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És a nossa Fé!

Mira técnica

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Precisávamos de ganhar o jogo em Espanha.

Só assim seguiríamos em frente na Liga Europa.

 

Apesar disso, apenas concretizámos dois remates enquadrados com a baliza. Um deles, na sequência de um erro do Villarreal a meio-campo, originou o nosso golo, marcado por Bruno Fernandes, que recuperou a bola e a conduziu com sucesso até rematar forte e bem direccionado.

Seguiu-se um pontapé frouxo de Wendel, para as mãos do guarda-redes.

Houve ainda uma charutada de Gudelj, que só sabe apontar para as bancadas. E um falhanço de Bas Dost: quase na linha de golo, no último lance do desafio, atirou para fora.

 

Falta acrescentar isto: não conquistámos um canto. Num jogo - repito - que precisávamos mesmo de vencer.

Sexo, mentiras e vídeo

Foi um filme interessante do final dos anos 80, com a  super interessante Andie MacDowell como protagonista, terá concerteza alguma coisa a ver com esta eliminatória perdida contra uma equipa dos arredores de Valência que luta pela permanência na Liga vizinha, e fica muito bem no título do Post. E isso porque: 

Sexo - O bom futebol aparece quando o talento individual e colectivo se junta à disponibilidade física dos executantes. Ora é por demais evidente que há muitos jogadores do onze titular por demais espremidos fisicamente, que chegam de rastos ao final dos jogos e se deixam cair no relvado, e que tomam más decisões em campo por falta de frescura física. Se depois temos de jogar 10 contra 11 durante largos minutos, a outra equipa é da escola catalã e nos faz passar os 90 minutos a correr dum lado para o outro do campo, pior um pouco.

Mentiras - O Sporting deve estar concerteza nalguma lista negra da arbitragem da UEFA. Foi incrível a disparidade de critérios nas duas mãos, com os espanhóis a darem no osso sem cartão, e o árbitro a castigar o Sporting sem dó nem piedade quando eles teatralizavam cada encosto ou pisadela que sofriam. Para gáudio de alguns comentadores da nossa praça, tenho que dizer.

Vídeo - Esse fica para alguns jogadores que deviam ficar fechados dentro duma sala a ver as asneiras que fizeram em campo nos lances capitais dos dois encontros. E para dois ou três, as imagens deviam ser extensivas às asneiras que fizeram desde o início da época e que nos custaram pontos e derrotas. Igualmente para quem os contratou.

E agora vou ver se encontro o DVD do tal filme para me ajudar a recuperar desta eliminação.

Depois cá estarei para ver o jogo da Madeira, onde espero que possamos dar sequência à boa exibição contra o Braga e vingar a triste derrota do final da época passada, nas condições que sabemos, e para o que resta da época com mais tempo para descansar, recuperar e treinar. 

SL

Quente & frio

Gostei muito do golo marcado por Bruno Fernandes na segunda mão dos 16 avos de final da Liga Europa, frente ao Villarreal. Um golo surgido mesmo ao cair do pano da primeira parte, coroando a nossa única verdadeira oportunidade de golo, não apenas nos 45 minutos iniciais mas de toda a partida. Uma jogada toda construída pelo próprio capitão do Sporting, que recuperou a bola ainda no meio-campo e correu 35 metros com ela dominada, de olhos na baliza, fuzilando com um remate forte, ainda fora da grande área. Este golo, aos 45'+1, relançava a eliminatória, colocando-nos em igualdade com a turma espanhola (que há uma semana venceu por 1-0 em Alvalade) e fazia a equipa ir para o intervalo em vantagem.

 

Gostei da exibição de Salin, hoje titular da nossa baliza. Fez quatro ou cinco grandes defesas, sempre atento e bem posicionado - uma delas, extraordinária, aos 86'. Transmitiu segurança à equipa, incentivando-a a projectar-se no ataque, mesmo em desvantagem numérica, nos minutos finais, em que era necessário apostar tudo num segundo golo para rumarmos aos oitavos da Liga Europa. E não teve culpa no que sofremos, aos 80'. Foi, para mim, o melhor Leão em campo.

