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És a nossa Fé!

Provavelmente

Depois da concludente vitória da selecção nacional contra a vice-campeã mundial Croácia, goleada ontem à noite por 4-1 no estádio do Dragão, já na campanha para a nossa revalidação do título da Liga das Nações, pus-me a pensar: Fernando Santos é, provavelmente, o melhor seleccionador português de sempre.

Alguém concorda comigo?

Mais verde e às listas

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A seleção nacional já tem novas fatiotas para os próximos dois anos. A primeira, tem mais verde, o que é sempre de assinalar e celebrar. Os calções voltam a ser verdes após uma interrupção de muitos anos. Para os jogos em que o adversário equipar de vermelho, há outra novidade: uma bela camisola às listas horizontais, também ela com algum verde. Com verde e mais listas, adivinham-se tempos de sucesso para Portugal.

Estas são as camisolas que nomes que muito dizem aos sportinguistas, como Ronaldo, Fernandes, William ou Patrício vão usar já no fim-de-semana. Mas, a esperança está em vê-las, muito em breve, em jogadores do atual plantel. Max, Quaresma, Inácio, Mendes, Bragança, Pote ou Tomás lá chegarão. Quem sabe, já no Euro 2021.

Para quê convocar Moutinho?

Texto de AHR

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Permita-me um desabafo sobre a convocatória do Fernando Santos para a equipa principal. Como é possível continuar a convocar o João Moutinho (depois da forma como abandonou o Sporting, não o reconheço como antigo jogador do clube) para a selecção principal?

Só pode ser por amizade.

Não haverá actualmente no futebol português jogadores com melhor desempenho do que o João Moutinho? Continuar a convocar o João Moutinho nesta fase da carreira, em que pouco mais faz do que bater livres, pontapés de cantos e lançamentos de linha lateral, é uma afronta para os novos jogadores portugueses que agora despontam, e que vêem o seu lugar tapado por argumentos do seleccionador do tipo "optei por seleccionar jogadores que já conheçam os processos da equipa".

Falei no João Moutinho mas poderia falar do André Gomes ou do Renato Sanches. Será que não há jogadores melhores que eles? Convoca-se apenas porque jogam no estrangeiro, nem que passem a maior parte do tempo no banco?

Aqui vai um exemplo de um injustiçado: Ricardo Horta. Será que o Ricardo Horta ficou de fora por não conhecer os processos da equipa? O ridículo não tem limites.

 

Texto do leitor AHR, publicado originalmente aqui.

Mais asneiras

1

O Sporting pretendia Taremi - goleador iraniano, de créditos firmados - para reforçar a linha avançada do plantel. Neste mercado de Inverno, contactou repetidamente o Rio Ave nesse sentido. Em Vila do Conde fixaram um preço tão alto que se tornou impossível trazer o avançado para Alvalade. Como reagiu a SAD leonina? Emprestando Gelson Dala ao mesmo clube que nos negou Taremi. O jovem angolano, que mantém contrato com o Sporting, já marcou no estádio dos Arcos enquanto continuamos com carência absoluta de artilheiros. É assim que tratamos quem nos trata mal: dando a outra face. Como haverão de respeitar-nos?

 

2

No Campeonato da Europa de 2016, conquistado pela equipa nacional, havia quatro titulares do Sporting. Este ano, em que iremos defender o título, tudo indica que não haverá qualquer representante do nosso clube no Europeu. O mais próximo de ambicionar uma convocatória para a selecção é Luís Maximiano, que aos 21 anos começa a firmar-se como titular da equipa leonina. Para continuar? Pelos vistos, não. Segundo a edição de ontem do Record, hoje o jornal mais próximo do poder em Alvalade, a administração da SAD atribui prioridade à contratação do guarda-redes sueco Olsen para a próxima época. E assim parece gorar-se, com prazo de validade anunciado, uma das raras promoções recentes de um jovem da cantera de Alcochete à equipa principal. Maneira muito original de se "apostar na formação".

Bruno e Ronaldo carimbaram o passaporte

Bruno Fernandes e Cristiano Ronaldo fizeram história. Acabam de marcar os golos que colocam Portugal na fase final do próximo Campeonato da Europa de futebol, sem necessidade de utilizarmos a máquina de calcular.

