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És a nossa Fé!

O Franky Vercauteren de Bruno de Carvalho

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Cumpre hoje um meio-século de vida esse monstro sagrado do futebol, terror para qualquer defesa com que se defrontou, de seu nome Marco Van Basten.

Van Basten, após uma carreira como avançado muito bem sucedida, prosseguiu actividade no seu desporto de eleição, desta feita na qualidade de treinador.

Volvidos quase 10 anos desde que Marco Van Basten se sentou pela primeira vez no banco como treinador, ao serviço da «Laranja Mecânica», que se pode afirmar, com alguma segurança, que Van Basten é mais um daqueles fabulosos jogadores que não deram grande treinador.

Apesar da excelente escola de treinadores que caracteriza a Holanda, a verdade é que o antigo avançado do AC Milão nunca conseguiu mostrar grandes pergaminhos nessas funções o que, em qualquer caso, não belisca a marca que deixou no futebol europeu.

Muitos de nós estaremos recordados que no princípio de 2011, nas eleições para a presidência do Sporting que opuseram Godinho Lopes e Bruno de Carvalho, Van Basten era a aposta forte do actual presidente do Sporting para timoneiro da equipa leonina.

As eleições tiveram o desfecho que todos sabem e poucos anos mais tarde, quando Bruno de Carvalho teve a oportunidade de liderar os destinos do Sporting, a sua aposta para técnico leonino acabou por recair em Leonardo Jardim, com o mérito que se sabe, e, mais recentemente, em Marco Silva, cujo trabalho tem sido bastante elogiado.

Julgo que caso Bruno de Carvalho tivesse vencido as eleições em 2011, a aposta em Marco Van Basten redondaria num fracasso, o que certamente contribuiria para agravar a instabilidade por que passava o clube naquela altura.

Marco Van Basten seria, provavelmente, o Franky Vercauteren de Bruno de Carvalho, o que seria logo aproveitado pela oposição interna e condicionaria a difícil tarefa de restaurar a credibilidade e competitividade desportivas do Sporting.

Parte importante do bom mandato que Bruno de Carvalho vem exercendo como presidente do Sporting deve-se à competência com que a equipa sénior de futebol tem vindo a ser treinada. Com um treinador menos habilitado, a equipa de futebol não apresentaria os resultados deste último ano e meio e Bruno de Carvalho teria um mandato bem mais complicado.

Por isso, a esta distância, e com a experiência que o passar do tempo traz consigo, se houve algum mérito associado à não eleição de Bruno de Carvalho em 2011, foi o facto de o actual presidente do Sporting não se ter queimado com um treinador que nunca conseguiu singrar naquele ofício, possibilitando-lhe, poucos anos depois, a escolha de outros treinadores com provas dadas nas equipas que treinaram e, factor não despiciendo, com um importante conhecimento do futebol português.

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