Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

És a nossa Fé!

O melhor prognóstico

Houve muitos palpites, mas apenas um acertou: o nosso leitor Ângelo, mais comedido do que os restantes, prognosticou o triunfo tangencial, por 1-0, do Sporting em casa frente ao Vitória de Guimarães.

Felicito-o por isso, inscrevendo-o desde já na nossa galeria de vencedores que será divulgada na íntegra quando o campeonato terminar.

Delay

Ontem, em Madrid, bem que busquei um Galamba para ver o líder. Ou um Inácio. Um Galinácio, para ser abrangente. Estavam difíceis, os de Guimarães e o stream. Finalmente, quase no fim, saiu prémio. Saltitão, pixelizado e empastelado, mas melhor que nada. Nesse momento apita o Livescore e diz-me que o Sporting marcou e o Twitter enche-se de verde. Grande sorte a minha. Mesmo a tempo de ver o líder tornar-se líder. Olho com atenção para o computador, vejo Acuña de costas para a felicidade rematar uma obra-de-arte e... pumbas. Freeze. É pá! Mas que ganda golo. No Twitter saúdam Mathieu. Que estranho. Era capaz de jurar que tinha sido o Acuña. Que porcaria de stream o meu. Até pinta os louros de escuro.

Tudo ao molho e FÉ em Deus - Jogo de duplos

Era uma vez um gaulês recém-chegado a Alvalade. Alguma imprensa apresentava-o como cansado de duras batalhas travadas no país vizinho. Diziam que era alto, tosco, lento e atreito a lesões. A realidade mostrou-se diferente da percepção que a leveza ou preguiça criou no imaginário dos comentadores desportivos deste país à beira-mar plantado. É verdade que acertaram na sua compleição física - tem cerca de 1,90m -, mas Mathieu (é dele que estamos a falar) revelou-se como um homem ainda ambicioso e comprometido com o projecto do Sporting e um jogador extremamente rápido e de excelente técnica. Hoje, na ausência de Bas Dost e perante a inoperância de Doumbia e de Montero, o francês liderou o assalto ao castelo de Guimarães como se fosse o duplo perfeito do holandês. Posicionou-se no centro da área e com grande frieza "dostou", aplicando uma raquetada com o seu pé canhoto que colocou a bola no fundo das redes de Douglas, respondendo na perfeição a um cruzamento proveniente da esquerda, de Acuña.

Mathieu não foi o único duplo em campo. William, jogando numa nova posição (com Battaglia nas suas costas), imitou Adrien (embora ainda lhe falte remate) e Coentrão personificou o Coentrão de tempos idos, quando jogava no rival. Coincidência ou não, os três foram os melhores jogadores do Sporting esta noite, embora Acuña - excelente vólei a fazer lembrar o Zidane da final da Champions, aos 73 minutos - e Bruno Fernandes - o nosso jogador mais influente correu kilómetros e jogou fora da sua posição natural em claro sacrifício pela equipa - também tenham estado acima da média. Nos substitutos, Bruno César foi o que teve mais impacto no jogo.

O jogador que mais me desapontou foi Ristovski. Não porque eu não prefira Piccini, mas porque o macedónio falhou naquele único item em que o achava superior ao italiano: dar profundidade ao jogo. Também Ruben Ribeiro não esteve bem, empastelando bastante o jogo colectivo.

A noite de Alvalade ficou ainda marcada por uma ausência, um fantasma que pairou permanentemente sobre o relvado. Refiro-me ao nosso ala, Gelson Martins (e não Fernandes), cuja velocidade teria ajudado a desbloquear mais cedo a resistência vimaranense. Presente, e bem presente fisicamente, esteve o Daniel, mais o seu fervoroso e indomável espírito de leão, a quem dedico esta crónica, com o desejo de que possa ainda assistir a muitas e muitas jornadas gloriosas do seu/meu/nosso clube.

A equipa pareceu cansada, no seu 37º jogo da época. JJ diz que jogamos à italiana. Ainda tive esperança que tal envolvesse a Monica Bellucci, mas infelizmente não, é só mesmo aborrecido. Valeu a costela de Dost (a que não saiu lesionada) que há em Mathieu. E assim assumimos, à condição, o primeiro lugar do campeonato, numa noite em que Jesus mostrou sentido de Lumor ao confirmar a contratação do ex-portimonense. Nesse transe, só faltou ao treinador leonino, depois de ter referido a incapacidade do clube em contratar um jogador "assim-assim", dizer que o ganês foi comprado na Loja dos 300. Menos mal, pelo menos Lumor não terá pressão.

 

Tenor "Tudo ao molho...": Jeremy Mathieu

mathieu.jpg

 

Rescaldo do jogo de ontem

Gostei

 

Da vitória em Alvalade frente ao V. Guimarães. Triunfo caseiro pela margem mínima (1-0), mas que presta justiça àquela que foi sempre a melhor equipa em campo e a única que fez por vencer o jogo. Mais três pontos amealhados numa jornada em que conquistámos outros quatro: os nossos rivais directos empataram, o que nos coloca na liderança do campeonato.

