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És a nossa Fé!

Do inferno ao céu

Da noite épica de ontem em Madrid, fica, entre tantos outros momentos, a saída, em tom cabisbaixo de pai e filha, para, num ápice, explodirem de alegria e regressarem, em passo corrido, para os seus lugares na bancada.

Fez-me lembrar a nossa final da Taça de Portugal de há uns anos, contra o Braga. A 10 minutos do fim, perdia o Sporting 0-2, quando um mar de adeptos abandonava, em tom desanimado, o Jamor. Após Fredy Montero ter feito o 2-2 era ver todos esses adeptos regressarem animados para os seus lugares, debaixo de uma enorme assobiadela por parte dos adeptos resistentes, que não tinham atirado a toalha ao chão.

Não posso criticar aqueles adeptos que foram abandonando o Jamor, largos minutos antes de soar o apito final. Nesse jogo, ao intervalo, o meu pai ligava-me a perguntar se não queria ir embora, pois assim antecipávamos a longa viagem de regresso até casa que nos esperava. Disse-lhe que não, para vermos no que dava o início da 2ª parte e a verdade é que lá fomos resistindo, continuando a apoiar a nossa equipa.

Um dos meus maiores lamentos como adepto foi não ter visto o célebre golo do Miguel Garcia que nos valeu a final da taça UEFA. Quando se deu o canto, abandonei a sala onde via o jogo. Nunca na vida, contra os graúdos dos holandeses, e no último lance do encontro, o Sporting alguma vez marcaria golo. E não é que marcou?

Das memórias felizes, enquanto adeptos, estão as remontadas e as suas reações. Revejo-me, pois, no maravilhoso momento protagonizado por aquele pai e aquela filha ontem à noite e que vão ser imagem indissociável da noite gloriosa do Real Madrid. 

Parabéns, Bruno

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Venho dar-te os meus calorosos parabéns, meu caro Bruno. Felicitando-te pelo teu jogo de ontem. Foste a figura do decisivo desafio que acaba de nos colocar na rota do Campeonato do Mundo - e bem mereces esta distinção. Vencemos por 2-0 a briosa Macedónia do Norte que havia derrotado a Alemanha e eliminado a Italia, campeã da Europa.

Os dois golos da partida foram marcados por ti.

Espero que tenham servido para calar de vez os teus detractores. Aqueles que insistem em dizer que não deves ser titular da selecção nacional. Que não rendes, que não corres, que não brilhas, que não marcas.

São os do costume: aqueles que estão sempre prontos a denegrir os compatriotas que se destacam da mediania, alvejando-os com estas balas letais que são as palavras. Dando assim razão a uma escritora francesa contemporânea que nos alerta: «A liberdade de odiar jamais esteve tão descontrolada nas redes sociais, mas a liberdade de falar e de pensar nunca esteve tão vigiada na vida real.» 

 

Por vezes até parece que precisamos de pedir licença para elogiar os nossos. Para enaltecer aqueles que demonstram estar à altura dos melhores futebolistas do globo.

Não por acaso, a tua saída do Sporting para o Manchester United constituiu a maior receita de sempre em Alvalade.

Não por acaso, tens brilhado na Premier League. Confirmando esta triste realidade: é sempre mais fácil um português suscitar aplauso entre os estrangeiros do que entre os próprios compatriotas.

Pergunta ao Cristiano Ronaldo, que ontem esteve a ser alvejado durante largos minutos por vários comentadores na TV. Coitado, ele cometeu o pecado de não ter assinado qualquer golo contra a Macedónia. Apenas te ofereceu de bandeja o primeiro, que tão bem marcaste.

 

Se alguém merece estar no Mundial és tu, meu caro Bruno Fernandes.

Confesso-te que vibrei ainda mais com esta qualificação de Portugal - a sexta consecutiva, não falhámos uma presença numa fase final do certame máximo do futebol neste século XXI - por teres sido tu a figura do jogo. E ver-te ovacionado por 48 mil espectadores no Dragão, incluindo por gente que ali certamente te assobiou noutros tempos, quando lá jogaste vestido de verde e branco.

