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És a nossa Fé!

À lupa

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Recapitulação de alguns lances do Famalicão-Sporting:

 

22' - Penálti não convertido pelo Sporting. Devia ter sido repetido: no momento em que Nuno Santos pontapeia a bola, a grande área está invadida por vários jogadores do Famalicão. Diz a lei que, não havendo golo, o pontapé de penálti deve ser repetido. Como sucedeu, na mesma jornada, no Belenenses SAD-Braga, favorecendo a equipa minhota.

23' - Pedro Gonçalves amarelado por simulação quando tentava a recarga na sequência do penálti falhado. Contradiz decisão do árbitro Luís Godinho, favorável ao Famalicão, no minuto 49.

36' - Campana, já com cartão amarelo desde o minuto 8 devido a uma entrada por trás que derrubou Palhinha, volta a fazer falta sobre o nosso médio defensivo, desta vez com um pisão no seu pé esquerdo. Falta que justificava o segundo amarelo - e consequente expulsão do famalicense. Contradiz decisão do árbitro, desfavorável ao Sporting, no minuto 80.

39' - Gustavo Assunção, junto ao círculo central, trava saída rápida de Nuno Santos, agarrando-o e derrubando-o. Abortado um ataque perigoso do Sporting sem que o jogador do Famalicão visse o amarelo. 

45'+2 - Gustavo Assunção (novamente) afasta ostensivamente a bola quando Pedro Gonçalves se preparava para o arremesso junto à linha lateral. Não houve cartão, contrariando decisão do árbitro desfavorável ao Sporting no minuto 80.

45'+3 - Entrada duríssima em tackle deslizante, de Pereyra sobre Antunes, com o defesa do Famalicão aplicando a sola no tornozelo esquerdo do nosso jogador. Só viu amarelo: devia ter sido expulso.

 

Após o apito para o intervalo - Riccieli, que provocara o penálti cometendo falta sobre Nuno Santos, recebe cartão amarelo por gritar e gesticular em direcção a um grupo de jogadores do Sporting enquanto todos abandonavam o campo. Nuno Santos é também amarelado sem que se perceba porquê.

 

49' - Valenzuela passa por Coates caindo dois metros à frente, em evidente tentativa de cavar uma falta. Fica sem advertência do árbitro, ao contrário do que sucedera com Pedro Gonçalves no minuto 23.

53' - Pereyra, já com amarelo, derruba Nuno Santos, que conduzia um ataque prometedor junto à linha lateral da grande área. O segundo cartão ficou no bolso do árbitro.

66' - João Mário conduz a bola junto à linha da baliza, já dentro da grande área, para cruzar quando Herrera o afasta do caminho empurrando-o ostensivamente com o braço esquerdo para fora do relvado, contra os placards publicitários. O árbitro nada assinalou. O vídeo-árbitro Artur Soares Dias deixou passar. Penálti evidente contra o Famalicão que ficou por marcar.

70' - Gustavo Assunção salta, levanta os braços e grita contra Luís Godinho ao ser-lhe assinalada uma falta. Não viu o amarelo, por aparente "gestão do jogo" por parte do árbitro, contrariando o que viria a decidir contra o Sporting no minuto 80.

72' - Riccieli, já amarelado, derruba Tiago Tomás junto à linha, no meio campo defensivo do Famalicão. Impôs-se novamente a "gestão do jogo": não houve segundo cartão ao famalicense.

80' - Luís Godinho exibe segundo cartão a Pedro Gonçalves, expulsando o nosso médio criativo ao ser-lhe assinalada falta num lance a meio-campo que não constituiu entrada negligente nem cortava ataque prometedor do Famalicão. Pedro terá sido expulso por pontapear a bola já sentado no chão, após a interrupção por falta. Duplicidade de critério do árbitro, que decidira de forma diferente, favorecendo o Famalicão, no minuto 45+2.

90' - Coates marca o terceiro golo do Sporting, que nos daria três pontos no confronto de Famalicão. O árbitro valida mas reverte a decisão na sequência de um alerta do VAR. Artur Soares Dias - que só deveria intervir em lance claro e inequívoco, segundo estipula o protocolo que regulamenta a vídeo-arbitragem - alega ter existido falta do uruguaio sobre o guarda-redes Luiz Júnior. As imagens, no entanto, comprovam que só há um ligeiro contacto entre o braço esquerdo de Coates e o guardião, e mesmo assim já fora da pequena área, quando Luiz Júnior se fazia tardiamente ao lance, após impulsão prévia do defesa leonino, acabando a bola por bater na cabeça do nosso capitão e ressaltar para a baliza deserta. Lance limpo que Godinho invalidou.

