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És a nossa Fé!

Rochinha

Até há pouco, andávamos a contratar em Braga. Agora continuamos virados para o mercado minhoto, mas em Guimarães. Depois de Edwards, Rochinha está quase a chegar. Tem 27 anos, era capitão do Vitória e na época passada fez sete golos e quatro assistências.

O que pensam deste extremo formado no FCP e no SLB que deverá desembarcar em Alvalade por 2 milhões de euros (por 90% do.passe)?

O melhor prognóstico

Dois veteranos destas rondas de palpites sagraram-se vencedores na jornada que passou - a 27.ª do campeonato. O Sporting foi vencer 3-1 a Guimarães, resultado aqui antecipado pelos nossos caros leitores Leão de Queluz e Leão do Fundão, tendo ambos apostado em Paulinho como um dos marcadores.

Aplicado o critério do desempate, em cima da linha da meta, atribuo a vitória a Leão de Queluz, que mencionou também Sarabia como marcador de outro golo. Só lhe faltou prever o golo inaugural de Edwards pelo Sporting para o palpite ter sido perfeito.

O dia seguinte

Muita coisa para dizer sobre o jogo de ontem na bela cidade de Guimarães, num calmo dia de Março que podia ter servido para muito mais não fosse a estupidez duns quantos, uns desgraçados da vida e outros que até chegaram a governantes ou a detentores de cargos importantes.

A última vez que tinha estado no estádio do Vitória de Guimarães foi em 25 de Maio de 1980. A Wiki Sporting não me deixa mentir: foi naquele jogo em que o Sporting, ganhando por 1-0 por um autogolo de Manaca completamente casual (daquilo de que me recordo mesmo por detrás daquela baliza), que nos conduziria ao título há muito esperado sob a mão do ex-capitão Fernando Mendes, seis anos depois daquele do tempo de Yazalde e Mário Lino. No fundo foram dois títulos pela mão de dois grandes jogadores e perfeitamente conhecedores do clube e do balneário.

Jornada épica no comboio Verde, com animação a cargo dos Vapores do Rego, mudança de comboio em Trofa para um de linha estreita. Recordo-me de passar a velha ponte D. Maria pernas de fora na volta, sentado na porta de entrada do vagão, a ponte a tremer de todos os lados. Muita Super Bock completamente choca a acompanhar a viagem.

 

Desta vez cheguei ao estádio para comprar bilhete e depressa percebi que bilhetes não havia para vender. O Sporting tinha ficado com uns poucos milhares para a "gaiola", o resto era para os sócios do Vitória.

Depois parece que havia uma campanha em que, gastando 15€ na Loja, se tinha direito a um bilhete de acompanhante. Com algum jeitinho lá arranjei as coordenadas do cartão de sócio da funcionária, e em troca da compra de seis garrafas dum vinho verde branco, que ainda não provei mas deve ser bom, lá tive um bilhete grátis para a Central dos Sócios, mesmo por detrás do banco do Rúben Amorim. O que foi óptimo: o carro ficou estacionado mesmo em frente da porta, o bilhete não passou no torniquete, mas depois duma conferência complicada do responsável da segurança com a central lá me deixaram entrar.

Um minuto antes do fim, perdendo eu a hipótese de ver ao vivo o golão do Edwards, lá fui andando para Lisboa, com um fogo de artifício pelo caminho nos arredores de Guimarães, chegando a casa cerca das 3h30. Depois já pude, mais tranquilamente, rever o que tinha acontecido no estádio.

 

Ou seja, num jogo com todas as condições para ter o estádio cheio de adeptos das duas cores, bilhetes não havia para vender. Os adeptos do Sporting tinham de ir para a gaiola conviver com a malta das drogas, das tochas e dos petardos, bem próximo de onde estava a jagunçada (delinquintes e marginais nas palavras dum radical do Vitória da minha zona) e cujas provocações mútuas deram origem ao bombardeio de cadeiras e depois à carga policial sobre os tais delinquintes.

Leio n´A Bola que a nova administração do Vitória se pôs ao lado dos tais delinquentes, se calhar foram eles que os elegeram. Pena ver um clube com tanta juventude e entusiasmo estar entregue a tal gente. E um editorial do lampião José Manuel Delgado, muito incomodado com a vitória do Sporting, acompanhado duma fotografia que desmente tudo aquilo que diz. Não havia mulheres, crianças e idosos naquele sector, havia apenas um bando radical para onde deve ter ido um jovem que bem perto de mim no café, fato de treino e boné do Vitória ao lado, se gabava de com dois autocarros cheios de malta deles não terem medo de ninguém.

Jovem que bebia café com um casal com criança ao lado. Não sei o que aconteceu depois do jogo, não fiquei lá para ver.

 

Muito disto deriva dum Secretário de Estado incapaz e dum presidente da Liga de Clubes que apenas quer saber de inaugurações e croquetes, tudo o resto passa-se ao lado, porque ele quer é o dele. Em vez de expurgar o lixo humano que contamina os estádios, o triste Cartão do Adepto apenas conseguiu fazer dispersar o mesmo pelas diferentes bancadas, com cada bando a procurar o melhor sítio para as suas actividades mais ou menos marginais. 

