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És a nossa Fé!

Rescaldo do jogo de ontem

Gostei

 

De voltar a vencer o V. Guimarães, agora em casa. Domínio total do jogo e conquista de mais três pontos nesta recepção à turma minhota, apanhada de surpresa pela mudança do sistema táctico intoduzida por Rúben Amorim na nossa equipa, que actuou sobretudo em 3-5-2, com Daniel Bragança como médio colocado logo atrás do duo de avançados (Pedro Gonçalves e Tiago Tomás). Desta forma o corredor central foi todo nosso. E os de Guimarães viram-se incapazes de desatar o nó. 

 

De Gonçalo Inácio. Grande exibição do jovem promovido por Amorim à equipa principal. Para este jogo, o treinador atribuiu-lhe uma pesada responsabilidade: substituir Coates no eixo defensivo, ficando Neto (regressado ao onze titular, como capitão) à direita e Feddal à esquerda. Ele cumpriu com brilho e distinção: rendeu o internacional uruguaio como patrão do sector mais recuado, foi de longe o que mais acertou nos passes longos e ainda foi à frente, marcar de cabeça o golo da vitória, aos 42', na sequência de um livre.

 

De Palhinha. Para a enorme eficácia da nossa equipa, que lidera há 18 jornadas o campeonato, muito contribuiu o nosso médio defensivo, enfim chamado à selecção nacional, mesmo nunca tendo sido convocado para a selecção sub-21. Parece estar em todo o lado: tão depressa vai à dobra de um central apanhado fora de posição como integra uma segunda linha ofensiva. Mas é sobretudo ele quem domina no meio-campo: ganha ali todos os duelos, impedindo a progressão dos adversários. Excelentes e sucessivos cortes do princípio ao fim: aos 11', 14', 16', 22', 54', 56', 86' e 90'+5. É dele a assistência para o golo. E ainda esteve quase a marcar, num disparo a meia-distância que rasou a barra aos 46'. Melhor em campo.

 

De Tiago Tomás. Dois momentos de exemplar nota artística, driblando adversários na grande área com toques de calcanhar, demonstram que este avançado ainda júnior não é apenas combativo e tem faro de golo: vem requintando também os seus atributos no domínio técnico. Marcou um belo golo aos 26', coroando a melhor jogada colectiva do Sporting - infelizmente viria a ser anulado, por intervenção correcta do vídeo-árbitro, porque a bola havia saído totalmente de campo antes de Porro cruzar para Nuno Mendes que tocou em Daniel Bragança que deixou em Pedro Gonçalves que assistiu para o golo que não valeu. Saiu aos 71', dando lugar a Paulinho: uma vez mais, com a missão cumprida.

 

De Daniel Bragança. Em estreia absoluta como titular no campeonato, o médio leonino revelou os seus melhores atributos sobretudo na primeira parte: visão periférica, capacidade técnica, velocidade de execução em cada lance. Quebrou fisicamente a partir da hora de jogo, dando lugar a Tabata aos 71'. Mas merece nota muito positiva.

 

Da estreia de Dário Essugo. Ainda juvenil, cumpridos os 16 anos poucos dias antes, o jovem médio entrou aos 84' para render João Mário. Foi um momento emocionante para os adeptos: desde logo por ser um acto de coragem de Amorim, quando o resultado ainda era incerto. E também por representar um marco histórico: nunca um jogador tão jovem havido actuado no principal escalão do futebol português. Emocionante sobretudo para ele: Dário não conteve as lágrimas após o apito final, proporcionando as melhores fotos desta partida que ele guardará para sempre na memória. E nós também.

 

Do remate rasteiro de João Mário aos 15'. Levava selo de golo: só difícil intervenção de Bruno Varela, guardando a baliza vimaranense, travou a bola in extremis. Três minutos depois, foi Pedro Gonçalves a enviá-la com estrondo ao poste. Para compensar, os de Guimarães viram a bola embater duas vezes nos nossos ferros, aos 34' - numa das ocasiões após enorme defesa de Adán, outra vez baluarte do onze leonino. Estrelinha? Talvez. Mas muita competência, acima de tudo.

 

Da confiança da equipa. Excelente primeira parte, com um dos nossos melhores desempenhos colectivos nesta Liga 2020/2021. Na segunda, o Sporting quase se limitou a guardar a bola e a impedir as rotas de acesso à nossa baliza. Pausando o jogo, sempre com segurança, sem nervosismo nem ansiedade. Parecia exibição de campeão antecipado. 

 

Da aposta sempre renovada na formação leonina. Começámos o jogo com oito portugueses no onze titular (Gonçalo, Neto, Palhinha, João Mário, Nuno Mendes, Daniel Bragança, Pedro Gonçalves e Tiago Tomás). Seis formados na Academia de Alcochete, portanto. Aos quais se juntaram Dário e Jovane (que entrou aos 89' para substituir Pedro Gonçalves). Outros proclamam a "aposta na formação", nós praticamo-la. Sem complexos. Com muito orgulho.

