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És a nossa Fé!

Paz à sua alma!

A familia sportinguista fica mais pobre.

Faleceu hoje, aos 98 anos, João Salvador Marques, ex-atleta e dirigente do nosso clube e sócio numero 1 do Sporting Clube de Portugal.

Acho que posso falar por todos os meus colegas de blog neste post e deixar uma sentida mensagem de condolências à familia e amigos deste nosso grande associado. Que descanse em paz!

Hoje giro eu - O som do silêncio

Para mim, que desde tenra idade me habituei a identificar o Sporting com os futebolistas e atletas que semanalmente via representar o clube nos estádios, pavilhões e pistas deste país, este momento de crispação da massa associativa é particularmente doloroso. Primeiramente, porque é mais do que óbvio que o foco dos adeptos está deslocado do essencial, o apoio às equipas que ostentam o nosso símbolo no peito; em segundo lugar, porque o ruído insuportável e a radicalização de discurso das facções, com constante adjectivação, não auguram nada de positivo para o futuro; em terceiro, porque não há criação que perdure no tempo quando a motivação de base assenta no ódio e não no amor. 

Quando temos dúvidas sobre um caminho é sempre bom voltar aos "básicos". Os tempos de criança e as razões pelas quais fizemos uma escolha. Somos do Sporting pelo mimetismo da verde-e-branca, o sortilégio do leão rampante, os valorosos atletas que ao longo de gerações defenderam as nossas cores e protagonizaram gestas de glória. A grande maioria dos adeptos leoninos são moderados, não se revêem em posições extremadas (dos dois lados da barricada) de gente que pensa que, falando mais alto, melhor se faz ouvir. Como tal, e apelando à reflexão serena, inspirado pela versão que o Ministro da Cultura e das Artes australiano - um exemplo de como a criatividade pode ser usada para fazer passar uma mensagem - fez há dias sobre o imortal "The sound of silence", de Paul Simon e Art Garfunkel, aqui deixo o meu "O som do silêncio", que deve ser acompanhado pela música original. Com os votos de um Santo Natal para toda a familia leonina, com muita saúde e paz. Viva o Sporting Clube de Portugal!!!

 

"O som do silêncio"

 

"Olá, Sporting, velho amigo,

vim falar-te uma vez mais.

De momentos de eterna glória

e de percalços da nossa história.

A visão de que todos não serão demais,

quando cais e só se importam contigo.

 

Com as eleições, um novo rumo,

nasce esperança e fé em prumo,

mas viver num cerco permanente

é sinal de um clube decadente

 

E os meus olhos ainda choram

o facho daquela tocha ardente.

E toda a gente

rasgou o som do silêncio

 

A partir daí eu vi

cento e setenta mil ou mais.

Sócios falam sem dialogar.

Sócios ouvem sem nada escutar.

 

Há quem erga a voz

só p`ra emitir ruído,

um alarido.

Não dão voz ao silêncio.

 

Tolos nós que já esquecemos

que aquele ruído vai crescendo.

Logo nós que até já o vivemos,

não é o Sporting que nós merecemos.

Escutem, não gritem, dêem as mãos, em união.

 

Assim deve ser o Sporting!

 

Curvando-se e louvando,

o novo leão que rugia.

E os sinais mostravam o caminho,

todos os sócios davam o seu carinho.

 

E os sinais ecoavam

as palavras do Visconde escritas em letras de ouro,

desígnio vindouro,

não mais sussurradas em silêncio."

 

Hoje giro eu - Nós não rescindimos

Quando em 1984, Paulo Futre saiu por falta de condições psicológicas, nós não rescindimos.

Quando João Rocha, cansado e só, abandonou a presidência, nós não rescindimos.

Quando os árbitros não permitiram que ganhassemos campeonatos, nós não rescindimos.

Quando o orçamento de construção do novo estádio deslizou, nós não rescindimos.

Quando colocaram um fosso entre adeptos e jogadores, nós não rescindimos.

Quando venderam o nosso património, nós não rescindimos.

Quando andámos pelo 12º lugar no campeonato, nós não rescindimos.

Quando um bando de terroristas invadiu e feriu o coração do nosso clube, nós não rescindimos.

Quando a AG destitutiva foi posta em causa, nós não rescindimos.

Quando alguém se lembrou de criar uma Comissão Transitória, nós não rescindimos.

Quando CD e MAG desataram a "brincar às casinhas", nós não rescindimos.

Quando os nossos melhores jogadores sairam alegando justa causa, nós não rescindimos.