Depois isto transmite-se para o campo. O Pepa quis ser o Sérgio Conceição, mas isso é como ir ao Calor da Noite sem ter mesa marcada, é só para alguns.

Assim a sua equipa cheia de atitude foi somando amarelos por faltas que os mereceram e vendo as suas palhaçadas não surtirem o efeito devido, ainda com o agravante de serem expulsos por fazerem o que o Sérgio faz sem problema nenhum.

 

Sobre o jogo em si, foi preciso uma defesa do Sporting extraordinariamente competente para termos saído de Guimarães com os três pontos. O Sporting entrou a dominar mas inconsequente no ataque, duma bola perdida nasce um contra-ataque que o ponta de lança do Vitória aproveitou com mestria para marcar. O Sporting não se desorientou, desperdiçou oportunidades mas conseguiu ir para o intervalo empatado num penálti escusado do jogador do Vitória.

Na segunda parte o Vitória entra bem, o comando do jogo fica repartido até Amorim substituir um cansado Slimani por um fresco Pedro Gonçalves, e a partir daí só deu Sporting. O golão do Edwards apenas fez justiça ao diferencial enorme de oportunidades de ambos os lados, incluindo um penálti que ficou por marcar sobre Sarabia.

 

De qualquer forma, grande arbitragem dum árbitro que seria incapaz de fazer o mesmo se do outro lado, em vez do Vitória, estivesse o Porto.

Assim cumprimos a nossa obrigação de vencer num estádio difícil, contra uma equipa bem orientada e que contou com uns adeptos entusiastas que a poderiam ter conduzir a outro resultado.

 

#JogoAJogo

SL

Rescaldo do jogo de ontem

Gostei

 

Da reviravolta operada em Guimarães. Estivemos a perder desde o minuto 23, na única falha colectiva da nossa equipa no plano defensivo, mas fomos capazes de dar a volta. Chegando ao empate mesmo à beira do intervalo e fazendo dois excelentes golos no segundo tempo. Há 13 anos que não conseguíamos virar o resultado neste estádio, sempre difícil para as equipas forasteiras. Após este triunfo por 1-3, levamos agora 67 pontos na classificação do campeonato, aumentando a pressão sobre o FC Porto.

 

De Paulinho. Destacou-se como melhor Leão em campo. Vai no segundo jogo consecutivo a marcar - e desta vez merece nota artística sem qualquer discussão, com um golo de letra aos 70'. Batalhou muito, abriu espaços, baralhou marcações - sobretudo desde que Rúben Amorim trocou Slimani por Pedro Gonçalves, devolvendo-o ao centro do ataque. O golo fez esquecer uma perdida aos 56', quando falhou o chapéu ao guarda-redes ao encaminhar-se isolado para a baliza.

 

De Pedro Gonçalves. Era a arma secreta do treinador. E funcionou nesse papel. Em campo desde o minuto 56, abriu linhas de passe e teve o condão de confundir a defesa vitoriana, já desgastada e condicionada por três amarelos. É de uma jogada de insistência dele, junto à linha final, que nasce a assistência para o nosso segundo golo. 

 

De Sarabia. Outra partida em excelente nível neste seu regresso ao onze titular. Chamado a converter o penálti, não vacilou na linha dos 11 metros, inaugurando o marcador. Tem intervenção directa no segundo golo, viu o guarda-redes negar-lhe outro e ainda sofreu falta para grande penalidade que ficou por assinalar aos 58' - aqui o erro é sobretudo do vídeo-árbitro. Como se já não fosse pouco, ainda esteve na origem de dois amarelos exibidos a jogadores adversários que o travaram à margem das regras.

 

Da estreia de Edwards a marcar de Leão ao peito. O ex-vitoriano desta vez ficou de início no banco. E só entrou aos 86' - aliás brindado com generosos aplausos de muitos adeptos da equipa da casa, lembrando as duas épocas e meia que passou em Guimarães. Mas apareceu a tempo de marcar o primeiro golo ao serviço do Sporting. Um golaço, em arco ao ângulo superior esquerdo da baliza, sem hipótese de defesa. Aconteceu aos 90'+8: a partida terminava da melhor maneira para nós.

 

De termos agora três jogadores entre os melhores artilheiros da equipa. Acontece pela primeira vez nesta temporada: Pedro Gonçalves, Sarabia e Paulinho estão igualados no topo dos goleadores leoninos - todos com 14 já marcados em diversas competições. Uma "luta" que vale a pena ir acompanhando com atenção.

 

De Bruno Varela. Não costumo destacar jogadores da equipa adversária, mas abro uma excepção para elogiar o guardião vitoriano, um dos melhores portugueses na sua posição. Sem ele, a nossa vantagem teria sido mais dilatada. Com grandes intervenções, negou golos a Sarabia (21'), Slimani (27') e Paulinho (62'). Merece elogio.

 

De consolidarmos o nosso estatuto de equipa menos batida. Em 27 jornadas da Liga 2021/2022, apenas 17 golos sofridos. Menos dois que o FC Porto, líder da prova, e menos sete que o Benfica quando estes nossos dois rivais ainda não jogaram.