 

Do árbitro. Tiago Martins apitou pouco e quase sempre bem. Dizem alguns, em futebolês, que isto é "arbitar à inglesa". Prefiro dizer que é arbitrar com competência. Pena acontecer tão poucas vezes no campeonato português.

 

De ver o Sporting ainda imbatível. Concluimos a 24.ª jornada sem derrotas. Somos a equipa com melhor registo defensivo não apenas de toda a história leonina mas também ao nível do futebol europeu actual: apenas 11 golos encaixados nas nossas redes. Não sofremos golos em 15 destes 24 jogos. E já somamos 12 jornadas sem perder em casa. 

 

De já somarmos 64 pontos. Correspondentes a 20 vitórias e quatro empates. Mantemos dez pontos de avanço face ao FC Porto, segundo classificado. Levamos agora 14 de avanço ao Braga e 16 ao Benfica de Jorge Jesus, que se enfrentarão esta noite.

 

 

Não gostei
 

 

Deste resultado em comparação com o da primeira volta. Soube a pouco, este 1-0 em Alvalade, após termos derrotado o Vitória por 4-0 em Guimarães há quatro meses.

 

De Paulinho. Recuperado de lesão, o ex-artilheiro do Braga regressou quatro jogos depois. Entrou aos 71', mas quase só se viu em missões defensivas. Desperdiçou um golo cantado, após impecável assistência de Jovane: rematou para as nuvens quando tinha apenas Bruno Varela à sua frente. Foi o último lance do desafio - pouco lisonjeiro para a sua fama como goleador.

 

Da ausência de Coates. Primeiro jogo desta Liga 2020/2021 em que não pudemos contar com o nosso capitão, excluído por acumulação de amarelos: Adán é agora o único titular absoluto da equipa no campeonato. Mas Gonçalo Inácio deu boa conta do recado. 

 

De ver Matheus Nunes e Antunes fora da convocatória. Ambos acusaram positivo em teste à Covid-19. Oxalá recuperem depressa. E bem.

O dia seguinte

Com quatro levezinhos de Palhinha para a frente, a táctica do Sporting só podia ser o "tikitaka", e foi isso que houve na primeira parte do jogo de ontem: grande mobilidade do quarteto no meio-campo adversário, altenando a circulação com o ataque interior à base de tabelinhas, com Porro e Nuno Mendes a dar a necessária largura e Palhinha imperial na recuperação.

O Guimarães, também uma equipa levezinha que joga e deixa jogar, foi vendo os minutos passar sempre à beira de sofrer golo, até que quase do nada teve duas bolas na trave. O Sporting continuou como se nada fosse e finalmente conseguiu marcar num lance de bola parada de "laboratório".

Chegámos ao intervalo em vantagem no marcador, com 70% de posse, uma bola na trave, um golo bem anulado a culminar uma grande jogada colectiva e mais duas ou três oportunidades. Grande primeira parte de Pedro Gonçalves e Tiago Tomás.

Na segunda parte o Sporting controlou o jogo, baixou de velocidade, tentou não cometer erros e não incorrer em riscos desnecessários, esteve sempre mais perto de marcar do que de sofrer até porque não consentiu qualquer oportundidade ao Guimarães, deixou os minutos passar, refrescando a equipa no final e anda dando uns minutos ao rapazinho de 16 anos que tinha acabado de assinar contrato de profissional. 

Claro que muitos sócios e adeptos torceram mais uma vez o nariz: é como começar com champagne da viúva e depois passar para um espumante Aliança, mas... podia ser diferente? Se calhar podia, mas se é esta a formula que comprovadamente dá resultados, com estes jogadores que não são os do Bayern ou os do Barcelona, para quê alterar?

E lá vieram mais três pontos. Ainda faltam uns quantos... vamos com calma.

#OndeVaiUmVãoTodos

SL

Inspirar, expirar, inspirar...

Não sei se também vos deu uma comichão a partir dos 60' e depois daqueles quase 5' em que o Guimarães era como se tivesse ido para casa ver na TV o Sporting a trocar a bola e a balancear o jogo de cá para lá com os olhos postos na baliza adversária. Desse domínio absoluto não saiu a necessária confirmação em forma de golo, coisa de pôr logo o credo na boca ao tarimbado sportinguista, experimentado que está em surpresas desagradáveis.

No quarto de hora inicial Pote falha dois golos de se ficar de queixo caído e daí em diante foi dado como "missing in action." Depois foi um golo anulado porque meia-hora antes a bola pisou a linha de fora; para a próxima é melhor ver se o autocarro fica bem arrumado ou o VAR ainda vai ver nisso motivo para riscar golos. Mas por favor rapazes, ponham o enchido ao fumeiro antes de meterem a viola ao saco. Nos últimos anos, por esta altura, os jogos eram pretexto para acabar a noite nas bifanas em bom companheirismo; este ano a coisa é a sério e tudo nos dá agora nervoso miudinho. 

