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És a nossa Fé!

Bilhete a Pedro Proença

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Prezado presidente da Liga Portugal,

 

Há que dizer isto com toda a frontalidade: não faz o menor sentido a inexistência de vídeo-arbitragem nesta fase da Taça da Liga em que já intervêm equipas de primeiro plano do futebol português. 

É algo que deve ser revisto. Já.

Meu caro, se quiser prestigiar a instituição a que preside e a competição futebolística a que a Liga empresta o nome, permito-me sugerir-lhe que solucione isto sem demora. Em nome da transparência, do rigor e da verdade, valores indissociáveis da prática desportiva.

 

Cordiais cumprimentos.

Pódio: Nuno Santos, Ugarte, M. Nunes

Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Sporting-Famalicão pelos três diários desportivos:

 

Nuno Santos: 17

Ugarte: 16

Matheus Nunes: 16

Gonçalo Inácio: 16

Palhinha: 15

Esgaio: 15

Feddal: 15

Matheus Reis: 14

Sarabia: 14

Neto: 14

Vinagre: 13 *

João Virgínia: 13

Paulinho: 12

Pedro Gonçalves: 12

Jovane: 10

Tabata: 7

 

A Bola e o Record elegeram Ugarte como melhor jogador em campo. O Jogo optou por Matheus Nunes.

 

* Estranhamente, o Record omitiu classificação a Vinagre no espaço próprio para o efeito. Informa-me entretanto um leitor (e eu agradeço) que essa nota surge na ficha do jogo

O dia seguinte

Começo pelo óbvio. O futebol no estádio é completamente diferente do futebol na TV,  e quem apenas pode apreciar o jogo pela TV a única coisa que posso dizer é que muita coisa lhe passou ao lado. Como a mim nos últimos jogos do Sporting.

Estando lá, o que posso dizer é que o Sporting com muitas segundas linhas fez uma exibição extremamente competente perante um adversário muito bem orientado e  que colocou em campo muito talento. O adversário onde fomos buscar Pedro Gonçalves, Vinagre e o melhor em campo ontem, Manuel Ugarte. Fiquei rmesmo rendido ao protegido do "El patrón" Coates.

Sobre o jogo, Rúben Amorim montou um esquema táctico que pretendia por um lado eliminar o perigo que o Famalicão constituiu no último jogo, por outro dar descanso a alguns e palco a jogadores menos utilizados. Tudo isso mantendo o 3-4-3 do costume. E assim Inácio fazia de Coates, Sarabia de Paulinho, Jovane de Pedro Gonçalves, fomos cansando o adversário a rodar a bola a todo o campo, e assim chegámos ao intervalo a ganhar por 1-0 e com o acesso à "Final four" completamente à mercê.

Na segunda parte  o adversário substituiu os mais rebentados por aquele desgaste constante, os que vieram começaram a desgastar-se também e Amorim pretendeu dar a machadada final, colocando os titulares. A coisa começou bem com o segundo golo, podia ter marcado mais um par de golos, mas quem não marca acaba por sofrer e mesmo no final da partida, de dois lances que tiveram tanto de atrevimento do adversário como de carambolas fortuitas, deram um e podiam ter dado dois golos. E o empate que poderia qualificar o Famalicão.

No final, Amorim esteve mais uma vez exceptional, sem palavras mesmo, na conferência de imprensa, para falar de Paulinho e Jovane. Para o primeiro focar-se no processo, treinar, treinar, o golo obviamente, para o segundo, confiar, confiar, no rasgo decisivo obviamente. Nenhum tem nada que lhe provar, ele já percebeu muito bem com o que conta. Simplesmente brilhante. Não se pode apagar aquela frase infeliz da estátua e pôr alguma do Amorim? Ou assinar com ele um contrato perpétuo? Ou fazer dele accionista da SAD em vez daqueles tristes que vão lá exibir a sua completa ignorância sobre a natureza da mesma?

Eu aplaudia. Porque o Amorim cria valor para a SAD, cria valor para o Sporting, cria valor para todos nós.

E assim estamos quase na "Final Four" e o Porto parece que não... É chato para alguns, para os do Porto não é de estranhar mas para alguns que se dizem do Sporting... só pode ser algum tipo de urticária. Coçem que isso passa. Ou não.

