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És a nossa Fé!

V. Setúbal começa a limpar a casa

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A casa do V. Setúbal começa felizmente a ser arrumada: o empresário Paulo Gomes venceu as eleições para a presidência do clube, destronando o anterior titular, que sai totalmente desacreditado.

O presidente cessante, Valente só de apelido, teve o destino que merecia: foi corrido. Pelos soberanos, que são os sócios. A grande maioria já nem o podia ver pela frente. Desde logo por ter deixado um passivo que ronda os 20 milhões de euros. Uma espécie de Midas invertido.


Hoje fica ainda mais claro que esse sujeito só procurou usar o Sporting como arma de arremesso para tentar sacar uns votos já em desespero. De nada lhe valeu.

Sintomaticamente, os jogadores do Setúbal "curaram-se" miraculosamente da tal "gripe" e nem um apanha-bolas voltou a ser visto de máscara na fuça lá pelo Bonfim. Entretanto, o médico Nuno Moura, que ali prestava serviço, bateu com a porta confessando-se envergonhado com o caricato «espectáculo das máscaras» que cobriu de ridículo o velho clube setubalense, enquanto o grunho agora destituído anunciava o corte de relações com o Sporting - disparate que o novo presidente tenciona reverter.

 

Cada vez que me lembro que há dez dias não faltou no Sporting quem se prontificasse a fazer coro com essa gente, desatando aos uivos contra Varandas por ter recusado adiar o jogo de 11 de Janeiro em Setúbal, mais me convenço que os maiores inimigos do nosso clube se encontram dentro do próprio clube.

 

Leitura complementar:

Jumentude em coro com os mascarados, texto meu aqui publicado a 13 de Janeiro.

Os "engripados" e o inimputável

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Os "engripados" do Sado tiveram força e energia suficientes para forjarem uma falta inexistente contra Coates (encenação premiada com cartão amarelo para o nosso central, cortesia do árbitro Tiago Martins) que deixa o uruguaio fora do clássico de Alvalade e para darem sarrafada no Vietto, provocando-lhe uma lesão que vai demorar semanas a sarar.

Esta pantufada, aos 61', não foi sancionada com cartão: seria o segundo, mais que merecido, mas o dono do apito decidiu manter em campo o "engripado" Pirri - assim se chama o fulano que causou uma luxação na articulação tíbio-peroneal de Vitto (forçado a sair de Setúbal em muletas). Esse que já tinha sido amarelado aos 32', por derrubar Bruno Fernandes dentro da grande área sadina. O nosso capitão, aliás, chegou ao fim do jogo a coxear - também ele vítima da robustez física dos "engripados".

 

Espero que Bruno ainda possa defrontar o Benfica depois de amanhã e que o Acuña recupere da mialgia que o afastou do Bonfim. Caso contrário actuaríamos sem quatro pedras nucleares deste depauperado Sporting 2019-2020.

Isto enquanto um tal Rúben Dias voltou a exibir a sua inimputabilidade nos relvados portugueses, ao ser-lhe perdoado um segundo amarelo, no desafio dos quartos-de-final da Taça de Portugal, por falta ostensiva contra um jogador do Rio Ave. Cortesia, desta vez, do senhor Soares Dias, que alguns - vá lá saber-se porquê - proclamam como "melhor árbitro português".

 

O que escrevem hoje os especiaistas em arbitragem sobre o caso?

Jorge Coroado: «Rúben Dias empurrou Taremi. Lance antidesportivo, cortando jogada prometedora. Livre por assinalar e amarelo por exibir.»

José Leirós: «Erro duplo. Era livre directo que não assinalou e devia ter exibido o amarelo pois [Rúben Dias] empurrou deliberadamente e cortou jogada de ataque.»

Fortunato Azevedo: «Rúben Dias empurra o adversário, atirando-o para fora do terreno. Clara conduta antidesportiva que devia ter sido punida.»

Duarte Gomes: «Rúben Dias empurra ostensivamente Taremi quando este se preparava para o contra-ataque. Segundo cartão amarelo por mostrar ao central do Benfica.»

 

Quando até Duarte Gomes reconhece que o tal defesa encarnado devia ter ido tomar duche mais cedo, meia hora antes do fim do jogo, percebe-se até que ponto o SLB continua a beneficiar do colinho em caso de necessidade.

São coisas como estas que vão transformando o futebol português numa anedota internacional.

 

Adenda: O treinador Carvalhal, que ainda há três semanas protagonizara uma cena de histeria, anunciando a intenção (não concretizada) de abandonar o Rio Ave em protesto contra a péssima arbitragem lusa, desta vez nem reparou no lance. Razão tinha o outro: isto anda tudo ligado.

