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És a nossa Fé!

Sporting B

Sporting_B_2012-13.jpg

 

Enquanto não chega sábado para (acredito que sim) chegarmos à paragem da Liga na sua liderança, e ao dia 2 para sabermos se temos condições de a manter por muito tempo, trago aqui aquela equipa que Bruno de Carvalho recebeu de Godinho Lopes, e que deu para muita coisa: abastecer o plantel principal, ganhar milhões, deixar ir embora por tostões, aproveitar e desbaratar. Sete anos depois alguns destes jogadores estão ou passaram por grandes clubes europeus.

O Sporting B 2012/2013 dirigido por Manuel Fernandes e treinado por Oceano/Dominguez chegou ao fim na 2.ª Liga na 4.ª posição, e  equipa-tipo era qualquer coisa como: Golas; Santiago Arias, Pedro Mendes (Tobias), Ilori (Dier), Mica Pinto; Zezinho (Fokobo), João Mário, Kikas (Iuri Medeiros); Esgaio, Diego Rubio (Betinho) e Bruma (Podence).

Se bem me recordo, o melhor marcador e batedor de penáltis era... Ricardo Esgaio.

O Sporting B que Frederico Varandas recebeu de Bruno de Carvalho foi o que sabemos. Equipa irresponsavelmente extinta. Porto, Benfica, Braga e Guimarães continuam com equipas B, o Benfica abastece o plantel principal a partir da equipa B, Ferro e companhia chegam à titularidade com dezenas de jogos pela B, como fazia o Sporting noutros tempos.

O Sporting... ficou reduzido a uma equipa sub-23 que no ano passado conseguiu somar actuações medíocres e ficar atrás de Rio Ave e Desp. Aves, e este ano, acertadas as agulhas ao nível de treinador e beneficiando da selecção feita na pré-época por Marcel Keizer, segue na liderança com 4V e 14-1 de golos. 

Mas não nos iludamos: os jogos dos sub-23 não têm nada que ver com os da 2.ª Liga, e a evolução proporcionada aos jogadores também não. Por isso dois dos melhores jogadores da época passada, Bragança e Elves Baldé, foram colocados em clubes da 2.ª Liga e também por isso outros, mais velhos, foram vendidos ou emprestados.

A equipa B tem tradição no Sporting. Por ela passaram, entre 2000 e 2004 e a competir na 2.ª B, jogadores que foram importantes para o Sporting e/ou Selecção Nacional como Cristiano Ronaldo, Quaresma, José Fonte, Beto, Carlos Martins, Custódio, Miguel Garcia e Djaló.

A aposta pelo Sporting na formação passa necessariamente pela existência duma equipa B. Para quando, Frederico Varandas? O que é que está a faltar para que isso aconteça?

SL

Sporting planeia regresso da equipa B a curto prazo

Disse Tomaz Morais, o coordenador do gabinete de formação interna e liderança  do Sporting numa conferência organizada pela Rádio Renascença em Lisboa:

"Uma das linhas a curto prazo passa por restabelecer a equipa B. É fundamental na perspetiva atual. Não a devíamos ter largado. É uma ferramenta estratégica. Mas há que ter as condições e infraestruturas certas. Estamos a trabalhar nelas."

Simples e claro, não é ? É a ideia que tenho de Tomaz Morais.

Nem sei quantos jogos vi ao vivo das equipas B do Sporting ao longo dos anos, largas dezenas, desde o "protocolado" Lourinhanense com Boa Morte, passando pela fase 2ªB com Beto, José Fonte, Miguel Garcia, Custódio, e muitos outros, até à fase 2ª Liga aquela com Bruma, Dier, Ilori, J.Mário, Esgaio e tantos outros. Com a equipa B visitei estádios velhinhos e decadentes à volta de Lisboa, como os do Barreirense, Amora, Seixal, Amadora, Desp. Olivais ou Oriental.

Julgo que um ponto importante a analisar no regresso da equipa B é o local dos jogos, Alcochete fica demasiado longe para o efeito, Rio Maior que foi solução provisória ainda fica mais longe e torna muito difícil o acompanhamento e usufruto dos sócios. Um estádio como o de Odivelas ou o de Loures seria o ideal.

SL

Keizer e a formação. Contributos para o debate (2)

Na sequência do post do Pedro Boucherie Mendes, venho também eu lançar algumas ideias sobre este tema.

