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És a nossa Fé!

Esta Taça da Liga também é nossa

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O Sporting venceu ontem categoricamente o Benfica, vulgarizando o velho rival, na final da Taça da Liga em futsal. Vencemos por 6-2, com golos de Alex Merlim, Rocha, Zicky (2), Pauleta e João Matos. 

Foi o nosso terceiro troféu em seis edições desta competição - ainda mais saboroso por ter sido o primeiro que conquistamos derrotando o SLB na partida decisiva.

No momento em que celebramos mais um título no vastíssimo palmarés leonino, apetece dizer: grande Nuno Dias, grande Rúben Amorim (que em Janeiro, no futebol, também conquistou uma Taça da Liga pelo Sporting). Com treinadores destes tudo até parece fácil.

A imensa pequenez

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Foi um fim de semana em cheio para o Sporting.

E um fim de semana de pesadelo para a sucursal minhota do Benfica.

 

No futebol, conquistámos a Taça da Liga numa final empolgante. Terceiro título em apenas quatro anos.

No futsal, goleámos sem remissão: triunfo por 9-0.

No voleibol, outro resultado inquestionável: vitória por 3-0.

Sempre contra o mesmo adversário.

 

 

António Salvador devia falar todos os dias. É um perfeito símbolo da imensa pequenez do Braga.

 

 

ADENDA: «Golo do Sporting é completamente legal.»

Pódio: Coates, Porro, Gonçalo Inácio

Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Sporting-Braga (final da Taça da Liga) pelos três diários desportivos:

 

Coates: 19

Porro: 18

Gonçalo Inácio: 18

Adán: 16

Feddal: 15

Palhinha: 15

Pedro Gonçalves: 15

Matheus Nunes: 13

João Mário: 13

Nuno Mendes: 13

Tiago Tomás: 12

Sporar: 12

Nuno Santos: 11

Jovane: 10

Neto: 1

 

A Bola e o Record elegeram  Coates  como melhor jogador em campo. O Jogo optou por  Porro.

Ganhámos, mas...

A condicionante não se refere ao mérito; Tampouco à justiça e muito menos  ao empenho dos rapazes, que foram inexcedíveis na entrega à luta e demonstraram raça de verdadeiros leões.

A condicionante vai para a organização da prova.

Vai para o futebol português.

Vai para a pandilha que gravita e se sustenta à "pála" de um desporto maravilhoso.

Quando vi o nosso Jovane ser atropelado e levar um amarelo, pensei pra mim que "hoje não molhas o pincel, puto!" Meu dito, meu feito, que o apitador ontem queria ele próprio levar o caneco para casa, tal o festival de apito, raramente acertado, que durou parece que para lá do jogo.

Se calhar convém recordar que este é um daqueles de laboratório, dos cursos do INATEL patrocinados pelo Benfica e que ascenderam às insígnias FIFA sem os correspondentes jogos em divisões inferiores, para que o leitor fique enquadrado com a "peça de artilharia". Os mais velhos recordar-se-ão dos retratos "a la minute", sem qualidade, com imagem desfocada e sombras esquisitas. Pois deste assunto o que ainda persiste, são as sombras.

Arrumado o incompetente e fazedor de fretes, a segunda nota vai para a Liga, começando com uma sugestão: Para o ano façam logo a final a quatro, já que é para a treta, ao menos que seja assumida. E que escolham um campo onde se possa jogar à bola, que a competição é futebol, não é rugby (ou râguebi) e muito menos a actividade agrícola de plantação de batatas. Aquilo ( o estádio que a câmara de Leiria entendeu construir para o Euro 2006, empenhando uma parte do orçamento para muitos anos ) é um elefante branco, a gente sabe, mas os elefantes só vão ao charco para matar a sede, para coisas sérias é em piso decente, considerando o peso e se me faço entender...