Jumentude em coro com os mascarados

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Um senhor que tem gerido de forma muito controversa o V. Setúbal decidiu recandidatar-se à presidência deste clube - anúncio tornado público na véspera do jogo que ali fizemos neste sábado. A eleição, que decorre daqui a quatro dias, tornou-se imperativa na sequência de sucessivas demissões que deixaram a direcção sem o quórum necessário ao seu funcionamento. O referido indivíduo - tendo perdido a confiança de vice-presidentes, tesoureiro e directores - decidiu servir-se do Sporting como instrumento da sua propaganda eleitoral, armando uma telenovela a propósito de um alegado surto gripal no plantel sadino e exigindo que acedêssemos a adiar o desafio do Bonfim, há muito agendado.

Nem o facto de Frederico Varandas ter um percurso profissional ligado àquela agremiação - onde prestou funções durante quatro temporadas, duas das quais como director clínico - impediu o sujeito de tentar transformar o Sporting em arma de arremesso nesta contenda eleitoral em que enfrenta quatro adversários.

Varandas esteve irrepreensível neste caso. Mesmo com a agenda leonina preenchida para as seis semanas mais próximas, período durante o qual teria forçosamente de realizar-se o V. Setúbal-Sporting, o presidente admitiu num primeiro momento aceder à pretensão sadina, mas impôs uma condição mais que razoável: a situação clínica dos jogadores deveria ser avaliada por uma junta médica integrando especialistas dos dois clubes e da Liga.

O seu homólogo do VFC recusou de imediato, inviabilizando qualquer acordo. Mas fez pior: à Liga nunca chegou qualquer documentação do Setúbal relativa ao quadro clínico dos jogadores. O que só avoluma suspeitas sobre a historieta do surto viral, que estará a ser muito mal contada.

 

Durante todo o jogo, o ainda presidente "anfitrião" - Valente só de apelido - acirrou os ânimos dos associados contra a delegação leonina, alvo das mais grosseiras agressões verbais e de inaceitáveis ameaças de agressão física no Bonfim. E ele próprio foi pródigo em insultos, numa desesperada tentativa de capitalizar a oportunidade para caçar uns votos.

Chegou ao ponto de forçar os apanha-bolas a colocarem-se junto ao relvado de máscara protectora colada à boca, aliás à semelhança do que fez muita gente na bancada central. Uma verdadeira palhaçada.

Não tenhamos ilusões: jamais lhe passaria pelo bestunto proceder desta forma se a equipa visitante fosse o FC Porto, clube com o qual o VFC já teve ligação muito estreita, ou o Benfica, a mais recente paixão dos dirigentes sadinos.

 

Perante um cenário destes, e com os nossos jogadores a serem também xingados e vaiados todo o tempo por adeptos setubalenses, o que fizeram os elementos da Jumentude Leonina que ali se encontravam? Juntaram-se ao coro hostil, desatando aos gritinhos histéricos contra o presidente do Sporting.

Atitude vergonhosa, para não variar. Um comportamento que só contribui para afastar em definitivo a massa adepta leonina desta pandilha sempre pronta a alinhar com os inimigos do nosso clube. Cada vez mais letal ao Sporting.

Os melhores prognósticos

Vencemos no Estádio do Bonfim por 3-1, impondo a primeira derrota em casa ao V. Setúbal nesta época. Com golos de Bruno Fernandes e um autogolo sadino.

Também por cá, na Liga dos Prognósticos, houve três golos. Marcados pelo meu colega António de Almeida e pelos leitores Horst Neumann, Leão do Fundão e Luís Ferreira, aliás veteranos em vitórias nos palpites.

Parabéns a todos.

Do céu ao inferno em 5 minutos

Aconteceu hoje com Silas no Bonfim, mas é um filme já muito visto no Sporting com outros treinadores e noutros relvados. Muito difícil realmente se torna explicar como é que dum jogo ganho, tranquilo e controlado, se passa, em pouco mais de 5 minutos, para um jogo com a vitória comprometida e com alguns dos melhores jogadores lesionados ou castigados com cartões e impossibilitados para os jogos seguintes.

Mas aconteceu, e acontece, por falta de liderança no banco ou de espírito de corpo no relvado. E a verdade é que torna a vida do Sportinguista, o que foi ao estádio ou o que acompanhou no sofá, bem difícil.

Quem quiser rever os golos sofridos pelo Sporting nos últimos jogos, encontra, mais que o fruto de jogadas bem elaboradas do adversário, situações criadas por descuido ou incompetência individual ou colectiva.

Hoje Mathieu esteve na origem do golo do Setúbal e Risto na origem do amarelo que afasta Coates do dérbi com o Benfica. Situações completamente evitáveis.

Sobre toda esta má sorte ou simplesmente incompetência, só o talento de Bruno Fernandes. Escondeu-se no lado esquerdo para deixar Vietto brilhar na 1.ª parte, cavou o penálti e concretizou para o segundo golo, marcou o terceiro golo depois de boa iniciativa de Camacho.

O que vai ser do Sporting quando ele sair? 

Não faço ideia, mas temo o pior.

Entretanto, para o dérbi, Vietto ficou lesionado, Coates está fora, Neto também, fica o Illloooooooooriiiiiiiiiiiiii....

