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És a nossa Fé!

Trump devia contratar Lito Vidigal e nós kits de abre-latas e de marretas e um bom arquitecto

Quem passou por Alvalade, e falo da cúpula - e foram muitos ao longo desta já longuíssima travessia do deserto de ausência do título de campeão -, foi-nos prometendo a conquista da taça mais desejada. Em moldes diferentes, com narrativas diversas; uns até Outubro, outros até finais de Abril, fizeram-nos sonhar e acreditar que naquele ano é que era. Que todos iríamos, finalmente, reivindicar a praça do Marquês como coisa nossa. Festejando extasiados, gloriosamente encimados pelo leão que lá do alto e verde nos iria devolver à realeza a que verdadeiramente pertencemos no reino da bola. Mas...bola! 

Vem isto a propósito da máxima que nunca devemos esquecer e que reza assim: Promessas leva-as o vento, mas coisas promissoras, não. Essas, muitas vezes,  esbarram de frente contra um muro.  

Só agora chego junto do título deste postal, mas acredito que mais exauridos terão ficado os nossos, enquanto, em vão, tentaram derrubar o paredão erguido pelo Vidigal em pleno relvado de Alvalade.

"Build that wall" deverá ser mesmo a frase que Lito melhor conhece e mais diz em Língua Inglesa. Em português não há qualquer dúvida que é. Ele é um verdadeiro conhecedor da construção de muralhas e paredes, um especialista, um mestre... pedreiro.

Ora, tamanha elite, achamos nós, seria uma grande aquisição para o inquilino da Casa Branca e modelo capilar do Jovane (refiro-me apenas e só à cor da cabeleira, bem entendido). Com Vidigal, Trump cumpriria finalmente a promessa de anos, podendo isolar-se mais um bocadinho do mundo, desta vez atrás do tão desejado e totalmente intransponível muro.

Acontece que Trump não sabe da existência de Portugal e, portanto, menos ainda tem conhecimento de Lito Vidigal. Ou seja, o especialista em muros vai continuar por cá e, mais importante, continuará a erguer o seu talento nos campos de futebol lusos. 

Aqui chegados, a conclusão é óbvia. O Sporting terá de contratar no mínimo uma marreta (leia-se um ponta-de-lança matador), mais um kit de abre-latas, na forma de um jogador que desequilibre o jogo para o nosso lado, capaz de entrar nas malhas apertadas das vedações armadas por Vidigal e outros. Precisamos ainda de um arquitecto, um playmaker, um jogador que marque o ritmo e faça jogar, que veja o que mais ninguém vê em campo, descubra e crie oportunidades para o nosso sucesso ofensivo.   

O actual plantel não é uma promessa. É promissor. Façam com que não o leve o vento nem esbarre mais contra o muro, é o que peço aos responsáveis leoninos para a próxima temporada.

2019 em balanço (3)

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PROMESSA DO ANO: RAFAEL CAMACHO

Irá singrar no Sporting? Sou capaz de apostar que sim. E ele já deu um indício claro disso, ao apontar um extraordinário golo no mais recente jogo da nossa equipa - o segundo contra o Portimonense na Taça da Liga, que contribuiu para virar a partida, quando tínhamos um jogador a menos e recuperávamos de dois golos sofridos na meia hora inicial.

Rafael Euclides Soares Camacho fez o início da sua aprendizagem futebolística nas escolinhas do Sporting antes de rumar com os pais a Inglaterra, onde actuou nos escalões de formação do Liverpool. Jurgen Klopp, que o conhece bem, apostou nele não apenas como extremo direito - posição preferida do jovem de ascendência angolana nascido há 19 anos em Lisboa - mas também como lateral. E foi precisamente a percorrer todo o corredor direito, fazendo duas posições, que ele se destacou no recente confronto em Portimão em que saiu enaltecido pela imprensa como o melhor em campo.

Regressou ao Sporting em Junho, como aposta da SAD leonina para reforçar o plantel após duas partidas pelo plantel principal do Liverpool, onde treinou ao lado de craques como Firmino, Mané e Salah. «Gosto de ter liberdade para jogar, fugir dos defesas, driblar, assistir e fazer golos.» Assim se definiu numa das primeiras entrevistas concedidas após assinar o contrato que o faz jogar de Leão ao peito, a troco de uma generosa quantia: o Sporting pagou cinco milhões de euros para o ver de verde e branco.

Demorou a dar nas vistas, com uma lesão pelo meio, mas vem conquistando claramente a confiança de Silas, que não hesita em atribuir-lhe cada vez mais responsabilidade. Ele tem respondido, com notável aptidão técnica e capacidade de desequilíbrio nos confrontos individuais. O golaço a que me referi é um excelente exemplo disso.