 

 

Não gostei

 

Dos 23 minutos em que estivemos a perder. Entre o golo marcado por Estupiñán aos 23' e o empate estabelecido por Sarabia já no tempo extra da primeira parte, concedemos demasiada iniciativa de jogo ao Vitória, sempre muito incentivado pelo seu público. No segundo tempo voltou a haver períodos ocasionais de predomínio vimaranense, embora inconsequente: a nossa equipa fechou-se bem atrás, apostando sem complexos no contra-ataque que produziu bons frutos. 

 

De Matheus Nunes. Volta a fazer uma partida muito apagada, em que foi incapaz de revelar todos os seus dotes técnicos que chegaram a merecer um elogio público do treinador do Manchester City. Demasiado remetido à linha esquerda, foram raros os desequilíbrios que conseguiu criar no meio-campo, exceptuando um bom cruzamento aos 57'. Dele espera-se muito mais.

 

De Nuno Santos. Outro jogador em défice exibicional. Tirando um centro bem medido para Slimani, que só Varela impediu que se transformasse em golo, esteve muito discreto na sua missão de municiar o ataque a partir do corredor esquerdo. Ao falhar o domínio de uma bola, permitiu o rápido contra-ataque de que resultou o solitário golo vimaranense. Parece longe da melhor forma física.

 

Da ausência de Porro. O internacional espanhol voltou a ficar fora do onze titular por debilidade física, desta vez queixando-se de uma tendinopatia na anca direita. Uma ausência que forçou Amorim a trocá-lo por Esgaio, jogador claramente mais limitado no plano ofensivo, o que afectou o nosso rendimento colectivo.

 

Dos desacatos nas bancadas. Já na metade final do segundo tempo, o jogo esteve interrompido mais de seis minutos devido a uma intervenção musculada da polícia de intervenção que distribuiu bastonadas a eito, forçando a evacuação de parte da bancada central do estádio. Os adeptos vitorianos responderam arremessando largas dezenas de cadeiras. Já antes tinham brindado alguns jogadores com uma chuva de isqueiros. Cenas lamentáveis num estádio que começa a ficar tristemente célebre pela falta de civismo de muitos espectadores, havendo também a suspeita de que a polícia terá revelado excesso de zelo naquela actuação.

Amanhã à noite em Guimarães

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Desta vez um pouco atrasado, mas por boa causa, um dia ocupado em terras do Minho que incluiu a ida a Viana de Castelo ver a nossa equipa de voleibol feminino disputar (e perder) o acesso à final da Taça da modalidade, fica aqui a rubrica sobre a visita de amanhã a casa do Vitória de Guimarães, onde também conto ter a sorte de estar presente. Já lá não ia desde aquele célebre jogo que nos deu o título há muitos anos, uma viagem épica no comboio Verde bem regada a Super Bock.

Com Pepa ao comando do adversário vamos encontrar dificuldades e ter um árbitro de encomenda que apita de ouvido e que nos castigará ao mínimo pretexto. Vamos ter que dar 110€ para terminarmos com a vitória.

O 3-4-3 post-Slimani já deu provas de ser o sistema de futuro do Sporting. Um primeiro ponta de lança possante e experiente na ocupação dos espaços, um segundo a jogar como interior dum dos lados mas a entrar na área confundindo marcações e fazendo dupla com o primeiro, e o outro interior mais dedicado à assistência e ao remate de meia distância. Agora com Sarabia, amanhã com Pedro Gonçalves, sendo que este é de origem um médio atacante e pode sempre jogar como tal. E ainda temos Edwards, que tem sido uma bela surpresa.

 

Sendo assim, prevejo que o Sporting apresente de início o seguinte onze:

Adán; Inácio, Coates e Matheus Reis; Porro, Ugarte, Matheus Nunes e Nuno Santos; Sarabia, Slimani e Paulinho.

Concluindo,

Amanhã o Sporting entra em Guimarães para conquistar mais 3 pontos perante o Vitória daquela cidade.

Considerando o sistema táctico de Rúben Amorim, qual seria o vosso onze?

 

#JogoAJogo

SL

Prognósticos antes do jogo

É já amanhã, a partir das 20.30: vamos defrontar o V. Guimarães, em casa do adversário -- um dos estádios mais difíceis da Liga portuguesa. Só o triunfo nos interessa neste embate com o aguerrido Vitória se quisermos manter acesa a esperança de conquistar o bicampeonato que nos foge há  70 anos. 

Em Alvalade, na primeira mão, vencemos por margem mínima (1-0). Devemos a Coates estes três pontos, alcançados a 30 de Outubro. 

Na época anterior, quando seguíamos embalados para o título, a vitória em Guimarães foi muito mais expressiva: 0-4. Com golos de Pedro Gonçalves (2), Nuno Santos e Jovane. Fazendo esquecer a triste derrota, por três golos sem resposta, que lá sofremos na temporada 2014/2015. 

E desta vez, como vai ser? Aguardo os vossos prognósticos para este V. Guimarães-Sporting.

