Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

És a nossa Fé!

O cai nelas

 

O meu pai, que está bem melhor, muito obrigado a quem me endereçou desejos de restabelecimento, costuma utilizar uma frase que define bem o que hoje aconteceu com Jesus. O Derrotas lançou-lhe um isco e Jesus fisgou-o sem pestanejar. Como diria o meu pai, um cai nelas, o mesmo que "anjinho".

Ou então não e o nosso treinador quis jogar mesmo para o empate, o que convenhamos foi uma jogada de risco. Porque nada está garantido e há ainda uma vitória para conseguir na madeira.

Dos jogadores se ocupará o Pedro Azevedo, mas não poderei deixar de dizer duas ou três coisinhas: Bas Dost tem definitivamente de querer deixar de ser o bom samaritano, Gelson está "nas lonas" e Acuña deveria ter entrado de início, não tivesse Jesus caído na esparrela do ceboladas.

Do jogo se ocupará o Pedro Correia, mas não deixarei de dizer que não gostei da forma como os nossos jogaram, desgarrados, sem concentração, principalmente na primeira metade.

Também não gostei do Xistra, que deixou passar em claro um penalti sobre Mathieu, e outro sobre o Dost, ali mesmo à minha frente (cometidos, ambos os dois por um tipo que nem sequer devia estar em jogo, Ruben Dias) e não se coibiu de apitar sempre que era contra nós e se esqueceu bastas vezes de o fazer quando era contra os outros. E o sonso do Derrotas, na entevista rápida ainda vem dizer que foi prejudicado. Ranhoso!

Uma nota final para Bruno Fernandes, que até a "ceifar" adversários tem classe...

Solidariedade com Rui Vitória

Permitam-me que, neste espaço, manifeste a minha solidariedade ao treinador Rui Vitória perante as públicas acusações de incoerência, que nestes últimos dias tem sido alvo.

Não o é!

Se há injustiça que lhe possam atribuir são essas, pois incoerente é o que a sua entidade patronal não o deixa ser, aliás toda a sua actuação, como a de qualquer seu colega daquela instituição, pauta-se por uma extrema coerência, naquilo que às arbitragens diz respeito:

- calado quando beneficiado, a maior parte do tempo;

- falar com, putativa, voz grossa quando os árbitros não beneficiam aquela instituição.

Quanto à acusação de papaguear o que lhe mandam dizer, que também lhe têm feito, manifesto igualmente a minha solidariedade, dizendo que estas críticas são injustas, pois papagaios, como disse o presidente da instituição onde trabalha, sempre aí existiram.

Verdade ou especulação?

(Fonte da imagem: http://www.maisfutebol.iol.pt)

 

Este post vai irritar solenemente os benfiquistas, e eu percebo porquê. É sobre uma teoria baseada numa sensação que eu tenho há muito tempo e que não pode ser provada para já, só suportada por indícios. Por isso, tanto pode ser verdadeira, como uma racionalização criada por mim para diminuir a frustração que eu senti na época de 2015-2016 (antes de encherem a caixa de comentários com palavras daquelas mesmo desagradáveis, lembrem-se desta frase).

Parece claro que Luís Filipe Vieira e Jorge Mendes quiseram, no fim da época 2014-2015, colocar Jorge Jesus no estrangeiro, e ficaram surpreendidos e não muito contentes quando ele assinou pelo Sporting: http://www.sabado.pt/desporto/futebol/detalhe/os-bastidores-da-mudanca-de-jesus-do-benfica-para-o-sporting.

Em seis épocas no Benfica, Jorge Jesus foi campeão em três, ficou em 2º em três (uma muito má, a 21 pontos do Porto de André Villas-Boas, outra média, a 6 pontos do Porto, e outra boa, a 1 ponto do Porto), chegou aos quartos-de-final, meias finais e duas vezes à final da Liga Europa, fase de grupos e quartos-de-final da Liga dos Campeões, e ganhou 1 Supertaça, 1 Taça de Portugal e 5 Taças da Liga. Mais do que os títulos, o que mais me impressionava no Benfica nesta altura era o sufoco que criava nas outras equipas (temos que confessar que houve equipas do Sporting nesta altura que não era muito difícil sufocar), sem as deixar jogar, e como dominava quase todos os jogos que em que entrava.

