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És a nossa Fé!

Talvez a nossa melhor época de sempre

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Liga dos Campeões Europeus de futsal.

Liga Europeia de hóquei em patins.

Campeonato nacional de futebol.

Taça da Liga de futebol.

Taça da Liga de futsal.

Taça de Portugal de basquetebol.

Taça de Portugal de voleibol.

Taça Federação de voleibol feminino.

Campeonato nacional de futebol de praia.

Campeonato nacional de râguebi feminino.

Supertaça de râguebi feminino.

Campeonato nacional de corta-mato.

Campeonato nacional de corta-mato feminino.

Campeonato nacional masculino de pista coberta.

Campeonato nacional feminino de pista coberta.

Campeonato nacional de golbol

 

(... e não termina aqui)

Lideranças

O Sporting foi campeão com todo o mérito e, para isso, muito contribuiu a estabilidade emocional transmitida pela direção. Direção, essa, que se foi abstendo de aparecer e só veio a terreiro em dois momentos onde já não era possível ficar em silêncio: após o roubo épico em Famalicão e após a rábula dos falsos positivos na Taça da Liga.

Não pretendo reescrever a História, tenho plena noção de que o Sporting podia já não existir sem o trabalho realizado por Bruno de Carvalho no seu primeiro mandato. A negociação com os bancos e a capacidade de voltar a mobilizar os adeptos foram aspectos fundamentais para o Sporting poder voltar a respirar confiança.

Comparo esse período da vida do Clube a uma revolução e, raramente, os líderes durante a revolução são bons líderes para tempos que se querem de paz. O seu constante modo guerrilha não ajuda à estabilização emocional.

Isso notou-se logo no primeiro ano desta direção, com a vitória na Liga dos Campeões de Futsal. Ninguém tem dúvidas do contributo de Bruno de Carvalho na construção do plantel mas também ninguém tem dúvidas da pressão desmedida que introduziu e que causou uma espécie de performance anxiety nos atletas. Na primeira final, após a sua saída, campeões europeus. Dois anos passados, campeões europeus novamente.

O mesmo aconteceu no futebol. Depois de um ano terrível, o pior de sempre no que toca a derrotas, o Sporting manteve a compustura e sagrou-se campeão. Sem dramas. Foram quatro títulos em três épocas (Um Campeonato, uma Taça de Portugal e duas Taças da Liga).

Não há nenhum segredo escondido neste tipo de padrões. É muito normal em qualquer empresa, país, etc. Existem pessoas capazes de agarrar num projecto e levá-lo de A a B mas, nem sempre a melhor pessoa para levar algo de A a B é a melhor para levar de B a C. Foi o que aconteceu ao Sporting.

Dito isto, foi muito útil ao Sporting ter havido um primeiro mandato de Bruno de Carvalho e está a ser muito útil ao Sporting haver um Frederico Varandas. É importante que quem dirige o Sporting perceba que não está no cargo para ficar na História mas sim para enriquecer a História do Clube.

Se todos o fizerem, o nosso palmarés agradecerá enquanto nós celebramos títulos.

Uma alegria imensa

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Vencemos o campeonato nacional de futebol a duas jornadas do fim, com a maior pontuação conseguida desde sempre à 32.ª jornada (82 pontos) e após 25 rondas consecutivas no comando da prova, em que nos mantemos invictos.

Há 19 anos que não festejávamos um título destes. Que nos vale, desde logo, cerca de 23 milhões de euros - pelo ingresso automático na Liga dos Campeões. E tendo ao leme da equipa o segundo treinador campeão mais jovem da história do nosso clube: Rúben Amorim, com 36 anos. Só antecedido por Juca, que conduziu o Sporting ao título na época 1961/1962. 

Proezas atrás de proezas. Eis outra: há 68 anos que não conquistávamos a prova máxima do futebol português num ano ímpar. O anterior foi o da época 1952/1953, ainda com alguns dos Cinco Violinos no plantel.