1. Keizer chega ao clube no meio duma época tremendamente complicada, onde muita coisa estava em causa e a sua prioridade era mesmo salvar a época, o que conseguiu com muito mérito e boa nota.

2. Keizer chega ao clube num momento em que não existe equipa B e os melhores jovens estão numa competição sub23, a competir com as equipas C das melhores equipas da Liga, e com espaço e tempo para golos para todos os gostos.

3. Keizer chega ao clube com um plantel cheio de entulho. Jogadores que tinham perdido a sua oportunidade de titularidade no Sporting alternavam entre o banco e a bancada e aguardavam (alguns aguardam) o momento para sair, tapando lugares que poderiam ir para jovens promessas (se elas existissem).

4. Keizer chega ao clube num momento em que apenas duas promessas, Miguel Luís e Jovane, estavam a ser lançadas e a jogar regularmente, porque outros que poderiam lá estar tinham rescindido ou sido emprestados. Assim R. Leão, Podence, Demiral, F. Geraldes, M. Pereira, Ivanildo, Mama Baldé e outros não estavam lá quando Keizer chegou. O facto é que M. Luís e Jovane, por alguma razão, quando foram chamados por Keizer raramente se destacaram e até foram titulares num ou noutro mau momento da temporada, por exemplo, na derrota do Sporting-Villarreal.

5. De todos os jovens emprestados ainda com contrato os únicos que deram o salto para outro patamar de rendimento foram Mama Baldé e talvez M. Pereira. Os outros evoluiram mais ou menos mas sem destaque (D. Bragança não se impôs no Farense e perdeu a titularidade), ou mesmo fracassaram, alguns tiveram lesões que comprometeram parte da época. F. Geraldes fracassou na Alemanha, Ryan Gauld na Escócia, Iuri na Polónia, Mané na Alemanha também.

6. Ao longo da época Keizer tem chamado jovens da academia aos treinos, e com certeza já percebeu com quem pode contar na próxima época daquela área.

7. A selecção sub-21, quer gostemos ou não, e teorias da conspiração à parte, é reflexo da pouca qualidade e da falta de competição exigente da nossa formação naquele escalão etário. 

Concluindo, Miguel Luís e Jovane à parte, e temos que ver o que passou com aqueles dois (treinos? contratos?), o problema não está em Keizer: está na formação.

 

E agora, o que fazer?

1. Procurar ter uma quota mínima de jovens da academia na primeira equipa. Isso passa por não ir contratar jogadores para determinadas posições quando temos em casa iguais ou melhores. 

2. Recuperar a equipa B ou encontrar forma de pôr a rodar na segunda Liga (a jogar e não a aquecer o banco) os melhores sub-23,  fazendo nesta equipa uma gestão mais de espaço de treino que outra coisa, como fazem os outros. Ou então seguir o exemplo do Porto.

3. Depois, apostar nos jovens que formámos e os jovens que formámos apostarem no Sporting. WinWin.

 

P.S.: Lembram-se da equipa B do Sporting com Godinho Lopes, onde Jesualdo Ferreira foi buscar jogadores para salvar a época e que Bruno de Carvalho herdou? 

Era assim: Vitor Golas; Santiago Arias, Pedro Mendes, Tobias Figueiredo, Tiago Ilori, Eric Dier; Zezinho, João Mário, Esgaio, Bruma (Iuri Medeiros); Betinho (Diego Rubio)

O Arias está no Atl. Madrid, o P. Mendes no Montpellier, o Dier no Tottenham, o Bruma no Leipzig Red Bull (?), o João Mário no Inter ...

E que herdou Varandas?

SL

Equipa B

Do que tenho lido, Frederico Varandas tenciona recuperar a equipa B de futebol do Sporting, uma equipa por onde já passaram nomes importantes do futebol português. Apenas olhando para os Campeões Europeus de França, muitos jogos fizeram na nossa equipa B, na 2ª Liga e na divisão inferior, Beto, J. Fonte e J. Mário pela equipa B do Sporting, não falando em quem passou pontualmente pela equipa, como Quaresma e Ronaldo.

Com Bruno de Carvalho tivemos numa primeira fase o Inácio a importar um autocarro de jovens promissores daqui e dali (Gazelas, Dramés, Sackos, Guimas, Kikis, e tantos outros) que pouco ou nada demonstraram, e na fase final uma equipa votada ao abandono da parte do presidente e do treinador, acabando por ser extinta.

