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És a nossa Fé!

Hoje é o melhor dia para cas(c)ar

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A época ainda não começou mas vemos, ouvimos e lemos, não podemos ignorar.

Este Sporting não joga nada, a única solução seria a contratação de SãoR7, infelizmente, Santos da casa não fazem milagres.

Foi assim no dia 3 de Janeiro de 2022, Old Trafford engalanado, o melhor jogador de futebol de todos os tempos, capitaneava os diabos vermelhos e comandava o ataque diabólico, acolitado por Cavani.

Nesse dia Cavani, CR7 e todos os outros diabos ficaram em branco, o único golo desse jogo foi apontado aos 82' por João Moutinho, o rei do encontro (dizem os ingleses) de facto, encontrou forma de colocar a bola dentro da baliza, o objetivo do jogo.

Tenho um carinho especial por todos os ex-jogadores do Sporting (uns mais que outros, claro) não compreendo os assobios a João Moutinho e a Podence, foram jogadores que dentro do campo sempre deram tudo pelo emblema do leão rampante, para mim, é suficiente, para além disso, ambos conquistaram títulos nos escalões de formação e na equipa principal.

Outros com muito menos títulos conquistados nos escalões de formação (zero) e na equipa principal são aplaudidos, desejados, disputados e, provavelmente, amaldiçoados se algo correr mal.

Tracemos o seguinte cenário, como a revista "Nova Gente" escreve com letras vermelhas Cristiano Ronaldo (como Futre no passado)  vai mudar-se para Lisboa.

Será para o Sporting?

O "staff" de CR7 pode estar à espera que o Benfica se classifique para a "Champions" para anunciar o contrato com o clube que já perdeu Seferovic e Darwin e precisa, desesperadamente, de uma referência atacante. 

Passaria Cristiano Ronaldo a ser pior jogador de futebol, como Futre, se assinasse pelo Benfica?

Convém pensarmos nisto agora, para numa próxima visita de CR7 a Alvalade, vestido com o vermelho selecção ou com o vermelho Benfica (se acontecer) não ter de passar pelo mesmo que Podence ou João Moutinho passaram ontem.

Parece que CR7 vai mudar de vida e nós deixaremos de assobiar os nossos?

Movimentações nos 3 grandes

No Sporting, Sarabia e Feddal já saíram, Palhinha quase já e Matheus Nunes também não demorará muito. De qualquer forma mantém-se o núcleo duro do plantel, e o quarteto líder no balneário, pelo menos segundo o site Leonino, Adán, Neto, Coates e Paulinho.

No Benfica, saiu Darwin mas está aí um autocarro de reforços para todos os gostos, tem mais avançados do que o Sporting tem jogadores, o plantel dava para três equipas da 1.ª Liga, o alemão é a nova coca-cola no deserto, só a estrutura enche um cinema, vão arrasar e esmagar. Especialmente quando o João Mário regressar de lua-de-mel.

O Porto, se é verdade que o buraco negro pintista obrigou a despachar Mbemba, Fábio Vieira e Vitinha, e vamos ver quem mais, parece que mantém os seus principais argumentos: Taremi, Evanilson, João Pinheiro e Soares Dias. Um quarteto verdadeiramente diabólico dentro do campo. É verdade, já me esquecia do Galeno, aquele a quem João Pinheiro conseguiu inventar um penálti em Alvalade e que nos custou 3 pontos. A família Conceição, especializada em futebol do mergulho, já pode dormir descansada.

SL

O folhetim

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Paulo Catarro: «Gotze está praticamente fechado»

CMTV, 2 de Junho

 

«Gotze é um jogador ao nível da dimensão do Benfica»

Rádio Renascença, 2 de Junho

 

SAD do Benfica avança para Gotze depois de Bah

Jornal de Notícias, 3 de Junho

 

Götze prepara-se para ser oficializado pelo Benfica

Record, 5 de Junho

 

Gotze ainda discute salário

A Bola, 6 de Junho

 

Götze tem estatuto muito raro no Benfica

Record, 6 de Junho

 

Bah assina com o Benfica até 2027. Mario Gotze é o próximo

Correio da Manhã, 8 de Junho

 

Mario Götze controlado

Record, 8 de Junho

 

«Mario Gotze vai sentir-se em casa no Benfica»

Rádio Renascença, 8 de Junho

 

Benfica desiste de contratar Götze

Record, 11 de Junho

O Senhor do Anel vs. a irmandade do Manel

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O Manel (Rui Manuel Costa) está eufórico. Tudo lhe corre bem.

