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És a nossa Fé!

Vinte e seis

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O FC Porto, neste campeonato, já perdeu 26 pontos em 28 jogos. Dezassete dos quais frente a emblemas que se arriscam quase sempre a descer de divisão.

Perdeu seis contra o Estoril. Perdeu cinco com o Arouca. Perdeu dois com o Boavista. Perdeu dois com o Gil Vicente. Perdeu dois com o Rio Ave.

Ontem voltou a ir ao tapete. Na própria casa, que tem nome de bicho mitológico, inexistente. Perdeu (1-2) contra o brioso e combativo V. Guimarães. Pepe, de cabeça perdida, foi expulso. Mais uma vez. Galeno marcou na baliza errada.

Vale a pena sublinhar: estas derrotas ocorreram contra equipas com orçamentos incomparavelmente inferiores ao da agremiação azul-e-branca, cujo plantel actual está avaliado em 97,5 milhões de euros.

 

Tanto milhão, confirma-se agora, não chega para as encomendas.

«De mal a pior», titulou o SAPO Desporto, numa feliz síntese do que ontem se passou no estádio portista. Só com meia casa e vaias aos jogadores vindas das bancadas.

Foi a sexta derrota sofrida pelo FCP neste campeonato. Já cumpriu oito desafios sem marcar um só golo. No conjunto das provas, soma onze derrotas.

Além disso é hoje o segundo clube da Liga com mais jogadores punidos com cartões vermelhos - o que diz tudo sobre a "cultura desportiva" ali reinante.

 

Com tudo isto, o clube de Fernando Madureira e Manuel Serrão despediu-se em Março da corrida ao título: não lhe resta a menor hipótese de lá chegar. Nem terá acesso à Champions da próxima época: a distância que o separa do líder Sporting é de 13 pontos e vê até o segundo classificado já com mais nove pontos quando restam seis desafios por disputar. Aliás deve acautelar-se ao máximo com Braga e Vitória, que lhe mordem os calcanhares - agora ambos apenas dois pontos abaixo do FCP.

Ao menor descuido, tombará para o quinto lugar.

 

Em suma: esta é a pior época de sempre de Sérgio Conceição, que em breve fará as malas e partirá de vez.

Provavelmente não será a única despedida do ano lá na freguesia da Campanhã. Como o futuro próximo vai demonstrar.

 

ADENDA: Os adeptos do FCP devem ter adorado ver sair das Antas, à borla, jogadores como estes: Brahimi, Herrera, Aboubakar, Mbemba, Nakajima, Marega, Manafá, Uribe... O mesmo irá acontecer com Taremi. Outro exemplo da "excepcional" gestão do idoso jacaré.

 

ADENDA 2: Após a primeira jornada do campeonato, escrevi isto: «O FCP tem a pior equipa da última década, com uma defesa catastrófica. Os centrais somam 76 anos de idade: Pepe + Marcano. Pepê, como lateral improvisado, é peixe fora de água. Na posição de médio defensivo, nota-se imenso a falta do Uribe, que saiu de borla. Além de que Taremi já está com a cabeça na Premier League.» Os factos dão-me razão.

Fazemos as contas em Maio

"A sensação que fico é que perdemos três pontos. Por tudo o que foi o ambiente, os festejos, somos uma equipa forte. Parece que o campeonato ficou decidido hoje. Têm de festejar as vitórias, mas estamos em Dezembro. Fazemos as contas em Maio", afirmou o Conceição depois da derrota em Alvalade por 2-0 em Dezembro.

Ainda não estamos em Maio para fazer as contas, ainda agora começou Abril e o Porto disputa com o Braga e o V.Guimarães o terceiro lugar. Apenas dois pontos os separam.

Temos então nós, Sporting, que ir festejando as vitórias, em Maio é que se fazem as contas. O que é completamente verdade.

Um verdadeiro sábio, este Conceição.

SL

De fiasco em fiasco

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Aquilo lá na Campanhã anda mesmo de cortar à faca. 

As "fabulosas contratações" que o Velho Crocodilo e seus capangas de Palermo do Norte proporcionaram ao treinador serviram para coisa nenhuma. O técnico não quer vê-los nem pintados.

Eis o panorama:

David Carmo - Relegado para a equipa B. Não volta a calçar na turma principal. Em Julho, custou 20 milhões de euros.