Os melhores prognósticos

Seis dos nossos leitores acertaram no resultado do recente Sporting-V. Guimarães (1-0). Refiro-me a António Pedro, David RodriguesLeoa 6000, Leão do Algarve, Luís Barros e Pedro Batista

Parabéns a todos. E em especial aos dois que se sagraram vencedores desta ronda de prognósticos: Leão do Algarve e Luís Barros, que não previram só o desfecho desta partida mas também o nome do marcador. Esse mesmo, o grande capitão leonino Sebastián Coates. Que está de parabéns também.

O dia seguinte

Complicado mesmo classificar o jogo de ontem em Alvalade. Ainda agora estou a tentar perceber se o Sporting passou ao lado duma goleada ou safou-se dum empate, num excelente jogo de futebol em que as duas equipas estiveram francamente bem.

Por um lado podia ter sido uma goleada. Dois golos anulados por fora de jogo de poucos centímetros, Pedro Gonçalves falhou um golo cantado, Coates, Matheus Nunes e Paulinho também.

Por outro, conseguindo aguentar o 0-1, o Vitória de Guimarães esteve sempre a ameaçar qualquer coisa, sempre organizado e a tentar entrar na área do Sporting em tabelinhas difíceis de travar.

Desta vez o 3-4-3 do Sporting deu cartas enquanto os 3 da frente tiveram penas para fazer pressing à saída de bola adversária. Quando quebraram, todo o resto da equipa começou a viver em trabalhos forçados. Mas faltou a esse trio capacidade de concretização, falhava-se no remate quando se podia passar, falhava-se do passe quando se podia rematar, centrava-se para as pernas dos adversários em vez do espaço vazio a solicitar a entrada dum colega. Tudo isso, menos nos dois golos anulados, esses sim em que tudo foi bem feito.

Toda a equipa esteve muito bem, mas Seba "El patrón" Coates esteve mais uma vez a um nível superlativo. 

Resumindo, o Sporting ganha com um golo de Coates assistido por Paulinho. E foram mais 3 pontos na Liga, já na liderança repartida com o Porto, dado que o Jesus anda a dar minutos a uns Schelottos quaisquer que foi desencantar algures.

 

#OndeVaiUmtodos

SL

Rescaldo do jogo de ontem

Gostei

 

De ver o Sporting somar mais três pontos. Outra vitória, desta vez em Alvalade contra o V. Guimarães, Triunfo tangencial, por 1-0, conseguido aos 31' e que podia e devia ter sido ampliado. Mas o objectivo principal foi alcançado. Contra uma equipa que dias antes tinha imposto um empate ao Benfica para a Taça da Liga.

 

De Coates. Valeu-nos três pontos, pelo segundo jogo consecutivo do campeonato. Novamente da forma que já o celebrizou: elevando-se acima da barreira defensiva adversária, na sequência de um canto, e cabeceando com êxito, sem hipótese para o guarda-redes Bruno Varela. Na retaguarda, manteve-se firme no comando da excelente organização defensiva do Sporting. Com cortes preciosos, como o que fez aos 69, já no chão, na melhor oportunidade do Vitória. Melhor em campo, a figura do jogo.

 

De Sarabia. Vem melhorando de jogo para jogo. Cada vez mais influente na nossa organização ofensiva, já lidera nas assistências para golo deste Sporting 2021/2022. Ontem foi dele o canto de que viria a resultar o impecável cabeceamento de Coates. Bom entendimento com Matheus Reis na ala esquerda. De um desses lances, aos 27', resultou um golo de Pedro Gonçalves, anulado por fora-de-jogo milimétrico. Ele próprio viria a marcar outro, aos 44', igualmente invalidado por deslocação.

 

De Matheus Reis. No jogo anterior, foi central do lado esquerdo. Desta vez actuou como ala. E mostrou-se em boa forma. Competente a defender (na segunda parte travou duelos com Ricardo Quaresma) e sobretudo acutilante a atacar. Tentou também o golo com um remate forte aos 56'. Aos poucos vai agarrando a titularidade.

 

De Adán. Nos momentos cruciais, podemos contar com ele. Voltou a acontecer nesta partida: duas magníficas defesas na fase inicial do encontro, aos 11' e aos 12' - primeiro a soco, aliviando a pressão, depois impedindo com brilhantismo um remate de Händel que levava selo de golo. Voltou a distinguir-se aos 77', agarrando a bola num momento de grande perigo para as nossas redes.

 

De Palhinha. Por vezes dá pouco nas vistas, mas a eficácia está sempre lá. Voltou a ser o principal recuperador de bolas no nosso meio-campo defensivo, com notável capacidade de entrega ao jogo. Nunca dá um lance por perdido. Venceu o duelo com André André, quase sempre incapaz de passar por ele.

 

De Matheus Nunes. Cada vez mais solto, cada vez mais confiante, cada vez com mais personalidade. Boa parte dos nossos lances ofensivos teve início nos pés dele. De arrancadas suas travadas em falta resultaram dois cartões amarelos para jogadores do Vitória - Tiago Silva e Borevkrovic. Brilhou em jogada individual desenrolada no meio-campo, aos 35', superando quatro adversários na condução da bola. 

 

De Porro. Está a voltar à sua melhor forma após um períogo de menor fulgor. Os centros mais perigosos partiram dele, aos 14', 18', 40', 48' e 70'. Em dinâmica incessante. Parece ter uma energia inesgotável.

