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És a nossa Fé!

2021 em balanço (8)

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VITÓRIA DO ANO: CONQUISTA DO CAMPEONATO NACIONAL DE FUTEBOL

Enfim, chegou. O triunfo por que todos esperávamos. Há muito tempo, há demasiado tempo. Desde 2002, o ano da anterior conquista do título máximo do futebol português. Uma geração inteira nasceu e cresceu sem ver o Sporting campeão. 

Esse jejum terminou enfim. Foi relegado de vez para os quadros estatísticos. Graças àquele que é hoje, sem favor algum, o melhor treinador a trabalhar em Portugal: Rúben Amorim, que tão bem conduziu o plantel leonino ao ansiado pódio. O segundo técnico campeão mais jovem da história do nosso clube, com apenas 36 anos. Só antecedido por Juca, que conduziu o Sporting ao título na época 1961/1962.

 

Aconteceu a 11 de Maio, quando faltavam ainda duas jornadas para terminar a prova. Bastou um triunfo por 1-0 frente ao Boavista, no nosso estádio, para consumar a vitória leonina - com golo de Paulinho, aos 36' - e nos fazer saltar de júbilo num ano tristemente marcado pela pandemia.

Durante umas horas, esquecemos as restrições impostas pelo combate ao covid-19 que nos impediram de frequentar recintos desportivos e até de conviver com familiares e amigos durante grande parte de 2021.

Largos milhares de sportinguistas saíram à rua em todo o País, celebrando o título. E também em diversas cidades estrangeiras, confirmando a vocação universalista deste emblema nascido para ser um dos maiores da Europa. 

 

Vencemos a Liga 2020/2021 com a melhor pontuação registada desde sempre à 32.ª jornada (82 pontos) e após 25 rondas consecutivas no comando da prova, em que nos mantivemos invictos até essa data que guardaremos para sempre na memória.

Outra proeza digna de registo: havia 68 anos que não conquistávamos o campeonato num ano ímpar. Desde a longínqua época 1952/1953, ainda com alguns dos Cinco Violinos no plantel.

 

Ficam os nomes destes campeões que se impuseram sem discussão nos relvados nacionais: Adán, Luís Maximiano, Porro, João Pereira, Gonçalo Inácio, Coates, Feddal, Neto, Eduardo Quaresma, Nuno Mendes, Antunes, Matheus Reis, Palhinha, Dário, Matheus Nunes, João Mário, Daniel Bragança, Pedro Gonçalves, Plata, Tabata, Nuno Santos, Jovane, Tiago Tomas e Paulinho. No total, 24. Além destes quatro, entretanto já fora de Alvalade, mas que também deram o seu contributo: Borja e Sporar (saídos para o Braga), Wendel (transferido para o Zenit) e Vietto (que passou a jogar no Al Hilal).

Todos, sem excepção, mereceram o nosso aplauso.

 

Foi um triunfo ainda mais saboroso porque, à partida, poucos acreditavam nele. Os especialistas em prognósticos desportivos, no início do campeonato, atribuíam apenas 4 % de favoritismo ao Sporting.

Não queremos nunca mais estar tanto tempo sem ver o glorioso emblema leonino no mais elevado posto do nosso desporto-rei. 

 

Vitória do ano em 2012: meia-final da Liga Europa (19 de Abril)

Vitória do ano em 2013: 5-1 ao Arouca (18 de Agosto)

Vitória do ano em 2014: eliminação do FCP da Taça no Dragão (18 de Outubro)

Vitória do ano em 2015: conquista da Taça de Portugal (31 de Maio)

Vitória do ano em 2016: conquista do Campeonato da Europa (10 de Julho)

Vitória do ano em 2017: eliminação do Steaua de Bucareste (23 de Agosto)

Vitória do ano em 2018: goleada ao Qarabag (29 de Novembro)

Vitória do ano em 2019: conquista da Taça de Portugal (25 de Maio)

Vitória do ano em 2020: conquista da Taça de Portugal em basquetebol (8 de Outubro)

Parabéns a dois leitores

Lancei ontem um repto aos leitores do És a Nossa Fé, desafiando-os a antecipar quantos golos marcaria o Sporting na recepção ao Borussia Dortmund e quem seriam os artilheiros de serviço.

Houve muitas respostas, para os mais diversos gostos. Mas só dois acertaram no 3-1 final, antecipando também Pedro Gonçalves como um dos marcadores: João Rafael e Luís Barros. Aqui fica o merecido destaque: ambos estão de parabéns.

