós queríamos. Este é o Sporting que nós queremos sempre.

 

 

Vitória do ano em 2012: meia-final da Liga Europa (19 de Abril)

Vitória do ano em 2013: 5-1 ao Arouca (18 de Agosto)

Vitória do ano em 2014: eliminação do FCP da Taça no Dragão (18 de Outubro)

Vitória do ano em 2015: conquista da Taça de Portugal (31 de Maio)

Vitória do ano em 2016: conquista do Campeonato da Europa (10 de Julho)

Vitória do ano em 2017: eliminação do Steaua de Bucareste (23 de Agosto)

Confiança em Alvalade

Deu para perceber que nas bancadas de Alvalade também se respira confiança. Até mesmo durante os largos minutos que estivemos em desvantagem, não fui o único a sentir, longe disso, os sócios que estavam nas imediações calmos, seguros, que a reviravolta iria acontecer, mais minuto, menos minuto. Fiquei com a certeza, se é que ainda tinha dúvidas, que para a generalidade dos sportinguistas Jefferson é o elo mais fraco da equipa, Bruno Gaspar está alguns furos abaixo do exigível para ser titular e Bruno César está noutro planeta, embora tenha um passado de esforço e missão ao serviço do clube.

Foi pena que apenas 31 mil espectadores tivessem presenciado um espectáculo. Bruno Fernandes encheu o campo, é hoje indubitavelmente um dos melhores jogadores portugueses, Mathieu passeou classe e Bas Dost foi uma temível ameaça nas imediações da baliza adversária. Renan Ribeiro, que muitos consideram discutível a titularidade face a Salin, foi várias vezes assobiado, pela demora na reposição da bola. Sem culpa nos golos, negou por duas ocasiões que remates insulares terminassem nas redes leoninas, contribuindo de forma decisiva para a vitória. Jovane Cabral voltou a entrar e mexer no jogo, Miguel Luís é um jovem a seguir com atenção face à enorme margem de progressão de que dispõe.

Fui defensor da continuidade de José Peseiro, mas tenho que reconhecer que apesar dos motivos que na altura expliquei, o futebol de Marcel Kaizer é de tal forma vibrante, entusiasma, que valeu a pena Frederico Varandas ter feito a aposta no holandês a quem muitos torciam o nariz. É caso para dizer que as notícias da morte do Sporting, que muitos previram há poucos meses, eram manifestamente exageradas…

Vitória na Liga Europa

Bom, só isso já seria bom. Uma vitória que vale pontos e algumas centenas (?) de euros.

Mas foi uma vitória com um misto de titulares e suplentes, dando descanso a outros titulares que muito bem precisam, e que na segunda parte serviu também para lançar três jovens dos sub-23.

Por isso mesmo, não foi bom, foi óptimo.

Resultado à parte, se calhar o melhor seria tirar conclusões para o futuro próximo da nossa equipa, começando pelas piores:

- Más - Mais uma lesão, e logo do Montero. Que surgiu do nada, quando o jogador estava cheio de energia e moral pelos 1,5 golos marcados. Quantos meses ?

- Medíocres - Nenhumas, não se pode dizer que algum jogador tivesse desiludido. Mesmo Mané fez uma péssima primeira parte mas na segunda já fez as pazes consigo mesmo.

- Boas - Os três jovens lançados, em especial Bruno Paz, um belo transportador de jogo. Thierry tem que entender que se quer ser defesa direito tem de mudar o chip. Para passador já temos o Jefferson. Pedro Marques a verdade é que já o vi várias vezes e não me seduz, mas os pontas de lança amadurecem mais lentamente que os demais. 

- Óptimas - Encontrado o substituto de Wendel no imediato, o novo Adrien Silva do Sporting, chama-se Miguel Luís. Não perde uma bola, não falha um passe, e ainda consegue ter presença na área e marcar golos. Pedir mais o quê ? Agora é ganhar quilómetros...

Além disso, Keizer continua a escolher uma equipa que faz sentido para o momento actual, consegue replicar nela o modelo de jogo da equipa titular e também fazer substituições lógicas e no tempo certo. Que se pode pedir mais ?