 

De termos subido na classificação. À décima jornada, estamos já no topo da Liga. Com 26 pontos - em igualdade pontual com o FC Porto. Ultrapassámos o Benfica, que ontem empatou no Estoril. Repete-se a dinâmica da época passada, mantendo-se incólume o sonho máximo de todos os adeptos: a conquista do bicampeonato que nos foge há 67 anos.

 

De continuar a ver o Sporting invicto. Em casa, já somamos 33 jogos seguidos sem derrotas para o campeonato. E ganhamos há cinco partidas consecutivas. Não é só estrelinha, ao contrário do que alguns dizem. É muita competência, muito mérito. E muito trabalho bem orientado.

 

 

Não gostei

 

Das três oportunidades de golo desperdiçadas. A primeira logo aos 5', por Pedro Gonçalves, que permitiu a intervenção de Bruno Varela. A segunda logo no recomeço da partida, com Matheus Nunes a colocar mal o pé, atirando a rasar o poste. A terceira aos 71', por Paulinho, incapaz de dar a melhor sequência a um passe teleguiado de Nuno Santos. 

 

De ter visto Paulinho outra vez em branco. Décimo jogo da Liga 2021/2022, apenas um marcado - na jornada inaugural, frente ao Vizela. Há nove partidas que permanece em jejum de golos. 

 

Do relvado de Alvalade. Continua em mau estado, agravado com a chuva forte que caiu durante grande parte deste jogo. As condições atmosféricas terão contribuído para a menor afluência às bancadas registada desta vez: só compareceram 21.472 espectadores.

 

Dos assobios a Quaresma. Não gostei de ouvir, num estádio onde o actual extremo vimaranense se sagrou campeão nacional de verde e branco. Tendo feito carreira posterior ao serviço de outros emblemas, nunca emitiu uma palavra de menosprezo para o clube onde se formou e venceu os primeiros títulos. Não merece receber um tratamento hostil em Alvalade.

 

De que só um dos três golos que marcámos tivesse valido. Mas o essencial ficou feito. Seguimos em frente, com as aspirações intactas.

Prognósticos antes do jogo

Agora é assim: andamos a jogar de três em três dias. Logo à noite, a partir das 21.15, recebemos o V. Guimarães. Jogo complicado em perspectiva: a equipa minhota acaba de impor um empate (3-3) ao Benfica na Taça da Liga e entrará certamente moralizada em Alvalade.

Recordo que na época anterior, a 20 de Março, vencemos o Vitória por 1-0 em casa. O golo solitário deveu-se a Gonçalo Inácio. Num desafio que ficou marcado pela estreia de Dário na nossa equipa principal. 

Aguardo então os vossos prognósticos para o Sporting-V. Guimarães de hoje. É mesmo para vencer? E por quantos? E quem marca?

Amanhã à noite em Alvalade

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Voltamos amanhã a Alvalade para mais um encontro da 1.ª Liga, onde seguimos a um ponto do lider. 

Desde que começou a época vamos com 11V, 2E e 2D para todas as competições onde estamos envolvidos, as únicas derrotas ocorreram contra duas grandes equipas da Champions. Enquanto isso, Benfica e Porto já perderam contra adversários internos. Em golos vamos com 27 GM e 13 GS.

Este último jogo da Taça da Liga mostrou bem a qualidade do trabalho efectuado, mudaram algumas peças de posição, outras estiveram ausentes, mas tudo aquilo foi como de costume. E o costume é o adversário correr muito atrás da bola, ficar em desvantagem do marcador sem saber bem como, correr ainda mais atrás da bola e depois estar sempre mais perto de sofrer do que de marcar. Claro que há quem não goste, prefira futebol de ataque arrasador, cavalgadas épicas, e perder o jogo no contra-ataque adversário, mas eu tive disso tantas vezes que enjoei. Prefiro assim.

 

Amanhã, o jogo é contra um Vitória de Guimarães que vem cansado mas moralizado pelo empate caseiro contra o Benfica, muito bem orientado pelo Pepa com o qual o Sporting não se tem dado muito bem. Mas o Vitória de Guimarães é sempre uma equipa que joga e deixa jogar. E o Sporting tem-se dado bem com o Vitória de Guimarães.

Temos todo o plantel disponível fisica e mentalmente, excepto o TT. Não existem jogadores chateados, nem paizinhos irritados, nem empresários a reclamar nas redes sociais, nem treinador a descompor uns e a desculpar outros. Muito menos jogadores prestes a sair a custo zero amuados por terem de aturar isto por mais uns meses. Só se ouve falar de renovações e aumentos para compensar o rendimento já obtido e pedir ainda mais resultados. Tudo orientado, tudo focado. Jogo a jogo para ganhar. A nota artística fica para quando a lua estiver de feição.

Além disso todo o plantel começa a ter minutos de utilização significativos, todos os jogadores começam a estar em plenas condições de render o máximo. Neto e Matheus Reis na defesa, Bragança e Ugarte no meio-campo, Sarabia e Jovane no ataque são bons exemplos.