Aquele teu segundo golo, que aos 65' confirmou a nossa presença no Catar fazendo levantar o estádio, é um excelente emblema desta modalidade que continua a apaixonar o mundo. Previste a manobra do Jota, que te serviu a partir da esquerda com um magnífico passe longo, correste para o local exacto onde a bola ia cair e nem a deixaste pousar: trataste logo de disparar a bomba com o teu pé-canhão.

 

Um dos primeiros a felicitar-te, aposto, foi o teu amigo Stefan Ristovski. Ontem, por uma vez, eram adversários. Mas ele até colaborou naquela perda de bola aos 32' que permitiu um rapidíssimo contra-ataque português - e o teu primeiro golo, em parceria com o Ronaldo. Confirmando que o valor supremo do futebol é demonstrar à sociedade que o todo consegue ser maior do que a soma das partes.

Desporto colectivo, como antes se dizia, quando os comentadores usavam uma linguagem simples e clara.

Se alguém percebe disso, és tu.

 

Deixa os imbecis ganir.

Deixa os invejosos destilar fel anónimo nas redes ditas sociais.

Não dês importância àqueles que se dizem sportinguistas mas ainda te insultam quando já comprovaste ser mais Leão do que qualquer deles. 

Tu vais ao Mundial - supremo patamar na carreira de um futebolista. Enquanto eles ficam, cada vez mais afundados no sofá.

Binde pá feeesta! - I

 

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P.G. Foi daqui que pediram mais um troféu?

EaNF: Arrisco dizer que, nós por cá, estamos muito receptivos a troféus, títulos, vitórias em geral, Pedro. Sinta-se à vontade!
De caminho, já sabe, acuda Paulinho que parece mais receptivo a... água. Normal, para quem está... no gelo. E, já agora, peça a alguém para ver do DJ.

 

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PG: DJ? É para já!

 

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G.I.: Chamaram?

Todos nós queremos à felicidade, à felicidade,

todos nós queremos... à felicidade

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Quente & frio

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Gostei muito da conquista da Taça da Liga, que nos consagra como campeões de Inverno, pelo segundo ano consecutivo. É, portanto, uma reconquista. Numa competição que em 2009 nos foi sonegada contra o mesmo adversário de ontem, o Benfica, por uma equipa de arbitragem liderada por um dos mais vergonhosos apitadores que passou por relvados nacionais. Mas valeu a pena a espera. A vingança serve-se fria: nas últimas cinco edições desta prova, saímos campeões por quatro vezes. Agora a bisar, com Rúben Amorim, já com quatro títulos e troféus no seu currículo ao comando do Sporting em menos de dois anos. Esta Taça da Liga, que vencemos na final de Leiria por 2-1, é a segunda proeza leonina na temporada, após a Supertaça ganha a 31 de Julho.

 

Gostei do domínio claríssimo da nossa equipa. Esta superioridade foi manifesta mesmo após sofrermos um golo, aos 22', contra a corrente do jogo. Soubemos manter-nos coesos e acutilantes, nunca perdendo de vista o objectivo: havia que levar a taça para casa. As estatísticas confirmam esta superioridade: 61% de posse de bola leonina, 13-2 em remates, com óbvia vantagem para o nosso lado. Estivemos sempre mais perto do 3-1 (Paulinho mandou uma bola à barra, aos 73') do que o Benfica de empatar. Foi a quinta reviravolta da temporada, o que indicia robustez psicológica. E também uma evidente injecção de moral na equipa, demonstrando que a derrota em casa contra o Braga não passou de acidente de percurso. Vale a pena assinalar o onze titular verde-e-branco neste clássico em Leiria: Adán; Neto, Gonçalo Inácio, Feddal; Esgaio, Palhinha, Matheus Nunes, Matheus Reis; Pedro Gonçalves, Sarabia e Paulinho. Entraram ainda Porro (66') para substituir o amarelado Neto, passando Esgaio para central, Ugarte (85') para render Matheus Nunes, e Tiago Tomás e Nuno Santos (88'), para os lugares de Paulinho e Sarabia. Este último foi, para mim, o herói do jogo: faz de canto a assistência para o primeiro golo, num cabeceamento de Gonçalo (49'), e marca o segundo, o decisivo, fuzilando Vlachodimos de pé esquerdo após uma espectacular recepção de bola em que demonstrou toda a sua classe (78'). Destaques também para Palhinha, sempre superior ao adversário como médio de contenção, e o reaparecido Pedro Porro, autor da assistência para o golo da vitória com um passe de 30 metros muito bem medido. Gonçalo e Matheus Reis também merecem realce, tal como Matheus Nunes, que auxiliou Palhinha no domínio do meio-campo, onde o adversário actuava com três elementos.