Verón - Emprestado ao Cruzeiro, sem utilização regular na equipa. Em Julho de 2022, custou 12,4 milhões de euros.

Nico González - Prepara-se para deixar este mês o FCP após ter sido posto de lado, com apenas 38 minutos de utilização média por jogo. Em Julho, custou 8,4 milhões de euros.

Navarro - Cedido por empréstimo ao Olympiacos com opção de compra após apenas dez jogos e um golo de azul e branco. Em Julho, custou 7 milhões de euros.

 

Assim vão eles, de fiasco em fiasco. Só nestes quatro largaram 47,8 milhões de euros.

Não acertam uma.

Afinal, Sérgio vs. Rúben

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Dum lado o risonho Conceição, recém eliminado no Estoril e recém beneficiado com o Casa Pia. A história repetiu-se, um quarentão a maltratar um casapiano. Pepe só será expulso, num jogo do campeonato português, quando assassinar um colega de profissão, em campo, já faltou mais [ainda vamos ver Pepe com uma pistola, no gramado, dar um tiro em alguém e o árbitro mostrar-lhe amarelo].

Os confrontos, em finais, entre Sérgio e Rúben começaram em Janeiro de 2020, final da Taça da Liga. Rúben 1 vs. Sérgio 0.

No mesmo mês do ano seguinte, meias-finais da Taça da Liga, mais uma derrota do risonho Sérgio, mais um triunfo do aziado Rúben; FC Porto 1 vs. Sporting CP 2.

Estas derrotas, em finais, do risonho com o Sporting não são únicas, como esquecer as finais da Taça da Liga de 2019, 3-1 para o Sporting e da Taça de Portugal do mesmo ano, 5-4 para o leão rampante.

Dia 18, em Alvalade, dum lado Sérgio e um FC Porto habituados a perderem finais com Rúben e com o Sporting, do outro Rúben Amorim e o Sporting habituados a vencerem finais contra o Porto (e as arbitragens) sem ser exaustivo, alguns exemplos:

✓ Taça de Portugal 1978; 2 SCP 1 FCP

✓ Supertaça 1995; 3 SCP 0 FCP

✓ Supertaça 2000; 1 SCP 0 FCP

✓ Supertaça 2007; 1 SCP 0 FCP (com um golo de Izmailov)

✓ Taça de Portugal 2008; 2 SCP 0 FCP (um Ti Ti, uí uí, bis de Tiuí)

✓ Supertaça 2008; 2 SCP 0 FCP (Yannick Djaló a bisar)

Rodrigo Tiuí e Yannick Djaló foram suficientes para derrotar o FC Porto, espero uma ou duas surpresas na segunda-feira, Diogo Abreu no meio campo e Afonso Moreira na ala, por exemplo.

Vamo-nos a eles, como se fosse uma final, afinal é "fácil" ganhar-lhes.

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Um triunfo, três pontos, não peço mais nada.

Uma pergunta

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Imaginam possível nos tempos que correm um jogo assim como a Supertaça de ontem em Aveiro entre o Sporting e o Porto, com o Luís Godinho, depois dum festival de apito com amarelos para todos os gostos, uns mal dados a começar por um originado por mais uma canalhice do Otávio, outros por dar, alertado pelo João Pinheiro, a expulsar o arruaceiro Pepe e depois o Conceição?

Eu não consigo. Nunca aconteceu, e enquanto esta arbitragem APAF se mantiver ao serviço de Porto e Benfica não vai acontecer. 

SL

Sérgio Conceição queria estes três

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Bruno Prata, que tenho visto apontado como simpatizante do FC Porto, revelou quinta-feira, na sua página de opinião do Record, alguns dos motivos que têm levado Sérgio Conceição a exprimir insatisfação cada vez mais pública (e mais vociferante) perante as condições que lhe são propiciadas pela administração das Antas.

Entre esses motivos, destaca-se um relacionado com o Sporting: o técnico portista fez um pedido expresso à SAD azul e branca para contratar três jogadores que acabaram por rumar a Alvalade: Nuno Santos (vindo do Rio Ave), Ugarte (que actuava no Famalicão) e Pedro Gonçalves (também oriundo do Famalicão). Com a agravante, do ponto de vista dele, de Nuno Santos ter feito boa parte da sua formação - seis anos - no FCP.

