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És a nossa Fé!

Não havia necessidade

 Rui Costa é um péssimo árbitro, creio que ninguém que lê estas linhas terá dúvidas disso, portanto a culpa de Rui Costa continuar a apitar jogos de futebol não é dele, é de quem o deixa continuar de apito em riste.

Posto este considerando, a 90 metros eu vi que houve falta de Acuña sobre um vimaranense. Confesso que àquela distância não posso afiançar que foi fora da área (não sendo agarrão, a falta deve ser marcada onde começa), mas pareceu-me e parece que o meu olho de lince não me enganou. Acresce dizer que o VAR não pode actuar aqui e uma vez que depois deste lance a bola foi recuperada pelo Guimarães e depois perdida para o Sporting, o golo, do ponto de vista do VAR é, como diria o outro, limpinho, limpinho.

Do que eu acho que não havia necessidade, era da reacção dos elementos do banco do Guimarães e até dos jogadores, tão mansinhos uns e outros com outros emblemas. Em bom francês, a diferença entre refilar por lhe meterem um dedo no sim senhor e se deliciar com o braço todo no dito cujo, if you know what I mean...

Também não havia necessidade de nos fazer sofrer quinze minutos no início do jogo, para depois fazer durante quarenta e cinco minutos uma exibição muito consistente, talvez a melhor da época, podendo até ter acontecido uma goleada das antigas, se têm entrado as três ou quatro para golo que o GR do Vitória negou aos nossos rapazes e se a baliza sul tivesse só mais um bocadinho assim de largura e altura e já lá não batiam com estrondo quatro bolas (antigamente a bola teria lá batido quatro vezes, mas agora há mais bolas que jogadores, de modo que é mais correcto dizer que foram quatro bolas... adiante!) que seriam outros tantos golos. Marcaram dois, o primeiro de Raphinha muito bom e o segundo, de P...Filipe, pleno de oportunidade, numa jogada que começou em Renan, passou por Raphinha e este serviu com "açucar" para o compatriota fazer um belo golo, também.

Depois alguém se lembrou que o Porto ontem deixou perder dois pontos "sem jeito nenhum" e o jogo mudou, para pior do ponto de vista exibicional, mas para melhor do ponto de vista da consistência defensiva. Não me lembro de qualquer defesa digna desse nome por parte de Renan e de a defesa perder qualquer lance no "um-para-um". A equipa está hoje melhor do que a que perdeu o jogo em Guimarães e até melhor, apesar de menos entusiasmante, que a equipa dos primeiros jogos de Keiser no banco, porque está mais consistente em todos os sectores, apesar de alguns erros de casting que o holandês teima em convocar, em detrimento dos jovens da formação. Controlou pois o jogo e o resultado de forma superior.

Estivemos lá hoje mais de 40 mil, numa festa bonita que trouxe os núcleos a Alvalade. Por acaso à minha volta os meus vizinhos de bancada foram todos para a praia mas, hoje como ontem, os lugares de época foram e bem contabilizados.

Para terminar, quem diria que ainda podemos, num golpe de sorte é certo, chegar ao segundo lugar?

Rui Costa

Para as considerações técnico-tácticas, outros colegas de blog cá virão dizer de sua justiça. Eu só quero dizer que estou satisfeito com a vitória sobre uma equipa que, salvo erro, deu um baile de bola na Luz e venceu o jogo por 1-3.

Quero também dizer, pela enésima vez, que repudio veementemente os assobios aos nossos durante o decorrer dos jogos. Estão insatisfeitos, demonstrem-no no final, rasguem os cartões que quiserem então.

Mas eu vim aqui apenas com a intenção de mandar para o real cesto da gávea o árbitro desta noite, Rui Costa.

Rui Costa e incompetência são sinónimos. E o VAR, que não recordo quem foi, parafraseando Lobo Antunes, "é outra merda". Quem assinala fora de jogo no lance do golo de Raphinha, ou é cego ou incompetente, ainda p'ra mais com uma dúzia de câmaras à disposição.

