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És a nossa Fé!

Os indignadinhos

A assembleia geral do Sporting que no passado sábado - com quase 40 graus em Lisboa e sem competições desportivas - aprovou o orçamento de 2023/2024 e as contas consolidadas dos cinco anos anteriores, contou com a participação de 1113 votantes.

Alguns acham pouco. São aqueles que nunca foram sócios. Ou já foram mas deixaram de pagar quotas. Ou queimaram o cartão de sócio quando para eles «o Sporting morreu», nos idos de 2018.

A uns e a outros, agora tão indignadinhos pela «fraca participação», recordo que na primeira assembleia geral do mandato de Bruno de Carvalho participaram apenas 1236 sócios. Que chegaram e sobraram para aprovar o plano de reestruturação financeira, com 97% de votos favoráveis. 

Faz hoje dez anos. Nessa altura não havia indignadinhos.

O Sporting é dos sócios

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Leio no estádio tarjas como esta: «SCP dos adeptos e de mais ninguém.»

Discordo. O vínculo ao clube é feito via filiação como sócio. Não é feito da nebulosa informe dos adeptos que tenta falar em nome dos sócios. Seria a inversão total dos princípios, até da ética desportiva.

O adepto de hoje deixa de o ser amanhã. Que o digam os "adeptos" sportinguistas Jorge Jesus e Sérgio Conceição, por exemplo.

 

Sou sócio do Sporting.

O fulano que anuncia, com aparente orgulho, ter rasgado o cartão de sócio não me representa.

O beltrano que se gaba de não pagar quotas há cinco anos não fala por mim.

O sicrano que proclama «o Sporting morreu em 2018» não é meu porta-voz.

 

Imaginem se isto acontecesse na política: o populismo no seu esplendor. Os "coletes amarelos" a tomarem conta dos centros de decisão política.

Eu sou antipopulista no futebol como sou na política. Não separo estas duas dimensões como se fossem compartimentos estanques. Porque não são.

 

O Sporting é dos sócios e de mais ninguém.

Liga Portugal e a desmaterialização dos bilhetes

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No dia 2 de Março partilhei uma antiga angústia da minha vida de associada à distância: a dificuldade que encontro em adquirir ingressos para o Portimonense - Sporting, directamente ao clube, fazendo assim uso pleno da minha condição e direitos de associada. Resume-se a isto: os bilhetes destinados ao Sporting para o jogo em apreço só estão disponíveis para compra nas bilheteiras físicas do Estádio, encontrando-me eu a 300 km das mesmas.

Sei agora que parti de um pressuposto errado. O de que a Liga Portugal teria uma responsabilidade directa naquele que é o formato dos bilhetes a que me refiro supra: os da condição de equipa visitante.

Tal qual partilhei na caixa de comentários do texto indicado no início, remeti um e-mail para a Liga Portugal, no qual dava nota das circunstâncias conhecidas.

Recebi hoje esclarecedora, e muito gentil, resposta expedida pelo Departamento de Marketing da Liga, que, no interesse do rigoroso esclarecimento dos interessados e pela natureza pública do seu conteúdo, aqui transcrevo ipsis verbis:

Exma. Sra. 

Esperamos que esta mensagem a encontre bem.

Agradecemos o email que nos foi endereçado, no qual expressa as suas preocupações, e teremos todo o gosto em esclarecê-las.

Cumpre às Sociedades Desportivas, enquanto promotores do espetáculo desportivo, distribuir os bilhetes para o referido espetáculo. A Liga Portugal não distribui aos clubes os bilhetes em formato de papel para os jogos. A única responsabilidade da Liga Portugal é definir, no início de cada época desportiva, o layout do bilhete para os jogos das suas competições, sendo este layout posteriormente replicado pelo promotor do espetáculo em formato físico ou digital.

Todavia, a Liga Portugal tem feito um esforço junto dos seus clubes no sentido de sensibilizar e fazer os clubes adotar novos processos que facilitem o acesso de todos os adeptos, independentemente da sua localização, a qualquer espetáculo desportivo nas melhores condições possíveis, tornando o processo mais intuitivo e inclusivo, e isso passará pela digitalização dos bilhetes quando assim for possível.

Agradecemos novamente o seu contacto e esperamos ter respondido às suas questões.

Com os melhores cumprimentos,

 

Marketing
Departamento de Marketing

 

*Negrito e sublinhado meus.

E esta, hein!?

Agradeci o esclarecimento, desculpei-me pelo lapso e emendo aqui, publicamente, a mão.

