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És a nossa Fé!

Este senhor não serve

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Raras vezes, como os leitores saberão, abordo aqui questões de arbitragem - e muito menos de forma fulanizada.

Mas neste caso não pode haver contemplações nem falinhas mansas: o Sporting tem de reagir energicamente, considerando Tiago Martins persona non grata em Alvalade. Um árbitro que vacila perante todas as artimanhas da equipa do Marítimo na prática do antijogo, permitindo que o tempo útil de futebol corrido nesta partida não chegasse sequer aos 60 minutos, é alguém que contribui para o desprestígio da modalidade em Portugal. 

Pior: está já comprovado que este árbitro expulsou sem a menor justificação o nosso treinador holandês, que não fala português e terá proferido em inglês as palavras "porcaria" e "anedota". Isto é um sinal inequívoco de inaceitável prepotência: usar um apito num jogo oficial de futebol não pode ser sinónimo de valer tudo.

 

Acontece, como circunstância agravante, que a postura anti-Sporting de Tiago Martins não vem de agora. Já na época passada este mesmo senhor deu ordem de expulsão a Petrovic num lance do Sporting-Moreirense em que não se registou sequer a mais remota falta.

Como recordo no texto imediatamente abaixo deste, o juízo negativo quanto à actuação deste cavalheiro não é só meu - é de todo o painel de comentadores da arbitragem portuguesa, em deliberação unânime.

E aproveito, agora com motivos acrescidos, para reafirmar o que aqui escrevi faz hoje um ano: «É indispensável apontar aqui o nome deste árbitro e a extrema injustiça da sua intervenção, que inclinou de imediato o campo a favor do Moreirense. Tiago Martins - um dos tais surgidos da famigerada "proveta" de Vítor Pereira - não tem categoria para apitar jogos da primeira Liga portuguesa.»

 

Os responsáveis leoninos têm de dizer isto, as vezes que for preciso: este senhor não serve. Porque já lesou e continua a lesar o Sporting.

Que não lhe doa a voz, presidente Frederico Varandas.

Faz hoje um ano

 

A história repete-se mais vezes do que imaginamos. Há um ano, por exemplo, estava em foco o árbitro Tiago Martins - o mesmo que ainda agora prejudicou claramente o Sporting ao apitar o nosso jogo no Funchal contra o Marítimo, indo ao ponto de expulsar Marcel Keizer porque o técnico holandês terá dito a palavra "porcaria", em inglês, naquele estilo calmo e circunspecto que o caracteriza.

 

A 28 de Fevereiro de 2018, dávamos aqui destaque ao mesmo senhor do apito, que no desafio anterior, que opôs o Sporting ao Moreirense, lembrara-se de expulsar Petrovic sem o menor motivo, mostrando-lhe um segundo cartão amarelo, num lance em que não se registou qualquer falta.

Numa rara unanimidade, todos os especialistas de arbitragem lavraram veredictos negativos sobre a actuação de Tiago Martins. Nos termos que então realcei e agora recordo por vir muito a propósito:

Duarte Gomes (A Bola): «Erro grave do árbitro ao exibir o segundo cartão amarelo a Petrovic, pois o jogador leonino não faz falta sobre Zizo, num lance a meio do meio-campo do Moreirense.»

Fortunato Azevedo (O Jogo): «Erro grave do árbitro, dado que Petrovic nem falta comete sobre o adversário. Mesmo que existisse falta, ela teria sido feita numa zona do terreno em que não trava um ataque prometedor do adversário.»

Jorge Coroado (O Jogo): «Petrovic não cometeu qualquer falta. Zizo escorregou e a punição ter-se-á assinalado devido à pressão do banco do Moreirense ou a errada informação vinda de outro lado.»

Jorge Faustino (Record): «Mesmo aceitando que possa ter havido falta de Petrovic sobre Zizo, não há justificação para a exibição do cartão amarelo ao jogador do Sporting. Benefício da dúvida para a falta. Erro disciplinar claro.»