Temos agora uma equipa sub-23, que compete com as equipas C do Benfica, do Braga e do Guimarães e que acabou em 2.º lugar na Liga Revelação.

Do que tive oportunidade de ver, nessa competição joga-se um futebol descomprometido com resultados e classificações, atacar à vontade e com muitos, defender com os que ficaram, golos falhados às dezenas, e os que entram dão resultados de futsal, parece um pouco aquele futebol dos recreios da escola, muito pouco tem a ver com o futebol da 1.ª ou 2.ª Liga. Os comentadores vendem uma ilusão de qualidade completamente ilusória. 

Olhamos para o Benfica, e jogadores como R. Dias, Ferro, J. Felix e outros tarimbaram na equipa B do clube. E dessa equipa saltaram para o onze titular.

Olhamos para o Sporting e para a equipa que ganhou 4-2 ao Benfica (ao tal Benfica C) e fica-se com sérias dúvidas sobre se algum tem condições para integrar o plantel da próxima época, porque muito daquilo que fazem e conseguem, do ponto de vista técnico e táctico, apenas é possível naquele contexto.

Jogadores como Pedro Mendes, Plata, Paulinho ou Thierry Correia, gostaria de os ver num contexto de 2.ª Liga, em campos difíceis e com equipas a comer a relva, para ver o que realmente valem. Naquele contexto de sub-23, pouco irão evoluir. Thierry, então, tem muito que levar na cabeça. Por falar nisso, o que conseguiram D. Bragança no Farense ou Baldé no Paços nestes meses de empréstimo? Nada de substancial?

Concluindo, impõe-se recuperar a equipa B do Sporting, em moldes distintos do que aconteceu anteriormente e nunca contratando entulho para preencher plantel. Com a equipa a funcionar articuladamente com a A, actuando com uma maioria de jogadores jovens e promissores "residentes" e com uma minoria de jogadores da A que precisem de competição para poderem render naquela equipa quando forem necessários. 

SL

Estrelinha a brilhar?

A época futebolística começou bem para o Sporting Clube de Portugal, na versão B, na II Liga.  Com vários jogadores que subiram dos juniores e depois de começarem a perder já na segunda parte, conseguiram a reviravolta e venceram por 2-1 a equipa serrana nos minutos finais.

ver comentário em: 

http://www.sporting.pt/pt/noticias/futebol/equipa-b/2017-08-06/reviravolta-na-vitoria-dos-bes-na-covilha

Bom augúrio para a tarde... será mesmo a estrelinha a brilhar?

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Os nossos comentadores merecem ser citados

«A situação da equipa B do Sporting parece-me um motivo de preocupação. Tentem fazer um acordo com o Porto e o Benfica para mudarem as regras das competições de modo a que as equipas B não possam descer de divisão com alguma eventual regra de salvaguada: por exemplo, ter que fazer pelo menos 90% dos pontos de qualquer uma das equipas que descem de divisão. Penso que seria algo positivo para o futebol português no geral.»

Sérgio, neste meu texto

Já foi tarde

Doze jogos seguidos sem vencer. Mais uma derrota, desta vez frente ao Varzim em Alcochete. João de Deus já não tinha condições de se manter à frente do Sporting B, como salientei aqui há dois dias.

Sai tarde de mais, deixando a equipa em penúltimo lugar na classificação - em lugar de despromoção - após um percurso para esquecer. Ou para lembrar. Para que não volte a repetir-se.

Sem esforço, dedicação, devoção ou glória

O que tem vindo a passar-se no Sporting B, cada vez mais afundado na tabela classificativa da segunda divisão, é uma vergonha: 13 derrotas em 26 jornadas, 43 golos sofridos e apenas 32 marcados - a equipa em zona de despromoção, num desonroso 19.º lugar. Um desempenho que só desprestigia a agremiação leonina. Nem sombra de esforço, nem vislumbre de dedicação, nem vestígio de devoção, nem rasto de glória.

Bruno de Carvalho, que tanto apregoa a cultura da exigência, parece afinal abrir uma excepção na nossa equipa B. Se assim não fosse, o treinador João de Deus já tinha dado lugar a outro.