Resta-me agora descobrir um qualquer e-mail, do Sporting, para onde expedir não só estas minhas inquietações, como os esclarecimentos prestados pela Liga Portugal, exortando a que procedam de forma a harmonizar esta discriminação negativa para com sócios à distância. Não vos pediria discriminação positiva - entendida enquanto direito de precedência no acesso aos bilhetes por referência ao critério 'domícilio do sócio' -, mas peço-vos que procurem eliminar esta discriminação negativa.

Bilhetes e ser sócio à distância

O tema não é novo, a demora da Liga em desmaterializar os bilhetes também não ajuda. Não ajuda, quem é sócio, tem as quotas em dia, e para comprar um ingresso para o Portimonense SC Sporting tem de ou pagar 25€ para não ver o jogo atrás da baliza ou sujeitar-se à disponibilidade de bilhetes que venha a existir no Núcleo de Portimão.

Ao Núcleo de Portimão competirá, compreensivelmente, estabelecer a hierarquia de prioridades no acesso aos mesmos. Querendo com isto dizer que veria com alguma naturalidade que pudesse priorizar a favor de quem é sócio do Núcleo (e, com isso, contribui directa e continuamente para a subsistência do mesmo) em detrimento de quem é sócio do Clube. 

Diz-me a experiência anterior que ser sócio de ambos, Clube e Núcleo, leva, ainda assim, a que tenhamos de pagar um valor adicional sobre o preço-face do ingresso (2€, da última vez em que o comprei nestas condições).

Objectivamente?

Um sócio do Sporting Clube de Portugal, com quotas em dia mas que viva à distância do Clube dificilmente consegue usufruir da possibilidade de comprar o bilhete para sócio sem lugar anual, pela quantia praticada pelo Clube (condição que se verificará, amanhã, estando os bilhetes à venda apenas nas bilheteiras físicas do Estádio, por 10€ - confirmado há minutos via linha de apoio ao sócio).

Atendendo à dúvida que representa conseguir-se bilhete junto do Núcleo, pode ser interessante comprar  bilhetes directamente ao Portimonense SC e com isto garantir que se vê a equipa do coração em campo.

Neste último caso, digo-vos que os bilhetes foram postos à venda esta terça-feira, custam 25€ veja-se o jogo a partir da central ou... atrás da baliza... E, no caso, atrás da baliza é mesmo o termo (quase não se vê o jogo).

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A questão excede o ter Sportinguista amigo que me compre o bilhete físico em Alvalade, fazendo uso da sua gamebox, e mo faça chegar a Portimão a tempo de o usar. A questão é, para mim, de fundo. Aos sócios à distância deveria assistir a possibilidade de comprar bilhete para jogo que se realiza na sua área de residência, por referência à sua condição de sócio do Clube e sem encargos adicionais. 

Atendendo às actuais condições, ou peço a alguém que me compre o bilhete em Lisboa através da sua gamebox ou o faça no dia em que sócios sem bilhete anual (a minha condição) o podem fazer (amanhã, a 24h do início do jogo) o que implicaria que o bilhete tenha de percorrer 300km físicos para que o possa usar. Em alternativa, sujeito-me às condições do Núcleo local e da imensa procura que tipicamente existe. Entre a elevada procura, a reduzida capacidade do estádio e a hierarquia de priorização de acesso aos bilhetes... fica uma incógnita quanto à possibilidade real de se conseguir um bilhete e... uma pequenina irritação.  

À Direcção do Clube/SAD: ser-vos-ia possível considerar a possibilidade de usar este argumentário - sócios à distância - para pressionar a Liga a desmaterializar os bilhetes? Não sendo desejável que se imiscuam na política interna dos núcleos, é-vos possível estudar uma forma que permita a um sócio com quotas em dia, e que vive à distância, comprar os bilhetes directamente ao Clube?

Muito agradecida.

ADENDA: refiro-me à desmaterialização dos bilhetes destinados à condição de equipa visitante. 

A imagem foi retirada do site do Portimonense SC 

Acham que Rúben Amorim é casmurro?

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Experimentem efectuar uma encomenda na Loja Verde Online e ter o azar de absolutamente tudo correr mal e de não haver responsável algum que se preste a comunicar com um cliente que também é sócio.

É absolutamente inglório pedir para falar com um gestor de qualidade (ou equiparado), alguém que seja "quadro Sporting" e que possa responder pela natureza kafkiana de um processo de compra. Todo o processo é gerido (assinado, pelo menos) por uma única pessoa. Ora, se por mero acaso o referido 'Consultor de Atendimento*' - 18 meses de casa e outros 10 como 'assistente de compras' noutra instituição - revelar francas debilidades na gestão do processo, mantendo-se nesse exercício não se pode esperar que venha a correr bem, pois não? Diria que não.

