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És a nossa Fé!

Abrantes, nada como dantes

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Na primeira imagem vemos um muro com cem rostos, cem pessoas importantes, cem pessoas de Abrantes.

Na segunda vemos Joana Marchão.

Uma menina entre bigodudos e fardados.

Uma menina cuja farda são uns calções e uma camisola com o leão rampante no peito ou então as cinco quinas de Portugal.

Uma menina que ontem, com umas discretas chuteiras pretas, contribuiu para a conquista de mais uma Taça de Portugal.

Obrigado, Joana, obrigado Mariana, agradecido a todas por conseguirem mais um troféu, a jogar um futebol vistoso, bonito, sempre com os olhos postos na baliza adversária.

É assim o futebol, suar mais, correr mais, rematar mais, marcar mais golos que a equipa adversária.

Pódio: Adán, Matheus Reis, Coates

Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no FC Porto-Sporting, da meia-final da Taça de Portugal, pelos três diários desportivos:

 

Adán: 17

Matheus Reis: 16

Coates: 16

Neto: 14

Ugarte: 14

Matheus Nunes: 12

Gonçalo Inácio: 12

Esgaio: 11

Sarabia: 11

Pedro Gonçalves: 11

Porro: 11

Paulinho: 10

Edwards: 8

Palhinha: 1

Nuno Santos: 1

 

A Bola e o Record elegeram Matheus Reis como melhor Leão em campo. O Jogo optou por Adán.

Quente & frio

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Coates começou a central e terminou a ponta-de-lança: mudança inútil

 

Gostei muito de Adán. O nosso melhor em campo, ontem no Dragão. Sem culpa no golo sofrido, protagonizou duas grandes defesas (negando o golo a Fábio Vieira aos 57' e a Vitinha aos 72') e fez muito bem a mancha, fechando o ângulo a Zaidu, que esteve a centímetros de marcar aos 38'. Se algum dos nossos pode orgulhar-se do desempenho nesta segunda mão com o FCP que nos afasta da final da Taça de Portugal (derrota por 0-1 após perdermos em Alvalade por 1-2 no desafio da primeira mão) é o guarda-redes espanhol. Valor seguro da baliza leonina. 

 

Gostei de Matheus Reis. Exibição quase irrepreensível do lateral esquerdo, recuperando a titularidade no Porto após um jogo de castigo que o afastou da derrota anterior, para o campeonato, frente ao Benfica. Batalhador, seguro a defender e acutilante a atacar numa partida que decorreu sob chuva forte do princípio ao fim. Talvez o futebolista do Sporting que mais se valorizou nesta época.

 

Gostei pouco da primeira parte, única em que demos luta à equipa da casa. Criámos desequilíbrios e bons lances ofensivos, mas falhámos sempre no momento decisivo, lá na zona em que se resolvem os jogos. Apenas um remate enquadrado nesses 45' iniciais, sem qualquer oportunidade de golo. Mas pelo menos conseguimos manter a turma portista quase sempre afastada da nossa baliza. Uma coisa e outra explicam o empate a zero que se registava ao intervalo.

 

Não gostei dos desempenhos de vários futebolistas, que pareciam alheados do jogo ou nem sequer estar em campo. Paulinho mal tocou na bola, chegou ao fim desta partida sem fazer um só remate. Pedro Gonçalves voltou a ser um corpo estranho na equipa: não está em forma, tanto do ponto de vista físico como psicológico, e não merece tanta insistência do treinador em integrá-lo no onze inicial. Gonçalo Inácio é comido no solitário golo portista, marcado aos 82' por Toni Martínez, que tinha entrado no minuto anterior. Também não gostei da lentidão do treinador em reagir ao mau desempenho colectivo à medida que se mantinha o empate a zero e o tempo se escoava. A primeira alteração que Rúben Amorim fez, num jogo em que precisávamos de marcar pelo menos dois golos, foi uma troca de defesas ao minuto 56: saiu Neto, entrou Esgaio. Incompreensível.