Rui Vitória tinha feito um bom trabalho no Paços de Ferreira e no Vitória de Guimarães, mas não parecia haver a certeza, quando assinou pelo Benfica, que tivesse capacidade para treinar um clube grande. Baseado no que eu tenho ouvido e lido (portanto, não há nada de científico nisto, é só uma impressão), os adeptos do Sporting e do Porto há muito tempo que acham que não e os benfiquistas começam a confessar este ano que acham o mesmo há algum tempo.

Depois de perder a supertaça com o Sporting, o Benfica começou o campeonato de 2015-2016 assim (todos os resultados da época aqui: https://www.rtp.pt/noticias/benfica-resultados/e6635/13/2015/0):

  • Jornada 1: Vitória sobre o Estoril, em casa, por 4-0
  • Jornada 2: Derrota com o Arouca, fora, por 1-0
  • Jornada 3: Vitória sobre o Moreirense, em casa, por 3-2
  • Jornada 4: Vitória sobre o Belenenses, em casa, por 6-0
  • Jornada 5: Derrota com o Porto, fora, por 1-0
  • Jornada 6: Vitória sobre o Paços de Ferreira, em casa, por 3-0
  • Jornada 7: Empate com o União da Madeira, fora, 0-0 (este jogo foi adiado e jogado entre as jornadas 13 e 14)
  • Jornada 8: Derrota com o Sporting, em casa, por 3-0

Ou seja, mesmo sendo verdade que a jornada 7 foi jogada fora de tempo, nas primeiras 8 jornadas, o Benfica teve 4 vitórias, 1 empate e 3 derrotas, o que lhe deu, aproximadamente, 54% dos 24 pontos possíveis (13). Imagino que, depois do que se passou com os treinadores no Verão, a 2ª derrota com o Sporting em 2 meses e meio não tenha sido fácil de encaixar.

Não sei o que se passou mas, depois da derrota em casa com o Sporting para o campeonato, tudo mudou. Das 26 jornadas que faltavam jogar, o Benfica perdeu uma, com o Porto, em casa, por 2-1. Até aqui nada de muito estranho. O problema é que, das outras 25 jornadas, o Benfica ganhou todas. Nem um empate (excepto o da 7ª jornada, que foi jogado nesta altura). Ou seja, da jornada 9 à jornada 34, o Benfica conseguiu, aproximadamente, 96% dos 78 pontos possíveis (75). E isto, para um sportinguista que via o Sporting a jogar um futebol muito bom, com o que já era o seu treinador preferido, foi não só frustrante, mas muito surpreendente. O Sporting bateu o recorde de pontos do campeonato nacional neste ano, mas o Benfica bateu este recorde criado pelo Sporting.

Não vale a pena falar sobre arbitragens em jogos deste ano, porque, sem um painel de especialistas independente, já sei que as opiniões mudam completamente conforme o clube de que se é adepto. Eu tenho a minha opinião sobre alguns jogos deste ano, mas não interessa para aqui. O que me chamou a atenção foi uma das poucas afirmações que o Francisco J. Marques fez no seu programa do Porto Canal, sem mostrar nenhum documento que a suportasse: "J. Marques aconselhou os presidentes dos clubes que vão defrontar o Benfica “a não permitirem a aproximação dos seus jogadores de nenhum César”, deixando uma ameaça: “Se os Césares ficarem longe dos jogadores, não há necessidade de próximos capítulos”." (tirado daqui: http://www.sabado.pt/ultima-hora/detalhe/empresario-pede-explicacoes-a-diretor-de-comunicacao-do-fc-porto).

Tudo isto me veio à cabeça depois de ver esta notícia:

http://www.cmjornal.pt/desporto/futebol/detalhe/jogo-entre-rio-ave-e-benfica-investigado-pela-pj-no-caso-de-viciacao-de-resultados-acompanhe-em-permanencia-na-cmtv?ref=HP_Destaque.

A notícia diz que o jogo, do campeonato de 2015-2016, Rio Ave - Benfica, que o Benfica ganhou por 1-0 (o vídeo do jogo está aqui:

https://www.vsports.pt/vod/30796/m/191801/abola/17ad5313f3bef75bb3027fa21f8d9fdf), está a ser investigado por suspeitas de pagamentos, por parte de empresários ligados ao Benfica, a jogadores do Rio Ave, para facilitarem a vitória do Benfica.