Se lhe juntarmos um "oco": a situação já foi reportada internamente, sem que exista cópia do reportado a ser remetida ao queixoso, nem contacto posterior que demonstre ter existido análise, não se sabe se foi objectivamente analisado, pois não? Diria que não.

Caríssimos, dei-me ao trabalho de solicitar a um Sportinguista amigo que se dirigisse à Loja Verde do Estádio para efectuar duas averiguações. Ilustre senhor de 77 anos, há muito reformado e outrora empresário, cujo olhar analítico foi lapidar. Infelizmente, a minha suspeita confirmou-se e as considerações que teceu face ao que presenciou na loja também não são abonatórias: referindo-se ao espaço físico e a quem lá a representava.

Toda a infeliz experiência (com muita parcimónia da minha parte) é de envergonhar as pedras da calçada e seguirá, em pleno século XXI, relatada em formato papel, para a:


Rua Prof. Fernando da Fonseca
Estádio José Alvalade,
Apartado 42 099
1600-616
LISBOA

por confessa resiliência minha. Não existe forma alguma de garantir que a jornada mirabolante da encomenda a que me referi aqui e aqui, é objectivamente conhecida por quem, na estrutura directiva da Sporting Clube de Portugal SAD, se ocupa da Loja Verde Online.

As falhas, em todas as fases da encomenda - que são asseguradas por diferentes equipas/pessoas -, são tão grosseiras que é impossível não despender tempo a empreender nisto: garantir que se faz o possível para que internamente - na Sporting SAD - se analise o que se passa. Eventualmente, reformulam-se processos. Quanto às pessoas... seria preciso encontrar quem tivesse a flexibilidade mental para saber analisar guiões de respostas estruturadas e adaptá-las às situações. Não é tão fácil encontrar matéria humana que o saiba fazer e pelas remunerações destes cargos. Não obstante... tenham paciência.

1 camisola JM personalizada

1 camisola JXL personalizada

1 pólo

Diz-se da urgência na recepção da encomenda. A recepção da encomenda falha, por muito, os prazos previstos para entrega. Contacta-se a LVO. É-nos dito que existe ruptura de stock da camisola JXL. O site permitiu a compra, mesmo assim. Oferecem-se para devolver o valor de toda a encomenda. Com esforço, lá se percebe que é boa ideia perguntar se quer apenas a devolução do valor da camisola JXL sem nunca serem avançados prazos para reposição de stock. Adivinhem só? Havia camisola JXL na Loja Verde do Estádio mas não se misturam stocks. Portanto, no limite, devolve-se dinheiro ao consumidor e fica uma camisola JXL a jazer no stock da Loja física. Na Loja Verde não se fala ao telefone com clientes. Mas responde-se ao que é dito nessa chamada se a mesma estiver em alta voz...

Voltamos ao online... A encomenda, afinal, não seguiu, sim, por erro informático - têm costas largas, as máquinas. Ai sim? Então mas afinal havia stock do tamanho JXL na Loja online de que não fora o Consultor de Atendimento* informado, e eu agora já paguei mais 18€ para ter o tamanho S? Não, não, afinal não há tamanho JXL mas todos os outros artigos estão disponíveis. Ai sim? Então por que motivo indisponibilizaram, no site, o tamanho JM - que eu pedi e dizem haver - e o tamanho JXL está disponível? *Corrige-se a situação no site, indisponibilizando-se o tamanho JXL e voltando a estar disponível JM*. Ooops..!

Envio comprovativo de pagamento de 18€ para que a encomenda seja expedida o mais rapidamente possível. Dizem-me, a 29.09, que o farão imediatamente após recepção do referido comprovativo (enviei-o nesse dia). A encomenda só é expedida a 04.10 e chega a 06.10.

Chegou a encomenda? Parte dela: apenas a camisola S e incorrectamente estampada. A camisola JM e o pólo? Ficaram em Lisboa.

Exijo falar com gestor de qualidade. Fi-lo por 6 vezes. Os canais de comunicação são estes e nada mais do que estes canais de comunicação existe. Entretanto, querem propor-me soluções para a camisola incorrectamente estampada. Envio fotografia e esclareço: a solução é estamparem correctamente e sem que vislumbre o mais pequeno sinal de reestampagem. Dúvidas?

Insisto que pretendo falar com gestor de qualidade, esclareço estar disponível para ir a Lisboa de propósito para resolver a questão (abortei a visita por uma questão de força maior, de saúde, de familiar próximo).