Pinto da Costa recusou fazer-lhe a vontade e Frederico Varandas não tardou a trazer para o Sporting este excelente trio de jogadores - dois dos quais contribuíram para a conquista do campeonato em 2021. 

Sérgio Conceição ficou com isto sempre atravessado. Cheio de azia, para usar uma expressão a que ele recorre com frequência.

Outro jogador que constava da sua lista e que a administração da SAD igualmente lhe negou foi André Almeida, então no V. Guimarães e entretanto transferido para o Valência.

Deram-lhe David Carmo (20 milhões de euros), que quase ainda não calçou no Dragão, Veron (apenas um projecto de jogador por 10 milhões de euros) e um guarda-redes de que ele não precisava, Samuel Portugal (4 milhões de euros), até agora apenas aproveitado durante 360 minutos.

Bruno Prata conclui que a azia já vem de longe. Dos que constavam da lista do treinador, nas últimas três épocas, apenas chegou Taremi como «único reforço significativo da equipa». Muito pouco para quem tanto queria.

Isto num clube que, desde que Sérgio Conceição assumiu o comando da equipa, encaixou 280 milhões de euros em receitas da Liga dos Campeões e 453 milhões de euros brutos em transferências de jogadores. Nada disto evitou que o passivo portista aumentasse, para impensáveis 481 milhões de euros, e registe agora 178,9 milhões de euros em capital próprio negativo. Quadratura do círculo, mesmo com a UEFA a fiscalizar-lhe de perto as contas.

Sérgio Conceição? Não, obrigado!

Nunca o treinador arruaceiro e batoteiro que apenas ganhou o que ganhou a coberto do sistema mafioso do FCPorto e andou na emboscada e no roubo da carteira ao nosso presidente seria opção para o Sporting Clube de Portugal.

Não interessa qual foi a sua juventude, quantos filhos empregou ou deixou de empregar, mas tudo aquilo que faz questão de representar enquanto treinador do FC Porto é mesmo aquilo que mete nojo e nada tem a ver com o Sporting Clube de Portugal.

Se anda a queixar-se dos Carmos ou dos Portugais que lhe dão a engolir, que se queixe também dos Pinheiros e dos Soares Dias que sem eles não era nada, nem falando daquele senhor baixinho que se senta ao lado dele no banco e apenas serve para ameaçar os árbitros sobre as consequências que vão ter se não embarcarem nas palhaçadas do Otávio e do Taremi. 

Não anda satisfeito no Porto? Os super dragões assaltam o carro para bater no filho que ele lá meteu? Paciência.

Que vá para longe, para a Arábia ou para a Malásia, mas para o Sporting, NUNCA!!!

SL

Palhaço, javardo, imbecil

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Francisco Seixas da Costa, reconhecido adepto do Sporting, acaba de ser condenado por ter escrito em 2019, numa rede social, um vocábulo visando o treinador do FC Porto. Sérgio Conceição sentiu-se difamado, tendo accionado um processo contra o embaixador para efeitos de reparação na justiça civil. 

A condenação foi tornada pública no Tribunal do Portoque deu como provado o delito de difamação agravada, condenando agora o antigo secretário de Estado dos Assuntos Europeus a uma reparação ao técnico portista em forma de multa. 

 

Tomo conhecimento da notícia com preocupação. Por concluir que configura um recuo da liberdade de expressão em Portugal.

À luz da lógica perfilhada pela juíza do Porto, vários textos já publicados neste blogue estariam eventualmente sujeitos a condenação: o técnico que se sentiu difamado por Seixas da Costa já terá sido aqui contemplado com expressões tão ou mais duras.

E o que dizer do presidente da Câmara Municipal da Cidade Invicta, Rui Moreira, que sendo em simultâneo membro do Conselho Superior do FC Porto, brindou há poucos dias um jornalista da Sport TV com a elegantíssima expressão «perfeito imbecil»?

Será mais benigna do que «javardo»?

 

A sentença que condena Seixas da Costa não transitou em julgado: seguirá para apreciação em recurso. Onde - estou convicto - vai imperar a jurisprudência que vigora, em larga medida, nos nossos tribunais.

Recordo que em Maio de 2013 um notório adepto portista, Miguel Sousa Tavares, chamou «palhaço» a Cavaco Silva, à época Presidente da República. Fê-lo em afirmação reproduzida em letras garrafais, na manchete dum jornal diário. Dias depois deixou claro que não tencionava pedir desculpa por tal frase.

