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És a nossa Fé!

UEFA recua: vamos jogar no dia 6

Afinal o Sporting-Atalanta, primeiro desafio da nossa participação nos oitavos-de-final da Liga Europa, irá disputar-se na próxima quarta-feira, dia 6, em Alvalade (17.45) e não na véspera. Inicialmente a UEFA estipulou que o jogo seria na terça, o que forçaria o adiamento do Sporting-Farense, a disputar 48 antes.

Seria péssimo, pois já nos basta termos o Famalicão-Sporting ainda por disputar. Menos mal assim.

E novidades?

Ontem tivemos mais uma gloriosa jornada europeia de dois clubes portugueses. Esperemos que pelo nosso lado, Sporting, não se verifique mais uma apenas com derrotas, que ainda faltam jogar os nossos rapazes amanhã e o Porto hoje.

Isto é o reflexo da pobreza franciscana do futebol entre portas, com o favorecimento constante dos mesmos do costume, Porto e Benfica à cabeça. Não deixam os chamados pequenos crescer e depois queixam-se que não têm opositores internos à altura e o blá, blá do costume de quem é mau pagador.

Neste interim vai-se safando a selecção, porque é constituída maioritariamente por jogadores que jogam nos campeonatos de topo e por um velhote que ainda ontem fez mais dois belos golos para a sua conta pessoal.

Distribuam lá os direitos televisivos como em Inglaterra e preocupem-se em defender uma "indústria" que lhes dá de comer, caso contrário em meia-dúzia de anos estarão na cauda da Europa também no jogo da bola.

 Enquanto continuarem a olhar apenas para o seu umbigo, os dirigentes dos clubes e dos órgãos que regem o ludopédio luso, arriscam-se a ser os seus próprios coveiros.

E à boa maneira tuga, um dia hão-de ir para o Panteão!

Duas UEFA's?

 

Reproduzo aqui a capa dos desportivos espanhóis "AS", "Marca", "Sport", "Mundo Deportivo" de hoje, com os de Madrid mais incisivos e os de Barcelona mais focados na defesa do "seu" clube.

O que é certo é que em todos o presidente da UEFA é claro, para o organismo que manda na bola na Europa, não há prescrições.

Que conste, não foi feita qualquer queixa à UEFA por parte de nenhum clube espanhol adversário do Barcelona.

Não pode Ceferin dar um pulo aqui ao rectangulozinho, ou fica muito fora de mão? A malta agradecia encarecidamente.

Tomaž Klančnik

Depois de o árbitro Tomaž Klančnik não ter visto esta falta sobre Coates - e assinalar pénalti (!) do nosso capitão por um posterior toque seu com o braço (em desequilíbrio, como é natural de quem leva com um encosto e cotovelo na cara)... acho que este artista esloveno merecia o nome de uma rua em Frankfurt. Ou que lhe dedicassem uma nova salsicha.  

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PS - sim, jogamos pouco. mas perder o jogo (e deitar a perder as vitórias em Frankfurt e sobre o Tottenham... e 10 milhões de euros...) porque o Klancnick achou que sim... só resta dizer PQP UEFA.

Foi você que pediu o Sporting em mais uma final da UEFA Futsal Champions League?

Pois é. O hábito começa a fazer o monge e o Sporting está na final da UEFA Futsal Champions League, após bater por conclusivos 6-2 o Asnières Villeneuve 92 (ACCS) do português Ricardinho. 

O Sporting dominou toda a partida e não fora um ato irrefletido de Panny Varela, porventura excessivamente castigado com vermelho direto aos 18´ da 1ª parte, e o Sporting teria chegado ao intervalo a vencer por 3-0. Na sequência da expulsão, a equipa francesa reduziu. Na 2ª parte, após o 2º golo francês, o Sporting não deu mais hipótese e com 2 golos de rajada fechou o resultado. 

Os marcadores dos golos leoninos foram- 1ª parte: Esteban Guerrero 5´, Tomás Paçó 11´, Merlim 12´; 2ª parte: Diego Cavinato 25´, Merlim 30´e Cardinal 33´. Pelo ACCS marcou Lutin 18´ e Galmim 28´.

Agora resta aguardar pelo resultado do jogo de hoje entre Barcelona e Benfica para saber com quem o SPORTING, campeão em título, disputa a final no domingo às 16 horas, a ser transmitido pela Sporting TV. Atualizando, haverá reedição da final do ano passado, com o Barcelona que venceu o Benfica no prolongamento por 5-4. Oxalá se repita também o resultado. Spoorting 💚🦁

 

O ranking europeu e os direitos televisivos

No dia em que se joga a segunda mão da primeira meia-final da Taça de Portugal, que opõe o Tondela ao Mafra, será interessante analisar as implicações que esta conjugação de jogos (o outro é o Porto-Sporting) poderá trazer para a pontuação de Portugal no ranking UEFA para acesso às suas competições.