90'+2 - Luís Godinho exibe o cartão vermelho a Rúben Amorim, por alegados protestos. O técnico leonino é expulso pela segunda vez, com um intervalo de sete semanas, numa partida dirigida pelo mesmo árbitro - ele que jamais vira um cartão dessa cor, enquanto jogador e enquanto treinador, ao longo de toda a sua carreira no futebol.

Unanimidade? Qual unanimidade?

Duas opiniões insuspeitas sobre o mais polémico lance do Famalicão-Sporting - aquele em que é anulado um golo limpo da nossa equipa, marcado pelo capitão leonino aos 90'.

Ambas publicadas na edição de ontem do jornal A Bola:

 

Bagão Félix: «O golo anulado a Coates em Famalicão é de difícil julgamento. Honestamente, acho que uma vez assinalado como válido pelo árbitro, a intervenção do VAR é duvidosa, porque seja qual for o ângulo de observação não há uma infracção categórica.»

Vítor Serpa: «É possível garantir, através de imagens paradas ou até mesmo de uma sucessão de frames, que houve irregularidade? Não me parece. Quanto muito seria possível interpretar como tal, mas nunca com absoluto rigor. O que nos remete para a possibilidade de uma invasão inapropriada do VAR no jogo.»

 

Cai definitivamente por terra a tese que alguns andam desde domingo a propagar sobre a pretensa "unanimidade", entre todos quantos não são adeptos do Sporting, relativamente à decisão assumida nesse jogo pelo árbitro Luís Godinho, sob pressão do vídeo-árbitro Artur Soares Dias.

Bagão Félix e Vítor Serpa juntam-se assim a António Oliveira, Manuel Cajuda e outros observadores isentos de devoção leonina mas dotados de honestidade intelectual.

 

ADENDA: O conceituado árbitro espanhol Eduardo Iturralde também se pronuncia: «É um golo legal e não tinha de ser revertido pelo VAR. Não há falta clara sobre o guarda-redes dentro da pequena área. Fora dela, o guardião é só mais um jogador. Ele vai disputar a bola, o jogador do Sporting também e não há nada. Há braço com braço, mas não é falta. Para mim, trata-se de um golo legal.» Desfeito de vez o mito da "unanimidade" em torno deste lance.

#OndeVaiUmVãoTodos

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Mais do que a liderança, o ataque mais produtivo ou um bom futebol, com muitos jovens portugueses, a primeira metade da época trouxe uma novidade com quem ninguém contava: há finalmente uma sensação de união e parece que "enganos" como aqueles que ViRAm em Famalicão só servem para aumentar essa união.

O que mais gostei

O que mais gostei no jogo com o Tondela, foi o que mais gostei do jogo com o Gil e até com o Portimonense: as mexidas no banco melhoram efetivamente a equipa.

Ler um jogo e saber mexer as peças parece-me uma skill bastante rara e que o nosso treinador e a sua equipa técnica parecem ter.

Ontem também vi o jogo do Bessa e – por comparação  - isso ficou ainda mais claro.

Outra coisa que a nossa equipa técnica parece dominar é aquilo que no meu tempo se chamava de preparação física. Pedro Gonçalves andava por ali aos 90 minutos como se tivesse começado a jogar há dez minutos. Ainda me lembro no ano passado como era.

A época começa melhor do que muitos julgaríamos, mas tenhamos atenção ao nosso valor médio na órbita desse grande mistério do universo que são as arbitragens e os Vars.

No momento, é um valor inferior ao do Braga, como se viu ontem pelos esforços hercúleos do VAR para expulsar (com sucesso) um famalicense e validar (com sucesso) um golo.

Para nós, são de esperar cartões, expulsões e outras decisões.  

Vale tudo

O FC Porto, campeão nacional, foi ontem ao tapete: perdeu (pela primeira vez na sua história) em casa, por 2-3, contra o Marítimo.

Humilhado no Dragão, à terceira jornada da Liga 2020/2021. Mas não por falta de ajuda da arbitragem e da vídeo-arbitragem. O apitador de turno, um tal Rui Costa, validou o primeiro golo portista, marcado por Pepe mas precedido de evidente falta ofensiva cometida por Danilo. Fez vista grossa a uma grande penalidade cometida por Sérgio Oliveira. E ofereceu de bandeja um penálti à equipa da casa, transformando uma falta ofensiva de Marega em castigo máximo contra o Marítimo. Que Alex Telles não conseguiu converter.

Como se tudo isto não bastasse, o tal apitador ainda proporcionou dez minutos(!) de tempo extra, quando o FCP perdia por 1-2, apesar de nada no jogo justificar mais que cinco minutos para além dos 90. Surpresa: nesse período os visitantes ampliaram a vantagem. Ao minuto 99 os jogadores comandados por Sérgio Conceição lá conseguiram reduzir, mas foram incapazes de evitar a derrota, mesmo com tantos brindes do árbitro.

E a tudo isto o que disse o VAR? Rigorosamente nada: deixou andar. Nome deste incompetente? Luís Ferreira.