 

Não gostei nada da falta de golos: pelo segundo jogo consecutivo, ficamos em branco. Nem de ver novamente o técnico mandar Coates avançar para ponta-de-lança, em desespero final, por ausência de soluções alternativas: Tiago Tomás foi emprestado, Slimani parece ter sido excluído do plantel. Nem daquela falta injustificada de Porro, que o levou a ser expulso aos 89', quando a nossa equipa já aliava o desequilíbrio defensivo à inoperância atacante. Nem de termos cedido cerca de 60 metros de terreno ao adversário durante quase toda a segunda parte: até parecia que estávamos a defender o resultado. Mas aquele resultado só interessava ao FCP, não tínhamos nada para defender assim acantonados no nosso reduto lá atrás. 

O dia seguinte

No futebol como na vida é preciso não ter a memória curta. O resultado desta eliminatória ficou ditado em Alvalade quando aquele batoteiro que ontem tentou repetir a façanha e levou amarelo deu hipótese ao Soares Dias justificar o Dragão de Ouro e ao Porto de inverter o resultado.

Ontem no Dragao com o resultado a favor o Porto esteve sempre confortável no jogo e só um lance como aquele do Sarabia mudaria o decurso dos acontecimentos. De qualquer forma tivemos uma primeira parte em que o Sporting esteve por cima dentro do seu esquema de jogo, mas foi mais uma vez ineficaz nas bolas paradas e nos cruzamentos para a área, com o trio ofensivo muito longe do desejável. Isto com os batoteiros a cair e a rebolar a qualquer contacto, enervando e distraído quem precisava de jogar e ganhar.

A segunda já foi bem diferente, como aliás já tinha acontecido na primeira mão. Depois de Matheus Nunes ter falhado aquilo que não falhou na selecção, o Porto acelerou, bem descansadinho do jogo-treino com a filial do Algarve, e o Sporting não teve argumentos para acompanhar, com Ugarte e Matheus Nunes em inferioridade numérica frente ao trio do Porto na luta pelo meio-campo.

Com o jogo empatado e sem perspectivas de virar a eliminatória, Amorim mexeu na equipa e ela ficou pior, e pior ainda ficou quando Coates avançou, uma fórmula gasta que já muito nos penalizou está época.

 

Depois Porro perdeu a cabeça, Amorim enervado ficou e nós todos também. Ficaram várias coisas por esclarecer:

1. Sarabia está em gestão física, programado para 1h de jogo? Se for o caso, aceito.

2. Slimani veio por causa de Amorim ou apesar de Amorim? Adoro Slimani, mas a pior coisa que se poderia fazer era estragar o bom balneário que nos deu os títulos. Não se pode voltar atrás neste ponto, recordamo-nos da conversa de Bruno Fernandes ao telemóvel, se o Slimani não aceita as coisas como estão só tem de ir à sua vida e nós ficamos eternamente gratos.

3. Que se passa com Pedro Gonçalves? Questão física, psicológica? Assim não tem lugar no onze, é até uma ofensa para alguém como o Tabata, que definha por falta de oportunidades. Porque não entrou este, adiantando-se um desgastado Matheus Nunes?

4. Que se passa com Paulinho, que passou dum pivot que fazia jogar a equipa para um inútil "pinheiro" lá na frente plantado que não cheira a bola nos 90 metros de jogo? Questão física também? Psicológica? Confusão naquela cabeca com a chegada de Slimani?

 

Concluindo, fomos ao Porto disputar o acesso ao Jamor quase a jogar com nove. Assim não há táctica que resista. 

Coisas boas? Ugarte e Matheus Reis em grande forma, trio defensivo Neto-Coates-Inácio em bom nível, Sarabia a tirar um ou outro coelho da cartola. Tem de ser por aí o caminho.

Jogo a jogo, faltam apenas 6 pontos para alcançar um dos grandes objectivos da temporada.

Para depois reflectir sobre muita coisa, o que foi a constituição do plantel nesta temporada e a gestão do mesmo, aqui incluindo a equipa B, e preparar a nova época da melhor forma.

Com Amorim, evidentemente. 

 

PS: Talvez agora alguns entendam a dimensão do feito de Marcel Keizer há três anos... Ou a de Marco Silva quatro anos antes... Se não entendem, então escusam de se preocupar com o resultado de ontem.