O processo nem chegou a prosseguir: foi arquivado à nascença pelo Ministério Público.

 

Há também jurisprudência estabelecida neste domínio no Tribunal Europeu dos Direitos do Homem. Que tem sancionado o Estado português por sentenças judiciais que vêm comprimindo a liberdade de expressão entre nós. Foi o que se verificou aquiaqui, aqui e aqui - só a título de exemplo.

Tudo isto, que ultrapassa em larga medida a questão clubística ou o universo do futebol, justifica atenção. Pela minha parte, assim o farei. Fica prometido.

Adversários sim, compradores de árbitros não

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Subscrevo todas as palavras do meu colega/camarada (e mais que isso da pessoa que há mais de dez anos me convidou para escrever neste "blog") Pedro Correia, estão no postal abaixo, é só ler.

Posto isto, quando somos coniventes e Sérgio Conceição é conivente, concorda com os métodos de Pinto da Costa, colocamo-nos a jeito.

Sérgio Conceição e Pinto da Costa sabem como venceram o campeonato passado, toda a gente sabe.

Não há declarações do treinador a demarcar-se dos métodos para atingir os resultados.

Nesta jornada, nos jogos entre Estoril e Porto e entre Boavista e Sporting estão nomeados todos os "pesos pesados" Godinho e Soares Dias para ajudar o Porto, João Pinheiro para prejudicar o Sporting.

Está tudo encaminhado.

As pedras que atingiram o automóvel de Sérgio Conceição (um acto condenável) mais que uma condenação aos 0-4, que são um resultado normal, para a qualidade futebolística do FC Porto, são uma condenação à forma ilegal como, internamente, o FC Porto vai disfarçando a mediocridade.

Comparemos o desempenho dos dois clubes em jogos arbitrados por juízes não portugueses:

FC Porto: Dois jogos, duas derrotas, zero pontos, seis golos sofridos, um marcado.

Sporting: Dois jogos, duas vitórias, seis pontos, cinco golos marcados, zero sofridos.

Adversários sim, inimigos não

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Como sempre digo, e repetirei as vezes que forem necessárias, em futebol há adversários mas não inimigos.

Daí manifestar a minha solidariedade ao treinador do FCP, Sérgio Conceição, e aos elementos da sua família que há dias viram a viatura em que seguiam danificada por um bando de covardes munidos de calhaus. 

Para não variar, na conferência de imprensa destinada a antever o Boavista-Sporting, Rúben Amorim esteve impecável ao comentar o acto de violência cometido pelos tais grunhos. 

«Quero mandar-lhe um grande abraço, e já o fiz. Não somos propriamente amigos, mas basta olhar para ele. Dá tudo pelo clube e merecia mais. Deve ser muito doloroso a família levar com pedras porque perdeu um jogo. As autoridades têm de fazer alguma coisa», declarou o treinador leonino.

Subscrevo e aplaudo.

Competente incompetência!

Um amigo adepto portista escreveu hoje numa rede social “… Sérgio Conceição é o treinador português mais competente do nosso campeonato…”

Estive assim (juntem o indicador e o polegar!!!) de dar uma resposta a preceito. Mas depois pensei que o melhor seria ele manter-se longe da verdade pois provavelmente lidaria mal com esta.

Mas a ideia pespegada sem dó nem piedade fez o seu buraco na minhas meninges, qual verruma, e assim deu-me para escrever sobre o treinador do Porto e respectivas competências.

Dito assim de uma maneira mais simplista acrescento que a competência de SC está na razão inversa dos árbitros lusos. Por outras palavras, se não fosse a incompetência destes provavelmente o FCPorto estaria com menos alguns pontos no seu bornal. E Sérgio sem grande margem para sorrir nem para ser elogiado!

Todos os fins de semana há casos nos jogos do Porto. Todos! E normalmente decididos a favor do líder da classificação. Cartões icterícios ou rubros por mostrar, faltas duras por assinalar e a cereja no topo do bolo, faltas cometidas pelos próprios jogadores portistas, mas atribuídas aos adversários.

Todavia não quero com isto dizer que todos os nossos árbitros sejam assim tão incompetentes. Bem pelo contrário… Considero que a arbitragem portuguesa é deveras competente (quiçá demais)… na sua incompetência.