Chegam a camisola JM e o pólo. A camisola não vem dentro do habitual invólucro de plástico (sempre chegava mais composta) e o pólo vem com uma etiqueta com um preço, 50% mais baixo do que aquilo que paguei, escrito à mão. A etiqueta 'Sporting' descolorada e com as extremidades desfeitas.

No dia de ontem enviei a camisola S, via transportadora, para que seja entregue para reestampagem. Solicitei, entretanto, o favor de juntarem 3 sacos/envelopes-embrulho para oferecer os artigos de forma mais bonitinha. Resposta: Relativamente ao exposto, informamos que assim que o artigo for entregue nas nossas instalações, verificaremos a possibilidade de satisfazer o seu pedido. Disponíveis para esclarecimentos."

A partir de um outro e-mail, assinado por um outro 'Consultor de Atendimento', sou hoje novamente informada de que não é possível falar com qualquer gestor de qualidade, que a minha situação já foi resolvida e que o caso foi reportado internamente. Ora... a camisola S só ontem foi entregue à transportadora, acredito que hoje terá chegado à Loja Verde e será, em breve, novamente expedida. Como é que dizem às 18h de hoje que a minha situação já foi resolvida?

 

Rezem por mim, por favor.

 

P.S. No meio de tudo aquilo que aqui está e do muito que aqui falta, só mesmo o amor que sinto pelo clube e pelos Elias, Edgar e Louis justificam não ter pedido a devolução dos 205€ e esquecido a vontade de comprar merchandising leonino.

P.S.2. A encomenda foi efectuada e paga a 19.09.

*corrigido (inicialmente: Consultor de Comunicação)

Clube vs Sócia = ? - Round 2

Há dias partilhei a experiência vivida com as dificuldades encontradas no acesso a área reservada de sócia, no site sporting.pt e loja verde online. De caminho, contextualizei a situação em si, a urgência em receber uma compra que seguiria além fronteiras. Dei nota, desde o primeiro momento, da especificidade da situação, procurei sensibilizar para que acontecesse uma gestão de encomenda mais atenta e fui informada, no próprio dia, de que a encomenda encontrava-se já em preparação. Findos os 3 dias úteis previstos para entrega sem receber qualquer informação, pedi um ponto de situação quanto ao estado da mesma. No próprio dia fui informada de que iria ser averiguado devendo aguardar por resposta. Quatro dias depois, dois deles úteis (ontem), voltei ao contacto.  

Fui hoje informada de que existe uma ruptura de stock de um dos tamanho pretendidos, já pagos - incluindo personalização - e foi-me dada a opção de escolher entre aguardar pela sua reposição ou receber o reembolso de toda a encomenda (quase 200€, alguns cêntimos a excederem 187€).

Entre a ausência de informação de ruptura de stock do tamanho (compreendo que não possa ser garantido no imediato, por completo, em contexto de compra online - claramente, não se faz separação de stocks -) à demora em assumir que a havia - note-se que fui informada de que a encomenda encontrava-se em preparação no próprio dia em que a realizei e paguei -, ao prazo para entrega há muito ultrapassado (pelos motivos óbvios) pergunto:

- teria feito sentido a Loja Verde Online ter proposto a troca de tamanho para o tamanho 'S' da camisola principal (praticamente equivalente ao tamanho JXL, que se encontrará em ruptura de stock), assumindo eu o diferencial de preços, que se cifra em 18€ (62,99€ vs 80,99€)?

- teria feito sentido a Loja Verde Online ter proposto a compra do tamanho 'S' da camisola principal (praticamente equivalente ao tamanho JXL, que se encontrará em ruptura de stock), assumindo a própria Loja Verde Online o diferencial de preços, que se cifra em 18€ (62,99€ vs 80,99€)?

- sócios do Clube, eventuais accionistas, faz-vos mais sentido assumir 18€ de prejuízo palpável nesta venda ou perder a oportunidade de vender um pouco mais de 187€?

- sócios e eventuais accionistas do Clube, têm consciência dos preços de venda destes mesmos tamanhos durante os saldos e as disponibilidades de stock por essa ocasião?

Objectivamente : é altamente provável que o Clube venha a vender o tamanho JXL dentro de alguns meses a um preço em que receberá menos do que o valor que agora pratica, se calhar por uma diferença muito próxima de 18€.  Os lapsos, documentados por escrito, são imputáveis aos responsáveis pela Loja Verde Online (sabia-se da minha urgência e a encomenda entrou em modo 'preparação' no próprio dia em que foi paga), ou seja, a Loja Verde Online deveria ter contactado dando nota da ruptura de stock, prazos previstos para reposição do mesmo e alternativas. Ao cabo de uma semana, devolve-se o dinheiro ao sócio - e pura e simplesmente não se vende - em alternativa o sócio que a) espere pela reposição que não se esclareceu quando irá acontecer ou b) que pague mais 18€ para ter um artigo idêntico?