 

Gostei pouco da atitude apática do treinador holandês, que vendo a equipa com menos um, devido à expulsão de Jefferson aos 50', demorou imenso tempo a refrescá-la e não chegou sequer a esgotar as substituições numa partida em que não dispusemos de um único canto e nos limitámos a rematar duas vezes à baliza. A primeira mudança feita por Marcel Keizer ocorreu só aos 77', com a troca de Diaby por Raphinha. Depois, aos 83', mandou trocar Ristovski por Luiz Phellype, ficando-se por aí. Nessa fase o conjunto leonino já estava à beira da exaustão e o discernimento dos jogadores era reduzido, face ao seu notório desgaste físico e mental. Mesmo assim ainda podíamos ter vencido: naquele que foi praticamente o último lance da partida, aos 90'+3, Bruno Fernandes cruzou muito bem da direita para Bas Dost, ao segundo poste. Mas o holandês, em vez de meter a cabeça à bola, tocou-a com a canela. Era o fim das aspirações europeias do Sporting nesta época 2018/2019. Para o ano, se Deus quiser, haverá mais.

 

Não gostei de sentir que esta eliminatória com uma equipa que segue em penúltimo lugar na Liga espanhola e jogou connosco muito desfalcada, cá e lá, acabou por ser perdida no medíocre e deplorável desafio da primeira mão, realizado há uma semana em Alvalade. Hoje, sem deslumbrar nem empolgar, a nossa exibição foi superior - o que nem era nada difícil, em comparação, apesar de não contarmos com Acuña e Mathieu continuar lesionado. Mesmo assim, o balanço global destes dois meses sob a batuta de Keizer está longe de ser positivo: nos últimos nove jogos, empatámos quatro, perdemos três e só vencemos dois.

 

Não gostei nada de jogar quase toda a segunda parte com a equipa reduzida a dez elementos. Jefferson, amarelado logo aos 35', teve uma entrada imprudente aos 50' que lhe valeu a expulsão. Já no desafio da semana passada, frente ao mesmo adversário, Acuña acabou expulso por acumulação de amarelos. Desta vez também Bruno Fernandes viu o amarelo, por protestos, o que lhe valeria estar ausente do jogo seguinte se tivéssemos transitado para os oitavos. Questiono-me o que levará os nossos jogadores a porem-se a jeito para sofrerem tantos castigos - agora numa fase em que só nos resta a Taça de Portugal como objectivo do ano futebolístico. E ainda não foi desta que ganhámos enfim em Espanha, desperdiçando uma das melhores oportunidades de sempre. Viemos de lá com um empate: apesar de tudo, podia ser pior.

Consistência

Poder-se-ia falar da desilusão de Ilori, um bailarino que não sabe onde se pôr ou quem marcar, como tão bem demonstrou no golo do Villareal. Ou de Phylippe, ou lá como ele se chama, que ainda não deixou de ser um jogador de 2ª divisão. Ou de Bas Dost que fez de Bryan Ruiz mesmo no final do jogo. Mas a verdade é que há coisas que não mudam, como Jefferson por exemplo. Dele saberemos sempre que será infinita e consistentemente estúpido.

 

Qual será o onze titular?

Eis os jogadores que Marcel Keizer convocou para o jogo de hoje contra o Villarreal, na segunda mão da corrente eliminatória da Liga Europa:

 

Guarda-redes

Renan, Salin

Defesas

André Pinto, Borja, Coates, Ilori, Jefferson, Ristovski, Thierry Correia

Médios

Bruno Fernandes, Gudelj, Miguel Luís, Wendel

Avançados

Bas Dost, Diaby, Jovane, Luiz Phellype, Raphinha

 

De notar, em relação à convocatória da primeira mão, as saídas de Acuña (castigado), Bruno Gaspar (lesionado) e Petrovic (por opção técnica). Para estes lugares entram agora Borja, Jefferson e Thierry Correia.

Lanço o repto aos leitores: qual será o onze titular escolhido por Marcel Keizer para esta partida, com início às 17.55?