A terceira nota vai para o trolha (com um enorme respeito pelos que exercem a profissão e são miseravelmente pagos por isso) que preside aos destinos da agremiação braguista: Se ele soubesse o gozo que me causa vê-lo a espumar sempre que perde connosco e felizmente pra nós têm sido muitas vezes, o rato metia-se no buraco antes de vomitar as alarvidades que por norma profere quando leva "na pá" quando perde com o Sporting. Eu sei, ele está f...chateado porque o Sporting prefere o Paulinho que lá tem há imensos anos e nunca defraudou, àquele que eles lá têm e tem sido sistematicamente metido no bolso pelo Coates e parece (espero bem que!) que a torneira fechou.

Uma palavrinha final para o previsível sucessor de Jesus na lampionagem: A dor de corno é fodida, mister.

E ainda um post scriptum: uma enorme salva de palmas para o nosso treinador, com a esperança de que o deixem trabalhar, mesmo que por vezes os resultados nos deixem com um camadão de nervos de ir às urgências e agora não dá muito jeito. Portanto é deixá-lo fazer o seu trabalhinho, que a coisa está melhor que a encomenda. Venha de lá o Boavista.

 

O dia seguinte

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Disse Rúben Amorim depois do jogo: «Sou muito feliz no Sporting, o projecto é a minha cara, adoro o meu staff. Se pudesse manter isto durantes muitos anos… sei que no futebol as coisas mudam muito rápido, mas adoro o dia a dia no Sporting. Se quiserem despedir-me, tirarem-me de lá, vão ter que me pagar tudo, digo já. Porque gosto mesmo de trabalhar no Sporting.» O que nós podemos dizer é que podes tirar o cavalinho da chuva, estamos ainda mais felizes por termos encontrado um grande treinador e um grande homem, que ontem foi aclamado e atirado ao ar em pleno relvado pela equipa que tem na mão, e por alguns que menos jogam, como Daniel Bragança. 

Repararam também na dupla que acompanhou Amorim na subida ao podium? Coates e Neto, os capitães da equipa, aqueles que além do desempenho em campo são os pilares do balneário, elementos essenciais no enquadramento dos mais jovens e no magnífico espírito de corpo demonstrado.

Quanto ao jogo em si, foi quase perfeito dado o estado do terreno que começou completamente alagado e foi secando com o decorrer da partida, tudo isto mais numas zonas que outras. O Sporting conseguiu entrar forte, com João Mário a comandar no centro do terreno e dominou toda a primeira parte, conseguindo um belo golo por Porro. Com a troca dum Jovane condicionado pelo apitador de serviço por um desinspirado Nuno Santos e o progressivo apagamento do João, a equipa foi perdendo o controlo do centro do terreno e sendo remetida à defesa onde "El Patrón" Coates esteve imperial, secundado por um grande Adán. Mesmo assim, e tirando os dois lances de fora de jogo do Braga, a ocasião mais flagrante de golo foi a do "pé-frio" Sporar que conseguiu passar ao guarda-redes adversário com a baliza toda à sua mercê.

Vitória mais que merecida, apenas ensombrada pela expulsão estúpida de Pedro Gonçalves ao cair do pano por aquele apitador arrogante e desequilibrado que conseguiu inovar na profissão, expulsando sem aviso prévio e simultâneamente os dois treinadores. 

 

Ontem foi o terceiro troféu ganho na presidência de Frederico Varandas em três anos. Todos eles ultrapassando Porto (3x), Benfica (2x), e Braga (2x), o que demonstra que a ambição e a afirmação do Sporting como clube grande não desapareceram com a destituição do ex-presidente, antes estão cada vez mais firmes, pujantes e alicerçados na matriz formadora do clube.

Nessas três conquistas algumas coisas existiram em comum: treinadores humildes e competentes que souberam dar o palco aos jogadores, capitães que vieram de fora mas são do melhor que alguma vez tivemos, equipas que ultrapassaram os seus limites na luta contra adversários mais poderosos. E um presidente que com Hugo Viana, amigo próximo de longa data de Rúben Amorim, criou as condições para que isso acontecesse, deu a cara quando necessário (ontem, para responder à azia dum "pedreiro" mal educado qualquer) e se apagou no momento da vitória. 

Está o Sporting Clube de Portugal de parabéns, estão Frederico Varandas e Hugo Viana de parabéns, e ficaria muito bem a quem se está a perfilar para candidato a futuras eleições dizer isso mesmo. Mas desconfio que, com alguma honrosa excepção, o "silêncio de abutre" vai imperar.  