Sem qualquer tipo de menosprezo pelo Tondela ou pelo Mafra, que chegaram a esta fase com todo o mérito, a manter-se a classificação da primeira liga, o mais provável, um destes clubes terá, mesmo perdendo a final da Taça com Porto ou Sporting, acesso a uma competição europeia (sem tempo para procurar se a LE ou a Conference League).

Qualquer deles, com todo o respeito, não têm estofo para ombrear com os clubes que irão enfrentar e corre o futebol português o risco de perder a entrada directa do segundo classificado na liga dos campeões (e perder o terceiro), ou até do vencedor do campeonato.

O porquê dos direitos televisivos aparecer aqui, tem a ver com a necessidade absoluta de haver uma distribuição mais justa e equitativa, permitindo que o fosso entre os três grandes e os outros seja diminuido, com todas as vantagens não só para os clubes, mas também para os espectadores. Se dúvidas houver, olhe-se para o campeonato inglês, onde os direitos são negociados e têm uma distribuição justa. Aliás, o clube que mais recebe de direitos, curiosamente, é o que vence a segunda liga, precisamente com o objectivo de se poder apetrechar para o embate com outros que têm maior poder económico.

Por cá, apesar de alguns dizerem que só há dinheiro para dois, os três grandes secam a teta e aos pequenos restam as migalhas, com a consequente situação de todos os meses e todas as épocas andarem com a corda na garganta.

Parece que já se decidiu que haverá negociação em "bolo". Terá sido um parto difícil, mas importa conhecer os termos da distribuição de verbas e garantir que os pequenos tenham opção de crescer. Crescendo os pequenos, cresce o futebol português no seu todo e o seu peso nas competições da UEFA.

É quase ridículo (se não fosse até excelente) que Portugal tenha, ao nível de selecção, um conjunto de resultados extraordinário nos últimos anos e os clubes se estejam a afundar de forma trágica na tabela da UEFA.

 

Já agora, como habitante no concelho, que passe o Mafra!

Quatro portugueses

Bernardo Silva, Cristiano Ronaldo, José Fonte e Pedro Gonçalves: quatro compatriotas que mereceram destaque da UEFA como homens do jogo nas partidas da Liga dos Campeões em que intervieram. Com a vantagem acrescida, para Pedro Gonçalves, de ter sido eleito também o melhor futebolista desta semana europeia.

Fazem-nos sentir ainda mais orgulhosos do futebol português.

UEFA: insensibilidade gritante

Texto de AHR

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A insensibilidade da UEFA é gritante e isso ficou bem demonstrado nesse jogo [Dinamarca-Finlândia]. O que aconteceu [com Christian Eriksen] foi considerado pela UEFA como uma lesão igual a tantas outras, em que o jogador tem que ser retirado para fora do campo.

Bastou o infeliz jogador abrir os olhos, ainda na maca, para os responsáveis da UEFA considerarem esse milagre condição suficiente para o jogo prosseguir. Ficámos a saber que só eventualmente em caso de morte a UEFA pode ponderar suspender um jogo.

O caso de invalidez permanente não é condição elegível para adiar um jogo. É preciso pensar nas pessoas que compraram bilhete para assistir ao espectáculo. Há pessoas que tiraram um dia de férias para ir assistir ao jogo. Temos que pensar nelas, ou seja, pensar nos vivos, e no incomódo causado por alguém que morre em alguém que está vivo. É uma chatice um atleta morrer em campo. Ainda se fossem dois ou três, vá lá. Agora só um, é muito pouco.

A burocracia e o trabalho que é ter que adiar o jogo e devolver o dinheiro aos espectadores não compensa. O espectáculo tem de continuar.

The show must go on.

 

Texto do leitor AHR, publicado originalmente aqui.

Euro-2020 começa hoje, um ano depois

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Começa hoje o Campeonato da Europa de Futebol. Conhecido na gíria da UEFA por Euro-2020, o que é uma óbvia aldrabice: mantiveram a data do ano passado quando este certame - adiado devido à pandemia - se disputa só agora. Deixo este pormenor à consideração dos tais especialistas em "verificação de factos" que pululam por aí, de lupa em riste. Parece-me um manifesto caso de desinformação, com a agravante de vir com a chancela do organismo de cúpula do desporto-rei.

 

Encerrado este intróito, deixo duas perguntas, na expectativa das vossas respostas:

- Quais serão as três melhores selecções deste torneio?

- Qual será o primeiro onze oficial da selecção portuguesa, com estreia marcada contra a Hungria na próxima terça-feira?