SL

Rescaldo do jogo de hoje

Gostei

 

De vencer no Bonfim. O Sporting superou esta noite um teste importante num estádio tradicionalmente difícil, vencendo o V. Setúbal por 1-3. Foi um desafio em que a equipa adversária deu boa réplica, no plano táctico e no plano físico, sem acusar o desgaste que os piegas de turno vinham vaticinando - ao ponto de o técnico espanhol do Vitória nem ter esgotado as substituições. Consumou-se assim a primeira derrota da equipa sadina desta temporada no seu reduto, onde nem Benfica nem V. Guimarães tinham conseguido vencer.

 

De Bruno Fernandes. De novo o  melhor em campo. Não há volta a dar: é um jogador de excepção, um dos mais categorizados que vestiram desde sempre a camisola verde e branca. Os três pontos que trazemos de Setúbal devem-se essencialmente a ele: marcou o segundo golo, de grande penalidade, aos 34'; e fechou o resultado já no tempo extra, culminando a melhor jogada colectiva do Sporting nesta partida. Numa altura em que o capitão leonino já estava magoado e chegou a ser assistido fora de campo. Mas ainda teve forças para voltar e rematar com êxito. Os grandes profissionais são assim.

 

De Bolasie. Boa partida do franco-congolês, que dinamizou sempre o ataque, não apenas no flanco direito, onde actuou de início, mas também na ala oposta, baralhando as marcações defensivas do Vitória. Ficou na retina dos adeptos um lance que protagonizou aos 22' e também a quase-assistência para golo que fez aos 27', colocando a bola nos pés de Ristovski, que logo a centrou - e desse centro nasceu o corte infeliz do defesa João Meira, marcando para nós. O primeiro autogolo de que beneficiamos esta época.

 

De Camacho. Única substituição leonina que produziu efeito. Entrou aos 66' para substituir o lesionado Vietto. Voltou a revelar destreza, velocidade e bons apontamentos técnicos, ajudando a inverter a corrente ofensiva vitoriana, que ameaçava encostar o Sporting no reduto defensivo. Culminou a boa exibição com a assistência para o golo de Bruno Fernandes, aos 90'+4.

 

De estar a vencer 2-0 ao intervalo. Prometia uma segunda parte calma para a nossa equipa. Mas houve excesso de confiança: a partir de certa altura instalou-se um clima de jogo-treino no onze leonino, inaceitável em alta competição. Uma negligência que se pagou cara ao sofrermos o golo, aos 63' - num lance em que Max é mal batido. E podíamos ter sofrido outro, aos 75', quando vimos embater a bola na trave.

 

De ver Battaglia como titular. O argentino voltou a integrar o onze inicial, o que não acontecia desde Setembro, aproveitando o facto de Idrissa Doumbia ter ficado de fora por acumulação de cartões. Esteve longe da exuberância de outros tempos, mas cumpriu no essencial. E permaneceu em campo durante os 90 minutos, o que é bom sinal.

 

Da ausência de Acuña. Boa decisão do treinador, que nem chegou a convocá-lo. O internacional argentino estava quase tapado com cartões e era muito fácil prever que o árbitro Tiago Martins não deixaria de lhe oferecer uma "prenda" amarelada nesta partida. Assim poderemos contar com ele na recepção ao Benfica, sexta-feira que vem. Podia ter feito o mesmo com Coates, outro jogador nas mesmas circunstâncias. Infelizmente o uruguaio foi convocado - e contemplado com a tal prenda pelo apitador de turno. Sem ter feito falta, mas para o efeito não interessa nada. O importante era impedi-lo de defrontar os encarnados em Alvalade.

 

 

Não gostei

 
 

Da atitude dos nossos jogadores na primeira metade da segunda parte. Parecia que já consideravam seguros os três pontos ainda com 45 minutos por disputar. Nesta fase feia e muito fria do jogo, entretiveram-se a trocar a bola em zonas perigosas, enquanto falhavam clamorosamente na finalização - como aconteceu com o frouxo Wendel, aos 48', frente à baliza sadina. Num desses momentos de inaceitável displicência, Ristovski aliviou mal, Mathieu entregou a bola a um adversário e Max foi apanhado fora de posição, deixando-se surpreender por um chapéu de Carlinhos. Muito mal batido.

 

De Luiz Phellype. Condicionado logo no primeiro minuto por um cartão amarelo totalmente absurdo, o ponta-de-lança parece ter ficado afectado psicologicamente - ao ponto de nada ter feito de relevante durante o tempo em que permaneceu em campo. Segunda partida consecutiva em que o brasileiro se revela uma nulidade numa zona do terreno em que tem sido ocupante quase exclusivo. Cada vez me interrogo mais se este jogador possui qualidade para ser titular na nossa equipa.