 

De Mathieu. Voltou a ser irrepreensível nas tarefas defensivas e foi um dos jogadores mais inconformados, procurando sempre lançar os colegas para a frente. Deu ele próprio o exemplo no lance capital do desafio, aos 84', quando fez de ponta-de-lança recebendo na área um bom cruzamento de Acuña ao qual deu a melhor sequência num remate de primeira. Um disparo que valeu três pontos. Foi ele o melhor em campo.

 

De Acuña. Merece destaque pela combatividade, pela garra e pela acção de constante desgaste que exerceu no bloco defensivo adversário. Após uma primeira parte menos conseguida, foi protagonista das duas melhores jogadas do desafio: um remate acrobático, à meia-volta, aos 83' que proporcionou a defesa da noite ao guardião Douglas e a assistência para o golo, no minuto imediato.

 

De Fábio Coentrão. Enquanto alguns colegas metem o pé no travão e abusam de rodriguinhos inconsequentes com a bola, parecendo jogar só para merecer elogios de comentadores como Luís Freitas Lobo, ele nunca perde o objectivo: a baliza contrária. E sabe muito bem que a linha recta é o caminho mais curto entre dois pontos. Mesmo no período de maior desacerto colectivo, sobretudo na primeira parte, soube impulsionar a equipa e dar-lhe velocidade e acutilância.

 

De ter sido mais um jogo em que não sofremos golos. A nossa defesa voltou a demonstrar solidez e segurança - duas características indispensáveis numa equipa que sonha com títulos e troféus.

 

Da arbitragem de Luís Godinho. Mal se deu pelo juiz da partida, o que é sempre um bom sinal. Se todas as actuações dos árbitros fossem assim, o futebol português andaria muito melhor.

 

Da expressiva e emocionante homenagem a um adepto que sofre de um cancro terminal. Devidamente autorizado pela Liga, Daniel Raimundo, um taxista de 43 anos, deu o pontapé de saída simbólico neste jogo, escutando uma estrondosa ovação no estádio. Um gesto tocante, que só enobrece a generosa família leonina.

 

De voltarmos a depender só de nós. Estamos no comando da Liga, à condição, com mais um ponto do que o FC Porto - que ainda tem de disputar meio jogo - e mais três do que o Benfica. Boas perspectivas para conquistar o título. Nem pensamos já noutra coisa.

 

 

 

Não gostei

 

Do resultado ao intervalo. O empate a zero mantinha-se, o que provocou clara irritação nas bancadas de Alvalade. Antevinha-se uma segunda parte em sofrimento. E assim foi.

 

Da ausência de Gelson Martins. Cada vez mais me convenço que o jovem internacional é o melhor jogador deste Sporting 2017/18. Com ele afastado, devido a lesão que promete prolongar-se, a equipa perde velocidade, intensidade e profundidade. Ninguém acelera nem estica tanto o nosso jogo como ele. Hoje sentiu-se bem a sua falta.

 

Da lesão de Bas Dost. O ponta-de-lança holandês viu-se forçado a sair logo no início da segunda parte, dando lugar a Doumbia. Teme-se que possa estar parado durante algum tempo, o que seria uma péssima notícia para o Sporting.

 

Das oportunidades desperdiçadas. Bruno César, que substituiu Battaglia aos 63', disparou ao poste onze minutos depois na sequência de um bom cruzamento de Coentrão. Antes, aos 58', já Doumbia - muito bem lançado por William - permitira a intervenção de Douglas quando se encontrava isolado frente ao guarda-redes.

 

Da má condição física de alguns jogadores, que parecem jogar no limite da exaustão. Jorge Jesus vai ter de rodar ainda mais a equipa se quiser preservar alguns daqueles que considera titulares indiscutíveis. O Sporting ainda está em todas as provas e a intensidade dos desafios vai forçá-lo a isso.

 

De Rúben Ribeiro. Adorna demasiado os lances, congela-os, não progride com a bola, abusa das fintas redundantes e de inócuos passes curtos. Não por acaso, foi substituído ao intervalo pelo segundo jogo consecutivo. Jesus deve repensar seriamente se o mantém como titular.

 

De Montero. Substituiu Rúben Ribeiro mas também ele passou praticamente ao lado do desafio. Percebe-se que lhe faltam rotinas neste Sporting, muito diferente da equipa que conhecia há dois anos.

 

Dos assobios nas bancadas. Estavam decorridos apenas 38 minutos e já soavam sonoras vaias a Bruno Fernandes, Rúben Ribeiro e William Carvalho, entre outros, acusados pelo "tribunal de Alvalade" de enrolarem o jogo, adornarem os lances e preocuparem-se "mais com o tricot" do que com o ritmo ofensivo da equipa. Entende-se a insatisfação numa partida em que demorámos demasiado a desfazer o nó inicial e tínhamos um número excessivo de jogadores a actuar de costas para a baliza, sem romper as linhas adversárias. Mas não consigo aceitar estas manifestações de desagrado do público.