No futebol, o que hoje é verdade amanhã pode ser mentira

O antigo presidente do V. Guimarães, Pimenta Machado, teve realmente um golpe de génio quando proferiu esta frase, pois caracteriza magnificamente o que é o futebol. O que se passou esta semana por Alvalade é um bom exemplo.

Ao Sporting tinha calhado uma equipa que em Espanha lutava para não descer e não ganhava há meses. Não ganhava, mas ganhou duas vezes seguidas. Acabou de espetar 3-0 ao 4.º classificado da Liga, o Sevilha. Lutava para não descer, ainda luta, mas vamos ver onde termina no final da Liga.

O Sporting arrastava-se em campo depois da Taça da Liga, batia mais uma vez no fundo com o Villarreal, e arriscava-se a lutar com o Moreirense e o Guimarães pelo 5.º lugar. Espetou 3-0 ao Braga e já o tem em linha de vista para conquistar o 3.º lugar.

O Sporting era uma equipa confusa e desorientada em campo, com jogadores fora de posição, outros que não sabem mais do que aquilo, a culpa é de quem os foi buscar, e os de classe extra a fazerem esforços sobre-humanos para jogarem por eles e pelos outros. Ontem foi uma máquina bem oleada, com todas peças em "su sítio".

Acuña era um "desperado" em campo, capaz do melhor e do pior, sempre à beira da expulsão. Ontem foi o mais disciplinado, defendeu, atacou, ajudou, e nao refilou.

Antes eram Miguel Luís, Jovane, Geraldes e Nani que não jogavam. O holandês marimbou-se com os jovens, assim não vamos a lado nenhum, devíamos era jogar com a equipa B, Thierry Correia a defesa direito já, etc. Na quinta-feira jogaram dois deles e foram uma lástima. Ontem não jogou nenhum e tivemos a melhor exibição da época.

As contratações do Sousa Cintra e do Varandas eram miseráveis, cada um pior que o outro, Ilori motivo de gozo, etc, etc. Ontem jogaram, e bem, sete destas contratações: Renan, Gudelj, Diaby, Ilori, Borja, Doumbia e Luiz Phellype. E não foi preciso mudar a cor das chuteiras (que no caso do Ilori, do Coates e outros, são laranja forte) e obrigá-los todos ao preto à moda do Mr. Ford.

Keizer era um treinador desorientado, sem liderança, sem capacidade de dar a volta ao texto. Ontem deu um banho táctico ao tal Abel que sempre nos complicava a vida. 

Mas isso foi ontem... E amanhã como vai ser?

 

PS 1: Sou completamente a favor de quotas para a formação no plantel do Sporting. Sou completamente contra quotas nos convocados e na equipa titular. Provem nos treinos que são melhores que os outros. Chorem menos e trabalhem mais.

PS 2: Como previa o Pedro Correia, Varandas perdeu uma óptima oportunidade de comunicar com os sócios e de capitalizar esta vitória para promover a união no clube debaixo da sua liderança.

PS 3: Entendendo as razões dos dois lados. Nani e Montero vão fazer muita falta para o que resta de temporada.

SL

Ninguém adivinhou

A questão tornou-se irrelevante, mas queria apenas assinalar aqui que Marcel Keizer foi novamente capaz de surpreender os adeptos com a convocatória anunciada para o Sporting-Villarreal: face ao repto que lancei aos leitores, desafiando-os a anteciparem o onze titular, nem um foi capaz de vaticinar quem alinharia de início.

Aqui para nós, mais valia alguns desses jogadores não terem calçado. Começando por Bruno Gaspar (que cedo se lesionou) e Petrovic. Mas isso agora não interessa nada. Há que pensar já é no jogo contra o Braga.

Podridões

A tangerina mecânica (aquela coisa que lembrava a laranja mecânica holandesa doutras eras) de Keizer apodreceu, foi sumarenta e gostosa quando surgiu, neste momento chegou a um estado nauseabundo, sem estratégia de jogo nem comando do banco, com um bando de jogadores em campo, alguns deles a cairem em campo e no final dos jogos, e com cartões completamente escusados.