A coisa promete: já se percebeu que vai valer tudo. Este ano o campo começa a ficar inclinado demasiado cedo. Sempre para o lado dos mesmos. Aqueles que há anos andam a manchar a verdade desportiva e a conspurcar o futebol em Portugal.

O coração do futebol

«Se aprendemos algo durante esta pandemia é que o coração do futebol não bate em estádios vazios e que o ventilador mecânico da televisão, que o mantém vivo como indústria, é insuficiente. A paixão que pedimos ao futebol está está espalhada pelas casas e desvalorizada por não encontrar uma caixa de ressonância. Ninguém deixou de ser do Real Madrid ou do Barça por causa do Covid, mas nem há euforia para festejar o título do Real Madrid nem lenços brancos que ponham em perigo a presidência de Bartomeu. Até o VAR, como subproduto televisivo, dispara no escuro depois de ter convertido o futebol numa fantochada. Chegou em nome da justiça mas atropelou-a ao pretender que um jogo dinâmico se jogue em câmara lenta ou como uma foto fixa. Que devolvam as batidas ao futebol e que o coração aproveite para gritar aos quatro ventos e colocar as coisas no seu lugar.»

 

Jorge Valdano, em crónica ontem publicada no jornal A Bola

A banalização da criminalidade

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Se estivessem a atravessar a estrada, fora da passadeira, alguém tinha o direito de vos esfaquear?

Sim, é um reductio ad absurdum mas é a metáfora perfeita para o que se passou ontem em Moreira de Cónegos. O Sporting não fez uma exibição de encher o olho mas viu Tiago Martins e Jorge Sousa (VAR) prejudicá-lo de maneira inexplicável.

Jorge Sousa ignorou olimpicamente três grandes penalidades e Tiago Martins escolheu não expulsar Abdu Conté.

Jorge Sousa foi, durante toda a sua carreira, aquilo que na gíria se chama um "FILHO DA PUTA" para com o Sporting Clube de Portugal. O sindroma de pénis pequeno levou-o mesmo a ter este pequeno ataque de prepotência contra um dos nossos guarda-redes:

 

Já Tiago Martins pertence à nova escola de padres. Pelos vistos, esta semana, voltaram a rezar e a cantar bem.

Joguemos bem ou joguemos mal, nada dá o direito a ninguém de nos prejudicar! Nada!

Para os católicos: Há um mandamento que diz "Não roubarás!"

Para os ateus: Se forem assaltados, não perdoam o assaltante por irem mal vestidos, certo?

Para os Sportinguistas: Não se pode aceitar como normal que nos prejudiquem dentro de campo. Isto não tem que ser resolvido nos bastidores, isto tem que ser resolvido de forma clara e à vista de todos: Não devemos tolerar roubos! Não devemos aceitar maus árbitros. Não devemos aceitar menos que aquilo que é o nosso direito de ver os nossos lances bem ajuizados!

Do que é que a Liga e o CD da FPF estão à espera para suspender estes dois LADRÕES?

O anti-clímax: o fora-de-jogo pós-VAR

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Sei que a maioria dos visitantes deseja opiniões sobre a transferência do Bruno Fernandes. Mas o postal do Pedro Oliveira, que alude ao "falo" "teso" evocado pelo respeitável Dr. Bagão Félix, lembrou-me outros dois postais que eu escrevi há alguns meses sobre a mesma temática (o VAR, não a erecção fálica). E por isso parcialmente os repito na crença de que, apesar do ditado, esta voz chegue ao céu. Pois a matéria me é causa - repito, falo do VAR não do falo.

1. (No Delito de Opinião) Alerto para o anti-clímax que está a ser o vídeo-árbitro. Tecnologia que é preciosa, para reduzir erros e para combater a mariolagem arbitral. Mas cuja utilização trouxe uma vertente "tecnocrática", uma mania de "justiça" que de tão maximalista, pois milimétrica, não é ... justa. Eu gostaria de lhe chamar um justicialismo mas a palavra está usurpada por um outro sentido, histórico (o peronismo), do qual bem que podia ser libertada pois faz falta para coisas de hoje - até porque dizer (neste caso, condenar) um apotropismo, uma crença apotropaicista, não convenceria ninguém, mais que não seja devido à fonética. 

Feito intelectual da bola, julgo que para manter o entusiasmo do jogo e para preservar a boa tecnologia são precisas duas mudanças: uma alteração legislativa e uma diferente jurisprudência.

