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És a nossa Fé!

Espectáculos

A enorme massa adepta do Sporting está sedenta de bons espectáculos de futebol, dentro e fora das quatro linhas. O que se assiste neste início de época é triste e inenarrável.

Não queremos folhetins, não queremos novelas, não queremos justificações. Queremos bons espectáculos, queremos alegrias!

Queremos, tal como na música, «uma equipa fantástica» de jogadores, técnicos e dirigentes, porque este clube «é(s) a nossa fé». A “fé” que alimenta uma enorme massa adepta.

Queremos competência para que possamos todos em uníssono gritar:

 

«Força Sporting allez!!»

A camisola

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Não vamos facilitar nem baixar a guarda.
Somos totalmente insuspeitos, pois da nossa parte nunca faltou a esta Direcção o apoio nos momentos mais difíceis.
E - permitam-me sublinhar isto, sem falsas modéstias - não é um apoio qualquer: este é um dos blogues com mais seguidores no universo leonino. Sem sombra de dúvida.

Não nos peçam é aplausos quando somos derrotados por um conjunto do terceiro escalão suíço, não-profissional. 
Há limites que não devem ser transpostos, mesmo num jogo de preparação inserido na pré-temporada. Quem enverga a camisola do Sporting deve ter consciência plena de que está a defender o bom nome do clube a nível internacional, até muito para além das fronteiras do futebol.

Palavra à direção

Consumada a expulsão, é imperativo que se faça uma leitura dos números. Entre os quarenta porcento de sócios (esqueçamos os votos por agora) que votaram o perdão de Bruno de Carvalho temos várias motivações. Neste exercício irei aplicar "etiquetas" aos grupos mas, por favor, não entendam como uma categorização. É apenas para tentar resumir as características.

Os Leais - Aqueles que foram aparecendo à volta de Bruno de Carvalho após a destituição. Saíram alguns e entraram outros mas é um grupo relativamente sólido e estável. Vêem em Bruno de Carvalho ainda potencial para voltar a ser presidente e tendem a recusar qualquer outra figura "alpha".

Os Anti-Poder - Pessoas que não estão confortáveis com quem quer que esteja na direção do Sporting a não ser que sejam os seus pares. O seu voto é maioritariamente de protesto.

Os Gratos - Pessoas que reconhecem o que de bom foi feito pela direção liderada por Bruno de Carvalho e que, apesar de não o quererem de novo como presidente, acham injusto que seja expulso de sócio. São votantes das mais variadas listas.

A existência de várias linhas de pensamento é salutar, principalmente num clube com mais de centro e treze anos de vida. Mas é também importante que, após aquilo que queira-se ou não foi um marco na História do Sporting, a direção comece a olhar para os mais variados tipos de sportinguistas e seja capaz de passar uma mensagem que cative. Não é preciso agregar de forma demagógica e/ou totalitária. É preciso é que a nação leonina olhe para o clube e pense "mesmo que não concorde a 100%, é aqui que eu pertenço".

Tem a palavra a direção.

Sporting omnipresente!

Numa aldeia remota numa das mais belas ilhas do arquipélago dos Açores, onde se chega com alguma dificuldade encontrei a prova de que o Sporting está em todo o lado.

Falo da Fajã das Almas na Ilha de S. Jorge, onde, curiosamente, encontrei o maior número de lagartos vivos nas paredes que ladeavam a estrada muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuito íngreme.

E no café local achei esta prova.

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Sempre

Às vezes perguntam-me qual é o segredo para o sucesso duradouro deste blogue, que desde Janeiro de 2012 se tornou uma realidade incontornável, não apenas entre os adeptos do Sporting mas para quem gosta de futebol de maneira geral. Sucesso que os números confirmam: no último ano registámos mais de dois milhões de visualizações.

 

Respondo: é escrever sempre. Não aparecer apenas quando a situação é festiva ou quando há uma crise muito grave no clube. O segredo é estar presente - nas rotinas, no ritmo quotidiano, nos dias aparentemente sem notícias, nas horas boas como nas horas más.