2017 em balanço (9)

 

 

GOLO DO ANO

Foi numa partida de sonho para o campeonato, frente ao V. Guimarães, inaugurando a nossa primeira goleada desta época. Estávamos no terceiro minuto de jogo quando Bruno Fernandes pega na bola a meio-campo, faz uma semi-rotação, apercebe-se de que não dispõe de linhas de passe, ganha confiança, progride no terreno e dispara a 30 metros de distância. Lá voou ela, aninhando-se ao canto superior direito da baliza vimaranense, sem permitir qualquer hipótese ao guardião Miguel Silva.

Um momento fabuloso de futebol-espectáculo: voto nele como golo leonino deste ano civil que agora terminou. Começava assim a construir-se essa goleada no estádio D. Afonso Henriques. Nosso médio mais avançado nesta partida disputada a 19 de Agosto, não satisfeito com a proeza tão cedo alcançada, Bruno faria bis. Assinando outro remate vitorioso de meia-distância, com o seu pé-canhão, aos 60'. E ainda atirou uma bola à barra. Os outros três golos deste confronto de tão boa memória foram apontados por Bas Dost (2) e Adrien Silva, que ainda integrava o onze titular do Sporting. Resultado: 5-0.

Não ganhávamos neste estádio desde 2013. Foi um excelente ensaio geral para o desafio que travaríamos daí a dias em Bucareste, frente ao Steaua: sairíamos de lá com mais cinco golos marcados - e apenas um sofrido. Outra goleada que nos enchia de contentamento e nos permitia antever uma temporada repleta de vitórias.

Bruno Fernandes fez-nos sonhar.

 

Golo do ano em 2012: Xandão, contra o Manchester City

 Golo do ano em 2013: Montero, contra a Fiorentina

Golo do ano em 2014: Nani, contra o Maribor

Golo do ano em 2015: Slimani, na final da Taça de Portugal

Golo do ano em 2016: Bruno César, contra o Real Madrid

Tudo ao molho e FÉ em Deus - Vitória SC x Sporting 0-5 (o Penta é nosso!)

Em plena cidade berço da Nação, o Sporting revelou-se (a)fundador das naufragadas pretensões vimaranenses, saqueando reiteradamente as redes da baliza de Miguel Silva, estreando o penta de golos para o campeonato. Perante uma ruidosa massa adepta que imprimiu um vibrante apoio à equipa da casa, os leões souberam circular bem a bola, unir-se, ser solidários (uma equipa) e beneficiaram da sua superior capacidade individual e da extrema inspiração de Bruno Fernandes. Ainda não estavam jogados 3 minutos e já este, ainda longe da área, aplicaria um forte remate que levou a bola a entrar lá onde a coruja dorme, ou dormia, pois foi acordada por este potente e colocado remate que lhe desfez o poleiro do lado esquerdo. Bruno teria ainda, durante a primeira parte, duas soberanas oportunidades de golo que viria a desperdiçar. Bas Dost não, e o placar subiu para 0-3 ao intervalo. 

Na segunda parte, a diferença entre as equipas foi ainda mais abissal. Os leões viriam a ter inúmeras ocasiões de golo, concretizando apenas duas, por Bruno Fernandes (outra vez!!!) e pelo capitão da nau leonina, Adrien Silva. No entretanto, Acuña, Iuri Medeiros, Gelson Martins, Piccini e, sempre ele, Bruno, falhariam outras boas oportunidades. Para amostra do Vitória apenas um equívoco de Piccini que, involuntáriamente, assistiu Raphinha, o qual não conseguiu superar o imbatível Rui Patricio. Assim, em vez de um justo 1-12, tivemos um resultado final de 0-5, o suficiente para nos despedirmos de Guimarães com uma "manita".

O árbitro estava a fazer uma exibição razoável quando, a meio da segunda-parte, começou a "meter àgua", provavelmente por osmose com a claque vitoriana que insistiu em untar Coentrão. É hábito dizer-se que no melhor naperon, perdão Macron, cai a nódoa e assim foi quando Hugo Miguel decidiu dar uma cartolina amarela a Adrien, apenas por este ter evitado atropelar um vimaranense prostrado aos seus pés, pedindo clemência. Já as duríssimas entradas de Celis, sobre Coentrão e o seu calcanhar de aquiles, e Bruno Fernandes (acho que lhe acertou no corpo todo) passaram sem qualquer admoestação. Em vez de consultar o Vídeo-árbitro, proponho que visite o consultório de um bom oftalmologista...

Vamos então aos protagonistas:

 

Rui Patricio - o guardião da virtude leonina continua inviolado. Defendeu com as unhas um remate com selo de golo desferido por Raphinha, mas não consta que daí tenha resultado uma ida à pharmácia. O jogo terminaria com Rui a não voltar a ser importunado, motivo pelo qual não teve "manitas" a medir para atacar um sarrabulho, uns rojões, bem regados de vinho verde, terminando com um bom toucinho que o deixou no Céu, tudo iguarias regionais que ameaçam ser tradição para sossego da nossa alma.