(No És a Nossa Fé) O VAR foi influente no jogo (Manchester City-Tottenham). O 5-3 nos descontos finais, a suprema reviravolta, é a festa do futebol, o apogeu da ideia de clímax na bola. E depois anulado pelo VAR, o cume do anti-clímax. Ora isso está a acontecer imensas vezes, e é óbvio que vem retirando brilho, paixão, ao jogo. O VAR é fundamental, é óbvio que reduz os erros dos árbitros e que é um grande instrumento contra a protecção aos grandes clubes e contra a corrupção - promovida pelos clubes e por essa relativa novidade das apostas desportivas privadas e avulsas. Mas ao quebrar o predomínio da paixão e da festa arrisca a tornar o jogo mais cinzento e, nisso, a ilegitimar-se. Assim as suas imensas capacidades tecnológicas de observação desumanizam o jogo. Ontem foi exemplo disso. Para que o VAR seja protegido dever-se-á pensar a aplicação das regras, refrear a tendência legalista que ele trouxe, uma verdadeira ditadura milimétrica promovida pela tecnologia. Urge regressar, e reforçá-las, a tradições na jurisprudência futebolística, pois humanizadoras, cuja relevância ontem foi demonstrada:

No fora-de-jogo há que recuperar o ideal da protecção do avançado em caso de dúvida na aplicação desta lei, de uma (muito) relativa indeterminação. Anda tudo a aplicar ilegalidades ínfimas, se o calcanhar de um está adiante ou não, se o nariz do avançado pencudo está à frente das narinas achatadas do defesa. Veja-se a imagem do tal 5-3, que beneficiaria o City: Aguero está em linha, de costas para a baliza tem apenas o rabo gordo à frente do defesa. Que interessa isso para o fluir do jogo? Urge recuperar essa ideia do "em linha", e permitir que o avançado esteja "ligeirissimamente" à frente do defesa: se confluem, relativamente, numa linha horizontal ... siga o jogo. Claro que depois se discutirá se o calcanhar dele estava ou não em linha com a biqueira do defesa. Mas serão muito menos as discussões. E haverá mais golos. E, acima de tudo, menos anulações diferidas. Donde haverá mais festa, mais alegria exultante. É esse o caminho para a defesa da tecnologia. E da paixão. Julgo eu, doutoral aqui no meu sofá.

Carlos Xistra e o VAR salvam o Benfica de derrota humilhante

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Aos 20 minutos já o Desportivo das Aves, último classificado, vencia no Estádio da Luz o campeão em título e primeiro classificado da Liga Bordel Portuguesa. Weigl estava a fazer uma exibição cinzentona e o Benfica meteu em campo os seus verdadeiros reforços: Carlos Xistra e o VAR.

 

Xistra expulsa, e bem, André Almeida mas o VAR manda-o erradamente recuar na decisão.

 

 

 

Momentos depois, Xistra inventa esta grande penalidade a favor do Benfica. Grande penalidade que, por "motivos técnicos", o VAR não teve como validar ou contestar. A inexistente penalidade é assinalada por uma não-falta sobre Vinicius que devia ter sido expulso minutos antes por agredir o guarda-redes do Aves, algo que nem o Xistra nem o VAR viram.

 

 

 

Estava feito o empate. E, para piorar tudo, o golo que sela a reviravolta é por André Almeida, que havia sido expulso.

É este o campeonato português. O campeonato da mentira que nos enfiam pelos olhos semanalmente enquanto nos embalam com cânticos sobre constipações.

É neste futebol e neste país que vivemos. Triste, muito triste.

Assim vai o nojento tuga soccer...

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O futebol português está cada vez mais corrompido por um sistema que só pode provocar asco a quem tiver dignidade e defender a verdade desportiva. O despudor atingiu um nível tal, que nem com VAR lá vamos. Em Alvalade, diante do Rio Ave, foram assinaladas sem qualquer problema 3 grandes penalidades contra o Sporting. Ontem em Guimarães, árbitro e VAR não vislumbraram falta. Uma vez mais o bafiento e reles tuga soccer, mostrou que não é bem um desporto, mas uma farsa, sempre beneficiando os mesmos. Ou alguém acredita que este mesmo lance, na outra grande área, teria igual decisão? 

Quanto aos senhores instalados nos gabinetes do poder do futebol, não há muito a esperar. Ontem provavelmente terão ido à casa de banho no momento exacto em que foram lançadas três tochas para o relvado, interrompendo o jogo, pelo que não se devem esperar castigos. Afinal tudo está bem, quando acaba bem, desde que o clube do regime vá ganhando, os bobos vão desempenhando o seu papel, para gáudio da multidão...

A manifesta incompetência

Podemos confiar nos "especialistas da arbitragem" para deslindar lances polémicos que ocorrem durante os jogos? Nem por isso.

Basta reparar naquilo que o País inteiro já viu, com base na repetição das imagens televisivas: o golo do Paços de Ferreira, na noite de quinta, foi marcado por um jogador chamado Tanque que confunde futebol com andebol. A tal ponto que usou o bracinho para introduzir a bola dentro da nossa baliza. Como as imagens elucidam para lá de qualquer dúvida recorrendo à câmara lenta de que eles (e o vídeo-árbitro) dispõem.