#OndeVaiUmVãoTodos

SL

Quente & frio

Gostei muito da vitória do Sporting em Alvalade, esta noite, frente ao Famalicão. Estamos praticamente qualificados para a meia-final da Taça da Liga - ao contrário do FC Porto, agora eliminado desta competição pelo Santa Clara. Falta-nos apenas empatar no estádio do Penafiel, a 15 de Dezembro, para seguirmos em frente. Domínio claro da nossa equipa, que venceu por 2-1. Contrariando uma tendência recente: nos cinco desafios anteriores, desde 2017, nunca tínhamos conseguido derrotar o Famalicão. Já lá tínhamos perdido dois pontos em Agosto, na quarta jornada do campeonato.

 

Gostei da excelente jogada colectiva que culminou no nosso segundo golo, aos 61'. Tabelinha entre Esgaio e Matheus Nunes, que conduz a bola pela ala ofensiva direita, cruzando para Sarabia, que remata forte com o seu pé menos bom (o direito) para defesa incompleta do guarda-redes e excelente recarga de Nuno Santos, metendo-a lá dentro. Foi o melhor lance da partida, culminando uma superioridade indiscutível da nossa equipa até ao quarto de hora final, com boas exibições de Ugarte (melhor em campo e estreante como artilheiro de verde e branco, logo aos 8'), Gonçalo Inácio, Sarabia e Nuno Santos - estes últimos precisamente os três que repetiram presença no onze titular após o embate de sábado com o Moreirense, também em casa. Amorim decidiu rodar os outros oito, fazendo descansar jogadores como Adán, Coates, Porro e Palhinha - embora este acabasse por entrar, rendendo Ugarte aos 68'.

 

Gostei pouco das exibições de dois dos nossos titulares: Vinagre, que se perdeu em fintas inconsequentes sem soltar a bola, e Jovane, que foi acumulando passes errados e decisões precipitadas lá na frente. Têm ambos de fazer muito melhor se ambicionam mais protagonismo neste Sporting 2021/2022.

 

Não gostei de voltar a ver Paulinho embrulhar-se com a bola em zona de decisão, acabando por matar um lance promissor sem sequer tentar metê-la lá dentro. Aconteceu aos 77', nove minutos depois de entrar em campo para substituir Sarabia: isolado, perdeu tempo e ângulo de remate, desperdiçando nova oportunidade para demonstrar dotes de artilheiro vestido de verde e branco. Hoje com o belo equipamento Stromp, agora de marca Nike, em estreia absoluta nesta temporada.

 

Não gostei nada da arbitragem de Manuel Mota, célebre entre os apitadores portugueses pelas piores razões. Aos 8', perdoou um penálti evidente ao Famalicão, quando um defesa da equipa visitante desviou com o braço um remate cruzado de Sarabia. No quarto de hora final, fez vista grossa a uma bola jogada com a mão a curta distância da grande área famalicense, perdoando-lhes um livre directo certamente muito perigoso. Finalmente, aos 90' validou o golo da equipa minhota marcado por um jogador que parece em fora-de-jogo. É inaceitável não haver vídeo-árbitro nesta fase da Taça da Liga: parece que o futebol retrocedeu muitos anos, a uma época que não deixou saudades.

Esta Taça da Liga também é nossa

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O Sporting venceu ontem categoricamente o Benfica, vulgarizando o velho rival, na final da Taça da Liga em futsal. Vencemos por 6-2, com golos de Alex Merlim, Rocha, Zicky (2), Pauleta e João Matos. 

Foi o nosso terceiro troféu em seis edições desta competição - ainda mais saboroso por ter sido o primeiro que conquistamos derrotando o SLB na partida decisiva.

No momento em que celebramos mais um título no vastíssimo palmarés leonino, apetece dizer: grande Nuno Dias, grande Rúben Amorim (que em Janeiro, no futebol, também conquistou uma Taça da Liga pelo Sporting). Com treinadores destes tudo até parece fácil.

A imensa pequenez

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Foi um fim de semana em cheio para o Sporting.

E um fim de semana de pesadelo para a sucursal minhota do Benfica.

 

No futebol, conquistámos a Taça da Liga numa final empolgante. Terceiro título em apenas quatro anos.