Ou será que não é incompetência?

De protocolo a Porto ao colo

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Dantes só havia um Portador de Alegrias, agora existem mais dois, Sérgio Conceição e Pepe.

Ontem o português com duplo P, extravasava tanta alegria que lhe subiu à cabeça.

O mais velho distraiu-se do jogo, catrapiscava uma mademoiselle.

O furibundo manteve-se calado, interiormente, injuriava o protocolo.

O melhor é ficarmos com as palavras do nosso leitor Francisco Gonçalves:

Ontem, embora não sendo habitual, naquele horário, tive tempo para ir espreitando o jogo que opôs o clube das antas ao Olympique Lyonnais. Confesso que não sigo muito de perto o campeonato francês, não obstante, na época em curso, ter um interesse particular chamado Nuno Mendes. Sabia que o Lyon não está a fazer um grande campeonato, mas nem sequer sabia que está em 9º lugar.
Jogando em casa e sendo uma equipa auto-intitulada “de Champions” – adoro estes títulos que os fruteiros, desculpe, os tripeiros, dão à coletividade! -, as minhas suspeitas eram de que o clube das antas passeasse o seu estatuto, face a uma equipa do meio da tabela do campeonato francês. Afinal, não.

Logo, no primeiro minuto, o caceteiro-mor da nossa Liga percebeu que a testa dos rapazes que chegaram de França não é tão vulnerável como aquelas que costuma encontrar na 1ª Liga. E se o caceteiro não regressou dos balneários, após o intervalo, Lucas Paquetá regressou todo fresco e ainda a tempo de marcar o golo que decidiu o jogo. Como parênteses, espero, muito honestamente, que Pepe melhore rapidamente, porque uma coisa é desejar-lhe fracassos desportivos, outra coisa seria desejar-lhe qualquer mal físico.

O Lyon foi, sempre, muito superior ao clube das antas, o que não deixa de causar alguma perplexidade, dada a categoria do conjunto portista reconhecida por todo o conselho de Arbitragem e comentadores especialistas de arbitragem, cá do burgo.

Então, o que falhou ontem? Falhou, tão-somente, um aspeto: a equipa de arbitragem e o VAR não têm qualquer pastelaria, no Porto, nem têm qualquer talho, na zona de Braga.

O jogo protagonizado pelo clube das antas foi igual a tantos outros: Evanilson simula penálti; Taremi simula penálti; Pepê simula penálti; Diogo Costa falha duas abordagens à bola e simula ter sido carregado; Otávio distribui fruta por tudo que é adversário e discute todos os lances com o árbitro. Nada de anormal, não fora o jogo não ser da Liga portuguesa.

No banco de suplentes, a coisa foi ligeiramente diferente: não exisitiram aqueles saltos do staff dos portistas – treinador, adjuntos, diretor desportivo, médico, enfermeiro, roupeiro e jogadores suplentes -, face a decisões de arbitragem de que não gostam e que, invariavelmente, os conduz para dentro do retângulo de jogo. Também a atividade dos funcionários das empresas de publicidade foi mais comedido. Quem tem cu, tem medo e a UEFA não é, exatamente, o conselho de Disciplina cá do burgo, nem o Conselho de arbitragem.

No final do jogo, em declarações à imprensa, Sérgio Conceição foi, mais uma vez, fabuloso. Disse o cavalheiro que o protocolo diz que o VAR não deveria ter intervindo, na reversão do penálti. Pois claro que não, era o que mais faltava. Ainda, recentemente, em Moreira de Cónegos, o VAR interveio – mal, diga-se! -, para reverter um penálti contra o clube das antas e a expulsão de Uribe. Mas, aí, claro, não foi o protocolo, foi o “porto ao colo”.

comentário aqui

Sérgio e Rúben

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1

Desde a chegada de Sérgio Conceição ao FC Porto, em Junho de 2017, disputaram-se 13 títulos.

Distribuição desses títulos:

Sporting Clube de Portugal 6 (Campeonato 2021, Taça de Portugal 2019, Taça da Liga 2018, Taça da Liga 2020, Taça da Liga 2021, Taça da Liga 2022)

Futebol Clube do Porto 3 (Campeonato 2018, Campeonato 2020, Taça de Portugal 2020)

Sporting Clube de Braga 2 (Taça de Portugal 2021, Taça da Liga 2020)

Sport Lisboa e Benfica 1 (Campeonato 2019)

Clube Desportivo das Aves 1 (Taça de Portugal 2018)

 

2

Facto:

Conceição disputou 13 títulos desde que chegou ao Dragão.