A irmandade, o encontro de irmãos, com o senhor do Norte está a resultar.

O Tom Cruise da Damaia aparece em destaque no Record, n' O Jogo o Dustin Hoffman do Bolhão lembra-o: "Temos de manter-nos juntos" [sic].

Um é campeão masculino.

Outro é campeão feminino.

As capas dos jornais aí estão com as imagens dos campeões.

Há, no entanto, uma pequena mancha verde a emperrar a narrativa totalitária.

O Senhor do Anel ( cf. com anel NBA) é o Sporting Clube de Portugal.

Cilindrou o FC Porto, depois esmagou o SL Benfica é vencedor da Taça de Portugal,em basquetebol, pela terceira vez consecutiva.

Basta olhar para as capas dos três jornais para ver o destaque que o feito de Travante Williams e dos companheiros obteve, para constatamos o óbvio: As vitórias do Sporting são banais, as vitórias dos dois irmãos são excepcionais.

O dia seguinte

A cara de Rúben Amorim na conferência de imprensa não escondia o que sentia, as palavras dele não podiam ser mais honestas, foi realmente um dos piores jogos do Sporting debaixo da sua liderança. Praticamente nada correu bem nem a sorte ajudou.

Nem o Benfica fez um grande jogo, limitou-se a fechar bem atrás e lançar os dois galgos da frente (Darwin e Everton), nem a arbitragem inclinou o relvado para o adversário. 

O Sporting perdeu completamente por culpa própria, a começar pela entrada dum Palhinha longe da rotação doutros momentos em vez dum Ugarte que está num momento extraordinário para fazer companhia a um sobre-utilizado Matheus Nunes, pela entrada também dum Pedro Gonçalves completamente fora daquilo (passou do 80 para o 8), pela completa ausência de jogo rotinado pelas alas, e pela desinspiração de quase todos nos gestos técnicos, últimos passes, centros, bolas paradas.

O golo sofrido aos 14 minutos é demonstrativo desse 80 e 8. Numa das muitas arrancadas de Porro pela direita, o passe sai disparatado, Sarabia só com asas lá chegaria, ainda faz por se esticar e tocar na canela do Vertonghen mais por frustração do que por outra coisa. O belga fica ali na ronha a cavar o amarelo, Sarabia a protestar e a equipa a dormir no pedaço. Do livre sai um lançamento de laboratório para o actual abono de família do Benfica, Neto fica a olhar para a atmosfera em vez de se preocupar com esse mesmo Darwin, Coates quando lá chega ele já passou, quando chega Adán a bola já lá mora. Há uns tempos era Coates a lançar e Pedro Gonçalves a facturar, agora é assim...

Depois há que dizer que na melhor jogada do Sporting de todo o encontro, na segunda parte, centro dum lado, centro do outro, cabeça de Sarabia ao poste, faltou a ponta de sorte que podia ter mudado o jogo. 

Vamos à razão de fundo. Perante adversários bem fechados atrás o Sporting sofre. Porque não tem rotinas de jogo bem consolidadas pelas alas (Inácio-Nuno Santos-Pedro Gonçalves, Neto-Porro-Sarabia), se calhar pelas muitas mudanças de posição duns e doutros, porque Paulinho tem dificuldades de desmarcação dentro da área. Isso normalmente é compensado pela chegada rápida em transições que abrem espaço para os criativos Sarabia e Pedro Gonçalves. Quando o adversário não se expõe no ataque, não há transições. Fica apenas um jogo posicional previsível e fácil de anular quando não existe a tal inspiração dum ou doutro. Essa inspiração não existiu. Que o diga Matheus Nunes, que se limitou a passear a bola pelo relvado.

 

Interessante também é notar que anarquia táctica dos finais de jogo que tantos pontos deu na época passada este ano está a penalizar-nos fortemente. Sai Neto fica Palhinha e depois Esgaio à direita, adianta-se Coates fica Ugarte no meio com Inácio à esquerda, e o Benfica sentencia o jogo numa arrancada pela direita, que atrai os três defesas da altura (Ugarte tinha abandonado a posição para tentar o corte e Bragança compensou com os olhos) para esse lado deixando na zona central dois (!) jogadores do Benfica completamente desmarcados frente ao pobre Adán.