A melhor notícia da noite foi a da glória no relvado, alcançada ao minuto 36 do jogo Sporting-Boavista, quando Paulinho marcou o golo da nossa vitória contra a equipa portuense. O golo que nos deu acesso imediato ao título. 

A segunda melhor notícia veio da boca de Rúben Amorim. Ao garantir, na conferência de imprensa pós-jogo, que vai permanecer no Sporting na próxima temporada. Nem pensar em desviá-lo de Alvalade.

Sinto uma alegria imensa, por todos os motivos. E também por isto.

Ponto da situação

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1

Com 79 pontos, estamos a um passo de reconquistar o campeonato nacional de futebol. Após um longo e penoso jejum de 19 anos. 

Faltam-nos dois pontos para atingir essa meta. Uma vitória, portanto. Ou dois empates. O título já não nos foge.

 

2

Há quem reclame exibições de excelência aos pupilos de Rúben Amorim. Não é o meu caso.

Eu quero títulos, em primeiro lugar.

Em segundo lugar, quero títulos.

Em terceiro, idem aspas.

Só depois exijo boas exibições.

Entretanto, recordo que este vitorioso Sporting 2020/2021 não foi reforçado com jogadores que custaram mais de cem milhões de euros, como o Benfica, nem recebeu milhões da Champions, como o FC Porto.

Também não me esqueço que nunca entrou em campo sem portugueses nem jogadores da formação no onze titular. Ao contrário de Benfica e FC Porto.

Vencer o campeonato com uma equipa jovem, onde há vários jogadores formados na nossa Academia, é motivo redobrado de orgulho.

E motivo de inveja para os nossos rivais. Que também apregoam a formação mas não a praticam.

 

3

Neste momento, a três jornadas do fim, seguimos com mais oito pontos que o FC Porto, mais doze do que o Benfica e mais vinte que o Braga. Sem derrotas.

A enorme distância pontual que mantemos face à equipa minhota - que sonha ser clube "grande", tarefa impossível com um presidente tão pequeno - só me faz rir. Porque bem recordo o que diziam os pseudo-catedráticos do esférico no início da época, apontando o Braga como "equipa sensação" do campeonato. Enquanto outros, já a meio da temporada, proclamavam que os encarnados do Minho praticavam "o melhor futebol" da Liga.

Esta gente nem se apercebe dos disparates que vai bolçando...

Parabéns, Sporting. Obrigado, Sporting

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Obrigado, leões. Que conquista admirável. Que caminhada gloriosa. Aos vossos pés caíram os campeões da Rússia, Espanha e da Europa. Estou como o Edmundo Gonçalves que tão bem fez em publicitar o vídeo que pode ser visto mais a baixo nos És a nossa fé. Momento arrepiante e inspirador para todos nós, e que deve ser visto e revisto e visto mais uma vez. Por nós adeptos e por todos os atletas à beira de conquistas maravilhosas de leão ao peito. Importantes são também as palavras do timoneiro Nuno Dias e do grande Capitão João Matos. Do João destaco o que ele disse sobre a identidade que dá a força a esta equipa. Cito de memória, certo que não vou atraiçoar o espírito: “Esta camisola é uma segunda pele. Sentimos o Sporting e esse sentimento faz a diferença na hora da superação, de dar o que falta para vencer. O Sporting é hoje o maior da Europa.” Parabéns, leões! E que a vossa gloriosa conquista europeia seja presságio de outras e admiráveis conquistas do Sporting Clube de Portugal.