No futsal, goleámos sem remissão: triunfo por 9-0.

No voleibol, outro resultado inquestionável: vitória por 3-0.

Sempre contra o mesmo adversário.

 

 

António Salvador devia falar todos os dias. É um perfeito símbolo da imensa pequenez do Braga.

 

 

ADENDA: «Golo do Sporting é completamente legal.»

Pódio: Coates, Porro, Gonçalo Inácio

Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Sporting-Braga (final da Taça da Liga) pelos três diários desportivos:

 

Coates: 19

Porro: 18

Gonçalo Inácio: 18

Adán: 16

Feddal: 15

Palhinha: 15

Pedro Gonçalves: 15

Matheus Nunes: 13

João Mário: 13

Nuno Mendes: 13

Tiago Tomás: 12

Sporar: 12

Nuno Santos: 11

Jovane: 10

Neto: 1

 

A Bola e o Record elegeram  Coates  como melhor jogador em campo. O Jogo optou por  Porro.

Ganhámos, mas...

A condicionante não se refere ao mérito; Tampouco à justiça e muito menos  ao empenho dos rapazes, que foram inexcedíveis na entrega à luta e demonstraram raça de verdadeiros leões.

A condicionante vai para a organização da prova.

Vai para o futebol português.

Vai para a pandilha que gravita e se sustenta à "pála" de um desporto maravilhoso.

Quando vi o nosso Jovane ser atropelado e levar um amarelo, pensei pra mim que "hoje não molhas o pincel, puto!" Meu dito, meu feito, que o apitador ontem queria ele próprio levar o caneco para casa, tal o festival de apito, raramente acertado, que durou parece que para lá do jogo.

Se calhar convém recordar que este é um daqueles de laboratório, dos cursos do INATEL patrocinados pelo Benfica e que ascenderam às insígnias FIFA sem os correspondentes jogos em divisões inferiores, para que o leitor fique enquadrado com a "peça de artilharia". Os mais velhos recordar-se-ão dos retratos "a la minute", sem qualidade, com imagem desfocada e sombras esquisitas. Pois deste assunto o que ainda persiste, são as sombras.

Arrumado o incompetente e fazedor de fretes, a segunda nota vai para a Liga, começando com uma sugestão: Para o ano façam logo a final a quatro, já que é para a treta, ao menos que seja assumida. E que escolham um campo onde se possa jogar à bola, que a competição é futebol, não é rugby (ou râguebi) e muito menos a actividade agrícola de plantação de batatas. Aquilo ( o estádio que a câmara de Leiria entendeu construir para o Euro 2006, empenhando uma parte do orçamento para muitos anos ) é um elefante branco, a gente sabe, mas os elefantes só vão ao charco para matar a sede, para coisas sérias é em piso decente, considerando o peso e se me faço entender...

A terceira nota vai para o trolha (com um enorme respeito pelos que exercem a profissão e são miseravelmente pagos por isso) que preside aos destinos da agremiação braguista: Se ele soubesse o gozo que me causa vê-lo a espumar sempre que perde connosco e felizmente pra nós têm sido muitas vezes, o rato metia-se no buraco antes de vomitar as alarvidades que por norma profere quando leva "na pá" quando perde com o Sporting. Eu sei, ele está f...chateado porque o Sporting prefere o Paulinho que lá tem há imensos anos e nunca defraudou, àquele que eles lá têm e tem sido sistematicamente metido no bolso pelo Coates e parece (espero bem que!) que a torneira fechou.

Uma palavrinha final para o previsível sucessor de Jesus na lampionagem: A dor de corno é fodida, mister.

E ainda um post scriptum: uma enorme salva de palmas para o nosso treinador, com a esperança de que o deixem trabalhar, mesmo que por vezes os resultados nos deixem com um camadão de nervos de ir às urgências e agora não dá muito jeito. Portanto é deixá-lo fazer o seu trabalhinho, que a coisa está melhor que a encomenda. Venha de lá o Boavista.