 

Gostei pouco que só no segundo tempo tivéssemos traduzido em números a nossa manifesta superioridade no terreno. Mas até nisto se comprovou a maturidade da equipa, funcionando como verdadeiro colectivo: nunca nos desorganizámos nem perdemos o fluxo ofensivo apesar de termos menos um dia de descanso do que o adversário, que disputou a meia-final 24 horas antes. Embalados pelo entusiástico apoio que vinha das bancadas, onde os aplausos eram quase todos para o Sporting. Os benfiquistas passaram grande parte da segunda parte a assobiar a própria equipa. No fim, brindaram-na com uma monumental vaia, enquanto Rui Costa fumava nervosamente na tribuna do estádio, gesto que lhe fica muito mal. Mas percebe-se o nervosismo: em dois confrontos com o Sporting nesta temporada, registam-se já duas derrotas encarnadas. Com 5-2 em golos, primeiro no campeonato e agora nesta final.

 

Não gostei da ausência de Coates, o nosso inabalável capitão, que se encontra ao serviço da selecção do Uruguai. Mas foi bem substituído no centro da defesa por Gonçalo Inácio (que até marcou um golo à Coates) e certamente se associou em espírito à bonita festa da vitória no relvado, com justos vencedores e dignos vencidos - desta vez ninguém atirou medalhas para as bancadas, imitando o imperdoável gesto de Sérgio Conceição numa final perdida contra o Sporting. 

 

Não gostei nada de ver num camarote VIP do estádio o arguido Luís Filipe Vieira, que ali esteve certamente a convite da Liga. É preciso muito descaramento e perda total de noção das conveniências para ter a lata de se exibir entre os assistentes desta final. Se pensava reabilitar-se, estava muito enganado: os adeptos encarnados rodearam-no no final com insultos e ameaças. Foi necessária a protecção de mais de uma dezena de elementos da unidade especial da PSP presente no local para regressar à viatura que o transportou.

2021 em balanço (8)

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VITÓRIA DO ANO: CONQUISTA DO CAMPEONATO NACIONAL DE FUTEBOL

Enfim, chegou. O triunfo por que todos esperávamos. Há muito tempo, há demasiado tempo. Desde 2002, o ano da anterior conquista do título máximo do futebol português. Uma geração inteira nasceu e cresceu sem ver o Sporting campeão. 

Esse jejum terminou enfim. Foi relegado de vez para os quadros estatísticos. Graças àquele que é hoje, sem favor algum, o melhor treinador a trabalhar em Portugal: Rúben Amorim, que tão bem conduziu o plantel leonino ao ansiado pódio. O segundo técnico campeão mais jovem da história do nosso clube, com apenas 36 anos. Só antecedido por Juca, que conduziu o Sporting ao título na época 1961/1962.

 

Aconteceu a 11 de Maio, quando faltavam ainda duas jornadas para terminar a prova. Bastou um triunfo por 1-0 frente ao Boavista, no nosso estádio, para consumar a vitória leonina - com golo de Paulinho, aos 36' - e nos fazer saltar de júbilo num ano tristemente marcado pela pandemia.

Durante umas horas, esquecemos as restrições impostas pelo combate ao covid-19 que nos impediram de frequentar recintos desportivos e até de conviver com familiares e amigos durante grande parte de 2021.