Mas à podridão dessa tangerina somam-se os efeitos da podridão da maçã Brunista (aquela coisa que muito prometia mas pouco entregava), a destruição dum plantel e duma estrutura técnica, o rombo financeiro na SAD, uma pré-época indigente, uma nova estructura técnica e plantel arranjados à pressa, umas claques a mamar da teta do clube (e do vandalismo e dos tráficos de vários tipos a que se dedicam), e uma divisão por demais evidente entre os sócios que por pouco não chegam a vias de facto em plena bancada central de Alvalade.

De qualquer forma, hoje Keizer repetiu Peseiro, ou seja, deu-se ao luxo de enfrentar uma competição que nos poderia dar algum dinheiro a ganhar e algumas alegrias face à situação em que estamos na Liga (onde 3º ou 4º pouca diferença faz), com um misto de craques e entulho herdados do Brunismo e alguns jovens com problemas existenciais. Deu no que deu, uma tristeza. A Peseiro custou o lugar, num desafio a contar para uma competição secundária, o que não era o caso desta.

Disse Keizer depois do jogo que a equipa lutou muito e a prova disso é que três jogadores tinham acabado com cãibras. O que eu digo é que o preparo físico desta equipa é uma vergonha, com jogadores a lesionar-se sozinhos em campo, outros a entrarem sem aquecerem, outros incapazes de pressionarem alto, todos a funcionar no limite das forças. O preparador físico é o antigo fisioterapeuta, e folgas têm sido muitas. Quem é o responsável?

Ganhámos a taça da Liga? Foi óptimo. Mas não chega. Não pode chegar. 

Então, se jogámos na Taça da Liga com os melhores, hoje tínhamos de ter jogado com os melhores. 

Assim vai ser complicado...

SL

Naufrágio colectivo

O jogo que há pouco terminou começou a ser perdido ontem, na conferência de imprensa de lançamento deste desafio da Liga Europa, quando Marcel Keizer disse que o Sporting «não tinha obrigação» de seguir em frente na competição. Necessitaria, para tanto, de vencer em casa o Villarreal, penúltimo classificado do campeonato espanhol, que acaba de interromper no nosso estádio um duro ciclo de dois meses sem triunfos.

Não apenas perdemos a partida. Fizemos também uma exibição medíocre, ressalvando-se dois desempenhos positivos: Coates e Bruno Fernandes, incapazes de remar contra o naufrágio colectivo. Nada que surpreenda, afinal: a equipa arrastou-se no relvado em sintonia com as palavras abúlicas e conformistas do treinador, que nos últimos sete jogos só uma vez foi capaz de conduzir o Sporting à vitória.

As primeiras impressões (5)

O Sporting continua sem vencer nos jogos mais relevantes desta pré-temporada. Hoje terminou empatado a zero com o Villarreal, quarto classificado do campeonato espanhol, num jogo realizado em Badajoz, sob calor intenso, para a atribuição do Troféu Ibérico.

O impasse no marcador forçou o desempate por grandes penalidades. Dois dos nossos falharam: Slimani e Rúben Semedo. Apesar de o guarda-redes Azbe Jug ter defendido um penálti, o troféu foi para a equipa espanhola.

É o que menos interessa. Vale a pena assinalar que o Sporting exibiu hoje mais consistência defensiva, revelou ritmo de jogo, mostrou jogadores em bom plano e dispôs até de maior número de oportunidades de golo, dominando toda a segunda parte.

Tivemos mais uma bola ao poste: foi a terceira em dois desafios consecutivos. E houve enfim um golo de Barcos, embora anulado por um contestável fora de jogo posicional de Coates nesse lance.

Falta afinar rotinas de jogo. E falta sobretudo que regressem quatro jogadores nucleares: os nossos quatro campeões europeus. É quanto basta para fazer a diferença, acreditamos muitos de nós.

Eu acredito.

 

................................................

 

Apreciação sucinta dos nossos jogadores:

 

Azbe Jug - Na baliza durante os 90 minutos, fez uma boa defesa a remate de Soldado (34'). Destacou-se sobretudo ao defender um penálti, na fase do desempate final: não chegou para nos atribuir o troféu mas foi um sinal muito positivo.

 

João Pereira - Exibição insuficiente. Muito retraído, mal se integrou no processo ofensivo. Uma fífia em zona perigosa poderia ter originado golo do Villarreal (41'). Só jogou a primeira parte.