Lindo mesmo foi ver o chavalito Essugo a chorar no fim do desafio. É jogo a jogo, diz Amorim, e já está a lançar craque para a próxima época? Bem metido aquele pitch promocional na conferência de imprensa: "Jovem! Tens talento para o futebol? Então já sabes, o Sporting é que te dá as oportunidades." Tudo tão diferente do tempo do taquitize. 

Entretanto em Portimão nada de novo: o mal barbeado do Canelas, sempre ao nível, arriou a giga e lá se armou mais um arraial de vernáculo e tabefes. O mais patusco da cena foi ver dois polícias muito precatados a ver aquilo com as mãos atrás das costas como se não fosse nada com eles. Perante tamanho desacato o árbitro foi implacável: como não viu onde estava o Rúben Amorim guardou o vermelho e desfechou um cartão amarelo no Marchesin, com as devidas desculpas.

Prognósticos antes do jogo

Outra etapa na conquista do título que ambicionamos será cumprida mais logo, a partir das 20.30: recebemos o V. Guimarães, actual sexto classificado da Liga 2020/2021.

Na época anterior, o desafio equivalente a este terminou com a vitória leonina por 3-1, ainda no início do campeonato, a 28 de Outubro de 2019. Com golos de Jesé, Acuña e Coates. Mathieu foi o melhor em campo.

Passou quase ano e meio: três destes quatro jogadores já estão longe de Alvalade e o quarto, o capitão Coates, está hoje impedido de actuar por acumulação de cartões.

Venho pedir os vossos prognósticos para este Sporting-Vitória. Estão optimistas?

 

Amanhã à noite em Alvalade

22033072_wGZwc[1].jpg(Assim só para o ano ...)

 

Depois de duas vitórias complicadas, vamos então ter amanhã o terceiro do ciclo de sete jogos com equipas acessíveis, fora do grupo dos três perseguidores: Santa Clara (C), Tondela (F),  Guimarães (C), Moreirense (F), Famalicão (C), Farense (F) e B-SAD (C), a que, com excepção do Famalicão, todos vencemos na 1.ª volta. Um jogo que calha antes do interregno da Liga para os jogos das selecções, uma situação sempre complicada de gerir em caso de resultado desfavorável.

Quanto ao Guimarães, não soube recentemente complicar a vida ao Braga e encontra-se agora a lutar com o Paços de Ferreira pelo 5.º posto, é uma equipa que joga e deixa jogar, só precismos de estar ao nível do que temos apresentado para chegar ao fim com os 3 pontos.

O problema é que voltámos a ter problemas com o Covid. Matheus Nunes e Antunes estão confinados, Nuno Santos ressentiu-se do esforço efectuado, e não vamos ter o "patrão" Coates.  Tudo junto, mais uma vez não vai ser nada fácil. A boa notícia é que Paulinho está de volta e pode ser importante se a coisa se complicar.

 

Imagino que Amorim convoque os seguintes elementos:

Guarda-redes: Adán e Max.

Defesas Centrais: Neto, Feddal, Inácio, Matheus Reis e Quaresma.

Alas: Porro, Nuno Mendes.

Médios Centro: Palhinha, João Mário, Bragança, Bruno Paz (?).

Interiores: Pedro Gonçalves, Jovane, Tabata, Joelson (?) e Plata (?).

Ponta de lança: Tiago Tomás e Paulinho.

E apostava no seguinte onze:

Adán; Inácio, Neto e Feddal; Porro, Palhinha, João Mário e Nuno Mendes; Pedro Gonçalves, Jovane e Tiago Tomás.

 

Concluindo,

Amanhã o Sporting entra em campo em Alvalade para ultrapassar o Guimarães e manter a vantagem pontual na liderança da Liga.

Considerando o sistema táctico de Rúben Amorim, qual seria o vosso onze?

#OndeVaiUmVãoTodos

 

PS: Na semana passada o Alfacinha, o João Gil e eu mesmo lá acertámos no onze.

SL

Os prognósticos passaram ao lado

Andamos pouco crentes em goleadas do Sporting, como se viu nesta mais recente ronda de prognósticos. Apesar de a nossa equipa ter repetido a "chapa quatro" que havia brindado ao Tondela na jornada anterior. 

Isto para dizer que ninguém acertou no prognóstico do V. Guimarães-Sporting: todos os vaticínios foram demasiado modestos na comparação com o merecidíssimo 0-4 final. Antes assim: mais vale perder-se aqui do que vermos o onze leonino perder em campo.

Nem vale a pena

Por doentia curiosidade fui espreitar na net e à borla o que dizem as folhas de couve sobre a vitória do Sporting contra o Vitória.

O Record destaca a afirmação de Rúben Amorim sobre a sua continuidade no Sporting, ou seja usa a ironia e a especulação a ver se cria um caso. A bola realça o pormenor da sua recordação da derrota contra o Lask, como quem quer dizer que o Sporting tem pés de barro.

Está bem, abelha... É que nem vale a pena ter mais conversa acerca destas porcarias; que abram falência e depressa, é o que mais lhes desejo.