Nota:

 

Piccini - parece que com ele o imprevisto está sempre à espreita. Estava a realizar uma belíssima exibição, subindo com segurança e propósito pelo seu corredor, quase marcando um golo, não fora a boa defesa de Miguel Silva, quando subitamente teve mais uma falha de memória, à semelhança da vivida na Vila das Aves. Ainda assim, e porque Rui defendeu, merece uma boa nota, além de uma receita de Memofante, claro.

Nota: Sol

 

Coates - o Ministro da Defesa continua a controlar na plenitude as Forças Armadas leoninas. Insuperável durante todo o tempo, não permitiu que a sua área fosse invadida por atacantes vimaranenses, ajudado pelo patrulheiro, o sentinela Battaglia que é sempre um descanso para um defesa. 

Nota: Si

 

Mathieu - o gaulês parece que joga de luva branca, com uma "souplesse" extraordinária. É craque, dotado de um pé esquerdo muito bom e resolve a maioria dos problemas com uma aparente enorme facilidade. Além disso, a sua rapidez permite à linha defensiva subir mais uns metros, juntando mais a equipa. Saiu antes do fim do jogo, aparentemente lesionado, pondo em causa a "souplesse" do meu coração.

Nota: Si

 

Coentrão - nas duas primeiras arrancadas pelo seu flanco foi, primeiramente, carregado em falta junto à linha de fundo em lance donde resultaria o segundo golo do Sporting. Seguidamente, assistiu Bas Dost para o 0-3. Ainda teve tempo e engenho para oferecer um golo ingloriamente desperdiçado por Acuña. Defensivamente, teve o melhor jogador vimaranense pela frente (Raphinha), mas nunca lhe concedeu grandes veleidades. A sua melhor exibição até agora.

Nota: Si

 

Battaglia - o homem não dá uma bola como perdida, é uma autêntica carraça. Com ele em campo, os centrais jogam de cadeirinha. Na sua presença, o único que faz "farinha" é ele: mói e mói e mói, tanto que até dói (aos adversários) só de ver. Atente-se ainda para um importante passe de ruptura que isolou Coentrão pela esquerda, em lance donde resultaria o terceiro golo leonino, desmentindo as criticas de excessiva lateralização.

Nota:

 

Adrien Silva - menos exuberante que o seu colega de meio-campo, foi subindo de produção ao longo do jogo, começando a entrar no ritmo certo das jogadas e marcando o último golo após uma gloriosa jogada de tique-taque de toda a equipa, um hino à escola de Formação do clube, lance em que estiveram também, em particular evidência, Gelson e Iuri. Queremos mais deste Adrien, o nosso capitão.

Nota:

 

Acuña - começou na esquerda, mas a meio da primeira parte mudou-se para a direita. Assistiu Bas Dost para o segundo do dia. Falhou incrivelmente, na segunda-parte, uma finalização. Mais letal na bola parada do que em jogo corrido, foi substituido por Iuri Medeiros por volta da hora de jogo.

Nota: Sol

 

Gelson - simétrico de Acuña, começou na habitual faixa direita, mas cedo partiu para a esquerda. Deu literalmente cabo dos nervos ao lateral vimaranense, passando-o vezes sem conta, por dentro e por fora, como uma enguia. Tem de definir melhor e não pode falhar um golo isolado perante o guarda-redes.

Nota:

 

Bruno Fernandes - a melhor qualidade de remate vista em relvados portugueses desde Carlos Manuel e Maniche (o que não era alto, louro e tosco). Alia essa característica a uma visão esplêndida do jogo, que lhe permite tomar quase sempre a opção que a equipa precisa, guardando ou passando a bola ou arrancado com ela em drible ou em profundidade. O debate sobre a sua melhor posição está concluido. O veredicto é: qualquer uma, desde que jogue. O melhor em campo.

Nota: Dó Maior

 

Bas Dost - duas oportunidades, dois golos. O que mais se pode pedir a um ponta-de-lança? À atenção da Porto Editora, incluir, numa próxima edição, um novo verbo que seja sinónimo de marcação de golos: Dostar. Ontem, não destoou, dostou 2 vezes. Ele dostou e o adepto gostou!

Nota: Si

 

Iuri Medeiros - substituiu Acuña e desta vez aproveitou a oportunidade que Jesus lhe concedeu. Falhou um golo fácil, pós assistência de Gelson, mas redimiu-se ao assistir Adrien para o quinto. Pareceu mais solto e menos preocupado em querer mostrar logo tudo, provavelmente porque lhe deram um pouco mais de tempo de jogo (30 minutos).