 

#OndeVaiUmVãoTodos

SL

Deu gosto, sim

Eu nem dava muita importância ao troféu que o Sporting acabou de ganhar. Dou muito mais importância à verdadeira taça de Portugal, e dessa infelizmente o Sporting já foi eliminado. No entanto, dou importância a todas as provas e penso que o Sporting deve ter como objetivo sempre ganhar todas as provas que estejam ao seu alcance.

Se este ano desvalorizei a taça da Liga, foi porque ela foi disputada em moldes muito pouco competitivos na primeira fase, que praticamente não existiu. Tudo foi feito para proteger os grandes e o Braga, com o objetivo de os ter nas meias finais disputando um mínimo de jogos (dados os condicionantes desta estranha época desportiva). Não me parece correto: todos os clubes que são parte da Liga deveriam ter o direito a disputá-la. Ou se disputava como deveria ser, ou então mais valeria não a disputar este ano. Foi isso que o Sporting defendeu. Essa posição não prevaleceu, e a prova disputou-se desta forma injusta para os outros.

É curioso notar que o Braga gosta muito de se queixar do predomínio dos grandes e da maior atenção que lhes é dada. Quando fala assim, o Braga gosta de falar em nome dos clubes mais pequenos, que são prejudicados pelos outros. Mas desta vez o Braga foi tratado como um "grande", com uma passadeira vermelha até à meia final como os outros, e não o vimos queixar-se da discriminação para com os "pequenos". Pelos vistos tudo está bem desde que se discrimine a favor deles também.

Foi por isso que deu gosto ganhar esta final. No resto, foi um jogo como os outros. O presidente do Braga é que se deveria questionar sobre por que fica ele com uma azia tão grande quando perde com o Sporting.

Obrigado equipa, presidente e Viana

Limpámos o Porto, limpámos o Braga, limpámos a Taça da Liga. Título que tantos desprezam mas que todos queriam e querem conquistar e que é só nosso.

Gosto de ganhar esta taça e alegra-me muitíssimo ter o título de Campeão de Inverno.

Esta noite reconfirmámos que a nossa equipa pode ganhar todos os jogos. Pode bater todos os adversários que tiver pela frente. Já o vimos, já o confirmámos uma e outra vez. E nisto acreditamos cada vez mais, porque sabemos que os nossos sempre entram em campo para ganhar.

É também evidente e galvanizante constatar a crescente cultura de vitória, jogo atrás de jogo, a entranhar-se no plantel, em cada jogador e, meus caros, em cada um de nós. No Sporting. Um Sporting vitorioso é o que somos hoje!

Estamos a habituar-nos a ganhar. E que hábito bom. Esta época, aqui chegados, meses depois de termos começado a competir, os dedos de uma mão são de mais para contar as derrotas que tivemos, os dedos usâmo-los quase todos, mãos e pés, para contabilizar as vitórias. Empates são coisa pouca.

É obra, caros, é obra! E tem obreiros. À cabeça das façanhas estão, claro, os jogadores e a equipa técnica, extraordinariamente comandada pelo fora de série, inspirador e fiável Rúben Amorim, mas não só. Há um notável trabalho na rectaguarda. Assistimos esta época ao sucesso de um projecto prometido quando fomos a votos nas últimas eleições e verdadeiramente posto em prática. A fórmula de sucesso foi desenhada e tem sido executada pelo presidente Varandas e pelo director Hugo Viana, a dita estrutura do futebol.

Quero agraciá-los já, porque, e por mim falo, tantas vezes neles zurzi.

A conquista da TL é o resultado de uma aposta clara na formação e num treinador que é o homem certo para o projecto e o êxito de Amorim, cuja contratação tantos e tão violentamente criticaram (eu inclusive), revela olho e sabedoria da estrutura. E rumo. Rumo. A estrutura acertou. E, acredito, acertará.