Eu sei que a fonte é o Correio da Manhã, o que não ajuda muito à credibilidade da notícia, mas entretanto A Bola (http://www.abola.pt/Clubes/Noticias/Ver/708614/40/), o Record (http://www.record.pt/futebol/futebol-nacional/detalhe/jogo-entre-rio-ave-e-benfica-investigado-por-suspeitas-de-viciacao-de-resultado.html) e O Jogo (https://www.ojogo.pt/futebol/noticias/interior/rio-ave-benfica-da-ultima-epoca-estara-a-ser-investigado-pela-pj-9015723.html) já deram a notícia. E, pelo menos para chegadas de jogadores novos, há uma regra: se os três jornais dão a notícia ao mesmo tempo, é porque deve ser verdade.

Resumindo tudo: fiquei muito contente quando o Jorge Jesus veio para o Sporting e tive muita esperança que o Rui Vitória não fosse treinador para o Benfica. A época começou como eu esperava mas, de repente, vi uma anormalidade estatística que nunca tinha visto, numa equipa que não me parecia ser capaz de a causar.

No meio do que se foi sabendo sobre os emails do Benfica, fiquei com a frase do Francisco J. Marques na cabeça. E agora sai esta notícia. Só para lembrar: não há aqui provas de nada, só indícios, e nada garante que jogadores do Rio Ave, ou de outras equipas, tenham mesmo facilitado alguma vitória do Benfica. Mas fica aqui uma teoria (que a minha irritação com esta época pede que seja verdade).

Hoje giro eu - A doutrina de Jesus

Jorge Jesus pode ter alguns defeitos, mas a verdade é que doutrina entre os treinadores portugueses. Andava Rui Vitória desesperado - na indefinição entre o 4-3-3, modelo táctico que lhe tinha dado bons resultados em Guimarães, e o 4-4-2 com alas bem abertos, legado e fórmula de sucesso de JJ nos dois anos anteriores - quando decidiu adoptar (chamemos-lhe assim) a inovação que, entretanto, Jorge Jesus introduzira no Sporting: João Mário na ala, partindo daí para movimentos interiores, criando superioridade numérica no meio-campo. Estávamos em 2015 e o recurso a Pizzi, jogando no corredor direito, viria a valer um campeonato. Antes, colocara Guedes e Gaitán nas alas, na Luz contra o Sporting (Pizzi a "8"), e o resultado tinha sido desastroso...

Ontem, em jogo da Taça da Liga frente ao Braga, Rui Vitória experimentou pela primeira vez este ano o 4-3-3 (os entendidos dirão que é um 4-2-3-1), com Krovinovic a fazer de Bruno Fernandes, mais uma vez replicando tardiamente (em 15/16 ainda foi a tempo) o que JJ vem fazendo desde o início da época. Este detalhe é importante porque RV tinha Gabigol disponível para fazer de Jonas e preferiu metê-lo numa ala. Não será tão fácil, no entanto, este modelo vingar e por uma simples razão: Jonas, o segundo avançado no modelo 4-4-2, é só o melhor jogador do Benfica e por uma larga margem. Assim sendo, como coabitar Jonas neste sistema? A única solução seria abdicar do ponta-de-lança puro (Seferovic ou Jimenez) e deixar Jonas solto na frente, jogando com um meio-campo a 3 formado por Fejsa, Pizzi e Krovinovic, apoiados nas alas por Sálvio e Cervi (ou Zivkovic). Esta solução tem prós e contras. A favor, a idade de Jonas e a necessidade de poupá-lo a uma excessiva deriva por caminhos extenuantes longe da baliza; contra, o facto bem provável de o brasileiro render mais quando não é uma referência fixa na frente. Apesar de tudo, não me admirava nada que Rui Vitória testásse este modelo em Basileia.

Uma coisa é certa: com melhores ou piores resultados, Jesus doutrina. Que continue, mas desta vez de olhos bem abertos, sem soberbas e a dar o devido mérito aos seus jogadores (algo que tem sido uma realidade este ano).

 

image[1].jpg

Não te deslumbres, Rui Vitória


"Se isto fosse fácil não seria para mim." 

10 de Agosto de 2015

 

"Vai jogar uma equipa, que somos nós, contra onze jogadores do Sporting, não sei se será uma equipa."