Nota: Sol

 

Jonathan - substituiu Coentrão já com o jogo resolvido e não comprometeu, envolvendo-se nos movimentos atacantes, sem necessitar nem da garrafa de oxigénio, nem do desfibrilhador que habitualmente partilha com Bruno César.

Nota:

 

André Pinto . muito pouco tempo em jogo para uma avaliação.

Nota: -

  

Tenor "Tudo ao molho...": Bruno Fernandes

 

Os nossos jogadores, um a um

Foi provavelmente o melhor jogo do Sporting até agora no ano civil em curso. Correu tudo bem nesta deslocação da nossa equipa ao estádio do V. Guimarães, onde não ganhávamos desde 2013.

Saímos de lá com uma goleada: cinco golos sem resposta. Continuamos com a nossa baliza invicta ao fim de quatro jogos oficiais na nova temporada.

O triunfo desta noite começou a ser construído logo aos 3' com um grande golo de meia distância marcado por Bruno Fernandes, que bisou na segunda parte: foi ele o melhor em campo.

Também Bas Dost fez o gosto ao pé (e à cabeça) marcando dois golos. Leva já três na contabilidade oficial do campeonato: um por jogo, mantendo a média da época passada, em que foi o goleador da Liga.

Nem parecia a mesma equipa que empatou em Alvalade frente ao Steaua na terça-feira. E Jorge Jesus até não mexeu muito no onze titular: limitou-se a trocar Podence por Bruno como médio mais avançado, mandando Adrien e Battaglia jogarem mais próximos e invertendo as habituais posições em campo de Acuña (que jogou no corredor direito) e Gelson Martins (que alinhou à esquerda), potenciando as nossas manobras ofensivas pelo corredor central.

Continuamos na frente do campeonato. E agora mais convictos de que passaremos a pré-eliminatória da Liga dos Campeões no decisivo jogo de quarta-feira em Bucareste.

 

............................................................................

 

RUI PATRÍCIO (7). Manteve a nossa baliza novamente intacta - pelo quarto jogo oficial consecutivo. Um semideslize prontamente corrigido não chega para ensombrar uma boa exibição. Transmite segurança à equipa.

PICCINI (5). Estava a rubricar talvez a melhor exibição desde que chegou ao Sporting, sobretudo na vertente defensiva. Mas um péssimo atraso de bola que quase resultou em golo adversário, aos 57', revelou desconcentração inaceitável.

COATES (7). Maturidade, confiança, capacidade de comando no sector que lhe está confiado: o internacional uruguaio voltou a revelar tudo isto. Um pilar defensivo.

MATHIEU (7). Ganha todos os lances aéreos que é chamado a resolver. E tem precisão no passe e rapidez de execução - características que já fazem dele um elemento  imprescindível do nosso reduto mais recuado. Magoado, aos 84' deu lugar a André Pinto.

FÁBIO COENTRÃO (8). A melhor partida do ex-titular do Real Madrid desde que chegou ao Sporting. Foi um lateral dinâmico e criativo, sobretudo na primeira parte, com grande influência na manobra ofensiva da equipa. Conseguiu o livre que gerou o segundo golo e fez assistência para o terceiro. Saiu aos 78'.

BATTAGLIA (7). Não se limita a tapar bem o acesso dos adversários à nossa grande área nem a transportar bem a bola: também já faz lançamentos à distância com qualidade. Foi assim, num passe longo, que originou o nosso terceiro golo.

ADRIEN (7). Hoje combinou muito bem com Battaglia: a combatividade de ambos somou qualidade à dinâmica colectiva da equipa e foi essencial para ela. Exibição coroada com um toque suplementar de classe, ao assinar o quinto golo.

ACUÑA (6). Jogou "de passo trocado", actuando hoje pelo flanco direito - posição a que não está tão acostumado. Continua a marcar bem as bolas paradas: num desses lances, um livre em jeito de canto mais curto, assistiu Dost para o segundo golo leonino. Pena ter falhado depois um remate decisivo, com a baliza à sua mercê, atirando para a bancada. Substituído aos 62'.

GELSON MARTINS (7). Exibição um pouco mais apagada do que é habitual no primeiro tempo. Mas no segundo voltou a ser o jogador a que nos acostumámos: desequilibrador, veloz, com fintas estonteantes - desta vez pela ala esquerda. Teve intervenção decisiva no melhor lance colectivo do desafio, aos 85', culminado no quinto golo.

BRUNO FERNANDES (9). Foi titular, actuando entre a linha média e Bas Dost no eixo do terreno, e cumpriu de forma exemplar a missão. Desde logo com um pé canhão: aos 3', colocou a equipa a ganhar rematando com força e colocação a longa distância da baliza. Marcou outro golo, o quarto do Sporting, em moldes idênticos. E ainda levou a bola a embater na trave. O melhor em campo.

BAS DOST (8). O homem-golo está de volta - alguém duvidava? Elevou-se de forma exemplar, cabeceando para o melhor ângulo na sequência de um livre. Depois recebeu de Coentrão um centro bem desenhado, rematando para golo. Em quatro minutos, ampliou a vantagem leonina de 1-0 para 3-0. Tranquilizando de vez os adeptos.