Imagino então que Amorim convoque os seguintes elementos:

Guarda-redes: Adán e Virgínia.

Defesas: Neto, Coates, Inácio, Feddal e Matheus Reis.

Alas: Esgaio, Vinagre, Porro e Gonçalo Esteves.

Médios: Palhinha, Bragança, Matheus Nunes e Ugarte.

Avançados: Sarabia, Jovane, Pedro Gonçalves, Nuno Santos e Paulinho.

 

O meu onze é aquele que penso ser o mais forte para jogos em casa. A única dúvida é na ala esquerda, acho que Nuno Santos ainda não rende o mesmo mais recuado, tem tido dificuldade em assumir as tarefas defensivas do ala e a distância maior à pequena área adversária. Mas Vinagre ainda anda traumatizado pelo que aconteceu com o Ajax, e Matheus Reis nunca conseguiu mostrar alguns dos argumentos para jogar a ala, importantes contra adversários mais fracos, capacidade de centro tenso a partir de zonas laterais e remate ao golo. Melhor dizendo, nunca conseguiu mostrar ser um... Nuno Mendes.

Adán; Inácio, Coates e Feddal; Porro, Palhinha, Matheus Nunes e Nuno Santos; Sarabia, Paulinho e Pedro Gonçalves.

 

Concluindo,

Amanhã o Sporting entra em campo em Alvalade para tentar pôr-se a jeito para a liderança da Liga.

Considerando o sistema táctico de Rúben Amorim, qual seria o vosso onze?

 

PS: No último desafio deste tipo, contra o Moreirense, quem é que acertou ? Ninguém...

#OndeVaiUmVãoTodos

SL

Rescaldo do jogo de ontem

Gostei

 

De voltar a vencer o V. Guimarães, agora em casa. Domínio total do jogo e conquista de mais três pontos nesta recepção à turma minhota, apanhada de surpresa pela mudança do sistema táctico intoduzida por Rúben Amorim na nossa equipa, que actuou sobretudo em 3-5-2, com Daniel Bragança como médio colocado logo atrás do duo de avançados (Pedro Gonçalves e Tiago Tomás). Desta forma o corredor central foi todo nosso. E os de Guimarães viram-se incapazes de desatar o nó. 

 

De Gonçalo Inácio. Grande exibição do jovem promovido por Amorim à equipa principal. Para este jogo, o treinador atribuiu-lhe uma pesada responsabilidade: substituir Coates no eixo defensivo, ficando Neto (regressado ao onze titular, como capitão) à direita e Feddal à esquerda. Ele cumpriu com brilho e distinção: rendeu o internacional uruguaio como patrão do sector mais recuado, foi de longe o que mais acertou nos passes longos e ainda foi à frente, marcar de cabeça o golo da vitória, aos 42', na sequência de um livre.

 

De Palhinha. Para a enorme eficácia da nossa equipa, que lidera há 18 jornadas o campeonato, muito contribuiu o nosso médio defensivo, enfim chamado à selecção nacional, mesmo nunca tendo sido convocado para a selecção sub-21. Parece estar em todo o lado: tão depressa vai à dobra de um central apanhado fora de posição como integra uma segunda linha ofensiva. Mas é sobretudo ele quem domina no meio-campo: ganha ali todos os duelos, impedindo a progressão dos adversários. Excelentes e sucessivos cortes do princípio ao fim: aos 11', 14', 16', 22', 54', 56', 86' e 90'+5. É dele a assistência para o golo. E ainda esteve quase a marcar, num disparo a meia-distância que rasou a barra aos 46'. Melhor em campo.

 

De Tiago Tomás. Dois momentos de exemplar nota artística, driblando adversários na grande área com toques de calcanhar, demonstram que este avançado ainda júnior não é apenas combativo e tem faro de golo: vem requintando também os seus atributos no domínio técnico. Marcou um belo golo aos 26', coroando a melhor jogada colectiva do Sporting - infelizmente viria a ser anulado, por intervenção correcta do vídeo-árbitro, porque a bola havia saído totalmente de campo antes de Porro cruzar para Nuno Mendes que tocou em Daniel Bragança que deixou em Pedro Gonçalves que assistiu para o golo que não valeu. Saiu aos 71', dando lugar a Paulinho: uma vez mais, com a missão cumprida.

 

De Daniel Bragança. Em estreia absoluta como titular no campeonato, o médio leonino revelou os seus melhores atributos sobretudo na primeira parte: visão periférica, capacidade técnica, velocidade de execução em cada lance. Quebrou fisicamente a partir da hora de jogo, dando lugar a Tabata aos 71'. Mas merece nota muito positiva.

 

Da estreia de Dário Essugo. Ainda juvenil, cumpridos os 16 anos poucos dias antes, o jovem médio entrou aos 84' para render João Mário. Foi um momento emocionante para os adeptos: desde logo por ser um acto de coragem de Amorim, quando o resultado ainda era incerto. E também por representar um marco histórico: nunca um jogador tão jovem havido actuado no principal escalão do futebol português. Emocionante sobretudo para ele: Dário não conteve as lágrimas após o apito final, proporcionando as melhores fotos desta partida que ele guardará para sempre na memória. E nós também.