Venceu três, perdeu dez.

Percentagem vitoriosa: 23%.

Facto:

Amorim disputou quatro títulos desde que chegou a Alvalade.

Venceu três, perdeu um.

Percentagem vitoriosa: 75%.

 

3

Balanço provisório da época:

- O FC Porto fez até agora 33 jogos, tendo obtido vitórias em 75% desses encontros.

- O Sporting já cumpriu 36 desafios - mais três do que o FCP pois disputou a Supertaça e as duas partidas da fase final da Taça da Liga. Sagrou-se vencedor em 80% desses jogos.

 

4

Alguns outros dados factuais:

  • O Benfica nada vence há quase três anos.
  • O Braga ultrapassa o Benfica.
  • O extinto Clube Desportivo das Aves está ao nível do Benfica.
  • O FC Porto ainda não rompeu o hímen na Taça da Liga, como diria o jornal A Bola: permanece virgem.
  • O FC Porto tem metade dos títulos do Sporting, num honroso mas distante segundo lugar.

Seis a zero

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Sérgio Conceição, que há uns anos se proclamava sportinguista e teve o filho Francisco inscrito entre 2011 e 2017 na Academia de Alcochete, parece alimentar agora uma azia muito especial face ao nosso emblema que também já foi o dele enquanto adepto.

Durante algum tempo fui incapaz de entender porquê.

Mas já houve quem me esclarecesse: nos últimos anos o Sporting venceu seis confrontos directos com Conceição, cinco deles garantindo-nos títulos. Havendo do nosso lado quatro treinadores diferentes: Marco Silva (Taça de Portugal 2015, estava ele ainda no Braga), Jorge Jesus (meias-finais da Taça de Portugal 2018Taça da Liga 2018, derrotando o FCP na meia-final), Marcel Keizer (Taça de Portugal 2019 e Taça da Liga 2019) e Rúben Amorim (Taça da Liga 2021, derrotando o FCP na meia-final).

Está explicado.

JogoAJogo

Para sofrer já me chegou o jogo de sexta-feira em Ponta Delgada e francamente liguei pouco ou nada ao de ontem, aqui bem perto. 

Diz aqui o colega Pedro, e muito bem, o que ficou a vista de todos, até o Duarte Gomes tem de recorrer à metafísica para negar o óbvio, parece que o árbitro ajudou e o Luis Díaz decidiu, mas isso é a normalidade deste futebol que temos.

Em Alvalade não foi assim que o Porto saiu de lá com um ponto e o Conceição sem conseguir disfarçar o alívio?

Anormal só mesmo desta vez o Estoril ter ido a jogo, noutros anos pagavam-se uns atrasados e era tudo à maneira. Como aquela célebre segunda parte em que eram 21 dum lado e o Renan do outro.

Se noutros tempos havia corrupção, intimidação, doping às claras (vide Casagrande), árbitros e alguns clubes no bolso, agora é tudo indústria do futebol, tudo limpinho, limpinho, limpinho...

Mesmo acreditando que, como diz o nosso presidente, "um bandido será sempre um bandido"...

Para aqueles que gostariam de ver Conceição a treinar o Sporting, e a nossa equipa a jogar com toda aquela "atitude", não se esqueçam também do resto...

É que, doutra forma, se agora temos metade da equipa amarelada no primeiro tempo e acabamos com 10, chegaríamos ao fim com 7 ou 8...

Vamos com calma, jogo a jogo, deixemos as comparações com a época passada que não servem para nada mesmo, mas sempre recordando que o treinador que mais perdeu títulos e taças com o Sporting foi... esse mesmo... Conceição... parece que quando vê o verde e branco fica como o diabo quando vê a cruz...

 

#JogoAJogo

SL

Se o Sporting ganhar ninguém fica chateado

Foi o que disse Sérgio Conceição. É mesmo disso que se trata: para quê ficar chateado quando se perde contra um grande clube como o Sporting Clube de Portugal? Até porque, para ele, já é um hábito, um bom hábito.

Não vale a pena mesmo chatear-se.