O lance de penalti claro sobre Bas Dost, não assinalado (é dentro, é fora?) e que acabou no golo do Moreirense, vem trazer uma nova necessidade para as equipas, para o Sporting em particular: Era preciso mandar a bola para fora, para que o VAR interviesse, já que o protocolo assim o determina. A treinar, o que não invalida que tivesse ficado no mínimo um livre perigoso por marcar e um vermelho por mostrar.

O Rui Costa é mau, muito mau, mas quem lhe dá notas para que ainda continue a apitar, é muito pior que ele.

Mal vai o futebol em Portugal, com gente como esta de apito na boca, a espalhar incompetência por esses campos fora.

Sim, hoje só me apetece mandar um gajo para um certo sítio. Rui Costa, "uma merda" de árbitro, como provavelmente diria Lobo Antunes.

Rui, o Bosta

Uma merda de árbitro.

 

Desculpem o vernáculo, mas não encontro outro adjectivo para qualificar a porcaria que hoje os tipos vestidos de preto fizeram am Alvalade. Mau, inqualificável, abjecta actuação de um dos piores árbitros que me foi dado assistir a apitar jogos de futebol.

Diz que é irmão de alguém influente.

É também por isto que o futebol portugês está metido na merda até ao pescoço.

Opinião unânime: foi penálti

«Bressan rasteirou Gelson Martins na área. A queda do extremo foi dramatizada, mas isso não anula a causa. Rui Costa falhou na análise, mesmo depois da acção do VAR.»

Duarte Gomes, A Bola

 

«Erro grave de Rui Costa. Gelson é claramente derrubado na área e a decisão teria de ser punir com penálti e não advertir o jogador. Decisão incompreensível, sobretudo com o VAR.»

Fortunato Azevedo, O Jogo

 

«Nem o vídeo-árbitro o convenceu [Rui Costa] que Gelson sofreu falta. Com Alvalade a pressioná-lo, consultou o VAR mas manteve a decisão: simulação. Mal.»

Hugo do Carmo, A Bola

 

«Rui Costa nem à terceira, e com duas ajudas do vídeo-árbitro, se apercebeu do penálti de Bressan sobre Gelson Martins - que, naturalmente, não assinalou, mostrando amarelo ao avançado dos leões. Uma dupla injustiça.»

João Lopes, Record

 

«Foi penálti evidente. Bressan, com a perna direita, derrubou Gelson Martins. Mesmo com recurso ao VAR por duas vezes, não foi capaz de ajuizar correctamente.»

Jorge Coroado, O Jogo

 

«Bressan derrubou Gelson Martins, tocando com o seu joelho direito na perna esquerda do jogador do Sporting. Deveria ter sido assinalado penálti. O VAR tentou "ajudar" Rui Costa, mas este manteve a sua decisão.»

Jorge Faustino, Record

 

«Gelson foi punido com amarelo por simulação, mas foi atingido no joelho. Mal ajuizado.»

José Leirós, O Jogo

 

«Má decisão do árbitro, num lance em que teve a boa intervenção do VAR, mas optou por manter a sua decisão em advertir Gelson por simulação. Existe mesmo um toque de Bressan com a coxa. Apesar do exagero da queda, o penálti existe.»

Marco Ferreira, Record

 

«Muito activo na direita, [Gelson] viu injustamente o cartão amarelo por pretensa simulação na área - o extremo levou mesmo um toque de Bressan.»

Miguel Correia, A Bola

O vulcão de Alvalade

Ou, vinte e oito jogadores, três estarolas e uma televisão. E um VAR.

 

Ele viu que foi penalti, está de frente para o lance e a pouco mais de três metros.

Ele só foi ver a pantalha, porque há televisões no estádio e se viu que foi penalti e os apupos eram ensurdecedores.

Ele foi ver a pantalha segunda vez porque o VAR lhe disse que era penalti e que dava muita "bandeira" se não marcasse.

Ele viu e persistiu no erro.

 

Ter tomates, era a FPF divulgar a conversa entre Rui Costa e o VAR, isso é que era de valor!

Rescaldo do jogo de hoje

Gostei

 

Da vitória categórica em Alvalade. O Sporting cumpriu a missão, vencendo o V. Setúbal por 2-0 numa partida que dominámos do princípio ao fim. Vitória ainda mais saborosa por sabermos que os jogadores comandados por José Couceiro já fizeram tropeçar Benfica e FC Porto.