Largos milhares de sportinguistas saíram à rua em todo o País, celebrando o título. E também em diversas cidades estrangeiras, confirmando a vocação universalista deste emblema nascido para ser um dos maiores da Europa. 

 

Vencemos a Liga 2020/2021 com a melhor pontuação registada desde sempre à 32.ª jornada (82 pontos) e após 25 rondas consecutivas no comando da prova, em que nos mantivemos invictos até essa data que guardaremos para sempre na memória.

Outra proeza digna de registo: havia 68 anos que não conquistávamos o campeonato num ano ímpar. Desde a longínqua época 1952/1953, ainda com alguns dos Cinco Violinos no plantel.

 

Ficam os nomes destes campeões que se impuseram sem discussão nos relvados nacionais: Adán, Luís Maximiano, Porro, João Pereira, Gonçalo Inácio, Coates, Feddal, Neto, Eduardo Quaresma, Nuno Mendes, Antunes, Matheus Reis, Palhinha, Dário, Matheus Nunes, João Mário, Daniel Bragança, Pedro Gonçalves, Plata, Tabata, Nuno Santos, Jovane, Tiago Tomas e Paulinho. No total, 24. Além destes quatro, entretanto já fora de Alvalade, mas que também deram o seu contributo: Borja e Sporar (saídos para o Braga), Wendel (transferido para o Zenit) e Vietto (que passou a jogar no Al Hilal).

Todos, sem excepção, mereceram o nosso aplauso.

 

Foi um triunfo ainda mais saboroso porque, à partida, poucos acreditavam nele. Os especialistas em prognósticos desportivos, no início do campeonato, atribuíam apenas 4 % de favoritismo ao Sporting.

Não queremos nunca mais estar tanto tempo sem ver o glorioso emblema leonino no mais elevado posto do nosso desporto-rei. 

 

Vitória do ano em 2012: meia-final da Liga Europa (19 de Abril)

Vitória do ano em 2013: 5-1 ao Arouca (18 de Agosto)

Vitória do ano em 2014: eliminação do FCP da Taça no Dragão (18 de Outubro)

Vitória do ano em 2015: conquista da Taça de Portugal (31 de Maio)

Vitória do ano em 2016: conquista do Campeonato da Europa (10 de Julho)

Vitória do ano em 2017: eliminação do Steaua de Bucareste (23 de Agosto)

Vitória do ano em 2018: goleada ao Qarabag (29 de Novembro)

Vitória do ano em 2019: conquista da Taça de Portugal (25 de Maio)

Vitória do ano em 2020: conquista da Taça de Portugal em basquetebol (8 de Outubro)

Parabéns a dois leitores

Lancei ontem um repto aos leitores do És a Nossa Fé, desafiando-os a antecipar quantos golos marcaria o Sporting na recepção ao Borussia Dortmund e quem seriam os artilheiros de serviço.

Houve muitas respostas, para os mais diversos gostos. Mas só dois acertaram no 3-1 final, antecipando também Pedro Gonçalves como um dos marcadores: João Rafael e Luís Barros. Aqui fica o merecido destaque: ambos estão de parabéns.

Sempre a abrir

 

Andebol: Sporting bate Benfica (27-30) e soma nono triunfo em nove partidas.

 

Basquetebol: Sporting cilindra Vitória de Guimarães em jogo que termina 99-62.

 

Futebol feminino: Sporting goleia Amora (8-0) e fecha primeira fase do campeonato em grande.

 

Futsal: Sporting foi a Viseu vencer por 6-3 no regresso de Cardinal à competição.

 

Voleibol: Sporting regressa aos triunfos derrotando o São Mamede por 3-0.

 

Organizações Zé Rocha, Lda

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A foto até saiu engraçada, logo à primeira tentativa, mas não é isso que interessa agora.

Ganhámos por quatro outra vez e com a baliza inviolada, mas para a análise aqui virão os "experts".

A foto foi obtida às 19.45 horas. As bancadas estavam despidas.

Do que eu quero falar é da vergonha de a quinze minutos do início do jogo estarem na rua, amontoados, diria enjaulados, milhares de sportinguistas que, alguns deles, se sentaram já o jogo ia longo de mais de vinte minutos.