 

De Jesé. Outra oportunidade perdida. Entrou aos 77', rendendo Bolasie, e voltou a demonstrar que a sua vinda para o Sporting, no início da temporada, foi um lamentável equívoco. Mal se deu por ele em campo. E quando foi preciso ampliar a vantagem e fixar o resultado, recorreu-se ao artilheiro do costume. Que não fala espanhol nem grava discos.

 

Da lesão de Vietto. O argentino saiu aos 66', claramente lesionado. Fica a incógnita: conseguirá recuperar a tempo de podermos contar com ele no confronto contra o Benfica? Já nos basta não podermos contar com Coates (nem com o lesionado Neto, o que forçará a inclusão de Ilori no onze titular) e provavelmente já não com Bruno Fernandes, em vésperas de poder ser transferido para o futebol inglês.

 

De ver os apanha-bolas no Bonfim de máscara na cara. Teatrinho de péssimo gosto, com os responsáveis sadinos a instrumentalizarem os miúdos na tentativa de prolongarem a telenovela "viral" que foram alimentando ao longo da semana.

 

De continuar a ver o Famalicão à nossa frente. Apesar deste triunfo fora de portas, mantemo-nos na quarta posição, pois a equipa minhota venceu o Boavista.

Com a razão do nosso lado

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A 9 de Maio de 1995, o V. Setúbal recusou adiar o desafio da meia-final da Taça de Portugal com o Sporting. Era um dia em que todos estávamos de luto: o dia do funeral de dois jovens adeptos, o José Gonçalves e o Paulo Ferreira, que haviam morrido 48 horas antes de forma trágica, quando caiu um varandim do estádio José Alvalade.

Nesse funesto dia 7 de Maio de 1995, jogámos com o FC Porto. Foi, infelizmente para nós, o jogo do título - que acabaríamos por perder para os portistas por um golo solitário de diferença. Também não houve adiamento algum apesar das mortes ali ocorridas. Nem sequer se registou um minuto de silêncio, algo vergonhoso.

A 18 de Maio de 1996, o adepto leonino Rui Mendes foi assassinado por um very light disparado de uma bancada onde se concentravam benfiquistas. Em pleno jogo. Vergonhosamente, a partida continuou a disputar-se, em vez de terminar logo ali, com um ser humano alvo de homicídio em pleno Estádio Nacional.

A 20 de Maio de 2018, no mesmo local, manteve-se inalterada a final entre o Sporting e o Aves apesar dos traumáticos acontecimentos ocorridos cinco dias antes, com a invasão da academia da Alcochete e agressões a vários jogadores e elementos da nossa equipa técnica. Mandaria o mais elementar bom senso que o desafio se realizasse, no mínimo, só uma semana depois. Mais uma vez, fomos prejudicados. E saímos derrotados dessa final também de má memória.

 

Recordo estes factos - incluindo a absoluta falta de respeito dos responsáveis sadinos ao negarem o nosso compreensível pedido de adiamento da meia-final da Taça de Portugal em 1995, que aliás acabariam por perder - entre outros exemplos de jogos em que interviemos e que deviam ter sido suspensos ou adiados. Mas não foram.

Vem isto a propósito do V. Setúbal-Sporting, que com gripe ou sem gripe sempre se realiza mais logo. Assim decidiu a Liga de Clubes, que organiza o campeonato. Está decidido.

O Sporting tem a razão moral e estatutária do seu lado. Nada a objectar. Sigamos em frente. Na expectativa de um triunfo no Bonfim.

Amanhã à noite no Bonfim

Amanhã à noite, na terra do choco frito, o Sporting tem a possibilidade de conquistar mais uma vitória e não perder mais pontos para a concorrência directa ao 3.º lugar da Liga, já que melhor do que isso para esta época pelos vistos não vai existir.

Com Neto, Jovane, Fernando e Doumbia de fora por razões conhecidas e Acuña por desconhecidas, foram convocados os seguintes:

Guarda-redes: Luís Maximiano e Diogo Sousa

Defesas: Ristovski, Ilori, Mathieu, Coates, Borja

Médios: Battaglia, Eduardo, Bruno Fernandes, Wendel e Vietto.

Avançados: Plata, Camacho, Jesé, Bolasie, Luiz Phellype e Pedro Mendes

Assim, enquanto esperamos pela noite de amanhã, gostaria de vos perguntar o seguinte:

Silas à parte, e com os jogadores convocados, qual seria o vosso onze e qual a disposição do mesmo em campo?

SL

Deixem-se lá de merdas!

Ah! E tal, o Sporting está a ter falta de fair-play nisto do adiamento do jogo com o Vitória de Setúbal, dizem por aí algumas alimárias e também alguns sportinguistas bem intencionados. Ou anjinhos, direi eu...