Já tinha acontecido frente ao Santa Clara e ao Sporting Braga algo de parecido, e lá voaram dois pontos. E atenção que se o Benfica marca um terceiro golo perdíamos a vantagem numa hipotética igualdade pontual no final do campeonato que apesar de tudo mantivemos. Se calhar é melhor pensar que é melhor empatar que perder, e é melhor perder por um do que por dois ou três. 

Melhor em campo? Adán, o único que esteve ao seu nível.

Tudo o resto, do onze inicial e de todos os que entraram depois e que pouco ou nada adiantaram, muito abaixo do desejável.

 

Não vale a pena "bater mais no ceguinho". Quinta-feira é outro dia para chegarmos à final do Jamor e segunda-feira também para mantermos os 6 pontos de vantagem na luta pelo segundo lugar do campeonato. Rever o que correu mal e entrar com tudo para voltarmos ao nosso melhor nível.

Eu cá começava por colocar alguns, como Porro e Nuno Santos, a fazer 100 centros por dia, mas isso sou eu que não percebo nada do assunto.

 

PS: Veríssimo deu um banho táctico a Amorim? Bom, então Amorim está farto de tomar banho. Do treinador do Tondela, do treinador do B-SAD, do treinador do Moreirense, do... O Darwin é que ficava muito bem ao pé de Coates e Ugarte, lá isso era.

 

#JogoAJogo

SL

O desvalor e a funesta inconsciência

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As palavras são de José Navarro de Andrade e podem ser adquiridas por cerca de 3 euros (valem muito mais que isso) num Pingo Doce*

Quando as palavras são descritivas, precisas, bem aplicadas, são como as boas sementes, darão bons frutos noutro solo, noutro contexto.

O jogo de domingo de Páscoa será entre um futebol sofisticado, satisfeito, moderno, prestigiado e campeão que se oporá a um futebol com um sentimento de vergonha, de desvalor, duma honra gangrenada de chagas, enfim, duma funesta consciência de terem ficado para trás, desqualificados, prisioneiros [olá, Luís Filipe Vieira] de uma existência tanto pior quanto mais imóvel num mundo ritmado pelo progresso.

É assim que vejo o próximo Sporting de Amorim/Varandas contra o Benfica de Jesus-Verissimo/Luís Filipe Vieira-Rui Costa.

*Andrade, José Navarro de, Terra Firme, Fundação Francisco Manuel dos Santos, 2014

O Ruizinho falou…

Não, não foi o Ruizinho de Penacova... foi mesmo o Ruizinho Presidente.

Encheu o peito de ar e soltou um flato (cheirou mal): “É hora de dizer basta!”, disse ele.

Basta disto e daquilo, daquilo e disto!, acrescentou. Mas basicamente o que ele quis dizer foi… "Eu digo que não quero, mas senhores árbitros, ajudem-nos!" 

Resumindo, o Ruizinho comportou-se como um verdadeiro totó, nas palavras de um ilustre adepto do seu clube.

O trauma do Natal

O tal que ia «arrasar» a concorrência e pôr a equipa a jogar «o triplo» foi de queixo ao chão: não resistiu ao trauma do Natal lá no pré-fabricado.

Devia falar muito menos e trabalhar muito melhor com o plantel milionário posto à sua disposição pelo amigo entretanto destituído. Mas com ele não há remédio: é mesmo assim. Campeão, só na bazófia.

Já o conhecemos bem de mais. E ficámos vacinados para sempre. 

O que baralhou Jesus

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Há males que vêm por bem. Jorge Jesus só "lê" as equipas adversárias até certo ponto. O facto de o Sporting se ter apresentado na Luz sem Palhinha nem Coates, titulares indiscutíveis, funcionou mais contra o Benfica do que contra nós no clássico de sexta-feira. A presença de Ugarte como médio posicional tornou o nosso onze titular bastante imprevisível para o técnico, habituado a desvalorizar jogadores jovens.

Tenho a certeza de que muitos adeptos benfiquistas perceberam esta lacuna. E também por causa disto ficaram ainda mais irritados com o treinador da equipa principal do clube que desde o Verão de 2020 gastou 130 milhões de euros em reforços incapazes de conquistar seja o que for.