Rescaldo do jogo de ontem

Gostei

 

Da segunda goleada seguida, desta vez em Guimarães. Triunfo leonino frente ao Vitória minhoto, num terreno sempre difícil, e quase sempre sob chuva copiosa, o que em nada facilita a tarefa de equipas tecnicistas. Depois de termos dado quatro ao Tondela em Alvalade, repetimos a marca: 4-0. Com golos apontados por Nuno Santos (11'), Pedro Gonçalves (43' e 55') e Jovane (75'). No mesmo estádio onde há seis anos saímos derrotados por 0-3. Pormenor a destacar: todos os nossos golos nasceram de transições rápidas.

 

Da nossa entrada neste jogo. Pressão alta e fulgurante do Sporting no mesmo palco onde nos anteriores seis confrontos só tínhamos vencido um (em 2017/2018). Logo no primeiro minuto podíamos ter marcado duas vezes, primeiro por Sporar e logo a seguir por João Mário. Destaque para o disparo do campeão europeu, que foi bater com estrondo na trave.

 

Do onze titular. Rúben Amorim parece ter estabilizado o elenco-base da equipa: foi aquele que jogou desta vez de início. Com Adán na baliza; Neto, Coates e Feddal no tridente defensivo; Porro e Nuno Mendes nas alas; Palhinha e João Mário no meio-campo; Pedro Gonçalves e Nuno Santos como interiores ofensivos; e Sporar a ponta-de-lança. 

 

De Pedro Gonçalves. Caminha, a passos largos, para se tornar um digno sucessor de Bruno Fernandes, confirmando-se como o melhor reforço desta temporada. Marcou mais dois, facturou sete golos em sete jornadas e figura já no topo dos artilheiros do campeonato. E ainda assistiu Nuno Santos a iniciar esta goleada em Guimarães. Novamente o melhor em campo.

 

De Sporar. Desta vez não marcou, mas revelou-se essencial na manobra ofensiva da equipa. De uma tabelinha sua com Porro nasce a assistência para o segundo golo. Cria desequilíbros lá à frente e mantém sempre em sentido os defensores contrários. A equipa melhorou bastante desde que passou a contar com ele a titular.

 

De Nuno Santos. Foi ele o primeiro a empurrar o Sporting para a baliza adversária, logo a abrir o jogo, ganhando a bola na velocidade. Notável a movimentação no primeiro golo, com a sua assinatura. É já o terceiro que marca de Leão ao peito. Não custa vaticinar que vários outros virão a caminho.

 

De João Mário. Primeira parte muito positiva do nosso médio criativo. Além do petardo à barra, destacou-se a criar lances ofensivos, com bom domínio técnico e segurança no transporte de bola. Numa dessas ocasiões, correu 50 metros com ela, galgando terreno e driblando adversários, dando assim início à construção do segundo golo. Quebrou na etapa complementar, acusando desgaste físico, sendo bem substituído aos 58' por Matheus Nunes, autor da assistência a Jovane no remate que selou a nossa goleada em Guimarães.

 

De Adán. O guarda-redes espanhol - outro bom reforço desta temporada - já merece destaque. Notável, a assistência que fez para o terceiro golo, com um passe longo a que Pedro Gonçalves deu a melhor sequência, lá na frente. Golo marcado com apenas dois toques na bola. Como de costume, transmitiu segurança à equipa. Grande defesa aos 22', a parar um livre apontado por Ricardo Quaresma. Saiu muito bem dos postes aos 64', anulando uma situação de perigo. É um dos principais responsáveis pelo facto de o Sporting ser neste momento a equipa menos batida do campeonato, com apenas quatro golos sofridos.

 

Da nossa dinâmica ofensiva. Este foi o nosso quarto jogo seguido a ganhar. Foi também a nossa quarta vitória consecutiva fora de casa na Liga 2020/2021 - algo que não acontecia à sétima jornada desde a época 1996/1997, sob o comando técnico do belga Robert Waseige. Somos a equipa com mais golos marcados: 19. 

 

De terminar este jogo com cinco jogadores da formação. Mantém-se a aposta nos jovens oriundos da Academia de Alcochete: quando soou o apito final, estavam em campo Nuno Mendes, Palhinha, Jovane, Daniel Bragança e Tiago Tomás.

 

De continuar a ver o Sporting no comando da Liga. Desde Setembro de 2016 que não estávamos duas jornadas seguidas isolados no primeiro posto. Ficaremos assim pelo menos mais três semanas, devido à pausa para jogos das selecções. Neste momento temos mais quatro pontos do que o Benfica e mais nove do que o FC Porto, que ainda não actuou na sétima ronda do campeonato.

 

 

Não gostei
 

 

Do V. Guimarães. Prometia muito no início da época, exibindo até um vídeo algo ridículo com Quaresma montado a cavalo junto ao paço ducal. Reforçou-se com jogadores como Bruno Varela e Sílvio, que já foram do Benfica, e o ex-Leão Miguel Luís (que continua sem agarrar a titularidade). Mas está muito longe do brilho de outras épocas, algo bem reflectido nas estatísticas: até agora ainda só marcou um golo em casa, de penálti. 