 

Coates - Mais nervoso e faltoso do que é costume, não teve o nível exibicional a que já nos habitou. Fora de jogo, fez-se à bola no lance do golo de Barcos, invalidando-o. Em campo só durante os primeiros 45 minutos.

 

Naldo - Exibição irrepreensível. Atento às dobras, complementando bem a acção dos colegas, entendeu-se com todos. Ajudou a neutralizar Soldado, goleador do Villarreal. Só foi substituído aos 81'.

 

Jefferson - Não complicou nem deslumbrou. Procurou ser objectivo e empurrar a equipa para a frente, nem sempre com sucesso. Jogou apenas durante a primeira parte.

 

Petrovic - Continua preso de movimentos, parecendo aìnda à procura do seu espaço. Claramente insuficiente na produção de jogo ofensivo. Abandonou o campo aos 43', com queixas físicas.

 

Bryan Ruiz - AInda lento, sem a qualidade de passe nem o sentido posicional demonstrado na Liga 2015/16. Tentou aos 33' um golo de pontapé de bicicleta, sem conseguir. Substituído aos 68'.

 

Bruno César - Voluntarioso como sempre. Começou desta vez por jogar a médio central. Livre muito bem marcado aos 45'. Aos 88', fez um excelente passe que foi quase meio golo. Merecia que Matheus tivesse correspondido.

 

Iuri Medeiros - Procura acertar, mas continua precipitado. E falha por vezes o tempo de decisão, como ficou bem evidente no lance em que atirou a bola ao poste, já no tempo extra, após cruzamento soberbo de Slimani.

 

Alan Ruiz - Voltou a causar boa impressão. O seu melhor momento foi um fortíssimo remate aos 21', que o guardião espanhol defendeu com dificuldade. Aos 45' fez uma assistência para o golo de Barcos, anulado. Saiu aos 61'.

 

Barcos - Enfim, marcou. Boa movimentação na área, correspondendo da melhor forma a um passe de Alan Ruiz. Mas teve azar: o golo foi anulado por deslocação de Coates, que se fez ao lance. Não regressou do intervalo.

 

Palhinha - Substituiu Petrovic aos 43'. Com vantagem para a equipa. Mais posicional e com melhor visão de jogo do que o internacional sérvio, reforçou o bloco defensivo e assegurou bem a ligação ao sector ofensivo.

 

Rúben Semedo - O mais tecnicista dos nossos defesas, substituiu Coates na segunda parte. Repõe sempre a bola em jogo com muita qualidade de passe. No final, marcou o penálti com pouca convicção: foi o seu ponto fraco.

 

Schelotto - Melhor em campo. Substituiu João Pereira na segunda parte e deu logo mais dinamismo à ala, ganhando sucessivos confontos individuais. A defender nunca complica: sozinho, travou um perigoso contra-ataque aos 84'.

 

Marvin - Substituiu Jefferson no segundo tempo. Continua a denotar défice atacante. E abusou dos atrasos ao guarda-redes. Num deles, obrigou Jug a uma defesa difícil (69'). Outro, em zona proibida, foi salvo por Rúben (74').

 

Podence - Foi a sua exibição mais modesta nesta pré-temporada. Substituindo Barcos na segunda parte, voltou a revelar grande mobilidade. Mas demorou por vezes a libertar a bola, abusando dos dribles.

 

Slimani - Entrou aos 61'. Pressionou sempre a defesa adversária, como é seu timbre. Fez um grande cruzamento aos 92' - quase assistência para um golo que Iuri falhou. Nos penáltis, foi o primeiro a bater mas não conseguiu marcar.

 

Matheus Pereira - Entrou aos 68', rendendo Bryan Ruiz, e jogou encostado à linha, do lado esquerdo. Quer mostrar serviço mas continua sem conseguir. Muito bem servido, aos 88' e aos 90', falhou dois possíveis golos.

 

Ewerton - Substituiu Naldo aos 81'. Exigia-se dele um bom entendimento com Rúben Semedo no eixo da defesa. Missão cumprida.

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