Klopp telefonou-lhe quando viu na televisão as imagens desse golo. Rafael certamente sentiu orgulho ao receber um elogio daquele que muitos consideram hoje o melhor treinador do mundo. Fazemos votos, da nossa parte, para que ele nunca se arrependa de ter trocado Anfield por Alvalade. Seria excelente por vários motivos - até para sacudir de vez a maldição do n.º 7, que vem assombrando o Sporting desde a partida de Luís Figo.

É tempo de virarmos a página também nisto.

 

 

Promessa do ano em 2012: Eric Dier

Promessa do ano em 2013: William Carvalho

Promessa do ano em 2014: Carlos Mané

Promessa do ano em 2015: Gelson Martins

Promessa do ano em 2016: Francisco Geraldes

Promessa do ano em 2017: Rafael Leão

Promessa do ano em 2018: Jovane

Lembrar algumas promessas de Varandas

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Passaram 14 meses desde que os actuais órgãos sociais do Sporting entraram em funções.

É tempo de lembrarmos algumas das promessas mais emblemáticas de Frederico Varandas aos sócios do clube, expressas no seu programa eleitoral, sob o lema "Unir o Sporting".

Aqui as recordo, para que os leitores possam reflectir sobre o que já foi feito e o que permanece por fazer:

 

  • No futebol, montar uma estrutura vencedora, com uma equipa coesa e coordenada.
  • Definição de uma política de contratações muito rigorosa, em articulação entre os elementos da prospecção e a equipa técnica.
  • Equipa de olheiros profissionais especialmente atenta aos mercados com maior potencial.
  • Departamento médico dotado de métodos sofisticados de monitorização de treino.
  • Implantação de dois campos de futebol relvado na Academia de Alcochete.
  • Rede de recrutamento nacional liderada por um responsável técnico muito qualificado assessorado por coordenadores regionais.
  • Manter a aposta nas modalidades com uma estrutura liderada por um profundo conhecedor desta área.
  • Recuperar o basquetebol como modalidade leonina.
  • Criação de um centro de alto rendimento de atletismo, com o nome do professor Mário Moniz Pereira.
  • Criação de uma academia de modalidades inspirada no modelo da Academia de Alcochete.
  • Renegociar a dívida bancária.
  • Manter a receita de bilheteira fora do pacote de garantias do passivo financeiro.
  • Assegurar a recompra das VMOCs.
  • Negociar os nomes do estádio e da academia, garantindo o contributo de parceiros de referência.
  • Permitir que os sócios espalhados pelo País possam exercer o direito de voto nos núcleos.
  • Atingir o número de 200 mil sócios até ao fim de 2019.

Promessa por cumprir

Bruno de Carvalho prometeu repor o Sporting no rumo dos títulos no desporto profissional.

Fez mais: garantiu que o Sporting voltaria a ser campeão nacional de futebol.

Cinco épocas depois, o equivalente a mais de uma legislatura na política, comportou-se como a maioria dos políticos: foi incapaz de cumprir a promessa.

 

Nesse mesmo tempo, o Benfica foi campeão quatro vezes. E o FC Porto tornou-se campeão agora.

Nesse mesmo tempo, o Sporting ficou sempre atrás do Benfica na classificação final.

 

Bruno de Carvalho defraudou sócios e massa adepta do Sporting, conduzindo o clube ao segundo maior período de jejum de títulos da sua história centenária.

Com as nossas expectativas não se brinca. E ele brincou.

Muitos de nós não lhe perdoaremos por isso.

Uma promessa que ficou por cumprir

Bruno de Carvalho tinha prometido abandonar o Facebook. Ninguém o obrigou a isso: foi ele que a divulgou aos quatro ventos, em Maio passado.

Cumpriu outras promessas, mas esta não. E todos os dias se torna notícia pelo que vai escrevendo nesta rede social de que nunca se afastou.

 

Agora insiste num absurdo e despropositado bate-boca com um comentador televisivo afecto ao FC Porto - clube do qual o Sporting tem estado muito próximo. Com linguagem de carroceiro, que em nada o enobrece.

Desta vez faz também um repto aos sócios que o contestam no exercício do saudável direito à crítica. Parecendo convicto de que esta atitude de permanente confrontação com quem pensa de maneira diferente é a melhor receita para conseguirmos marcar golos nas balizas adversárias. Infelizmente, não é.

Se o fosse, ganhávamos sempre por goleada.