Sempre a abrir

 

Andebol: Sporting bate Benfica (27-30) e soma nono triunfo em nove partidas.

 

Basquetebol: Sporting cilindra Vitória de Guimarães em jogo que termina 99-62.

 

Futebol feminino: Sporting goleia Amora (8-0) e fecha primeira fase do campeonato em grande.

 

Futsal: Sporting foi a Viseu vencer por 6-3 no regresso de Cardinal à competição.

 

Voleibol: Sporting regressa aos triunfos derrotando o São Mamede por 3-0.

 

Organizações Zé Rocha, Lda

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A foto até saiu engraçada, logo à primeira tentativa, mas não é isso que interessa agora.

Ganhámos por quatro outra vez e com a baliza inviolada, mas para a análise aqui virão os "experts".

A foto foi obtida às 19.45 horas. As bancadas estavam despidas.

Do que eu quero falar é da vergonha de a quinze minutos do início do jogo estarem na rua, amontoados, diria enjaulados, milhares de sportinguistas que, alguns deles, se sentaram já o jogo ia longo de mais de vinte minutos.

A organização do jogo, seja lá quem ela for mas terá a mão da UEFA, do Sporting e da polícia têm que ser responsabilizadas pelo desprezo com que foram tratadas milhares de pessoas que queriam apenas assistir a um jogo de futebol. E até chegaram a horas. Eu estive 45 minutos à espera que a polícia metesse dentro do estádio meia dúzia de turcos e mesmo assim, com tanto aparato de segurança, lá estavam os artefactos pirotécnicos... Esperei como algumas centenas que chegámos pela rua que desce do hospital Pulido Valente e tivemos sorte, pois quando nos deixaram passar lá estava uma mole imensa do lado da Padre Cruz, aqueles que acedem ao estádio pela porta 1.

Essa gente viria a entrar tarde, já o disse e parece não ser caso virgem, ao meu lado estava um consócio que diz que não viu o golo do último Sábado porque entrou mais de vinte minutos depois do jogo ter começado.

Parece-me que o Sporting tem que fazer-se ouvir e respeitar, concretamente no que a revistas diz respeito, que parece que noutros palcos é tudo ao molho.

Eu fui revistado, numa operação que demorou longos segundos, de tal forma que disse ao senhor que aquilo que encontrasse no meio das pernas seriam os tomates. Assim mesmo, que a irritação já era muita. Felizmente o resultado e a exibição da equipa excomungaram-na, mas que diabo...

Porra, até parece que nos querem fazer ficar em casa.

Balanço de Outubro

 

2 de Outubro (campeonato)

Arouca, 1 - Sporting, 2

 

15 de Outubro (Taça de Portugal)

Belenenses, 0 - Sporting, 4

 

19 de Outubro (Liga dos Campeões)

Besiktas, 1 - Sporting, 4

 

23 de Outubro (campeonato)

Sporting, 1 - Moreirense, 0

 

26 de Outubro (Taça da Liga)

Sporting 2 - Famalicão, 1

 

30 de Outubro (campeonato)

Sporting, 1 - V. Guimarães, 0

 

Balanço do mês: seis jogos, seis vitórias em quatro competições diferentes. Catorze golos marcados, três sofridos.

No campeonato, exibimos desde sábado o melhor registo defensivo em 29 anos. Com apenas quatro golos consentidos em dez jornadas.

Para onde vai um, vão todos. Rumo a novos títulos e troféus.

Dias grandes para o Sporting

Futebol, Liga dos Campeões

Goleada histórica do Sporting em Istambul: fomos à Turquia vencer o Besiktas por 4-1, amealhando 2,8 milhões de euros e três pontos na Liga dos Campeões.

 

Futebol, Liga Jovem

Vitória clara dos leões que começam a ter juba: 3-1 ao Besiktas. Com golos de Diogo Travassos, Chico Lamba e Samuel Justo, grande exibição de Gonçalo Esteves.

 

Andebol, Liga Europeia

Entrada do Sporting a vencer no Pavilhão João Rocha: derrotámos os suíços do Kadetten numa partida que teve emoção até ao fim. Por 29-28, após épica reviravolta.

 

Basquetebol, Taça da Europa

Triunfo claro por 75-65, contra os belgas do Belfius, numa partida com segunda parte espectacular no primeiro jogo internacional da modalidade disputado no Pavilhão João Rocha

Mais uma noite de glória a vários níveis

O Futebol e o Andebol do Sporting tinham ontem enormes desafios e, cada um à sua maneira, superaram-nos de forma épica.