José Leirós (O Jogo): «Demorou muito a usar o apito, nem sequer foi hesitação. Talvez tenha ouvido algo no seu aparelho. No entanto, Petrovic nem sequer tocou no adversário. Mal punido com cartão amarelo e consequente expulsão.»

Marco Ferreira (Record): «Petrovic tenta disputar a bola e não comete infracção sobre Zizo. Árbitro assinala infracção incorrectamente e exibe o cartão amarelo e respectivo vermelho por acumulação. Nesta situação, o VAR não pode intervir.»

This shit is a joke

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Um profissional de futebol, guarda-redes, que treina todos os dias a atirar-se energicamente para o chão, é empurrado sem violência, cai suavemente de frente sobre o relvado ... O adversário é expulso por comportamento incorrecto. Nada a dizer. Para mim deveria ser castigado pelo seu próprio clube - não só porque se fez isentar do jogo seguinte, devido a castigo, mas porque fez gastar o pouco tempo que restava do jogo, no qual o Sporting tentava ainda ganhar.

O guarda-redes, profissional de futebol, que treina todos os dias a atirar-se energicamente para o chão, empurrado sem violência, cai suavemente no relvado. Faltam cerca de 30 segundos para o jogo acabar. Rebola-se, com aparentes dores lancinantes, é assistido pelo médico e pelo fisioterapeuta ou lá como se chama agora ao massagista, é-lhe longamente  aplicado aquele spray mágico que anestesia os efeitos das mais violentas porradas que vamos vendo nos jogos da bola. O "teatro" é óbvio. Os ânimos, em final de um jogo de futebol, aquecem um pouco, como é ... humano. Os espectadores dividem-se, entre os adeptos (de sempre ou de ocasião) da equipa do guarda-redes (profissional de futebol, que treina todos os dias a atirar-se energicamente para o chão, ali empurrado sem violência e caído sem vigor no chão), a quererem que aquilo acabe logo, os adeptos da equipa do expulso, a suspirarem por 30 segundos que permitam à sua manca equipa fazer o que não fez nos 95 minutos anteriores. E uns largos milhões de telespectadores estrangeiros (eu vejo isto num canal internacional com bons relatores portugueses anglófonos, muito melhores dos que os relatores das estações portuguesas), que assistirão ao futebol português não por adeptismo mas por interesse (ou desfastio) e que, obviamente, comparam estas constantes pantominas, que nada mais são do que preguiça, com o frenesim ou constância de tantos outros campeonatos. Uma comparação que só pode causar ao negócio futebolístico português menos telespectadores internacionais e menores receitas, directas e indirectas.

Enquanto o guarda-redes do Marítimo, o tal profissional de futebol que todos os dias treina atirando-se energicamente para o chão, é acudido na sua agonia, similar à que teria se tivesse sido sodomizado sem consentimento pelo Incrível Hulk (o super-herói, não aquele ex-jogador do Porto suspenso por 19 jogos por ter respondido a uma provocação de um jagunço contratado pelo SLB para que Jorge Jesus fosse campeão "lhimpinho"), o pacato treinador do clube do expulso, clama lá na sua linha "This shit is a joke", pois ainda desconhecedor da língua pátria que preenche os relvados com os seus "caralho, filhodaputa, paneleiro de um cabrão, vai mas é para a cona da tua mãe" ou mesmo o pior de tudo, "gatuno", simpáticas características culturais lusófonas que qualquer transmissão televisiva nos traz até casa.