Estou curiosa em relação às perspectivas dos caros Sportinguistas sobre o exposto.

 

adenda: Já no passado me vira perante uma situação semelhante: efectuei uma compra durante os saldos, prazo de troca a decorrer, não havia o tamanho para troca pretendido na linha de criança, mas na de adulto, contudo, já estando fora do período de saldos, deveria pagar o diferencial para a totalidade do preço do artigo, excluído que estava o desconto do período de saldos; querendo apresentar reclamação, somos informados de que será reencaminhada internamente - sem que exista cópia a ser encaminhada ao consumidor - e, aparentemente, não sai do universo empresa-que-nos-gere-as-lojas, ou seja, estrutura do clube propriamente dita, não se encontra disponível para receber exposição do consumidor. A empresa -que-nos-gere-as-lojas é, aparentemente, juiz em causa própria.

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Os hackers

Uma visita inesperada levou-me, hoje e às pressas, à loja verde online.

Dados de acesso memorizados no computador... 'A conta não existe'. !? Tento a recuperação da password, nada.

Vou contornar a questão acedendo via área reservada no site - pensei, vitoriosa. 
A conta não existe.

Tento recuperar a password, não existe qualquer conta associada a esse e-mail. !?

Tento registar-me outra vez, espero, em vão, já que recebi uma indicação de que não seria possível realizar a operação, pelo e-mail de confirmação. Nada.

Ligo para a linha de apoio ao sócio, confirma-se que o e-mail que estou a usar é o que está associado à conta. Muito gentil, a colaboradora que se ocupa do sucedido pede reset da conta associada ao site sporting.pt. Despeço-me e trocamos impressões sobre o facto de inexistir um contacto telefónico para qualquer das lojas físicas. Prestimosa, confirma que disponho do e-mail da loja verde online e sugere que contacte os colegas por essa via, rapidamente (é um contrarelógio para tentar receber amanhã o merchandising que comprarei e pagarei ainda hoje).

Entre telefonema e possibilidade de voltar a aceder ao site e loja, passaram menos de 18 minutos. O histórico de compras na loja verde online, compreensivelmente, desapareceu. O mais importante, o problema de fundo, parece estar resolvido.

Raisparta os hackers que nos atacaram o site. Não estou a ver por que outro motivo a minha conta - associada ao e-mail de sempre - deixou de ser reconhecida. Em todo o caso, fica a sugestão, sportinguistas: averiguem o estado da vossa conta na área reservada de sócio. 

Correcção, 17:46: o problema de acesso à Loja Verde Online ficou prontamente resolvido. O acesso à área reservada de sócio mantem-se pendente de resolução. 

Actualização, 19:33: acesso à área reservada, no site, em pleno funcionamento.

Adepto é que não sou

No seguimento do lúcido e fulminante texto abaixo de Filipe Arede Nunes, tenho a dizer que cartão de adepto mas é uma ova, assim me coibindo de referir a mãezinha de quem pariu tão asinina ideia. 
Deve-se o repúdio que aqui manifesto ao facto de tomar como grave ofensa a possibilidade de ser considerado adepto. Adepta era a tua tia pá, eu sou SÓCIO do Sporting Clube de Portugal. Tenho um cartão numerado e as cotas em dia. Para frequentar Alvalade - aliás, neste momento proto-pós-covidiano, para comprar bilhete para entrar em Alvalade - é uma torpeza, uma ignomínia, que me seja exigida qualquer outra identificação relativa ao clube e ao estádio onde tenho lugar. Não faltaria mais nada, ora então...

Aplauso à renumeração

Texto de JMA

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Penso que os sócios que tenham um ano de quotas em atraso deveriam ser eliminados [dos cadernos eleitorais e do processo de decisão interno]. Pelos vistos só os verdadeiros Sportinguistas se mantêm. Aqueles que deixaram de pagar quotas pelos resultados, pelo presidente ser este e não aquele, pelo treinador ser este e não outro, por jogarem os jogadores A e B e não o C e o D, mais aqueles que ainda esperam pela reintegração do D. Sebastião de Telheiras, não fazem falta nenhuma ao Sporting Clube de Portugal.