 

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Nos últimos tempos foram:

1. 2014/2015:

Taça de Portugal, Sporting 2 - Braga 2 (resolvido nas penalidades) com Sérgio Conceição do outro lado

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2. 2017/2018:

Taça da Liga, Sporting 0 - Porto 0 (resolvido nas penalidades) na meia-final, com Sérgio Conceição do outro lado

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3. 2018/2019:

Taça da Liga, Sporting 1 - Porto 1 (resolvido nas penalidades), com Sérgio Conceição do outro lado

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4. 2018/2019:

Taça de Portugal, Sporting 2 - Porto 2 (resolvido nas penalidades), com Sérgio Conceição do outro lado

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5. 2020/2021:

Taça da Liga, com Sporting 2 - Porto 1 na meia-final, com Sérgio Conceição do outro lado

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6. 2020/2021:

Campeão Nacional com 5 pontos de vantagem, depois de dois empates nos clássicos, ainda com Sérgio Conceição do outro lado

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Foi realmente com a maior preocupação que vi as notícias que o nosso (há quem diga que é do Sporting) Sérgio Conceição ia trocar o doce futebol português onde pode fazer o que quer e o que lhe apetece por um sonho italiano onde ia ser frequentemente ser posto ao ridículo e pagar bom preço pelas atitudes que toma.

Por isso esteve muito bem Pinto da Costa em renovar-lhe o contrato e dar-lhe carta azul para varrer lá do clube quem lhe morde os calcanhares. O Sérgio não pode sair para Itália de maneira nenhuma, está muito bem no futebol português, há muitos lances para o fazer berrar, muitos árbitros para pressionar, muitos ex-jogadores para penáltis e autogolos, e muitas taças e campeonatos com o Sporting para perder. E não ficar chateado.

 

#NãoHá6Sem7

 

PS: São tantos os penáltis durante a época que nem se lembra de os treinar para os clássicos com o Sporting? Ou são apenas os nervos do chefe a vir ao de cima no momento crítico?

SL

E agora, José ?

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Têm sido tantos anos de frustações, tantos anos de roubos descarados no campo e fora dele, tantos anos de escorreganços fatais em momentos críticos, que ainda me custa acreditar no que aconteceu nesta última jornada, como conseguimos ganhar um jogo que um árbitro bem cedo tinha condenado ao insucesso, como o Porto conseguiu empatar o jogo seguinte depois de não sei quantos mergulhos na grande área adversária.

Por muito que a providência divina tenha ajudado a este desfecho, não há dúvida que muito disto se deve à conjunção de alguns factores a que tenho por diversas vezes chamado a atenção:

 

1. Rúben Amorim. Por muito que se critique os "passes para trás e para os lados" e a falta de "futebol ofensivo", este Sporting de Amorim é uma equipa extraordinariamente competente e difícil de vencer. A ideia de construir toda uma gestão do plantel à volta dum sistema táctico 3-4-3 que se altera conforme os jogadores que vão assumindo cada posição, e onde cada um tem capacidade para assumir várias posições, é completamente inovadora no panorama futebolístico português e tem sido determinante na extraordinária carreira duma equipa e dum plantel bem mais fraco que os dos rivais.

A prova disso foi como a equipa soube, com um jogador a menos e sem substituições, recompor-se dentro do campo, com jogadores a assumirem papéis diferentes daqueles que tinham sido programados, e como na segunda parte cada substituição foi melhorando a equipa e tornando mais clara a luz ao fundo do túnel. E a luz veio sob a forma dum golo tirado a papel químico daquele da Taça da Liga.

Quando pensarem em criticar o Rúben pensem apenas no seguinte. Imaginem o que seria esta equipa reforçada pelos melhores que passaram por Alvalade nos últimos anos. E no que seria esta equipa comandada por algum dos outros treinadores que por aqui passaram nos últimos tempos também. 

 

2. David Elleray. Desde que este senhor apareceu por aqui, impondo a sua autoridade técnica e a sua posição importante na arbitagem europeia, a nossa arbitragem teve de arrepiar caminho e aproximar-se dos padrões europeus, onde se entende que o futebol é um jogo de contacto, onde é crucial distinguir entre jogo duro e violento, e as simulações e os mergulhos na grande área adversária não são apreciados.

Ao contrário do que foram dizendo os medíocres e nalguns casos ressabiados ex-árbitros promovidos a comentadores, esteve muito bem Hugo Miguel em Faro, como esteve em Moreira de Cónegos, e merece muito mais estar na grande roda europeia que o artista de circo Artur Soares Dias. Oxalá consiga. 