24 de Outubro de 2015

 

"Na minha lista de prioridades, primeiro estou eu, a minha família, os meus jogadores, o staff do Benfica. E lá para nonagésimo lugar vem o treinador do Sporting, depois de outros ex-colegas meus, das senhoras que nos fazem os pequenos-almoços, de um vendedor de pipocas numa festa onde estive e de um motorista que um dia me levou a Fátima."

15 de Maio de 2016

 

O homem com mais sorte do mundo?

 

 

Será Rui Vitória o homem mais sortudo do mundo? Talvez, mas talvez não seja apenas isso.
Há qualquer coisa no treinador do Benfica de desconcertante. Tem um aspecto entre o simpático e o indiferente, é pouco activo no banco, desinteressante nas conferências de imprensa e nas entrevistas, insosso nas opções e a sua equipa espelha isso mesmo. Desde o ano passado, e a seguir ao choque das primeiras jornadas, que o Benfica joga um futebol feijão frade com atum. Chato, indefinido, maçudo mas de uma eficácia terrível porque no fim lá chega o golo, ou os golos. É como se nos pusessem o feijão frade com atum à frente e por acaso até nos apetecesse comer aquilo.
Sempre que Vitória tenta ir além daquilo que sabe, sempre que “inventa”, dá-se mal. O que podemos dizer é que tem a esperteza de retroceder muito rapidamente, numa conduta defensiva e pouco audaz, mas que é recompensada por vitórias atrás de vitórias atrás de vitórias, com golos fabulosos, golos que é só empurrar, golos que resultam de lances estranhos, golos caídos do céu, auto-golos e golos-golos.
Definir o futebol do Benfica, tri-campeão e principal favorito ao título, é complicado e trabalhoso. Acho que essa é uma das partes que pica JJ, essa falta de afirmação e hubris no modelo, que (para ele JJ) são tão essenciais quanto as vitórias.
Mas Rui Vitória tem algo mais que creio lhe é dado por um agudo sentimento de sobrevivência. Enquanto JJ não tem medo de nada e até tem gosto na vertigem, RV deixa-se estar sossegadinho no seu canto porque sabe que à mínima será posto a andar. Por isso roda guarda-redes (sabe que a administração precisa de vender Ederson ou até Júlio César); por isso aposta em Horta, Nélson, Guedes, José Gomes (porque sabe que Vieira está apaixonado pelo Seixal), por isso vai dando chances a Carrilho (porque sabe que para Vieira o Sporting não se pode ficar a rir), por isso faz avançar Luisão (porque sabe que os fogos se começam a combater com prevenção). RV também já percebeu que o Benfica é um clube grande e influente e que haverá muita decisão de arbitragem dúbia que pingará para o seu lado. Acho que também é por isso que arrisca pouco, como acho que esse é um dos factores que JJ ainda não incorporou, esse de que o espectro Benfica assombra mais a malta de apito que o espectrozinho Sporting.
Vejo aqui muita inteligência emocional no treinador do Benfica, um homem que do meu ponto de vista faz e fez mais pelo clube do que se calhar os adeptos, ocupados a odiar JJ, julgam.
Rui Vitória tem beneficiado de um Porto desorientado (mas que mesmo assim lhe ganhou em casa) e de um Sporting tão excitado tão excitado que atrai para si todo o tipo de atenções, esquecendo-se o próprio Sporting que está longe de ter mesmas as armas do Benfica.  
Mais do que sortudo, RV parece-se ser o mais sensato e ladino homem no futebol português actual. E isso é meritório.

Kill your darlings

Rui Vitória está feito um homem. Pelo menos, visto de longe, certo, era isso que queria dizer. Disse hoje no jornal do Benfica que João Gabriel e Pedro Guerra andam a meter água: que o título resulta do seu "trabalho apuradíssimo" e não dessa coisa de terem todos "dado as mãos". Cuidado. O homem não está apenas a renegar a inspiração evangélica que sopra da catedral: está também a dizer que vai cortar menos as unhas dos pés para se sentir mais alto. Estará o lampianismo messiânico em crise de identidade?