Podence, Matheus Pereira e Ryan Gauld

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Foto: Mais Futebol

 

Grandes exibições de Matheus Pereira, Daniel Podence e Ryan Gauld na concludente vitória desta tarde do Sporting B contra o Benfica B, que continua a somar derrotas e luta para não descer de divisão.

A nossa equipa foi claramente superior durante todo o desafio disputado no Estádio Aurélio Pereira, em Alcochete, perante um oponente tão apático que se limitou a fazer três remates à baliza em 90 minutos e marcou o tento solitário no último lance da partida.

Matheus distinguiu-se com dois golos, aos 20' (de penálti) e aos 54'. Podence foi o dínamo da equipa e fez a assistência para o segundo golo. Ryan destacou-se a recuperar bolas e a distribuí-las, abrindo contínuas linhas de passe. Foi ele a desmarcar Podence no lance de que viria a resultar uma grande penalidade para o Sporting por mão na bola de um defesa encarnado.

Destaque ainda para o guarda-redes Stojkovic, que defendeu um penálti aos 31'.

Uma vitória que só peca por ter sido demasiado curta, como bem sublinha Sérgio Pereira no Mais Futebol.

 

ADENDA: Dezassete dos 18 convocados do Sporting B são jogadores da nossa formação.

Voltando à vaca fria

Ou se quiserem, voltar a bater no ceguinho.

Esta taça Lucílio não me aquece, nem arrefece. Tanto se me dá que a ganhemos, como nem nela participemos, é-me completamente indiferente. É uma competição que nasceu torta, torta continua e dificilmente se endireitará, que não vejo grande vontade em quem dirige de alterar seja o que for.

Participando, também não exijo que a ganhemos. Ela, nestes moldes, serve para rodar os suplentes pouco utilizados, alguém que venha de lesão, um ou outro jovem promissor e para pouco mais, o que até nem é dispiciendo, uma vez que a equipa B serve um propósito com o qual discordo completamente. Já lá vamos...

Mesmo sendo esta uma competição secundária, há no entanto um mínimo exigível a quem entre em campo com a camisola mai'linda do Mundo vestida: Exige-se empenho, garra, seriedade e vontade de vencer! Ora foi precisamente nestes quatro pequenos pormenores, passe a redundância, ou melhor na falta deles, que esteve a causa da justa derrota e da paupérrima exibição de ontem em Portimão. Desculpem, não é má vontade contra qualquer jogador, mas tal como os adeptos apoiam incessantemente apenas e só com o fito de um prémio meramente simbólico (uma vitória das suas cores), os jogadores têm a obrigação de dar tudo em campo por respeito para com quem lhes paga os (chorudos) ordenados e também por aqueles que porventura prescindindo de algum bem-estar, não lhes regateiam apoio. Apenas como ensaio hipotético, imaginemos que no próximo jogo, em Paços de Ferreira, não comparece um único adepto, ou no próximo jogo em casa, com a Académica, os que lá estiverem fizerem ouvir o seu silêncio durante o tempo do jogo. Imaginem um estádio com 35.000 espectadores, sem um único ruído... Gostarão os jogadores desta falta de empenho de quem tem "obrigação" de apoiar, de puxar pela equipa? Esta relação entre jogadores e sócios/adeptos, tem que ser de compromisso incondicional e ontem, em Portimão, o que eu vi foi uma parte (os adeptos) a dar tudo pela equipa e outra parte (a equipa) a romper descaradamente este contrato.

Concordo em pleno com o espírito que presidiu à escolha dos onze que começaram o jogo. Jogadores novos que é preciso entrosar, alguns que são pouco utilizados e outros que precisam de ganhar confiança e sobretudo, fazer descansar os titulares para mais um jogo do campeonato. Nada a opor! O que me surpreendeu foi que tanto uns, como outros, passaram ao lado de mais uma oportunidade de mostrar serviço ao treinador, tão confrangedora foi a forma como encararam esta oportunidade; Não estiveram todos pela mesma bitola, mas o nível foi bastante baixo, a roçar a incompetência, até!

