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És a nossa Fé!

Vistos de fora

Pote.jpg

(...) Podem os especialistas da bola dizer que, no futebol profissional, a alegria nada conta, é um vago estado de espírito que não se pode medir nem avaliar. Em parte, concordo, mas depois vejo a alegria de Pedro Gonçalves a jogar e aquilo que parece confuso torna-se claro. Pote, é assim que o chamam, joga com uma alegria transbordante. Arrisco dizer que, noutra época, jogadores com o perfil de Pote e, em certa medida, de Nuno Santos, já estariam queimados no Sporting. O público de Alvalade pode gabar-se de ser fiel, mas também pode ser uma cruz para os jogadores, uma nuvem negra geradora de uma ansiedade tóxica. E o que vejo é estes jogadores a jogarem sem complexos, sem traumas, sem o temor dos assobios.

A camisola do Sporting pesa-lhes, mas no bom sentido, que é o de jogarem num grande. Jogam leves, sem fatalismos. Pote joga com um sorriso, remata com um sorriso, festeja com um sorriso. Os golos que tem marcado são de uma simplicidade genial. Não têm arabescos, nem cornucópias, nem rodriguinhos, seguem apenas o caminho natural das botas para a baliza. É tão simples que dá vontade de rir. E é por isso que ele se ri muito. E nós também.

Se acham que a alegria é conversa de escritor, tudo bem. Voltem lá às análises das transições e desses bichos táticos. Eu recupero as palavras de um dos primeiros treinadores do miúdo: “Ele praticamente cresceu sozinho. Lembro-me que ele foi assaltado algumas vezes e houve um dia que estava triste porque lhe tinham roubado os cromos. Mas nos treinos e nos jogos era sempre um miúdo alegre.” Percebem? Bruno Fernandes – perdoem-me voltar à comparação – de cada vez que rematava fazia-o para pôr fim a uma maldição. Pote, em cada remate, em cada golo, reinventa a alegria.

Bruno Vieira Amaral numa magnífica crónica  a ler na integra aqui

Fede como a peste

O Benfica ter criado um gabinete de crise para controlar os danos dos últimos casos e processos conhecidos é profissional. O Benfica ter pensado um modelo para ganhar espaço na comunicação social e influência nas várias instituições do futebol é legítimo. Já o Benfica ver os últimos 163 jogos investigados pelo Ministério Público levanta muitas dúvidas. O Benfica ser suspeito de resultados combinados com mensagens trocadas entre os investigados e telemóveis a serem analisados pelas autoridades é tremendo. E a tal task force do Benfica ter como conselheiro Almeida Ribeiro, antigo espião do SIS e ex-secretário adjunto de José Sócrates, e poder estar a fazer denúncias anónimas para confundir a investigação é assustador. Estaremos à beira de um Calciocaos, que despromoveu a Juventus, a Lazio ou a Fiorentina, ou manteremos a tónica dos Apitos Dourados?

 

Filomena Martins, no Observador.

Honra lhe seja feita

Naturalmente Bruno de Carvalho cometeu e cometerá erros. É importante que haja sentido crítico em alvalade para o futuro. Sempre. Mas é na sua ambição que reside a impossibilidade de um regresso ao estado apático, conduzido ao descalabro de ontem, personificado na direcção de Godinho Lopes. E por mais que uma imprensa desportiva “dependente” procure desvalorizar, foi tudo o que BDC e a sua direcção incutiram no Sporting em dois anos - com a sorte e engenho de um muito maior número de boas decisões do que más – que permitiu colocar o clube no lugar em que se encontra hoje com a contratação de Jesus.

Recortes

Leonardo Jardim parece mover apenas os músculos necessários para permitir que as palavras lhe saiam da boca. Nem mais um. Nada excessivo, tudo controlado. Provavelmente não será exatamente assim, nem isso é agora relevante. O treinador do Sporting tem conseguido passar muito bem a sua mensagem, o que se revela crucial. Sólido, credível, Jardim é um homem com uma ideia.


A ler a opinião de Luís Sobral aqui no Mais Futebol

El Sporting de Portugal gana la Eurocopa de las canteras

Hay 10 futbolistas formados en su club, por nueve del Barcelona, los más representados

(...) Podría incluso añadirse al hijo de Peter Schmeichel, Kasper, que es el tercer portero de Dinamarca y que estuvo en la nueva Academia de Alcochete desde los 13 hasta los 15 años, mientras su padre jugó en el primer equipo, tal y como explica en un detallado reportaje el diario luso Record.

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