IURI MEDEIROS (6). Substituiu Acuña aos 62'. Manteve a dinâmica da equipa, integrando-se bem no colectivo. Bom nas bolas paradas. Assistiu Adrien para o quinto golo. Podia ter marcado ele também, aos 79', mas atirou por cima.

JONATHAN SILVA (5). Rendeu Coentrão aos 78', sem o brilhantismo do colega, numa altura em que ao Sporting só interessava segurar a larga vantagem, doseando o esforço. Mesmo assim, ainda participou na construção do lance do quinto golo.

ANDRÉ PINTO (-). Estreia oficial do ex-central do Braga como jogador do Sporting. Substituiu Mathieu aos 84'. Escasso tempo em campo, não justificando classificação.

Rescaldo do jogo de hoje

Gostei

 

Da vitória categórica em Guimarães.  Desde 2013 não vencíamos ali. Desta vez rompeu-se a tendência: ganhámos por 5-0 no estádio D. Afonso Henriques, com golos de Bruno Fernandes (2), Bas Dost (2) e Adrien. Primeira goleada da época numa partida que dominámos do princípio ao fim. E estivemos mais perto de marcar o sexto do que o V. Guimarães de marcar o primeiro.

 

Da dinâmica da nossa equipa. Entrámos em campo com muita intensidade, rapidez de movimentos e uma clara vontade de resolver a partida ainda antes do apito para o intervalo. Objectivo concretizado em pleno.

 

Da organização colectiva do Sporting. Aos 85' desenhámos aquela que foi provavelmente a melhor jogada do desafio, confirmando o excelente entrosamento dos nossos jogadores. Com Bruno Fernandes a iniciar o lance ofensivo, deixando a bola para Jonathan que a endossou a Gelson e este a centrar para Adrien, que remeteu a Iuri e este a devolvê-la ao capitão leonino, que fuzilou a baliza vimaranense. Futebol de ataque em estado puro.

 

De estarmos a ganhar por 3-0 antes da meia hora. Uma diferença folgada que nos permitiu gerir a vantagem e poupar algum esforço para a decisiva partida de quarta-feira, em Bucareste, frente ao Steaua.

 

De continurmos sem sofrer golos. Quatro jogos oficiais, com balanço muito positivo: oito golos marcados e nenhum sofrido. Sinal de robustez, maturidade e competência da nossa defesa.

 

De Bruno Fernandes. Autor de dois golos à meia-distância, o primeiro marcado logo aos 3', o outro quando iam decorridos 60'. E ainda rematou à barra, aos 80'. Fez toda a diferença, desbloqueando a partida nos minutos iniciais e revelando-se fulcral na manobra ofensiva do nosso corredor central ao preencher da melhor maneira o espaço entre linhas. Foi a grande figura deste desafio, preponderante na construção do jogo leonino.

 

De Bas Dost. O holandês pôs fim ao breve jejum voltando aos golos. Marcando primeiro de cabeça, na sequência de um livre, aos 21', e pouco depois de pé direito, assistido por Fábio Coentrão, aos 24'. Grande eficácia do nosso ponta-de-lança, que retoma a média de golos da época passada: à terceira ronda, leva três marcados.

 

De Fábio Coentrão. Melhor partida do lateral esquerdo desde que veste a camisola verde e branca. Sempre em jogo, sempre acutilante, subindo sem complexos no terreno. Foi ele a sofrer a falta que originou o livre de que resultaria o nosso segundo golo. Foi ele a assistir Bas Dost para o terceiro.

 

 

Não gostei

 

Do V. Guimarães. Não parecia a equipa que há três anos nos derrotou em casa por 3-0. Nem a que conseguiu empatar 3-3 (embora com um golo mal validado) na época passada. Nem sequer aquela que nos venceu 3-0 em Rio Maior, durante a pré-temporada. Há nove anos que o V. Guimarães não sofria uma derrota tão pesada no seu estádio. Absolutamente irreconhecível.

 

Das oportunidades de golo desperdiçadas. Marcámos cinco, mas ficaram mais alguns por marcar. Registei, por exemplo, falhanços de Acuña aos 56' e de Iuri Medeiros aos 79' - ambos em posição frontal, a escassos metros da baliza.

 

De Piccini. Quase ofereceu um golo de bandeja ao Vitória com um atraso disparatado a Rui Patrício, aos 57'. Foi o elemento com prestação menos positiva num onze quase sem falhas.

 

Da lesão de Mathieu. O central francês, novamente com uma grande exibição, viu-se forçado a sair aos 84', dando lugar a André Pinto - finalmente em estreia oficial pelo Sporting. Oxalá recupere a tempo do jogo de Bucareste.

 

De ver os adeptos vimaranenses atirarem garrafas de água a Coentrão. Atitude inadmissível por parte de uma massa associativa que o país futebolístico se habituou a respeitar.