As Taças deste século

2001/2002:

Taça de Portugal, Sporting 1 - Leixões 0,  com Lazlo Boloni

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2006/2007:

Taça de Portugal, Sporting 1 - Belenenses 0, com Paulo Bento

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2007/2008: Sporting 2 - Porto 0 com Paulo Bento

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2015/2016:

Taça de Portugal, Sporting 2 - Braga 2, vitória 3-1 nas penalidades com Marco Silva

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2017/2018:

Taça da Liga, Sporting 1 - Setubal 1 (5-4 nas penalidades) com Jorge Jesus

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2018/2019:

Taça da Liga, Sporting 1 - Porto 1 (3-1 nas penalidades)

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Taça de Portugal, Sporting 2 - Porto 2 (5-4 nas penalidades), com Marcel Keizer

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2020/2021:

Taça da Liga, Sporting 1 - Braga 0, com Rúben Amorim

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Muitos treinadores e jogadores passaram pelo Sporting nestes anos, alguns chegaram e sairam sem deixar grandes recordações, mas alguns ficaram nos nossos corações através das vitórias que conseguiram no campo, dos títulos e dos troféus que ajudaram a ganhar, entre eles as Taças.

As Taças são aquelas competições onde depois de várias eliminatórias tudo se decide num confronto final, onde apenas um dos competidores terá a honra e a felicidade de levantar a taça.

Foram estas as 8 taças ganhas pelo Sporting nestes quase 21 anos. Outras podiam ter sido ganhas, algumas muito mal perdidas, por Inácio (Taça de Portugal, 2000), Peseiro (Taça UEFA, 2005), Paulo Bento (Taça da Liga, edição Lucílio Baptista, 2009), Sá Pinto (Taça de Portugal, 2012) e Jorge Jesus (Taça de Portugal, edição Fernando Mendes/Juveleo, 2018).

Muito obrigado, Lazlo Boloni, Paulo Bento (duplamente), Marco Silva, Jorge Jesus, Marcel Keizer (duplamente) e Rúben Amorim.

#OndeVaiUmVãoTodos

SL

Quente & frio

Gostei muito desta conquista da Taça da Liga - o nosso terceiro título de campeões de Inverno em quatro temporadas, primeiro conseguido sem recurso ao desempate por grandes penalidades. Uma vitória que culmina a excelente organização colectiva do futebol leonino, com reflexos dentro e fora do campo. E que é um triunfo, acima de tudo, do actual treinador. Rúben Amorim, em apenas 11 meses, conseguiu renovar por completo a equipa, incutindo-lhe dinâmica e força competitiva sem perder qualidade técnica. Apostou nos jovens, acreditou na formação, trouxe ambição para Alvalade. Não por acaso, lideramos o campeonato, onde somos o único emblema sem derrotas à 14.ª jornada. Não por acaso, deixámos para trás o FC Porto nas meias-finais desta competição que voltamos a ganhar após um ano de interregno, batendo o Braga na final disputada em Leiria. Uma final com exibição magnífica de Coates, pilar da nossa estrutura defensiva, verdadeiro patrão do onze, capaz de travar todo o fluxo ofensivo adversário. Neste jogo decisivo protagonizou 14 recuperações de bola e quatro intercepções. Um gigante. Sem favor, o melhor em campo.

 

Gostei do desempenho de Porro, autor do único golo da partida, que carimbou a conquista do título. Golo marcado aos 41', com um soberbo remate cruzado após magnífica assistência de Gonçalo Inácio, hoje alinhando como central descaído para a direita apesar de ser esquerdino: aquele livre convertido em passe vertical de 35 metros para o internacional sub-21 espanhol equivaleu a meio golo. Palhinha foi outro pilar desta conquista, incansável nas acções de cobertura do nosso meio-campo defensivo: é de uma falta indiscutível que sofreu, junto à linha divisória, que surge aquele livre. Lá atrás, Feddal complementou muito bem o trabalho de Coates. Adán - cada vez mais indiscutível na baliza - fez quatro grandes defesas (26', 69', 90'+4, 90'+6). Nuno Mendes revelou acerto e acutilância como ala esquerdo neste regresso à titularidade. Já na frente, Pedro Gonçalves fez magia numa jogada individual ao findar a primeira parte, com Matheus a rubricar a defesa impossível da noite. E Tiago Tomás, muito castigado por faltas que ficaram sem sanção (ao ponto de o árbitro ter marcado contra ele uma cotovelada que lhe abriu o sobrolho e o forçou a sair do campo por estar a sangrar), mostrou-se inexcedível nos duelos lá na frente. Estes foram os jogadores que mais se distinguiram numa final que infelizmente não contou com um relvado à altura e ficou manchada por uma actuação medíocre do árbitro, que tudo fez para estragar o espectáculo.