 

Amar o Sporting é isto também.

Um Só Clube

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Enquanto as horas não passam e a bola não começa a rolar no Jamor, chamo-vos a atenção para o evento "Um só Clube" que reuniu técnicos, jogadores e estrutura das diferentes modalidades do Sporting, no qual participei dado que sou praticante e sócio fundador duma delas. Com a bancada central quase cheia, com muita juventude, vi por lá os craques do andebol e do hóquei (o futsal ia jogar a seguir), foi tocante ouvir as histórias de vida de Francis Obikwelu e Neide Gomes, e receber por alguns minutos e dar uma grande manifestação de confiança e de apoio incondicional àqueles que daqui a pouco irão estar no Jamor a tentar vingar a vergonha do ano passado. Com a equipa de futebol também nas bancadas, foi passado um vídeo emocionante com o lema "Até ao fim" e que está na página principal do site do Sporting.

A mensagem principal que retive é que este é o Sporting eclético, do futebol e das modalidades, um só Clube no estádio e no pavilhão, com muitas histórias para contar e muitos heróis de bastidores para relembrar. O palco é para quem defende no terreno e no banco as camisolas do clube, os ídolos disputam competições e ganham títulos, estrutura e direcção está lá para servir o Sporting e dar as melhores condições para que os triunfos aconteçam.

Não percam o vídeo, vale a pena.

Até ao fim !!! Mais logo, se Deus quiser, vamos sair do Jamor com a Taça !!!

SL

Paz à sua alma!

A familia sportinguista fica mais pobre.

Faleceu hoje, aos 98 anos, João Salvador Marques, ex-atleta e dirigente do nosso clube e sócio numero 1 do Sporting Clube de Portugal.

Acho que posso falar por todos os meus colegas de blog neste post e deixar uma sentida mensagem de condolências à familia e amigos deste nosso grande associado. Que descanse em paz!

Orgulho de todos nós

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Ser do Sporting é, desde logo, um estado de espírito. Próprio de quem é incapaz de ganhar a todo o preço, de quem gosta de jogar limpo, de quem jamais confunde um adversário com um inimigo.

 

Alguns apontam-nos, com um desdém que mal oculta a inveja, como um clube ligado à nobreza. Não se equivocam: há, de facto, uma atitude nobre que caracteriza o adepto sportinguista, a quem repugnam a batota, o golpe baixo, o desrespeito das regras, a desconsideração pelos mais fracos.

 

O sportinguista de gema não apoia só quando a equipa está na mó de cima: está sempre com ela. Mesmo quando resmunga, mesmo quando barafusta, mesmo quando sente que se aproxima do fim outra época que será desprovida dos troféus mais cobiçados. Porque a nossa convicção clubística não depende da alternância ciclotímica das exibições nos relvados: é muito mais sólida do que a de outros, useiros e vezeiros em ausentar-se quando os triunfos escasseiam.

 

Se a nobreza norteia a nossa maneira de estar no desporto, isto não invalida que o Sporting Clube de Portugal seja um clube genuinamente popular, com milhões de adeptos espalhados pelo território nacional – no continente e nas ilhas – e nos mais diversos países estrangeiros, em todos os continentes. Falo do que vi, ao longo dos anos, ao visitar ou frequentar as sedes do Sporting Clube de Goa, do Sporting Clube de Macau e do Sporting Clube de Timor. Gente simples, pessoas de poucas posses, os chamados cidadãos comuns.

 

Do povo autêntico vieram quase todos os ídolos leoninos. Esse magnífico Carlos Lopes das grandes passadas, que assombrou o mundo ao tornar-se o primeiro herói olímpico português, arrebatando o ouro da maratona em Los Angeles – um príncipe das pistas que iniciou a carreira profissional, ainda muito jovem, como simples serralheiro em Vildemoinhos (Viseu). Tal como esse outro desportista de vontade indómita a quem chamávamos rei do pedal – o saudoso Joaquim Agostinho, único compatriota nosso que até hoje subiu, por duas vezes, ao pódio da Volta à França. Não podia ser um sportinguista mais convicto. Não podia ter origens mais humildes – oriundo da aldeia de Brejenjas, em Torres Vedras.

