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És a nossa Fé!

Rescaldo do jogo de hoje

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Gostei

 

Dos três pontos conquistados esta noite em Alvalade. Vitória difícil, por 2-1, nesta estreia do Sporting em casa para a Liga 2018/2019, frente ao V. Setúbal - equipa bem montada por Lito Vidigal. Segundo triunfo consecutivo, contrariando os piores prognósticos dos profetas da desagraça. Incluindo alguns que se intitulam simpatizantes leoninos.

 

De Nani. Exibição muito positiva do capitão da nossa equipa, coroada com dois belos golos e uma merecida ovação dos adeptos ao ser substituído, aos 85'. O primeiro logo aos 9', com um remate seco, traçando uma diagonal perfeita a partir da esquerda, quase no bico da área. O segundo de cabeça, bem colocado frente à baliza, dando a melhor direcção a um cruzamento de Jovane quando iam decorridos 66'. Foi, desde sempre, o primeiro bis do campeão europeu ao serviço do Sporting, agora na sua terceira etapa de verde e branco. Fez a diferença pelos golos: é quanto basta para o eleger como melhor em campo nesta partida, em que atirou ainda uma bola à barra, aos 57', na conversão de um livre.

 

Do gesto do nosso capitão. Mal marcou o golo inaugural, Nani beijou o emblema do Sporting, confirmando uma característica que já lhe conhecíamos: a gratidão ao clube que o formou como jogador e ao público que não lhe regateia aplausos. Um gesto que valeu tanto como um golo.

 

De Jovane.  Continua a firmar-se como estrela em ascensão no plantel leonino. Na jornada anterior, sacudiu o jogo mal o treinador o lançou em campo, aos 69': três minutos depois, arrancava uma grande penalidade que nos permitiu desfazer o empate e embalar para uma vitória clara frente ao Moreirense. Hoje entrou mais cedo, aos 59', rendendo o inútil Misic: sete minutos depois, fazia a assistência para o golo que nos permitiu amealhar os três pontos. Podia ainda ter marcado, ele próprio, na sequência de um rapidíssimo contra-ataque mesmo ao cair do pano. Está a lutar a olhos vistos por um lugar no onze titular. Talvez já o mereça.

 

Dos nossos centrais. Numa equipa ainda cheia de assimetrias, são um baluarte de estabilidade e qualidade competitiva. Coates e Mathieu compõem a melhor dupla de centrais do campeonato português. Excelentes no posicionamento, na cobertura defensiva e na própria construção dos lances ofensivos: nenhum deles se inibe de ir à frente, projectando o contra-ataque. Ambos em alta.

 

Dos cinco golos que já marcámos nestas duas jornadas iniciais.  Bom índice ofensivo, em comparação com a época anterior, em que apenas contabilizámos dois golos frente aos mesmos adversários em idênticas circunstâncias: um em Moreira de Cónegos, outro em Alvalade perante o onze setubalense. Nesta época já contabilizamos cinco: dois de Bas Dost, dois de Nani e um de Bruno Fernandes. E vamos à Luz, de hoje a oito dias, com os mesmos pontos e os mesmos golos que o Benfica. O caminho faz-se caminhando.

 

Do apoio do público. Assistência calorosa e em grande número, rondando os 40 mil espectadores, numa noite muito quente de Verão. Comprovando que as peripécias e as palhaçadas que vão ocorrendo em franjas marginais do Sporting não beliscam a confiança de sócios e adeptos no desempenho da equipa.

 

 

 

Não gostei

 

Do frango de Salin. O guarda-redes francês, que na época passada não passou de suplente de Rui Patrício, quase nunca utilizado, protagonizou uma monumental fífia ao sair em falso da baliza, aos 19', perdendo o controlo da bola e comportando-se ao contrário do que mandam as boas regras: ofereceu assim de bandeja o golo solitário dos setubalenses. Foi visível a sua intranquilidade entre os postes durante o resto da partida.

 

De Misic. Peseiro insiste em alinhar com dois médios de contenção à frente da linha defensiva - o croata e Battaglia. Isto cria um problema à criatividade da equipa, pois nenhum deles revela grande talento como construtor de lances ofensivos. Mas enquanto o argentino oculta um défice de virtuosismo técnico com a sua atitude de contínua combatividade, Misic não faz a diferença em qualquer destes parâmetros. Quando foi substituído por Jovane, aos 59', o desempenho da equipa melhorou muito. Comprovando-se assim que já saiu tarde.

 

De Acuña. Segunda partida consecutiva com má prestação do internacional argentino, talvez o jogador que mais passes falhou neste encontro. Peseiro apostou nele em três posições: como ala direito, como ala esquerdo e como médio interior. Não rendeu em nenhuma delas.

 

De Bruno Fernandes. Anulado por Semedo, do V. Setúbal, passou ao lado do jogo: nada lhe saiu bem. Nem parecia o mesmo criativo que se distinguiu como melhor em campo na ronda anterior.

 

Da lesão de Bas Dost. O holandês, com notórios problemas físicos, esteve para não jogar. Ainda alinhou na primeira parte, mas mostrou-se claramente em má forma. Acabou por ser substituído ao intervalo por Montero. Esperamos que recupere depressa. E bem.

Esta coisa estranha de não ir a Alvalade

Parece que perdi um belo jogo e uma bela exibição dos nossos rapazes.

Perdi um golaço de Bruno César e mais três, pelo que vi ainda há pouco num resumo na TV.

Perdi o entusiasmo de mais de 40 mil nas bancadas.

Apesar da falta ter sido por uma razão po(n)derosa, fica um sentimento estranho, que obriga a olhar para o telefone quase de minuto a minuto, não confiando no sinal sonoro que me avisa dos golos.

Outra destas e dá-me uma coisinha má.

{ Blog fundado em 2012. }

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