 

#Jogoajogo

SL

Em duas frases

Sérgio Conceição, com bloco defensivo adiantado, impedindo as saídas de bola do Sporting e acertando quando mexeu na equipa, deu um banho táctico a Rúben Amorim, muito passivo no banco. Vitória (1-0) merecida do FCP na segunda mão da meia-final da Taça de Portugal, que nos elimina da competição após a derrota (1-2) que já havia imposto em Alvalade.

O ranking europeu e os direitos televisivos

No dia em que se joga a segunda mão da primeira meia-final da Taça de Portugal, que opõe o Tondela ao Mafra, será interessante analisar as implicações que esta conjugação de jogos (o outro é o Porto-Sporting) poderá trazer para a pontuação de Portugal no ranking UEFA para acesso às suas competições.

Sem qualquer tipo de menosprezo pelo Tondela ou pelo Mafra, que chegaram a esta fase com todo o mérito, a manter-se a classificação da primeira liga, o mais provável, um destes clubes terá, mesmo perdendo a final da Taça com Porto ou Sporting, acesso a uma competição europeia (sem tempo para procurar se a LE ou a Conference League).

Qualquer deles, com todo o respeito, não têm estofo para ombrear com os clubes que irão enfrentar e corre o futebol português o risco de perder a entrada directa do segundo classificado na liga dos campeões (e perder o terceiro), ou até do vencedor do campeonato.

O porquê dos direitos televisivos aparecer aqui, tem a ver com a necessidade absoluta de haver uma distribuição mais justa e equitativa, permitindo que o fosso entre os três grandes e os outros seja diminuido, com todas as vantagens não só para os clubes, mas também para os espectadores. Se dúvidas houver, olhe-se para o campeonato inglês, onde os direitos são negociados e têm uma distribuição justa. Aliás, o clube que mais recebe de direitos, curiosamente, é o que vence a segunda liga, precisamente com o objectivo de se poder apetrechar para o embate com outros que têm maior poder económico.

Por cá, apesar de alguns dizerem que só há dinheiro para dois, os três grandes secam a teta e aos pequenos restam as migalhas, com a consequente situação de todos os meses e todas as épocas andarem com a corda na garganta.

Parece que já se decidiu que haverá negociação em "bolo". Terá sido um parto difícil, mas importa conhecer os termos da distribuição de verbas e garantir que os pequenos tenham opção de crescer. Crescendo os pequenos, cresce o futebol português no seu todo e o seu peso nas competições da UEFA.

É quase ridículo (se não fosse até excelente) que Portugal tenha, ao nível de selecção, um conjunto de resultados extraordinário nos últimos anos e os clubes se estejam a afundar de forma trágica na tabela da UEFA.

 

Já agora, como habitante no concelho, que passe o Mafra!

Amanhã à noite no Dragão

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Depois duma derrota em casa marca Soares Dias - qualquer dia tem um Dragão de Ouro à sua espera - voltamos amanhã ao Dragão para tentar chegar à final do Jamor, se calhar agora com os superdragões a fazer de apanha-bolas ao jeito que foi descrito pelo Diogo Dalot e que representa bem a forma batoteira de estar no desporto do clube na era do Pinto da Costa.

O último dérbi, não tanto pelo resultado mas muito mais pela exibição, pôs à evidência a bipolaridade de muitos Sportinguistas, aqueles que já saltavam nas bancadas aos 8 minutos de jogo eram os mesmos que assobiavam e diziam do pior no final, e pelo que fui lendo e ouvindo, enquanto os benfiquistas ficaram com uma sensação agridoce, dizem que ganharam mas não a jogar à Benfica, alguns sportinguistas já acham que o Sporting só sabe jogar para trás e para os lados, Amorim tem muito que aprender e levou um banho táctico do Veríssimo. Como se para baixar linhas para proteger a óbvia falta de pernas dos dois excelentes veteranos defesas centrais, defender com 10 e contar com um super-Darwin lá na frente fosse preciso um Guardiola ou um Klopp.