Por mim, fico (muito) satisfeito.

SL

 

Calhaus no caminho

No último post comparei este campeonato a uma maratona com um grupo de quatro bem adiantados relativamente aos demais e à espera dum deslize dalgum deles para reduzir o grupo e restringir os possíveis à vitória final. E que muito precisávamos do espírito de Carlos Lopes (um prazer revê-lo hoje em Alvalade) para triunfar ou ficarmos muito bem na "foto-finish", porque iríamos ter muitos calhaus no caminho.

Pois hoje saiu-nos um grande calhau, sob a forma duma equipa ao jeito "rotweiller" do José Mota, que já nos tinha destroçado no Jamor e que na 1ª parte fez supor o pior. Se calhar o jogo começou a mudar naquela cena canalha do Acuna que pôs o açaime a dois dos "rotweillers", mas que o pôs a jeito para a expulsão, essa pelos melhores motivos.

Valeu a classe extra daqueles poucos do plantel que a tem, os tais odiados "retornados" e "traidores" dos brunistas, Bruno Fernandes e Bas Dost, e as contratações do "homem dos tremoços" Sousa Cintra, Nani e Diaby, cada um com dois golos fenomenais. E com isso um resultado enganador para quem se quiser enganar.

Veio a conferência de imprensa e em vez de ouvir banha da cobra e delírios onanistas, oiço o careca de orelhas espetadas, Keizer,  com um discurso simples e directo, da arbitragem não quer saber, quer saber é das deficiências da sua equipa, do mal que jogou na primeira parte, do muito que tem de trabalhar para melhorar, de títulos e conquistas também não, mais à frente se há-de ver e se chegar à frente há-de ser campeão. 

"My Man !  I have a feeling..."  

Mas deixemos os sonhos, desçamos à terra, temos meia duzia de jogadores de classe extra, muito entulho no plantel,  muito trabalho a ter em Janeiro para tornar este Sporting num candidato aos lugares de topo.

Vamos a ver...

SL

Tangerina Mecânica

Os mais antigos provavelmente se lembrarão da grande selecção holandesa que liderada por Rinus Michels e com Cruyff chegou à final do Mundial de 1974 e que contava com um tal Piet Keizer como defesa esquerdo, e da alcunha que receberam de Laranja Mecânica inspirada por um célebre filme de Kubrick que vi maravilhado no cinema Império quando ainda não tinha idade para ver tal coisa.

Bom, veio das Arábias um sobrinho (?) do tal defesa esquerdo, e se não temos nada parecido com o futebol total daquela selecção, temos pelo menos qualquer coisa que começa a dar resultados e que rompe completamente com o que tem sido o futebol do Sporting nos últimos anos. Vemos um futebol apoiado, estruturado num 4-3-3 dinâmico, em progressão em um dois toques, com a baliza nos olhos, a aproveitar todo o campo, perde a bola e recupera em 5 segundos ou faz falta, recua para atrair o adversário e progredir depressa, enfim um conjunto de bons princípios a que os jogadores aderiram, e, não falando nos consagrados, vemos coisas que nunca vimos antes, Wendel a desabrochar, Gudelj e Diaby a justificar porque vieram, Coates a fazer passes frontais como nunca o vi fazer, Renan a fazer de libero com critério, etc...

Obviamente estes dois jogos foram de preparação da equipa com este novo modelo para o resto da época, os adversários revelaram-se fáceis de lidar, o modelo tem fraquezas evidentes que os adversários podem explorar, a começar na transição defensiva quando a equipa perde a bola na zona central com muita gente subida no terreno, e tambem pelo esforço pedido aos  extremos para ajudarem os laterais no processo defensivo (já se tinha visto em Londres Diaby completamente alheado dessas tarefas, e hoje isso foi evidente no golo sofrido), mas francamente gostei e estou à espera de mais. 

E se não chegarmos a ser Laranja Mecânica, pelo menos que consigamos ser uma Tangerina, com um futebol atractivo conjugando mecanização com criatividade, que contribua para unir a desunida massa adepta e que nos conduza a patamares que não pensávamos possíveis.