 

Gostei pouco novamente de João Mário. Numa partida em que se impunha muito esforço físico, muita luta tenaz pela posse de bola, muita capacidade de choque, o campeão europeu voltou a revelar défice competitivo: quando foi substituído por Matheus Nunes, aos 69', dava a sensação de que já saía demasiado tarde. Outro jogador que ficou aquém do que lhe era exigido foi Nuno Santos: actuou em toda a segunda parte, rendendo Jovane, mas transmitiu a ideia de que nunca chegou a entrar verdadeiramente na partida, talvez por inadaptação àquele lodaçal a que só por ironia alguém poderia chamar relvado. Finalmente, uma vez mais, nota nada positiva para Sporar, que aos 59' entrou para o lugar de Tiago Tomás. O esloveno não pressiona, não rouba a bola, não ganha uma dividida, não causa perigo. E, pior que tudo, continua sem marcar golos. Ontem, servido por Matheus Nunes num cruzamento atrasado em que só lhe bastaria empurrar a bola, aos 81', matou o lance com um passe ao guarda-redes. Para esquecer.

 

Não gostei que esta final tivesse sido disputada quase sempre sob chuva incessante e num terreno em condições impróprias para a prática desportiva. É difícil compreender como é que a Liga de Clubes escolhe para palco de uma final um ervado que vira charco, sem um sistema de drenagem eficaz: a bola não rolava, ficava presa nas covas que se iam cavando à medida que chovia, potenciando eventuais lesões e prejudicando de modo irreversível a qualidade do espectáculo, transformado num festival de chutões sem passes de ruptura nem dribles. Algo inaceitável num país que é detentor do título de campeão da Europa em futebol. Os jogadores não mereciam isto. E nós, espectadores, também não.

 

Não gostei nada da miserável actuação do árbitro Tiago Martins, nosso velho conhecido, que fez tudo para tirar brilho a esta final - como se já não bastasse aquela lama outrora chamada relva. Aos 24' este senhor exibiu um cartão amarelo a Jovane num lance em que a falta ocorre ao contrário: foi o nosso jogador a ser empurrado e pisado, passando a jogar condicionado até ao intervalo, quando Amorim decidiu prescindir dele. Deixou passar impunes duas agressões a Tiago Tomás - uma delas, com um murro na face, devia ter valido a expulsão imediata de Fransérgio. Mas o momento mais negro ocorreu aos 33': assumindo-se como protagonista da final, Martins expulsou em simultâneo o nosso treinador e o técnico braguista, Carlos Carvalhal, por palavras que trocaram entre eles e lhe terão ferido os delicadíssimos tímpanos - ambos foram brindados com vermelho directo. É a terceira expulsão de Amorim desde que está ao comando do Sporting - ele que nunca tinha visto um cartão desta cor em toda a sua carreira como jogador nem no anterior percurso enquanto técnico, o que diz quase tudo sobre a perseguição que nos move esta gente do apito. Mais esclarecedoras ainda são as estatísticas do jogo: o Sporting fez 22 faltas, que geraram sete amarelos e dois vermelhos; o Braga, com 24 faltas, ficou-se por dois amarelos e um vermelho. Números que dizem tudo sobre a chocante disparidade de critérios. 

Obrigado equipa, presidente e Viana

Limpámos o Porto, limpámos o Braga, limpámos a Taça da Liga. Título que tantos desprezam mas que todos queriam e querem conquistar e que é só nosso.

Gosto de ganhar esta taça e alegra-me muitíssimo ter o título de Campeão de Inverno.

Esta noite reconfirmámos que a nossa equipa pode ganhar todos os jogos. Pode bater todos os adversários que tiver pela frente. Já o vimos, já o confirmámos uma e outra vez. E nisto acreditamos cada vez mais, porque sabemos que os nossos sempre entram em campo para ganhar.