O futebol do Sporting de Amorim é o mesmo desde que chegou. Foi com ele que ganhámos muita coisa em muito pouco tempo, e é com ele que ganharemos ainda mais. Construção deste trás, controlo do jogo, circulação da bola a toda a largura do campo, variações de flanco, ataque à profundidade. A questão é o momento de forma dos jogadores, e alguns parecem de facto esgotados pela exigência da campanha e pelas pancadas que vão sofrendo, com árbitros que inclinam o campo a nosso desfavor e com clubes que contra nós fazem o jogo da vida deles e contra os rivais baixam as calças.

Pedro Gonçalves é o caso mais flagrante desse esgotamento. Nada lhe sai bem, desde os dribles até aos remates, simplesmente não parece o mesmo jogador que ainda há poucos meses deu cabo do Dortmund.

Paulinho, a mesma coisa. Aquele jogador que não parava em campo e se constituia como um pivot ofensivo de qualidade agora parece um pinheiro plantado na área, incapaz de fugir às marcações e a falhar as poucas bolas a que consegue chegar.

Dum trio que parecia há tempos que ia dar cartas, sobra apenas Sarabia, jogador muito mais de momentos do que de rendimento contínuo. E por aqui passa muito do problema do Sporting neste momento, com Slimani em baixo pelo Ramadão e pela eliminação da Argélia do mundial, e Edwards um jogador de engate, depende da lua.

Que onze então apresentar no Dragão?

Bom, guarda-redes não há questão, é o Adán.

Na defesa/alas, Porro-Inácio-Coates-Matheus Reis-Nuno Santos ou Porro-Neto-Coates-Inácio-Matheus Reis?  Aqui a grande questão é a cobertura / articulação do defesa com o ala do mesmo lado. Porro-Inácio combinam muito bem, Matheus Reis-Nuno Santos também no momento ofensivo, Porro-Neto mal, quer a defender quer a atacar, Inácio-Matheus Reis assim assim. 

No meio campo, Ugarte tem que jogar, ponto. Quem fica ao lado, Palhinha ou Matheus Nunes? Porque não Palhinha com Matheus Nunes mais avançado do lado esquerdo?

No ataque, Paulinho volta a ser o pivot ofensivo ou joga Sarabia como fez em Tondela e como faz na sua selecção? E quem o acompanha?

No jogo de Alvalade o Sporting alinhou com um onze com Nuno Santos no seu melhor lugar:

Adán; Neto, Coates e Inácio; Porro, Ugarte, Matheus Nunes e Matheus Reis;  Sarabia, Paulinho e Nuno Santos.

Se calhar amanhã vamos ter a repetição desse onze.

 

Concluindo,

Amanhã o Sporting entra em campo no Dragão para conquistar o acesso à final da Taça no Jamor.

Considerando o sistema táctico de Rúben Amorim, qual seria o vosso onze?

 

#JogoAJogo

SL

Que alterações para quinta-feira?

Muito já se falou no clássico de domingo em Alvalade, em que fomos derrotados.

Há que olhar em frente. O próximo desaifio não tarda: é já depois de amanhã. Iremos ao Dragão disputar a segunda mão da meia-final da Taça. Após derrota (1-2) em Alvalade.

É o momento para apelar aos leitores. Perguntando-lhes que alterações devem ser feitas no onze titular e até eventualmente no desenho táctico da nossa equipa para este jogo, que não será nada fácil. Recordo que nos últimos 15 anos o Sporting só venceu uma vez o FCP no Dragão em partidas do campeonato.

Pódio: Sarabia, Coates, Neto

Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Sporting-FC Porto, primeira mão da meia-final da Taça de Portugal, pelos três diários desportivos:

 

Sarabia: 17

Coates: 16

Neto: 15

Matheus Nunes: 15

Adán: 14

Paulinho: 14

Ugarte: 13

Gonçalo Inácio: 13

Matheus Reis: 13

Porro: 13

Nuno Santos: 12

Slimani: 11

Edwards: 10

Daniel Bragança: 6

 

Os três jornais elegeram Sarabia como melhor sportinguista neste clássico.

Coisas dispersas

1.