Os pedreiros levantam-se às 6

Estava a acabar de colocar o pacote do vinho na minha lancheira quando ouvi alguém dizer que o Rui Vitória tinha dito qualquer coisa sobre determinado assunto. Eram 6 da manhã. Havia já uma fila de estucadores e pintores ucranianos (todos eles foram médicos e engenheiros no seu país) que esperavam pela sua vez para entrar na casa de banho, e eu tinha de chegar à obra antes das 7. Os outros pedreiros já estavam dentro da carrinha do sub-empreiteiro à minha espera. É uma boa carrinha de 9 lugares onde cabem facilmente 14 pessoas. Não sejamos mal agradecidos. Há meses que o condutor diz isto. Sentei-me como Deus deixou no meio daquela multidão. Meti a lancheira entre as pernas, e comecei a sentir-me ligeiramente queimado com o calor da dobrada do almoço. Aguentei-me: trolha que é trolha, aguenta tudo. Acho que disse isto em voz alta, porque um dos outros gajos grunhiu qualquer coisa como «não se responde quando os rivais estão no chão». Abanei a cabeça, e devo ter dito que sim.

Questões pós-dérbi

1. Isto é tudo um plano para manter o Vitória a treinador do Benfica, não é? E no fim levamos o caneco na mesma, não é?

 

2. Lá vi o Sanches jogar ao vivo pela primeira vez. O tipo é mesmo a fraude que a gente sempre disse que era, não é?

 

3. Quantas bordoadas por jogo pode dar o Sanches sem ver cartão ou ser expulso?

 

4. O Jesus faz aquele número do Teo só para nos chatear, não faz?

 

5. O Bryan Ruiz faz aqueles números em frente à baliza de propósito, não faz?

Dia de Jorge Jesus à luz da comunicação social (e) do benfica.

6h00 – Jorge Jesus acorda. Rui Vitória sente-se indignado por Jorge Jesus acordar a um horário que lembra as temporadas no benfica.

 

7h00 – Jorge Jesus toma o pequeno almoço pondo queijo vitória na torrada, Rui responde dizendo que não admite este tratamento de inferiorização por parte do antecessor.

 

8h00 – Jorge Jesus pega no carro metendo a primeira. Rui Vitória relembra que ainda há muito campeonato pela frente e que antes de sair de casa conseguiu meter mais 5 vezes a primeira do que JJ, esquecendo-se que efectivamente tinha engatado 8 vezes a marcha-atrás.

 

9h00 – Jorge Jesus começa o treino. Chama Gelson e Matheus para acertar pormenores tácticos. Sai capa adicional d’ A Bola, em letras gordas dizendo, Vitória na formação: Renato Sanchez no Man. United por 50 milhões de euros.

 

11h00 – Jorge Jesus dá uma conferência de imprensa falando do estado do campo. Rui Vitória entra atrasado (depois de pagar um bolo rei à equipa) referindo que não entra em jogos psicológicos, e que para batatais ele dará a resposta.

 

13h00 - Jorge Jesus come bifes de cebolada. Rui Vitória sente-se ofendido e denegrido por um colega de trabalho, dizendo que não aceita ser comido de cebolada.

 

15h00 – Jorge Jesus inicia o treino com marcação de penáltis. Rui Vitória dá uma entrevista dizendo que a sua equipa não precisa de penáltis para continuar na corrida do título, que ganham por mérito próprio, sendo exemplo disso a 15º Jornada.

 

17h00 – Jorge Jesus olha para o relógio e sorri. Rui Vitória sente-se desdenhado pelo colega de profissão, uma vez que o sorriso deste relembra-lhe os sete golos sofridos contra o Sporting esta época.

 

18h00 – Jorge Jesus dá o onze titular aos jogadores. Pedro Guerra fala na CMTV dizendo que  ao alinhar com estes jogadores ele, seguramente, está em PÂNICOOO.

 

20h50 – Jorge Jesus enaltece a qualidade do futebol praticado pelo Sporting. Rui Vitória recorda o minuto 70... e Gonçalo Guedes refere que não ganhou a melhor equipa, respondendo assim três vezes à pergunta “qual o seu grau de escolaridade?”.

 

22h00 – Jorge Jesus chega a casa e vai ver os resultados dos jogos do porto e do benfica. Rui Vitória fala em obsessão do treinador do Sporting com o benfica, dizendo que só ele pode ser obcecado pelo benfica, numa obsessão tão obsessiva que chega a ser obsessiva a obsessão que este homem obcecado, tem pelo Jesus.

 

(Qualquer semelhança com ficção é pura realidade.)

{ Blog fundado em 2012. }

Siga o blog por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Pesquisar

 

Arquivo

  1. 2018
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2017
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2016
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2015
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2014
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2013
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2012
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2011
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D