 

Já muitos lhe dissemos que vai no caminho errado quando se torna notícia não pelo que faz mas pelo que insiste em escrever nas redes sociais. Ele, surdo às críticas, persiste nesse caminho que colide com o que nos prometeu.

Tenho a certeza de que não é por falta de bons conselhos que continua a cometer os mesmos erros. Quando mais tarde fizer o balanço do seu mandato, concluirá enfim quem estava certo.

2017 em balanço (3)

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PROMESSA DO ANO: RAFAEL LEÃO

Já em Novembro de 2016 tinha dado aqui nota dele, em bilhete para Jorge Jesus: Rafael Leão fora o marcador do golo da vitória do Sporting frente ao Borussia Dortmund na Liga Jovem. Merecia um olhar atento e uma aposta generosa da equipa técnica leonina.

O ano que agora acaba só confirmou a validade daquele alerta: a 18 de Outubro, voltou a evidenciar-se na goleada do Sporting à Juventus, em Turim, por 4-1. Tendo envolvimento e participação nos quatro golos - dois dos quatro marcados por ele. Apesar de termos jogado essa partida com menos um, devido à expulsão de Jovane Cabral aos 63'.

A 5 de Dezembro, na mesma competição, marcou o nosso golo do empate frente ao Barcelona. Somando assim quatro remates vitoriosos na "Liga dos pequeninos", como alguns lhe chamam com carinho não isento de admiração.

Eis Rafael Alexandre da Conceição Leão: 18 anos, 1,88m de altura, natural de Almada. Avançado formado na Academia de Alcochete, com inegável faro pelo golo. Leva já 12 apontados em 19 jogos oficiais na época em curso, elemento fundamental nos juniores e na equipa B. O mais saboroso desses golos foi certamente o que apontou ao  Oleiros a 12 de Outubro, numa eliminatória da Taça de Portugal, já integrado na equipa principal do Sporting - seu clube de formação, seu clube do coração.

Entrou aos 71' minutos nessa partida. Um quarto de hora depois, o jovem internacional sub-17 estreava-se a marcar com os colegas profissionais. "Uma estreia em grande", como lhe chamou o Record, numa justa apreciação. No dia seguinte, a página oficial do Sporting no Facebook também lhe prestava homenagem: "Não são muitos os que se podem orgulhar de marcar na estreia de Leão ao peito! E com apenas 18 anos. Dia fantástico para o nosso Rafael Leão."

Nessa partida disputada em Oleiros, vila ainda coberta de cinzas pelos dramáticos incêndios de Junho, ele comemorou o golo apontando para Podence, que construíra toda a jogada. Demonstrando assim que não é apenas um futebolista muito promissor nem Leão só de apelido. Ser do Sporting é ser assim. 

 

Promessa do ano em 2012: Eric Dier

Promessa do ano em 2013: William Carvalho

Promessa do ano em 2014: Carlos Mané

Promessa do ano em 2015: Gelson Martins

Promessa do ano em 2016: Francisco Geraldes

Tão perto e tão longe

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«Continuamos a exigir os três títulos.»

Bruno de Carvalho ao Record, 3 de Janeiro de 2017

«O Sporting ainda está muito a tempo de ser campeão.»

Bruno de Carvalho ao Record, 3 de Janeiro de 2017

«Acima de tudo, o Sporting tem de ser inevitavelmente campeão. É isso que queremos fazer este ano, ser campeões em todas as modalidades.»

Bruno de Carvalho, Record, 14 de Janeiro de 2017

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PROMESSA DO ANO: GELSON MARTINS

Alguns juravam a pés juntos que Jorge Jesus nunca aposta em jovens talentos oriundos da formação. Não tardaram a ser desmentidos mal o experiente técnico iniciou funções no Sporting. E o maior desmentido dá pelo nome de Gelson Dany Batalha Martins. Um miúdo de 20 anos formado na Academia de Alcochete - mais um a despontar na nossa equipa principal.

Jesus começou a apostar nele logo na pré-temporada e fê-lo entrar em campo no jogo da Supertaça. Aposta coroada de êxito: no jogo inaugural do campeonato, a 16 de Agosto, entrou a poucos minutos do fim - tempo suficiente para arrancar um penálti que se transformou em golo decisivo contra o Tondela. Na altura, escrevi isto: "Foi influente na viragem do resultado ao ganhar um ressalto, antecipando-se ao defesa, e conseguindo assim uma grande penalidade."