Rúben: acalma os rapazes. No ano passado tivemos várias vitórias nos últimos minutos. Todos, incluindo os rapazes, sabíamos que o golo chegaria, sobretudo porque a equipa jogava com segurança, união e alegria. Hoje vemos uma ansiedade enorme, um nervosismo que tolda o raciocínio e a espontaneidade. O maior exemplo disso é Pedro Gonçalves. Tranquilo é uma máquina de fazer golos, pressionado é uma lesão em potência. 

2.

(Parece contraditório mas...) Rúben: o objectivo é marcar golos na baliza. Lateralizar e lateralizar e lateralizar é engraçado, desconcentra o adversário, mas não marca golos. 

3.

Rúben: nunca discutas com um porco. Ele enche-te de lama e ganha-te pela experiência em chafurdar.

4.

Rúben: agora é que estás realmente a ver o que é estar deste lado. Não imaginavas que isto fosse mesmo possível, não é? Mas eu acredito que tu podes ser a pessoa capaz de dar a volta a isto, por duas razões: pelas tuas capacidades e porque a vida é feita de ciclos e tu chegaste no momento certo para preparar um Sporting forte,  apto para a mudança de ciclo que se avizinha. 

5.

Enquanto o Pepe fizer parte da selecção nacional, reservo-me o direito de não a apoiar. Mas podem contratá-lo para "achador" de objectos, já que encontra as coisas mais inusitadas no relvado. Imagino que ande à procura de um pouco de decência, mas já a perdeu há tanto tempo, duvido que a recupere.

6.

Entretanto, o Palhinha ficou a ver os outros todos a jogar.

7.

Perder e sair do Estádio com orgulho não é para todos. É só para quem joga contra quem não traz nada de positivo aos valores do desporto. Aconteceu ontem.

8.

Claques que "apoiam" o clube com comportamentos que sabem que vão resultar em multas e penalizações para o Clube que tanto "amam" são fenómenos que não consigo compreender. 

9.

Sábado lá "estou outra vez".

 

O mestre de pastelaria

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Era uma vez um tipo que tinha uma pastelaria.

Acumulava com uma função arbitral e até havia quem o chamasse de "o melhor".

Um dia, numa reunião com os seus pares, enquanto davam conta do preparo do físico para o exercício da função, saíram-lhe ao caminho um bando de dragões, vomitando fogo.

O tipo, com receio de que tanto calor estragasse as regueifas e como quem tem cu tem medo e como tem morada fiscal na Invicta, por via das dúvidas toca de se acorrentar a um dos bichos e tem andado alegremente a fazer de pagem do dragão.

Ontem lá arranjou mais uns cordeirinhos para dar de comer ao animal.

E a arrogância com que ele enfrenta as vítimas? O Porro e o Adán que o digam, que se aqueles olhos matassem...

Bom, o que interessa é que a montra da pastelaria lá continua intacta e os dragões continuam a encher o papo.

A bem da nação.

 

Nota: Na imagem acima Soares Dias transforma uma agressão a Porro, num penalti contra o Sporting. Um nojo.

Para os negacionistas, parem o vídeo aos 7'' (sete segundos) e vejam quem bate primeiro em quem:

https://www.facebook.com/groups/sportingcp.contratudo.e.todos/posts/508864460662620/

O dia seguinte

Mais uma vez estávamos a dominar o Porto, mais uma vez estavámos em vantagem no marcador, mais uma vez levámos uma martelada arbitral agora sobre a forma dum penálti, mais uma vez perdemos o controlo das operações, e mais uma vez tivemos que aturar um mafioso Conceição no final a divagar se o resultado justo seria por 3 ou por 4. Quando esse senhor se fizer à vida, deixar de andar ao colo e começar a caminhar pelos próprios pés é que se vai perceber o que vale enquanto treinador. Basta ver o que valia antes de ter chegado ao Porto. Muito pouco.

Sobre o jogo, o Sporting entrou com a melhor equipa disponível mas a questão é que disponíveis fisica e mentalmente estão cada vez menos. E assim foi uma equipa a gasóleo, empenhada mas sem chispa, a que passou toda a primeira parte a defender bem mas a desperdiçar todas as situações de contra-ataque de que dispôs. Nuno Santos esmerou-se nesse aspecto e merecidamente ficou nas cabinas ao intervalo. Matheus Nunes falhou por muito pouco um golo que seria um golão mas assim foi coisa nenhuma.