 

Das bancadas vazias. Cada vez acho mais incompreensível que as mesmas autoridades sanitárias que autorizam espectadores nas competições motorizadas, provas hípicas, circos, touradas, manifestações de várias tonalidades e até em jogos de futebol da selecção nacional e das equipas que disputam competições europeias persistam na interdição absoluta de público quando se trata de jogos do campeonato. Absolutamente deplorável, ver o Estádio D. Afonso Henriques assim deserto.

Prognósticos antes do jogo

Jogo complicado em perspectiva. Será mais logo, a partir das 20.30: vamos defrontar o Vitória minhoto, no estádio D. Afonso Henriques. 

Na temporada anterior, apenas há cinco meses, o V. Guimarães-Sporting terminou 2-2. Grandes exibições de Sporar, que bisou a marcar, e Jovane. Mas com Vietto a desperdiçar dois golos cantados. E nem o facto de termos jogado os últimos minutos com mais um jogador nos serviu para desfazer o empate.

Quais são os vossos prognósticos para esta partida?

E a revelação (não verde-e-branca) da temporada é...

Prestes a chegar ao fim de uma atribulada temporada, a equipa do És a Nossa Fé votou na revelação verde-e-branca 2019-2020. E também na revelação fora do universo leonino.

Comecemos pela segunda...

 

Tem 21 anos apenas e, apesar de ter sido internacional nas camadas jovens pelo seu país, chegou a Portugal como um ilustre desconhecido. 

Rapidamente se impôs como titularíssimo na sua equipa e chega ao final da Liga com 36 jogos, 9 golos e 9 assistências. Ou seja, esteve directamente em 18 golos da sua equipa (mais de um terço dos 53 marcados). O suficiente para ser quase certa uma mudança para um clube de maior dimensão. E é um jogador para palcos imponentes. 

Mais do que os números, impressiona a velocidade e o drible, associados a visão de jogo, qualidade de passe e até de remate. É um desequilibrador nato, um jogador dificílimo de parar do meio campo para a frente. Fez coisas absolutamente mágicas ao longo da época. Percebe-se porque, no seu país, haja quem lhe chame o "Messi inglês".

 

 

Por margem confortável, Marcus Edwards, do Vitória de Guimarães, é, para a nossa equipa, a revelação da Liga 2019-20. 

Bateu uma concorrência de respeito, em que estavam os também muito talentosos jovens Trincão (Braga) e Pedro Gonçalves (Famalicão).

Nos próximos dias revelaremos quem, de leão ao peito, mais encheu o olho à equipa do És a Nossa Fé...

Os prognósticos passaram ao lado

Alguns quase acertaram na quase vitória do Sporting em Guimarães. Mas o jogo terminou empatado. Não um empate a zero, como sucedera há quatro épocas, com o experiente Jorge Jesus ao leme da nossa equipa, mas um empate a duas bolas, agora com o novato Rúben Amorim a orientar o onze leonino.

Falta de pontaria em campo de um Vietto, por exemplo, que desperdiçou duas assistências de bandeja de Jovane. Falta de pontaria deste último, também, ao cabecear à figura na sequência de um excelente cruzamento de Camacho. 

Falta de pontaria, enfim, dos nossos leitores: os prognósticos passaram ao lado. Mas daqui a poucos dias há mais.

Rescaldo do jogo de ontem

Gostei

 

Da aposta clara e deliberada na formação. É um reiterado apelo dos adeptos: o Sporting só reencontra o melhor da sua vocação como equipa vencedora se apostar mais nos jovens que são formados na Academia de Alcochete. Foi precisamente o que aconteceu ontem, frente ao V. Guimarães. Rúben Amorim escalou um onze titular com cinco destes jovens: Luís Maximiano (21 anos), Eduardo Quaresma (18 anos), Matheus Nunes (21 anos), Rafael Camacho (20 anos) e Jovane Cabral (21 anos). E ainda fez entrar Gonzalo Plata (19 anos). Uma equipa virada para o futuro, como se exige para honrar as melhores tradições leoninas. Só isto faz a diferença. 

 

De Eduardo Quaresma. Entre os dois estreantes no campeonato nacional (o outro foi Matheus Nunes), sobressaiu este jovem, sobre quem (permitam-me a autocitação), eu já havia escrito há quase um ano, na pré-temporada 2019: «Ainda júnior, revelou alguns pormenores que atestam a sua qualidade futebolística não apenas como central mas até como lateral improvisado. Nome a reter num futuro próximo.» Assim foi, colocado na ala direita do sistema de defesa a três concebido por Amorim, dando boa conta do recado. Não se atemorizou sequer ao ter pela frente o extremo Davidson, um dos melhores elementos do plantel vitoriano. E acabou até por permanecer os 90 minutos em campo.