A organização do jogo, seja lá quem ela for mas terá a mão da UEFA, do Sporting e da polícia têm que ser responsabilizadas pelo desprezo com que foram tratadas milhares de pessoas que queriam apenas assistir a um jogo de futebol. E até chegaram a horas. Eu estive 45 minutos à espera que a polícia metesse dentro do estádio meia dúzia de turcos e mesmo assim, com tanto aparato de segurança, lá estavam os artefactos pirotécnicos... Esperei como algumas centenas que chegámos pela rua que desce do hospital Pulido Valente e tivemos sorte, pois quando nos deixaram passar lá estava uma mole imensa do lado da Padre Cruz, aqueles que acedem ao estádio pela porta 1.

Essa gente viria a entrar tarde, já o disse e parece não ser caso virgem, ao meu lado estava um consócio que diz que não viu o golo do último Sábado porque entrou mais de vinte minutos depois do jogo ter começado.

Parece-me que o Sporting tem que fazer-se ouvir e respeitar, concretamente no que a revistas diz respeito, que parece que noutros palcos é tudo ao molho.

Eu fui revistado, numa operação que demorou longos segundos, de tal forma que disse ao senhor que aquilo que encontrasse no meio das pernas seriam os tomates. Assim mesmo, que a irritação já era muita. Felizmente o resultado e a exibição da equipa excomungaram-na, mas que diabo...

Porra, até parece que nos querem fazer ficar em casa.

Balanço de Outubro

 

2 de Outubro (campeonato)

Arouca, 1 - Sporting, 2

 

15 de Outubro (Taça de Portugal)

Belenenses, 0 - Sporting, 4

 

19 de Outubro (Liga dos Campeões)

Besiktas, 1 - Sporting, 4

 

23 de Outubro (campeonato)

Sporting, 1 - Moreirense, 0

 

26 de Outubro (Taça da Liga)

Sporting 2 - Famalicão, 1

 

30 de Outubro (campeonato)

Sporting, 1 - V. Guimarães, 0

 

Balanço do mês: seis jogos, seis vitórias em quatro competições diferentes. Catorze golos marcados, três sofridos.

No campeonato, exibimos desde sábado o melhor registo defensivo em 29 anos. Com apenas quatro golos consentidos em dez jornadas.

Para onde vai um, vão todos. Rumo a novos títulos e troféus.

Dias grandes para o Sporting

Futebol, Liga dos Campeões

Goleada histórica do Sporting em Istambul: fomos à Turquia vencer o Besiktas por 4-1, amealhando 2,8 milhões de euros e três pontos na Liga dos Campeões.

 

Futebol, Liga Jovem

Vitória clara dos leões que começam a ter juba: 3-1 ao Besiktas. Com golos de Diogo Travassos, Chico Lamba e Samuel Justo, grande exibição de Gonçalo Esteves.

 

Andebol, Liga Europeia

Entrada do Sporting a vencer no Pavilhão João Rocha: derrotámos os suíços do Kadetten numa partida que teve emoção até ao fim. Por 29-28, após épica reviravolta.

 

Basquetebol, Taça da Europa

Triunfo claro por 75-65, contra os belgas do Belfius, numa partida com segunda parte espectacular no primeiro jogo internacional da modalidade disputado no Pavilhão João Rocha

Mais uma noite de glória a vários níveis

O Futebol e o Andebol do Sporting tinham ontem enormes desafios e, cada um à sua maneira, superaram-nos de forma épica.

É sabido que entrámos na Liga dos Campeões com o pé errado mas é importante realçar que a equipa tem melhorado e ontem Coates (2), Sarabia e Paulinho selaram a maior goleada fora, na UCL, da História do Sporting Clube de Portugal.

A noite começou bem e terminou ainda melhor. Num jogo de andebol, empatado a poucos segundos do fim, Mamadou Gassama interceptou uma bola e marcou o incrível golo da vitória.

 

 

O trabalho que tem sido realizado para tornar as várias modalidades competitivas tem compensado. O que mais se pode pedir numa noite de terça-feira?