Veio a segunda parte com um inadaptado Edwards em vez dum momentaneamente incapaz Nuno Santos (que se passa, ainda estás a pensar no que fizeste no Funchal? Esquece lá isso...) com a equipa a jogar ainda pior, mas um enorme remate de Sarabia colocou o Sporting em vantagem.

Enquanto a equipa assentava ideias sobre aquilo que tinha de fazer, o Porto fez-se ao caminho e os dois artistas que jogam à frente ganharam espaço para os seus números. E se há equipas em que cada remate é um golo, com o Porto cada queda é um penálti.

O Sporting sentiu por demais a injustiça da coisa. Vieram três jogadores frescos do banco do Porto, logo marcaram  o segundo golo e depois disso o jogo acabou. O Sporting tinha perdido toda a sua ideia de jogo, era tudo na base do coração e nada da cabeça, Slimani e Bragança entraram mas nada resolveram. 

 

Vamos para o Dragão daqui a mês e meio disputar o acesso ao Jamor com uma desvantagem de um golo para recuperar.

Pode ser que nessa altura estejamos melhor que agora. Menos castigos, menos lesões, menos fadiga, menos guerrilha interna nas bancadas e nas redes sociais, mais estabilidade, mais frescura, mais confiança, mais rendimento de Slimani e Edwards. E logo se verá o que acontece.

O melhor treinador da 1.ª Liga é do Sporting e chama-se Rúben Amorim. Mas é jovem e ainda tem muito que aprender. Não apenas em termos de táctica e estratégia de jogo, mas muito em particular em termos de treino comportamental. Pena que o mestre Roger Spry já não vá para novo, ainda o podia bem ajudar, o nosso Manuel Fernandes poderia falar com experiência de causa dos treinos de guerra em Setúbal e dos chapadões na cara para endurance que fizeram furor. Mas ouvi dizer que Amorim, também ele, é praticante de artes marciais e por isso perceberá o que quero dizer.

Há muito para progredir no Sporting em termos de  resiliência e autocontrolo, de saber jogar com o árbitro e não contra ele, por muito medíocre e mafioso que seja, de aproveitar os excessos do adversário em nosso proveito e não em nosso prejuízo.

 

#JogoAJogo

SL

Onde parou a polícia?

De onde estava não consegui ver nenhum policia dentro do campo, quer fossem de presença, spotters ou de intervenção.

Perguntei a um steward, não me soube responder.

Enquanto isso bombeiros, fotógrafos e adeptos nas primeiras filas da bancada levavam com tochas a arder.

Suponho que a organização do jogo fosse da FPF.

Se calhar estiveram a ver o jogo no Jamor com uns croquetes e umas minis a acompanhar...

SL

Letais ao Sporting, os do costume

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Foi um jogo péssimo. Para mim, ficou estragado logo nos primeiros minutos.

Não por culpa de outros, mas por culpa nossa. Pelo menos, por culpa de energúmenos que se intitulam sportinguistas. Entraram no estádio com uma preocupação: estragarem o espectáculo desde o início. Tanto na primeira parte como na segunda.

Instalados no local do costume, a curva sul.

 

Mal a bola tinha começado a rolar, já eles estavam a lançar petardos e tochas para o relvado. Enchendo tudo de fumos pestilentos e ameaçando a integridade física dos jogadores. Junto à baliza Vítor Damas, onde Adán se sujeitou a ficar queimado. Como, noutros anos, quase aconteceu com Rui Patrício e Luís Maximiano - também vítimas daquelas bestas que deviam ser banidas de todos os estádios.

Fazem tudo para desconcentrar e inquietar os nossos jogadores. Fazem tudo para que o clube continue a pagar multas cada vez mais pesadas. Fazem tudo para verem o José Alvalade interditado. 

Alguém acredita que sejam mesmo sportinguistas?