 

De Sporar. Temos artilheiro: já regista cinco golos. Ontem, mais dois. Aproveitando da melhor maneira duas das três oportunidades de que dispôs: a primeira aos 18', aproveitando uma fífia incrível do experiente guardião vitoriano Douglas; a segunda aos 52', dando a melhor sequência a um excelente passe de Jovane a rasgar a defesa adversária. O esloveno merece ser considerado o homem do jogo. Falta-lhe pouco para ter direito a música própria entre os adeptos.

 

De Jovane. Grande exibição do jovem ala nascido em Cabo Verde, aproveitando da melhor maneira esta oportunidade para se firmar no onze titular. Foi o elemento mais desequilibrador durante a partida, revelando excelente condição física e sem nunca perder a noção de que importa acima de tudo trabalhar para a equipa. Protagonista de lances dignos de registo aos 37', 39', 45', 52', 59' e 76' - neste, levou à exibição de um cartão vermelho ao adversário. Nem o facto de sofrer faltas sucessivas lhe travou o ímpeto. E quase marcou, aos 84', num lance bloqueado por Douglas, autor da defesa da noite em Guimarães.

 

De Camacho. Actuando um pouco mais recuado na direita, em evidente apoio à manobra defensiva da equipa na defesa a três - tanto mais que actuava na ala do estreante Eduardo Quaresma -, revelou combatividade e disciplina táctica, ajudando a fechar o corredor. Mas só quando recebeu autorização para progredir no terreno se viu melhor a sua utilidade na criação de desequilíbrios, partindo os rins a quem encontrava pela frente. Dos pés dele saíram os melhores cruzamentos leoninos, aos 84' e aos 88'. Ele próprio esteve quase a marcar aos 89'. Também parece ter agarrado a titularidade.

 

Da condição física dos jogadores. Havia os maiores receios neste capítulo, tanto mais que a equipa vinha de uma longa paragem competitiva, após quase três meses sem jogos - uma paragem duas vezes mais longa do que o habitual defeso do Verão. Mas neste capítulo o teste não podia ser mais positivo, tanto entre os veteranos (Mathieu, com 36 anos, actuou 90 minutos em missão de contínuo desgaste, cabendo-lhe a ala esquerda da defesa a três) como entre os mais jovens. Ao ponto de Amorim não ter sequer esgotado as substituições: limitou-se a trocar Matheus Nunes (já amarelado) por Idrissa Doumbia, aos 66', e o apagado Vietto por Plata, aos 73'.

 

Da qualidade do jogo. Foi até agora, de longe, a partida mais intensa e bem disputada desde o recomeço deste insólito campeonato, cuja "25.ª jornada" se vai desenrolando em dias consecutivos, ao ritmo de duas partidas diárias. Num estádio sem público, com quase todos os elementos da equipa técnica com máscaras (incluindo Amorim) e os adeptos deixados do lado de fora, acompanhando certamente o jogo através dos dispositivos tecnológicos. A qualidade do futebol praticado não se ressentiu desta estranha circunstância ainda em tempo de pandemia.

 

Da "estrelinha" do treinador. Rúben Amorim, técnico com fama de sortudo, soma agora onze jogos sem perder no campeonato. Só é pena que nove desses onze tenham sido ao serviço do Braga.

 

 

Não gostei
 
 

Do resultado. Empatámos 2-2 em Guimarães. Bem sei que no mesmo estádio em que havíamos perdido 0-3 na temporada 2014/2015, com uma equipa onde se integravam seis futuros campeões da Europa (Rui Patrício, Cédric, William, Adrien, João Mário e Nani). Mesmo com essa memória ainda fresca, foi frustrante vermos o Sporting colocar-se por duas vezes em vantagem e não saber aproveitá-la ou mesmo ampliá-la no momento próprio. Bastaria que Douglas não tivesse defendido com tanta competência o remate à queima de Jovane. Ou que Mathieu tivesse dado a melhor sequência aos dois livres directos que apontou. 

 

De Vietto.  O elemento mais apagado do nosso onze. Pareceu quase sempre alheado do jogo, com índices de concentração muito reduzidos. Precipitou-se aos 27', rematando por cima, quando tinha todas as condições para dar a melhor sequência a esse lance ofensivo. Desperdiçou duas ocasiões de golo oferecidas por Jovane, aos 39' e aos 45'. Acabou por dar lugar a Plata - uma substituição que pareceu só ter pecado por tardia.

 

Da falta de intensidade inicial.  Demorámos meia hora a sacudir a pressão vitoriana, que impedia a progressão da nossa equipa logo a partir da primeira fase de construção. Amorim quer que os jogadores saiam de trás sempre com a bola dominada, sem chutões para a frente. Um bom princípio mas que pode desmoronar-se ao enfrentar um muro de adversários, como ontem sucedeu. Foi numa destas constantes trocas de bola entre a defesa e o guarda-redes, quando já vencíamos por 1-0, que nasceu um deslize fatal: jogando mal com os pés, Max acabou por colocá-la num adversário em zona proibida, logo aproveitando o Vitória para empatar.