Esta é uma equipa ganhadora e percebendo eu que o discurso deve ser o do jogo a jogo, sempre contornando a pressão que nos fazem para nos afirmarmos candidatos à conquista, para nos deslumbrarmos e considerarmo-nos os mais bem posicionados para chegar ao fim à frente dos outros; ainda que eu perceba e até goste que jogadores e treinador isso façam, meus caros, jogo a jogo acredito cada vez mais que vamos continuar a ganhar. E que será assim até ao fim. 

A Taça entregue a quem dignifica o futebol - e não a quem o conspurca

Respeito o Braga e os seus adeptos, sobretudo por sendo um clube quase sem palmarés (não ao nível de um Boavista ou Belenenses) se bater nos últimos anos com os maiores clubes nacionais. 

Mas há coisas que definem um Clube, por mais simpático que o tentemos tornar com posts "giros" nas redes sociais. 

Uma delas, é recusar assistência a jogadores, quando se lesionam com gravidade: 

https://maisfutebol.iol.pt/sp-braga/ricardo-ferreira/salvador-deu-a-ordem-para-nao-me-pagarem-a-operacao

Outra, é o mau perder ridículo do indivíduo que preside ao Braga, de que mais uma vez deu mostras no final do jogo de hoje. Mau perder esse que é bastante selectivo. Com o SLB, até sai a rir quando leva 6 ou 7 na Luz.

São personagens que só sujam o futebol português. Parece ter agora um treinador à altura, que não desce ao relvado para cumprimentar o vencedor. Sejam felizes juntos.

Rúben Amorim, Palhinha e outros jogadores de verde e branco estavam, felizmente, no palco da festa para mostrar o que é o desportivismo. O que é o desporto. O que é ganhar com raça. O que é o mérito e o que é o Sporting.

Ah - e é NOSSA!

Viva o SCP.

Que maravilhoso é o futebol

O campo era um charco. Diz o relatador que "futebol é um desporto de Inverno". Pois é, no outro dia o West Bromwich jogou contra o Arsenal debaixo de neve a diferença é que o relvado estava impecável. Esse mesmo comentador entreteve-se a trocar os nomes, Ricardo Horta disputava uma bola com Nuno Mendes, mas para ele era Esgaio contra Jovane. 
O árbitro esteve num nível superlativo. Jovane leva um empurrão pelas costas e uma pisadela, obviamente viu o cartão amarelo. TIago Tomás foi espancado em todas, mas todas as vezes que tocou na bola. Foi até faze sangue, sempre com o beneplácito arbitral. Amorim e Carvalhal entram num bate boca e foram liminarmente expulsos. Sérgio Conceição deve-se ter engasgado de riso lá em casa. No final conseguiu expulsar também Pedro Gonçalves, esse corrécio, esse sarrafeiro, esse malandro, pois foi pela segunda vez para a rua este ano. 
É assim o futebol em Portugal. O Sporting teve a indelicadeza de ganhar depois de uma segunda parte em que exibiu uma defesa de aço. Está mal, pois está.

O homem certo para o Sporting

Texto de Salgas

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Amorim já terá conquistado grande parte dos Sportinguistas.

 

No passado mais recente, tivemos o pé-frio de José Peseiro (a quem não posso deixar de agradecer a missão que aceitou, quando tantos fugiram como o diabo foge da cruz), o inglês macarrónico de Marcel Keizer (a quem não posso deixar de agradecer os dois títulos conquistados) e o cinzentismo solitário de Silas.

Agora, olhamos para o treinador que temos no banco e aferimos pela amostra que nos foi apresentada que ele é pé-quente (a estrelinha vai guiando o caminho do nosso Rei Mago), que é um exímio comunicador capaz de agregar todos à sua volta nas conferências de imprensa e que é um verdadeiro líder, que agarrou o balneário e os pôs a dar tudo dentro e fora de campo.

É um treinador que passa uma imagem de um jovem humilde a quem as coisas estão a correr bem. Não podia ser mais antagónica com a imagem do técnico que antecedeu os já mencionados acima: Jorge Jesus.