 

Estragaram este desafio da primeira mão das meias-finais da Taça de Portugal, em que recebemos o FC Porto. Contribuíram para a derrota leonina, por 1-2. E como não acredito em coincidências - há muito que deixei de o fazer - parece-me óbvio que nada disto está desligado das eleições no Clube, que decorrem depois de amanhã.

São os do costume, os de sempre.

Letais ao Sporting.

Segundo assalto

Aos 5' a Juve Leo fez questão em recordar um dos momentos mais negros da história do Sporting, aquele Sporting x SLB em que fizeram fogo sobre Rui Patrício no início do desafio. Depois disto há que extinguir liminarmente e com carácter de urgência estas claques, valhacouto de parasitas que só podem estar a soldo dos inimigos do Sporting.

Fora isto a história deste jogo fez-se quando o brasileiro do FCP desfere uma cotovelada em Porro e deixa-se levar na queda do contundido. O que seria cartão amarelo para Evanilson foi convertido em penalty a favor dele. O escândalo foi tal que até os comentadores da SporTv gaguejaram.

Soares Dias esteve, portanto, ao nível da sua reputação como um dos grandes bandalhos da arbitragem portuguesa. VAR? Qual VAR... A perseguição cerrada que este bandido fez a Porro durante todo o jogo foi um caso de polícia. Há aqui um padrão: quando o Sporting se apanha a ganhar entram em acção os apitadores a tudo fazerem para virar o resultado.

Quanto aos jogadores do Sporting há que avisar o Paulinho que tanta fita só prejudica a equipa; explicar a Matheus Nunes que perder tantas bolas com tamanha displicência no meio-campo é capaz de não ser uma boa ideia; e perguntar a Edwards se quer mesmo fazer parte desta equipa.

É para ganhar

Nestes dias, por motivos que sabemos, confirma-se aquela velha máxima de que o futebol é a mais importante das coisas menos importantes. 

Mas falemos então de futebol. Mais logo, pela 20.45, dá-se o pontapé-de-saída da meia-final da Taça de Portugal: vamos receber o FC Porto, no desafio da primeira mão. Seguramente de modo bem mais civilizado do que o miserável acolhimento que eles nos concederam há três semanas no Dragão.

Venho só perguntar-vos se estão optimistas e como encaram este jogo. Pela minha parte, nem hesito: é mesmo para ganhar.

Cara estranha, soluções

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Época 1994/1995, o Porto venceu o campeonato, o Sporting venceu a Taça de Portugal.

Na época de 2021/2022, o FC Porto, falhou a continuidade na "Champions", viu-se chutado para a Liga Europa, após esse desaire, Sérgio Conceição focou-se na Taça da Liga, disse algo do género:

- Fomos escorraçados da "Champions" mas fica prometido, toda a gente me conhece, tenho o coração ao pé da boca, o que prometo cumpro, já prometi a Pinta da Costa, este ano, oiçam bem, carago! este ano, a Taça da Liga vai para o museu do FC Porto.

Naquele ano de 1995, a Taça de Portugal, também estava prometida para o museu do Porto, foi o que se viu, o clube do calor da noite viu a chama a apagar-se com um vendaval Marítimo, Marítimo esse que seria cilindrado na final por Iordanov e mais dez.

A ausência a que me referia em ambas as fotos era a bola. Quase sempre, um dos jogadores da fila de baixo, tem uma bola junto aos pés, parecendo que não, a bola faz falta num jogo de futebol.

Ninguém acertou em todos os intervenientes nas fotos, quem são os meninos que estão à frente de Carlos Xavier e de Figo?

Mais logo, uma época diferente, um jogo diferente, também, espero que Pinheiro e Godinho não escorchem excessivamente.

Pódio: Tabata, Esgaio, Feddal, Ugarte

Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Leça-Sporting pelos três diários desportivos:

 

Tabata: 19

Esgaio: 17

Feddal: 17

Ugarte: 17

Matheus Nunes: 16

Vinagre: 16

Gonçalo Inácio: 15

Nuno Santos: 15

Neto: 14

João Virgínia: 11

Tiago Tomás: 11

Gonçalo Esteves: 6

Paulinho: 6

 

Os três jornais elegeram Tabata como melhor jogador em campo.

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