 

O dia seguinte

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Disse Rúben Amorim depois do jogo: «Sou muito feliz no Sporting, o projecto é a minha cara, adoro o meu staff. Se pudesse manter isto durantes muitos anos… sei que no futebol as coisas mudam muito rápido, mas adoro o dia a dia no Sporting. Se quiserem despedir-me, tirarem-me de lá, vão ter que me pagar tudo, digo já. Porque gosto mesmo de trabalhar no Sporting.» O que nós podemos dizer é que podes tirar o cavalinho da chuva, estamos ainda mais felizes por termos encontrado um grande treinador e um grande homem, que ontem foi aclamado e atirado ao ar em pleno relvado pela equipa que tem na mão, e por alguns que menos jogam, como Daniel Bragança. 

Repararam também na dupla que acompanhou Amorim na subida ao podium? Coates e Neto, os capitães da equipa, aqueles que além do desempenho em campo são os pilares do balneário, elementos essenciais no enquadramento dos mais jovens e no magnífico espírito de corpo demonstrado.

Quanto ao jogo em si, foi quase perfeito dado o estado do terreno que começou completamente alagado e foi secando com o decorrer da partida, tudo isto mais numas zonas que outras. O Sporting conseguiu entrar forte, com João Mário a comandar no centro do terreno e dominou toda a primeira parte, conseguindo um belo golo por Porro. Com a troca dum Jovane condicionado pelo apitador de serviço por um desinspirado Nuno Santos e o progressivo apagamento do João, a equipa foi perdendo o controlo do centro do terreno e sendo remetida à defesa onde "El Patrón" Coates esteve imperial, secundado por um grande Adán. Mesmo assim, e tirando os dois lances de fora de jogo do Braga, a ocasião mais flagrante de golo foi a do "pé-frio" Sporar que conseguiu passar ao guarda-redes adversário com a baliza toda à sua mercê.

Vitória mais que merecida, apenas ensombrada pela expulsão estúpida de Pedro Gonçalves ao cair do pano por aquele apitador arrogante e desequilibrado que conseguiu inovar na profissão, expulsando sem aviso prévio e simultâneamente os dois treinadores. 

 

Ontem foi o terceiro troféu ganho na presidência de Frederico Varandas em três anos. Todos eles ultrapassando Porto (3x), Benfica (2x), e Braga (2x), o que demonstra que a ambição e a afirmação do Sporting como clube grande não desapareceram com a destituição do ex-presidente, antes estão cada vez mais firmes, pujantes e alicerçados na matriz formadora do clube.

Nessas três conquistas algumas coisas existiram em comum: treinadores humildes e competentes que souberam dar o palco aos jogadores, capitães que vieram de fora mas são do melhor que alguma vez tivemos, equipas que ultrapassaram os seus limites na luta contra adversários mais poderosos. E um presidente que com Hugo Viana, amigo próximo de longa data de Rúben Amorim, criou as condições para que isso acontecesse, deu a cara quando necessário (ontem, para responder à azia dum "pedreiro" mal educado qualquer) e se apagou no momento da vitória. 

Está o Sporting Clube de Portugal de parabéns, estão Frederico Varandas e Hugo Viana de parabéns, e ficaria muito bem a quem se está a perfilar para candidato a futuras eleições dizer isso mesmo. Mas desconfio que, com alguma honrosa excepção, o "silêncio de abutre" vai imperar.  

 

#OndeVaiUmVãoTodos

SL

Deu gosto, sim

Eu nem dava muita importância ao troféu que o Sporting acabou de ganhar. Dou muito mais importância à verdadeira taça de Portugal, e dessa infelizmente o Sporting já foi eliminado. No entanto, dou importância a todas as provas e penso que o Sporting deve ter como objetivo sempre ganhar todas as provas que estejam ao seu alcance.

Se este ano desvalorizei a taça da Liga, foi porque ela foi disputada em moldes muito pouco competitivos na primeira fase, que praticamente não existiu. Tudo foi feito para proteger os grandes e o Braga, com o objetivo de os ter nas meias finais disputando um mínimo de jogos (dados os condicionantes desta estranha época desportiva). Não me parece correto: todos os clubes que são parte da Liga deveriam ter o direito a disputá-la. Ou se disputava como deveria ser, ou então mais valeria não a disputar este ano. Foi isso que o Sporting defendeu. Essa posição não prevaleceu, e a prova disputou-se desta forma injusta para os outros.