 

Eu não rescindi, nós não rescindimos. Uma vasta maioria de sócios e adeptos do Sporting, permanentemente lesados na correspondência do amor que nutrem pelo clube, nunca rescindiram a sua ligação ao Sporting. Muitas vezes com esforço pessoal e financeiro. Estes sim são notáveis, dignos de aplauso, de admiração. Tirando os ciclos eleitorais, neles nunca ninguém pensa. São anónimos na sua dedicação, que ao longo dos anos dão tudo e recebem pouco em troca. Não pedem indemnizações a presidentes, a treinadores, a jogadores por gestão danosa das suas expectativas ou lucros cessantes. Antes pelo contrário, tendo toda a causa para virarem as costas ao clube, mantém-se firmes e leais na sua devoção. E lutam, com armas desiguais, ou não, porque nunca se pode subvalorizar o grandioso amor a um clube. Por tudo isto, merecem a glória. Eles são o Sporting! Viva o SPORTING !!!

 

P.S. caros consócios e adeptos do Sporting, acaba de ser anunciada a 9ª rescisão, de Rafael Leão. Vivemos o solstício leonino, o dia mais longo. Nunca mais é dia 15 de Junho...

 

Diferença Sócios / Equipa / Treinador

Depois de terminarem os jogos em Alvalade esta época, há  qualquer coisa de estranho entre aquilo que foram os sócios do Sporting e a sua equipa profissional de futebol liderada por Jorge Jesus.

Assisti a quase todos os jogos e pude verificar uma coisa: os simpatizantes e sócios deram tudo pelo seu clube, pelos seus jogadores, pelo seu clube. Foram presenças constantes nas bancadas, foi um apoio incondicional ao longo de todas as jornadas, foi um acreditar, foi um viver semana a semana sempre naquela forma muito própria de ser sportinguista. Foi um empurrar sempre a equipa para o golo, para a vitória. E do outro lado, havia a mesma correspondência? Não... definitivamente não. Tivemos um treinador cheio de complexos, não quero chamar-lhe medo, mas sem alma, sem garra, defensor de um futebol lateralizado e que pouco a pouco foi incutindo isso nos jogadores (... com pequenas exceções). Enquanto nas bancadas se ouvia aquele bruá... de tentar constantemente  empurrar a equipa para a frente, a bola era quase sempre tocada para o lado... e depois mais para o lado, depois voltava ao outro lado, sempre ao lado.

Não, não era este o futebol que os sócios e todos aqueles que estavam sentados naquelas bancadas queriam. Foi isto que senti, foi isto que vi ao longo desta época. Não sabemos como vai ser o jogo com o Marítimo, mas seja qual for o resultado, os sócios e simpatizantes do Sporting mereciam outra coisa, mereciam no campo e no banco alguém que percebesse e que soubesse o que é ser sócio do Sporting.

Pausa

Adepta desde miúda, sócia desde 2013, aquele ano horrível em que o Sporting mais precisou de nós e da nossa presença. Atónita, não compreendo nada do que se passa. Desconheço as correntes que se movem, os grupinhos, as influências. Sempre vivi o clube de longe, antes a quase 250 km, agora a 150. Continuo longe. Ir a Alvalade sempre foi uma festa, um dia em que todos os problemas se desvaneciam para dar lugar àquela sensação maravilhosa de estar em casa, entre iguais. Sempre foi o meu "ponto de equilíbrio". A aproximação do Estádio empre foi feita com um sorriso (até um bocadinho irritante) na cara, uma felicidade infantil que perdurava pela noite dentro.

Os meus primeiros votos como sócia foram para Bruno de Carvalho. Os meus amigos e conhecidos diziam-me "Mas tu defendes aquele homem? Não vês que ele é louco?" e eu punha outra vez o sorriso irritante na cara e respondia "Vocês sabem lá o que ele fez pelo Sporting. Votei e votarei nele!".

Mas aqui dentro um nó crescia. Não era possível que a instabilidade demonstrada na comunicação com o exterior, a agressividade gratuita, o disparar cegamente em todas as direcções, a falta de sentido de oportunidade, o egocentrismo, fossem produto da mesma cabeça que pôs o clube, estrutural e financeiramente, em ordem, que fez crescer as modalidades, que tornou real o Pavilhão João Rocha, que negociou contratos publicitários e vendas de jogadores sempre com lucro para o Sporting.

Em apenas um ano desceu do céu ao inferno. De uma maioria absolutíssima, confirmada há poucas semanas com um enorme cheque em branco - "Tens razões de queixa? Aqui está a nossa confiança, faz uso dela" - até ao branco dos lenços que ontem se mostraram em Alvalade. E o ridículo supremo daquele episódio das dores nas costas... triste, profundamente triste.

Leio, entretanto, os comentários nas notícias dos jornais, nas redes sociais. Penso que posso estar errada, que ele pode ter razão, que podemos estar a ser injustos. Mas eis que surge novo comunicado. Nova prosa ofensiva, novo disparar em todas as direcções, novo ajuste de contas violento e demonstrativo de um absoluto desnorte. Mesmo que tenha razão, Senhor Presidente, perde-a toda com este comportamento que não posso descrever a não ser como paranóico.