 

Do segundo golo sofrido.  Se o primeiro resultou de um erro individual, desculpável num jovem guardião em início de carreira, o segundo ocorre na sequência de uma tremideira colectiva da nossa defesa, numa confusão de protagonistas à molhada, sem que ninguém soubesse ou conseguisse atirar a bola, de qualquer maneira, dali para fora. Acabou por sobrar para Edwards, que não perdoou, fuzilando a nossa baliza. Naquele lance víamos a nossa vantagem por 2-1 atirada borda fora. E mais dois pontos a voar. O facto de o FC Porto ter perdido três na deslocação a Famalicão e o Benfica ter perdido dois em casa frente ao modesto Tondela não pode servir de circunstância atenuante. 

 

De termos desperdiçado a vantagem numérica. Jogámos os últimos 20 minutos com mais um jogador. Mas a exibição não esteve em linha com a aritmética: nesse período abusámos das trocas de bola em vez de visarmos a baliza contrária em ritmo incessante.

 

Da ausência de público. Futebol sem assistência ao vivo não chega a ser espectáculo. Não se entende nem se aceita como é que as bancadas dos estádios, ao ar livre, continuam sem espectadores nesta fase de "desconfinamento" do País. Quando já cinemas, teatros, salas de concertos, restaurantes e centros comerciais estão de portas abertas.

Esperança reforçada

Encheram-me a alma sportinguista e os olhos, o emblema do leão a cintilar e as listas verdes e brancas a brilhar. Um reforçado orgulho leonino que cedo transformou o estádio vazio numa enchente das antigas.

Podemos sorrir. Hoje e, seguramente, amanhã. É a minha convicção. Podemos esperar por vitórias. Muitas. Podemos, sobretudo, acreditar que vamos reconciliar-nos com a nossa equipa. No sentido em que vamos deixar de esperar dela o que ela não nos pode dar; porque dela receberemos o que ela nos pode e poderá dar. E isso é muito. Proporcional à dimensão dos talentos que temos na equipa e na academia é imenso. Estamos cheios de talento. Temos futuro.

Rúben Amorim é bom treinador e é um líder. Os jogadores gostam dele. Foi com ele, finalmente, que as palavras passaram aos actos e jogámos com as pérolas. Com os nossos verdadeiros activos. E eles, tal como o emblema leonino e as listas verdes e brancas, brilharam no Minho. 

Em crescendo (porque assim vamos ver a nossa equipa) alinharam ontem em Guimarães: Eduardo Quaresma (18), Gonzalo Plata (19), Rafael Camacho (20), Matheus Nunes (21), Jovane Cabral (21), Max (21). Seis craques. Mais de metade de um onze!

Se isto não dá razão para esperança, não sei o que dará. 

Acredito que Rúben Amorim vai formar uma grande equipa porque saberá potenciar o nosso DNA que, vimos ontem, está vivo e faz viver!

É a dar apoio a essa crença que dedicarei o meu sportinguismo. Quando houver eleições farei o meu juízo. Até lá não lutarei para que haja um sufrágio antecipado.

Antecipar, hoje, prefiro antecipar as vitórias.

Amanhã à noite em Guimarães

coates.jpg

A última vez que fiz um post assim foi há quase três meses, em 7/3/2020. O Sporting acabou por ganhar por 2-0 contra o Desp. Aves no primeiro jogo de Rúben Amorim à frente da equipa.

Foi um jogo estranho, muito marcado pelo ferrolho legitimamente montado pelo adversário devido à desvantagem numérica com que se confrontou bem cedo na partida, mas também por uma nova forma de jogar a que os jogadores se tentaram adaptar da melhor forma, nem sempre conseguindo, com a equipa disposta num 3-4-3 que exige grande disciplina táctica e inteligência de jogo dos executantes. 

Um modelo de jogo nas antípodas daquele outro com que derrotámos o Guimarães na 1ª volta por 3-1, numa partida que podia ter acabado por 4-4 ou algo assim, marcada pela anarquia táctica, desorganização defensiva e transições perdidas porque uns ficavam estáticos a ver o que o outro ia fazer sem lhe oferecer linhas de passe.

Passados três meses, com um confinamento e uma readaptação competitiva pelo meio, vamos com certeza ver uma equipa mais de acordo com as ideias de Rúben Amorim. Não são ainda conhecidos os convocados, mas prevê-se que, na ausência de Renan, LP29 e Wendel, sejam mais ou menos os seguintes:

 

Guarda-redes: Maximiano e Diogo Sousa.

Defesas Centrais: Coates, Mathieu, Neto e Ilori (ou Quaresma ?)

Alas: Rosier, Ristovski, Acuña e Borja

Médios Centro: Battaglia, Francisco Geraldes, Doumbia e Eduardo (ou Matheus Nunes ?).

Avançados: Camacho, Jovane ,Luciano Vietto, Gonzalo Plata, Pedro Mendes, Jovane Cabral e Sporar.