 

Ser do Sporting é ser um pouco de tudo isto. Local e universal. Aristocrata e popular. Intrinsecamente português, mas com a largueza de vistas própria de um cidadão do mundo. Fiel ao emblema nas horas felizes e nos momentos amargos. Ter ânimo de vitória com a noção clara de que nunca deve valer tudo para vencer. Motivo de orgulho para mim e para ti, que me lês. Motivo de orgulho para todos nós.

 

Texto meu, publicado no blogue Tribuna Leonina

Coração de Leão!

Quem por aqui vai passando deve ter-se apercebido de que o meu pai está doente, originando que fosse sujeito a uma cirurgia ao coração.

A coisa era para ter acontecido na semana passada, mas a descoberta de algumas complicações, nomeadamente uma anemia crónica, levou a adiar a intervenção.

Mas a situação compôs-se durante a semana e ontem ao fim do dia o Leão mais idoso da família deu entrada na mesa de operações.

Já passavam das dez e meia da noite quando o cirurgião responsável surgiu na sala de espera e comunicou que tudo havida corrido muito bem e que o doente estava agora na Unidade dos Cuidados Intensivos (UCI).

Ainda o vi ontem, todavia estava ainda inconsciente e todo entubado. Tal como hoje de manhã.

Aquilo era uma parafernália de equipamentos, monitores e tubos. Sinceramente, meteu-me alguma impressão. O médico cardiologista, primeiro responsável pela decisão da necessidade da cirurgia, dizia-me a certa altura:

- Isto faz impressão para vós, mas para nós o doente está óptimo e estabilizado.

Da parte da tarde regressei ao hospital e encontrei o meu pai ainda na UCI, mas já sentado num cadeirão. Todavia a panóplia de equipamentos e tubos mantinha-se.

A determinada altura olhei fixamente para um dos monitores e vi algo parecido com um coração de tamanho muito pequeno, a piscar. Ao lado uns números e umas linhas que subiam e desciam. Percebi que correspondia à frequência do coração.

Fiquei claramente descansado! Conforme podem reparar na foto infra, mesmo depois da cirurgia o coração do meu pai continua a ser verde!

coracao_verde.jpg

Nota final:

Quero agradecer de forma emocionada e sincera a todos quantos desejaram as melhoras do meu pai. Bem-hajam!

O (simples) dia de ontem!

Saí de casa apressado para chegar a tempo ao pavilhão João Rocha. A tarde estava cálida, mas nas ruas ao redor de Alvalade havia já muito movimento de sportinguistas. Os pontos de encontro quantas vezes personalizados nas roulotes das bifanas e imperiais, ainda assim apresentavam pouca clientela.

Todavia à volta do pavilhão havia já fila para entrar. O jogo da Liga dos Campeões de Andebol estava previsto para as 18 e 30. Quando entrei já o recinto estava bem composto, plasmado nos quase 2500 adeptos.

Não obstante a equipa de andebol ter jogado muuuuuuuito abaixo do que seria esperado e desejável, o público presente não regateou apoio. Foi a minha primeira vez no pavilhão, não obstante ter também contribuído para a sua construção, e senti-me completamente arrebatado por aquele público entusiasta. Faltou a vitória para ser perfeito!

Um espaço que pode levar 3000 pessoas na sua lotação completa, levou-me a imaginar como será, ao vivo, o ambiente num qualquer pavilhão nos Estados Unidos, que levam muito acima das 10 mil assistentes.

Após o andebol foi a vez do futebol. Uma “sandocha” e a inevitável imperial, para tapar a fome, e nova correria para o estádio. Desta vez para assistir a uma bela vitória contra o Marítimo.

E das duas uma: ou eu não percebo nada de futebol (o que deve estar mais próximo da verdade!!!) ou este terá sido o melhor jogo que vi esta época em Alvalade? Pelo menos a mim pareceu-me…

Enfim ontem recarreguei as minhas baterias do espírito sportinguista. Confesso que estava mesmo a precisar!