É sabido que entrámos na Liga dos Campeões com o pé errado mas é importante realçar que a equipa tem melhorado e ontem Coates (2), Sarabia e Paulinho selaram a maior goleada fora, na UCL, da História do Sporting Clube de Portugal.

A noite começou bem e terminou ainda melhor. Num jogo de andebol, empatado a poucos segundos do fim, Mamadou Gassama interceptou uma bola e marcou o incrível golo da vitória.

 

 

O trabalho que tem sido realizado para tornar as várias modalidades competitivas tem compensado. O que mais se pode pedir numa noite de terça-feira?

Isto é uma vergonha!

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Tantos golos falhados.

Não sei o que foram fazer a Istambul.

E o Paulinho, que deve andar em Alcochete a treinar a acertar nos ferros da rede da cerca da Academia? Tem dado resultado!

E o redes, não estava bem a aquecer o banco do Atlético? Ainda por cima vestido de azul e com sapatos encarnados?

O Coates, que falhou um golo feito, que seria o terceiro, deve pensar que o Sporting é a Santa Casa...

Isto é tudo uma fantochada, os turcos estavam comprados.

Gostava de saber o que é que vão fazer aos dois milhões e oitocentos mil euros, deve ser para arranjar o relvado se forem homenzinhos!

Ainda bem que eu vi o jogo na InácioTV! Perder tempo com jogos destes? Mais que fazer!

Em resumo

O Sporting hoje em Istambul alinhou com:

Guarda-redes: Adán;

Defesa: Inácio, Coates, Coates, Feddal;

Meio-campo: Palhinha, Palhinha, Porro;

Dianteira: Sarabia, Coates, Sarabia.

Aos 73' entrou Esgaio. Aos 89' viu-se Paulinho.

Do lado do Besiktas Rosier tudo fez para demonstrar porque não está no Sporting.

Resultado: 2,8M € para o Sporting.

Adoro

Adoro as manhãs silenciosas, aqui no blogue, após uma vitória folgada do Sporting.

Fosse outro o resultado, logo isto fervilhava de adeptos indignados a comentar o jogo, a vergastar jogadores, a disparar contra as "opções tácticas" do treinador e talvez até a exigir a demissão do presidente.

Nada como um triunfo - com goleada, ainda por cima - para esses adeptos emudecerem. 

Desejo-lhes que passem um fim de semana tão excelente como o meu.

Arre Porro!

Ou a gente começa a marcar as oportunidades que cria e raios são tantas, caramba, ou os nossos corações, o meu pelo menos, não aguentam.

Caso para dizer, arre porra que é demais.

Já dizia um treinador narigudo da agremiação do outro lado da rua que um a zero dois ponta, mas que diabo, será pedir muito que a reza que encomendei para o Paulinho comece a fazer efeito? E não me venham cá com a porra da relva que tem dois meses e já está uma vergonha...

Com uma superioridade tão evidente e avassaladora, ter corrido o risco de empatar só demonstra que há que trabalhar mais o factor sorte, que foi isso que também nos faltou naquelas que bateram nos ferros; Mas como a sorte proteje os audazes, aquele assalto à baliza do Marítimo só podia ter um desfecho, Porro! A vitória.

E tudo o vento levou

Depois da trágica jornada europeia de que já falámos de sobra, fomos a casa do segundo (entretanto relegado para terceiro pouco antes do jogo, na sequência da vitória do Porto) numa noite extremamente ventosa como é costume no Coimbra da Mota, que nos poderia prejudicar.

Não sendo o Estoril o Ajax, mas estando para consumo interno a praticar um futebol muito agradável e consistente e onde pontificam alguns ex-jogadores do Sporting que o treinador soube aproveitar muito bem, Amorim conseguiu em três dias reparar os danos emocionais causados na Quarta-feira e este foi um Sporting mais parecido consigo próprio, apesar da falta que sempre faz a ausência de Pedro Gonçalves, perdoem a redundância.

Ao contrário do que era de esperar, o vento não nos prejudicou e curiosamente, apesar de dominarmos durante todo o tempo de jogo, foi na segunda parte, contra ele, que a equipa esteve melhor e causou mais perigo junto da baliza adversária. Caso para dizer que depois duma bela exibição, com uma vitória escassa para o futebol produzido, a equipa recuperou bem duma situação complicada e que afinal tudo o vento levou.