Isto é uma vergonha!

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Tantos golos falhados.

Não sei o que foram fazer a Istambul.

E o Paulinho, que deve andar em Alcochete a treinar a acertar nos ferros da rede da cerca da Academia? Tem dado resultado!

E o redes, não estava bem a aquecer o banco do Atlético? Ainda por cima vestido de azul e com sapatos encarnados?

O Coates, que falhou um golo feito, que seria o terceiro, deve pensar que o Sporting é a Santa Casa...

Isto é tudo uma fantochada, os turcos estavam comprados.

Gostava de saber o que é que vão fazer aos dois milhões e oitocentos mil euros, deve ser para arranjar o relvado se forem homenzinhos!

Ainda bem que eu vi o jogo na InácioTV! Perder tempo com jogos destes? Mais que fazer!

Em resumo

O Sporting hoje em Istambul alinhou com:

Guarda-redes: Adán;

Defesa: Inácio, Coates, Coates, Feddal;

Meio-campo: Palhinha, Palhinha, Porro;

Dianteira: Sarabia, Coates, Sarabia.

Aos 73' entrou Esgaio. Aos 89' viu-se Paulinho.

Do lado do Besiktas Rosier tudo fez para demonstrar porque não está no Sporting.

Resultado: 2,8M € para o Sporting.

Adoro

Adoro as manhãs silenciosas, aqui no blogue, após uma vitória folgada do Sporting.

Fosse outro o resultado, logo isto fervilhava de adeptos indignados a comentar o jogo, a vergastar jogadores, a disparar contra as "opções tácticas" do treinador e talvez até a exigir a demissão do presidente.

Nada como um triunfo - com goleada, ainda por cima - para esses adeptos emudecerem. 

Desejo-lhes que passem um fim de semana tão excelente como o meu.

Arre Porro!

Ou a gente começa a marcar as oportunidades que cria e raios são tantas, caramba, ou os nossos corações, o meu pelo menos, não aguentam.

Caso para dizer, arre porra que é demais.

Já dizia um treinador narigudo da agremiação do outro lado da rua que um a zero dois ponta, mas que diabo, será pedir muito que a reza que encomendei para o Paulinho comece a fazer efeito? E não me venham cá com a porra da relva que tem dois meses e já está uma vergonha...

Com uma superioridade tão evidente e avassaladora, ter corrido o risco de empatar só demonstra que há que trabalhar mais o factor sorte, que foi isso que também nos faltou naquelas que bateram nos ferros; Mas como a sorte proteje os audazes, aquele assalto à baliza do Marítimo só podia ter um desfecho, Porro! A vitória.

E tudo o vento levou

Depois da trágica jornada europeia de que já falámos de sobra, fomos a casa do segundo (entretanto relegado para terceiro pouco antes do jogo, na sequência da vitória do Porto) numa noite extremamente ventosa como é costume no Coimbra da Mota, que nos poderia prejudicar.

Não sendo o Estoril o Ajax, mas estando para consumo interno a praticar um futebol muito agradável e consistente e onde pontificam alguns ex-jogadores do Sporting que o treinador soube aproveitar muito bem, Amorim conseguiu em três dias reparar os danos emocionais causados na Quarta-feira e este foi um Sporting mais parecido consigo próprio, apesar da falta que sempre faz a ausência de Pedro Gonçalves, perdoem a redundância.

Ao contrário do que era de esperar, o vento não nos prejudicou e curiosamente, apesar de dominarmos durante todo o tempo de jogo, foi na segunda parte, contra ele, que a equipa esteve melhor e causou mais perigo junto da baliza adversária. Caso para dizer que depois duma bela exibição, com uma vitória escassa para o futebol produzido, a equipa recuperou bem duma situação complicada e que afinal tudo o vento levou.

 

PS: Já encomendei que fosse tirado o cobranto ao Paulinho, que aquilo já lá não vai com patas de coelho e afins. Se correr bem, vão vir charters de golos, vocês vão ver! E se o rapaz merece, caramba.

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