Vitória concludente da selecção das quinas no Luxemburgo, por 2-0, em terreno absolutamente impróprio para a prática desportiva e que prejudicou os jogadores portugueses, muito mais tecnicistas. Ainda assim, dominámos a partida sem dificuldade.

É a sétima presença consecutiva de Portugal em fases finais de campeonatos da Europa. Com um saldo muito positivo: um primeiro lugar (em 2016, com Fernando Santos), um segundo (em 2004, com Luiz Felipe Scolari) e dois terceiros (em 2000, com Humberto Coelho, e em 2012, com Paulo Bento).

Ronaldo, que continua a ser o melhor do mundo, prepara-se para participar no quinto Europeu da sua carreira. E se lá marcar, como todos desejamos e antevemos, será o primeiro futebolista de sempre com remates vitoriosos em cinco edições seguidas deste grande cartaz planetário do desporto-rei.

Rui Patrício

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Gostei muito do regresso de Rui Patrício, ontem à noite, ao relvado de Alvalade. Num desmentido vivo de que o nosso estádio não funciona como talismã da selecção nacional. Ontem derrotámos o Luxemburgo por 3-0 (golos de Bernardo Silva, Cristiano Ronaldo e Gonçalo Guedes). Entre os postes impôs-se o nosso antigo capitão, com a classe que sempre lhe conhecemos, mantendo intactas as redes que lhe estavam confiadas.

É impossível que o actual guardião do Wolverhampton não tenha sentido uma emoção muito especial neste retorno ao relvado de um clube que serviu durante 18 anos - incluindo todos os escalões da formação. Um clube onde viveu dias de júbilo e triunfo, mas também conheceu horas amargas - com destaque para aquela vergonhosa agressão de que foi vítima, nos instantes iniciais do Sporting-Benfica de 2017/2018, quando uns mabecos da Juve Leo lhe lançaram tochas incendiárias.

Desta vez, nada de agressões: só houve aplausos. Portugal registou mais um triunfo, com o seleccionador Fernando Santos ao leme, nesta caminhada para o Euro-2020. Rui Patrício será - ninguém duvida - o guarda-redes titular nessa campanha, na senda do já sucedido no Euro-2016 e na Liga das Nações em 2019. Maiores troféus de sempre do futebol português ao nível de selecções.

A quem não viu o jogo de ontem, recomendo um momento muito especial: a marcação do segundo golo, por outro fruto da formação leonina: o inevitável Cristiano Ronaldo, numa jogada em que protagonizou uma recuperação de bola culminada numa soberba "cartola" ao guarda-redes adversário. Simplesmente genial.

Do outro mundo

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Foto Lusa

 

Noventa e três golos em 160 jogos com a camisola da selecção nacional vestida. Mais 25 do que Messi já marcou pela selecção da Argentina.

Hoje foram mais quatro, que abriram caminho à goleada portuguesa frente à Lituânia, em Vílnius, na campanha para o nosso acesso à fase final do Europeu 2020. Com William Carvalho a fechar a contagem quase à beira do fim.

Cristiano Ronaldo, incomparável. Um jogador do outro mundo.

O apagamento de Bruno

Portugal acaba de dar um passo decisivo para chegar à fase final do Europeu 2020 ao vencer a difícil selecção da Sérvia por 4-2 em jogo lá disputado. Com golos de William Carvalho, Gonçalo Guedes, Cristiano Ronaldo e Bernardo Silva.

Bruno Fernandes - solitário representante do Sporting - figurou no onze titular, na posição de segundo avançado. Mas, uma vez mais, esteve muito apagado, abaixo do nível a que nos habituou nas competições internas vestido de verde e branco. O segundo golo sérvio resultou, aliás, de uma entrega de bola do nosso capitão, a meio-campo, gerando um rápido contra-ataque da selecção anfitriã.

Peço aos leitores que me ajudem a reflectir: por que motivo Bruno continua sem brilhar ao serviço da selecção?