Sou sócio há mais de 30 anos, com qualquer presidente (e a maior parte deles detestei), qualquer treinador (e poucos tiverem qualidade) e com quaisquer jogadores. Eu não sou sócio do presidente (não votei em Varandas), dos treinadores ou dos jogadores. Sou, com muito orgulho, sócio do Sporting Clube de Portugal!

Ainda bem que houve esta limpeza, o ar está mais respirável...


P. S. - Nunca compreendi aqueles "ignorantes" que não sabem (ou não querem saber) que o valor da quotização vai integralmente para as modalidades e não para o futebol. Assim, não serve e é até patético um sócio deixar de pagar quotas por a equipa de futebol jogar pouco (ou muito) e o presidente ser o Manuel e não o Joaquim.

 

Texto do leitor JMA, publicado originalmente aqui.

O último Jornal Sporting e a Renumeração

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Nas páginas 16/17 da última edição do Jornal Sporting (edição de acesso livre) encontramos uma peça sobre Renumeração, que apresenta as seguintes perguntas:

É obrigatório fazer a Renumeração?

Como foi feita a Renumeração?

Porquê excluir sócios com limite máximo de dois anos de quotas em atraso?

Na última Renumeração também se teve em conta o mesmo período de tempo?

O que fez esta Direcção para que fosse possível aos Associados regressarem?

Quantos Sócios regressaram com a campanha “Eu Sou – Renumeração 2020”

Quantos sócios tem o Sporting CP actualmente?

Os Sócios agora eliminados continuarão a poder regressar no futuro?

 

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Outros temas:

José Travassos
Entrevista a* Paulo Noga
17 dos Muitos Nomes do Futuro
Os 17 anos do Estádio José Alvalade

i-voting 
Entrevista a Rogério Alves sobre i-voting
Guia 2020/2021
Entrevista a Miguel Maia
Fernando Vaz: o treinador do segredo
ATL Sporting
Novo curso ‘Técnico de apoio à gestão desportiva’

Calorosas saudações leoninas ao Sportinguista que remeteu para o Jornal Sporting as perguntas aqui divulgadas.

Edição *Inclusão de 'Entrevista a'

Quantos mais formos, mais fortes seremos

Texto de David Craveiro

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Estamos a esquecer-nos de uma fatia importante de sócios que ao longo dos anos deixaram de pagar quotas por a sua situação financeira não o permitir.

Dou um exemplo: fiz-me sócio enquanto estudava em Lisboa e tinha meios de pagar as minhas quotas (até lugar cativo na velhinha bancada nova tive). Por vicissitudes da vida, tive de prescindir do meu lugar de associado. Felizmente, anos mais tarde, pagando o valor das quotas em atraso, pude recuperar o meu número.

Dou outro exemplo: na altura em que me tornei sócio fiz o mesmo ao meu pai. Ele tinha sido sócio antes de ir para as ex-colónias, lá deixando de o ser (não havia como pagar quotas).

Ainda recentemente (há cerca de seis meses) foi contactado pelo Sporting no sentido de o informar de que, se quisesse, poderia recuperar o seu antigo número de associado (e a antiguidade a ele inerente). Nesta altura faria quase 60 anos de associado.

 

Quantos mais formos, mais fortes seremos... se houver a possibilidade de recuperar nem que seja um terço dos perdidos nos últimos anos, força nisso!

Quanto à renumeração: julgo que as regras deviam ser iguais para todos e estar contempladas nos estatutos. Se são um, dois, cinco ou dez anos, a mim pouco me interessa desde que tenhamos a capacidade de ir buscar novos sócios e voltar a trazer alguns que saíram.

 

Tenho a minha ideia sobre quem sai como forma de protesto, mas não sou mais Sportinguista que outro Sportinguista qualquer e portanto dispenso-me de dar lições de moral.

Acho contudo a ideia de que «somos poucos mas bons» extremamente perigosa. Por colocar em causa o futuro do Clube.

 

Para finalizar diria apenas que o número de sócios serve apenas para a percepção que se tem do poder e força da marca. O que verdadeiramente interessa é o valor anual da quotização e esse, é indesmentível, tem vindo a cair de forma muito pronunciada.

Isso sim, devia ser motivo de reflexão.

 

Texto do leitor David Craveiro, publicado originalmente aqui.

Sporting TV e Jornal Sporting - Propaganda ou representatividade e escrutínio?

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Imagens: retiradas da internet

O tema órgãos de comunicação social do Clube tem merecido interesse em grande parte por haver algum consenso em torno da ideia de que… são órgãos de comunicação social ao serviço das suas Direcções. O Clube é dos sócios, os órgãos de comunicação social do Clube servem para informar os sócios, dizem-nos, mas no momento de prestar contas aos sócios, são preteridos a favor de meios de comunicação de abrangência nacional. Foi o que aconteceu ainda ontem.