Para começo de conversa, segundo o nóvel comendador da Ordem do Infante D. Henrique, Jorge Jesus, o fair-play é uma "treta"! E poderíamos ficar por aqui, que palavra de Jesus é quase como se fosse Deus a tratar do assunto, mas vamos lá ver aqui o que, da parte do Vitória de Setúbal, tem sido a falta do tal fair-play para com o Sporting: 

O ano passado chegámos a Setúbal com uma defesa tão remendada, que nem o pior dos laboriosos pescadores sadinos a usaria como rede para sacar do estuário do Sado um simples charroque. E ainda levámos um gajo mascarado (Petrovic, esse colosso do futebol mundial) para lhes tentar meter alguma cagufa ou assim, ou a ver se tinham alguma comiseração e nos perguntavam se queríamos marcar para outra altura e ficávamos ali por Albarquel no choque frrrite e no Moscatel, numa de amigos e tal. Nada! 

No distante ano de mil nove e noventa e cinco, um lustro antes do final do século, precisamente no dia em que se realizariam as cerimónias fúnebres dos dois adeptos que tinham falecido na queda do varandim em Alvalade num dia de jogo em recepção ao FCPorto, ao pedido de adiamento do jogo que se realizaria nesse dia, os senhores do Vitória de Setúbal responderam com um imenso fair-play: Recusaram o adiamento! Parece que estavam na fase de grupos da Taça de Honra da AFSetúbal, tinham uma eliminatória da Taça das Feiras para disputar e mais uma dúzia de jogos-treino com o Marítimo do Rosário;

Há tempos parece que andavam com falta de graveto para cumprir as suas obrigações. Consta que clube amigo lhes terá oferecido o carcanhol para pagarem as continhas. Como eu não acredito em teorias da conspiração, não acredito que tivessem que ter pago algum favorzito pela disponibilidade, mas que diabo, será isso fair-play para com os outros desgraçados que estão com a corda na garganta pelas mesmas razões? E os que por causa dessa atitude desinteressada desceram de divisão? Esses então devem apreciar esse fair-play a montes!

Agora dizem que está tudo engripado e que não podem jogar e querem que a gente seja amiguinhos... Perguntem ao Ristovski o que é ser alvo do fair-play do Vitória de Setúbal, que ele foge mais depressa do que da Academia em dia de invasão.

 

Pá, deixem-se lá de merdas, bagaço quente com açúcar que isso passa!

Prognósticos antes do jogo

O V. Setúbal, com 36 jogadores inscritos na Liga, parece ter alguns titulares habituais impossibilitados de entrar amanhã em campo para defrontar o Sporting. Os dirigentes daquele clube reivindicam o adiamento do jogo e alegam que só têm dois elementos disponíveis, estando os restantes afectados por um forte surto gripal.

Utilizo o termo parece porque o director clínico de Alvalade foi impedido pelos dirigentes sadinos de se inteirar in loco da situação, e o V. Setúbal recusou-nos o acesso ao boletim clínico mais detalhado do seu plantel, além de haver informações fidedignas sobre a participação de 14 jogadores, pouco ou nada engripados, no mais recente treino realizado no Bonfim. O que não tem impedido os dirigentes sadinos de atacar o Sporting, entre inflamadas acusações de cinismo e hipocrisia.

À hora a que escrevo, mantêm-se o dia e a hora inicialmente agendados: esta partida tem início previsto para as 20.30. Venho, portanto, pedir os vossos prognósticos. E, se quiserem, também as vossas reflexões sobre a polémica que tem rodeado este jogo.

Naufrágio no Sado

Mais uma vez desafiei o bom senso e rumei ao Bonfim, para observar a cores e ao vivo um desafio muito disputado, à chuva e num terreno pesado, e com uma daquelas arbitragens manhosas e medíocres que sempre nos aparecem nestas ocasiões.

Acabei por assistir ao jogo com um bilhete comprado por 4€ e 85 cêntimos (era o que tinha trocado) a um adepto vitoriano que tinha desistido de ir ao jogo, em pé e à chuva, porque cobertura não havia e as cadeiras estavam encharcadas, no meio dos poucos vitorianos que não levaram a mal que berrasse o golo do Bas Dost. E no final lá fui ao choco frito do Leo, carpir as mágoas.

O Bonfim para o Sporting não costuma ter bom fim. É um facto.

Como diz o nosso presidente, o Sporting tem de olhar para dentro e analisar os erros que está a cometer nestas viagens a terras pequenas, onde clubes a lutar pela descida entram para o campo com a lição bem estudada e com confiança que vão sair com pontos. 

E quais são os principais erros que vejo neste tipo de jogos cometidos pelo Sporting de Keizer, não falando dum ou outro jogador que aqui e ali faz por demonstrar que não tem a categoria mínima para vestir a nossa camisola?

Erro 1 - Não marcar primeiro. O Sporting não pode entrar em campo amolecido, avançando linhas alegremente, deixando os centrais desprotegidos, e levar com um golo no contra-golpe depois de falhar uma ou outra oportunidade. Depois do adversário marcar primeiro, o campo torna-se mais pequeno, a confiança deles exponencia-se, o público da casa empolga-se, o tempo passa, os adversários caem redondos no chão ao mínimo toque, o árbitro ajuda à festa e fica tudo mesmo muito complicado. Tem de entrar controlando a bola e o jogo, não dando hipóteses a qualquer golo contrário. E marcar primeiro.