 

Sendo assim, prevejo que Amorim apresente um onze muito próximo daquele de há três meses, com Battaglia a assumir-se como o patrão da equipa no miolo. A grande incógnita será quem vai substituir Wendel, ou seja, quem vai estar próximo de Battaglia para "esticar o jogo" pelo centro do terreno. Eduardo, Doumbia, Geraldes ou Matheus Nunes? Gostava de ver este último. 

A guarda-redes, Max. Pena o que aconteceu com Renan, o Sporting deve-lhe duas taças.

Na defesa, não havendo lesões, dúvidas também não há, estamos bem servidos.

Na frente Vietto aparentemente tem lugar cativo e pode ser que jogando próximo de Acuña se consiga montar na esquerda uma dupla bem mecanizada, potencialmente o ponto mais forte desta equipa.

Do outro lado Plata, um jogador versátil com imenso potencial, difícil de marcar, tem mesmo de jogar. Mais atrás Rosier ou Ristovski? Eu penso que ainda não vimos o verdadeiro Rosier. 

No centro, inevitavelmente Sporar. Alternativa: Pedro Mendes?

Fica então aqui o meu onze,

Max; Neto, Coates e Mathieu; Rosier, Battaglia, Matheus Nunes e Acuña; Plata, Sporar e Vietto.

Mas isto sou eu aqui a pensar.

 

Concluindo,

Amanhã à noite, em Guimarães, o Sporting vai entrar em campo para vencer e assim manter-se na corrida com o Braga pelo 3.º lugar. Considerando o sistema táctico de Rúben Amorim, qual seria o vosso onze? 

SL

Prognósticos antes do jogo

Vai (re)começar o mais estranho campeonato nacional de futebol das nossas vidas. Numa inédita e insólita "terceira volta" que algumas boas almas apelidam de "nova normalidade" mas que é tudo menos normal.

Um campeonato que esteve parado quase três meses, que tenta mudar as regras da competição a meio como se isso não atentasse contra a elementar ética desportiva. Com uma equipa açoriana a jogar voluntariamente muito longe de casa, transformando numa farsa o discurso contra a macrocefalia lisboeta. Com a perspectiva inicial de se disputar "no menor número possível de estádios", que começaram por ser apenas nove mas que afinal serão dezassete - tudo e o seu contrário sempre a pretexto do novo coronavírus.

Um futebol que assume o divórcio compulsivo entre jogadores e público, embora ainda lhe chamem espectáculo, apesar de proibirem sócios e adeptos de frequentar as bancadas dos seus estádios, enquanto se permite que a malta acorra ao Campo Pequeno para aplaudir o humorista Bruno Nogueira, com a complacente presença do primeiro-ministro. 

Mas não era de nada disto que vos queria falar. Vim aqui só para retomar a ronda dos prognósticos, interrompida na segunda semana de Março. Pedindo-vos vaticínios para o V. Guimarães-Sporting, que se joga amanhã, à porta fechada, a partir das 21.15.

E agora como vai ser?

Três jogadores do Vitória de Guimarães infectados com Covid-19. A três semanas do recomeço daquilo a que alguns ainda ousam apelidar de "campeonato". Num modelo que fere elementares regras de equidade da competição, dando a umas equipas a garantia antecipada de jogarem em casa enquanto outras sabem de antemão que só farão jogos fora.

Há quatro dias, a propósito desta pandemia que abala o mundo, interrogava-me aqui: «Na Alemanha surgiram agora dez jogadores infectados com o coronavírus. O que vai suceder se o mesmo acontecer cá?»

Não tardaremos a saber a resposta.

O que é ser Vitória?

Não sei, mas espero que não seja nada disto:

- pioneiros a expulsar uma rádio que fazia um relato desportivo no seu estádio (ver aqui);

- pioneiros a invadir o centro de treinos do clube e agredir jogadores (ver aqui);

- ter um presidente da Assembleia Geral que recomenda uma ida ao psiquiatra ao jogador que, com “tomates de betão”, fez frente a insultos racistas proferidos por alguns energúmenos da claque deste clube!

 

Por se ter passado no Estádio D. Afonso Henriques, nome – obviamente - alheio a tudo isto, deixo um conto de Alexandre Herculano para esta gente ler: O Bispo Negro.

 

Ao jogador, todo o nosso apoio!

Os melhores prognósticos

Retomámos as vitórias em casa para o campeonato, mais de dois anos depois. E em boa hora isso aconteceu, contra uma equipa que se encontrava à nossa frente na tabela classificativa e foi ultrapassada pelo Sporting.

A pontaria esteve também acertada aqui no blogue, onde não faltou quem previsse o 3-1 final. Aconteceu com três comentadores: Horst Neumann, Leão de Queluz e Leão do Fundão.

Aplicado o critério de desempate, a vitória final nesta ronda cabe a um duo: Horst Neumann e Leão do Fundão. Ambos mencionaram Acuña como marcador de um dos golos. E assim foi.

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