 

Saudações desportivas antecipadas a todos quantos passarem por cá.

Liga Europeia de Clubes

liga europeia.jpg

Diante do há anos esperado anúncio da Liga Europeia de Clubes: está no momento de regressar a Marx, àquilo da concorrência e concentração do capital.
 
Quanto ao resto, e à aparente surpresa de tantos com tudo isto: 1) não é nada mais do que a réplica da NBA, que tantos acompanham; 2) nos últimos anos a mariolagem da bola nacional, apoiada por adeptos portistas e benfiquistas - tantos dos quais querem ganhar a todo custo, mesmo que "lhimpinho" - tudo tem feito para ascender a este comboio, na angústia de só haver um lugar para o futebol português. Entre outras coisas chama-se a isso falsificação de apostas desportivas. É crime. E há milhões de compatriotas ("bons pais de família") que defendem isso, ululando semanas após semanas, ao longo de anos! E até votam em gente dessa: para presidentes da câmara (ver o que se passa na Invicta, por exemplo), para o parlamento, etc.

Dar ao povo o que o povo quer - A farsa

12 clubes de três ligas europeias resolverm juntar se e criar uma nova competição a que chamaram superliga europeia. 6 clubes ingleses, 3 espanhóis e mais 3 italianos acharam que era este o momento para enfrentarem o poder da Uefa e Fifa e de certa forma rebelarem-se.

Não deixa de ser curioso que uma revolução deste tipo surja dos clubes mais poderosos e com mais capacidade financeira. São na sua maioria clubes que transcendem o seu país de origem em termos de adeptos, talvez aqui a excepção sejam o Tottenham, o Arsenal e o Atlético Madrid, com 4 clubes a destacarem se claramente neste aspecto, o Real, Barcelona, Manchester United e Juventus. Num negócio normal, esta revolução seria vinda dos mais fracos, dos que se sentissem explorados. No mercado do futebol é o contrário que acontecesse. Os clubes mais poderosos, os que mais ganham anualmente, revoltam-se contra a “casa-mãe” por acharem que dão mais ao futebol, financeiramente, do que aquilo que recebem. Sentem se espoliados de verbas, que são distribuídas por todos os outros clubes europeus, e que esses clubes consideram, sendo eles os principais responsáveis pelas receitas que permitem essa distribuição, que lhe são devidas. Assim, estes clubes resolveram avançar para uma superliga europeia em que pelas regras criadas por eles mesmos, têm lugar sempre garantido anualmente e permitem, é este o melhor termo, que outros, poucos, clubes ali possam competir, recompensando-os financeiramente. Há aqui alguns pontos interessantes, temos uma desvirtuação total da competição, em que os clubes fundadores para lá do que possa ser o desenrolar da competição não sofrem qualquer punição de uma eventual saída da competição. Temos também o caso de alguns destes clubes fundadores não terem, nem de perto, um papel desportivo relevante na europa. Se não têm uma presença europeia de registo só sobra a parte financeira para terem lugar nesta suposta elite das elites. E então aqui entramos no que verdadeiramente causa esta fractura nas competições europeias de futebol. É tudo uma questão financeira, nada mais. Estes clubes querem mais dinheiro. Muito mais dinheiro. O interesse no desenvolvimento do futebol, não é aqui tido nem achado. Não há qualquer preocupação em dinamizar uma competição justa e competitiva. Para lá destes 12 clubes fundadores, diz-se que mais três se juntarão ao grupo inicial, todos os outros serão peças secundárias, devidamente recompensadas para participar nesta espécie de competição, com os dados claramente viciados desde o início. Esta farsa assumida sem pudor pelos seus organizadores vai, de acordo com os estudos que fizeram, permitir encaixes financeiros nunca antes vistos, aos clubes fundadores. Acreditam que a sua massa de adeptos exterior ao seu país de origem, vai-lhes permitir obter receitas colossais e querem essas receitas, nem que para isso tenham que desvirtuar totalmente uma competição.

Os adeptos “locais”, aqueles que são a base, a “nascença” de qualquer clube, não foram sequer considerados, nem ouvidos. Os actuais presidentes destes clubes acreditam que os adeptos serão sempre adeptos, desde que lhes seja dado jogos para ver, não interessando a competição e as suas regras, ao bom estilo do Wrestling, todos sabemos que é uma farsa, todos sabemos que nada daquilo é real e que tudo está previamente combinado, quem ganha e quem perde. Não deixa mesmo assim de ser um espetáculo que gera receitas. É nisto que estes clubes pensam quando criam uma superliga europeia. Uma farsa, todos sabemos que é uma farsa, não há sequer a intenção de esconde-lo e haverá sempre audiências para gerar milhões de receitas. Se será o fim do futebol? Não me parece. Será o fim sim de muitos clubes tal como os conhecemos hoje, incluindo os clubes portugueses. Mas não nos podemos esquecer que foi a própria Uefa que dinamizou esta política remuneratória aos maiores clubes europeus, abrindo um fosso destes em relação a todos os outros.