SL

Fim de semana à leão!

Não sei de quem foi o mérito, nem me interessa. Todavia e em princípio dos atletas e treinadores, mas gostei das vitórias:

- em hóquei em patins contra um dos candidatos;

- em voleibol;

- em futsal;

- em futebol;

e especialmente aquela vitória no sábado contra o Besiktas em andebol que nos coloca, pela primeira vez, na fase seguinte da Champion League desta modalidade.

É assim o Sporting.

(Provavelmente houve outras vitórias neste fim de semana, mas considerei estas deveras importantes!)

Três pontos

Mais três pontos somados, apesar de termos jogado sem quatro titulares indiscutíveis - Mathieu, Battaglia, Nani e Bas Dost.

Contabilizamos quatro vitórias, um empate e uma derrota para o campeonato. Cumprindo acrescentar que o empate foi na Luz (como há um ano) e a derrota tangencial foi em Braga (como há um ano). Dois dos três estádios mais difíceis para as nossas cores.

Outra boa notícia: só dependemos de nós. Estamos a dois pontos do primeiro lugar.

Três pontos satisfazem sempre os adeptos leoninos. Todos? Todos, não. São dias negros para certas viuvinhas, que continuam de luto carregado.

 

Duas vitórias com sabor especial

Esta tarde vencemos o Porto e o Benfica. Duas vitórias com sabor especial.

Em Andebol batemos o Porto por 30-27. Com este resultado lideramos a fase final do campeonato, quando está completa a 1.ªvolta, com 53 pontos, seguidos do Benfica com 49 e do Porto com 45. Lembro que já vencemos Benfica e Porto nas suas casas. O bicampeonato está cada vez mais próximo.

Em Voleibol, devolvemos a derrota do 1.º jogo na Luz, com uma vitória no nosso Pavilhão por 3-0 (25-19, 25-20 e 25-21). A final está assim empatada 1-1, sendo que amanhã se disputa, também no Pavilhão João Rocha, o 3.º jogo. 

Também amanhã temos, às 19 horas, a final da UEFA Futsal Cup contra o Inter Movistar, estando o Pavilhão João Rocha aberto para proporcionar a transmissão em direto do jogo.

A vitalidade do Sporting é uma realidade incontestável. Orgulho!

Parece que o bom senso voltou

Vitórias consecutivas são o melhor antídoto para o descontrole e ansiedade. Parece que o bom senso voltou. E o gosto de ver a equipa a jogar, com competência, do 1.º minuto ao último penalti. Não há melhor bálsamo que o sucesso para sarar feridas. Vamos ver se até ao final da época conseguimos resistir à tentação autofágica, sobretudo porque ainda há muito para ganhar. Domingo temos o Boavista mas, não menos importante, no sábado há o 2.º jogo da final de Voleibol, no Pavilhão João Rocha, e é importante que digamos presente. 

Para terminar, depois de vibrar com a magnífica vitória sobre o Porto, só me ocorre afirmar que a anunciada morte do Sporting foi manifestamente exagerada. No Jamor faremos boa prova de vida, mas antes ainda há a jornada 33...

Jogo de campeão

Só um campeão ganha um jogo como este. Tínhamos de ganhar. Quisemos ganhar. Jogámos para ganhar. Ganhámos.

Um campeão é feito disto: sofrimento, muita entrega, um enorme compromisso. Os nossos nunca atiraram a toalha ao chão. Parabéns, equipa!

Obrigado, Leões. Para rima só me lembro de campeões, leões.  

Dinâmica de vitória

Não imagino se o Pedro Correia alguma vez, nos seus “Chavões da bola”, falou da expressão “dinâmica de vitória”. Mas se não falou também não é necessário pois este jargão futebolístico é entendido por toda a gente. 

Por isso  amanhã espero sinceramente que a nossa equipa perceba o valor real destas palavras e continue nas sendas das vitórias.

Vamos lá, equipa… o jogo “só” pode ser para ganhar!

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