É verdade que o lance é muito rápido e algo confuso pois envolve a movimentação simultânea de vários jogadores dentro da grande área leonina, o que terá baralhado o árbitro Rui Costa. Mas os supostos especialistas são colaboradores remunerados dos jornais precisamente para mostrarem o que valem nestas ocasiões. E, valha a verdade, demonstraram valer muito pouco - ou quase nada.

 

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Recapitulemos o que escreveram estes senhores nas folhas-de-couve onde costumam perorar.

Duarte Gomes:

«Douglas Tanque foi o autor do golo dos visitados, não de cabeça como pareceu à primeira, mas (aparentemente) com o ombro esquerdo. A bola não parece ter resvalado para o braço, o que tornaria o lance ilegal. Benefício da dúvida para Rui Costa.» (A Bola)

Fortunato Azevedo:

«Não há irregularidade, boa decisão da equipa de arbitragem em validar o golo. Houve dúvidas inicialmente, mas estas foram desfeitas depois.» (O Jogo)

Jorge Coroado:

«Apesar do braço fora do plano do corpo, a bola terá sido jogada pela parte superior do ombro. Nesta circunstância, não há infracção.»  (O Jogo)

Jorge Faustino:

«Muitas dúvidas sobre se a bola bateu no braço, o que faria anular o golo, ou no ombro. As imagens não são esclarecedoras quanto ao local desse contacto. Assim, benefício da dúvida para a decisão de validar o golo.» (Record)

José Leirós:

«Não houve qualquer infracção em toda a jogada. Rui Costa, atento e com a confirmação do VAR, correctamente validou o golo.» (O Jogo)

Marco Ferreira:

«Golo do Paços levanta dúvidas no local onde a bola bate antes de entrar na baliza. Fica a dúvida: braço ou ombro. O árbitro valida o golo e sendo um lance em que as imagens não são claras, o VAR não deve intervir. Aceito a decisão.» (Record)

 

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Ao contrário do que estas sumidades presumiam, o escândalo foi de tal ordem que o vídeo-árbitro Carlos Xistra vai ser castigado. E só não foi maior ainda devido ao segundo golo do Sporting, caso contrário deixaríamos dois pontos em Paços de Ferreira nesta Noite de Bruxas em memória do campeonato 2006/2007 que nos foi roubado pela famigerada mão de Ronny. Validada por um apitador chamado João Ferreira.

Quanto aos tais especialistas, ficamos definitivamente conversados sobre o mérito de todos eles: padecem de manifesta incompetência. Visual e anatómica.

Merecem ir para a jarra. Todos.

Viva o VAR, mas ...

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Jogo engraçado, ontem o Manchester City-Tottenham (vi-o pois aqui passou em canal aberto). Mal jogado, surpreendentemente mal jogado entre equipas destas e com tais jogadores. Erros de marcação, imensos passes errados, perdas de bola absurdas, um rol já nada usual em jogos de elite. Resultado? Espectacular. Não um jogo bom, mas um jogo espectacular. Divertidíssimo.

Torci pelo Tottenham, apesar de Bernardo Silva (já agora, porque não é ele tão relevante na selecção como o é no clube?). Torci pelo Tottenham muito pela minha tendência para torcer pelo desfavorito (o "underdog", ainda que "abaixo de cão" não seja bem aplicável ao duplo vice-campeão inglês nas 3 últimas épocas). Mas, e acima de tudo, pela minha falta de simpatia por estas grandes equipas europeias construídas com oleodutos de dinheiro, proveniente das economias paralelas e das apropriações das riquezas estatais ("oligarcas" russos, nobreza árabe, "tycoons" yankees, testas-de-ferro extremo-asiáticos, etc.), uma gigantesca lavandaria financeira que procura, mais do que tudo, comprar "portos seguros" para essa camada hiper-bilionária e, também, influência política - a nobreza qatariana despejando dinheiro para alegrar os parisienses mostra, acima de tudo, o quão incómoda é a vizinhança saudita, mas a gente fala é do Neymar e do Mbappé ... Processo este que conduzirá, mais cedo do que mais tarde, ao tal festival da Eurovisão do futebol, a liga europeia que será letal para os clubes dos países excluídos, a morte do futebol como o conhecemos. Enfim, deambulo, divago, apenas para sublinhar as razões pelas quais torci pelo Tottenham (um clube que não contratou jogadores para esta época, julgo que não estou em erro, mostrando o quão diferente vai o clube, que acabou de inaugurar um novo estádio).