Quarta derrota da pré-temporada

Quarta derrota do Sporting na pré-temporada. Terceiro jogo em que sofremos três golos. Hoje foi contra o V. Guimarães, em Rio Maior. Uma partida em que, de algum modo, entrámos em campo já disponíveis para perder. Com um onze titular quase todo alterado em relação ao desafio frente ao Mónaco e novas experiências do treinador, que apostou em dispor a equipa num 3-4-3 mas sem o dotar dos jogadores indicados para o efeito.

Tivemos assim um insólito tridente defensivo formado por Coates, Tobias Figueiredo e Petrovic, ficando o sérvio no centro - posição em que não está minimamente rotinado. À direita, misto de lateral e médio-ala, o esquerdino Bruno César, que andou quase sempre aos papéis. Iuri Medeiros, muito isolado na ponta direita, procurava lançar remendos numa equipa que mostrava ser incapaz de sair em ataque organizado. Do outro lado, um apático Mattheus Oliveira parecia um espectador do jogo. No eixo do ataque, Doumbia mostrava mais vontade do que eficácia. Ainda assim, foi um dos melhores elementos em campo.

 

Era mesmo um jogo fadado para não correr bem. Pior ainda ficou quando Coates, desconcentrado, se fez expulsar logo aos 23', num lance digno de um principiante. Ficámos reduzidos a dez e o sistema táctico tornou-se ainda mais caótico, não melhorando muito com a entrada de Palhinha aos 30' - também ele, por força das circunstâncias, remetido a defesa central.

Ao intervalo perdíamos 0-2. Depois houve várias substituições mas nunca o Sporting mostrou genuína capacidade para inverter o resultado. Os jogadores tentaram bastante mas por inépica ou devido a grandes defesas do jovem guardião Miguel Silva nunca conseguiam colocar a bola nas redes adversárias. Houve falhanços para todos os gostos. De Iuri (12'), Petrovic (20'), M. Oliveira (36'), Acuña (47') e Battaglia (84'). E ainda por Doumbia, que podia ter marcado em três ocasiões (39', 52' e 63') e bem merecia ter sido recompensado pelo esforço. Ele e Gelson Martins, que só jogou a segunda parte, não mereciam a derrota.

 

Actuaram os seguintes jogadores: Beto (R. Patrício); Coates; Petrovic (Palhinha), Tobias Figueiredo; Bruno César (Podence), William Carvalho (Battaglia), Jonathan Silva, Adrien (Bruno Fernandes); Iuri Medeiros (Gelson Martins), Mattheus Oliveira (Acuña) e Doumbia (Gelson Dala).

Foi um teste? Foi uma experiência? Foi uma lição? Jorge Jesus que responda. Não me apetece analisar mais nada. Hoje por volta da hora do almoço, em diálogo com um dos nossos leitores mais optimistas, exprimi a convicção de que ainda teríamos uma má notícia até ao fim do dia. E assim foi.

Sábado há outro jogo. Em Alvalade, frente à Fiorentina.

 

............................................................................................

 

E os reforços?

 

Doumbia foi, de todos eles, o que mais se destacou esta noite contra o V Guimarães: batalhou muito pelo golo, que teria merecido. Sobretudo com um excelente cabeceamento aos 39', a passe de Iuri Medeiros, travado por uma excepcional defesa do guardião vimaranense. Boa condição física: saiu só aos 74'.

Matheus Oliveira foi tão discreto que mal se viu, naquele estilo algo peculiar de jogar quase a passo. Aos 16', marcou um livre que foi afinal um passe ao guarda-redes Miguel Silva. Substituído ao intervalo.

Acuña, o mais recente reforço, entrou na segunda parte e esteve quase a marcar, também a passe de Iuri. Apontou bem um livre, aos 76'. Mas esteve bastante mais discreto do que no jogo contra o Mónaco.

Bruno Fernandes, em campo na segunda parte, procurou organizar o meio-campo leonino e transportar a bola com intenção ofensiva, mas não foi muito bem sucedido.

Battaglia, rendendo William Carvalho como médio de contenção na segunda parte, demonstrou voluntarismo mas falta-lhe ainda melhorar o entrosamento com os colegas para se tornar mais útil.

André Pinto, lesionado, não jogou. Fábio Coentrão também esteve ausente, tal como Mathieu e Piccini.

Fizeram falta? Jesus que responda.

Lembram-se?

Lembram-se daqueles palpiteiros da pantalha que ainda há pouco juravam a pés juntos que o Braga "era já praticamente o terceiro grande" do futebol português, destronando o Sporting do pódio clubístico?

Estes imbecis andavam a confundir os distritos minhotos com o País. O Braga é, sim, um dos três grandes. Mas do Minho, onde aliás existe um clube com mais qualidade exibicional e melhor classificação no campeonato nacional de futebol: o bravo Vitória de Guimarães, a que presto a minha homenagem.