Dito isso, o tal violentíssimo "this shit is a joke", o árbitro, Tiago Martins de seu nome, vai-se ao holandês  nada voador e expulsa-o. O homem, diz-se, ganha 1 milhão de euros por ano, qualquer coisa como 90 000 euros por mês, um bocado mais do que o ordenado médio português, dado que há uma empresa que lhe paga isso. Pessoalmente até acho que não devia ocupar o lugar, e espero que o próprio Sporting lhe mostre o "cartão vermelho", e asap. Mas espanta-me que haja um rapazola, Tiago Martins, repito o seu nome, que expulse um tipo a quem uma empresa do ramo faz o esforço de pagar tanto só porque ele diz "this shit is a joke" quando vê o guarda-redes, o tal que é profissional, e que treina todos os dias a atirar-se para o chão energicamente, em arrepios de vítima de múltiplas metástases por via do empurrãozito do adversário, o epígono de Anderson Polga que me ocupa os pesadelos, nisso sucedendo ao horroroso e malvado Marvin Zeegelar que alguém, um dia, saberá o Diabo porquê, contratou para o Sporting .

Ocorre-me que o problema nem é do guarda-redes, o tal profissional de futebol que treina todos os dias a atirar-se energicamente para o chão, e que ali se rebola em ademanes de homossexual sado-masoquista, nem do trapaceiro médico do seu clube, alheio àquilo  que a deontologia o obriga, isso de não aceitar fingir doenças, nem do "fisioterapeuta" (o termo amaricado para massagista) que o anestesia demoradamente, nem mesmo do Anderson Polga II que se eterniza nas bandas de Alvalade para encanto dos masoquistas sportinguistas, nem mesmo do Tiago Martins, esse que evidentemente padece de doença atitudinal, nem mesmo do shaky dutchman, este mesmo inocente, e até certeiro, pois é óbvio que this shit is really a joke.

O problema está mesmo no Fernando Gomes (não o bibota, não o do capachinho, mas sim o da FPF). Ok, o Ederzito marcou o golo, e fomos campeões, e todos de repente o achamos o máximo. Mas, muito para além disso, não pode haver rapazolas com a atitude, vera cagança, deste Tiago Martins, não sei se já disse o nome dele. Uma atitude de merda, entenda-se. E a Federação de Futebol, seja lá qual for o organograma do plantel futebolístico, tem que tratar do assunto. Ensinar os ensináveis a comportarem-se. E pontapear. Os irredutíveis.

Rescaldo do jogo de hoje

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  Bas Dost Marca o segundo golo (imagem: blogue Tu Vais Vencer)

 

 

Gostei

 

De termos começado o campeonato com uma vitória concludente, num terreno sempre difícil. Triunfo por 3-1 frente ao Moreirense, com golos marcados em exclusivo por jogadores que rescindiram com Bruno de Carvalho e voltaram com Sousa Cintra.

 

De Bruno Fernandes. Foi sempre o nosso jogador mais dinâmico e esclarecido. Vital para termos saído de Moreira de Cónegos com um resultado muito positivo. Coube-lhe o golo inaugural do Sporting nesta temporada oficial, marcado aos 16' num bom lance de área em que fez tudo bem: recepção, colocação e remate. E fez a assistência para o terceiro, num excelente passe de ruptura que isolou Bas Dost. O melhor em campo.

 

De Bas Dost. O holandês regressou aos golos e festejou-os com inexcedível entusiasmo, tornando ainda mais intensos os festejos dos adeptos leoninos nas bancadas. Marcou aos 74', com uma grande penalidade apontada de forma irrepreensível aos 74', e aos 90'+2, isolado perante o guarda-redes Jhonatan, picando a bola num soberbo gesto técnico que justificou vibrantes e merecidos aplausos.

 

De Jovane.  Estreia de sonho do jovem caboverdiano formado na Academia de Alcochete. José Peseiro lançou-o em campo aos 69', substituindo o apático Acuña: três minutos depois, numa iniciativa individual, foi derrubado em falta na grande área do Moreirense, arrancando assim a grande penalidade que nos permitiu desfazer o empate que se mantinha desde o minuto 16.