 

Do remate rasteiro de João Mário aos 15'. Levava selo de golo: só difícil intervenção de Bruno Varela, guardando a baliza vimaranense, travou a bola in extremis. Três minutos depois, foi Pedro Gonçalves a enviá-la com estrondo ao poste. Para compensar, os de Guimarães viram a bola embater duas vezes nos nossos ferros, aos 34' - numa das ocasiões após enorme defesa de Adán, outra vez baluarte do onze leonino. Estrelinha? Talvez. Mas muita competência, acima de tudo.

 

Da confiança da equipa. Excelente primeira parte, com um dos nossos melhores desempenhos colectivos nesta Liga 2020/2021. Na segunda, o Sporting quase se limitou a guardar a bola e a impedir as rotas de acesso à nossa baliza. Pausando o jogo, sempre com segurança, sem nervosismo nem ansiedade. Parecia exibição de campeão antecipado. 

 

Da aposta sempre renovada na formação leonina. Começámos o jogo com oito portugueses no onze titular (Gonçalo, Neto, Palhinha, João Mário, Nuno Mendes, Daniel Bragança, Pedro Gonçalves e Tiago Tomás). Seis formados na Academia de Alcochete, portanto. Aos quais se juntaram Dário e Jovane (que entrou aos 89' para substituir Pedro Gonçalves). Outros proclamam a "aposta na formação", nós praticamo-la. Sem complexos. Com muito orgulho.

 

Do árbitro. Tiago Martins apitou pouco e quase sempre bem. Dizem alguns, em futebolês, que isto é "arbitar à inglesa". Prefiro dizer que é arbitrar com competência. Pena acontecer tão poucas vezes no campeonato português.

 

De ver o Sporting ainda imbatível. Concluimos a 24.ª jornada sem derrotas. Somos a equipa com melhor registo defensivo não apenas de toda a história leonina mas também ao nível do futebol europeu actual: apenas 11 golos encaixados nas nossas redes. Não sofremos golos em 15 destes 24 jogos. E já somamos 12 jornadas sem perder em casa. 

 

De já somarmos 64 pontos. Correspondentes a 20 vitórias e quatro empates. Mantemos dez pontos de avanço face ao FC Porto, segundo classificado. Levamos agora 14 de avanço ao Braga e 16 ao Benfica de Jorge Jesus, que se enfrentarão esta noite.

 

 

Não gostei
 

 

Deste resultado em comparação com o da primeira volta. Soube a pouco, este 1-0 em Alvalade, após termos derrotado o Vitória por 4-0 em Guimarães há quatro meses.

 

De Paulinho. Recuperado de lesão, o ex-artilheiro do Braga regressou quatro jogos depois. Entrou aos 71', mas quase só se viu em missões defensivas. Desperdiçou um golo cantado, após impecável assistência de Jovane: rematou para as nuvens quando tinha apenas Bruno Varela à sua frente. Foi o último lance do desafio - pouco lisonjeiro para a sua fama como goleador.

 

Da ausência de Coates. Primeiro jogo desta Liga 2020/2021 em que não pudemos contar com o nosso capitão, excluído por acumulação de amarelos: Adán é agora o único titular absoluto da equipa no campeonato. Mas Gonçalo Inácio deu boa conta do recado. 

 

De ver Matheus Nunes e Antunes fora da convocatória. Ambos acusaram positivo em teste à Covid-19. Oxalá recuperem depressa. E bem.

O dia seguinte

Com quatro levezinhos de Palhinha para a frente, a táctica do Sporting só podia ser o "tikitaka", e foi isso que houve na primeira parte do jogo de ontem: grande mobilidade do quarteto no meio-campo adversário, altenando a circulação com o ataque interior à base de tabelinhas, com Porro e Nuno Mendes a dar a necessária largura e Palhinha imperial na recuperação.

O Guimarães, também uma equipa levezinha que joga e deixa jogar, foi vendo os minutos passar sempre à beira de sofrer golo, até que quase do nada teve duas bolas na trave. O Sporting continuou como se nada fosse e finalmente conseguiu marcar num lance de bola parada de "laboratório".

Chegámos ao intervalo em vantagem no marcador, com 70% de posse, uma bola na trave, um golo bem anulado a culminar uma grande jogada colectiva e mais duas ou três oportunidades. Grande primeira parte de Pedro Gonçalves e Tiago Tomás.

Na segunda parte o Sporting controlou o jogo, baixou de velocidade, tentou não cometer erros e não incorrer em riscos desnecessários, esteve sempre mais perto de marcar do que de sofrer até porque não consentiu qualquer oportundidade ao Guimarães, deixou os minutos passar, refrescando a equipa no final e anda dando uns minutos ao rapazinho de 16 anos que tinha acabado de assinar contrato de profissional. 

Claro que muitos sócios e adeptos torceram mais uma vez o nariz: é como começar com champagne da viúva e depois passar para um espumante Aliança, mas... podia ser diferente? Se calhar podia, mas se é esta a formula que comprovadamente dá resultados, com estes jogadores que não são os do Bayern ou os do Barcelona, para quê alterar?

E lá vieram mais três pontos. Ainda faltam uns quantos... vamos com calma.