 

Este sábado [hoje] entrará em campo para disputar a sua primeira final pelo clube, a segunda na sua ainda curta carreira enquanto treinador. Poderá ainda haver quem ache que são só coincidências, que se explica pelos tempos pandémicos em que vivemos, ou outras teorias que a mim estão longe de convencer.

Já vi bons treinadores com tremendas dificuldades no Sporting. Já vi excelentes treinadores com dificuldades no Sporting. Porque neste clube as coisas parecem ser sempre mais difíceis. Por isso mesmo valorizo ainda mais o trabalho do nosso jovem técnico.

Muito bem na forma como agarrou a equipa para a ponta final da temporada passada, mesmo sem conseguir o terceiro lugar. Muito bem como separou o trigo do joio. Muito bem como desenhou um plantel recheado de caras novas. Muito bem a potenciar os nossos jovens jogadores. Muito bem na dinâmica apresentada pela equipa. Muito bem ao estar na liderança do campeonato com mais de 1/3 da competição. Muito bem a devolver a esperança aos adeptos.

 

Fará em breve um ano que o Presidente Frederico Varandas tomou a decisão arrojada de pagar 10 milhões de euros por um treinador, tornando-o desse modo num dos mais caros da história do futebol. Ao dia de hoje, até os mais cépticos estarão rendidos.

O que valem hoje Jovane, Nuno Mendes, Porro, Pedro Gonçalves ou Tiago Tomás? O que valerão amanhã?

Independentemente do que venha a acontecer, é minha convicção que Rúben Amorim é o homem certo para colocar o Sporting novamente num patamar de excelência.

 

Texto do leitor Salgas, publicado originalmente aqui.

Amanhã à noite em Leiria

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Ultrapassado o Porto, com grande dificuldade mas também muito mérito, temos agora o Braga na final da Taça da Liga. São duas equipas que se conhecem muito bem, até demasiado bem, pelo que será com certeza um confronto muito táctico, em que os erros de cada uma vão ditar o resultado final. 

O Braga tem uma bela equipa, bem orientada, possante fisicamente, bastante homógenea, com alguns jogadores que passaram ou poderão vir a passar pelo Sporting e que darão o máximo. Deve entrar com três médios todo-o-terreno que procurarão estancar o jogo interior do Sporting, lançar contra-ataques rápidos a explorar o adiantamento dos alas do Sporting, e pôr a bola no Paulinho no momento certo. Não sendo favorita, joga descontraída, e vai ser um adversário muito perigoso.

Favorito é o Sporting: conta com um grande treinador, melhor plantel, acabou de ganhar 2-0 ao Braga para o campeonato e de alargar a diferença para 9 pontos, mas isso pouco servirá se não estiver no seu melhor, ou seja, não cometer os erros gritantes que nos custaram golos nos últimos três jogos e conseguir as mudanças de velocidade no ataque que deixam as defesas contrárias a ver jogar e marcar. Ajudava também que não viesse mais uma vez um árbitro manhoso embarcar no teatro dos bracarenses e inventar amarelos no início do jogo para condicionar os nossos jogadores e obrigá-los a jogar no fio da navalha no resto do mesmo. Tem ideia de quantas vezes isso aconteceu nos últimos tempos?

 

Temos então amanhã um confronto com duas equipas no máximo da sua força, embora com o desgaste inevitável dos últimos encontros.

Do nosso lado vai estar de fora apenas Neto. Amorim apostou em Inácio em vez de Quaresma contra o Braga, e a mudança resultou, pelo que deverá continuar. Falando em frescura, Porro, João Mário e Nuno Santos são os que parecem mais desgastados. Jovane merece mais minutos do que aqueles que jogou contra o Porto. Sporar... é o Sporar. Joga muito (para PL) e marca pouco.

 

Sendo assim, imagino que Amorim convoque os seguintes elementos:

Guarda-redes: Adán e Max.

Defesas Centrais: Quaresma, Coates, Borja, Feddal e Inácio.

Alas: Porro, Plata e Nuno Mendes.

Médios Centro: João Mário, Palhinha, Bragança e Matheus Nunes.

Interiores: Tiago Tomás, Jovane, Pedro Gonçalves, Nuno Santos.

Ponta de lança: Sporar, Pedro Marques.