Quanto ao Braga, segue 16 pontos abaixo do Sporting. Lá continua alegremente, treinador após treinador, de trambolhão em trambolhão.

 

Adenda: António Salvador descobriu, a três jornadas do fim, que "esta Liga e esta classificação é(sic) uma mentira". Certamente por coincidência, só falou assim após a merecida derrota em casa da sua equipa frente ao Sporting.

Arbitragens antes e depois

18785884_uzZ5k[1].jpg

 

Facto a merecer registo: houve arbitragens impecáveis nos dois últimos jogos do Sporting. Ainda por cima por parte dos senhores  Bruno Paixão e Jorge Ferreira, árbitros extremamente polémicos, como o país futebolístico bem sabe.

Confirma-se: as arbitragens com influência nos resultados existem sobretudo na primeira metade do campeonato, quando as posições na tabela estão a ser definidas e tudo permanece em aberto. Arbitragens como as de Artur Soares Dias, que nos retirou dois pontos em Guimarães à jornada 7. Ou as de Jorge Sousa, que perdoou dois penáltis ao Benfica no dérbi da jornada 13.

É preciso pôr cobro a isto de uma vez para sempre. Em nome da verdade desportiva, para que a mentira seja afastada de vez dos relvados nacionais.

Rescaldo do jogo de hoje

Não gostei

 

Do empate em casa, frente ao V. Guimarães. Um péssimo presente dado hoje pela equipa ao presidente Bruno de Carvalho, reeleito horas antes com 86% dos votos. E sobretudo aos adeptos, que continuam a acorrer a Alvalade sem nunca verem 90 minutos de bom futebol.

 

Da segunda parte. Embalado pela vantagem tangencial conseguida relativamente cedo, o onze leonino claudicou no segundo tempo, com uma toada lenta e monótona, concedendo a iniciativa de jogo à equipa adversária. Quando enfim despertou, após o golo do empate, já era tarde.

 

Das bolas atrasadas. Precisávamos de vencer, mas nos minutos finais vários jogadores preferiram atrasar a bola, incluindo para o próprio Rui Patrício. Esta falta de atitude competitiva exasperou os adeptos, que brindaram a equipa com sonoros assobios.

 

Dos erros repetidos, lance após lance. Demasiados cruzamentos na direcção do guarda-redes. Um verdadeiro desperdício.

 

De Bryan Ruiz. Jorge Jesus teima em incluí-lo no onze inicial. Desta vez o costarriquenho aguentou 81' em campo. Mas fica sempre a sensação de que com ele jogamos só com dez e meio. Mostra-se incapaz de ser decisivo e de fazer a diferença.

 

Das substituições. Não percebi as mudanças operadas por Jesus na equipa. Para quê fazer sair Alan Ruiz e Bruno César, que tiveram bons desempenhos na primeira parte? Para quê fazer entrar Palhinha quando já lá estava William, como se pretendesse defender o magro 1-0, em vez de mandar avançar Podence para conseguir esticar o nosso jogo?

 

Da ausência de Adrien. Sentiu-se a falta do nosso capitão, que continua lesionado. Sem ele, está mais que visto, o Sporting não tem a mesma qualidade.

 

Dos castigos. Por acumulação de amarelos, Alan Ruiz e Bruno César ficarão de fora na próxima partida, frente ao Tondela.

 

De mais dois pontos atirados fora. Quando faltam dez jornadas para o fim do campeonato, vemos o Benfica a doze pontos e o FC Porto a onze. Cada vez mais longe. E o Braga a aproximar-se.

 

 

Gostei

 

De Gelson Martins. Voltou a ser o jogador mais inconformado, mais veloz, mais esclarecido tecnicamente e com melhor leitura de jogo. Caiu um pouco na segunda parte, aliás como toda a equipa, mas foi à mesma - para mim - o melhor sportinguista em campo.

 

De Bas Dost. Desta vez não marcou, mas assistiu. E teve vários pormenores de muita qualidade fora da sua posição habitual.

 

Da primeira parte. A equipa entrou dinâmica, muito bem organizada e com segurança de passe. Um período coroado pelo golo aos 35' - uma excelente jogada colectiva iniciada em Bruno César, desenvolvida num cruzamento milimétrico de Esgaio e prosseguida numa soberba recepção de bola da parte de Bas Dost, que a colocou em Alan Ruiz, o marcador. Pormenor a assinalar: o argentino rematou com o seu pior pé, que é o direito.

 

Do apoio nas bancadas. Os adeptos foram puxando pela equipa, incluindo já no período em que os jogadores preferiram tirar o pé do acelerador, confiando que bastaria o golo solitário para vencerem o jogo. Só quando o onze leonino baixou muito de intensidade, quebrando o rendimento, se ouviram os primeiros sinais de desagrado. Os assobios no fim foram compreensíveis.

{ Blog fundado em 2012. }

Siga o blog por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Pesquisar

 

Arquivo

  1. 2018
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2017
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2016
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2015
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2014
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2013
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2012
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2011
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D