É curioso notar que o Braga gosta muito de se queixar do predomínio dos grandes e da maior atenção que lhes é dada. Quando fala assim, o Braga gosta de falar em nome dos clubes mais pequenos, que são prejudicados pelos outros. Mas desta vez o Braga foi tratado como um "grande", com uma passadeira vermelha até à meia final como os outros, e não o vimos queixar-se da discriminação para com os "pequenos". Pelos vistos tudo está bem desde que se discrimine a favor deles também.

Foi por isso que deu gosto ganhar esta final. No resto, foi um jogo como os outros. O presidente do Braga é que se deveria questionar sobre por que fica ele com uma azia tão grande quando perde com o Sporting.

Obrigado equipa, presidente e Viana

Limpámos o Porto, limpámos o Braga, limpámos a Taça da Liga. Título que tantos desprezam mas que todos queriam e querem conquistar e que é só nosso.

Gosto de ganhar esta taça e alegra-me muitíssimo ter o título de Campeão de Inverno.

Esta noite reconfirmámos que a nossa equipa pode ganhar todos os jogos. Pode bater todos os adversários que tiver pela frente. Já o vimos, já o confirmámos uma e outra vez. E nisto acreditamos cada vez mais, porque sabemos que os nossos sempre entram em campo para ganhar.

É também evidente e galvanizante constatar a crescente cultura de vitória, jogo atrás de jogo, a entranhar-se no plantel, em cada jogador e, meus caros, em cada um de nós. No Sporting. Um Sporting vitorioso é o que somos hoje!

Estamos a habituar-nos a ganhar. E que hábito bom. Esta época, aqui chegados, meses depois de termos começado a competir, os dedos de uma mão são de mais para contar as derrotas que tivemos, os dedos usâmo-los quase todos, mãos e pés, para contabilizar as vitórias. Empates são coisa pouca.

É obra, caros, é obra! E tem obreiros. À cabeça das façanhas estão, claro, os jogadores e a equipa técnica, extraordinariamente comandada pelo fora de série, inspirador e fiável Rúben Amorim, mas não só. Há um notável trabalho na rectaguarda. Assistimos esta época ao sucesso de um projecto prometido quando fomos a votos nas últimas eleições e verdadeiramente posto em prática. A fórmula de sucesso foi desenhada e tem sido executada pelo presidente Varandas e pelo director Hugo Viana, a dita estrutura do futebol.

Quero agraciá-los já, porque, e por mim falo, tantas vezes neles zurzi.

A conquista da TL é o resultado de uma aposta clara na formação e num treinador que é o homem certo para o projecto e o êxito de Amorim, cuja contratação tantos e tão violentamente criticaram (eu inclusive), revela olho e sabedoria da estrutura. E rumo. Rumo. A estrutura acertou. E, acredito, acertará.

Esta é uma equipa ganhadora e percebendo eu que o discurso deve ser o do jogo a jogo, sempre contornando a pressão que nos fazem para nos afirmarmos candidatos à conquista, para nos deslumbrarmos e considerarmo-nos os mais bem posicionados para chegar ao fim à frente dos outros; ainda que eu perceba e até goste que jogadores e treinador isso façam, meus caros, jogo a jogo acredito cada vez mais que vamos continuar a ganhar. E que será assim até ao fim. 

A Taça entregue a quem dignifica o futebol - e não a quem o conspurca

Respeito o Braga e os seus adeptos, sobretudo por sendo um clube quase sem palmarés (não ao nível de um Boavista ou Belenenses) se bater nos últimos anos com os maiores clubes nacionais. 

Mas há coisas que definem um Clube, por mais simpático que o tentemos tornar com posts "giros" nas redes sociais. 

Uma delas, é recusar assistência a jogadores, quando se lesionam com gravidade: 

https://maisfutebol.iol.pt/sp-braga/ricardo-ferreira/salvador-deu-a-ordem-para-nao-me-pagarem-a-operacao

Outra, é o mau perder ridículo do indivíduo que preside ao Braga, de que mais uma vez deu mostras no final do jogo de hoje. Mau perder esse que é bastante selectivo. Com o SLB, até sai a rir quando leva 6 ou 7 na Luz.