Os sócios organizam iniciativas, mobilizam-se em torno da discussão sobre a realidade do Clube, mas os órgãos de comunicação do Clube não fazem qualquer menção à sua existência. Ter-se-ão esquecido os promotores de avisar atempadamente?

No dia de ontem, insurgi-me já que me vi obrigada a comprar um jornal desportivo para conhecer a reflexão do presidente do Sporting Clube de Portugal sobre a época futebolística que terminou. Para além de sócia, assino o Jornal Sporting. Fará sentido ser obrigada a comprar outro Jornal para este fim?

Expectar que o Jornal Sporting fosse o palco para a finalidade acima descrita, é demasiado desfasado da realidade? Exigência estapafúrdia?

O que fazer se no passado recente como actualmente os sócios não beneficiam das potencialidades disponibilizadas pelos seus órgãos de comunicação social?

Como é que se autonomizam Jornal Sporting, Sporting TV e perfis das redes sociais do Sporting Clube de Portugal, dos órgãos sociais em exercício? Poderão ser voz da maioria dos sócios e não da minoria que constitui ‘sócios eleitos para órgãos sociais'? Poderão ou deverão?

O teor do comentário (não assinado) a que dei destaque ontem e que foi remetido por e-mail - pelo seu autor - para o Jornal Sporting, fica aquém da exigência mínima para figurar nas páginas do nosso jornal? Não se socorre de palavras (várias) escritas em maiúsculas ao longo do texto, é certo, nem precisa, já que a qualidade do seu conteúdo faz-se ouvir loud and clear (acrescentaria ainda os comentários do consócio André sobre o tema ‘Renumeração’).

Perdoem-me… o anglicismo.

Propaganda ou representatividade e escrutínio?

*post escrito na sequência de comentário que levou ao repto lançado por Pedro Correia

Renumeração e o Jornal Sporting - A sequela

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Não só a possibilidade de decidir como de participar de forma activa, acrescento eu. Foi por esse motivo que interpelei o Jornal Sporting nos termos que esclareci aqui e que passam, grosso modo, pelo pedido de que o Jornal Sporting possa servir de ponte entre adeptos e sócios e Direcção do Clube, para além, claro, de ter pedido a realização de uma peça que versasse o tópico sensação do momento. 

O pontapé de saída para este contacto foi a interacção acontecida aqui, no És a Nossa Fé, em torno do tema 'Renumeração' e que me fez querer ser consequente. Muito gratificante seja trocar impressões sobre estes temas com todos os que se revelam disponíveis para fazê-lo, a verdade é que corremos o risco de que os nossos anseios e legítimas dúvidas nunca cheguem aos ouvidos de quem de direito. 

Entre a espaçada realização de Assembleias Gerais, à sua natureza, que oportunidade e espaço têm os sócios para participar? A militância que as caixas de comentários demonstram poderá ser convertida em acções concretas? No imediato e à lá longue?

Deixo-vos a parte substantiva de um comentário (não assinado) recebido hoje e que me leva a responder 'Sim'.

«(...) na próxima edição irá sair uma analise mais profunda sobre os critérios adoptados para a actual renumeração, gostaria de deixar umas questões, que se fosse possível esclarecer, agradecia.

1-Quais os critérios que vinham a ser seguidos nos últimos 30 anos até 2015, nomeadamente em que anos houve alteração de critérios e quais?

2-Os sócios actualmente eliminados da base de sócios, continuarão a poder regressar, num programa do tipo do "Regresso de Leão"?

2.1-Em caso de regresso, este será com pleno uso dos direitos e deveres?

3-Quais as iniciativas desencadeadas pelo SCP para tentar que o sócio faltoso regularizasse as quotas em atraso, antes de o eliminar da BD?

4-Qual o argumento que justifica a opção por, apenas, 2 anos de quotas atrasadas?

4.1-Sendo a renumeração de 5 em 5 anos, não se deveria ter adoptado o critério de 5 anos de quotas atrasadas?

Sou vice-Presidente duma Associação que também efectua remunerações de sócios, no nosso caso, é de 10 em 10 anos, os nossos critérios são; ter mais de 4 anos de quotas em atraso, ter sido notificado por carta registada; e na ausência de resposta ter havido uma deliberação unânime do plenário da direcção para que o o sócio seja destituído, o que tem como consequência que, caso regresse no futuro, não poderá ser eleito nem votar no acto legislativo seguinte ao regresso.»