Para bem de todos, retire-se por uns tempos. Aproveite o nascimento da sua filhota e usufrua da licença de paternidade. Aproveitemos todos este tempo para serenar ânimos e reflectir. Daqui a um mês todos - sócios, jogadores, órgãos sociais - estaremos mais calmos e em  condições mais favoráveis para decidir o que é melhor para o que nos une, que é o Sporting. E essa é, de facto, uma união de aço, inquebrável, indissolúvel.

Evitemos as precipitações, as decisões irrevogáveis, as cisões dentro de um clube que é a nossa casa. Cessemos de imediato este combate fraticida em público, que só aproveita a quem precisa de vender jornais e fazer crescer audiências. Sejamos - todos - inteligentes, maduros e responsáveis, em nome de um bem maior do que todos nós: o Sporting Clube de Portugal.

Acima de todos, o Sporting

Uma semana.

Foi o que bastou para que viesse à tona tudo o que de mal está dentro de portas do nosso Sporting.

Surreal ver o presidente Bruno de Carvalho insinuar que há um jogador, sem o nomear, presumimos que seja William ou Rui Patrício, que de forma declarada boicota o trabalho de toda a equipa. Mas soube-o apenas agora? E se não, porque raio continua esse jogador como capitão da equipa?

Surreal ouvir e ler todos os dislates que de forma agora diária Bruno de Carvalho profere, atacando tudo e todos que não o apoiam incondicionalmente, num trajecto que apenas ele julga imaculado.

Surreal como conseguiu dividir adeptos e sócios, numa altura crucial da temporada, a qual ainda pode, e todos o desejamos, culminar com a conquista de mais troféus.

Surreal ouvir o presidente da MAG a anunciar via imprensa que retira o apoio a esta direcção.

Surreal ouvir a resposta desbragada, mais uma entre tantas, de BdC a afirmar que quem vai convocar a AG será ele, para destituir a mesa em funções.

Uma semana. Vemos que afinal toda a união que era proclamada em torno de um projecto, afinal nem pés de barro tinha.

Hoje o que sabemos é que Bruno de Carvalho apenas e só se interessa por aqueles que, acefalamente, o seguem e que nunca por nunca têm a ousadia de o questionar, de dele discordar. Todos os outros são inimigos a quem deve ofender e denegrir.

É inadmissível pensar-se que quem hoje discorda de Bruno de Carvalho seja apelidado de croquete, de querer voltar a entregar o clube a todos aqueles que por aqui andaram e causaram a sua quase destruição.

Há no nosso Sporting muito mais massa crítica do que pelos vistos Bruno de Carvalho pensa.

Somos um clube com adeptos e sócios independentes, que sabem qual o caminho para que o clube cresça, que seja respeitado e que acima de tudo tenha uma postura séria, que respeite todos os outros, adversários ou não. Temos uma história imensa, da qual nos orgulhamos.

Não somos, nunca seremos, apenas uns meros seguidistas de tendências, de espumas do dia e de populismos. Não cedemos a ameaças, nem a chantagens.

Aqui estaremos, sempre, para apoiar quem achemos que deva ser apoiado, nunca deixando de criticar quem ou o que deva ser criticado.

E que nunca haja alguém que pense que o Sporting se resume a dois lados.

Jogo de apresentação aos sócios (adeptos, pois, adeptos é que está certo)

O chamado jogo de apresentação aos sócios (adeptos, eu sei que o que está certo é adeptos, o jogo é para quem gosta do Sporting) vive no meu imaginário há muitos anos. Não conta, bem sei, para nenhuma competição, é cada vez mais uma formalidade, já que com o mercado escancarado até fim de Agosto, nada nos garante que os que ali, no jogo de apresentação, nos são apresentados, fiquem até Maio (ou mesmo Janeiro) no Sporting. 

Pelos anos 90 houve, entre outros, jogos de apresentação com PSV (o meu primeiro como sócia) e Ajax. Lembro-me que neste segundo fiquei até bem depois da hora para pedir um autógrafo ao Rijkaard, e no momento em que me apareceu à frente, teve de ser o meu irmão a avançar de bilhete e caneta, porque petrifiquei. Não sei porquê, nessa idade recolhia autógrafos em Alvalade sem qualquer problema, talvez fosse diferente a aura internacional na altura - era, claro que era. E Rijkaard habitava a parede do meu quarto, num poster do plantel do Milan de 1992/93, que por sua vez vivia no meu coração. Estava perante um semi-deus, portanto.