É também evidente e galvanizante constatar a crescente cultura de vitória, jogo atrás de jogo, a entranhar-se no plantel, em cada jogador e, meus caros, em cada um de nós. No Sporting. Um Sporting vitorioso é o que somos hoje!

Estamos a habituar-nos a ganhar. E que hábito bom. Esta época, aqui chegados, meses depois de termos começado a competir, os dedos de uma mão são de mais para contar as derrotas que tivemos, os dedos usâmo-los quase todos, mãos e pés, para contabilizar as vitórias. Empates são coisa pouca.

É obra, caros, é obra! E tem obreiros. À cabeça das façanhas estão, claro, os jogadores e a equipa técnica, extraordinariamente comandada pelo fora de série, inspirador e fiável Rúben Amorim, mas não só. Há um notável trabalho na rectaguarda. Assistimos esta época ao sucesso de um projecto prometido quando fomos a votos nas últimas eleições e verdadeiramente posto em prática. A fórmula de sucesso foi desenhada e tem sido executada pelo presidente Varandas e pelo director Hugo Viana, a dita estrutura do futebol.

Quero agraciá-los já, porque, e por mim falo, tantas vezes neles zurzi.

A conquista da TL é o resultado de uma aposta clara na formação e num treinador que é o homem certo para o projecto e o êxito de Amorim, cuja contratação tantos e tão violentamente criticaram (eu inclusive), revela olho e sabedoria da estrutura. E rumo. Rumo. A estrutura acertou. E, acredito, acertará.

Esta é uma equipa ganhadora e percebendo eu que o discurso deve ser o do jogo a jogo, sempre contornando a pressão que nos fazem para nos afirmarmos candidatos à conquista, para nos deslumbrarmos e considerarmo-nos os mais bem posicionados para chegar ao fim à frente dos outros; ainda que eu perceba e até goste que jogadores e treinador isso façam, meus caros, jogo a jogo acredito cada vez mais que vamos continuar a ganhar. E que será assim até ao fim. 

A Taça entregue a quem dignifica o futebol - e não a quem o conspurca

Respeito o Braga e os seus adeptos, sobretudo por sendo um clube quase sem palmarés (não ao nível de um Boavista ou Belenenses) se bater nos últimos anos com os maiores clubes nacionais. 

Mas há coisas que definem um Clube, por mais simpático que o tentemos tornar com posts "giros" nas redes sociais. 

Uma delas, é recusar assistência a jogadores, quando se lesionam com gravidade: 

https://maisfutebol.iol.pt/sp-braga/ricardo-ferreira/salvador-deu-a-ordem-para-nao-me-pagarem-a-operacao

Outra, é o mau perder ridículo do indivíduo que preside ao Braga, de que mais uma vez deu mostras no final do jogo de hoje. Mau perder esse que é bastante selectivo. Com o SLB, até sai a rir quando leva 6 ou 7 na Luz.

São personagens que só sujam o futebol português. Parece ter agora um treinador à altura, que não desce ao relvado para cumprimentar o vencedor. Sejam felizes juntos.

Rúben Amorim, Palhinha e outros jogadores de verde e branco estavam, felizmente, no palco da festa para mostrar o que é o desportivismo. O que é o desporto. O que é ganhar com raça. O que é o mérito e o que é o Sporting.

Ah - e é NOSSA!

Viva o SCP.