O técnico encantou-se com o "futebol de rua" praticado pelo nosso internacional sub-21. E nos treinos foi-lhe incutindo noções crescentes de disciplina táctica que cedo tiveram reflexos positivos no relvado. Gelson  estreou-se a marcar pela equipa principal num desafio da Taça de Portugal, a 17 de Outubro, com o Vilafranquense. A 26 de Novembro, este admirador de Nani estreou-se como goleador nas competições internacionais, marcando contra o Lokomotiv em Moscovo.

O eclipse de Carrillo facilitou-lhe a ascensão na equipa, onde participou em 14 dos primeiros 18 jogos oficiais - prova evidente da confiança que Jesus deposita neste jovem nascido em Cabo Verde.

Os adeptos não lhe regateiam elogios - convictos de que Gelson Martins tem uma longa e bem-sucedida carreira pela frente. Para já, mantém-se vinculado ao Sporting até 2021, com uma cláusula de rescisão de 60 milhões de euros. Cá estaremos para continuar a tributar-lhe os aplausos que ele bem merece.

 

Promessa do ano em 2012: Eric Dier

Promessa do ano em 2013: William Carvalho

Promessa do ano em 2014: Carlos Mané

Prometer e cumprir

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Há dez meses, Bruno de Carvalho anunciou a reintegração do hóquei em patins como modalidade oficial do Sporting, de onde nunca devia ter saído.

Fê-lo na qualidade de assumido admirador desta modalidade, que tantas alegrias tem dado durante décadas aos portugueses em geral e aos sportinguistas em particular.

E não se limitou às palavras, anunciando desde logo reforços. Incluindo João Pinto e o guarda-redes Girão.

Menos de um ano depois, o Sporting regressa às conquistas europeias no hóquei, batendo o Réus na emocionante final de ontem à noite. A Taça CERS é nossa, pela segunda vez na história leonina. Estão todos de parabéns: jogadores, presidente e Nuno Lopes, que treinou muito bem a equipa.

É um regresso pela porta grande. No mais curto prazo possível. Confirmando um dos valores que mais prezamos em Alvalade: o ecletismo. E reforçando aquele que é, de longe, o mais saboroso título leonino: o clube europeu com mais vitórias internacionais em modalidades colectivas.

O futebol faz-me sentir velho

Disclaimer: sou um rapaz novo, já nos vintes, mas ainda novo. Posto isto, aqui há um par de horas numa conversa entre amigos (todos da minha idade), o futebol veio à bola, passe a redundância. O futebol que é aquela não ciência que torna o mais iliterado dos homens num verdadeiro Nobel da situação, e que consegue reunir aqueles que não vivem sem ele numa discussão de horas, esteve sempre como nébula do lero-lero da noite passada. Ainda para mais, num encontro entre 4 sportinguistas e um benfiquista. Ora, a meio da conversa, com Bruma para ali, Bruma para acolá e com as "antevisões" dos jogos da 2ª jornada à mistura, cheguei à conclusão de que estou (a ficar) velho. Bastaram-me duas premissas para chegar a esta tese: i) na equipa titular do Sporting alinham jogadores mais novos que eu. Eric Dier tem 18 anos, William Carvalho tem a minha idade e até o polémico Bruma tem 18 anos. Longe vão os tempos em que os jogadores eram bem mais velhos que eu. Isto dos nossos craques serem tipos mais novos deixa-me ainda meio confuso. E ii) a quantidade de treinadores de clubes portugueses que vi jogar aqui há uns anos?! Jogadores que idolatrei ou detestei, que estampei em cadernetas, idealizei naqueles "onzes" imaginários onde juntamos jogadores de clubes diferentes. Pedro Emanuel (Arouca), Abel Xavier (Olhanense), Sérgio Conceição (Académica), Costinha (Paços de Ferreira), entre outros, já para não falar do nosso Sá Pinto. E ainda temos aqueles que preferiram ir para comentadores ou para funções dirigentes, casos de João Pinto, Pedro Barbosa, Rui Costa, Pauleta, Figo. O Sporting joga com malta mais nova que eu e os craques nacionais da minha geração já estão todos engavetados. Eh pá! Tive de parar para pensar e respirar fundo, após constatar isto mesmo para quem me rodeava. Digam o que disserem, hoje senti-me velho. 

Promessas

«Não vamos prometer títulos, vamos prometer muito trabalho e muita vontade de servir o clube», disse Bruno de Carvalho, em Toronto. É esta a atitude. Não prometer mais nada do que trabalho e luta. Não alimentar esperanças vãs de títulos e conquistas, pois não há base para isso. É isto que precisamos, tal como disse o Adelino Cunha aqui

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