São personagens que só sujam o futebol português. Parece ter agora um treinador à altura, que não desce ao relvado para cumprimentar o vencedor. Sejam felizes juntos.

Rúben Amorim, Palhinha e outros jogadores de verde e branco estavam, felizmente, no palco da festa para mostrar o que é o desportivismo. O que é o desporto. O que é ganhar com raça. O que é o mérito e o que é o Sporting.

Ah - e é NOSSA!

Viva o SCP.

Que maravilhoso é o futebol

O campo era um charco. Diz o relatador que "futebol é um desporto de Inverno". Pois é, no outro dia o West Bromwich jogou contra o Arsenal debaixo de neve a diferença é que o relvado estava impecável. Esse mesmo comentador entreteve-se a trocar os nomes, Ricardo Horta disputava uma bola com Nuno Mendes, mas para ele era Esgaio contra Jovane. 
O árbitro esteve num nível superlativo. Jovane leva um empurrão pelas costas e uma pisadela, obviamente viu o cartão amarelo. TIago Tomás foi espancado em todas, mas todas as vezes que tocou na bola. Foi até faze sangue, sempre com o beneplácito arbitral. Amorim e Carvalhal entram num bate boca e foram liminarmente expulsos. Sérgio Conceição deve-se ter engasgado de riso lá em casa. No final conseguiu expulsar também Pedro Gonçalves, esse corrécio, esse sarrafeiro, esse malandro, pois foi pela segunda vez para a rua este ano. 
É assim o futebol em Portugal. O Sporting teve a indelicadeza de ganhar depois de uma segunda parte em que exibiu uma defesa de aço. Está mal, pois está.

O homem certo para o Sporting

Texto de Salgas

1024.jpg

 

Amorim já terá conquistado grande parte dos Sportinguistas.

 

No passado mais recente, tivemos o pé-frio de José Peseiro (a quem não posso deixar de agradecer a missão que aceitou, quando tantos fugiram como o diabo foge da cruz), o inglês macarrónico de Marcel Keizer (a quem não posso deixar de agradecer os dois títulos conquistados) e o cinzentismo solitário de Silas.

Agora, olhamos para o treinador que temos no banco e aferimos pela amostra que nos foi apresentada que ele é pé-quente (a estrelinha vai guiando o caminho do nosso Rei Mago), que é um exímio comunicador capaz de agregar todos à sua volta nas conferências de imprensa e que é um verdadeiro líder, que agarrou o balneário e os pôs a dar tudo dentro e fora de campo.

É um treinador que passa uma imagem de um jovem humilde a quem as coisas estão a correr bem. Não podia ser mais antagónica com a imagem do técnico que antecedeu os já mencionados acima: Jorge Jesus.

 

Este sábado [hoje] entrará em campo para disputar a sua primeira final pelo clube, a segunda na sua ainda curta carreira enquanto treinador. Poderá ainda haver quem ache que são só coincidências, que se explica pelos tempos pandémicos em que vivemos, ou outras teorias que a mim estão longe de convencer.

Já vi bons treinadores com tremendas dificuldades no Sporting. Já vi excelentes treinadores com dificuldades no Sporting. Porque neste clube as coisas parecem ser sempre mais difíceis. Por isso mesmo valorizo ainda mais o trabalho do nosso jovem técnico.

Muito bem na forma como agarrou a equipa para a ponta final da temporada passada, mesmo sem conseguir o terceiro lugar. Muito bem como separou o trigo do joio. Muito bem como desenhou um plantel recheado de caras novas. Muito bem a potenciar os nossos jovens jogadores. Muito bem na dinâmica apresentada pela equipa. Muito bem ao estar na liderança do campeonato com mais de 1/3 da competição. Muito bem a devolver a esperança aos adeptos.

 

Fará em breve um ano que o Presidente Frederico Varandas tomou a decisão arrojada de pagar 10 milhões de euros por um treinador, tornando-o desse modo num dos mais caros da história do futebol. Ao dia de hoje, até os mais cépticos estarão rendidos.

O que valem hoje Jovane, Nuno Mendes, Porro, Pedro Gonçalves ou Tiago Tomás? O que valerão amanhã?

Independentemente do que venha a acontecer, é minha convicção que Rúben Amorim é o homem certo para colocar o Sporting novamente num patamar de excelência.