Erro 2 - Discutir com os árbitros. Parece uma praga que este ano invadiu Alvalade, a começar pelos capitães Nani e B. Fernandes, a que se juntou o mau exemplo de Beto, e com extremos naqueles que vivem intranquilos com a hipótese de transferência no mercado de inverno, Acuña e Ristovski. Não falando no Jefferson. Quantos amarelos e vermelhos já viram esta época os jogadores do Sporting por discutirem com os árbitros? E quanta desfocagem e desconcentração isso causa durante o jogo? E qual é o resultado positivo da discussão? Isto tem de acabar duma vez por todas, a bem ou a mal, o prejudicado é o Sporting.

Erro 3 - Rotatividade. Se há posições que requerem estabilidade, GR, DCs, PL, MC/6, nas restantes o desgaste é tremendo e não podem jogar sempre os mesmos, arrastando-se em campo e tomando más decisões por fadiga também mental. Existe a competitividade interna e o bom ambiente de todos se sentirem úteis. 

E assim ficámos a 5 pontos do Benfica antes do dérbi de Alvalade...

SL

A mesma sina de sempre !!!!

Nas vésperas dos jogos, daqueles que apelidamos de especiais, perdemos sempre pontos. Esta sina já vem de longe e hoje mais uma vez aconteceu em Setúbal. Podemos atribuir isso a vários fatores, agora, depois do jogo terminar mais fácil se torna comentar aquilo que se viu. Uma coisa foi por demais evidente, não quisemos resolver a partida na primeira parte. Sempre lentos, sem qualquer fio de jogo, pensando que com um Vitória tão fraco, o golo iria aparecer. Efetivamente apareceu, mas na nossa baliza, onde um Ristovski completamente desorientado, deixa ao lento e lesionado Petrovic, defesa central por empréstimo a responsabilidade de o ir cobrir e obviamente foi "faca em manteiga". Depois, o habitual nestas coisas, ou seja, correr atrás do prejuízo. Mais esforço físico, menos discernimento, mais atabalhoamento nas jogadas e um artista vestido de vermelho a complicar mais as coisas. Como é que um lance plausível de ser considerado conduta violenta, com expulsão do jogador do Vitória, é transformado depois de muita "arte", convertido na expulsão do nosso defesa direito? É criticavel, é, não devia ter falado com o senhor de vermelho, não, agora desafio alguém que leve uma cotovelada daquelas a manter a serenidade e não dizer absolutamente nada . Eu não conseguia. E assim ficamos a jogar com dez. Depois, foi o tudo ou nada... podíamos ter ganho, mas também podíamos ter perdido, naquela infantilidade do Nani, valendo-nos mais uma vez Renan. E mais uma vez a mesma sina de sempre!!!

Rescaldo do jogo de hoje

Não gostei

 

 

De ver o Sporting perder mais dois pontos na Liga 2018/2019. Hoje viemos de Setúbal com um magro e medíocre empate: 1-1. Sofremos um golo logo aos 24' e estivemos quase uma hora em desvantagem: o nosso golo ocorreu apenas aos 80'.

 

Da nossa primeira parte. A equipa arrastou-se no terreno com movimentos lentos, previsíveis, trocando a bola sem intenção atacante, com deficiente entrosamento colectivo, demorando imenso a aproximar-se da baliza adversária. Pode dizer-se que demos 45 minutos de avanço ao onze opositor: o Vitória de Setúbal só pode agradecer.

 

Dos lances desperdiçados por Bas Dost. O holandês está muito longe da sua melhor forma física. Isto ficou bem evidente na forma como desperdiçou dois soberbos cruzamentos de Jefferson quando se mantinha o empate a zero: o primeiro aos 9', o segundo aos 12'. Centros teleguiados, dirigidos à cabeça de Dost, que num caso atirou por cima e no outro rematou à figura. Se qualquer destas bolas tivesse entrado, a história do jogo seria muito diferente.

 

Das mudanças forçadas. Marcel Keizer fez quatro alterações ao onze titular da final da Taça da Liga, três das quais por imposição das circunstâncias: André Pinto, lesionado, deu lugar a Petrovic, central improvisado que jogou com máscara após ter fracturado o nariz na partida anterior; Jefferson alinhou no lugar de Acuña, que vai deixar Alvalade; Idrissa Doumbia, reforço de Inverno, alinhou de início na posição 6 por impedimento de Gudelj, ausente por acumulação de cartões. A quarta alteração - nada feliz - foi a entrada de Diaby como titular, o que deixou Nani fora do onze inicial. O internacional português acabaria por entrar só aos 63', substituindo Raphinha, quando a equipa já estava a jogar só com dez.