Nesta onda, talvez por contágio, parece-me que entrou também o treinador: Mais uma vez, a perder o jogo, contra uma equipa da segunda liga agora e necessitando de o ganhar, insiste em manter uma defesa de quatro elementos, quando o que se impunha era a saída de um dos centrais (podia escolher no um-dó-li-tá, tal o desacerto em que ambos actuaram), recuando ou William ou Aquilani, quando necessário ocupar o espaço vago e fazendo entrar um médio, como fez (João Mário). Obviamente que o treinador não tem culpa que Aquilani tivesse roubado um golo bonito a Montero, que o mesmo Aquilani a dois metros da baliza tivesse rematado à trave, mas é culpado dos "rodriguinhos" que o Teo, o Mané, o Montero, todos os que apareceram frente à baliza adversária fizeram antes de, uma eternidade passada, rematarem à baliza. O único que contrariou esta febre que atacou ontem os avançados foi o Chuta, honra lhe seja feita, fazendo juz à alcunha. Há que ser assertivo neste aspecto e explicar aos jogadores que por cada fintinha que fazem frente à baliza chega mais um adversário para contrariar e o guarda-redes terá muito mais probabilidades de defender. Eu ia falar do GR, mas já fiz um post sobre o moço e creio ter dito tudo.

E chegamos então à equipa B: Não será altura de se começar a pensar que este modelo, duas equipas estanques, não serve os interesses do Clube?  Passo a explicar:

No modelo actual, a equipa B serve para utilizar ex-juniores e encalhados. Os primeiros estão à espera de ser promovidos com um empréstimo para rodarem, os segundos estão acomodados, enquanto vão auferindo dos belos ordenados, sem qualquer pressão e com ele garantido no final do mês. Apenas os primeiros mostram serviço. Ingloriamente, porque boicotados pela falta de empenho dos segundos. Então nem os primeiros evoluem, nem os segundos se mostram para uma possível venda do passe. Isto é, basicamente, a equipa B.

O que deveria ser? Na minha modesta opinião, deveria ser o local onde o Boeck deveria jogar à quarta-feira, onde deveria jogar o Teo quando regressa da Colômbia pesado e sem ritmo, onde deveria evoluir o Tanaka, onde deveria o William recuperar ritmo da lesão que não lhe deu a pré-época, onde o Montero deveria aprender a deixar de fazer sempre mais uma finta (porque na segunda liga partem-lhe a perna!), onde deveriam ter começado os dois novos laterais, ou seja, a equipa B deveria ser uma verdadeira extensão da primeira equipa e não uma outra equipa completamente diferente, que disputa um campeonato à parte. Este modelo permitiria que os suplentes jogassem e ganhassem rotinas e que quando e se fossem chamados à primeira equipa, não desconhecessem o modelo de jogo. Está na altura de começar a pensar seriamente nisto, num modelo parecido com as antigas reservas.

Esta seria a equipa perfeita para jogar a taça da liga!

Os nossos comentadores merecem ser citados

«Com potencial para a primeira equipa apenas vejo [no Sporting B] dois baixinhos, Gauld (muito melhor que André Martins) e Podence (um Dominguez para muito melhor). De resto, vejo prateleiras douradas (Labyad, Viola e Salomão), jogadores de 2ª liga (Zezinho, Fokobo, Sambinha, Sacko, Cissé, King) e jovens de valor ainda muito discutivel (Geraldes, Ponde, Baldé, Pedro Silva).»

SportingSempre, neste meu texto

Boa actuação do Sporting B

2015-05-25 16 14 52.jpg

Terminou também o campeonato da segunda divisão nacional. Com promoções (que se saúdam) do Tondela e do União da Madeira.

E em que posições ficaram as equipas B?

Consulto a tabela: a mais bem classificada, num merecido quinto lugar, foi a do Sporting. Sim, essa mesmo que alguns adeptos do nosso clube, no início da temporada, se fartaram de amesquinhar enquanto lançavam impropérios ao treinador João de Deus assim que ele pegou na equipa. Azar desses jarretas: o Sporting B cumpriu os objectivos essenciais da época, que foi rodar jogadores. De lá saíram - por exemplo - Tobias Figueiredo e Wallyson, já lançados na equipa principal.

E os outros?

Todos atrás de nós. Benfica B em sexto, V. Guimarães em nono, FC Porto no 13º lugar, Sp.Braga B na 21ª posição e Marítimo B no 23º e penúltimo lugar, sem conseguir escapar à despromoção.

Fica o registo. Com uma palavra de incentivo e louvor aos nossos jogadores, que se bateram com brio durante toda a temporada.

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