Mérito, talento e competência

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É o seleccionador nacional que já orientou a equipa das quinas em mais jogos do que qualquer outro antes dele.

Há três anos, em França, levou Portugal a uma conquista histórica: o Campeonato da Europa em futebol. Somos, ainda hoje, campeões em título.

Ontem, no Porto, venceu a segunda final europeia. Desta vez levando a nossa selecção a conquistar a Liga das Nações, prova que se realizou pela primeira vez - e em palco nacional, o que muito nos lisonjeia.

Não só vencemos: também convencemos. Cumprimos sem derrotas a campanha de qualificação no nosso grupo. Agora, na fase final, vencemos a Suíça (por 3-1) e a Holanda (por 1-0). Com três golos de Cristiano Ronaldo e um de Gonçalo Guedes.

Apesar destas evidências, ainda há muitos portugueses que se recusam a reconhecer mérito, talento e competência a Fernando Santos. Dizem que vence com sorte, recorre a esquemas hiper-defensivos, sem dar espectáculo. São os mesmos que gritam por Messi à passagem de Ronaldo ou que dão vivas a Guardiola quando avistam Mourinho. Isto deriva do típico masoquismo nacional: idolatramos compatriotas que perdem por sistema e detestamos aqueles que regressam a casa com títulos e troféus.

Recomendo aos detractores de Fernando Santos que neste Dia de Portugal revejam com calma e paciência a final de ontem no Dragão, em que dominámos a selecção holandesa, uma das melhores da Europa. E pergunto-lhes se depois disso ainda serão capazes de negar atributos ao engenheiro que conduziu a selecção à melhor etapa da sua história.

Engenharia de Ponta

Pois com a vitória de hoje, perante uma grande selecção holandesa recheada com alguns jogadores jovens de topo (Ajax, Liverpool, e outros) e que tinha acabado de eliminar a Inglaterra, não há como não dar o mérito a Fernando Santos.

Depois duma vitória contra a Suíça conseguida com um losango confuso e muito à custa do Cristiano Ronaldo, teve a humildade de repensar tudo aquilo, com Danilo e William construiu uma zona central de betão, e com o Bernardo e o Guedes foi buscar a agressividade ofensiva que deu cabo dos holandeses. Mas para que isso acontecesse, o (enorme) Patrício, Ruben e Fonte  estiveram imperiais, o Bruno Fernandes tentou e quase marcou, os laterais estiveram também muito bem, uma grande equipa que ganhou a uma grande selecção. Se calhar, o pior de todos foi o Cristiano, e até esteve muito bem, só que os outros superaram-se.

Mais vale jogar bem e ganhar do que jogar mal e perder. E Portugal jogou bem e ganhou. As finais não são para jogar, são para ganhar. E Portugal ganhou. Podia até ter ganho por mais. Sendo assim, parabéns a todos. 

E para o Sporting o que fica desta grande vitória?

Dos 14 jogadores que entraram em campo por Portugal, 5 foram formados em Alcochete, 5 foram formados no Seixal, e 4 algures (Porto, Boavista, V. Feira e França). A questão é que os 5 formados em Alcochete já passaram dos 30 (e no Sporting não estão), e do Seixal muitos que jogaram são dos mais novos. Pensando que fomos campeões de Iniciados, segundos nos Juvenis (depois do Benfica), terceiros nos Juniores (depois do Porto e Benfica), terceiros nos sub-23 (depois do Aves e Rio Ave), e que a equipa B foi extinta, se calhar temos aqui uma travessia do deserto que vai demorar alguns anos a superar...

 

PS: Fernando Santos e Marcel Keizer, a mesma humildade, a mesma teimosia nos seus conceitos nem sempre muito óbvios e menos ainda populares, mas a mesma capacidade de chegar às finais e ganhar. Porque será? Do Guaraná?