 

Da exibição leonina. Os nossos jogadores actuaram com grande espírito colectivo, evidente alegria e elevados níveis de confiança. Estamos a melhor de jogo para jogo, como qualquer observador atento repara.

 

Da pressão alta exercida desde o minuto inicial. Não deixámos a turma sadina sair da sua grande área durante quase toda a primeira parte. Ainda antes de concluídos os primeiros 60 segundos, já Bas Dost havia posto em sentido a baliza à guarda de Bruno Varela.

 

Do golo surgido cedo. Logo ao minuto 7, com um bom cabeceamento de William Carvalho, correspondendo da melhor maneira a um cruzamento de Gelson Martins.

 

De Bruno César. Marcou um golo que fez levantar o estádio, de livre directo, fazendo voar a bola para o fundo da baliza sadina, sem qualquer hipótese de defesa. Um golo que decidiu o encontro, estavam apenas decorridos 36 minutos. Por isto e pela sua combatividade exemplar merece ser considerado o melhor em campo.

 

De Gelson Martins. Novamente muito activo, sobretudo nos 45 minutos iniciais. Fez uma primorosa assistência para o golo inicial, a sétima a seu cargo desde o início da Liga 2016/17. É o rei das assistências neste campeonato.

 

De Adrien. O golo inaugural do Sporting inicia-se num passe dele para Gelson. Parece estar em todas as jogadas dignas de registo do Sporting. Quase marcou aos 36', com uma bomba defendida in extremis pelo guardião setubalense.

 

De Coates. Patrão indiscutível da nossa defesa e um dos melhores centrais do futebol português. Indispensável na organização defensiva leonina, cada vez mais sólido e seguro. E vai à frente sempre que pode. Numa dessas incursões, marcou um golo de recarga à boca da baliza, absurdamente invalidado pelo árbitro.

 

Da maturidade da equipa. Gerimos bem o esforço durante toda a segunda parte, retendo a bola e pausando o jogo. Já a pensar na dura partida de quarta-feira, frente ao Legia, para a Liga dos Campeões.

 

De não termos sofrido golos. A nossa baliza voltou a ficar invicta. Pelo quarto jogo consecutivo.

 

Da redução da distância face ao Benfica.  Estamos só a dois pontos da equipa que ainda lidera o campeonato. Dependemos mais que nunca de nós próprios. Não pode haver maior tónico do que este quando faltam apenas oito dias para o dérbi da Luz.

 

Da sentida homenagem às vítimas do Chapecoense. Os nossos jogadores actuaram com o emblema do malogrado clube brasileiro, num belo gesto de solidariedade leonina.

 

 

Não gostei

 

Do árbitro. Rui Costa teve uma actuação muito infeliz, roçando a manifesta incompetência, ao anular dois golos limpos ao Sporting. O primeiro, aos 33', por Bas Dost, que se elevou muito bem, colocando a bola no fundo das redes: o árbitro imaginou uma falta do internacional holandês que nunca existiu. O segundo, aos 55', com uma recarga à queima-roupa de Coates, sem sombra de falta: apenas Rui Costa terá visto um imaginário encosto do internacional urugaio ao guardião sadino. Anular metade dos quatro golos concretizados pelo Sporting em Alvalade é obra: fica à consideração dos calimeros de turno, que tanto se queixam de ser prejudicados por muito menos que isto.

 

Da fraca réplica da equipa sadina. O conjunto treinado por Couceiro é simpático e esforçado, mas em Alvalade rendeu muito menos do que se previa. Ao intervalo o V. Setúbal tinha concretizado apenas um ataque, contra 20 do Sporting.

 

Da chuva copiosa, que caiu antes do jogo. Encharcou o relvado, prejudicando o espectáculo e potenciando lesões nos jogadores que felizmente não ocorreram.

 

Da qualidade dos reforços. No nosso onze inicial, havia apenas um jogador contratado este Verão: Bast Dost. Os restantes estavam no banco ou nem foram convocados.

 

{ Blog fundado em 2012. }

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