Nesse tempo, ir ao jogo de apresentação era uma saída à noite para mim. Tinha nervoso miudinho o dia todo, e no estádio sentia que aquele jogo era para mim. Eu, sócia do Sporting, tinha o direito de me ser apresentado o plantel do futebol sénior. E, sorte minha, era o que mais me interessava. Era uma noite diferente, havia a ansiedade de nova época e ao mesmo tempo, a tranquilidade de ver como jogava quem, sem pensar muito no resultado daquele jogo.
Vejo o jogo de apresentação - e não falo de espectáculos de luz e cor, falo do jogo só - como um restinho do futebol que já quase não existe. E cada vez mais quero voltar a esse tempo, em que me conseguia isolar da avalanche de críticas, discussões e lavagens de roupa suja. Em que só o Sporting importava. Há uma solenidade em "jogo de apresentação aos adeptos" que resiste a tanto circo e lixo dos dias que correm. E eu gosto que assim seja. 
Sábado fui lá estar, pois.

Alma de palhaço ou apenas hipocrisia?

As pessoas, em regra, definem-se pelas suas atitudes e pela forma de estar na vida.

Há pessoas que são, ao longo das suas vidas, coerentes  e constantes nas suas opiniões.

Outras há que vão mudando de opinião, consoante as opções de escolha que se lhes oferecem.

Nem umas nem outras deverão ser criticadas. Como diz o Povo, cada um sabe de si e Deus sabe de todos.

Eu confesso que sinto mais simpatia por aqueles que seguem as suas convicções, sejam elas quais forem, de forma clara, ainda que alguém os apelide de ortodoxos.

No quadro das relações entre pessoas, privilegio a tolerância e a liberdade de cada um defender o que achar melhor para si e para o grupo e a sociedade, desde que respeitados os princípios de urbanidade e a observância do cumprimento das Leis da República.

Abomino, contudo, vira-casacas!

Sinto um asco visceral por alguém que por despeito, a mor das vezes, cospe no prato onde lhe deram de comer.

Enojam-me aqueles que se chegam à mesa do orçamento, com o propósito claro de se servirem dele em proveito próprio.

A sensação de vómito é então enorme para com aqueles que não conseguindo os seus intentos, destilam veneno por todos os poros, de forma abjecta.

 

Nunca os apelidarei de palhaços! Apenas e só por respeito a uma profissão tão nobre quanto aquela.

 

Há 70 anos.

 

1944 ou 45. Nessa altura não havia televisão para ver jogos - mas ouviam-se relatos na "rádio telefonia". E lia-se o jornal Stadium que trazia reportagens fotográficas das "entusiasmantes partidas".

E o entusiasmo era tanto que mesmo a 300Km de distância, havia sócios dos clubes. Sócios correspondentes.

E neste caso, pai de peixe sabe nadar.

pai scp.jpg

 

Da bilheteira ou de como estou tão confusa

E não é para menos, palavrinhadonra. Sábado joga o Sporting e este é o jogo em que sócias e adeptas têm bilhetes a preços mais apelativos para qualquer lugar no estádio. Eu e a Célia fomos tratar do assunto à bilheteira, ontem ao fim do dia.

A Célia não tinha o cartão com ela, mas tinha o número de sócia e "tem o cartão do cidadão consigo?" Tinha sim, e então tudo bem. Ok, vamos para uma central que este jogo é igual para todas.

Eu tenho gamebox, e noutros jogos posso mudar de lugar, pagando a diferença para a bancada que quero. Tudo certo. No jogo onde o preço é igual para todas as mulheres... também. Como?! Todas pagam o mesmo a menos que tenham gamebox? Não me pareceu lógico, mas revimos os preços para não ser drástico. Vamos para uma superior então. Cá embaixo.

Momento da compra para mim é o que se segue. A senhora introduz o meu número de sócia, e a epifania dá-se: "Ah, mas é sócio mulher!". Fico muito baralhada com estas coisas. Então eu achei que de olhar para mim, e me estar a tratar por "senhora" desde o início, a senhora já tinha percebido. Afinal não, o cartão e o sistema é que sabem. Sim, sou sócio-mulher, dá para uma central de borla, como eu achei, libertando o meu lugar habitual? Dá pois, vamos a isso!

Obstáculo seguinte: "sócio B efectivo não pode vir cá para baixo". Mau, afinal não era igual para todas as sócias em todos os lugares do estádio? Aparentemente não - desta parte ainda vou saber -, vamos para uma central lá para cima então.

Entretanto não vamos nada, vamos para a central, na bancada A que somos mulheres com M, a quem toda esta trapalhice de bilheteira só deu para rir e pensar que a fila nos rogava pragas.

Menos 100 mil

É possível com artimanhas estatísticas enganar muita gente, principalmente os que querem ser enganados.

O dever de questionar e a vontade de querer perceber melhor as coisas cabe a cada um.

Muito são aqueles que, por opção, preferem viver no engano.

Para esses, aqui fica esta notícia.

 

P.s. Um dia destes ainda vai haver explicação para as "vendas" dos € 15 milhões...

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