A gente lê-se por aí!

PS - Fica o filme da grande penalidade visto do meu lugar.

 

 

Como vivi o jogo de hoje

Tenho uma doença incurável. Sou Sportinguista até à bactéria mais pequena do meu corpo.

Deste modo os jogos do Sporting são quase sempre muito sentidos, muito vividos, demasiado sofridos.

Não tenho qualquer contrato com operadoras de desporto e também não gosto de usar a pirataria. Portanto quando não estou em Alvalade prefiro escutar os relatos na rádio (tradição que já vem de longa data).

Aproveitei para fazer algumas tarefas domésticas enquanto escutava na RR o relato do jogo. E foi aí que escutei o golo do Moreirense.

Os repórteres de campo só encontraram coisas más na equipa do Sporting. Era o Ristovski ou o Petrovic. Depois o Jeferson e até o Nani.

Mudei de posto e passei a escutar Antena 1. De boa memória, pois o Sporting marcou a seguir. Nesta estação os repórteres e o comentador de serviço (conhecido Portista) variavam entre algumas críticas e alguns elogios.

Chegou o intervalo e tive de me dedicar a outras actividades, que não me permitiam escutar o relato da segunda parte.

Só que o telemóvel tem uma aplicação que me vai dando a evolução do resultado. E à meia hora ouvi o sinal de golo. Fui ver de quem era e Bas Dost havia feito o que mais sabe.

Cerrei o punho e fiquei com os olhos no equipamento. Faltou-me a coragem para escutar o resto do relato.

Noventa minutos e a indicação de um amarelo para um jogador do Moreirense. Logo de seguida novo alarme. Temi o pior. Mas Bas Dost não me deixou ficar mal e meteu um chapéu no saco minhoto.

- Boa – disse eu para os meus botões enquanto voltava a cerrar os punhos.

Logo a seguir nova sinalética. O jogo havia terminado, no preciso instante que Nelson Évora se sagrava campeão europeu de Triplo Salto.

Hoje giro eu - Ser Sporting

Estive para não escrever. Entendo que é um dia de reflexão e, como tal, devemos respeitar esse momento de cada sportinguista. No entanto, e já a findar o dia 22, o meu colega Luís Aguiar Fernandes alinhavou um Post que me inspirou a escrever este texto.

 

Quem me acompanha diariamente aqui conhece a minha posição, mas hoje gostaria de dedicar este espaço essencialmente a falar de sportinguismo. Ao contrário do que por vezes se tenta fazer transparecer, o Sporting não tem à sua volta apenas pessoas que representam interesses. Nada mais enganoso, o Sporting é dos sócios e estes, na sua esmagadora maioria, apenas querem o bem do clube, a sua prosperidade. O Sporting também não é o Pedro Proença e o seu estilo truculento, nem a histriónica Elsa Judas mais a sua Comissão Transitória. Como também não é as tergiversações de Marta Soares, a incontinência verbal de Ricciardi ou a opacidade da Comissão de Gestão. Não, o Sporting é muito mais do que isso. Hoje, ao ver Rui Calafate, José Pina ou António Moita num debate na TVI24, pude atestar que há razões para não perder o optimismo pois todos eles souberam representar muito bem aquilo que deve ser o sportinguismo, mostrando à saciedade ainda haver uma reminiscência dos nossos valores e pessoas a quem as televisões podem recorrer se quiserem informar correctamente os seus espectadores. Também Samuel Fernandes soube estar à altura, nomeadamente quando se bateu pela defesa intransigente dos superiores interesses do Sporting na matéria das rescisões dos jogadores e mostrou conhecimento profundo dos temas jurídicos abordados. 