E apostava no seguinte onze, com João Mário, Nuno Santos,Tiago Tomás e Plata a serem lançados no decorrer do jogo:

Adán; Inácio, Coates e Feddal; Porro, Palhinha, Matheus Nunes e Nuno Mendes; Pedro Gonçalves, Tiago Tomás e Jovane.

 

Concluindo,

Amanhã o Sporting entra em campo em Leiria para tentar conquistar a Taça da Liga.

Considerando o sistema táctico de Rúben Amorim, qual seria o vosso onze?

 

PS: Já agora, e no que respeita ao jogo de terça-feira, o Francisco Chaveiro Reis e o Pedro Correia foram os que estiveram mais perto: falharam apenas no Inácio e no Antunes.

#OndeVaiUmVãoTodos

SL

24 horas depois, mantém-se a dúvida

Como, mas como!, é que marcámos aos 90+4!? Aos 90+4!? Tendo a partida a duração de 90+6!? A sério!?

Estará a nossa sorte a mudar? Somos seres-humanos, assim, subitamente, é?

Agora, só faltava o 'B' ganhar ao 'A'. Se acontecesse (AHAHAHAHAHAH), diria qualquer coisa como: não mexe mais, Criador, está bom assim. Se melhorar, estraga. 

P.S. Escrevam o que vos digo, o melhor para JJ, seria que se tivesse juntado 5 Jotas ao avio dos melões! Aí sim, era certinho que começariam a jogar o dobro. Para os lados. 

Pódio: Jovane, Pedro Gonçalves, Coates

Por curiosidade, aqui fica a soma das classificações atribuídas à actuação dos nossos jogadores no Sporting-FC Porto (meia-final da Taça da Liga) pelos três diários desportivos:

 

Jovane: 22

Pedro Gonçalves: 17

Coates: 16

Matheus Nunes: 15

Feddal: 15

Palhinha: 14

Nuno Santos: 14

Antunes: 12

João Mário: 11

Adán: 11

Gonçalo Inácio: 11

Porro: 11

Tiago Tomás: 10

Daniel Bragança: 6

Plata: 6

 

Os três jornais elegeram Jovane como melhor jogador em campo.

Vitória justa da melhor equipa em campo, no de Leiria e outros campos

O Sporting mereceu ganhar, sim, senhor, oh, Sérgio. A vitória do Sporting não caiu lá do céu, como cuspiste no fim do jogo.


Além da magia que saiu do pés de Jovane e de Pedro Gonçalves, da fibra desta equipa que luta até ao fim contra as adversidades, a nossa passagem à final da Taça da Liga, derrubando o FC Porto, deve-se também à melhor leitura, interpretação e acção de Rúben Amorim no banco em comparação com o opositor que tem tudo de mau na hora de perder.


Estamos bem e recomendamo-nos. Força, equipa. Força, Sporting!

«Jovane é fisicamente 'anormal' para a idade que tem»

Estrutura visível

João de Deus vinca que o desenvolvimento de Jovane se deve, em grande parte, ao trabalho de Carlos Bruno, preparador físico dos leões e responsável pelo laboratório de otimização do rendimento da Academia. "Tem muito mérito. Ele trabalha na sombra, mas na verdade é, talvez, o maior responsável pelo Jovane ser o que é hoje", sublinhou João de Deus.

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Chama-se Carlos Bruno Charrua, foi preparador físico do Sporting Clube de Portugal desde 1998 até ao mais recente despedimento colectivo.

Parabéns, caro Carlos Bruno. Muito obrigada pelo EsforçoDedicação e Devoção ao longo dos últimos 23 anos e os meus sinceros votos de boa sorte nesta nova etapa.

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Ficam as palavras de quem melhor o conhece e a certeza de que muita da Glória da última noite, é sua. 