SL

a sombra da bananeira

Um pouco assustadora a falta de qualidade de Nelson Semedo e de Raphael, o lateral do Borussia (que pouco jogou ao longo do ano). Ruben Dias também pareceu assustado com a poderosa armada suíça e até Patrício titubeou contra o melhor ataque do futebol mundial. Ruben dos Wolves também apanhou bonés contra o espantoso meio campo suíço durante uma hora e Bernardo Silva, candidato a sucessor de CR7 e paixão da vida de Guardiola, andou perdido no campo contra uma Suíça - que tem uma das melhores equipas de todos os tempos, até à assistência do segundo golo.
O nosso Bruno Fernandes começou péssimo, mas subiu, embora não tenha imposto um jogo de 20 milhões, quanto mais de 100. William, é preciso gostar dele e conhecê-lo, mas apostaria que ficará para sempre em clubes que não ganham títulos.
Portugal é o melhor país vendedor de craques.
No fundo, temos uma bananeira chamada Questiano, à sombra da qual todos dormem há muito.

Máxi-Ronaldo entre os pigmeus

Uma vez mais, aqueles patuscos que nas pantalhas e nas colunas de alguns jornais defendem a importação de árbitros para o futebol português terão de meter a viola no saco. 

O desempenho daquele senhor alemão de apito nos beiços - e do vídeo-árbitro que tão má assistência lhe deu - foi inenarrável. Ao inventar ontem um penálti contra nós: só isso permitiu à selecção visitante marcar no Portugal-Suíça, que permaneceu empatado até aos 88'. Se não contássemos com Cristiano Ronaldo - que aos 34 anos teima em ser o melhor jogador do mundo e em dois minutos cruciais, ao cair do pano, fixou o resultado em 3-1 - talvez não chegássemos à final desta pioneira Liga das Nações, a disputar domingo que vem contra a Inglaterra ou a Holanda. Mais um desempenho superlativo do nosso melhor de sempre traduzido em três golos. Já soma 88 só na selecção.

Deixem lá os estrangeiros do apito: se há matéria-prima que não necessitamos de importar é a incompetência, que por cá abunda. Mal por mal, antes os de Portugal. Que, pelo menos, entendem os nossos insultos.

E, já agora, poupem-nos a outro disparate: não desatem a inventar putos-maravilha prontos a destronar CR7. Nenhum míni tem pedalada para se equiparar ao máxi. O trono é de Ronaldo - conquistado à custa de muito suor, talento e mérito, e não de manchetes fofinhas do jornal A Bola.

À atenção da FPF!

Não vi o jogo da selecção contra a Ucrãnia, mas vi o jogo de ontem!

A minha conclusão é que a FPF tem de investir urgentemente da iluminação do estádio.

Não obstante o jogo ser na Luz a verdade é que as lâmpadas deviam estar todas fundidas, de tal forma que os jogadores portugueses só por uma vez conseguiram ver as redes adversárias.

O inútil e o inenarrável

«Noite de horror» no futebol português: a imprensa internacional não poupa a péssima exibição da selecção nacional na noite de ontem. A segunda consecutiva - primeiro contra a Ucrânia, agora contra a Sérvia - naquele que se tornou o "estádio oficial" da Federação Portuguesa de Futebol, onde os assobios foram mais audíveis do que os aplausos (e é muito bem feito).

Dois jogos, dois empates perante adversários situados muito abaixo do nosso patamar internacional neste arranque da campanha de qualificação para o Europeu de 2020. Lamento reconhecer, mas nunca vi tanto desinteresse colectivo em redor da selecção neste século XXI que leva duas décadas quase cumpridas. O que até se compreende. Basta anotar que o onze das quinas terminou a partida com Pizzi e Guedes em campo, além do inútil Cancelo. E - pior ainda - entrou em jogo com um inenarrável Dyego Sousa, incapaz de fazer um só passe em condições. É para mim totalmente incompreensível que Fernando Santos o tenha mantido 58 minutos sobre o relvado.

Em suma, tivemos o que merecemos. Só lamento a lesão de Cristiano Ronaldo, um enorme jogador que aos 34 anos continua a entregar-se como um recém-chegado a cada momento do jogo - e ontem pagou por isso. Nem assim funcionou como exemplo para alguns dos colegas que se arrastaram miseravelmente em campo.