Que maravilhoso é o futebol

O campo era um charco. Diz o relatador que "futebol é um desporto de Inverno". Pois é, no outro dia o West Bromwich jogou contra o Arsenal debaixo de neve a diferença é que o relvado estava impecável. Esse mesmo comentador entreteve-se a trocar os nomes, Ricardo Horta disputava uma bola com Nuno Mendes, mas para ele era Esgaio contra Jovane. 
O árbitro esteve num nível superlativo. Jovane leva um empurrão pelas costas e uma pisadela, obviamente viu o cartão amarelo. TIago Tomás foi espancado em todas, mas todas as vezes que tocou na bola. Foi até faze sangue, sempre com o beneplácito arbitral. Amorim e Carvalhal entram num bate boca e foram liminarmente expulsos. Sérgio Conceição deve-se ter engasgado de riso lá em casa. No final conseguiu expulsar também Pedro Gonçalves, esse corrécio, esse sarrafeiro, esse malandro, pois foi pela segunda vez para a rua este ano. 
É assim o futebol em Portugal. O Sporting teve a indelicadeza de ganhar depois de uma segunda parte em que exibiu uma defesa de aço. Está mal, pois está.

2020 em balanço (8)

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VITÓRIA DO ANO: CONQUISTA DA TAÇA DE PORTUGAL EM BASQUETEBOL

Esperámos 40 anos por este triunfo. Mas valeu a pena esperar: assim soube ainda melhor. A 8 de Outubro, enfim, o Sporting voltou a conquistar a Taça de Portugal em basquetebol. A nossa anterior vitória tinha ocorrido na época 1979/1980. 

Mais saboroso ainda por termos vencido na final aquela que vários especialistas consideram geralmente a melhor equipa portuguesa da modalidade: o FC Porto, anterior detentor da Taça. Cumpre referir que este título respeita à temporada 2019/2020: a final a quatro devia ter decorrido em Março, mas foi adiada por cinco meses devido às interdições sanitárias decorrentes da pandemia.

Foi uma final emocionante, no pavilhão multiusos de Odivelas, com o Sporting a virar o resultado na segunda parte. Ao intervalo a turma portista vencia 44-42, mas ao soar o apito final os números eram bem diferentes: 87-78 a nosso favor. Num jogo sempre muito disputado em que revelámos garra leonina. Tal como já sucedera na meia-final frente ao V. Guimarães - partida que vencemos por 85-71. Notável desempenho, no conjunto desta campanha, de jogadores como Diogo Ventura, James Ellisor, John Fields, Travante Williams, João Fernandes, Pedro Catarino e Francisco Amiel.

Confirma-se assim a boa decisão de Frederico Varandas, anunciada na campanha eleitoral de 2018 para a presidência, de reintroduzir no clube o basquetebol sénior masculino, inexistente desde 1995. E também o acerto na contratação de Luís Magalhães, o melhor técnico português de básquete, há dois anos ao serviço do Sporting. Trazer para Alvalade um treinador com 17 títulos nacionais no currículo foi aposta coroada de sucesso.

«É importante trabalhar todos os dias com afinco para atingir o que queremos. Como costumo dizer, eu sonho de noite e trabalho de dia.» Frase embemática de Magalhães, dita no momento da chegada.

O sonho começa a ser cumprido. Para alegria de todos nós.

 

Vitória do ano em 2012: meia-final da Liga Europa (19 de Abril)

Vitória do ano em 2013: 5-1 ao Arouca (18 de Agosto)

Vitória do ano em 2014: eliminação do FCP da Taça no Dragão (18 de Outubro)

Vitória do ano em 2015: conquista da Taça de Portugal (31 de Maio)

Vitória do ano em 2016: conquista do Campeonato da Europa (10 de Julho)

Vitória do ano em 2017: eliminação do Steaua de Bucareste (23 de Agosto)

Vitória do ano em 2018: goleada ao Qarabag (29 de Novembro)

Vitória do ano em 2019: conquista da Taça de Portugal (25 de Maio)

2020

Que melhor maneira de terminar o ano do que com a conquista de um título? O Sporting venceu ontem a sua oitava Taça de Portugal em futsal, a terceira consecutiva.

Sim, foi um ano complicado a todos os níveis. Desde a perda de receita à contestação, passando pelos estádios vazios. Mas, acima de tudo, foi um ano onde o Sporting mostrou que está vivo. O primeiro lugar no campeonato de futebol, os primeiros lugares na maior parte das modalidades e o discurso afirmativo #OndeVaiUmVãoTodos só nos pode encher o coração. Uma espécie de combustível para o provavelmente ainda mais duro 2021.