#OndeVaiUmVãoTodos

SL

Inspirar, expirar, inspirar...

Não sei se também vos deu uma comichão a partir dos 60' e depois daqueles quase 5' em que o Guimarães era como se tivesse ido para casa ver na TV o Sporting a trocar a bola e a balancear o jogo de cá para lá com os olhos postos na baliza adversária. Desse domínio absoluto não saiu a necessária confirmação em forma de golo, coisa de pôr logo o credo na boca ao tarimbado sportinguista, experimentado que está em surpresas desagradáveis.

No quarto de hora inicial Pote falha dois golos de se ficar de queixo caído e daí em diante foi dado como "missing in action." Depois foi um golo anulado porque meia-hora antes a bola pisou a linha de fora; para a próxima é melhor ver se o autocarro fica bem arrumado ou o VAR ainda vai ver nisso motivo para riscar golos. Mas por favor rapazes, ponham o enchido ao fumeiro antes de meterem a viola ao saco. Nos últimos anos, por esta altura, os jogos eram pretexto para acabar a noite nas bifanas em bom companheirismo; este ano a coisa é a sério e tudo nos dá agora nervoso miudinho. 

Lindo mesmo foi ver o chavalito Essugo a chorar no fim do desafio. É jogo a jogo, diz Amorim, e já está a lançar craque para a próxima época? Bem metido aquele pitch promocional na conferência de imprensa: "Jovem! Tens talento para o futebol? Então já sabes, o Sporting é que te dá as oportunidades." Tudo tão diferente do tempo do taquitize. 

Entretanto em Portimão nada de novo: o mal barbeado do Canelas, sempre ao nível, arriou a giga e lá se armou mais um arraial de vernáculo e tabefes. O mais patusco da cena foi ver dois polícias muito precatados a ver aquilo com as mãos atrás das costas como se não fosse nada com eles. Perante tamanho desacato o árbitro foi implacável: como não viu onde estava o Rúben Amorim guardou o vermelho e desfechou um cartão amarelo no Marchesin, com as devidas desculpas.

Prognósticos antes do jogo

Outra etapa na conquista do título que ambicionamos será cumprida mais logo, a partir das 20.30: recebemos o V. Guimarães, actual sexto classificado da Liga 2020/2021.

Na época anterior, o desafio equivalente a este terminou com a vitória leonina por 3-1, ainda no início do campeonato, a 28 de Outubro de 2019. Com golos de Jesé, Acuña e Coates. Mathieu foi o melhor em campo.

Passou quase ano e meio: três destes quatro jogadores já estão longe de Alvalade e o quarto, o capitão Coates, está hoje impedido de actuar por acumulação de cartões.

Venho pedir os vossos prognósticos para este Sporting-Vitória. Estão optimistas?

 

Amanhã à noite em Alvalade

22033072_wGZwc[1].jpg(Assim só para o ano ...)

 

Depois de duas vitórias complicadas, vamos então ter amanhã o terceiro do ciclo de sete jogos com equipas acessíveis, fora do grupo dos três perseguidores: Santa Clara (C), Tondela (F),  Guimarães (C), Moreirense (F), Famalicão (C), Farense (F) e B-SAD (C), a que, com excepção do Famalicão, todos vencemos na 1.ª volta. Um jogo que calha antes do interregno da Liga para os jogos das selecções, uma situação sempre complicada de gerir em caso de resultado desfavorável.

Quanto ao Guimarães, não soube recentemente complicar a vida ao Braga e encontra-se agora a lutar com o Paços de Ferreira pelo 5.º posto, é uma equipa que joga e deixa jogar, só precismos de estar ao nível do que temos apresentado para chegar ao fim com os 3 pontos.

O problema é que voltámos a ter problemas com o Covid. Matheus Nunes e Antunes estão confinados, Nuno Santos ressentiu-se do esforço efectuado, e não vamos ter o "patrão" Coates.  Tudo junto, mais uma vez não vai ser nada fácil. A boa notícia é que Paulinho está de volta e pode ser importante se a coisa se complicar.

 

Imagino que Amorim convoque os seguintes elementos:

Guarda-redes: Adán e Max.

Defesas Centrais: Neto, Feddal, Inácio, Matheus Reis e Quaresma.

Alas: Porro, Nuno Mendes.

Médios Centro: Palhinha, João Mário, Bragança, Bruno Paz (?).

Interiores: Pedro Gonçalves, Jovane, Tabata, Joelson (?) e Plata (?).

Ponta de lança: Tiago Tomás e Paulinho.

E apostava no seguinte onze:

Adán; Inácio, Neto e Feddal; Porro, Palhinha, João Mário e Nuno Mendes; Pedro Gonçalves, Jovane e Tiago Tomás.

 

Concluindo,

Amanhã o Sporting entra em campo em Alvalade para ultrapassar o Guimarães e manter a vantagem pontual na liderança da Liga.

Considerando o sistema táctico de Rúben Amorim, qual seria o vosso onze?

#OndeVaiUmVãoTodos

 

PS: Na semana passada o Alfacinha, o João Gil e eu mesmo lá acertámos no onze.

SL

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