Tudo isto é mero preâmbulo. Venho devido ao VAR, que foi influente no jogo. O 5-3 nos descontos finais, a suprema reviravolta, é a festa do futebol, o apogeu da ideia de clímax na bola. E depois anulado pelo VAR, o cume do anti-clímax. Ora isso está a acontecer imensas vezes, e é óbvio que vem retirando brilho, paixão, ao jogo. O VAR é fundamental, é óbvio que reduz os erros dos árbitros e que é um grande instrumento contra a protecção aos grandes clubes e contra a corrupção - promovida pelos clube e por essa relativa novidade das apostas desportivas privadas e avulsas. Mas ao quebrar o predomínio da paixão e da festa arrisca a tornar o jogo mais cinzento e, nisso, a ilegitimar-se. 

Assim, as suas imensas capacidades tecnológicas de observação desumanizam o jogo. Ontem foi exemplo disso. Para que o VAR seja protegido dever-se-á pensar a aplicação das regras, refrear a tendência legalista que ele trouxe, uma verdadeira ditadura milimétrica promovida pela tecnologia. Urge regressar, e reforçar, duas tradições na jurisprudência futebolística, pois humanizadoras, cuja relevância ontem foi demonstrada: por um lado a velha questão da intenção de jogar com os braços. Agora, mal a bola bate lhes toca logo se clama ilegalidade. Ontem o golo de Llorente é paradigmático: é difícil comprovar se a bola bateu no braço do jogador mas assim parece. E depois? Salta com o braço encostado ao corpo, não tem intenção de o fazer actuar, até prejudica a sua acção saltadora com isso, e, quanto muito, a bola talvez lhe tenha também resvalado. Ainda bem que o árbitro validou um golo que não tem qualquer ilegalidade, mas muito clamam o contrário. Há que defender esta valorização da intenção, que cada vez mais é posta para trás. Em suma, os braços pertencem ao corpo, se não são agitados com o intuito de impulsionar (ou de cobrir espaço) não há infracção. Era assim dantes, deve continuar a ser e isso está a ser posto em causa com o frenesim do fotograma.

Mas o segundo ponto ainda mais relevante é o fora-de-jogo. Há que recuperar o ideal da protecção do avançado em caso de dúvida na aplicação desta lei, de uma (muito) relativa indeterminação. Anda tudo a aplicar ilegalidades ínfimas, se o calcanhar de um está adiante ou não, se o nariz do avançado pencudo está à frente das narinas achatadas do defesa. Veja-se a imagem do tal 5-3, que beneficiaria o City: Aguero está em linha, de costas para a baliza tem apenas o rabo gordo à frente do defesa. Que interessa isso para o fluir do jogo? Urge recuperar essa ideia do "em linha", e permitir que o avançado esteja "ligeirissimamente" à frente do defesa: se confluem, relativamente, numa linha horizontal ... siga o jogo. Claro que depois se discutirá se o calcanhar dele estava ou não em linha com a biqueira do defesa. Mas serão muito menos as discussões. E haverá mais golos. E, acima de tudo, menos anulações diferidas. Donde haverá mais festa, mais alegria exultante. É esse o caminho para a defesa da tecnologia. E da paixão. Julgo eu, doutoral aqui no meu sofá. 

3 pontos caídos do VAR...

Sejamos claros, se o lance decisivo do encontro tivesse sido disputado na outra área, eu estaria a criticar o VAR por não ter alertado o árbitro para ir, no mínimo verificar o lance, que até justificaria cartão amarelo a Raphinha.

Não deixa de ser uma excelente e justíssima vitória do Sporting, que valeu 3 pontos que deverão ter assegurado em definitivo o 4º lugar, mantendo a distância para o Braga na luta pelo 3º lugar, mas ficou manchada pela forma como foi conseguida, não o afirmar retira-nos credibilidade para falar em fruta ou padres, há que admitir que a arbitragem portuguesa é medíocre, desta vez acabámos beneficiados.

Além do resultado, o melhor que trouxemos do Bessa acabou por ser o amarelo a Gudelj, que permite pelo menos no próximo jogo ficarmos livres do pino e quem sabe jogarmos com onze jogadores, isto se Keizer não inventar, cada vez estou mais convencido que no final da época precisamos mudar de treinador.

Um sortido de memórias a propósito do VAR

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Muito se discute em Portugal isso do VAR. Ontem vi o Atlético de Madrid - Real Madrid.

As minhas simpatias no futebol espanhol mudaram ao longo dos anos. Comecei por ser adepto do Barcelona, devido a um jogo que vi na RTP - então eram muito raros os jogos transmitidos - e que imenso me marcou: a final da taça do Generalíssimo (pois, então era assim ...) de 1971, em que o Barcelona ganhou ao Valência por 4-3.

Esse ano foi a minha era formativa em termos de futebol, pois também fiquei adepto do Arsenal, e também devido ao triunfo na final da Taça, com um tipo chamado Charlie George, de cabelo comprido (à Beatles, como se diria na época) a brilhar na vitória contra o Liverpool. 