Poderá dar-se o caso de ainda irmos a tempo de remediar uma acção que fuja à observância escrupulosa do que dita a boa prática, poderá dar-se o caso de nos congratularmos pelos contornos da acção levada a cabo e, por fim, poderá dar-se o caso de reunirmos matéria suficiente para formalizarmos a partir daqui a que critérios deve obedecer uma 'Renumeração'. 

Ao Sportinguista autor do comentário, o meu "agradecimento". Bem sei que a sua motivação por si só justifica a acção dispensando agradecimentos, mas o ter decidido pôr o seu know how e tempo ao serviço do Sporting Clube de Portugal, merece-me o mínimo: agradecer-lhe.

Aos demais Sportinguistas... gostaria de ver estas e outras perguntas respondidas? Manifeste-se fazendo uso do assinaturajornal@sporting.pt.

Não há verbas para garantir que o Jornal Sporting possa assumir um papel de relevo na manifestação da militância dos sócios? Aumenta-se a dotação da rubrica no Orçamento.

Dúvidas? 

Se por si só o sistema não se reorganiza da forma que melhor o serve, que sejamos as peças que forçam a reorganização. Por outras palavras... não estou à espera de que outros façam pelo Clube que também é meu, aquilo que eu própria não faço.

A Renumeração e o Jornal Sporting

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No passado dia 16 de Julho abordei o tema Renumeração, congratulando-me pela coragem demonstrada na realização da tarefa que, ao que consta, terá obedecido a critérios mais exigentes, permitindo-nos um conhecimento mais rigoroso sobre o número de sócios do Sporting Clube de Portugal.

A interacção acontecida na respectiva caixa de comentários desencadeou a vontade de conhecer mais informação para além da que foi divulgada pelo Clube, à data, parecendo(-me) a forma óbvia de à mesma aceder, o Jornal Sporting. Foi na condição de assinante do nosso jornal que interpelei o seu coordenador executivo (Vítor Frias) dando nota de que, por evidência empírica, este era um tema que interessava aos Sportinguistas muito para além da informação que já fora divulgada. Deixei, por isso, a sugestão de que este tema viesse a ser abordado no nosso jornal. 

De caminho, e atendendo à qualidade das muitas interacções em que tenho participado e observado, sugeri que o Jornal Sporting pudesse considerar a possibilidade de que Sportinguistas 'anónimos' tivessem algum eco nas suas páginas.  

Qualquer coisa como, uma vez por mês, "a Direcção" responder a uma pergunta enviada por Sócio/adepto. Se observamos eco das vontades dos Sportinguistas nas redes sociais (ocorreu-me a situação da camisola branca, na época passada), diria que o Jornal Sporting pode muito bem ser o espaço privilegiado de encontro entre Direcção e massa associativa/adepta, podendo, até, mitigar o fosso que por vezes sentimos existir entre ambas. Circunscrever a oportunidade para esclarecimentos às Assembleias Gerais parece-me francamente redutor e exceder o volume trazido pelo imediatismo e efemeridade proporcionados pelas redes sociais, o papel por excelência do Jornal Sporting.

Hoje, fui informada (muito obrigada, caro Vítor Frias) de que o próximo número trará uma peça sobre 'Renumeração' e que a sugestão de democratizar o acesso às páginas do Jornal Sporting vai ao encontro de uma vontade antiga do seu coordenador executivo. Presentemente, as circunstâncias de todos conhecidas impedem que possa acontecer. Em todo o caso, e tendo eu prevenido que assim agiria, deixo o contacto electrónico do nosso jornal assinaturajornal@sporting.pt e a sugestão, desta feita a todos os Sportinguistas, especialmente aos assinantes do Jornal Sporting, que, se assim entenderem, digam da vossa vontade. Quem sabe se um volume de solicitações que exceda a desta sócia e assinante não contribui para ver cumprida a 'democratização' a que já me referi.

Entretanto, caso queira ler a edição publicada hoje, clique aqui

Sobre Renumeração, o editorial de André Bernardo.

Renumeração

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Novo número conhecido há uma hora. 

Pese embora todas as reservas que manifestei e mantenho, só posso saudar a coragem da actual Direcção. Ser capaz de levar por diante esta tarefa quando se sabe que há potencial para aproveitamento desonesto, quando as condições são reconhecidamente adversas, é digno de louvor.

Graças ao cruzamento de impressões entre Sportinguistas inseridos em diferentes realidades, não tenho razão alguma para duvidar de que esta é uma verdadeira renumeração. Bem precisávamos de saber quantos realmente somos (sócios). Sem fantasias, nem delírios de grandeza. 

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