 

De Salin. Chamado de emergência para a baliza leonina, por inesperada lesão de Viviano, o guarda-redes francês agarrou muito bem o lugar, com uma notável defesa aos 68'. Atento entre os postes noutros lances, aos 35' e aos 66'. Sem culpa no golo sofrido logo aos 6'.

 

Do jogo. Mexido, movimentado, muito disputado. Com menos posse mas melhor circulação de bola do Sporting do que estávamos habituados. E com a nossa equipa em crescendo à medida que o tempo decorria e o Moreirense ia quebrando fisicamente.

 

Do apoio nas bancadas.  Forte presença leonina no estádio de Moreira de Cónegos. Uma vez mais se comprova que os adeptos do Sporting são incansáveis e insuperáveis no apoio à equipa. Nos bons e nos maus momentos, chova ou faça sol.

 

De termos superado o resultado de 2017/2018.  Vai fazer um ano, na jornada 7 da Liga 2017/2018, empatámos 1-1 em Moreira de Cónegos. Para já, Peseiro está a fazer melhor do que Jorge Jesus no campeonato anterior.

 

 

 

Não gostei

 

De sofrer um golo logo aos 6'. Deixámos o Moreirense marcar na primeira iniciativa ofensiva da equipa da casa. Jogada típica de contra-ataque, com Ristovski a falhar a marcação.

 

Que o golo do Moreirense tivesse sido marcado por um ex-Sporting. Um toque de classe de Heriberto Tavares, jogador formado na Academia de Alcochete. Mais um que não soubemos aproveitar e acaba por distinguir-se ao serviço de outros emblemas.

 

Do golo anulado a Bas Dost aos 24'. O nosso ponta-de-lança introduziu a bola na baliza adversária, na sequência de um cruzamento de Jefferson. As imagens confirmam que esteve lá dentro. Nem o apitador de turno nem o vídeo-árbitro repararam: este campeonato ainda agora começou e já está a suscitar polémica.

 

De Petrovic. O elemento mais fraco do onze titular leonino. Lento, preso de movimentos, sem capacidade de organizar o ataque com abertura de linhas de passe, deixando-se ultrapassar várias vezes pelos adversários.

 

Da lesão de Viviano. O guarda-redes italiano lesionou-se minutos antes do início da partida, quando fazia o aquecimento já no campo. Lesão que forçou Peseiro a mandar equipar o suplente Salin, que por ironia esteve há dias para ser dispensado do plantel leonino.

 

Que o técnico tivesse deixado de fora Carlos Mané e Matheus Pereira. Nem um nem outro chegaram sequer a sentar-se no banco de suplentes.

 

De ver o árbitro Tiago Martins amarelar os nossos melhores jogadores logo no início. O capitão Nani aos 2' e Bruno Fernandes aos 12' foram brindados com a cartolina amarela, alegadamente por protestos. Por parte de um árbitro que ganhou fama (injusta) de arbitrar à inglesa. Ao intervalo, já tinha exibido seis cartões, como se em Moreira de Cónegos se desenrolasse alguma batalha campal. E fechou a partida mostrando nove - incluindo a mais três jogadores leoninos - Petrovic, Coates e Jefferson. Um sinal evidente de incompetência no campo disciplinar.

Tiago Martins: o primado da incompetência

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O árbitro Tiago Martins expulsou Petrovic no Sporting-Moreirense. Sem motivo, mostrando-lhe um segundo cartão amarelo, num lance em que não houve qualquer falta. E que, estranhamente, fica fora dos poderes atribuídos ao vídeo-árbitro - algo que devia ser revisto com carácter de urgência.

Este foi, de resto, o veredicto unânime de toda a crítica da arbitragem na imprensa desportiva portuguesa.

 

Qual foi o juízo dos ex-árbitros?

Duarte Gomes (A Bola): «Erro grave do árbitro ao exibir o segundo cartão amarelo a Petrovic, pois o jogador leonino não faz falta sobre Zizo, num lance a meio do meio-campo do Moreirense.»