E, mais importante, muito mais importante, foi também nesse ano, e também na final da taça, vista na televisão - numa casa onde mais ninguém ligava a futebol - que me fiz sportinguista, tombado para sempre amoroso de Vítor Damas e do maravilhoso verde-e-branco, numa vitória sobre o Atlético de Carnide por 4-1.

Em Espanha depois mudei, já adulto. E claro que por causa de Paulo Futre, que então era rara a emigração dos futebolistas portugueses, passei a adepto do Atlético de Madrid. Algo que resistiu à chegada de Luís Figo ao Barcelona e à sua transferência para o Real Madrid. E à chegada de Cristiano ao mesmo Real. Até porque, de facto, não gosto da cagança merengue e do frenesim catalão. Mas mais do que isso porque essas transferências dos ídolos nacionais já aconteceram em minha fase mais madura, menos dada a paixões e muito mais propensa a irritações. E foram essas irritações que me afastaram, para sempre, do Atlético de Madrid, neste recente início de 2018/19, num "ficais com o Gelson? Ide bugiar". 

Como tal gostei bem da derrota de ontem dos colchoneros. Mas aqui entre nós, e a propósito do VAR, antes de protestarmos com o mílimetro a mais ou a menos que os árbitros portugueses concedem ou desconcedem, conviria ver o que fazem os árbitros espanhóis.

 

"Com a desgraça alheia posso eu bem"? Sim, também é verdade. Mas pelo menos dá para perceber que não estamos pior do que os vizinhos ... Que grande lata que por lá têm.

 

Adenda: hoje o grande Fernando Chalana faz 60 anos, mas sabe-se que essa chegada a sexagenário é feita em difíceis e tristes condições de saúde. Chalana, ídolo dos vizinhos ali de Carnide, foi um jogador extraordinário. Há cerca de 10 anos foi, como treinador principal interino daquele clube, a Maputo para um torneio quadrangular de fim de época, comandando uma equipa de reservas e jovens. Pude conhecê-lo. A delegação benfiquista foi a uma escola, eu fui lá ver a reacção dos miúdos. Estes estavam esfuziantes por ver os "ídolos" (de facto eram as reservas dos "ídolos" mas isso não alquebrava a euforia juvenil). E claro que ninguém ali conhecia Chalana. Aproveitei  para me apresentar e ficámos de conversa uma boa meia-hora. Um homem gentilíssimo. E interessado, coisa tão rara entre os visitantes portugueses - indagando sobre o país, sobre mim, como corria a vida, como a família se adaptava, etc. Tão diferente do "me, myself and I" dos inúmeros patrícios que por lá aportavam, qualquer que lhes fosse a profissão ou meio de origem. Fiquei ainda mais fã ...

Por isso, pelo magnífico jogador, e pela simpatia pessoal, aqui deste meu "Bordeaux" deixo a minha leonina hommage à Chalanix:

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Setúbal e o VAR

Ristovski acaba de ser expulso. Terá dito demais ao árbitro. Mas é inacreditável que tudo isto se passe diante de um árbitro, dois fiscais-de-linha e a rapaziada do VAR (que deve falar em situações de expulsão). O homem leva uma cotovelada tamanha que logo lhe cresceu um gigante galo. Foi de propósito. Diante do árbitro. E todos se calam.

Não vale a pena. O futebol só dá para um tipo se irritar. Saudações leoninas. 

Assim é que é, Abel

Pois eu gostei muitíssimo das declarações de Abel no final do jogo de ontem.

Ingénuo embora prometendo precaução, extemporâneo apesar de jurar comedimento, falando em nome dos pais de família, o que é bonito, é sempre assim que os tolos confessam com o coração nas mãos o que a cabeça mandaria conter. Ou como diria Napoleão: “nunca interrompas um inimigo quando ele está a cometer erros.”

Acabem com o VAR, e vocês televisões não ponham a linha (aquela perpendicular amarela que mostra deveras o fora-de-jogo), exclamou Abel. E porquê? Deixem os árbitros errar, já que treinadores e jogadores também erram. Poderoso argumento, talvez um pouco corporativo.

Deste modo singelo Abel, sem que o proferisse, explicou o que entende por “errar”: é acertar a favor dele. E a sua exaltação mostra também que algo correu mal ao ter havido interferência nos “erros” do árbitro. Isto, claramente, não estaria no plano do jogo o que foi brilhantemente coadjuvado por aquela abjecção que está presidente do Braga. “Abel” e “Salvador” que bela comédia bufa não se escreveria com personagens com estes nomes.

Fizeram muito bem em ter desabafado a sua frustração. Ficámos todos a perceber.