 

3. Sérgio Conceição. O Sporting tem a sorte imensa de contar com este descontrolado nosso adepto (dizem que sim) à frente da equipa adversária. Já foram duas Taças de Portugal, duas Taças da Liga e desconfio que a coisa não vai ficar por aqui. Sempre a tentar ganhar na trafulhice, na pressão sobre os árbitros, nos mergulhos na grande área e fora dela, nas emboscadas aos melhores jogadores adversários, como aconteceu com Acuña no Dragão na véspera do jogo do Jamor, pouco ganharia se não tivesse a força "negra" que ainda tem o seu presidente por detrás e os "Rubens Macedos" desta vida a facilitar-lhe a vida.

Incapaz de saber perder, está condenado a fazer figuras patéticas no final do jogo de Moreira de Cónegos. Quando têm de ser os jogadores a segurar o seu treinador, está tudo dito. 

 

Bom, mas isso foi nesta jornada. Tempo de fechar esse capítulo e passar ao seguinte.

E agora, José?

 

O Sporting segue na frente do campeonato com 6 (que na prática são 5) pontos de vantagem sobre o Porto, e 10 pontos sobre o Benfica. Estão por disputar cinco jogos, com um total de 15 pontos. Com 52 golos marcados e 15 sofridos, somos a melhor defesa e o terceiro melhor ataque, neste caso estamos apenas a seis golos do Porto, que lidera.

A próxima jornada é crucial. Nacional, Tondela e Famalicão podem ajudar a decidir muita coisa. Em caso de vitórias dos três grandes, o Porto terá de decidir se entra na Luz para lutar pelo título ou pelo 2.º lugar. Se calhar vai optar pela segunda hipótese e dar oportunidade ao Benfica para limpar a má época. Com a vitória do Benfica e a nossa em Vila do Conde...

 

E agora, José?

Vamos aproveitar esta oportunidade que de repente se abriu e acelerar para o título?

Vamos morrer ingloriamente na praia, apenas confortados pelo acesso à Champions?

Diz lá, José... 

 

#OndeVaiUmVãoTodos

SL

Se for tudo NORMAL, o Porto é campeão (cont)

Parece realmente que anda por aqui alguma ANORMALIDADE, uma ANORMALIDADE fruto dum treinador arruaceiro e  descontrolado, dum presidente a dar o canto do cisne que não consegue o que dantes conseguia, e dum Sporting que ocupou o lugar que há muito também não conseguia.

ANORMAL é mesmo um VAR anular um golo ao Porto a cair o pano, já não é tanto ANORMAL o labrego treinador do Porto ser expulso,  ANORMAL será mesmo isso ter alguma consequência.

SL

 

Um castigo p'ra mim, um castigo p'ra ti...

Leio hoje num jornal desportivo que o conselho de disciplina não aceitou o recurso de Ruben Amorim/Sporting sobre a expulsão de que foi alvo (vítima) no jogo com o Famalicão.

Ruben Amorim foi expulso quatro vezes. As condições em que aconteceram essas expulsões todos as conhecemos. Foi castigado num total de 36 dias de suspensão.

Por outro lado, temos o delicado e simpático Sérgio Conceição, que já alcançou a oitava expulsão. Por ter sido um paz de alma nestas e noutras ocasiões, nomeadamente quando se pegou com Paulo Sérgio, em Portimão, Ceição foi barbaramente castigado com 23 dias de suspensão. 

Como se poderá facilmente constatar, há um diferencial de 13 dias entre ambos, em desfavor de Amorim.

Pelos vistos os senhores árbitros gostam de ser enviados alegremente "para o caralho" e que os mandem "levar no cú", mas curiosamente não gostam que lhes digam que "conseguiste o que querias" (alegadamente). Ou seja, percebemos que afinal o conselho de disciplina(?) acha que os árbitros não conseguem o que querem durante um jogo, que se julgará ser um juiz justo e obter uma boa prestação e que por isso há que os mandar "para o caralho" e "levar no cú", com a vantagem de o fazerem por interposta pessoa e estarem livres dos castigos e das multas.

Ou isto, ou há uma gritante dualidade de critérios, mas isto posso ser eu a ser desconfiado...

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