 

Conheço mais sportinguistas que vão votar no "Sim", mas também conheço alguns que vão votar no "Não". Uns e outros são letrados, com provas dadas profissionalmente e, livremente, exercem a sua opção. Não que por serem letrados sejam mais sabedores. Vejam o caso de António Aleixo. É que uma coisa é saber que o tomate é um fruto - e isso é conhecimento -, outra é não misturá-lo numa salada de frutas - a sabedoria. Digo isto porque, por vezes, as elites tendem a menosprezar esta sabedoria popular que nos trouxe provérbios intemporais que todos repetimos quase inconscientemente no nosso dia-a-dia. Outra coisa de que também nos temos esquecido ultimamente é de cultivar o valor da tolerância. No meu grupo de amigos não existe delito de opinião. Esgrimimos argumentos, de uma forma mais ou menos acalorada, mas sempre sem ultrapassarmos os limites da urbanidade. Também não existe o politicamente correcto, era o que faltava. Então iríamos estar a inibir alguém, só porque conjunturalmente em minoria, de exprimir uma opinião? 

 

Amanhã será dia de decisões no Sporting Clube de Portugal. Seja qual for o resultado, é importante aceitá-lo democraticamente. Faço a minha declaração de interesses: tenho pensado muito no momento que vivemos, gostaria que surgisse uma terceira via em Alvalade - para a qual ainda não vi candidatos - e, como tal, agradar-me-ia haver eleições. Mas, se a vontade dos sócios for oposta à minha, cá estarei, com quotas pagas e cachecol ao pescoço, a dar o meu apoio a qualquer equipa que ostente o leão rampante no peito e a lutar da forma que conheço, dando ideias que possam ser ouvidas e assim contribuir para um melhor Sporting e para uma saudável cidadania sportinguista. 

 

O Sporting precisa de paz. Espero que estes 3 meses atribulados tenham servido de lição a todos. Não se constrói nada contra alguém durante todo o tempo. Pelo contrário, isso só cria divisionismo e afasta-nos de uma cultura de clube idealizada pelos nossos fundadores. O Sporting tem de ter uma identidade própria, um posicionamento face à concorrência e uma participação massiva dos sócios na vida do clube. Sim, porque uma coisa é ter muitos sócios, outra é estimular a sua participação. Assim como, uma cultura de exigência só faz sentido se for bem aplicada na prática. Quem vier a dirigir (ou voltar a dirigir) o clube tem de promover o seu Renascimento (sim, assim com "R" grande). E isso passa por mobilizar e não excluir sócios, por promover o surgimento de ideias, por ouvir também opiniões divergentes das nossas - aceitando-as e vendo-as como algo de positivo, sintoma de vitalidade - e pela excelência das nossas acções e sua repercussão no clube e no meio envolvente do futebol português. 

 

Termino fazendo um apelo a todos: votem em consciência, da forma que entenderem, mas tenham sempre presente que o Sporting não pode continuar adiado. Ganhe quem ganhar, Domingo será outro dia e o Sporting precisará de todos nós, do nosso amor pelo clube, para começar a sua reconstrução.

 

P.S.1: Atento aos pormenores ("pormaiores"), não pude deixar de observar que, quase em desconto de tempo, Jaime Marta Soares foi finalmente claro quanto à data das eleições e desaparecimento da Comissão de Gestão em caso de hipotética vitória do "Não" (o que pressupõe que termine automaticamente a suspensão do CD). Vamos ver se ainda vai a tempo ou se este detalhe da tardia resposta a algumas das questões (nem todas) que aqui tinha deixado (e que estariam também na mente de muitos sportinguistas) não lhe vai sair caro.

 

P.S. 2: Texto iniciado ainda a 22/6.

 

Ser do Sporting...

Não mataram o rei, não perdemos a guerra, o Sporting não acaba, é só o jogo da bola. Quem não perceber isto, faz parte do problema que é o nosso país. 

O meu saudoso Tio Manel que me meteu nestas andanças de sportinguista, na sua simplicidade dizia-me muitas vezes, com os seus olhos brilhantes de esperança: "é assim, João, umas vezes ganha-se, outras vezes perde-se". Foi nesta condição que cresceu o meu coração de Leão. Ele, nunca desistiu. Eu ainda vou a meio.

{ Blog fundado em 2012. }

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