 

De Diaby. Uma nulidade. Permaneceu os 90 minutos em campo sem que ninguém vislumbrasse porquê. Desgarrado da manobra colectiva, submetendo-se às marcações, sem capacidade de criar desquilíbrios nem de abrir linhas de passe, o maliano passou ao lado do jogo. Com Jovane sentado no banco, algo que ainda me intriga mais.

 

Do apitador de turno Há muito tempo que o Sporting não era tão prejudicado por uma arbitragem. Aos 10', Helder Malheiro já estava a mostrar o primeiro cartão amarelo, a Petrovic, por falta que ninguém descortinou, condicionando assim o jogador, que actuava numa posição que não costuma ser a sua. Seguiu-se a exibição de mais cinco amarelos, vários dos quais de todo incompreensíveis - a Raphinha (30'), Jefferson (45'), Bruno Fernandes (50'), Coates (86') e Luiz Phellype (89'). Mas o pior ocorreu aos 55', quando mostrou um cartão vermelho directo a Ristovski, vítima de uma falta violenta não sancionada. O macedónio, atingido no sobrolho esquerdo pelo cotovelo de um adversário impune, ficou de imediato com um impressionante hematoma, exprimindo verbalmente a sua dor. Malheiro, em vez de castigar o prevaricador, mandou o nosso para a rua, interferindo no destino da partida: actuámos durante mais de 40 minutos só com dez jogadores.

 

Do golo sofrido. Aconteceu aos 24', numa rapidíssima jogada de contra-ataque do Vítória, com Ristovski apanhado muito fora de posição e Petrovic incapaz de acompanhar a passada do setubalense Cádiz, autor de um disparo sem hipóteses de defesa para Renan. Cifra nada lisonjeira: há 21 jogos consecuticos que sofremos golos fora de casa. Alguma equipa conseguirá ser campeã assim?

 

Da má condição física. Com a chuva a cair durante grande parte do jogo e o terreno muito enlameado, aumentou o desgaste dos nossos jogadores, na sequência da extenuante final da Taça da Liga. Teremos menos 24 horas de descanso do que o Benfica, o que pode desequilibrar contra nós, logo à partida, o clássico de domingo em Alvalade frente aos encarnados. Não augura nada de bom.

 

De vermos o segundo lugar cada vez mais distante. Já tínhamos abandonado, uma vez mais, qualquer ilusão de discutirmos o título de campeão nacional. Acontece que, depois destes dois pontos perdidos no Bonfim, também o segundo posto parece mais inalcançável. Defrontaremos o Benfica, daqui a quatro dias, com menos cinco pontos do que a turma adversária - já sem dependermos de nós próprios para atingirmos um lugar que nos permita sonhar com a Liga dos Campeões. E seguimos dez pontos atrás do FC Porto.

 

 

 

Gostei

 

Da ver Dost regressar aos golos de bola corrida. Tardou mas aconteceu: na sequência de um remate de Bruno Fernandes com defesa incompleta do guarda-redes sadino, o holandês meteu a bola lá dentro, com um bom gesto técnico, praticamente de costas para a baliza. Redimiu-se assim, mas só em parte, dos dois falhanços do início do jogo.

 

De Bruno Fernandes. Foi um dos mais inconformados, um dos mais insatisfeitos, um dos mais lutadores. Bateu bem livres e cantos, fez alguns passes longos a desmarcar colegas, interveio no lance do golo. E quase marcou, com uma bomba disparada aos 90´+1. Merecia esse golo.

 

De Coates. Sem Mathieu e André Pinto (ambos lesionados), seus habituais parceiros no eixo da defesa, actuando com um improvisado central a seu lado e tendo à sua frente um médio defensivo em estreia absoluta pelo Sporting, foi um gigante neste sector. Com cortes providenciais aos 12', 45', 65', 87' e 90'+2. Ganhou ainda mais influência após a expulsão de Ristovski, o que o forçou a atenção redobrada para acudir às dobras. Nos últimos minutos, o treinador mandou-o jogar lá na frente, confiando nele para marcar o golo da vitória. Só faltou isso ao uruguaio, que para mim foi hoje o melhor da nossa equipa.

 

Da estreia de Idrissa Doumbia. Não deslumbrou, nem se esperava que o fizesse, no relvado empapado do Bonfim. Mas revelou bons pormenores, sobretudo no capítulo técnico, nesta sua estreia de verde e branco, mostrando-se confiante e desinibido. É cedo para um veredicto definitivo, mas esta primeira impressão foi positiva. Saiu aos 63', quando Keizer se viu forçado a mexer na equipa após a expulsão de Ristvoski.

Os melhores prognósticos

Houve muitos prognósticos, não faltando até quem antevisse goleadas em Alvalade, mas apenas dois leitores acertaram. Ou antes: uma leitora, a CAL, e um leitor, o FMJC. Ambos anteciparam a vitória do Sporting contra o V. Setúbal por 2-1. Embora nenhum tivesse adivinhado que seria Nani o marcador dos nossos golos.