Subscrevo por inteiro

«O que aconteceu não foi um jogo de futebol, foi uma farsa que envergonha o futebol português, mancha o campeonato e fere a integridade das competições. Que o Belenenses tenha feito questão de participar dela, ao nem sequer solicitar o adiamento do jogo ou, no limite, a assumir a falta de comparência que pouparia aqueles nove homens àquela humilhação pública, é inacreditável. Que o Benfica não tenha resistido a aproveitar a oportunidade, aceitando a mancha que semelhante espectáculo deixa na indiscutível grandeza do clube, é só triste. Que a Liga tenha assobiado para o lado, escudando-se nas decisões das autoridades sanitárias e nos regulamentos para não fazer o que lhe compete - proteger a integridade das competições - é perturbador. Depois ainda há a falta de esclarecimentos das tais autoridades sanitárias para o facto de terem permitido que o jogo avançasse nas condições em que avançou, mas essa é uma questão extra-futebol, que deveria preocupar o Governo se houvesse um. O que é do futebol é que o Belenenses-Benfica pode ter mexido de forma decisiva com a história do campeonato ao influenciar, desde logo, os critérios de desempate - os encarnados passaram a ter o melhor ataque com uma vantagem confortável sobre os rivais - ou a luta pelo titulo de melhor marcador. Uma vergonha como não há memória no futebol português.»

Jorge Maia, hoje, no diário O Jogo

O Kadafi dos pneus e o amigo do Norte

Texto de Francisco Gonçalves

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Depois das décadas de sessenta e de setenta do século passado, em que o génio de Eusébio e de Oliveira Salazar – este último substituído, em tempo útil, por Marcelo Caetano – conferiram a hegemonia do futebol lusitano ao SL Benfica, a década de oitenta trouxe à evidência outra realidade, revelando novos tempos, em vez daqueles tempos passados de hegemonia encarnada.

Emergindo lá dos lados do Bulhão, apareceu um parolo que haveria de revolucionar os processos de conquista de títulos. Nada voltaria a ser como antes. Começou a valer tudo e, principalmente, promoveu-se o consumo do chocolate e da fruta, com patrocínio de viagens a lugares exóticos e para os mais desafortunados da vida foi inaugurada uma consultoria de aconselhamento matrimonial. A quem não gostava ou reclamava com maior ênfase, o guarda Abel dava uma justificação. Se a justificação se revelasse infrutífera, o Bobi e o Tareco completariam a tarefa de trazer à realidade os mais obstinados.

 

Para os lados de Carnide, as preocupações foram aumentando e a década de noventa agravou, de forma exasperada, a busca de um salvador. Arranjar outro Eusébio era muito difícil. Os ditadores já não podiam ajudar. Começou a florescer um novo sonho dos lampiões: arranjar um Pinto da Costa, parolo ou não, que conseguisse, fosse qual fosse a metodologia utilizada, ganhar os títulos que, agora, escasseavam.

Gil y Gil estava ocupado. Bernard Tapie, também. Das trevas surgiu, então, a primeira tentativa de um Pinto da Costa que salvasse os lampiões daquele calvário que era a seca de títulos.

Foram a votos e ganhou Pinto da Costa, perdão, Vale e Azevedo. Agora é que ia ser. Aterrou em Carnide um temerário que haveria de dar conta do parolo do norte, à mesma velocidade com que rasgava contratos do clube com outras instituições.

 

Afinal, não. Este parolo andava a roubar o clube. Foi necessário arranjar outro. E eis que, por sugestão de Ricardo Salgado, surge o Midas dos tempos modernos. Primeiro, com mais prudência e, depois, com desfaçatez absoluta, o rei dos pneus, condenado na Justiça, toma as rédeas do clube de Eusébio e transforma tudo aquilo numa sala de visitas da PJ.

O Kadafi dos pneus coloca o clube no mapa do país. A ideia é ganhar a dianteira ao parolo lá de cima. Pelo menos, em casos judiciais conseguiu. Com dificuldade, mas conseguiu.

A Porta 18 é, agora, a porta mais conhecida do país. A marca Benfica é internacionalizada e ao facto, em jeito de comemoração, associam-se uns colombianos que vão entrando e saindo, num corropio que faz lembrar outras noites, essas sim, de glória europeia do clube.

 

O clube vai-se reforçando com qualidade e para isso não hesita em recrutar valores dos rivais. Um tal Paulo Gonçalves assume o estatuto de estrelato. Com experiência no FC Porto e no Baovista FC, a nova coqueluche vai espalhando magia nos bastidores. Nada morre com ele e até faz resssucitar palavras-passe em coma induzido.

O resto, a SIC vai mostrando com a preciosa ajuda de alguns políticos que integraram a Comissão Parlamentar de Inquérito ao Novo Banco.

"Fértil como a terra preta é a mente do vilão."

 

Texto do leitor Francisco Gonçalves, publicado originalmente aqui.

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