 

Imagem de Carlos Bruno daqui

Perfil IG Francisco Geraldes

O dia seguinte

Dizem que Sérgio Conceição nasceu e cresceu Sportinguista, o clube da aldeia dele é o Ribeirense, uma filial do Sporting. Se calhar por isso mesmo, sempre com o cérebro meio baralhado por tantas emoções do passado ou a antecipar excursões futuras a Lisboa na reforma, tem sido um contribuinte fiel e dedicado de taças para o museu do Sporting. Foi a Taça de Portugal no tempo do Marco Silva, a Taça da Liga e a Taça de Portugal no tempo do Marcel Keizer, e agora com Rúben Amorim fez o que estava ao seu alcance para levar para lá mais uma, especialmente quando tirou o Marega do campo para pôr lá o Tony, o Jovane encarregou-se do resto. Depois lá disfarçou na flash-interview como pôde: falou dum jogo que só ele viu, à moda do tal papagaio vermelho, falou num clube regional sempre a lutar contra tudo e contra todos, enfim, lá disfarçou a coisa. Agora tem de ser o Sporting a concluir a tarefa, temos de ganhar a final ao Benfica A ou B (este distingue-se pelas mangas brancas), mas acredito que vamos conseguir, até para não deixar mal o nosso Serginho.

Foi interessante ver o jogo ouvindo o ex-treinador Vitor Pereira a preparar o terreno para o regresso, e a explicar porque é que o Porto joga tão pouco, diz ele que faltam muitas entrelinhas e momentos de superioridade a meio-campo. Realmente o Porto de ontem realmente quase se resumiu aos momentos de inspiração de Corona e de Marega, este último consegue até marcar um golo num raide de 1 contra 5. Mas isso também aconteceu porque o Sporting não deixou. Não é nada fácil ganhar a este Sporting sub-23 reforçado.

Se calhar alguns Sportinguistas ainda não se deram bem conta da qualidade do treinador que têm. O Sporting venceu ontem o Porto não com Maregas e Coronas, mas com Gonçalo Inácio (18), Tiago Tomás (18),  Plata (20), Porro (21), Daniel Bragança (21), Pedro Gonçalves (22), Jovane Cabral (22) e Matheus Nunes (22). Todos eles, naturalmente falhando um lance ou outro, estiveram a um nível elevado, adultos e concentrados, interpretando muito bem o 3-4-3 de Amorim. Conjuntamente com os mais velhos,  Adán, Coates, Feddal, Antunes, Palhinha, João Mário, Nuno Santos, conseguiram aguentar o Porto, e estando a perder a 15 minutos do fim, tiveram a confiança e a audácia para ir para cima deles e reverter o resultado. Como quase fizeram em Alvalade, recordam-se que o Vietto falhou aquele golo de cabeça mesmo a terminar a partida? 

Bom, agora lá se vai a ideia de fazer descansar os mais utilizados, e por exemplo João Mário e Nuno Santos precisam mesmo duma pausa. Chegados aqui agora só pode ser mesmo para entrar com tudo e levar a Taça.

Acreditemos neste treinador, nesta equipa e nestes jogadores, mesmo quando as coisas não correm tão bem como ontem.

 

PS1: Brilhante Jovane. Mereces uma estátua algures em Alvalade. O que seria da tua carreira se não passasses metade dela na enfermaria? Isso tem de acabar, duma vez por todas.

PS2: Muito bem Frederico Varandas. Pode não se gostar da pessoa ou do seu estilo de comunicação, mas esteve ontem também ele brilhantemente na defesa da ética médica, da verdade desportiva e do Sporting Clube de Portugal, contra o sistema mafioso por demais enraizado no futebol português.

#OndeVaiUmVãoTodos

SL

Quente & frio

Gostei muito da vitória do Sporting esta noite, no estádio municipal de Leiria: eliminámos o FC Porto na meia-final da Taça da Liga e disputaremos a final no próximo domingo contra Benfica ou Braga. Foi um triunfo sofrido, esforçado, mas que revelou o melhor da dinâmica leonina e da entreajuda de uma equipa que sabe funcionar em bloco, fazendo das fraquezas força quando é necessário. Mesmo a perder por 0-1, após uma rosca bem sucedida de Marega que traiu Adán aos 80', soubemos ir para cima deles e acreditar até ao fim. Tornando ainda mais saborosa a vitória, conseguida com dois extraordinários golos de Jovane em oito minutos: o primeiro aos 86', com um remate colocadíssimo, em arco, que sobrevoou toda a defesa adversária; o segundo aos 90'+4, coroando um rápido contra-ataque lançado por Coates e prosseguido com assistência de Pedro Gonçalves, a escassos segundos do apito final, fixando o resultado. Desta vez não houve necessidade de apurar o finalista por grandes penalidades. E ultrapássamos um mini-ciclo de dois jogos sem ganhar (derrota contra o Marítimo, na Madeira, para a Taça de Portugal e empate em casa com o Rio Ave para o campeonato).