Vamos ao CAR - Court Assistant Referee

A sensação mais estranha do mundo: estar sentado no José Alvalade, vestido a preceito para os dias de jogo. Eis que de repente, entram duas equipas em campo, de um lado o Sporting do Bruno de Carvalho, do outro o Sporting dos Croquetes. Todos de verde e branco, meio esbatido. Nas bancadas estamos impecavelmente equipados, mas não nos deixam entrar em campo. 
Tratando-se de um jogo à porta fechada, o árbitro vem a passo do túnel - e o jogo já começou.
Nós apupamos de fora, jogo feio e mal jogado. Sem arte e sem rigor técnico, mas cheio de táctica. Resultado: produz aquele jogo mastigado a meio campo que dá sono.

De jogadores experimentados que são, não precisam correr muito ambos os lados, fazem as jogadas e marcam o golo, ora, vejamos a repetição deste empate e impasse jurídico a uma bola nas redes judiciais (desculpem a "filmagem", pode não ter a melhor qualidade, e uma ressalva, ambos gritam para o árbitro - que ainda não saiu do túnel - pedindo cartão vermelho para o adversário):

1-0) Jaime Marta Soares, Presidente da AG (ou Presidente demissionário) pede a demissão, seguindo-se toda a MAG e o Conselho Fiscal. O número 10 pede a demissão do Conselho directivo, alguns saiem por desgaste outros parecem o Douala a correr no flanco. Servindo-se dos estatutos toma a dianteira e distribui o jogo: 1) Recolhe 1000 votos para convocar uma AG destituitiva; 2) Põe uma providência cautelar; 3) Institui uma Comissão de Fiscalização; 4) Convoca a AG distituitiva; 5) A Comissão de Fiscalização suspende o Presidente do Conselho Directivo (ou Presidente suspenso) enviando a nota de culpa por fax, e tendo este 10 (dez) dias úteis para se defender; 6) Refere que a culpa das rescisões por justa causa são de sua responsabilidade.
Jaime Marta Soares diz ainda que Bruno de Carvalho não tem condições para continuar à frente do clube, sentindo-se legitimado pelos estatutos, dizendo que lhe conferem poderes e competências até uma nova MAG ser eleita. 

1-1) Bruno de Carvalho, Presidente do Conselho Directivo (ou Presidente suspenso) não se demite mantendo o bloco defensivo e fazendo pressão alta, joga no contra-golpe. 1) Não se demite, convocando umas quantas conferências como forma de defesa; 2) Cria uma Comissão de Transição da MAG; - sai um post no facebook - 3) A providência cautelar, é indeferida (tradução nossa: o pedido não foi acolhido pelo juíz); 4) Convoca duas Assembleias Gerais, a primeira para alteração estatutária, onde dos vários pontos constam o reforço dos poderes dos órgãos e ainda o artigo sobre a Dissolução do Sporting*), a segunda é para eleição de nova MAG (salvo erro); - uma conferência e post no facebook; 5) A Comissão de Transição da MAG diz que existe uma lacuna nos estatutos, e que a partir do momento que Jaime Marta Soares não cumpriu com as competências enquanto Presidente demissionário da MAG concentrando os esforços para a demissão do Conselho Directivo na vez da Assembleia eleitoral de uma nova MAG, e não havendo Conselho Fiscal, este fica impedido de exercer as suas funções; havendo este vazio o Conselho Diretivo nomeia a Comissão de Transição; 6) Bruno de Carvalho acusa as propostas de rescisão de serem uma chantagem e devolve dizendo que pede a demissão caso os jogadores voltem atrás e se comprometam a ficar no Sporting (caso as suas cláusulas não sejam batidas e caso ele volte a ganhar eleições); 7) Num comunicado auxilia-se ainda de um parecer jurídico de um ilustre e conceituado Professor de Direito, pedido por Godinho Lopes.

Posto isto, o árbitro ainda não entrou em campo, e reclama-se das bancadas que se faça justiça desportiva, ou simplesmente justiça e que se dê o apito final. Este é um caso paradigmático onde será necessária a ajuda do CAR - Court Assistant Referee - para ver qual dos golos foi em posição irregular.
É daqueles momentos em que o estádio está suspenso, e o árbitro demora a ir ao ecrã. 

Pede-se celeridade, não pela próxima época, não pelos treinadores ou jogadores, não por nós, mas pelo Sporting Clube de Portugal. O clube da verdade desportiva precisa hoje urgentemente de verdades jurídicas.

Enquanto isto a Comunicação Social faz o que sempre tem feito com o Sporting e os seus jogos, aproveita-se de qualquer coisa para tentar construir um caixão, bater uns pregos, escavar uma cova, enterrar, sem direito a lápide (pior que tudo, é haver Sportinguistas nesta tentativa de funeral).

A solução de muitos Sportinguistas é simples (e a mais democrática): Eleições! Eleições! Eleições!
Mas sendo realista, só os tribunais podem solucionar este triste jogo que se assiste em Alvalade.


*Este ponto preocupa-me bastante. Além disso ainda não foi divulgado o anexo com as alterações aos estatutos.

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