Aproveito para sublinhar que, em apenas duas semanas, FMJC já acumula dois registos certeiros nestas rondas de prognósticos. "Entrou em campo" cheio de pedalada. 

Tudo ao molho e FÉ em Deus - Made in Sporting

Para quem ainda tivesse dúvidas, esta semana provou que o Sporting é um clube formador, uma (os meus amigos benfiquistas que pensam ter descoberto a pólvora que me desculpem) Universidade. Clássica, por sinal, tal a discussão de Direito que ocorre nas nossas instalações. Também temos uma Faculdade de Economia, com mestrado em finanças, a funcionar praticamente 24 horas por dia, 365 dias por ano. Até nisso somos um "case study": quem diria que houvesse tantos especialistas entre os sportinguistas, estando Portugal em 111º lugar (entre 144 países), atrás do Chade ou do Burkina Faso, da Mongólia ou do Turquemenistão, num Ranking de Literacia Financeira elaborado pela prestigiada Standard&Poor? Adicionalmente, os sportinguistas vivem na expectativa dos comunicados à CMVM ou à CMTV ou lá o que é. Muito de vez em quando, lembramo-nos de que somos um clube desportivo, com grande vocação eclética e de aposta na Formação. Ontem, numa dessas raras ocasiões em que nos focamos na nossa missão, houve futebol em Alvalade. E mais de 40.000 não se esqueceram...

 

O jogo não foi bom, nem foi mau (afinal, ganhámos), foi antes uma coisa em forma de assim, como diria O`Neill. Assim-assim, mas não assim sim, pelo menos até ao momento em que o jovem Cabral (Jovane) descobriu o caminho marítimo até ao último portinho (da Arrábida) defendido pelo irmão do nosso Tobias ("or not" Tobias, Figueiredo, actualmente o xerife da defesa do Nottingham), Cristiano. Nani completou a ancoragem. Aliás, não deixou de ser irónico que os jogadores mais influentes em campo tenham sido exactamente os dois únicos formados em Alvalade. À atenção de todos os dirigentes e treinadores que têm passado pelo clube na última década, antes da chegada provável do próximo contingente de "ic(s)". 

 

O Sporting começou o jogo com o entediante sistema de duplo-pivot no meio-campo, algo que consiste, na prática, numa improvisada forma de jogarmos com menos um. De facto, com Misic (ou Petrovic) ao seu lado, Battaglia anula-se. Sem ele, solta-se e a equipa volta a jogar com onze. Mas, os nossos problemas não terminam aí. Jefferson, regressado a Alvalade, continua apostado em ligar o complicómetro (será que não dá para pôr uma providência cautelar, a fim de evitar que entre em campo nestas condições?) e Acuña mostra grande apatia (para não dizer azia) e o treinador vislumbra nele qualidades de interior. Se juntarmos a isto a, provavelmente, pior exibição de Bruno Fernandes (pareceu ter um problema no pulso, mas pode ter sido só um tique) de leão ao peito e as visíveis limitações físicas de Bas Dost, então se percebe porque qualquer adversário se assemelha a um gigante Adamastor. Adicione-se a oferta de Salin, no golo sadino, e a tarefa torna-se quase ciclópica, para mais quando do outro lado está um treinador que, desta vez sem precisar de recorrer a cambalhotas, consegue anular o nosso melhor jogador (Bruno Fernandes).

 

A nossa equipa vive de individualidades. Durante a maior parte do jogo, o Sporting não conseguiu produzir mais do que dois/três passes seguidos em progressão(!!!). Valeu o lance de inspiração de Nani que abriu o marcador, a jogada que deu origem ao segundo golo - com especial ênfase na temporização e centro perfeito de Jovane Cabral - e mais dois lances de bola parada que terminaram com a bola a beijar a barra da baliza vitoriana. Há jogadores como Lumor e Raphinha - ambos à espera de uma oportunidade para entrarem na equipa - que poderiam trazer outra velocidade ao nosso jogo, pois em termos de imprevisibilidade só podemos actualmente contar com a destreza técnica de Bruno Fernandes, Nani ou de Jovane. Geraldes já não mora aqui e Wendel ainda estará a aprender mandarim - para quê(?), ninguém sabe, ninguém responde -, razões pelas quais o nosso miolo (do campo) tem pouco "fermento". Salvam-se a qualidade de Coates e de Mathieu e a abnegação e comprometimento de Ristovski com o jogo, para evitar males maiores. Mas, de todas as insuficiências e até equívocos que ontem saltaram à vista, se pudesse alterar algo seria a dupla de pivots. Que bom seria que Peseiro lesse o poeta (Régio) quando diz "não sei por onde vou, não sei para onde vou, sei que não vou por aí!". Enquanto tal não acontece, lá nos vamos safando com a qualidade de Bruno, Dost e da prata da casa. Nani e Jovane. "Made in" Sporting. Dá que pensar, não dá?

 

Tenor "Tudo ao molho...": Luís Nani

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