Jogo a jogo lá chegaremos, onde quer que o "lá" seja. Uma coisa é certa, pelo menos chegaremos de cabeça levantada. Sem dirigentes a serem chamados a Comissões de Inquérito no Parlamento, sem adeptos a serem julgados por assassinato e sem a sombra do Café com Leite e Chocolatinhos a cada jogo. Sabemos que as nossas vitórias são honestas como nós. Nem todos podem sequer pensar o mesmo, quanto mais dizê-lo...

Boas entradas e um grande 2021, Sportinguistas. Para os outros, um ano assim-assim que também não vos quero mal.

Três anos, três títulos

Pode ser surpreendente para alguns, até para uns quantos adeptos leoninos, mas nas últimas três épocas futebolísticas o Sporting é o clube português com mais títulos - a par do Porto e perdendo apenas um troféu na comparação com os azuis-e-brancos.

Em títulos, no mesmo período, o Benfica segue empatado com Aves e Braga.

 

Fica o inventário, para evitar certas inverdades que vou lendo e ouvindo por aí, até em órgãos de informação que tinham a obrigação de perceber um pouco mais de futebol:

- FC Porto: 3 títulos e 1 troféu (campeonato 2018, Supertaça 2018, campeonato 2020, Taça de Portugal 2020)

- Sporting: 3 títulos (Taça da Liga 2018, Taça da Liga 2019, Taça de Portugal 2019)

- Benfica: 1 título e 1 troféu (campeonato 2019, Supertaça 2019)

- Aves: 1 título (Taça de Portugal 2018)

- Braga: 1 título (Taça da Liga 2020)

 

Nestas coisas, o melhor é argumentarmos sempre com a linguagem dos números. Que não enganam.

Sporting: 80 anos de troféus em relance

1

Lista dos presidentes do Sporting que se sagraram campeões nacionais:

Joaquim Oliveira Duarte (1941)

Alberto da Cunha e Silva (1944)

António Ribeiro Ferreira (1947, 1948, 1949, 1951, 1952)

Carlos Góis Mota (1953, 1954)

Francisco Casal-Ribeiro (1958)

Joel Pascoal (1962)

Guilherme Brás Medeiros (1966, 1970)

João Rocha (1974, 1980, 1982)

José Roquette (2000)

António Dias da Cunha (2002)

 

2

Lista dos presidentes do Sporting que conquistaram a dobradinha (campeonato e Taça de Portugal):

Joaquim Oliveira Duarte (1941)

António Ribeiro Ferreira (1948)

Carlos Góis Mota (1954)

João Rocha (1974, 1982)

António Dias da Cunha (2002)

 

3

Lista dos presidentes do Sporting que venceram a Taça de Portugal nas épocas em que o Sporting não se sagrou campeão:

Augusto Barreira de Campos (1945)

António Ribeiro Ferreira (1946)

Horácio Sá Viana Rebelo * (1963)

Guilherme Brás Medeiros (1971)

Manuel Nazareth (1973)

João Rocha (1978)

Pedro Santana Lopes (1995)

Filipe Soares Franco (2007, 2008)

Bruno de Carvalho (2015)

Frederico Varandas (2019)

 

4

Lista dos presidentes do Sporting que nunca conquistaram qualquer dos dois principais títulos do futebol em Portugal:

Augusto de Aguilar (1942-1943)

Diogo Alves Furtado (1943)

Gaudêncio Costa (1961-1962)

Homem de Figueiredo (1964-1965)

Amado de Freitas (1986-1988)

Jorge Gonçalves (1988-1989)

José Sousa Cintra (1989-1995)

José Eduardo Bettencourt (2009-2011)

Luís Godinho Lopes (2011-2013)

 

* Tem a seu crédito também a Taça dos Vencedores das Taças (1964), maior troféu internacional conquistado pelo futebol leonino

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