Fortunato Azevedo (O Jogo): «Erro grave do árbitro, dado que Petrovic nem falta comete sobre o adversário. Mesmo que existisse falta, ela teria sido feita numa zona do terreno em que não trava um ataque prometedor do adversário.»

Jorge Coroado (O Jogo): «Petrovic não cometeu qualquer falta. Zizo escorregou e a punição ter-se-á assinalado devido à pressão do banco do Moreirense ou a errada informação vinda de outro lado.»

Jorge Faustino (Record): «Mesmo aceitando que possa ter havido falta de Petrovic sobre Zizo, não há justificação para a exibição do cartão amarelo ao jogador do Sporting. Benefício da dúvida para a falta. Erro disciplinar claro.»

José Leirós (O Jogo): «Demorou muito a usar o apito, nem sequer foi hesitação. Talvez tenha ouvido algo no seu aparelho. No entanto, Petrovic nem sequer tocou no adversário. Mal punido com cartão amarelo e consequente expulsão.»

Marco Ferreira (Record): «Petrovic tenta disputar a bola e não comete infracção sobre Zizo. Árbitro assinala infracção incorrectamente e exibe o cartão amarelo e respectivo vermelho por acumulação. Nesta situação, o VAR não pode intervir.»

 

É indispensável apontar aqui o nome deste árbitro e a extrema injustiça da sua intervenção, que inclinou de imediato o campo a favor do Moreirense. Tiago Martins - um dos tais surgidos da famigerada "proveta" de Vítor Pereira - não tem categoria para apitar jogos da primeira Liga portuguesa.

Ficaremos atentos ao seu percurso.

Unânimes

Análise na imprensa de hoje aos casos de arbitragem do Moreirense-Benfica:

 

Luisão devia ter sido expulso aos 30'.

Duarte Gomes, A Bola: «Entrada em tackle, com força excessiva, de Luisão sobre Boateng, colocando em risco a integridade física do adversário. Devia ter visto vermelho.»

Fortunato Azevedo, O Jogo: «Por trás, Luisão pisou claramente Boateng. Clara conduta grosseira que tinha de ser punida com vermelho directo.»

Jorge Coroado, O Jogo: «Em vez de amarelo, o árbitro tinha de mostrar cartão vermelho. Foi cortês, evidenciou respeitinho.»

José Leirós, O Jogo: «Entrada violenta por trás, de sola, colocando em perigo o adversário. Tiago Martins errou: era para vermelho directo.»

Marco Ferreira, Record: «Luisão entra em tackle por trás de forma violenta, atingindo o tendão de Aquiles de Boateng. Seria vermelho: falta grosseira.»

 

Samaris devia ter sido expulso aos 90'+1'.

Duarte Gomes, A Bola: «Samaris agride Diego Ivo com um soco no estômago, no meio de vários jogadores, e deveria ter sido punido com cartão vermelho directo por conduta violenta.»

Fortunato Azevedo, O Jogo: «Samaris agrediu Diego Ivo. Outra conduta grosseira de um jogador benfiquista, que devia ter sido expulso com vermelho directo.»

Jorge Coroado, O Jogo: «A acção de Samaris sobre Diego Ivo foi semelhante à de Edson Farias sobre Gamboa no Feirense-Braga, ambas merecedoras de cartão vermelho directo. Como o Conselho de Disciplina não é videoárbitro, siga a festa.»

José Leirós, O Jogo: «Mais um erro disciplinar para a colecção. Ficou por exibir um cartão vermelho directo a Samaris, que deliberada e visivelmente atingiu Diego Ivo com um soco no estômago.»

Marco Ferreira, Record: «Na sequência do cartão amarelo exibido, Samaris atinge Diego Ivo com um murro na barriga. Conduta violenta do benfiquista e cartão vermelho por exibir.»

 

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