E não se pode naturalizar o Bas Dost ? (parte 2)

Dizia eu depois do jogo com a Ucrânia que "Mas que falta faz um verdadeiro ponta de lança à selecção portuguesa, um Benzema para o Ronaldo, um pinheiro que arraste a defesa e deixe espaços para o Ronaldo aproveitar.  André Silva e o faltoso e manhoso D. Sousa não dão conta do recado. Porque não naturalizar o Bas Dost, não este dos últimos tempos, post traumatismo craniano e pai recente, mas o outro, o letal ponta de lança que marcou dezenas de golos pelo Sporting?"

Bom, hoje depois da lesão de Ronaldo mais ainda se notou a falta dum ponta de lança de classe na selecção portuguesa. D.Sousa uma inutilidade, faltoso na área, e quase conseguiu não acertar um passe durante todo o tempo que esteve em campo.

Desta vez, Portugal apresentou 14 jogadores, 3 made in Alcochete (Ronaldo, Patrício e William), um deles o melhor jogador português de todos os tempos mas que não durou muito, 5 made in Seixal (Danilo, Cancelo, R. Dias, B. Silva e Guedes),  1 made in Olival (A.Silva), mais Pepe (que até passou pelo Sporting), Pizzi, Rafa, R. Guerreiro e D. Sousa.

Dos 3 made in Alcochete, 2 saíram com o destituído, aqueles que diz ele que já queria correr com eles há uns tempos mas o Jesus não deixou. E assim, do Sporting ZERO. ZERO. É o que temos. Uma dor de alma.

Quanto ao jogo, foi um jogo aberto à moda do Keizer, que podia ter terminado com 4-3 ou 5-2,  Portugal desperdiçou oportunidades para ganhar folgadamente, o guarda-redes defendeu magistralmente 1 ou 2, William falhou 2 ou 3, o árbitro foi enganado pelo assistente e lá se foi um penálti, e foi assim... dois empates em casa com os outros dois candidatos. Podia ser pior.

SL

E não se pode naturalizar o Bas Dost ?

Mas que falta faz um verdadeiro ponta de lança à selecção portuguesa, um Benzema para o Ronaldo, um pinheiro que arraste a defesa e deixe espaços para o Ronaldo aproveitar.  André Silva e o faltoso e manhoso D. Sousa não dão conta do recado. Porque não naturalizar o Bas Dost, não este dos últimos tempos, post traumatismo craniano e pai recente, mas o outro, o letal ponta de lança que marcou dezenas de golos pelo Sporting ?

Portugal apresentou 14 jogadores, 5 made in Alcochete, um deles o melhor jogador português de todos os tempos, 3 made in Seixal, 2 made in Olival, mais Pepe (que até passou pelo Sporting), Rafa, R. Guerreiro, o tal faltoso e manhoso D. Sousa filho de algum filho de algum patrício. Dos 5 made in Alcochete, 3 saíram com o destituído. Os 2 últimos diz ele que já queria correr com eles há uns tempos mas o Jesus não deixou.

E assim, do Sporting ZERO.ZERO. É o que temos. Uma dor de alma.

SL

 

Nulidade

Deve ser azar meu. Sempre que vejo um jogo da selecção em que actua João Cancelo, este jogador tem uma exibição miserável. Acabou de acontecer na nula partida desenrolada na Luz - que parece ter-se tornado o estádio oficial da Federação Portuguesa de Futebol - frente à Ucrânia. Empate a zero no arranque da nossa campanha para o Europeu de 2020. Foi a primeira vez que iniciámos uma ronda de qualificação enquanto detentores do título, mas nem isso galvanizou o onze nacional, onde Bernardo Silva nunca desequilibrou e Cristiano Ronaldo foi incapaz de fazer aquilo que tão bem sabe: marcar golos.

O melhor, para mim, foi William Carvalho. Com uma exibição quase perfeita - a recuperar bolas, a fazer passes longos, a funcionar como um verdadeiro médio de construção. A falta que ele nos faz em Alvalade...

Mas voltando a Cancelo: perdeu bolas, nunca dominou o seu corredor, foi incapaz de fazer um só cruzamento digno desse nome.

O azar, admito, talvez seja meu: provavelmente só o vejo jogar em dias maus. Espero que o azar não seja da própria selecção.

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