 

Gostei das substituições feitas por Rúben Amorim, insatisfeito com o ritmo do nosso jogo - e sobretudo com a nossa incapacidade de ganhar bolas divididas a meio-campo. O treinador acertou nas alterações produzidas, confiando nos jogadores vindos do banco e no brilho da sua estrelinha da sorte, que voltou a funcionar. Matheus Nunes (que entrou aos 69', substituindo João Mário) trouxe adrenalina e velocidade à nossa zona intermédia, impondo-lhe dinâmica ofensiva. Jovane (que entrou aos 78', para o lugar de Tiago Tomás) trouxe golo, bisando contra o FCP neste clássico em que se estreia como goleador e se sagra como figura da partida. Daniel Bragança (que entrou aos 85', rendendo um fatigado Palhinha) veio reforçar a qualidade técnica no corredor central e Plata (que entrou aos 85', substituindo Antunes) causou desequilíbrios lá na frente, sacando um livre muito perigoso aos 90'+2. Também gostei da eficácia que revelámos: em três ocasiões de golo, aproveitámos duas. Quantas vezes podemos gabar-nos disto?

 

Gostei pouco de algumas exibições da nossa equipa. Sobretudo de João Mário, que voltou a pecar por falta de intensidade. O campeão europeu perdeu quase todos os duelos individuais: muito passivo, foi incapaz de dar verticalidade ao jogo leonino. Também Antunes, que desta vez alinhou a titular, ficou muito aquém daquilo que o Sporting necessita no corredor esquerdo: parece muito mais um lateral à moda antiga, especializado em anular o jogo adversário, do que o ala dinâmico exigido pelo sistema táctico de Amorim. Incompreensível a incapacidade que revelou em dominar bolas que lhe iam chegando ou de fazer um cruzamento bem medido.

 

Não gostei das ausências de quatro jogadores nossos por Covid-19: Neto, Nuno Mendes, Sporar e Tabata. E ainda gostei menos que dois deles - Nuno e o esloveno - tenham continuado sem ir a jogo mesmo após o laboratório de análises ter admitido um lapso nos testes efectuados e logo desmentidos por dois outros, que se revelaram negativos. Estranho lapso que merece ser investigado até à exaustão, até porque o director-geral da Unilabs é um fervoroso adepto portista. Incompreensível, a decisão tomada pela Direcção-Geral de Saúde de proibir quase à última hora aqueles dois jogadores de disputarem esta meia-final apesar de não haver qualquer indício de que estejam infectados. Cedendo aparentemente à chantagem do FC Porto, que fez birra ao ponto de ameaçar não entrar em campo. Como se fosse Dono Disto Tudo.

 

Não gostei nada da falta de fair play revelada por Sérgio Conceição, confirmando que continua sem saber perder. Em vez de dar os parabéns ao Sporting por ter vencido, o treinador campeão nacional foi à zona de entrevistas rápidas, logo após o fim da partida, dizer que «o adversário [Sporting] não fez nada para conseguir» este triunfo, que a seu ver terá «caído do céu». O técnico portista tinha motivos para sentir azia: esta derrota frente ao Sporting quebrou-lhe uma sucessão de 17 jogos sem perder. É um facto que jogou sem vários titulares: Marchesin, Otávio, Sérgio Oliveira, Luis Díaz e Taremi estiveram ausentes por castigo, por Covid ou por opção técnica. Mas também é verdade que três dos nossos ficaram igualmente de fora. E fica-lhe muito mal tamanha falta de desportivismo, imprópria de um verdadeiro líder.

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