 

PS: Já encomendei que fosse tirado o cobranto ao Paulinho, que aquilo já lá não vai com patas de coelho e afins. Se correr bem, vão vir charters de golos, vocês vão ver! E se o rapaz merece, caramba.

Sporting sinfónico

Para apreciar melhor o segundo golo do Sporting de ontem será de vistas curtas reparar apenas no estupendo passe de Esgaio que leva a bola até aos pés daquele que fabrica algoritmos com a ponta da bota, pois os seus remates saem de geometria perfeita na curva do arco, na altura do voo, na direcção inevitável  que levam. 

Pedro Gonçalves estava nesse momento isolado próximo do segundo poste. E estava sozinho porque foi ali ter em resultado de uma longa jogada em que toda a equipa havia antes, por duas vezes, tomado de assalto a linha defensiva do Vizela por todos os flancos. Duas vezes a bola é rechaçada e de imediato recuperada quase à entrada na área e quando na terceira investida chega aos pés de um Esgaio livre e com espaço à direita, já os adversários estavam completamente desbaratados e desnorteados. 

O segundo golo do Sporting é de antologia: o futebol é um jogo colectivo e dinâmico, onde cada peça deve saber onde estar e o que fazer. O segundo golo do Sporting foi um puro produto do treino e de quem o administra. Pode ser viciante o hábito de se irem vendo maravilhas destas em Alvalade.

"Pouco importa pouco importa, se jogámos bem ou mal, vamos é levar a taça, para o nosso Portugal"

Em França foi assim, e o lema desta selecção de Fernando Santos é mesmo este. Existe uma equipa, não forçosamente formada pelos melhores onze jogadores, nem pelos onze jogadores que estejam no melhor momento, mas escolhida de acordo com uma ideia de jogo baseada no controlo, defender bem no campo todo e esperar pelos momentos para pôr a bola nos homens certos, aqueles que marcam golos mesmo não sendo pontas de lança. Que não existem na selecção.

Contra uma Hungria "italiana" num 5-3-2 muito rígido, Portugal teve uma boa primeira parte em que circulou bem a bola e construiu ocasiões mais que suficientes para uma vitória tranquila. O duplo trinco ajudou a recuperar bolas em zonas adiantadas e encostar a Hungria "às cordas". Eles raramente conseguiram sair em condição de criar perigo.

Na 2.ª parte a equipa não conseguiu manter o ritmo e facilitou a tarefa ao adversário. Vários jogadores, com William à cabeça, quebraram fisicamente e a Hungria foi-se sentindo cada vez mais confortável no jogo. A pouco e pouco começaram a criar situações, a culminar num golo bem anulado.

Tarde e a más horas lá vieram as substituições, e a verdade é que todos os que entraram coleccionaram asneiras e passes falhados. Quando tudo parecia perdido, um deles, na altura o pior em campo, centra contra um húngaro e depois sai um golo, enrola-se com a bola em vez de rematar e sai um penálti, depois já com uma Hungria destroçada veio mais um golo obrigatório do melhor do mundo para fazer esquecer o golo cantado que falhara na primeira parte.

Concluindo, uma vitória por números concludentes com uma equipa pensada para defrontar os dois grandes que se seguem. Mesmo aqueles que entraram desconfio que vão entrar de novo nos próximos jogos.

Podia-se jogar melhor? Podia, mas não foi assim que fomos campeões europeus. Foi desta forma. Sendo assim... siga.

Vencemos

Três zero, a jogar fora de casa. Em Budapeste, contra a Hungria.

Talvez a nossa melhor estreia de sempre em fases finais de grandes torneios de futebol ao nível de selecções.

Um golo de Raphael Guerreiro, dois golos de Cristiano Ronaldo. Que assim se torna no único futebolista a marcar em cinco fases finais de Europeus.

 

Antes do jogo, as redes sociais portuguesas fervilhavam de compatriotas a dizerem o pior do nosso seleccionador, o campeão europeu Fernando Santos, e dos nossos jogadores, começando por Ronaldo.

O costume. Somos totalmente previsíveis a dizer mal de nós próprios.

 

Depois deste triunfo, que nos coloca no comando destacado do grupo F, os profetas da desgraça arriscam uma vez mais ficar no desemprego - como aconteceu há cinco anos.

Mas não tenhamos ilusões: eles jamais desistem. Continuarão a dizer mal de tudo e de todos.

{ Blog fundado em 2012. }

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