 

Texto do leitor Salgas, publicado originalmente aqui.

Amanhã à noite em Leiria

leiria.jpg

 

Ultrapassado o Porto, com grande dificuldade mas também muito mérito, temos agora o Braga na final da Taça da Liga. São duas equipas que se conhecem muito bem, até demasiado bem, pelo que será com certeza um confronto muito táctico, em que os erros de cada uma vão ditar o resultado final. 

O Braga tem uma bela equipa, bem orientada, possante fisicamente, bastante homógenea, com alguns jogadores que passaram ou poderão vir a passar pelo Sporting e que darão o máximo. Deve entrar com três médios todo-o-terreno que procurarão estancar o jogo interior do Sporting, lançar contra-ataques rápidos a explorar o adiantamento dos alas do Sporting, e pôr a bola no Paulinho no momento certo. Não sendo favorita, joga descontraída, e vai ser um adversário muito perigoso.

Favorito é o Sporting: conta com um grande treinador, melhor plantel, acabou de ganhar 2-0 ao Braga para o campeonato e de alargar a diferença para 9 pontos, mas isso pouco servirá se não estiver no seu melhor, ou seja, não cometer os erros gritantes que nos custaram golos nos últimos três jogos e conseguir as mudanças de velocidade no ataque que deixam as defesas contrárias a ver jogar e marcar. Ajudava também que não viesse mais uma vez um árbitro manhoso embarcar no teatro dos bracarenses e inventar amarelos no início do jogo para condicionar os nossos jogadores e obrigá-los a jogar no fio da navalha no resto do mesmo. Tem ideia de quantas vezes isso aconteceu nos últimos tempos?

 

Temos então amanhã um confronto com duas equipas no máximo da sua força, embora com o desgaste inevitável dos últimos encontros.

Do nosso lado vai estar de fora apenas Neto. Amorim apostou em Inácio em vez de Quaresma contra o Braga, e a mudança resultou, pelo que deverá continuar. Falando em frescura, Porro, João Mário e Nuno Santos são os que parecem mais desgastados. Jovane merece mais minutos do que aqueles que jogou contra o Porto. Sporar... é o Sporar. Joga muito (para PL) e marca pouco.

 

Sendo assim, imagino que Amorim convoque os seguintes elementos:

Guarda-redes: Adán e Max.

Defesas Centrais: Quaresma, Coates, Borja, Feddal e Inácio.

Alas: Porro, Plata e Nuno Mendes.

Médios Centro: João Mário, Palhinha, Bragança e Matheus Nunes.

Interiores: Tiago Tomás, Jovane, Pedro Gonçalves, Nuno Santos.

Ponta de lança: Sporar, Pedro Marques.

E apostava no seguinte onze, com João Mário, Nuno Santos,Tiago Tomás e Plata a serem lançados no decorrer do jogo:

Adán; Inácio, Coates e Feddal; Porro, Palhinha, Matheus Nunes e Nuno Mendes; Pedro Gonçalves, Tiago Tomás e Jovane.

 

Concluindo,

Amanhã o Sporting entra em campo em Leiria para tentar conquistar a Taça da Liga.

Considerando o sistema táctico de Rúben Amorim, qual seria o vosso onze?

 

PS: Já agora, e no que respeita ao jogo de terça-feira, o Francisco Chaveiro Reis e o Pedro Correia foram os que estiveram mais perto: falharam apenas no Inácio e no Antunes.

#OndeVaiUmVãoTodos

SL

24 horas depois, mantém-se a dúvida

Como, mas como!, é que marcámos aos 90+4!? Aos 90+4!? Tendo a partida a duração de 90+6!? A sério!?

Estará a nossa sorte a mudar? Somos seres-humanos, assim, subitamente, é?

Agora, só faltava o 'B' ganhar ao 'A'. Se acontecesse (AHAHAHAHAHAH), diria qualquer coisa como: não mexe mais, Criador, está bom assim. Se melhorar, estraga. 

P.S. Escrevam o que vos digo, o melhor para JJ, seria que se tivesse juntado 5 Jotas ao avio dos melões! Aí sim, era certinho que começariam a jogar o dobro. Para os lados. 

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