O único trunfo, se o for mesmo, que a Uefa e Fifa têm, será a proibição de jogadores destes clubes, poderem competir pelas respectivas seleções nacionais. É fraco argumento, pois serão as próprias federações a pressionar a Uefa e Fifa, para tal não acontecer. Alguém imagina a nossa seleção sem os seus principais jogadores, CR7 à cabeça?

Portanto resta um caminho à Uefa: Dar mais e mais dinheiro a estes clubes. É o que lhe resta e é o que estes clubes querem.

Ceferin

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O esloveno Ceferin sucedeu na presidência da UEFA ao inaceitável Platini. Por razões que nada terão a ver com a organização desportiva, a UEFA amputou a maior e mais importante competição desportiva em que participa da rotina tecnológica que já perfaz os seus torneios séniores masculinos. O que aconteceu no sábado tem laivos de uma "tramóia jugoslava", não tanto de um afecto entre povos muito desavindos mas de um acordo de geoeconomia futebolística. Mas talvez não seja algo assim tão linear, uma perseguição à selecção portuguesa em defesa da Europa central austral. Mas mostra bem uma deriva da UEFA para tentar influenciar, em termos gerais, o acesso ao milionário Mundial árabe.

Não é imaginação delirante do adepto, sempre disponível para teorias conspiratórias: há apenas duas décadas Portugal foi afastado de um  Mundial por manigâncias de um árbitro já anteriormente acusado de corrupção em competições internacionais. Favorecendo a enorme economia alemã. Quando o chefe da organização desse Mundial era Platini, que veio a ser banido do associativismo. Quando o chefe da FIFA era Blatter, também acusado de graves desmandos. E agora quando a opção Qatar também tanto tem que se lhe diga, quanto à lisura de procedimentos que conduziram a essa escolha. Ou seja, tudo aponta para que esta opção anti-tecnológica da UEFA tenha a ver com vontade de manter poderes discricionários que sustentem interesses económicos em detrimento da mera competição desportiva. 

A cara do polvo é esta, a do esloveno Ceferin. 

 

Coronavírus pára o futebol

A federação espanhola tomou a iniciativa que se impunha: suspendeu a principal competição de futebol devido à pandemia do coronavírus. La Liga vai parar.

A UEFA acaba de decidir também a suspensão imediata dos jogos da Liga dos Campeões e da Liga Europa.

Este é o caminho correcto, não o da via seguida pelos responsáveis federativos portugueses - organizar jogos à porta fechada

Caso para perguntar, portanto, quando iremos acertar o passo pela Europa do futebol.

Pontuação para a Europa

UEFA_logo.svg[1].png

 

Com a terceira vitória consecutiva na Liga Europa, frente ao Rosenberg na Noruega, o Sporting deu ontem um forte contributo para reforçar a pontuação de Portugal na classificação da UEFA por países.

Além da nossa equipa, só o Braga (vencendo também, no confronto em casa com o Besiktas) e o V. Guimarães (empatando com o Arsenal) proporcionaram pontos para o futebol português nesta ronda europeia.

Ao contrário do que aconteceu com Benfica e FC Porto, inapelavelmente derrotados. Por equipas que os catedráticos da bola, à partida, consideravam muito inferiores: o Lyon e o Glasgow Rangers.

Se são, não pareceram nada.

Liga dos Campeões? Ricos clubes!

Li que a UEFA se prepara, a partir de 2024, para alterar o modelo das competições europeias, deixando de fora os campeões de países como a Holanda, Bélgica e Portugal, de acesso directo à LC.

Assim de repente descubro que os interesses financeiros da UEFA estão muito acima dos interesses desportivos.

Cabe então aos nossos dirigentes desportivos, nomeadamente os da FPF com assento naquele organismo, tentar dissuadir a UEFA deste erro crasso, que prejudicaria o futebol de forma evidente.

Se esta ideia (e vontade!) já tivesse sido implementada este ano, por exemplo, jamais o Ajax teria eliminado a Juventus.

Criar em compensação uma espécie de terceira divisão nas competições europeias parece algo sem sentido, tanto mais que as equipas já têm muitos jogos intramuros (Campeonatos, taças dos países e taças da Liga), alguns a duas mãos.

Já não gosto que os campeões de países menos cotados não entrem directamente, quanto mais colocar os campeões a jogar somente a Liga Europa…

Sinceramente no futebol, tal como na vida, o dinheiro nem sempre é o mais importante.

Melhor… nunca é!

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